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quinta-feira, 6 de outubro de 2016

CNDL comemora ampliação de benefícios do Supersimples

Imagem: Divulgação/Reprodução
Aprovado nesta terça-feira (04), na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei Crescer sem Medo aumenta o prazo para refinanciamento de dívidas, eleva teto de faturamento e cria progressão de alíquotas

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (4), sem alterações, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 25/2007- Crescer sem Medo, que altera os limites de faturamento para que micro e pequenas empresas possam aderir ao Supersimples.

Um dos principais pontos é ampliação do prazo de parcelamento de dívidas tributárias de 60 para 120 meses. As regras de parcelamento entram em vigor logo após a regulamentação pela Receita Federal.

Além do aumento do prazo de parcelamento dos débitos tributários, o Crescer sem Medo eleva, a partir de 2018, o teto anual de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) de R$ 60 mil para R$ 81 mil e cria uma faixa de transição de até R$ 4,8 milhões de faturamento anual para as empresas que ultrapassarem o teto de R$ 3,6 milhões. A redução de seis para cinco tabelas e de 20 para seis faixas, com a progressão de alíquota já praticada no Imposto de Renda de Pessoa Física, é outra alteração prevista para 2018. Assim, quando uma empresa exceder o limite de faturamento da sua faixa, a nova alíquota será aplicada somente no montante ultrapassado.

Outro importante aspecto da leira aprovada é a criação da Empresa Simples de Crédito (ESC), que poderá conceder empréstimos a negócios locais, ampliando as ofertas de financiamento para os empreendimentos de micro e pequeno porte.

Tira-dúvidas

Como fica o parcelamento de dívidas das MPEs com a aprovação do Crescer Sem Medo?

A aprovação do projeto e sanção pela presidência da república abre a possibilidade de as empresas renegociarem suas dívidas tributárias do Simples Nacional com a Receita Federal para pagamento em até 120 meses, com parcela mínima de R$ 300,00. O prazo hoje é de no máximo 60 meses. O prazo para aderir ao parcelamento especial começa a contar a partir de sua regulamentação pelo Conselho Gestor do Simples Nacional e é de 90 dias. Essa medida é importante porque pode impedir a exclusão de milhares de empresas optantes do regime.

O que mais muda com a aprovação do projeto?

A partir de 2018:
– Criação de faixa de transição – entre R$ 3,6 milhões e R$ 4,8 milhões de teto para faturamento anual para as empresas saírem do regime do Simples Nacional.
– Aumento do limite de faturamento anual para o MEI, passando de R$ 60 mil para R$ 81 mil.
– Eliminação do sobressalto na mudança de faixas dentro do Simples, pela redução do número de tabelas e de faixas do Simples Nacional e adoção da tributação progressiva.
– Criação da Empresa Simples de Crédito, que poderão ser operadas por qualquer cidadão que terá um CNPJ para emprestar seus recursos a pequenos negócios de seu município.

A partir de 2017:

– Regulamenta a figura do investidor-anjo, pessoas que financiam com recursos próprios empreendimentos em estágio inicial próprios. Também poderão ser constituídos fundos de investimentos com essa finalidade.

Quais as implicações desta mudança?
– Estimulam que as empresas possam crescer sem medo de terem aumentos abruptos de carga tributária, estimulam investimentos e a formalização integral das atividades das empresas. Com isto, contribuirão para a intensificação da atividade dos pequenos negócios, que aos milhões, impulsionarão a retomada do emprego, estimularão a confiança, promoverão o consumo das famílias, a dinamização da economia e a arrecadação de tributos.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Sistema CNDL em busca de maior fortalecimento para o setor do comércio‏

Imagem: Divulgação/Reprodução
O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, Honório Pinheiro, se reuniu, nesta terça-feira (10), com o senador Romero Jucá (PMDB – RR).  Na ocasião, foram discutidas iniciativas de fortalecimento para todo o setor do comércio. O senador Romero Jucá se colocou à disposição para construir pautas positivas voltadas para o desenvolvimento econômico do País e prioritárias para o Sistema CNDL.

Também participaram da reunião o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior; o presidente da CDL /DF, Álvaro Silveira Junior; o presidente da CDL Manaus, Ralph Assayag; superintendente da CNDL, Éverton Correia; e o advogado do SPC Brasil, André Pellizzaro.

Da Assessoria

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Brasileiros acreditam que a economia vai piorar nos próximos meses em relação a 2014, diz SPC Brasil

Foto: Crédito: Carlos Silva/CB/D.A Press
A maioria dos brasileiros está pessimista com os rumos da economia do Brasil e 56,1% acreditam na piora do cenário nos próximos meses em relação a 2014. É o que mostra o estudo "O Cenário Econômico na Visão dos Consumidores", elaborado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). Os dados mostram uma piora em relação às expectativas avaliadas em uma pesquisa de março: na época, 47,0% esperavam um cenário pior em 2015. No caso dos que esperam uma situação melhor, a porcentagem era de 27,0%, e recuou para 17,8%.

Entre os que acreditam em um agravamento da crise, a maioria (61,3%) argumenta que a sua própria condição financeira piorou em relação ao ano passado. As razões para esse fato são o endividamento (30,7%), a queda da renda (15,4%) e o desemprego (15,2%). De acordo com o estudo, apenas um em cada dez (11,2%) entrevistados está otimista e imagina que a situação vai melhorar.

Imagem: Divulgação/Reprodução
Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, é importante analisar a visão do consumidor para ter um termômetro de como a atividade econômica se encontra. "O consumidor começa a acreditar que a economia vai piorar, já que muitos percebem que o poder de compra está menor, seja em razão do desemprego e da alta da inflação, seja por que agora se encontram endividados", explica. "Assim, muitos decidem cortar gastos e isso acaba afetando diretamente o consumo e a economia."

Os dados do estudo também mostram que, para os consumidores, as consequências diretas do cenário econômico em crise são a restrição ao consumo, a percepção de alta dos juros e o difícil acesso ao crédito. 

47,7% deixarão de consumir produtos não essenciais

Como resultado de uma condição financeira pior, o consumo será diretamente impactado: 47,7% dos consumidores que acreditam em uma piora das condições econômicas do país no segundo semestre pretendem deixar de consumir coisas que não precisam tanto a fim de economizar, e 37,1% porque terá menos dinheiro. Outros 44,7% garantem que farão menos compras parceladas. De acordo com o estudo, três em cada dez consumidores (29,7%) pretendem trocar a marca de alguns produtos que compram por outras mais baratas.

Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a população está percebendo que deve priorizar o consumo do que é essencial no dia a dia. "É perceptível que as conquistas celebradas pelas medidas econômicas dos anos anteriores estão entrando em um retrocesso e gerando impacto no consumo dos brasileiros, sobretudo aquele voltado aos bens de menor importância", diz Kawauti.

Entre os hábitos de consumo a serem mudados, 61,3% pretendem diminuir a compra de produtos supérfluos, e o setor mais afetado será o de alimentação: 47,7% têm a intenção de cortar os gastos com refeições fora de casa, sobretudo os consumidores pertencentes às classes C, D e E (55,7%). As despesas com lazer também devem ser afetadas: 43,1% pretendem diminuir gastos com cinema e 33,7% com bares e restaurantes. Outros cortes incluem itens de supermercado de menor necessidade, como iogurtes, congelados, carne, leite e bebidas (35,4%).

Outra consequência de uma pior condição financeira dos brasileiros é a falta de liquidez, ou seja, menos dinheiro no bolso. "A população está cada vez mais com dificuldades para poupar", alerta Kawauti. Cerca de 40,4% dos entrevistados acreditam que ficará mais difícil economizar e fazer reservas financeiras, e apenas três em cada dez consumidores (35,2%) pretendem fazer aplicações periódicas, seja na poupança ou em outros investimentos,  nos próximos seis meses. 

60,5% dos consumidores consideram o acesso ao crédito mais difícil

"Essa situação também é reflexo do acesso ao crédito, que está sendo reduzido em um momento onde os indicadores econômicos tem mostrado desaceleração e até mesmo retração", explica a economista do SPC Brasil. Para 60,5% dos consumidores entrevistados, o acesso ao crédito está mais difícil - percentual bem acima dos 34,0% verificados na pesquisa de março. Outros 81,4% dos brasileiros têm a percepção de que os juros aumentaram nos empréstimos, cartão de crédito e cheque especial - também maior que os 57,0% identificados em março desse ano.

Como meio de driblar a crise, o estudo mostra que a atitude mais adotada pelos brasileiros é a de organizar as contas da casa (67,4%), pagar à vista a maioria das compras (31,8%) e evitar compras parceladas (29,9%). Para Kawauti, o consumidor está correto e deve dar atenção aos princípios da educação financeira e evitar cair nas tentações das compras por impulso. 

71,9% ainda pretendem comprar roupas e calçados

Embora o estudo aponte sinais de que a crise econômica cause alterações no comportamento do consumidor, outros dados sugerem que ainda é alta a intenção de compra em alguns setores. Considerando as intenções dos entrevistados para os próximos seis meses, observa-se que parte dos consumidores ainda possuem desejos de compra: 71,9% mencionam a intenção de adquirir vestuário e calçados e 38,1% mencionam a intenção de adquirir móveis, eletrodomésticos ou eletroeletrônicos, 40,8% afirmam pensar em comprar parcelado no cartão de crédito.

Segundo o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, esse dinheiro deveria ser utilizado para pagamentos de dívidas, reservas financeiras ou investimentos. "Ao mesmo tempo em que boa parte dos entrevistados compreende a necessidade de limitar os gastos devido a um cenário econômico desfavorável, muitos acabam cedendo, seja por necessidade, seja por dificuldades em fazer contas e conter o consumismo", explica Vignoli. 

Metodologia

Foram ouvidas 605 pessoas das 27 capitais brasileiras em julho e julho, com idade igual ou superior a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 4,0 pontos percentuais e a confiança é de 95%. Os dados foram pós-ponderados para ficarem representativos ao universo estudado.

Com informações da Assessoria de Imprensa

terça-feira, 14 de julho de 2015

Inadimplência aumenta 4,60% no primeiro semestre, mostra indicador SPC Brasil

A análise do balanço semestral de consumidores com contas atrasadas e registrados nos cadastros de inadimplência mostra que o número de devedores piorou em relação ao ano passado. Nos seis primeiros meses de 2015, o indicador apresentou um aumento de 4,60%. De acordo com os dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), é o pior resultado semestral dos últimos três anos e reflete a forte deterioração da economia nesse ano.
Imagem: Divulgação / Reprodução

O mesmo ocorre com os dados semestrais da quantidade de dívidas: os seis primeiros meses do ano acumulam alta de 6,65%. Os destaques são o registro de dívidas mais recentes: aquelas com atraso de até 90 dias avançaram 19,30% e as pendências entre 91 a 180 dias cresceram 24,74%. Também é destaque no semestre a inadimplência na quantidade de dívidas do setor de Água e Luz, que registrou variação de 11,83%.


De acordo com o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, tal resultado se deve à maior dificuldade para o consumidor pagar as suas pendências em dia. “O aumento das contas de água e luz e a aceleração da inflação e do desemprego faz com que o planejamento financeiro seja prejudicado, já que há perda constante do poder de compra”, explica. “A tomada de crédito também foi reduzida e isso reflete na organização das famílias na hora de pagar as contas.”


O SPC Brasil e a CNDL estimam que, em junho de 2015, 56,5 milhões de consumidores estejam listados em cadastros de devedores inadimplentes. O resultado reflete a estabilidade do número de devedores, que registrou variação de  -0,03% em junho na comparação com maio. Assim, entre dezembro de 2014 e junho de 2015 houve um aumento líquido de dois milhões de novos adultos inadimplentes, e é importante ressaltar que, mesmo tendo permanecido estável no último mês, o número representa 39,8% da população entre 18 e 95 anos.
Na comparação mensal, inadimplência se mantém estável


Após fortes altas entre março e maio de 2015, o indicador mensal de inadimplência mostra estabilidade no dado de devedores e queda no dado de dívidas em junho, na comparação com maio. O número de devedores diminuiu 0,03%, muito próximo da estabilidade. No caso do número de dívidas em atraso, em junho houve uma queda na variação mensal de 0,86%.


“Ainda que o resultado mensal pareça positivo, quando analisadas as variações anuais e o balanço semestral, elas podem ser consideradas como uma acomodação e não uma mudança de tendência”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Em ambos os casos houve uma leve desaceleração em relação ao mês anterior, mas, ao observar o balanço semestral, a inadimplência ainda é preocupante.”


Na comparação anual, com junho de 2014, o número de devedores aumentou 4,52%, e o número de dívidas registradas cresceu 5,75%. “Os números revelam uma leve desaceleração dos indicadores anuais em relação a maio, quando o avanço foi de 6,70%, mas é bastante expressivo”, analisa Kawauti. Os destaques são o crescimento acima da média das pendências com atraso de até 90 dias, com uma alta de 8,47%; e também a alta de 15,76% das pendência com atrasos acima de 3 anos e abaixo de 5 anos.


Dívidas de Água e Luz aumentam 15,61%


De acordo com a economista do SPC Brasil, a situação da economia atinge cada vez mais a capacidade para quitar as pendências de contas básicas, como de água e luz. Prova disso é que ambos os setores lideram o avanço da inadimplência na comparação com junho do ano passado, com uma alta de 15,61%. Já na variação mensal, o número de dívidas em atraso de Água e Luz registrou aumento de 8,05% - bem acima da média de -0,86% de todos os setores.


O segundo maior crescimento na variação anual ficou por conta das pendências com Bancos (9,55%). Esse também é o setor credor que lidera a participação no total de dívidas em atraso, com 48,40% - quase metade do total.
Aumenta o número de inadimplentes mais velhos


Quando o SPC Brasil e a CNDL analisam o número de dívidas por faixa etária do devedor, observa-se uma queda expressiva de 8,75% na faixa etária de 18 a 24 anos e, em contrapartida, um crescimento de 9,07% na faixa de 85 a 94 anos, na comparação anual. “Essa é uma tendência observada há meses, de crescimento acima da média no número de dívidas entre consumidores em idade mais avançada e diminuição dos números entre consumidores mais jovens”, alerta Kawauti.


Essa diferença entre as faixas etárias também aparece no indicador de devedores: o indicador anual revela queda de 10,69% do número de devedores mais jovens (18 a 24 anos) e aumento acima da média, de 9,47% do número de devedores mais velhos (85 a 94 anos).


A maior parte das dívidas, porém, se mantém concentrada na faixa etária de 30 a 39 anos, representando 29,13% do total, seguida pela categoria de 40 a 49 anos, com 20,15%. “Uma das razões para essa grande participação é que nesta fase da vida os gastos como a compra de imóveis, carros e despesas com os filhos são bastante consideráveis. Esses gastos já não aparecem de forma tão intensa em faixas de idade mais jovens e mais velhas”, justifica a economista.

Com informações da Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Vendas na Páscoa caem 4,93% e atingem o pior resultado dos últimos seis anos, de acordo com o SPC Brasil e CNDL

O volume de vendas a prazo na semana da Páscoa (entre 29 de março e 4 de abril) caiu 4,93% em relação ao mesmo período do ano passado (entre 13 e 19 de abril). Os dados são do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). Este é o pior resultado já registrado pela série histórica das entidades, contabilizada desde 2010.
Vendas na Páscoa caem 4,93% e atingem o pior resultado dos últimos seis anos, de acordo com o SPC Brasil e CNDL.
Foto: Ilustrativa - Cacau Show Surubim
Para os dirigentes da CNDL, o desempenho confirmou o que o comércio já esperava, devido ao baixo crescimento da atividade econômica brasileira. “O resultado nunca foi tão baixo. Já projetávamos o pior crescimento dos últimos anos por conta da forte piora nos indicadores econômicos”, disse o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Para o líder do movimento varejista, a páscoa representa a primeira grande festa do ano para o comércio e pode funcionar como uma prévia não só para o Dia das Mães, como para o desempenho da atividade comercial ao longo de 2015. “Este resultado espelha os indicadores de confiança do consumidor refletido das notícias negativas da atualidade, como as que retratam as incertezas políticas e denúncias de corrupção. Isso refreia o consumo, abala a demanda do comércio e mostra que 2015 será um ano de desafios para o varejo”, avalia Pinheiro.

Os economistas do SPC Brasil atribuem o resultado ao menor crescimento da massa salarial, à alta dos juros e, principalmente, à inflação elevada. “A elevação recente da inflação corrói o poder de compra do consumidor. Hoje o brasileiro não consegue comprar as mesmas coisas, com o valor gasto no mês passado, por exemplo. Isso impacta nas vendas. Como reflexo, vimos este ano um movimento atípico do varejo: antecipar as promoções pós Páscoa para os dias que antecederam a data. Isso mostra que a demanda não correspondeu à expectativa”, explica a economista chefe do SPC Brasil, Marcela Ponce Kawauti.

Com informações da Assessoria de Imprensa 

quinta-feira, 19 de março de 2015

CNDL realiza cerimônia de posse da nova diretoria, o Pernambucano Adjar Soares, assume Vice-Presidência da Confederação

Ontem (18) foi realizado a cerimônia de Posse da Diretoria da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas. O ex-presidente Roque Pellizzaro Junior transmitiu o cargo ao novo presidente da CNDL, Honório Pinheiro. Tomou posse também, as FCDLs de todo o Brasil. O presidente da Federação de Pernambuco, Adjar Soares, se mostrou muito grato pelas feitorias do antigo mandato da Confederação, liderado por Roque Pellizzaro Junior, e forte na luta com o cearense Honório Pinheiro, o qual está à frente da nova diretoria da CNDL. 
CNDL realiza cerimônia de posse da nova diretoria, o Pernambucano Adjar Soares, assume Vice-Presidência da Confederação.
Foto: FCDL-PE

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Empresários Surubinenses participaram da 54ª Convenção Nacional do Comércio Lojista no estado da Bahia

Empresários Surubinenses participaram da 54ª Convenção
Nacional  do Comércio Lojista no estado da Bahia.
Foto: Divulgação

A CDL Surubim formou uma comitiva com 14 pessoas dentre estes o presidente Carlos Eduardo e alguns diretores, Ana Maria, Ilário Pio, Lívio Aguiar, Eraldo Pio, Evalda Pio. Como também alguns empresários de Surubim, Daniela Pio, Bruno Sérgio, Roberta Aguiar, Ivonete Pio, Elayne Assunção, Jarlene Machado, Roberto Mateus e Luciana Tavares, o qual participaram da 54ª Convenção Nacional do Comércio Lojista que aconteceu entre 17 e 20 de setembro de 2014, na Costa do Sauípe, Bahia.

O evento contou com palestras de alto nível e momentos marcantes confirmando como o maior do segmento varejista no Brasil, grandes personalidades do país como o economista Maílson Da Nóbrega e o jornalista Arnaldo Jabor. Grandes nomes do mercado, conhecidos nacionalmente como o presidente da Máquina de Vendas, Luiz Carlos Batista, e o COO da Publicis, Hugo Rodrigues, entre outros destaques. O final do evento foi marcado por grande show da cantora Ivete Sangalo. 

Confira algumas imagens da 54ª Convenção Nacional do Comércio Lojista:

Empresários Surubinenses participaram da 54ª Convenção Nacional do 
Comércio Lojista no estado da Bahia. Foto: CDL Surubim
Empresários Surubinenses participaram da 54ª Convenção Nacional do
Comércio Lojista no estado da Bahia. Foto: CDL Surubim

Presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, ladeado
pelo Diretor Financeiro da CDL Surubim, Ilário Pio.Foto: CDL Surubim



Fonte: Assessoria de Comunicação da CDL Surubim

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Honório Pinheiro é eleito novo presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL)

O movimento varejista definiu, na tarde desta quinta-feira (02/10), o novo presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O cearense Francisco Honório Pinheiro Alves foi escolhido para substituir o catarinense Roque Pellizzaro Junior durante os próximos três anos.

Honório Pinheiro é eleito novo presidente da CNDL.
Foto: Facebook / Roque Pellizzaro Junio
Honório Pinheiro foi eleito por aclamação durante a Assembleia Geral Ordinária, realizada no Hotel Royal Tulip, em Brasília (DF). O mandato do novo presidente da CNDL começa no dia 1º de janeiro de 2015. Ainda não há data definida para a cerimônia de posse.

Para o novo líder do movimento lojista, presidir a confederação varejista com a maior capilaridade no Brasil é motivo de alegria e orgulho, mas também de muita responsabilidade. "Quero manter os varejistas unidos e continuar superando desafios. O principal deles é sem dúvida mobilizar as autoridades para que seja criada uma política específica para o comércio, que tem uma importância inquestionável no crescimento do emprego e na arrecadação de recursos", disse Pinheiro.

Perfil

Honório Pinheiro é empresário do ramo supermercadista, sendo diretor presidente do Pinheiro Supermercado - O Bom Vizinho. É graduado em Administração de Empresas, Direito e Psicologia pela Universidade de Fortaleza (Unifor), pós-graduado em Administração de Empresas pela Unifor e em marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) do Rio de Janeiro.
No movimento lojista, foi presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Fortaleza no período de 2005 a 2009, tendo em seu mandato fundado a Faculdade de Tecnologia CDL de Fortaleza e a Loja Conceito, que tem foco na educação e capacitação do comércio local. Atualmente é presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Ceará (FCDL/CE) e vice-presidente da CNDL. É ainda membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará e membro do Conselho Administrativo do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT). Ocupa também a 17ª cadeira na Academia Cearense de Administração.

Fonte: Ascom CNDL

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Dia dos Pais: CNDL e SPC Brasil projetam vendas menores em 2014

Varejo espera vendas tímidas e consumidor cauteloso. Segundo lojistas, juro alto encarece o crédito e inflação corrói o poder de compra

Os comerciantes brasileiros estão pouco otimistas quanto ao resultado das vendas do Dia dos Pais, comemorado no dia 11 de agosto, e aguardam um crescimento tímido de 1% sobre as vendas do ano passado.  Nos anos anteriores, as expansões foram de 3,78% (2013), 4,75% (2012); 6,86% (2011) e 10% (2010), de acordo com os registros do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). O resultado leva em conta as vendas parceladas realizadas na semana que antecede o Dia dos Pais, entre 3 e 10 de agosto.


Roque Pellizzaro Junior.
Presidente da CNDL.
Foto: Facebook
Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, a retração das vendas a prazo está sendo sentida pelos varejistas brasileiros, que no primeiro semestre de 2014, amargaram desacelerações em todas as datas comemorativas.



"Este ano a expectativa é de um crescimento de 1%. Apesar do incremento, estamos projetando um quarto do desempenho que tivemos no ano passado. Fatores como a alta dos juros, que encarece o crédito, e a inflação elevada, que corrói o salário do consumidor, são determinantes para deixar o brasileiro mais cauteloso", explica Roque Pellizzaro Junior.


Comemorado no segundo domingo do mês de agosto, o Dia dos Pais tradicionalmente movimenta os setores de vestuário, calçados, eletrônicos, bebidas e perfumaria.

Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL / SPC Brasil

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Vendas a prazo caíram 3,71% em junho, segundo CNDL/SPC

No acumulado do semestre ante igual período de 2013, as vendas a prazo acumulam queda de 1,45%



As vendas a prazo no varejo em junho caíram 3,71% ante maio, mostra o indicador apurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Na comparação com junho de 2013, a queda foi de 2,06%. No acumulado do semestre ante igual período de 2013, as vendas a prazo acumulam queda de 1,45%.

 Presidente da CNDL, Roque Pellizaro Junior.
Foto: Facebook/Reprodução.
O presidente da CNDL, Roque Pellizaro Junior, destacou em nota que o Dia dos Namorados - terceira melhor data do ano em faturamento para os comerciantes - coincidiu com a abertura da Copa do Mundo. Além disso, aponta, os feriados decretados em razão do evento afastaram os consumidores das lojas.
"O gasto do consumidor com bens de tíquete médio maior, geralmente parcelados, perdeu espaço para produtos temáticos da Copa e, em especial, para os alimentos e bebidas, que em geral são pagos a vista", observou Pellizaro, em nota distribuída à imprensa.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, apontou ainda o encarecimento do crédito, a baixa confiança dos consumidores e a inflação em patamar elevado como fatores que contribuíram para o resultado.

Fonte: AE

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