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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Contran aprova novas regras para fiscalização da Lei Seca

Foto: Tânia Rego/Agência Brasil
Atualização regulamenta procedimentos, mas não cria novas infrações



O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou nesta segunda-feira (17) novas regras para os procedimentos de fiscalização da Lei Seca (Lei nº 11.705/2008), que busca inibir o consumo de bebidas alcoólicas por motoristas em todo o Brasil. 
 Tânia Rêgo/Agência Brasil


Segundo a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, os conselheiros não criaram nenhum novo tipo de infração, limitando-se a atualizar e regulamentar alguns procedimentos de fiscalização em vigor desde 2013.

Com a nova regulamentação, os conselheiros estabeleceram critérios claros para a triagem de condutores, bem como para a aplicação dos testes de presença de álcool e/ou de outras substâncias psicoativas e para os retestes.

A resolução também define novos critérios para o uso dos equipamentos de fiscalização e prevê a atualização do Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito, para padronizar a atuação dos agentes de trânsito em casos em que os condutores se recusem a se submeter ao teste de alcoolemia.

“Para o condutor que não realizar o procedimento, a regulamentação diferencia os enquadramentos; disciplina como cada situação deve ser registrada e determina que, em uma mesma abordagem, não sejam lavrados simultaneamente autos de infração por dirigir sob influência de álcool ou outras substâncias psicoativas e por se recusar ao exame comprobatório destinado a verificar essa condição”, antecipou a Secom.

Ainda de acordo com a secretaria, as novas regras nacionais já são aplicadas nas operações nacionais da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e em vários estados, como Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

Triagem e reteste

A resolução institui uma fase de triagem durante as operações de fiscalização de trânsito, durante a qual o órgão responsável poderá empregar o pré-teste ou o teste passivo de alcoolemia.

“O resultado dessa primeira verificação terá caráter exclusivamente orientativo e, isoladamente, não poderá fundamentar autuação ou caracterizar a condução sob influência de álcool”, informou a Secom, explicando que, nesses casos, será necessária a continuidade das avaliações probatórias previstas na norma.

A nova regra determina em quais situações o reteste deverá ser realizado. “A medida será necessária quando algum fator técnico ou operacional comprometer a obtenção de um resultado válido, inclusive para afastar eventual detecção de álcool residual no trato respiratório superior”, acrescentou a Secom.

Caso o motorista alegue ter ingerido algum produto que possa ter deixado temporariamente resíduos de álcool na boca, como bombons de licor, enxaguantes bucais e pão de forma, uma nova avaliação terá que ser feita “posteriormente”, antes de qualquer conclusão.

Nos casos em que registrarem auto de infração, os agentes de fiscalização deverão anotar ao menos dois sinais observados que confirmem a alteração da capacidade psicomotora do condutor.

A nova resolução estabelece que, para identificar outras substâncias além do álcool, os servidores dos órgãos de trânsito poderão usar equipamentos tecnicamente certificados por organismos certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A regulamentação estabelece os procedimentos para o uso desses equipamentos, sem vincular a fiscalização a uma tecnologia ou ferramenta específica.

A resolução entrará em vigor assim que for publicada no Diário Oficial da União ─ o que, segundo a Secom, deve ocorrer em breve ─, com exceção das alterações que atualizam as fichas de fiscalização e os códigos de enquadramento das infrações, que começam a valer 60 dias após a publicação. Durante esse período, continuarão em uso os códigos atualmente vigentes.

Para explicar as principais mudanças resultantes da resolução, a Secom elaborou um texto com perguntas e respostas básicas sobre a medida. Veja abaixo os principais esclarecimentos.

O que são substâncias psicoativas?

São substâncias capazes de alterar o funcionamento do sistema nervoso central e comprometer a capacidade de dirigir, como substâncias ilícitas e outras substâncias que determinem dependência.

O equipamento identifica qual substância foi consumida? 

Sim. A Resolução prevê que o auto de infração deverá conter, entre outras informações, o tipo de substância detectada pelo equipamento.

O equipamento informa a quantidade da substância?

Não. O resultado é qualitativo, indicando a presença da substância psicoativa, e não sua concentração.

Os equipamentos poderão ser utilizados imediatamente?

A utilização dependerá da disponibilidade dos órgãos fiscalizadores e da existência de equipamentos certificados conforme os requisitos estabelecidos pela Resolução.

Somente poderão ser utilizados equipamentos certificados no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC), por organismo regulado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

A pessoa poderá se recusar a realizar o teste?

A recusa continua sujeita às consequências previstas no art. 165-A do CTB, conforme disciplinado pela Resolução. E os agentes de fiscalização ainda poderão usar os sinais de alteração da capacidade psicomotora, pois a verificação dos sinais permanece como um dos meios de fiscalização previstos na Resolução.

O bafômetro deixa de existir?

Não. O etilômetro continua sendo utilizado normalmente para fiscalização do consumo de álcool. A novidade é a inclusão de equipamentos específicos para outras substâncias psicoativas.

A fiscalização pode ser realizada mesmo sem o novo equipamento?

Sim. A verificação dos sinais de alteração da capacidade psicomotora continua sendo um dos meios legalmente previstos para a fiscalização, assim como o etilômetro nos casos de consumo de álcool.

Alex Rodrigues* - Repórter da Agência Brasil *Com informações divulgadas pela SECOM/Presidência







30ª edição do Festival de Violeiros de Surubim será realizada nesta sexta-feira (21)

A 30ª edição do Festival de Violeiros de Surubim ocorre nesta sexta-feira, dia 21 de agosto, às 19h, no Parque de Exposição de Animais Senador Antônio Farias. Considerado um dos maiores de Pernambuco e do Nordeste, o encontro de repentistas foi incluído na programação da Exposição de Animais de Surubim, desde 2025, após edições anteriores sediadas na Rua João Batista.


Cinco duplas de violeiros estão confirmadas: Raimundo Caetano e Rogério Meneses, Edivaldo Zuzu e Jonas Bezerra, Raulino Silva e Luciano Leonel, Joao Lourenço e Hipólito Moura, além de Ivanildo Vila Nova e Zé Viola. O evento tem participações especiais dos emboladores Vem Vem da Floresta e Rouxinol Pereira, e dos aboiadores Zito Alves e Antônio Barbosa.


Eduardo Mota (já falecido) e Ivanildo Vila Nova são os homenageados deste ano. A apresentação será de Felizardo Moura e Iponax Vila Nova.


O festival, organizado por Fernando Guerra e Nêgo do Mandurí, conta com o apoio do Sesc, da Pitú e da Sociedade dos Criadores de Surubim (SCS).


Do Correio do Agreste









terça-feira, 18 de agosto de 2026

47ª Exposição de Animais de Surubim terá extensa programação infantil

Programação para toda a família: crianças
também participam das experiências
proporcionadas pelo evento
(Foto: Lulu/ Surubim News)
A 47ª Exposição de Animais de Surubim, terá uma programação voltada ao público infantil neste sábado (22). As atividades começam às 16h, com uma oficina de cordel ministrada pelo Mestre Esperantivo, poeta e cordelista. Das 17h às 18h30, as crianças poderão participar de contação de histórias, pintura no rosto, jogos gigantes, atividades com balões e quebra-panela. A programação tem patrocínio do Sesc Ler.


A partir das 18h30, será realizada uma apresentação cultural com teatro de mamulengo do artista Klebson Oliveira, com duração prevista até as 19h30.


Durante o período das 16h às 18h30, também haverá distribuição de pipoca, algodão-doce e picolé.


A 47ª Exposição de Animais de Surubim é realizada pela Sociedade dos Criadores de Surubim, em parceria com entidades do setor. A coordenação da programação infantil está a cargo de Marcelo Aguiar, diretor de Caprino/Ovinocultura.


A edição 2026 homenageia o pecuarista já falecido, José Hibernon Batista.










Do Correio do Agreste


Amazan, Mastigados do Forró e outras atrações na programação da 47ª Exposição de Animais de Surubim

Amazan se apresenta no sábado (22) na
programação cultural da 47ª Exposição
de Animais de Surubim
(Foto: Reprodução/ Divulgação)
A Sociedade dos Criadores de Surubim divulgou nesta terça-feira (18) a grade de shows da 47ª Exposição de Animais.


Nesta quarta-feira (19), a programação cultural começa na cerimônia de abertura do evento com a apresentação da Orquestra Instrumental Surubinense. Após a solenidade, haverá um coquetel e a performance de Tito Rabequeiro.


Na quinta-feira, dia 20, sobem ao palco Mastigados do Forró e Capim com Mel. Já na sexta-feira, dia 21, a programação inclui o 30º Festival de Violeiros, seguido pelas apresentações da banda Vilões do Forró e do cantor Ivaldo Maceió.


No sábado, dia 22, os shows ficam por conta de Forró na Tora, Pedrinho Pegação e Amazan. Encerrando a programação musical, no domingo, dia 23, se apresentam DJ Vapor, Alex Nascimento, Mary e Raiane e Kally Fonseca.


As atrações são patrocinadas pela Sociedade dos Criadores, Prefeitura de Surubim e Governo do Estado.


Do Correio do Agreste







Pernambuco apresenta projeção de alta no PIB para o biênio 2026-2027, aponta Santander

Dados do desempenho da economia pernambucana estão em estudo do Departamento Econômico do Santander


Em uma previsão de conjuntura na qual o crescimento do PIB no Nordeste se assemelha ao do Brasil para o biênio 2026/2027, segundo estudo do Departamento Econômico do Santander, Pernambuco apresenta uma projeção de seguir patamares semelhantes. A perspectiva é de uma alta de 1,6% e 0,8%, respectivamente em cada ano.


O levantamento reúne dados do PIB regional do IBGE até 2023 e projeções para o período de 2024 a 2027. Neste ano, as médias regional e nacional têm previsão de fechar em 1,6% e 1,8%, respectivamente, enquanto a projeção para 2027 é de ambas alcançarem 1% de elevação.


Principal segmento da cadeia produtiva local (60,7%, segundo dados da composição do PIB em 2023), o setor de serviços pernambucano apresenta uma evolução de 1,5% e 0,5%, respectivamente, em 2026 e 2027. Os números, porém, são inferiores às médias regionais e nacionais, com previsão de 1,9% e 0,9% e 2% e 1% em cada um dos períodos estudados.


“O setor de serviços, que possui a maior participação na economia da região, deve apresentar alguma desaceleração à frente. A dinâmica dos serviços prestados às famílias continua sendo importante para o Nordeste. No início de 2026, alguns estados, entre eles Pernambuco, mostraram aceleração nas vendas do varejo. O mercado de trabalho robusto vem ajudando, embora a restrição nas condições financeiras tenha impactado o setor”, aponta Henrique Danyi, economista do Santander.


Assim como no setor de serviços, a indústria também vai ajudar a fortalecer esta expectativa positiva do PIB pernambucano. A alta em 2026 e 2027 está projetada em 1,9% e 1,5%, respectivamente. A média nacional e do Nordeste tem previsão, no mesmo período, de 1,7% e 1,5% e 2,1% e 1,9%.


“A indústria tem mantido taxas de crescimento positivas no Nordeste, destaque positivo do setor entre as regiões. Apesar do fechamento de plantas na região terem impactado a indústria de transformação, o setor segue mostrando resiliência, com a atividade ampla seguindo em expansão em Pernambuco, Ceará e Bahia. Perspectiva para 2026 é favorável, com impulso na demanda no geral no Nordeste”, destaca Rodolfo Pavan, economista do Santander e um dos autores do estudo.


Na contramão de vários estados do Nordeste, que devem observar uma retração no setor agropecuário, há uma projeção de alta em Pernambuco e, inclusive, as maiores da região, tanto em 2026 - ao lado de Alagoas - com 1,2%, como em 2027, com 2%, superando os alagoanos (1,5%). O resultado da média nacional e regional, respectivamente, é de 0% e 1% e -1,1% e 0,2%. “Estimamos que a agropecuária do Nordeste tenha apresentado forte expansão em 2025, na esteira da safra recorde. Para os anos seguintes, projetamos variações mais moderadas”, adianta Pavan. 


Esse movimento de moderação, com algumas oscilações, está alinhado ao cenário macroeconômico nacional, mantendo, contudo, taxas positivas de crescimento no geral dos estados. Segundo Pavan, a evolução da atividade econômica regional continuará refletindo fatores nacionais, e eventos climáticos permanecem entre os principais riscos para o cenário projetado, especialmente diante da possibilidade de ocorrência do fenômeno El Niño nos próximos anos, com alteração nos padrões de chuva e temperaturas. 


“Após crescimento ao redor de 3% nos últimos anos, estimamos que o Nordeste tenha desaceleração gradual em 2026 e 2027, seguindo o comportamento do agregado nacional. Ainda assim, estimamos desempenho superior ao observado na década passada para a região. O desafio à frente deixa de ser crescer mais rápido e passa a ser crescer com menos impulso cíclico, maior heterogeneidade regional e sensibilidade crescente a choques climáticos e financeiros”, conclui Pavan.





segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Pesquisa mostra que 56% aprovam proibição de bets; mulheres são mais favoráveis a banimento

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
A pesquisa também alerta para o baixo conhecimento sobre políticas já existentes


A proibição das bets é defendida por 56% dos brasileiros, mas as mulheres são mais favoráveis ao banimento das casas de apostas online do que os homens. A medida é apoiada por 62% das mulheres, contra 50% dos homens. 



Os dados são da pesquisa "Mulheres & Bets", divulgada nesta segunda-feira (17) pelo estúdio CLARICE em parceria com a Estratégia Latina e o IDEIA. Segundo o levantamento, 49% dos brasileiros já fizeram esse tipo de aposta - 42% das mulheres e 56% dos homens.


De acordo com os resultados, o apoio à proibição das bets atravessa diferentes espectros políticos: entre os favoráveis ao banimento, 62% se declaram apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e 56% do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).


Para a cientista social Beatriz Della Costa, fundadora e codiretora da CLARICE, o apoio majoritário à proibição indica que há espaço político para medidas mais incisivas. "Quando a gente fala que mais da metade da população, inclusive pessoas que jogam, diz precisa proibir, a gente tem um espaço, uma possibilidade, uma abertura política muito grande", afirma.


Entre as medidas de enfrentamento ao vício em jogos, 45% aprovam o bloqueio do Pix em apostas para quem recebe benefícios sociais, e 33% teriam interesse em um canal anônimo de apoio - índice que sobe para 57% entre quem aposta com frequência.


A pesquisa também alerta para o baixo conhecimento sobre políticas já existentes: 70% dos brasileiros nunca ouviram falar do sistema de autoexclusão criado pelo governo federal. A plataforma do Ministério da Fazenda permite que o cidadão bloqueie voluntariamente o próprio CPF em todas as bets regularizadas. O desconhecimento é maior entre mulheres das classes D e E.



Para Della Costa, o mecanismo de autoexclusão é importante, mas ainda precisa ser mais conhecido. Ela ressalta, porém, que essas ferramentas são recentes. "As pessoas não têm conhecimento de que podem se cadastrar e bloquear o próprio CPF nas plataformas. Falta uma comunicação mais eficiente sobre a existência dessas ferramentas, mas elas são muito recentes", diz.


A pesquisa ouviu 2.008 mulheres e homens em todo o Brasil, entre 8 e 9 de julho, respeitando a distribuição populacional do Censo 2022 e da Pnad 2025. As entrevistas qualitativas ouviram 60 pessoas entre junho e agosto, com foco em mulheres de 18 a 58 anos, das classes C, D e E, no Sudeste e Nordeste.


Por Estadão Conteúdo






Pix consolida liderança nos pagamentos digitais e projeta novas evoluções até 2030

Agenda futura prevê novas funcionalidades, integração e reforço de segurança



O Banco Central (BC) divulgou, em 10 de agosto, o Relatório de Gestão do Pix 2023-2025​, documento que apresenta um panorama abrangente da evolução do sistema de pagamentos instantâneos nos últimos três anos e detalha as iniciativas previstas para os próximos ciclos de desenvolvimento. A publicação marca também os cinco anos do Pix, período em que a solução se consolidou como uma das principais infraestruturas digitais do país e referência internacional em inovação em meios de pagamento.


O relatório evidencia o crescimento contínuo do sistema. Em 2025, o Pix registrou quase 80 bilhões de transações e movimentou mais de R$35 trilhões. Ao final do período analisado, 148 milhões de pessoas físicas e 12,8 milhões de empresas haviam realizado ou recebido ao menos uma transação por meio da plataforma. O número de chaves cadastradas ultrapassou 920 milhões, demonstrando a elevada capilaridade do sistema e sua incorporação à rotina financeira de cidadãos, empresas e órgãos públicos.


“O relatório mostra que o Pix alcançou um elevado grau de maturidade, mantendo, ao mesmo tempo, sua capacidade de inovação. Seguiremos trabalhando para ampliar funcionalidades, fortalecer a segurança e promover uma experiência cada vez melhor para usuários e participantes do ecossistema, sempre com foco na eficiência, na competição e na inclusão financeira”, destaca Gilneu Vivan, Diretor de Regulação e Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC.


Além dos indicadores de uso, o documento destaca a ampliação dos casos de utilização do Pix. O período foi marcado pela implementação de funcionalidades voltadas à conveniência dos usuários e à expansão da concorrência no sistema financeiro. Entre elas, estão o Pix por aproximação, o Pix Automático, o agendamento recorrente e os avanços na integração com o ecossistema do Open Finance. Essas iniciativas ampliam as possibilidades de utilização da ferramenta tanto para pagamentos cotidianos quanto para compromissos financeiros recorrentes.

 

Destaques do relatório

R$35 trilhões movimentados em 2025: quase 80 bilhões de transações realizadas ao longo do ano.

148 milhões de pessoas utilizaram o Pix: o sistema alcançou ampla adesão da população brasileira.

12,8 milhões de empresas usuárias: o Pix se consolidou como instrumento relevante para negócios de todos os portes.

Mais de 920 milhões de chaves cadastradas: expansão contínua da infraestrutura e da base de usuários.

Novas funcionalidades e mais segurança: Pix Automático, Pix por aproximação, integração com Open Finance e aprimoramentos do Mecanismo Especial de Devolução (MED).

 

Segurança

Outro eixo relevante do relatório é a segurança. O BC descreve uma série de aperfeiçoamentos regulatórios, operacionais e tecnológicos implementados para fortalecer a prevenção a fraudes e elevar a proteção dos usuários. Entre as medidas destacadas, estão evolução do MED, novas exigências para participantes do arranjo, aprimoramentos nos processos de monitoramento e ampliação do compartilhamento de informações de segurança entre as instituições.

 

A publicação também apresenta a agenda de evolução do Pix para os próximos anos. Entre os temas em estudo, estão novas experiências de pagamento, aperfeiçoamentos no Pix Automático, desenvolvimento da cobrança híbrida, ampliação da integração com outros serviços financeiros e iniciativas voltadas à interoperabilidade internacional. O objetivo é manter o sistema alinhado às necessidades dos usuários e às transformações do mercado, preservando características que contribuíram para seu sucesso, como simplicidade, eficiência, competitividade e segurança.

 

Ao consolidar dados, projetos, resultados e perspectivas, o Relatório de Gestão do Pix 2023-2025 fortalece a transparência sobre a condução da iniciativa e oferece uma visão abrangente da trajetória do arranjo. O documento demonstra como o sistema evoluiu de uma inovação voltada à modernização dos pagamentos para uma infraestrutura essencial da economia brasileira, com potencial para continuar gerando benefícios para cidadãos, empresas e instituições financeiras nos próximos anos.


Do BC







Aplicativo do TSE permite denunciar irregularidades de campanha

Plataforma Pardal foi disponibilizada com o início do pleito de 2026



Com o início oficial da campanha eleitoral no domingo (16) para as Eleições Gerais de 2026, eleitoras e eleitores terão à disposição o aplicativo Pardal para denunciar irregularidades na propaganda eleitoral. A ferramenta já está disponível e permite registrar ocorrências diretamente pelo celular. 



Regulamentado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por meio da Portaria TSE nº 451/2026, o Pardal tem como objetivo facilitar a participação da sociedade na fiscalização das regras eleitorais e contribuir para o trabalho da Justiça Eleitoral na análise das denúncias. 


O aplicativo está disponível para ser baixado tanto no Google Play quanto na App Store. Após a instalção, o eleitor deve fazer a identificação, utilizando as credenciais do e-Título ou da conta na plataforma Gov.br. A identificação é necessária para o registro da ocorrência. Os dados do denunciante são protegidos e mantidos sob sigilo pela Justiça Eleitoral.



Com o aplicativo aberto, o eleitor deve informar o que aconteceu e, sempre que possível, indicar o local, a data e outras informações que ajudem na análise da ocorrência. O sistema conta com um assistente virtual que ajuda a classificar preliminarmente a denúncia como propaganda eleitoral irregular na internet ou outras formas de propaganda eleitoral irregular, como casos relacionados à propaganda nas ruas. 


Regras

Antes de concluir o registro, o aplicativo apresenta informações sobre as condutas permitidas e proibidas pela legislação eleitoral. A orientação ajuda a identificar se a situação presenciada pode, de fato, configurar uma irregularidade eleitoral. 


Para que a denúncia seja devidamente analisada pelos juízes eleitorais e cartórios, é fundamental apresentar evidências. Podem ser anexados fotos, vídeos, áudios e links de internet. Depois do envio, o Pardal gera um número de protocolo. Com ele, é possível acompanhar o andamento da ocorrência pelo próprio aplicativo ou pelo link encaminhado ao e-mail cadastrado. 


Algumas situações têm canais próprios de denúncia e não devem ser registradas no Pardal. Nesses casos, o próprio aplicativo orienta a pessoa sobre o canal adequado. 


Por exemplo, desinformação (fake news) que afetem a integridade do processo eleitoral devem ser reportados ao Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (SIADE). Outros possíveis crimes eleitorais devem ser encaminhados aos canais do Ministério Público Eleitoral (MPE).


*Com informações da Ascom do TRE-PE







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