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sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Vendas do comércio crescem 5,2% de junho para julho, diz IBGE

Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

O volume de vendas do comércio varejista teve alta de 5,2% na passagem de junho para julho deste ano, segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgados nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa é a terceira alta consecutiva do indicador, que cresceu 8,5% em junho e 13,3% em maio, e o melhor resultado para o mês, desde o início da série histórica, em 2000.

Segundo o IBGE, depois das quedas de 2,4% em março e de 16,6% em abril, devido à pandemia de covid-19, os três resultados positivos (maio, junho e julho) conseguiram recuperar as perdas com o isolamento social provocado pela doença.

O volume de vendas também teve altas de 8,7% na média móvel trimestral, de 5,5% na comparação com julho de 2019 e de 0,2% no acumulado de 12 meses. No acumulado do ano, no entanto, ainda apresenta queda (-1,8%).

Em julho, houve alta no volume de vendas em sete das oito atividades pesquisadas: livros, jornais, revistas e papelaria (26,1%), tecidos, vestuário e calçados (25,2%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (11,4%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,1%), combustíveis e lubrificantes (6,2%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (5,0%) e móveis e eletrodomésticos (4,5%).

O setor de supermercados, alimentos, bebidas e fumo manteve-se estável em relação ao mês anterior.

O varejo ampliado, que inclui também os segmentos de materiais de construção e de veículos e peças, cresceu, 7,2% na passagem de junho para julho. O setor de veículos, motos, partes e peças teve alta de 13,2%, enquanto material de construção avançou 6,7%.

“Como o indicador despencou de fevereiro até abril, a base ficou muito baixa e essa recuperação vem trazendo todos os indicadores para os níveis pré-pandemia. Alguns setores estão bem acima dos níveis de fevereiro, como móveis e eletrodomésticos (16,9% acima), hiper e supermercados (8,9%) e artigos farmacêuticos (7,3%), além dos materiais de construção (13,9%), no varejo ampliado”, afirma o gerente da pesquisa, Cristiano Santos.

O varejo ampliado também teve crescimentos de 11,2% na média móvel trimestral e de 1,6% na comparação com julho de 2019. Nos acumulados do ano e dos últimos 12 meses, no entanto, houve perdas de 6,2% e 1,9%, respectivamente.

A receita nominal do varejo teve altas de 5,7% na comparação com junho deste ano, de 8,6% na média móvel trimestral, de 8,8% em relação a julho do ano passado, de 1,4% no acumulado do ano e de 3% no acumulado de 12 meses.

Já a receita do varejo ampliado teve altas de 8,4% na comparação com junho deste ano, de 11,3% na média móvel trimestral, de 4,9% na comparação com julho de 2019 e de 0,7% no acumulado de 12 meses. No acumulado do ano, houve queda de 3,1%.

Da Agência Brasil

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

Semana Brasil é oportunidade para o varejo retomar as vendas

Criada para aliar o espírito patriótico da semana de 7 de setembro com incentivos e descontos para pequenos, médios e grandes comerciantes, a Semana Brasil de 2020 será realizada entre os dias 3 e 13 de setembro. Gigantes do comércio de diferentes setores, como alimentação, eletrônicos e eletrodomésticos, computadores, móveis, produtos de higiene e limpeza, cosméticos, nutrição e material esportivo já aderiram à campanha que busca o aumento das vendas e a movimentação da economia.

O mote da campanha 2020 é “Todos juntos, com segurança, pela retomada e o emprego”. Iniciativa da Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) do Ministério das Comunicações, a Semana Brasil é coordenada pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) e possui três pilares: colaboração, otimismo e oportunidade.

“A Semana em 2020 vai se tornar o ponto de partida de um novo tempo para o comércio, tempo de normalização da relação econômica entre pessoas e empresas” disse o secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Fabio Wajngarten.

Neste ano, será dedicada atenção especial ao pequeno e médio comerciante, de acordo com secretário-executivo. “Vamos trazer o pequeno e o médio comerciante, o lojista de bairro”, explicou. Esses comerciantes já podem acessar todo o kit visual de promoção da Semana Brasil. “A condição fundamental é de fato proporcionar benefícios reais aos consumidores”, ressaltou.

No site www.participesemanabrasil.com.br estão disponibilizadas mais de 12 opções de campanhas, com as artes oficias do projeto para download, além de vinhetas, opção de personalização com a marca da empresa interessada e temas promocionais.

O presidente da CNDL, José César da Costa, destaca a importância do comprometimento do Sistema com a execução do projeto. “O Sistema CNDL, presente em todos os estados por meio das mais de 2 mil entidades e mais de um milhão de pontos de vendas, estará de corpo e alma na Semana Brasil para que possamos estimular o consumo e as vendas de forma consciente e segura”, diz.

Segundo Fabio Wajngarten, a orientação é que sejam seguidos todos os protocolos de saúde e segurança devido à pandemia do coronavírus. “Quisemos fazer dez dias de Semana Brasil até para que não houvesse concentração populacional nas lojas e nos shoppings, cumprindo todo o protocolo de segurança por conta da Covid-19”, disse. 

Semana Brasil

Em 2019, a Semana Brasil foi realizada entre os dias 6 e 15 de setembro e contou com a participação de mais de 14 mil empresas. Setores como o varejista, imobiliário e de publicidade ofereceram descontos, promoções e benefícios reais aos consumidores.

Segundo a Ebit/Nielsen, as vendas online cresceram 41% durante nos dias da campanha em comparação ao mesmo período de 2018. As vendas no varejo registraram crescimento nominal de 11,3% no mesmo período, segundo levantamento da Cielo. Para esse ano, a expectativa do governo é de que o evento traga resultados ainda melhores para a economia.  “A expectativa do setor de serviços, comércio e varejo, higiene e beleza, restaurantes, entretenimento, é excelente. Está todo mundo muito animado”, disse Wajngarten.

Os segmentos que mais se destacaram em 2019 e puxaram o crescimento das vendas foram os de cosméticos (+19,8%), móveis, eletroportáteis e lojas de departamento (+12,6%), turismo e transporte (+6,6%), vestuário e artigos esportivos (+6,1%) e supermercados e hipermercados (+4,5%).

Da CNDL

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Black Friday: 86% dos empresários esperam vendas maiores ou iguais às de 2018

Arquivo/Agência Brasil
Quase nove em cada dez empresários (86%) esperam que as vendas da Black Friday de 2019 sejam iguais ou maiores do que as do ano passado, aponta pesquisa da Boa Vista. Ao todo, 39% esperam que o faturamento com a data seja superior ao de 2018, enquanto 53% estimam que a receita seja igual e 8%, que seja menor.

O otimismo é maior entre os empresários da Indústria e dos Serviços. Em ambos os setores, a expectativa de 57% é de aumento no volume de vendas, enquanto 28% e 31%, respectivamente, projetam resultado igual ao de 2018. No Comércio, por outro lado 44% dos empresários esperam crescimento nas vendas, enquanto 39% enxergam um volume igual ao do ano anterior.

Com relação ao faturamento, o mais otimista é o setor de Serviços, com 44% dos empresários esperando aumento na comparação com 2018. No Comércio e na Indústria, 39% esperam crescimento.

O principal recurso das empresas para aumentar as vendas deve ser a concessão de descontos, mencionada por 55% dos empresários. Outros 30% vão facilitar o pagamento, oferecendo a opção de parcelamento, e 15% pretendem realizar promoções nos moldes do "leve dois e pague um."

Segundo o levantamento, 25% dos empresários pretendem fazer estoque extra de produtos para a Black Friday e 13% vão contratar mais mão de obra para a data.

A pesquisa da Boa Vista ouviu 800 empresários de micro, pequenas médias e grandes empresas da Indústria, Comércio e Serviços entre setembro e outubro. A margem de erro é de 4 pontos porcentuais para cima e para baixo. O grau de confiança da pesquisa é de 95%.

Da Agência Brasil

Saiba como evitar 'fraudes' na Black Friday

Black Friday, lojasFoto: Julya Camimnha
A iniciativa, marcada para 29 de novembro, já virou uma das principais em resultado de vendas para o comércio de rua e on-line, mas os problemas registrados nos últimos anos exigem muita atenção dos consumidores

Uma das datas comerciais mais esperadas pelos consumidores está chegando, mas é preciso estar atento para aproveitar de verdade. A Black Friday, que este ano está marcada para o dia 29 de novembro, movimenta as vendas do e-commerce e das lojas físicas com promoções e descontos em diversos segmentos. Porém, muitos já se aproveitaram em edições anteriores para tirar vantagens dos consumidores com falsas ofertas. Afinal, como se proteger desse tipo de situação e evitar que sua Black Friday se torne uma “Black Fraude”?

Na edição do ano passado, mais de cinco mil reclamações dos consumidores chegaram ao Procon. Grande parte das queixas estava relacionada com propagandas enganosas (34,23%), de acordo com o levantamento da Fundação Procon. Pedido de cancelamento da compra pela empresa logo após o cliente finalizar o pedido (19,46%) e mudança do preço final na hora de concluir a compra (18,12%) foram outras notificações registradas pelo órgão.

Por isso, o Procon Pernambuco preparou algumas dicas para os consumidores que pretendem fazer compras na Black Friday 2019. Fiscais do órgão estão realizando pesquisas em lojas físicas e virtuais e no dia 29 novas pesquisas serão realizadas para averiguar se os produtos pesquisados que estavam na promoção baixaram de preço realmente.

“Recomendamos sempre fazer pesquisas nas lojas e nos sites para saber se o desconto aplicado no produto que se pretende adquirir é real. O ideal é pesquisar dias antes do Black Friday para comparar a variação dos preços”, explica o gerente de atendimento, Pedro Cavalcanti.

Além disso, entre os outros cuidados que a pessoa deve ter inclui fazer a compra em sites seguros e confiáveis; buscar informações sobre a reputação da loja que pretende comprar; ter cuidado com e-mails e sites fraudulentos. Nesse caso, o recomendado é entrar diretamente no site da loja e não por meio de links duvidosos enviados por e-mail; procurar no site informações básicas sobre o fornecedor, como nome da empresa, CNPJ/CPF, endereços físicos e eletrônicos, telefone e demais informações que possibilitem seu contato e localização; guardar todos os registros de sua compra, como e-mails de confirmação, códigos de localização e de realização da compra; verificar se o site da empresa possui conexões seguras para proteção de seus dados.

É importante identificar no início do endereço eletrônico a presença do “HTTPS” e de um cadeado ativado no canto esquerdo da barra de endereço do seu navegador; e verificar a presença de certificados de segurança de pagamentos nas transações bancárias realizadas com a empresa, não fornecendo seus dados bancários a sites que não possuam certificados de segurança.

O Procon-PE alerta ainda que o consumidor não deve se deixar levar por impulso nas compras, adquirindo aquilo que realmente necessita para evitar o endividamento.

Empolgações à parte, o consumidor deve ficar atento antes de fazer suas comprar, segundo Matheus Jacyntho, gerente de segurança cibernética e privacidade de dados na ICTS Protiviti. “Ao passo que surge cada vez mais compradores na web, cresce a atuação de fraudadores e criminosos virtuais com o objetivo de roubar informações pessoais”, alerta ele (veja dicas no infográfico abaixo).

Segurança
A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (câmara-e.net) criou em 2013 um Código de Ética para o “Black Friday Legal”, juntamente com um selo de identificação das empresas participantes, com o objetivo de estabelecer normas de conduta e boas práticas nas promoções. A relação das empresas participantes está no site www.blackfriday.com.br

O Código de Defesa do Consumidor também protege o cidadão que faz compras pela internet. Caso tenha algum problema como atraso, não entrega do produto ou propaganda enganosa, o consumidor poderá reclamar em uma das unidades do Procon em Pernambuco. Para mais informações ligue para o 0800-282.1512.

Da Folha de PE

domingo, 6 de outubro de 2019

Dia das Crianças deve aquecer vendas no varejo

ConsumidoresFoto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco
Estimativa da CNDL/SPC Brasil diz que data deve gerar R$ 10,3 bilhões em faturamento

A uma semana do Dia das Crianças, o comércio brasileiro está na expectativa de que a data, uma das mais importantes do calendário do varejo neste segundo semestre do ano, traga a retomada de consumo que o setor tanto precisa. Para confirmar a estimativa otimista, pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), feita em todas as capitais, aponta que 73% dos consumidores devem ir às compras em busca do presente perfeito para os pequenos. De acordo com o recorte, a data deve movimentar cerca de R$10,3 bilhões no varejo, com ticket médio de R$199.

Na análise do economista da Fecomércio - PE, Rafael Ramos, tendo como base as contratações de agosto, que mostraram uma elevação significante no último Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), o Dia das Crianças deve ser de vendas positivas no Estado. “As contratações devem aumentar nos resultados de setembro, o que aumenta confiança e poder de compra de parte da população. Além disso, tem a questão de parte da população já está recebendo as liberações do FGTS e aqueles que não receberam, já sabem o calendário de recebimento podendo ajustar o consumo mais acentuado para a proximidade do pagamento”, revela o economista.

No comércio recifense, o cenário de otimismo já toma conta das principais lojas do segmento. Porém, segundo a maioria dos lojistas, o movimento mais expressivo deve ocorrer no meio desta semana. “Na quarta vai ter mais um pagamento do Saque Imediato do FGTS e isso na semana do Dia das Crianças vai dá o empurrão necessário para que os clientes venham comprar o presente da criançada”, acredita a gerente da loja do segmento infantil, Elizabeth Lima. Continue lendo, clique AQUI!


sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Varejo e setor de serviços podem puxar a melhora na produção industrial

Foto: Getty Images
Dados divulgados nesta quinta-feira (12) mostram melhora na atividade econômica, no mês de julho, no setor de serviço, com expansão de 0,8% com relação a junho, segundo o IBGE; e na demanda por produtos de bens industriais, que registrou aumento de 2,6% entre junho e julho, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Esta semana, o IBGE também divulgou que, em julho, as vendas do varejo aumentaram 1% na comparação com junho.  No entanto, ainda não é possível contar com um segundo semestre mais dinâmico, embora especialistas vejam sinais de consistência, principalmente com relação a serviços e a comércio.

Economistas de instituições financeiras, consultados pelo Banco Central, e divulgados no último boletim Focus, esta semana, reduziram as previsões para inflação, de 3,59% para 3,54%, mas mantiveram a projeção para o resultado do PIB, em 0,87%, para este ano. O próprio secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, na terça-feira, disse que agosto ainda terá resultados tímidos, por encerrar “um ciclo extremamente difícil”  da economia, embora o governo conte com resultados melhores a partir de setembro.

De acordo com os números do IBGE, o crescimento de 0,8% em serviços entre junho e julho é o maior desde dezembro, mas ainda está 11,8% abaixo do resultado alcançado em maio de 2014 e 1,2% menor do que em dezembro do ano passado. Os serviços também aumentaram em comparação com o mês de julho de 2018 (1,8%), com crescimento em quatro das cinco atividades que compõem o quadro da pesquisa e em 54,8% dos 166 serviços.

“Foi a primeira alta significativa do setor de serviços. Precisamos observar os próximos meses, porém, a expectativa é boa com a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)”, disse o coordenador da Sondagem de Comércio da Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas  (Ibre FGV), Rodolpho Tobler. Com relação ao comércio, ele acredita que o resultado de julho é um sinal de recuperação do setor, que será ainda mais beneficiado pelo impacto da liberação do FGTS até o fim do ano. Para ele, porém, uma retomada mais consistente só será possível com a melhora no nível de emprego. Continue lendo, clique AQUI!

sábado, 18 de maio de 2019

Alta temporada no Moda Center Santa Cruz começa neste domingo (19)

Previsão é de aumento de público nas feiras que acontecem antes do
 Dia dos Namorados e do São João.
Foto: Divulgação/Reprodução
O Moda Center Santa Cruz já está se preparando para a primeira etapa de alta temporada no ano, que começa no dia 19 de maio e segue até 23 de junho. Para isso, além de passar a realizar suas feiras aos domingos e segundas, das 6h às 18h, ao invés das segundas e terças-feiras, também investe em decoração característica das festas juninas e em música ao vivo para receber os clientes que buscam reabastecer seus estoques para o Dia dos Namorados e o São João.

A alta temporada também coincide com os lançamentos de novidades das coleções de inverno das marcas locais. Segundo José Gomes Filho, síndico do Moda Center, a expectativa é positiva com relação ao ano passado. “As mudanças que esperávamos que acontecessem na economia ainda não se concretizaram. Mesmo assim, estimamos que o crescimento de público nesta primeira alta temporada de 2019 seja semelhante ao do ano passado, quando crescemos 8% em relação ao número de clientes que recebemos nos meses de maio e junho de 2017”, comentou. A expectativa é receber cerca de 50 mil compradores por feira.

Quem comparecer ao Moda Center vai poder fazer suas compras já no clima junino. Os principais corredores receberão adereços como bandeiras, balões, milhos e imagens que remetem ao São João. Laranja, amarelo e vermelho serão as cores predominantes na decoração, que vai usar chita, fitas, tisal e flores como principais materiais. Para os clientes tirarem fotos, será montado um cenário de uma festa de São João no interior, com direito à barraca do beijo e de comidas típicas. Durante as feiras também estão programadas apresentações itinerantes da Quadrilha da Sulanca acompanhada de Coroné do Pife & Banda.

Ainda segundo o síndico, muitas vendas no atacado já vêm sendo feitas com auxílio das redes sociais, modificando um pouco o perfil da movimentação no parque das feiras. “Alguns clientes passaram a vir menos. Encomendam os produtos via aplicativo e os lojistas se preocupam apenas com o envio para várias regiões do país”, explicou.

Mais informações pelo telefone (81) 3759.1000 e nos perfis do parque de feiras nas redes sociais @modacentersantacruz .

Da Assessoria

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Vendas do comércio crescem 0,3% de fevereiro para março, diz IBGE

Foto: Arquivo/Elza Fiúza/Agência Brasil
O volume de vendas do comércio varejista brasileiro cresceu 0,3% na passagem de fevereiro para março deste ano, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta veio depois da estabilidade de janeiro para fevereiro.

O comércio recuou 4,5% na comparação com março do ano passado, mas teve alta nos outros tipos de comparação: 0,3% na média móvel trimestral, 0,3% no acumulado do ano e 1,3% no acumulado de 12 meses.

A alta de fevereiro para março foi sustentada apenas por três setores: artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,4%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,7%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,9%).

Por outro lado, houve quedas nos setores de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,4%), combustíveis e lubrificantes (0,8%), móveis e eletrodomésticos (0,1%), tecidos, vestuário e calçados (2,5%) e livros, jornais, revistas e papelaria (4,1%).

O comércio varejista ampliado, que inclui veículos e materiais de construção, teve alta de 1,1% na passagem de fevereiro para março, com os crescimentos de 4,5% do segmento de veículos, motos, partes e peças e de 2,1% dos materiais de construção. Na comparação com março de 2018, a queda foi de 3,4%. No acumulado do ano, houve alta de 2,3% e no acumulado de 12 meses, avanço de 3,9%.

A receita nominal do varejo cresceu 0,8% na comparação com fevereiro, 0,2% na comparação com março de 2018, 4% no acumulado do ano e 4,7% no acumulado de 12 meses. A  receita do varejo ampliado cresceu 1,6% na comparação com fevereiro, 0,3% na comparação com março do ano passado, 5,3% no acumulado do ano e 6,6% no acumulado de 12 meses.

Da Agência Brasil

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Bom Jardim-PE | Kasa Chic Style sorteia vale compras de 02 mil em peças Charry

Imagem: Divulgação/Reprodução 

A loja Kasa Chic Style, localizada no município de Bom Jardim, Agreste Setentrional de Pernambuco acaba de divulgar um mega sorteio: Vale compras de R$2000,00 em peças CHARRY. A data do sorteio será no dia 22 de junho do corrente ano. Abaixo segue os endereços da loja nas redes sociais, acompanhe. Confira a nota:


"São João chegando. Que tal renovar o guarda-roupa inteiro? Isso mesmo! A @kasachicstyle está presenteando seus clientes com um MEGA SORTEIO: Um vale compras de R$2.000 reais em peças Charry. Vem garantir sua peça e ainda concorrer à esse mega prêmio."

O endereço é na Rua Manoel Augusto, 186, 1º andar, Centro.  Envia encomenda para todo o Brasil / Entrega grátis para João Pessoa (PB). Saiba mais sobre a Kasa Chic Style, (81) 3638.1243, clique no link: www.facebook.com/kasachicstyle  / @kasachicstyle

Da Redação (Negócios & Informes)

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Semana de peça única | Débora Modas oferece super descontos; peças a partir de R$10,00

A novidade na Débora Modas Roupas e Acessórios é a "Semana de peça única." Produtos de qualidade adquiridos a preços irresistíveis. Peças de R$10,00 até R$50,00. A promoção segue até próximo dia 08/10/208. Você pode acompanhar pelo Instagram da loja, clique e confira: www.instagram.com/debora_modas ou diretamente no estabelecimento comercial, o endereço é na Rua Estácio Coimbra, 76, Centro, Surubim. Fone: (81)  9.9877-8381.
Imagem: Divulgação/Reprodução
Da Redação (Negócios & Informes)


segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Intenção de consumo das famílias tem alta em setembro

Foto: Valter Campanato/Arquivo Agência Brasil
A intenção de consumo das famílias cresceu em setembro, segundo indicador da Federação do Comércio de São Paulo (Fecomercio-SP) divulgado nesta segunda-feira (1º). O índice mensal subiu 1,1% em relação a agosto, passando de 86,5 pontos para 87,5 pontos. Em comparação com setembro de 2017, quanto o indicador marcava 79 pontos, a alta ficou em 10,8%.

O índice da intenção de consumo é medido mensalmente, desde 2010, em uma escala de zero a 200 pontos, a partir de uma base de 2,2 mil consumidores do município de São Paulo. Resultados abaixo de 100 pontos indicam uma insatisfação dos consumidores com o cenário.

Os consumidores demonstraram satisfação nos itens relacionados ao trabalho. O índice relativo ao emprego atual marcou 110,2 pontos e as perspectivas profissionais ficaram em 11,8 pontos. Em relação a setembro do ano passado, ambos registraram alta de 8%.

As famílias ainda estão, segundo o estudo, indispostas para gastar no momento atual. Mais da metade (55%) dizem que estão comprando menos do que há um ano. O item relativo a consumo atual está em 60,3 pontos, enquanto o que mede a disposição para adquirir bens duráveis (geladeira, TV, fogão) está em 60,7 pontos. É maior ainda o percentual (66,5%) que avalia que é um mau momento para comprar esse tipo de produto.

Crédito difícil
O acesso ao crédito registrou queda na percepção, passando de 87,7 pontos em agosto, para 85,6 pontos. Mesmo assim, o patamar é 11% melhor do que os 77,1 pontos registrados em setembro de 2017. O estudo mostrou que 43% das famílias paulistanas encontram dificuldades para financiamento de compras. Para a Fecomercio, isso é um reflexo do aumento do endividamento e da inadimplência, que fez com que os bancos restringissem o acesso ao crédito.

De modo geral, a Fecomercio avalia que a satisfação dos consumidores ainda está em processo de recuperação depois da greve dos caminhoneiros, em maio.

Metodologia
O índice é apurado mensalmente com dados de 2,2 mil consumidores no município de São Paulo. Ele é composto por sete itens: emprego atual; perspectiva profissional; renda atual; acesso ao crédito; nível de consumo atual; perspectiva de consumo; e momento para duráveis.

Da Agência Brasil

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Economia piora para 72% dos varejistas, diz CNC

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) recuou 2,5% de julho para agosto, na série dessazonalizada, fechando o mês em 103,7 pontos. Os dados foram divulgados nesta terça (28), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Ela atribui a queda “às frustrações decorrentes do fraco desempenho da economia, que fizeram com que 72% dos empresários do varejo observassem deterioração significativa do cenário econômico brasileiro nos últimos meses”.

O levantamento mostra que o subíndice que analisa a avaliação das condições da economia encolheu 6,1% na passagem de julho para agosto e, pela primeira vez em mais de dois anos, retrocedeu no comparativo anual, ao cair 2,6% em relação a agosto do ano passado.

Já a expectativa em relação ao desempenho econômico do país, ao fechar agosto em 133,7 pontos, atingiu seu menor patamar dos últimos 12 meses. “A elevada incerteza do cenário político a menos de um mês e meio do primeiro turno das eleições nos leva a projetar um crescimento menor das vendas no segundo semestre”, justificou o chefe da Divisão Econômica da CNC, Fabio Bentes.

Para ele, “a desvalorização do real, o ritmo fraco do mercado de trabalho, as pressões de custos e o cenário externo mais desfavorável têm levado a economia e o comércio ao mais fraco ritmo de crescimento dos últimos meses”, enfatizou.

Geração de 34 mil postos de trabalho no varejo

Este cenário menos favorável ao consumo e as expectativas menos positivas para o setor levaram o subíndice relativo aos investimentos a acusar a mesma tendência dos demais indicadores do Índice de Confiança do Empresário do Comércio, recuando 0,9% de agosto para julho.

Apesar deste cenário negativo, dentre os componentes relativos aos investimentos, a contratação de funcionários aponta o futuro de forma mais positiva: acima dos 100 pontos, uma vez que mais da metade dos empresários do setor (56,9%) ainda pretende aumentar o quadro de funcionários nos próximos meses.

Com isso, a expectativa da CNC quanto à geração de postos de trabalho no varejo ainda se mantém positiva (+34 mil postos de trabalho em 2018), mesmo ante o menor otimismo diante das previsões traçadas no início do ano.

No ano passado, o comércio varejista já havia registrado seu primeiro saldo positivo de vagas formais, ao fechar o ano com a criação de 30,2 mil postos de trabalho, após acumular corte de 351 empregos formais durante a recessão.

Da Folha de PE

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Rodada de Negócios da Moda Pernambucana apresenta nova ala de fomento à cadeia produtiva da moda

Imagem: Divulgação/Reprodução
26ª edição do evento contará com espaço destinado aos fornecedores de produtos têxteis com entrada independente para acesso do público espontâneo e de compradores do setor

A Rodada de Negócios da Moda Pernambucana (RNMP) não para de inovar a cada edição. O próximo evento, que acontece de um a três de agosto, no Polo Caruaru, contará com um espaço destinado aos fornecedores de produtos têxteis, o InoveTex. Essa é mais uma estratégia de desenvolvimento do Arranjo Produtivo Local (APL) proporcionada pela RNMP. Empresas dos segmentos de fios, tecidos, aviamentos, tecnologia e soluções financeiras participam da nova ala.

Somando-se à Alameda da Moda e ao Pernambuco que Cresce, o InoveTex faz a Rodada de Negócios da Moda Pernambucana contemplar toda a cadeia produtiva da moda, desde a criação das peças, passando pelos insumos da indústria, até a comercialização em atacado que abastece as lojas varejistas do Brasil inteiro. Devido ao reconhecimento que a RNMP alcançou nacionalmente, em 13 anos de realização, os fabricantes têxteis identificaram no evento uma oportunidade de expandir seus negócios e alcançar novos mercados.

O InoveTex irá impulsionar o mercado de produtos têxteis na região, gerando parcerias e negócios para os segmentos têxteis, através do fluxo de compradores e do público espontâneo que são atraídos para Caruaru pela Rodada de Negócios. A nova ala proporciona aos fornecedores a aproximação com seu público-alvo, que são as empresas da indústria têxtil, participando de um evento segmentado e de credibilidade. Para as empresas que buscam fornecedores para suas produções, a novidade se configura como uma excelente opção para conhecer as novidades do universo têxtil.

“A Associação Comercial e Empresarial de Caruaru (Acic) possibilita aos empresários do setor de confecção o contato com parceiros comerciais, promovendo acesso à tecnologia, financiamento e serviços”, destaca o coordenador do evento, Wamberto Barbosa, sobre como a ampliação da RNMP favorece a economia do Estado como um todo.  A integração entre Pernambuco e Paraíba, através dos setores têxtil e calçadista, respectivamente, é outro ponto de destaque. A ideia é transformar os dois estados nos principais fornecedores desses produtos através da Rodada de Negócios.

Mas, as inovações não param por aí. O “Pernambuco que Cresce”, espaço voltado para microempresas, terá nesta edição 16 representantes dos segmentos de moda masculina, feminina, jeans e infantil. A Alameda dos Profissionais também sofrerá mudanças e passa a se chamar Alameda da Moda. Promovido pelo Senac, o ambiente é aberto ao público em geral, proporcionando uma imersão na moda da região com uma programação que contempla processos criativos e soluções tecnológicas para o mercado. A cultura local estará presente com apresentações culturais trazidas pela parceria com a Prefeitura de Caruaru. Além disso, a empresa Sport Company comemora seus 15 anos com um desfile de lançamento da coleção Move.

A 26ª RNMP conta com 500 compradores confirmados de todas as regiões do País e 159 estandes de empresas expositoras, incluindo a ala InoveTex. A Acic realiza a 26ª RNMP, edição primavera/verão, com a correalizaçãodo Sebrae. Marcas de Pernambuco, Minas Gerais, Paraíba, Goiás, Ceará e do Rio Grande do Norte estarão no evento que já gerou mais de R$ 329 milhões em negócios. A RNMP conta ainda com o apoio do Governo do Estado, através da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD-DIPER), do Núcleo Gestor da Cadeia Têxtil e de Confecções de Pernambuco (NTCPE), do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), daAssociação Comercial e Industrial de Toritama (Acit), da Associação Empresarial de Santa Cruz do Capibaribe (Ascap) e do Sindicado das Indústrias do Vestuário do Estado de Pernambuco (Sindivest/PE).

Da Assessoria

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Convite | Inauguração da Débora Modas Roupas e Acessórios acontece neste sábado (26), em Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução
Acontece na manhã deste sábado (26), a partir das 08h30, a inauguração da loja Débora Modas Roupas e Acessórios, em Surubim. A loja traz novidades e tendências do mercado.

Na oportunidade, acontece o sorteio de um look e acessório que está rolando nas redes sociais da loja, saiba como participar: Acesso o perfil no Instagram (clique AQUI)

1º: Curtir a foto da promoção (Clique AQUI)
2º: Marcar 03 amigos 

3: Seguir o perfil: @debora_modasra33 

Seguindo as regras você estará participando do sorteio. Vale lembrar que quanto mais comentários, maiores são as chances de você ganhar. OBS: não será permitido marcações de celebridades, perfis de blogs ou perfis falsos. Caso aconteça, o participante será desclassificado.

O endereço é na Rua Estácio Coimbra, 76, Centro, Surubim. Fone: (81) 9 9878.2787.

Da Redação (Negócios & Informes)


terça-feira, 15 de maio de 2018

Roupas e calçados lideram compras por impulso, diz pesquisa do SPC Brasil

Foto: Arquivo / Blog Negócios e Informes
Roupas, calçados e acessórios são os objetos do desejo dos consumistas por impulso. Pesquisa nas capitais do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) revela que seis em cada dez consumidores aproveitam as facilidades do crédito para fazer compras não planejadas. Os três tipos de produtos lideram as compras, com 19% de preferência.

As compras em supermercados representam 17%, perfumes e cosméticos, 14%, e bares e restaurantes, 13%. A compra de peças de vestuário e acessórios são feitas na maior parte pela parcela feminina de entrevistados (23%), sendo a compra de produtos eletrônicos o destaque entre os homens (13%).

“A regra de bolso diz que o consumidor não deve comprometer mais do que 30% da própria renda com prestações. Dependendo da realidade financeira, essa porcentagem pode ser ainda menor em certos casos. Consumidores menos atentos podem ser iludidos pelos valores baixos das parcelas e pelos prazos a perder de vista. A falsa sensação de comprar sem pagar nada, que o crédito proporciona, tende a levar consumidores desinformados ao superendividamento e à inadimplência”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Compras pela internet

Para 33% dos entrevistados, as lojas online são o canal de venda que mais estimula a compra por cartão de crédito, sendo que 15% preferem o maior número de prestações possíveis na hora de acertar a compra. Eles também sentem facilidade ao dividir o pagamento em várias vezes em lojas de departamento (23%), supermercados (13%) e shopping centers (12%).

O cartão de crédito aparece como pagamento favorito na hora de parcelar, com 66% citações. O crediário vem em segundo lugar, mas com apenas 13% de menções. O financiamento aparece logo depois com somente 4% de preferência. O cheque pré-datado foi citado por 1% dos entrevistados.

A pesquisa também mostrou que mais da metade (53%) dos consumidores enfrentaram alguma situação em que o comerciante impôs dificuldades em aceitar certa modalidade de pagamento. Os meios que mais sofreram rejeição foram o crediário (33%) e o cheque pré-datado (29%).

Quando perguntados sobre como preferem fazer a maior parte dos pagamentos, um em cada dez (9%) consumidores disse que sempre prefere parcelar, independentemente das condições. Há ainda 14% que optam pelo parcelamento se as parcelas não pesarem no bolso. Outros 41% sempre pagam à vista, enquanto 34% só pagam em dinheiro ou cartão de débito se houver algum desconto vantajoso.

Parcelamento

No último mês de fevereiro, 38% dos brasileiros fizeram alguma compra parcelada, sendo que, na média, foram três compras a prazo por consumidor. Entre os que dividiram as compras, a média de prestações ficou entre cinco e seis. Se considerados os três meses anteriores à pesquisa, no entanto, 58% dos consumidores têm evitado se endividar com crédito, especialmente no cartão de crédito parcelado (29%) e no crediário (16%). 

A pesquisa ainda mostrou que, no último mês de fevereiro, 36% dos consumidores disseram ter recebido alguma oferta de desconto caso pagassem por uma determinada compra em dinheiro em vez do débito ou alguma modalidade a prazo. A maior parte (52%) dos consumidores, contudo, afirmou não ter recebido esse tipo de oferta.

A pesquisa ouviu 910 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais e acima de 18 anos nas 27 capitais do país.

Da Agência Brasil

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Caruaru recebe palestras e rodadas de negócios da Super Mix Itinerante

Imagem: Divulgação/Reprodução
Evento aberto ao público será direcionado aos varejistas de alimentos do agreste
pernambucano

O desempenho do varejo de alimentos depende de uma série de fatores, entre eles os conhecimentos dos empreendedores sobre questões relacionadas às áreas fiscal e tributária. Pensando em auxiliar os empresários do ramo, a Associação Pernambucana de Atacadistas e Distribuidores (ASPA) e a Associação Pernambucana de Supermercados (APES), com apoio do Sebrae-PE, promovem em Caruaru, na próxima quinta-feira (17), a Super Mix Itinerante. O evento é uma oportunidade para o empreendedor tornar seu negócio mais competitivo e será realizado no Centro de Convenções Empresário Djalma Farias Cintra, no Senac, das 16h às 22h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no local.

A Super Mix Itinerante em Caruaru começará com a palestra da consultora fiscal e tributária Janayna Fernandes. Ela vai apresentar o tema “NFCE Modelo 65 – o que é?” e abordar tópicos como a emissão desse tipo de nota fiscal, as informações necessárias e os impactos na organização das empresas. Às 18h30, será a vez de Mônica Leão, sócia-diretora da MLeão Consultoria em Varejo. Seu tema será “Venda Mais, venda Melhor!” e vai tratar de marketing sensorial, neuromarketing,
comportamento do consumidor, experiência de compra e gerenciamento por categoria. Por fim, às 20h, Adilson Araújo, diretor da Team Contabilidade Assessoria, traz a palestra “Quer ter mais lucro?”, explanando sobre como calcular ICMS, PIS/COFINS, imposto de renda, contribuição sindical, custo operacional e categorias do produto.

O evento contará ainda com uma minifeira para exposição de produtos e serviços e uma rodada de negócios para fortalecer o relacionamento entre os empresários dos setores atacadista, supermercadista e de food service da região. Para Laudemiro Ferreira, analista do Sebrae, participar deste evento é importante para o crescimento dos negócios do varejo de alimentos. “A Super Mix Itinerante promove o estreitamento dos canais de vendas, varejo e atacado, resultando em melhores preços e lucratividade para as empresas”. As atividades fazem parte dos preparativos para a 13ª edição da Feira de Negócios Super Mix, a maior do setor no Norte/Nordeste e a terceira maior do Brasil, marcada para o período de 21 a 23 de agosto, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda.

SERVIÇO
Super Mix Itinerante Caruaru
Quando: Quinta-feira, 17 de maio de 2018
Onde: Centro de Convenções Empresário Djalma Farias Cintra - Senac  |Av. Maria
José Lyra, 1000, Indianópolis – Caruaru
Horário: das 16h às 22h
Inscrições gratuitas no local ou pelo telefone (81) 9 8985-1884
Apoio: Sebrae-PE

domingo, 13 de maio de 2018

Comércio varejista cresce 0,3% de fevereiro para março

Foto: Arquivo / Blog Negócios e Informes
O comércio varejista brasileiro teve uma alta de 0,3% no volume de vendas na passagem de fevereiro para março. O resultado veio depois da queda de 0,2% de janeiro para fevereiro. O dado, da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), foi divulgado nesta sexta-feira (11), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o estudo, também foram registradas altas nos outros quatro tipos de comparação temporal: média móvel trimestral (0,3%) em relação a março de 2017 (6,5%), acumulado do ano (3,8%) e acumulado de 12 meses (3,7%).

De fevereiro para março, cinco dos oito segmentos do varejo pesquisados pelo IBGE tiveram crescimento no volume de vendas. A maior alta ocorreu no setor de combustíveis e lubrificantes (1,4%).

Da Agência Brasil

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Vendas na Páscoa crescem 3,24%, o melhor resultado em cinco anos, apontam SPC Brasil e CNDL

Imagem: Divulgação/Cacau Show Surubim
Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) apontam que as consultas para vendas parceladas na semana anterior à Páscoa cresceram 3,24% na comparação com o mesmo período do ano passado. Trata-se do crescimento mais expressivo desde 2014, quando a alta fora de 2,55%. Nos anos seguintes, as vendas amargaram queda de -4,93% em 2015 e -16,81% em 2016. No ano passado, a alta havia sido de apenas 0,93%.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, os dados positivos confirmam a tendência de recuperação da economia e são consequência da melhora da conjuntura, mas ainda não colocam o país no patamar pré-crise. “Como foram anos seguidos de retração no consumo, essa alta ainda é em cima de uma base muito pequena. Mas ainda assim é um sinal consistente de que o brasileiro está voltando ao mercado de consumo”, explica Pellizzaro Junior.

Para Pellizzaro, a alta das vendas na Páscoa é algo positivo especialmente quando se considera que é a primeira data comemorativa do ano, que encaminha uma perspectiva melhor para as demais datas. “A Páscoa pode funcionar como uma prévia não só para o Dia das Mães, como para o desempenho da atividade comercial ao longo de 2018. Aos poucos, os consumidores se sentem mais confiantes para voltar a consumir e é um alento para o varejo começar a dar sinais sólidos de recuperação”, afirma o presidente.

Neste ano, segundo um levantamento do SPC Brasil e da CNDL, os produtos mais procurados seriam os tradicionais ovos (61%), bombons (51%) e barras de chocolate (48%).

Metodologia

O cálculo de vendas a prazo é baseado no volume de consultas realizadas ao banco de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), com abrangência nacional, na semana anterior ao Domingo de Páscoa.

quarta-feira, 28 de março de 2018

Redução na taxa do cartão de débito beneficia pequeno varejista

Foto: Reprodução/Pixabay
Anunciada pelo Banco Central na última segunda-feira (26) a medida que reduz tarifas de operações com cartão de débito deve estimular o uso dos cartões e favorecer sobretudo pequenos varejistas, que hoje lidam com custos mais elevados. 

O Banco Central atuou para limitar a tarifa de intercâmbio, uma taxa paga aos emissores de cartões (bancos, por exemplo) pelos credenciadores (Cielo, Rede, entre outras empresas). Para operações no débito, a determinação do BC é de que a tarifa seja limitada em dois parâmetros: a média deverá ser de até 0,50% do valor da compra e a máxima em até 0,80%.

No mercado, essa redução da tarifa que vai para os bancos é vista como um estímulo para que aumente o volume das transações em cartão, que passariam a substituir as transações em dinheiro e ganhariam espaço sobretudo nos varejistas de menor porte.

“Quanto menor o lojista, mais ele tende a perceber esse efeito, dado que grandes varejistas já trabalham com uma estrutura mais otimizada de custo de transação”, comenta Fabrício Costa, fundador da Equals, empresa especializada em gestão de meios de pagamento. Hoje, a taxa varia conforme o relacionamento do lojista com a empresa de cartões. Grandes varejistas têm maior volume e maior capacidade de negociação.

Do lado dos varejistas, a discussão foi acompanhada pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), que já esperava o anúncio da nova medida para este mês de março. Segundo a entidade, a redução da taxa tende a aumentar o volume de transações com débito. Com maior volume, os bancos poderiam compensar as perdas com a taxa menor.

A medida do BC, que vale a partir de 1.º de outubro deste ano, faz com que o teto da taxa paga aos bancos possa cair até 40%, conforme informou o diretor de Política Monetária do Banco Central, Reinaldo Le Grazie. Antes da medida, a tarifa máxima chegava em torno de 1,12%, e não havia limitação, disse ele.

A maior concorrência entre empresas de maquininha é vista como um ponto chave para esse novo passo no setor. “O varejista só vai ser beneficiado porque hoje já há mais concorrência no mercado”, comenta Costa. 

Da Agência Estado

quarta-feira, 14 de março de 2018

Vaga para Consultor (a) de Vendas na Carmen Steffens Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução
Em Surubim, a empresa Carmen Steffens está com oportunidade de emprego, a vaga preenchida será para atuar como Consultor (a) de Vendas. 

Pré-requisitos: Experiência com vendas; Criatividade; Proatividade; Resiliência;  Pontualidade.

Interessados (a), deixar currículo na loja, o endereço é na Rua Agamenon Magalhães (frente a Agência dos Correios), 92, Centro, ou enviar por e-mail, no seguinte endereço: surubim@carmensteffens.com.br

Da Redação (Negócios & Informes)

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