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quinta-feira, 21 de março de 2019

Conta de luz terá alívio de 3,7 pontos percentuais em 2019 após pagamento de dívida

Foto: Ed Machado/Folha de Pernambuco
A conta de luz terá um alívio de 4,9 pontos percentuais em 2019 e 2020 devido à antecipação de um pagamento de uma dívida bilionária que vinha sendo paga pelos consumidores de energia desde 2015. 

Neste ano, o alívio será de 3,7 pontos percentuais e, em 2020, de 1,2 pontos. Esse pagamento deverá implicar reajustes menores na conta de luz neste ano, como a Folha de S.Paulo havia noticiado no fim do ano passado. A projeção é que os reajustes deste ano fiquem em patamar estável, segundo cálculo da TR Soluções (empresa especializada em tarifas de energia), que não contabilizam o acionamento das bandeiras tarifárias. 

Seis distribuidoras que já tiveram reajustes aprovados pela agência desde o fim do ano passado terão revisões extraordinárias para amenizar os aumentos: a Cepisa (Piauí), Ceron (Rondônia), Eletroacre, Energisa Borborema, e as duas distribuidoras fluminenses, a Light e a Enel Rio. 

Por mês, os consumidores de energia brasileiros vinham pagando cerca de R$ 700 milhões para pagar essa dívida. Ainda restavam R$ 8,8 bilhões a serem pagos. O acordo com oito bancos permitiu a antecipação desse pagamento, sob a cobrança de uma taxa equivalente a R$ 140 milhões - valor menor do que os juros que seriam cobrados caso as parcelas não fossem antecipadas. 

"Foi um esforço imenso. As conversas iniciaram em novembro e só agora avançamos para um acordo", afirmou o diretor-geral da agência, André Pepitone. Entre os bancos, haviam instituições públicas (Caixa, Banco do Brasil, BNDES e Banrisul) e privadas (Bradesco, Itaú, Santander e Citibank).

Da Folha de PE

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Intenção de consumo das famílias tem alta em setembro

Foto: Valter Campanato/Arquivo Agência Brasil
A intenção de consumo das famílias cresceu em setembro, segundo indicador da Federação do Comércio de São Paulo (Fecomercio-SP) divulgado nesta segunda-feira (1º). O índice mensal subiu 1,1% em relação a agosto, passando de 86,5 pontos para 87,5 pontos. Em comparação com setembro de 2017, quanto o indicador marcava 79 pontos, a alta ficou em 10,8%.

O índice da intenção de consumo é medido mensalmente, desde 2010, em uma escala de zero a 200 pontos, a partir de uma base de 2,2 mil consumidores do município de São Paulo. Resultados abaixo de 100 pontos indicam uma insatisfação dos consumidores com o cenário.

Os consumidores demonstraram satisfação nos itens relacionados ao trabalho. O índice relativo ao emprego atual marcou 110,2 pontos e as perspectivas profissionais ficaram em 11,8 pontos. Em relação a setembro do ano passado, ambos registraram alta de 8%.

As famílias ainda estão, segundo o estudo, indispostas para gastar no momento atual. Mais da metade (55%) dizem que estão comprando menos do que há um ano. O item relativo a consumo atual está em 60,3 pontos, enquanto o que mede a disposição para adquirir bens duráveis (geladeira, TV, fogão) está em 60,7 pontos. É maior ainda o percentual (66,5%) que avalia que é um mau momento para comprar esse tipo de produto.

Crédito difícil
O acesso ao crédito registrou queda na percepção, passando de 87,7 pontos em agosto, para 85,6 pontos. Mesmo assim, o patamar é 11% melhor do que os 77,1 pontos registrados em setembro de 2017. O estudo mostrou que 43% das famílias paulistanas encontram dificuldades para financiamento de compras. Para a Fecomercio, isso é um reflexo do aumento do endividamento e da inadimplência, que fez com que os bancos restringissem o acesso ao crédito.

De modo geral, a Fecomercio avalia que a satisfação dos consumidores ainda está em processo de recuperação depois da greve dos caminhoneiros, em maio.

Metodologia
O índice é apurado mensalmente com dados de 2,2 mil consumidores no município de São Paulo. Ele é composto por sete itens: emprego atual; perspectiva profissional; renda atual; acesso ao crédito; nível de consumo atual; perspectiva de consumo; e momento para duráveis.

Da Agência Brasil

domingo, 1 de abril de 2018

52% dos desempregados desistiram de algum projeto ou sonho de consumo, revela pesquisa do SPC Brasil e CNDL

Desemprego provocou queda no padrão de vida para seis em cada dez brasileiros sem trabalho. Bicos e trabalho temporário são alternativa para 33% conseguirem pagar contas. Dívidas atrasadas dos desempregados chegam a quase R$ 2 mil
Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com brasileiros que estão sem trabalho revela que a situação de desemprego forçou muitos desses consumidores a interromper planos e modificar seus hábitos de consumo. De acordo com o levantamento, mais da metade (52%) dos desempregados no país teve de abandonar algum projeto que possuía ou desistir da aquisição de um sonho de consumo em virtude da demissão.
Os casos mais comuns foram deixar de fazer reserva financeira (28%), voltar atrás no plano de reformar a casa (25%), desistir de comprar ou trocar o carro (17%) e deixar de comprar móveis para a residência (17%). Há ainda pessoas que interromperam planos de abrir o próprio negócio (16%), realizar uma faculdade ou pós-graduação (14%) e fazer uma grande viagem (13%). Apenas 9% dos entrevistados não tiveram de abandonar um projeto em decorrência do desemprego, enquanto outros 38% nem sequer tinham algum sonho.
“O orçamento mais apertado como consequência do desemprego impede o consumidor de seguir com seus projetos porque isso impacta na confiança e na certeza do dia de amanhã. Se ele enfrenta dificuldades para se recolocar no mercado, terá de abrir mão não apenas de alguns confortos, mas até mesmo interromper metas importantes. É uma realidade dura que muitos brasileiros estão enfrentando atualmente”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.
59% diminuíram padrão de vida após perderem emprego; cortes mais expressivos foram vestuário e saídas para bares e restaurantes
Sem poder contar com a renda total que tinham, muitas dos desempregados chegaram à conclusão de que era preciso adaptar-se uma nova realidade. Apenas 31% dos desempregados têm conseguido manter o mesmo padrão de vida da época em que estavam trabalhando, enquanto a maioria (59%) mudou seu padrão de vida.
Segundo dados da pesquisa, a maioria deles teve de frear gastos. Os cortes mais expressivos foram na aquisição de roupas, calçados e acessórios (65%), saídas para bares e baladas (56%), deliveries e comida fora de casa (56%) e alimentos supérfluos, como carnes nobres, bebidas e iogurtes (52%). Atividades de lazer (52%) e gastos com salão de beleza (45%) completam a lista das principais contenções.
Em sentido oposto, para alguns tipos de compromissos, não houve corte no consumo. Como foi o caso das contas de água e luz (65%), produtos de higiene, limpeza e alimentação básica (64%), planos de internet (49%), telefonia (45%) e TV por assinatura (40%). Há também 32% de desempregados que mantiveram plano de saúde, mesmo com a falta de renda.
De acordo com a pesquisa, 46% dos desempregados passaram a pedir dinheiro emprestado a amigos ou familiares para cobrir as despesas quando o orçamento familiar não é suficiente e 30% tiveram de recorrer ao cartão de crédito para conseguir comprar tudo o que precisam.
Ficar desempregado forçou 63% a trocarem marca na hora das compras; 26% sentem dificuldade de conseguir crédito
A pesquisa também mostra que a situação de desemprego estimulou, de certa forma, parte dos consumidores a serem mais prudentes em relação às finanças pessoais, ao mesmo tempo em que passaram a se esforçar ainda mais para encontrar melhores oportunidades de compra no dia a dia. Nesse sentido, o levantamento revela que por conta do desemprego, 68% dos entrevistados passaram a fazer mais pesquisas de preços e 63% trocaram marcas com as quais estavam habituadas por outras mais baratas. Outro hábito que ficou mais frequente na realidade dos desempregados é pechinchar na hora das compras (62%).
“Infelizmente, a mudança de hábitos só surge para alguns na hora do aperto. É preciso exercer o controle da vida financeira de forma natural, independentemente do tamanho da renda. Quem se prepara para imprevistos, sofre menos em um momento como esse”, explica o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz, José Vignoli. Um dado preocupante é que apenas 19% dos desempregados entrevistados possuem reservas financeiras, sendo que 66% precisaram fazer uso desse dinheiro após a demissão.
O levantamento descobriu que em virtude do desemprego, 26% dos entrevistados passaram a enfrentar mais dificuldades para realizar compras a crédito e 42% nem mesmo tentaram comprar parcelado.
Bicos e trabalho temporário são principal fonte de sustento para 33% dos desempregados brasileiros
Um terço (33%) dos brasileiros que estão sem emprego atualmente fazem bicos e trabalhos temporários, geralmente informais, para sobreviver, enquanto 29% contam com a ajuda financeira de familiares ou amigos e 7% recebem auxílio do Bolsa Família. Apenas 2% estão se utilizando de alguma reserva ou investimento que possuem.
Os bicos realizados para manter-se são diversos, incluindo os serviços gerais – manutenções, pedreiro, pintor, eletricista etc (21%), produção de comida para vender – como marmita, doces e salgados (11%), serviços de diaristas e lavagem de roupa (11%) e serviços de beleza, como manicure e cabelereiro (8%).
“Nos últimos meses, a criação de trabalhos informais é maior que a de vagas com carteira assinada. Esse aumento visível na informalidade mostra que a crise e o desemprego obrigaram mais pessoas a buscarem alternativas para constituir renda”, destaca a economista chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.
Entre os desempregados que fazem bicos para se manter, a média de dedicação é de três dias por semana. E essa falta de assiduidade pode não ser apenas uma questão de escolha, e sim de escassez de oportunidades, pois apenas 12% dos que fazem bicos consideram que está fácil conseguir esses trabalhos. “O jeito muitas vezes é improvisar, pedir ajuda aos amigos ou familiares, arranjar ocupações temporárias e partir para a informalidade. Ou seja, fazer de tudo para reinventar-se e conseguir pagar as contas”, afirma a economista Marcela Kawauti.
41% dos desempregados estão com contas em atraso e dívida média chega a quase R$ 2 mil
O estudou também investigou as condições financeiras dos desempregados e descobriu que quatro (41%) em cada dez desempregados possuem contas em atraso atualmente, sendo que 27% estão com o nome negativado em serviços de proteção ao crédito. Os compromissos mais atrasados são parcelas no cartão de loja (25%), faturas do cartão de crédito (21%), contas de luz (19%), contas de água (15%) e parcelas do carnê ou crediário (11%). De forma geral, o tempo médio de atraso das dívidas é de quase sete meses e o valor da dívida chega a R$ 1.967,00, em média. Além das dívidas atrasadas, o estudo descobriu que 17% dos entrevistados possuem prestações a pagar nos próximos meses, fato que pode prejudicar a manutenção do orçamento em dia.
“As dívidas podem se tornar um pesadelo financeiro para quem está sem fonte de renda. Além de ver seu padrão de vida comprometido, o desempregado tem poucas opções para arcar com as despesas do mês, que vão se acumulando cada vez mais, causando desequilíbrio do orçamento e das finanças pessoais”, alerta a economista Marcela Kawauti.
Metodologia
Foram entrevistados pessoalmente 600 brasileiros desempregados acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro geral é de 4,0 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%. Acesse a pesquisa na íntegra e a metodologia em https://www.spcbrasil.org.br/imprensa/pesquisas

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Apenas três em cada dez brasileiros são consumidores conscientes, mostra SPC Brasil


Indicador abrange práticas financeiras, ambientais e sociais. Em meio à crise econômica, consumidor contem despesas e evita compras não planejadas

Com o objetivo de acompanhar as mudanças nos hábitos de compra e outras ações cotidianas e também compreender se os brasileiros caminham em direção ao consumo sustentável, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), calcularam pelo segundo ano consecutivo o Indicador de Consumo Consciente (ICC), que atingiu 72,7%, permanecendo estável em relação a 2015, quando estava em 69,3%. O ICC pode variar de 0% a 100%: quanto maior o índice, maior é o nível de consumo consciente. Em uma escala de 1 a 10, os entrevistados dão nota média de 8,9 para a importância do tema consumo consciente, mas apenas três em cada dez brasileiros (32,0%) podem ser considerados consumidores conscientes de fato – um aumento de 10,2 pontos percentuais em relação a 2015, quando esse percentual era de 21,8%.

Apesar de ter apresentado melhora, o aumento do indicador foi discreto em relação a 2015. “O consumidor brasileiro ainda possui desempenho abaixo do que é considerado ideal, representando um consumidor em transição. Assim como em 2015, os entrevistados associam mais frequentemente o consumo consciente com atitudes relacionadas apenas a aspectos financeiros, ficando em um segundo plano as esferas ambientais e sociais”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. O principal benefício percebido pelos entrevistados continua a ser o de economizar e fazer o dinheiro render mais (37,1%), prevalecendo a dimensão financeira do consumo consciente.

O estudo do SPC Brasil segmentou os consumidores em três categorias, de acordo com a intensidade da prática dos comportamentos considerados adequados: ‘consumidores conscientes’ – que apresentam frequência de atitudes corretas acima de 80% – ‘consumidores em transição’, cuja frequência varia entre 60% e 80% de atitudes adequadas e ‘consumidores nada ou pouco conscientes’, quando a incidência de comportamentos apropriados não atinge 60%.

Para elaborar o indicador, foi realizada uma pesquisa com uma série de perguntas para investigar os hábitos, atitudes e comportamentos que fazem parte da rotina dos brasileiros. Estas questões permearam as três dimensões que compõem o conceito de consumo consciente, e todas elas obtiveram resultados abaixo do desempenho ideal de 80%: práticas ambientais (72,5%), práticas financeiras (73,8%) e práticas sociais (70,6%). Apesar de apresentarem pequenos aumentos quando comparados a 2015, apenas a diferença percentual no subindicador relacionado às finanças é estatisticamente superior.

Confira o material completo, clique AQUI.


domingo, 28 de junho de 2015

Fiepe abre inscrições gratuitas para curso sobre redução da tarefa de energia elétrica

Foto: Facebook - FIEPE
O aumento da conta de energia tem preocupado a população brasileira. As indústrias também têm sofrido os impactos dos reajustes. Pensando nisso, a Fiepe Agreste promove o curso gratuito “Como reduzir sua tarifa de energia elétrica?”, que será realizado no dia 2 de julho, das 8h às 12h, no Hotel Brisa da Serra, na cidade de Bezerros. Os interessados têm até o dia 30 de junho para efetuar as inscrições, através dos telefones (81) 3722.5667/3722.5702 ou e-mail: aoliveira@fiepe.org.br. Empresários e representantes de Micro e Pequenas Empresas são esperados para a formação.

O consultor Carlos Eduardo é o convidado para orientar os participantes sobre a importância de agir coletivamente para influenciar tarifas de energia elétrica mais favoráveis à indústria. O engenheiro de produção é formado pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, com especialização pela PUC Chile e pós-graduação pela Faculdade Getúlio Vagas (FGV) também do Rio, ambos em análise e avaliação de projetos, e tem 15 anos de experiência no setor elétrico. Destaque para as atividades desenvolvidas nas perspectivas de revisão tarifária, de implantação de sistemas de geração limpa e de gestão da energia.

Na oportunidade, os inscritos irão conhecer os elementos que compõem a conta de energia, como ocorrem os processos de reajustes e de revisão das tarifas. O objetivo é discutir como o custo prejudica a competitividade da indústria e pensar em ações coletivas que minimizem os efeitos do acréscimo nos gastos empresariais. A Federação informa que as vagas são limitadas, portanto é preciso se apressar para garantir a participação.

Com informações da FIEPE

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Aula de educação financeira reforça importância de consumo consciente

Recife, PE — Meninas e meninos que integram o programa Criança: Futuro no Presente!, na capital pernambucana, participaram, neste mês, de um projeto lúdico intitulado Consumidor Consciente. A iniciativa celebrou os 25 anos de promulgação do Código de Defesa do Consumidor.
Crianças e adolescentes visitam supermercado para uma aula de educação financeira com foco no consumo consciente.
Foto: Divulgação/Reprodução.
Durante o projeto de educação financeira, os pequenos realizaram pesquisas e debateram a aplicação destas normas, que visa proteger o cidadão no momento de uma compra e apresentar os seus deveres enquanto consumidores.  Na conclusão da iniciativa, os atendidos foram a estabelecimento comercial e conferiram, com o apoio de Eva Gonçalves, do programa Procon Educa, o preço, a procedência e a validade de alguns produtos.

A aula prática envolveu os atendidos, que fizeram questão de tirar suas dúvidas com a instrutora do Procon. “Eles estavam afiados com os direitos do consumidor, dezenas de perguntas inusitadas e questionadoras, todos estão de parabéns”, disse a advogada.

Rosimere Alves do Nascimento, funcionária do supermercado, acompanhou a atividade de educação financeira e se impressionou com a desenvoltura das crianças e dos adolescentes. “Como é bom vê-los interessados em assuntos que contribuirão para a formação da pessoa. Vocês estão de parabéns por proporcionar esses momentos”, disse a técnica em contabilidade.

Em Recife, PE, o Centro Comunitário de Assistência Social, da Legião da Boa Vontade, está localizado na Rua dos Coelhos, 219 – Coelhos. Para outras informações, ligue: (81) 3413-8600.

Com informações da Assessoria de Comunicação

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Dia Mundial da Água foi comemorado em Surubim

Nesta terça feira (31), foi realizado um grande evento em comemoração ao Dia Mundial da Água. O evento teve inicio às 8h com uma caminhada ecológica com concentração no pátio da usina, percorrendo as principais ruas da cidade com destino a Praça Dídimo Carneiro, onde tiveram presentes às escolas municipais e particulares dentre elas a Escola Municipal Oliveiros de Andrade Vasconcelos, Escola Ermelinda de Lucena Barbosa, Colégio Nossa Senhora do Amparo, SESC Ler Surubim, Colégio Marista Pio XII, Educandário Santa Ana, Escola Lourenço Ramos da Costa, Escola Professor Dr. Amaro, Escola Maria Farias Batista de Souza, CRECE- (Centro de Reabilitação e Educação da Criança Especial).
Dia Mundial da Água foi comemorado em Surubim. Fotos: TSU Surubim
Após a caminhada houve a cerimonia de abertura, em seguida foi dado o início ao circuito ecológico composto com cinco jogos educativos, temáticos: Trilha Ecológica, Gincana, Quebra- Cabeça e Caça Palavras, cuja finalidade foi abordar questões relacionadas à água, e o uso racional.

Dentre tantas apresentações e oficinas como o grupo de sopro do Maestro Flavio Dionísio, oficina de reutilização de material reciclável com produção de PUFF, oficina de reutilização reciclável com a produção de brinquedos, uma das grandes atrações do Circuito Ecológico foi o espetáculo intitulado Trupe Saneamento que abordou a temática relacionada ao uso consciente da água o cuidado com o sistema de esgotamento sanitário e o descarte correto do lixo.

Uma das grandes surpresas na segunda parte do evento foi à participação do CRECE – (Centro de Reabilitação e Educação da Criança Especial), instituição escolar voltada para inclusão social, na qual produziram cartazes e faixas ao uso consciente da água que foi exposto durante o evento. E por fim, teve a cerimônia de encerramento com a presença da Orquestra Capiba.

O evento foi realizado pela CONCREMAT/ COMPESA e contou com o apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas de Surubim (CDL), SESC LER SURUBIM, Prefeitura Municipal de Surubim e a Secretaria de Transporte Saneamento e Urbanismo, e Secretaria de Juventude. (Com informações da Concremat).

Confira o álbum completo, clique Aqui.









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