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sexta-feira, 1 de maio de 2020

Dia do trabalho: diferentes profissionais se expõem durante pandemia

Com a pandemia trabalhadores expõem dificuldades em manter os serviços essenciaisFoto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil
Relatos trazem as dificuldades pelas quais trabalhadores têm enfrentado com a pandemia

Nesta sexta-feira, 1º de maio, comemora-se o Dia do Trabalho em diversos lugares do mundo. Diante do cenário delicado vivido em todo o planeta por conta da pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas perderam seus empregos durante o isolamento social. Mas boa parte continua na ativa para que diversos setores continuem funcionando, mesmo com o temor de contaminação, como os profissionais da saúde, bombeiros e policiais. 

Mas há também os porteiros, caixas, cuidadores de idosos, veterinários, frentistas, bancários, taxistas, jornalistas, trabalhadores da construção civil e indústria, entre outros, quem mantêm os serviços funcionando.

É o caso da caixa de padaria Ângela Maria dos Santos Silva. Ela conta que está sendo um período bem difícil. “A gente fica com medo de se contaminar, mesmo usando máscara e álcool gel. O tempo todo limpamos a máquina de cartão e o balcão, mas a parte mais difícil tem sido lidar com os clientes que têm sido bastante ignorantes com a gente, sem paciência, porque não deixam a gente pegar nos produtos deles para fazer a leitura do preço, ou não deixam pegar no cartão. Tem que ter muita paciência e calma”, relata Ângela que trabalha há três anos na padaria que fica na zona leste de São Paulo. “Mas preciso trabalhar e ainda pegar o transporte público todo dia”, lamenta a caixa.

Entre os que continuam na ativa, há ainda os pequenos empresários, comerciantes e autônomos. É o caso do comerciante Mateus da Silva Oliveira, que tem uma loja de produtos agropecuários em Viçosa (MG), onde vende ração animal, insumos, e material hidráulico e elétrico. Ele ficou cerca de um mês com as portas fechadas, fazendo apenas entrega de produtos. 

Mas na semana passada a prefeitura autorizou a abertura das lojas, porém cercada de regras. A loja dele só pode atender três pessoas ao mesmo tempo e o atendimento foi dividido pelo final do CPF, sendo assim, não é toda a população que pode ser atendida todo dia, e é feito um rodízio para atendimento.

“Neste momento o movimento comercial está até melhor do que antes, porque teve comércio que não se adequou e não pode abrir. Estamos todos de máscara, na entrada da loja tem álcool em gel para quem entra e foi preciso colocar um vidro no caixa. Mesmo assim me sinto inseguro, mas tenho que trabalhar né?”, disse o comerciante. Ele disse ainda que a população está respeitando as regras. “Todos andam de máscara, aqui é obrigatório, além do álcool em gel que a gente sempre vê as pessoas com o próprio [vasilhame do produto]. Por enquanto só tivemos três casos, porque as pessoas têm respeitado as regras. Continue lendo, clique AQUI.

sábado, 20 de julho de 2019

Movimento do comércio tem primeira alta mensal do ano em junho, de 1,3%

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Indicador Movimento do Comércio é responsável por acompanhar o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil


O Indicador Movimento do Comércio, que acompanha o desempenho das vendas no varejo em todo o Brasil, cresceu 1,3% em junho deste ano na comparação com maio, já descontados os efeitos sazonais, de acordo com dados apurados pela Boa Vista/SPC. É a primeira alta após seis meses consecutivos de retração no movimento. Se comparado ao mesmo mês do ano passado, no entanto, o indicador caiu 1,7%, enquanto no acumulado do ano subiu 1,4%.


"Ainda é cedo para falar em retomada das vendas do comércio", avalia a consultoria. "Fatores como o alto nível de desemprego e subutilização da mão de obra, menor confiança e tímido crescimento de renda continuam sendo os principais entraves para uma evolução mais robusta do setor". 

A Boa Vista/SPC entende, por outro lado, que a liberação de recursos de contas ativas do FGTS deve trazer uma injeção de ânimo para o comércio, eventualmente revertendo a trajetória de desaceleração das vendas observada desde o ano passado. 

Todos os principais setores acompanhados pela consultoria registraram crescimento das vendas na análise mensal, com "móveis e eletrodomésticos" liderando as altas ao crescer 0,6%. Na sequência, "combustíveis e lubrificantes" avançaram 0,5%, e "tecidos, vestuários e calçados" subiram 0,3%.

Por: Agência Estado

domingo, 7 de julho de 2019

Pernambuco tem primeiro semestre positivo

Fábrica da JeepFoto: Bruno Campos/Arquivo Folha
Com um aporte de R$12,5 bilhões anunciados na formatação de novos empreendimentos e expansão dos existentes, Estado consegue manter ritmo de crescimento econômico. Por isso, perspectiva na geração de empregos é estimada em 20 mil novos postos.

Mesmo diante de um cenário nacional econômico adverso, Pernambuco conseguiu mostrar bons resultados no consolidado de investimentos anunciados nesse primeiro semestre. Afinal, de janeiro a junho, o Estado foi opção de investimento de 59 empresas, que vão ou expandir ou começar novas operações em Pernambuco. O resultado de tudo isso será a criação de 20 mil novos postos de trabalho e injeção de R$12,5 bilhões na economia estadual. 

“No momento de uma crise tão grande que o Brasil está passando, mostramos que Pernambuco não fica parado. A gente arregaça as mangas e está promovendo e ativando a economia do Estado como um todo” comenta o secretário de desenvolvimento do Estado, Bruno Schwambach.

E dos R$12,5 bilhões aportados na economia, 60% serão destinados ao polo automobilístico do Estado, em Goiana. É lá que está instalada a fábrica da Jeep, cujo a Fiat Chrysler Automobiles planeja aportar, até 2023, R$ 7,5 bilhões e criar 9 mil vagas de emprego. Além da Jeep, o bom resultado do primeiro semestre refletiu também o anúncio do aporte da empresa espanhola Solatio. Em abril, ela anunciou o investimento de R$ 3,5 bilhões na construção do maior complexo solar fotovoltaico do País, que será instalado no município de São José do Belmonte, no Sertão Pernambuco. Nesse empreendimento, o total de postos de trabalho pode chegar a mil diretos. Continue lendo, clique AQUI!

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Indústria cai de produção e desemprega em Pernambuco

Crise nos estaleiros instalados em Suape
 impulsionou a queda. Foto: Eduarda Azoubel/Divulgação
A produção industrial de Pernambuco caiu e desempregou. No acumulado do ano até março, a queda da Indústria de Transformação, que representa 99,5% de todo o setor industrial do estado, chegou a -2,6%. O principal segmento que colaborou com a redução foi o de equipamentos de transporte exceto veículos, com registros de -26,9% no ano e, somente em março, no comparativo com março de 2018, sofreu um tombo de -52,8%. O movimento provocou outro índice negativo: o saldo de empregos. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o setor admitiu apenas 47 pessoas neste ano, contra mais de mil trabalhadores demitidos. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física, consolidado pela Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe).

Cézar Andrade, coordenador do Núcleo de Economia da Fiepe, explica que Pernambuco acompanhou a queda setorial nacional e, no estado, o cenário reúne uma soma de fatores que impactaram negativamente na produção e no saldo de empregos. “O início do ano é sempre ruim, mas o mês de março teve o agravante do carnaval, que prejudicou segmentos importantes da indústria de transformação. É o caso da indústria têxtil e de alimentos, que apresentaram, devido aos dias reduzidos de produção por causa das festas, quedas de -16,9% e -21%, respectivamente. No acumulado do ano, na mesma ordem, as quedas foram de -23,7% e de -10,6%”, detalhou. Pelo mesmo motivo, há otimismo por parte da Fiepe em relação à produção dos meses subsequentes a março, mas não o suficiente para prever comemorações da indústria. “É provável que ocorra uma recuperação, por serem setores importantes e de grande relevância na economia do estado, mas que não deve chegar a números expressivos”, ponderou Andrade.

EMPREGO

O desemprego gerado no setor industrial neste ano é crítico e não prevê boas expectativas. O segmento apresentou a maior queda de produção e resultou no saldo negativo de mais de mil postos de trabalho no acumulado do ano. No caso do setor de equipamentos de transporte exceto veículos, o número é justificado principalmente pela crise nos estaleiros instalados no Complexo de Suape. “O segmento segue em baixa, sofrendo sem a previsão de novas encomendas por parte da Petrobras (único contratante) e que não só vem desempregando como deixa o futuro sem esperança de retomada de empregos. É um setor que empregava bastante, principalmente no Estaleiro Atlântico Sul, mas que não tem sinalização da Petrobras de que vai melhorar, já que vem atuando apenas com a frota de navios atual”, pontua Cézar Andrade.

Do Diario de PE

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Economia brasileira cresceu 1,1% em 2018, diz FGV

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/EBC

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1,1% em 2018, segundo cálculos – divulgados hoje (19), no Rio de Janeiro - pelo Monitor do PIB, da Fundação Getulio Vargas (FGV). É a mesma taxa de expansão apresentada em 2017.


A alta foi puxada principalmente pelos serviços, que se expandiram 1,3% no ano. A indústria e a agropecuária também tiveram avanços, ainda que mais moderados, de 0,4% e 0,6%, respectivamente.

Entre os serviços, aqueles que mais se destacaram em 2018 foram os imobiliários (3,1%), comércio (2,1%) e transportes (2%). Os serviços de informação foram os únicos que apresentaram queda (-0,1%).

Já entre os segmentos da indústria, foram registradas altas na eletricidade (1,4%), transformação (1,3%) e extrativa mineral (1,1%). A construção teve queda de 2,4%.

Sob a ótica da demanda, o destaque ficou com a formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, que cresceram 3,7% no ano de 2018.

O consumo das famílias avançou 1,8% e o consumo de governo, 0,2%. As exportações tiveram alta de 4%, inferior ao crescimento de 8,1% das importações.

No último trimestre do ano, o PIB ficou estável na comparação com o trimestre anterior e cresceu 1% na comparação com o último trimestre de 2017.

O desempenho oficial do PIB é medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que só deve divulgar o resultado de 2018 no próximo dia 28.

Da Agência Brasil

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Novo presidente do BNDES defende foco em empresas médias

Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil
O novo presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, recebeu o cargo nesta terça-feira (8) de seu antecessor, Dyogo Oliveira, em cerimônia realizada na sede da instituição, no Rio de Janeiro. Em discurso para uma plateia formada, em sua maioria, por representantes de instituições financeiras, Levy defendeu parcerias com a iniciativa privada e o fortalecimento das empresas médias.

"Não há país com uma livre iniciativa forte que não tenha empresas médias fortes. Na verdade, historicamente, é uma vulnerabilidade do Brasil não ter um setor de empresas médias e pequenas, mas principalmente médias fortes e com capacidade de crescer e criar emprego, desenvolver e incorporar novas tecnologias", disse Levy. Para ele, este é um desafio e um mercado para o BNDES atuar.

Ao comentar a necessidade de investir em infraestrutura, Levy destacou que o maior desafio do país hoje nesse setor é ter um fluxo de projetos sólidos e eficientes. "E esse é o papel do BNDES, trabalhando com o governo, auxiliando no desenvolvimento dos projetos, na modelagem.  E depois financiando não só com o nosso funding, mas junto com a iniciativa privada."

O economista defendeu ainda que os portais do BNDES sejam mais amigáveis e acessíveis no modo de apresentar as informações ao cidadão. "Também vamos ter que reformar e repensar o nosso balanço. Temos que usar nossas fortalezas financeiras e nossos ativos de modo mais inteligente de tal maneira que possamos juntar forças com o setor privado tanto na área de infraestrutura como nas áreas para a média empresa e tecnologia que são essenciais para aumentar a produtividade do nosso país."

Ao deixar o cargo, Dyogo Oliveira deixou uma mensagem de otimismo para a gestão de Joaquim Levy e afirmou que o Brasil vive uma nova oportunidade de se recriar e recuperar a respeitabilidade no cenário internacional. Segundo Oliveira, o banco, assim como o país, atravessou um período de dificuldades e tempestades.

"O BNDES continuará sendo uma grande instituição brasileira. Poucos países têm a honra e o orgulho de ter uma instituição com a capacidade técnica e operacional que o BNDES tem", disse Oliveira. Ele ressaltou que muitos erros atribuídos ao BNDES no passado não foram culpa de seu corpo técnico. "Os equívocos que foram cometidos, em sua enorme maioria, quase a totalidade, foram equívocos de motivação política."

Da Agência Brasil

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Otimismo | Consumo volta a subir neste carnaval

Para os que produzem fantasias, os tecidos também tiveram
 reajuste pequeno:  0,8%. Foto: Brenda Alcantara/DP
Com um cenário econômico bem menos adverso que o do mesmo período do ano passado, um mercado de trabalho mostrando melhoras, crédito mais barato e uma população mais confiante, o carnaval pernambucano deve registrar aumento de consumo. O otimismo vem de uma recuperação iniciada no início do segundo semestre de 2017. Quem garante é o Instituto Fecomércio/PE, que analisou o comportamento dos preços. Alguns itens se destacaram com reajustes inferiores aos demais. A cerveja por exemplo, produto muito consumido em períodos de festa, teve uma variação de apenas 0,6% nos últimos 12 meses, o que praticamente irá deixar o preço desse item igual ao do ano anterior.

Já os tecidos, que são procurados por quem deseja fazer fantasias, não mostrou uma alta considerável, com uma variação de 0,8%, em média, na Região Metropolitana do Recife. Segundo o economista e analista da Fecomércio Rafael Ramos, o cenário é mais positivo que o do mesmo período em 2017. “A população está voltando a consumir. No comércio, o ponto positivo vai para os supermercados e hipermercados, lojas de tecidos e vestuário, onde os itens que mantiveram os seus preços em relação ao ano passado são vendidos”, afirmou. Rafael atenta que esses produtos não tiveram um aumento, principalmente, pelo nível de estoque que ficou alto, já que as vendas não foram tão animadoras em 2017.

Além disso, outra queda importante foi em relação ao índice geral da inflação para 2017 na RMR, que foi de 3,3% no acumulado de 12 meses até dezembro, bem inferior aos últimos três anos. O grupo de bebidas e alimentos foi o responsável pelo impacto na queda do Índice Nacional de Preços do Consumidor Amplo (IPCA).

Mas, para este carnaval, nem tudo são flores. Os itens ligados à questão do transporte apontam que o folião pernambucano que usar carro de passeio para se deslocar até os locais da festa vai gastar um pouco a mais que o ano passado. “A gente tem uma gasolina bem mais cara que no ano anterior, com uma variação chegando a 12,6%”, afirmou Rafael.

De acordo com o economista, o momento é de procurar uma festa que caiba no bolso, sem extrapolar. “O carnaval caiu muito perto do final de janeiro, e muita gente está terminando as compras do material escolar e ainda pagando faturas pendentes. Então, o folião deve ter muito cuidado na hora de escolher o seu destino para as festas e com o que vai gastar”, alerta.

Do Diario de PE

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Economia | Confiança da indústria volta a cair

Foto: Pedro revillion/fotos públicas
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) caiu para 51,9 pontos em junho, uma redução de 1,8 ponto na comparação com maio. O indicador cai pela primeira vez após quatro meses de estabilidade, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na análise da entidade, o País ainda enfrenta dificuldades para superar a crise. 

"Como ainda mantém-se acima da linha divisória de 50 pontos, o ICEI revela que os empresários permanecem confiantes, mas a confiança se reduziu entre maio e junho", diz o estudo divulgado ontem. 

Os indicadores da pesquisa variam em uma escala que vai de zero a 100 pontos. De acordo com o estudo, quando o índice fica acima de 50 pontos, os empresários estão confiantes. A CNI observa, no entanto, que o índice de junho é insuficiente para estimular o investimento industrial. Embora esteja 6,2 pontos acima do registrado em junho do ano passado, a confiança do empresário continua abaixo da média histórica de 54 pontos.

"Com a queda de junho, a confiança fica ainda mais distante do nível necessário para a recuperação da economia", afirma o economista da CNI Marcelo Azevedo, em nota divulgada pela entidade.

A confiança é maior nas grandes empresas, segmento em que o ICEI alcançou 54,1 pontos. Nas pequenas empresas, o indicador ficou em 48,8 pontos, abaixo da linha divisória dos 50 pontos, que separa o otimismo do pessimismo. A indústria extrativa foi o segmento que apresentou a maior queda em relação a maio, passou de 57,6 para 52,7.

O indicador de expectativas caiu de 57,4 pontos em maio para 54,9 pontos em junho, o que mostra a redução do otimismo dos empresários em relação à situação da economia brasileira e das empresas nos próximos seis meses. Já o indicador que revela a percepção dos industriais sobre a situação atual das empresas e da economia ficou estável, em 46 pontos, indicando, de acordo com o estudo, que o empresário ainda percebe piora do ambiente corrente de negócios.

A pesquisa foi feita entre 1º e 12 de junho, com 2.958 empresas. Dessas, 1.173 são pequenas, 1.112 são médias e 673 são de grande porte. O ICEI antecipa tendências de produção e de investimento.

Da Folha de PE

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Microempresários pernambucanos estão otimistas, aponta pesquisa Ancham/TGI

Imagem: Divulgação/Facebook (Fábio Menezes)
Estudo com mais 160 empresas revela que os microempresários enxergam o ano de 2017 com otimismo e apontam os próximos meses como cruciais para o setor. A pesquisa foi feita Amcham, em parceria com a TGI Consultoria, e foi apresentada, essa quarta (10), durante o lançamento do Encontro de Pequenas e Médias Empresas da Amcham, que passará a ter reuniões bimestrais e abordará temáticas estratégicas para o mercado local.

A pesquisa revelou alguns dados que vão servir para os futuros encontros. “Debater gestão, futuro das empresas e perspectivas de mercado são muito importantes para o bom andamento das empresas. Esse é o objetivo da pesquisa”, comentou a gerente regional da Amcham, Alessandra Andrade. Ela ainda lembrou que o encontro vai reunir forças. “O encontro bimestral vai ajudar muito os microempresários. Pois nãovai apenas fazer levantamentos. A ideia é estudar, trazer temas relevantes para o setor, que é um dos mais importantes do País na geração de emprego”, ressaltou.

Segundo o estudo, 79% dos empresários pernambucanos se mostram positivos diante do cenário de crise, mas enxergam desafios a serem superados. Cerca de 70% dos entrevistados acredita na recuperação da economia e avaliam que 2017 tem um ambiente de negócios melhor do que o de 2016. 

Dentro desse universo, 36% acreditam que será possível aumentar o faturamento de suas empresas em até 30%. “ Esses dados servem para traçar um perfil do empresário, saber suas necessidades e objetivos a serem alcançados no futuro”, disse Alessandra. A pesquisa revelou que 80% das empresas ouvidas são do segmento de serviços, seguido de comércio (10%), indústria (7%) e 2% de agronegócio.

Da Folha de PE

quinta-feira, 23 de março de 2017

Seminário da Fiepe em Caruaru com palestra de Chico Pinheiro

Esta será a primeira vez que o jornalista se apresenta em um
evento na cidade. Imagem: Divulgação/Reprodução
O jornalista Chico Pinheiro estará em Caruaru, como palestrante do seminário “Por dentro da Economia e perspectivas de mercado” promovido pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco, no dia 12 de maio. Com 37 anos de carreira, é um dos grandes nomes do jornalismo brasileiro a noticiar momentos marcantes do Brasil e do mundo. As inscrições para o evento já estão abertas.

A iniciativa da Fiepe tem como objetivo proporcionar uma agenda para a discussão das informações do cenário econômico atual. Além disso, a programação do evento contará com dois momentos para os participantes conhecerem os benefícios das instituições financeiras para a região Agreste, através de uma mesa redonda e de um balcão de crédito com atendimento personalizado, antes da palestra. O Seminário contará também com a apresentação de um case de sucesso.

Executivos, gestores, empreendedores, estudantes universitários dos cursos de Administração, Economia, Gestão Empresarial e áreas afins e empresários do segmento de comércio e serviços são esperados. Para garantir presença no evento, é necessário entrar em contato com a Fiepe Agreste pelos telefones: (81) 3722-5667 ou (81) 9 9123- 7888 ou pelo e-mail: regional.agreste@fiepe.org.br. O valor do investimento é de R$ 200 com até 30% de desconto para a indústria. Estudantes e idosos têm até 30% de redução na inscrição, de acordo com a política de descontos da Federação.

Chico Pinheiro
Conhecido pelo bordão “Graças a Deus que hoje é sexta-feira. É vida que segue”, Chico Pinheiro é âncora do Bom Dia Brasil e eventualmente apresenta o Jornal Nacional.  Natural de Santa Maria da Boca do Monte, no Rio Grande do Sul, nasceu em 17 de junho de 1953 e foi criado em Minas Gerais. Ele formou-se em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-MG), em 1976, e teve sua primeira experiência como estagiário no Diário de Minas, em 1971. Além da Rede Globo, Chico Pinheiro também atuou na Band e na Record.

Serviço:
Seminário “Por dentro da Economia e perspectivas de mercado com Chico Pinheiro”
Data: 12 de maio
Local: a definir

Horário: 17 às 21h 

sábado, 23 de abril de 2016

Corrupção é o problema número 1, dizem empresários

Imagem: Divulgação/Internet
A corrupção que assola a política nacional está na cabeça dos empresários, tanto que é considerado o problema mais importante a ser resolvido agora, segundo empresários ouvidos pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Para empresários, a crise econômica é potencializada pelos problemas políticos do País. Além do combate à corrupção, a crise política é outro problema a ser enfrentado o quanto antes, segundo 63,6% dos entrevistados.

Após esses problemas de instabilidade, há ainda as questões de saúde pública (25,2%), inflação (24,7%) e impostos elevados (23,6%).

“O fato de a crise política e econômica se posicionarem à frente de outros problemas considerados crônicos no Brasil evidencia o mal-estar generalizado do ambiente de negócios”, afirmou, em nota, a economista Marcela Kawauti.

Na visão dos proprietários de empresas consultados na pesquisa, as principais consequências do impasse político sobre a economia tem sido o aumento do desemprego (65,0%), o aumento dos impostos (63,6%) e a queda no consumo e nas vendas (59,2%).

No campo do sentimento em relação ao cenário do País, 83,3% dos empresários se dizem indignados. A vergonha apareceu em seguida, com 76,7% das menções.

Com esse cenário, quatro em cada dez entrevistados acreditam que a economia fechará este ano ainda pior do que 2015 e quase a metade (49,2%) pensa que nos próximos seis meses a situação econômica se aprofundará ainda mais. Os otimistas somam 28,4% e para 19,9% a situação deve continuar a mesma no período.

Entre aqueles que se dizem pessimistas com a economia brasileira, a principal justificativa é a falta de confiança de que a crise política seja resolvida (42,9%), seguido pela percepção da alta gravidade da crise econômica (30,3%).

Há ainda os que pensam que a inflação não será controlada e o país não retomará o crescimento (13,8%). O maior temor dos empresários para 2016 é que o país não saia da crise (41,1%), principalmente nas cidades do interior (44,1%), seguido de não conseguir pagar as dívidas (17,6%) e ser obrigado a fechar o próprio negócio (14,9%).

Mesmo em um ambiente turbulento, os empresários acreditam que há como driblar as consequências da crise. A maior parte dos empresários que respondeu a pesquisa mostra-se mais otimista quando a análise se detém apenas ao seu negócio. Quatro em cada dez (45,4%) entrevistados disseram ao SPC Brasil que as expectativas para a empresa são boas para os próximos seis meses, enquanto 27,7% esperam que o período será ruim para a sua empresa.

Fonte: portalnovarejo.com.br

quarta-feira, 23 de março de 2016

Inscrições abertas para Programa de Gestão Financeira da Fiepe Agreste

Imagem: Divulgação/Reprodução
O cenário econômico brasileiro e seus reflexos na atuação das empresas no mercado têm preocupado a Indústria. Comprometida em minimizar os efeitos da crise no ambiente de negócios, a Fiepe oferece o Programa de Gestão Financeira para a região Agreste, entre os meses de abril e julho. A ementa conta com quatro módulos com os temas: Análise Financeira e Econômica, Fundamentos de Custos, Planejamento Econômico Financeiro e Planejamento Tributário.  As vagas são limitadas e as inscrições já estão abertas.

96 horas de capacitação serão proporcionadas aos participantes. O programa é voltado para profissionais ou estudantes das áreas de Administração, Economia, Consultoria Financeira, Ciências Contábeis e afins. Os inscritos serão orientados a aperfeiçoar os resultados da gestão financeira na perspectiva de tomar decisões com excelência. Para isto, uma nova metodologia foi pensada possibilitando dois dias de aprendizado teórico e um de exercícios de aplicação do conhecimento proposto para cada módulo.

Outra novidade é a mini oficina “Operando a Calculadora HP-12C”, que irá abordar as principais funções da HP no início do programa. Após obter noções sobre a ferramenta, nos dias 9, 16 e 30 de abril, o participante obterá, no primeiro módulo, conhecimento sobre: análise da performance financeira, fluxo de caixa (base direta), indicadores de liquidez, indicadores de endividamento, ciclo operacional e ciclo financeiro, análise da performance econômica, indicadores de lucratividade, indicadores de rentabilidade, lucratividade x rentabilidade.

Fundamentos de Custos é o principal assunto da segunda fase, que acontece nos dias 07, 14 e 21 de maio. Terminologia: gasto, custo, despesa, investimento, desembolso e perda; gastos fixos e gastos variáveis, margem de contribuição, ponto de equilíbrio e alavancagem operacional serão os assuntos tratados nesta parte da capacitação. Na terceira fase, nos dias 04, 11 e 18 de junho, Planejamento Econômico Financeiro será o foco, através das abordagens: princípios do orçamento empresarial, as peças orçamentárias (orçamento de vendas, de produção e de despesas), orçamento de custeio x orçamento de investimentos, balanço patrimonial projetado, demonstração de resultados projetada, indicadores projetados e acompanhamento orçamentário (orçado x realizado).

No quarto módulo, o conteúdo sobre Planejamento Tributário conclui o programa. As abordagens escolhidas para tratar do tema central serão: sistema tributário nacional, planejamento tributário, tributos incidentes sobre o faturamento, tributos incidentes sobre lucro, regimes de tributação e reorganizações empresarias. O último dia de cada etapa será dedicado a exercícios práticos com o grupo com o objetivo de aproximar o conhecimento da realidade diária das empresas, incentivando a aplicação do aprendizado.

O valor do investimento é de R$ 1.300, podendo ser dividido em até 3x nos cartões. Os interessados devem entrar em contato com a Federação através do telefone: (81) 3722-5667 ou pelo e-mail: regional.agreste@fiepe.org.br para conhecer a política de descontos da Entidade. A inscrição também pode ser feita pelo site: www.fiepe.org.br.  

Da Assessoria

segunda-feira, 7 de março de 2016

Para CNDL, resultado do PIB trava comércio brasileiro

Imagem: Divulgação/Reprodução
As expectativas se validaram, e a economia brasileira fechou 2015 em queda. A retração do Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) brasileiro foi de 3,8% em relação a 2014. Considerando a série anterior, o desempenho é o pior desde 1990, quando o recuo chegou a 4,3%. Em valores correntes, o PIB chegou a R$ 5,9 trilhões, e o PIB per capita ficou em R$ 28.876 em 2015 – uma redução de 4,6% diante de 2014. Outro número que preocupa principalmente os varejistas foi o resultado do comércio. 

Segundo IBGE, o comércio registrou queda de 8,9% na atividade comercial do ano passado, ficando atrás apenas da indústria de transformação. “Há 25 anos o Brasil e o comércio não viam números tão ruins. Esse é o reflexo do caótico cenário político, que vem interferindo diretamente na nossa economia. O resultado nos mostra que somente a retomada da economia vai reverter a situação”, diz Honório Pinheiro, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), de 14,1%, também teve a maior queda da série desde 1996, superando o recuo de 8,9% de 1999. Honório Pinheiro acredita que é fundamental que ocorra estímulos de investimentos. “Para liderar esse processo, do lado do governo, é preciso adotar medidas de recuperação econômica. Pelo lado da classe privada, é preciso retomar os investimentos. O Sistema CNDL vem tratando algumas pautas para que o varejo brasileiro não termine o ano 2016 com o resultado tão arrasador para o setor. “, diz Honório Pinheiro.

Da Assessoria

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Vendas no varejo sobem em outubro, após oito meses seguidos de queda

Imagem: Divulgação/Reprodução
As vendas do varejo brasileiro subiram, interrompendo oito meses de quedas seguidas. 

Em outubro, na comparação com setembro, a alta foi de 0,6%, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (16).

Segundo Isabella Nunes, gerente de Comércio e Serviços no IBGE, o resultado positivo do mês de outubro “não repõe a perda” de oito meses seguidos de queda.

Na comparação com outubro do ano passado, o comércio registrou a maior queda da série, que teve início em 2001, para o mês de outubro. De lá até 2015, o setor só havia caído em 2003, quando a baixa foi de 2,9%. No ano, o setor acumula recuo de 3,6% e, em 12 meses, de 2,7%, a maior retração desde janeiro de 2004.

De setembro para outubro, o que contribuiu foram as vendas de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que cresceram 2%. Também contribuíram os setores de tecidos, vestuário e calçados (1,9%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,5%).

A justificativa do resultado positivo de super e hipermercado, que impactou o varejo no mês é a “essencialidade”. “No momento em que a renda começou a cair, o mercado foi acompanhando. Começa [em outubro] o final de ano, as encomendas de final de ano. Final de ano é um segmento que tem um movimento. E parece que ele [o setor de alimentos] está se recuperando mais cedo do que outros, o que é natural, porque ele é essencial”, explicou Isabella Nunes.

Segundo a gerente, as pessoas também podem estar migrando seus gastos em outros artigos de uso pessoal e doméstico, que caíram 0,6% – lojas de departamentos, cama, mesa e banho, entre outros – para o consumo no setor de alimentos.

Já na comparação com outubro do ano passado, o varejo recuou 5,6%, puxado pelas vendas de móveis e eletrodomésticos, que recuaram 16,1%, seguidas por combustíveis e lubrificantes (-11,4%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-9%).

“Com uma dinâmica de vendas associada à disponibilidade de crédito, esses resultados [de móveis e eletrodomésticos] abaixo da média foram influenciados pela elevação da variação da taxa de juros entre outubro de 2015 e outubro de 2014”, diz o IBGE, em nota.

Desempenho das regiões

De setembro para outubro de 2015, as vendas no varejo cresceram em 21 das 27 Unidades da Federação. As maiores altas partiram do Ceará (3,5%) e do Rio Grande do Norte (2,1%). Os estados que tiveram as maiores quedas foram Tocantins e Espírito Santo (ambos com queda de 0,8%).
Na comparação com outubro de 2014, as taxas negativas foram vistas em todos os locais.  O comércio do Amapá recuou 20,9% e o da Paraíba, de 17,9%.

Da CNDL

terça-feira, 14 de julho de 2015

Inadimplência aumenta 4,60% no primeiro semestre, mostra indicador SPC Brasil

A análise do balanço semestral de consumidores com contas atrasadas e registrados nos cadastros de inadimplência mostra que o número de devedores piorou em relação ao ano passado. Nos seis primeiros meses de 2015, o indicador apresentou um aumento de 4,60%. De acordo com os dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), é o pior resultado semestral dos últimos três anos e reflete a forte deterioração da economia nesse ano.
Imagem: Divulgação / Reprodução

O mesmo ocorre com os dados semestrais da quantidade de dívidas: os seis primeiros meses do ano acumulam alta de 6,65%. Os destaques são o registro de dívidas mais recentes: aquelas com atraso de até 90 dias avançaram 19,30% e as pendências entre 91 a 180 dias cresceram 24,74%. Também é destaque no semestre a inadimplência na quantidade de dívidas do setor de Água e Luz, que registrou variação de 11,83%.


De acordo com o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, tal resultado se deve à maior dificuldade para o consumidor pagar as suas pendências em dia. “O aumento das contas de água e luz e a aceleração da inflação e do desemprego faz com que o planejamento financeiro seja prejudicado, já que há perda constante do poder de compra”, explica. “A tomada de crédito também foi reduzida e isso reflete na organização das famílias na hora de pagar as contas.”


O SPC Brasil e a CNDL estimam que, em junho de 2015, 56,5 milhões de consumidores estejam listados em cadastros de devedores inadimplentes. O resultado reflete a estabilidade do número de devedores, que registrou variação de  -0,03% em junho na comparação com maio. Assim, entre dezembro de 2014 e junho de 2015 houve um aumento líquido de dois milhões de novos adultos inadimplentes, e é importante ressaltar que, mesmo tendo permanecido estável no último mês, o número representa 39,8% da população entre 18 e 95 anos.
Na comparação mensal, inadimplência se mantém estável


Após fortes altas entre março e maio de 2015, o indicador mensal de inadimplência mostra estabilidade no dado de devedores e queda no dado de dívidas em junho, na comparação com maio. O número de devedores diminuiu 0,03%, muito próximo da estabilidade. No caso do número de dívidas em atraso, em junho houve uma queda na variação mensal de 0,86%.


“Ainda que o resultado mensal pareça positivo, quando analisadas as variações anuais e o balanço semestral, elas podem ser consideradas como uma acomodação e não uma mudança de tendência”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Em ambos os casos houve uma leve desaceleração em relação ao mês anterior, mas, ao observar o balanço semestral, a inadimplência ainda é preocupante.”


Na comparação anual, com junho de 2014, o número de devedores aumentou 4,52%, e o número de dívidas registradas cresceu 5,75%. “Os números revelam uma leve desaceleração dos indicadores anuais em relação a maio, quando o avanço foi de 6,70%, mas é bastante expressivo”, analisa Kawauti. Os destaques são o crescimento acima da média das pendências com atraso de até 90 dias, com uma alta de 8,47%; e também a alta de 15,76% das pendência com atrasos acima de 3 anos e abaixo de 5 anos.


Dívidas de Água e Luz aumentam 15,61%


De acordo com a economista do SPC Brasil, a situação da economia atinge cada vez mais a capacidade para quitar as pendências de contas básicas, como de água e luz. Prova disso é que ambos os setores lideram o avanço da inadimplência na comparação com junho do ano passado, com uma alta de 15,61%. Já na variação mensal, o número de dívidas em atraso de Água e Luz registrou aumento de 8,05% - bem acima da média de -0,86% de todos os setores.


O segundo maior crescimento na variação anual ficou por conta das pendências com Bancos (9,55%). Esse também é o setor credor que lidera a participação no total de dívidas em atraso, com 48,40% - quase metade do total.
Aumenta o número de inadimplentes mais velhos


Quando o SPC Brasil e a CNDL analisam o número de dívidas por faixa etária do devedor, observa-se uma queda expressiva de 8,75% na faixa etária de 18 a 24 anos e, em contrapartida, um crescimento de 9,07% na faixa de 85 a 94 anos, na comparação anual. “Essa é uma tendência observada há meses, de crescimento acima da média no número de dívidas entre consumidores em idade mais avançada e diminuição dos números entre consumidores mais jovens”, alerta Kawauti.


Essa diferença entre as faixas etárias também aparece no indicador de devedores: o indicador anual revela queda de 10,69% do número de devedores mais jovens (18 a 24 anos) e aumento acima da média, de 9,47% do número de devedores mais velhos (85 a 94 anos).


A maior parte das dívidas, porém, se mantém concentrada na faixa etária de 30 a 39 anos, representando 29,13% do total, seguida pela categoria de 40 a 49 anos, com 20,15%. “Uma das razões para essa grande participação é que nesta fase da vida os gastos como a compra de imóveis, carros e despesas com os filhos são bastante consideráveis. Esses gastos já não aparecem de forma tão intensa em faixas de idade mais jovens e mais velhas”, justifica a economista.

Com informações da Assessoria de Imprensa

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