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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Custo médio de vida em Pernambuco é de R$ 2.840, revela Serasa

Segundo a pesquisa, moradia é o segmento que mais pesa em Pernambuco, com o custo médio de R$ 850



O custo médio de vida em Pernambuco é de R$ 2.840 por mês, o que é R$ 1,2 mil maior que o salário mínimo. No Brasil, o custo de vida é de R$ 3.520. Os dados são da pesquisa “Custo de Vida no Brasil” realizada pela Serasa em parceria com o instituto Opinion Box, divulgada nesta segunda-feira (9). O levantamento considera gastos com moradia, contas recorrentes, supermercado, transporte, saúde, entre outros.


No estado, os valores relacionados com despesas essenciais e moradia são maiores que no Nordeste. Para as compras no supermercado, o custo médio em Pernambuco é de R$ 840. Já em relação às contas recorrentes, que incluem despesas como água, luz, internet e streaming, a média no estado é de R$ 430.


Nos gastos com moradia, que inclui aluguel, condomínio ou financiamento, o custo médio no estado é de R$ 850. Na região, segundo o levantamento, os valores médios são um pouco menores: R$ 780 (supermercado), R$ 420 (contas recorrentes) e R$ 800 (moradia).


Segundo o levantamento, na análise da composição do orçamento mensal, compras de supermercado, contas recorrentes e moradia, se destacam com maior peso no orçamento. As três categorias concentram, juntas, 57% dos gastos dos brasileiros. Além de prioritárias, essas despesas também são consideradas as mais difíceis de manter.


“Quando as despesas essenciais ocupam uma fatia tão grande do orçamento, sobra menos espaço para ajustes e imprevistos. Isso torna o planejamento financeiro ainda mais necessário, já que essas contas não podem ser adiadas e gastos emergenciais podem levar ao endividamento”, destaca Larissa Chidiac, especialista da Serasa em educação financeira.


De acordo com o último levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em janeiro de 2026, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 7.177,57 ou 4,43 vezes o mínimo reajustado em R$ 1.621,00.


Outros gastos


Os gastos com transporte e mobilidade e com saúde e atividade física no estado são de R$ 270 e R$ 450, respectivamente. Nesse caso, a média para o primeiro segmento é a mesma analisada para o Nordeste (R$ 270).


Já nos gastos em geral, como calçados, cosméticos e com pets, a média mensal em Pernambuco é de R$ 340, seguido por R$ 260 com lazer e R$ 410 com educação. De acordo com os dados registrados no Nordeste, os custos com lazer ainda são inferiores ao avaliado na região (R$270).


Do Diario de Pernambuco






Pequenos negócios de Pernambuco ampliam geração de empregos em 2025 na contramão do ritmo nacional

Micro e pequenas empresas responderam por mais de 76% das vagas criadas por empresas no estado



Em 2025, as micro e pequenas empresas (MPEs) pernambucanas ampliaram a sua contribuição para o mercado de trabalho, reforçando o papel do segmento como principal motor da empregabilidade no estado.


o ano com saldo positivo de 52.538 empregos gerados – um crescimento de 3,45% na comparação com 2024, quando foram criadas 50.783 vagas. As médias e grandes empresas (MGEs) também apresentaram crescimento em Pernambuco, com saldo de 16.403 postos de trabalho no período. Os dados, compilados pelo Sebrae, são do Caged. 


O resultado estadual contrasta com o cenário nacional. No Brasil, embora tenha sido mantido o saldo positivo de empregos tanto entre as MPEs quanto entre as MGEs, o ritmo de geração foi inferior ao observado em 2024. 


Entre os pequenos negócios, a desaceleração chegou a 15,9%, com 1.030.434 empregos gerados em 2025 contra 1.224.615 no ano anterior. Já entre as médias e grandes empresas, a redução foi ainda mais acentuada: o saldo caiu de 413.182 empregos criados em 2024 para 170.193 em 2025 – uma retração de 58,8%. 


Líder de Inteligência de Mercado do Sebrae-PE, Sylvia Siqueira comenta que as micro e pequenas
empresas de Pernambuco apresentaram comportamento consistente de geração de vagas ao longo de todo o ano, exceto em dezembro. “Os dados mostram que Pernambuco conseguiu ampliar o mercado de trabalho, mesmo em um contexto nacional de desaceleração do número de vagas. Esse resultado indica maior resiliência dos pequenos negócios no estado e uma relevante contribuição deste grupo para reduzir a taxa de desocupação, que ainda é considerada a maior do Brasil”, analisa a economista.  


Considerando exclusivamente os empregos gerados por empresas, as MPEs responderam por 76,2% do saldo positivo de vagas em Pernambuco em 2025. Para o superintendente do Sebrae/PE, Murilo Guerra, esse alcance confirma a importância estratégica dos pequenos negócios para a economia do estado. “Quando as micro e pequenas empresas crescem, o emprego se espalha pelos territórios. Esse resultado mostra que investir no fortalecimento dos pequenos negócios é investir em desenvolvimento econômico local”, frisa. 


Recife respondeu, sozinho, por uma a cada quatro vagas formais geradas pelas micro e pequenas empresas em Pernambuco em 2025. Com saldo de 14,3 mil empregos, a capital liderou com ampla vantagem o ranking estadual, concentrando 27,2% das novas admissões realizadas por MPEs no período. Já os municípios com população entre 100 mil e 900 mil habitantes responderam, juntos, por 42% das contratações.


No último mês do ano passado, Pernambuco registrou saldo negativo de 4.821 postos de trabalho nas MPEs, e de 4.140 nas MGEs. Ainda assim, mesmo em um período de menor dinamismo, alguns segmentos de micro e pequenas empresas apresentaram desempenho positivo no estado, com destaque para a incorporação de empreendimentos imobiliários, com saldo de 101 empregos; o segmento de restaurantes e outros serviços de alimentação e bebidas (83); a construção de obras de artes especiais (82); as atividades de condicionamento físico (74); e o fornecimento e a gestão de recursos humanos para terceiros (68). 


Da Folha de Pernambuco






Adagro apreende mais de 17 toneladas de agrotóxicos armazenados irregularmente em Petrolina

Os responsáveis foram autuados, já que o estabelecimento não possui registro na Adagro



Em atendimento a uma denúncia, a Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro) realizou, esta semana (dia 10 de fevereiro de 2026), uma ação de fiscalização que resultou na apreensão de aproximadamente 17 toneladas de agrotóxicos armazenados de forma irregular em um galpão localizado na zona urbana de Petrolina.



Além da apreensão dos agrotóxicos, os responsáveis pelo armazenamento foram autuados, uma vez que o estabelecimento não possui registro na Adagro para a atividade, encontrando-se em desacordo com a legislação vigente. Conforme o Decreto Estadual nº 31.246/2007, compete à Adagro fiscalizar o comércio, o transporte, o armazenamento, o uso, a aplicação e a destinação final de embalagens e resíduos de agrotóxicos.



“A norma também determina que pessoas físicas e jurídicas que produzem, comercializam, armazenam, transportam, utilizam ou aplicam esses produtos devem estar registradas junto ao órgão. O armazenamento irregular pode trazer sérios riscos ao meio ambiente e a população. ” Salientou o superintendente de Defesa e Inspeção Vegetal, Jurandir Cavalcante.



A Adagro informa que antes de realizar qualquer armazenamento ou comercialização de agrotóxicos, a empresa deverá procurar a Agência para obter informações e regularizar sua situação junto ao órgão. Também está disponível no site oficial da Adagro www.adagro.pe.gov.br  o checklist com as exigências a serem cumpridas.


O responsável pelo local foi orientado quanto aos procedimentos necessários para a obtenção do registro junto à Adagro. A operação foi planejada em conjunto com a Diretoria de Defesa e Inspeção Vegetal e executada por fiscais e assistentes de defesa vegetal da Regional Petrolina, com apoio da Polícia Militar (PM).


Participaram da ação a gerente regional da Adagro em Petrolina, Maria Lisiê Santana, as fiscais Fernanda Araújo, Marisa Santana e Virginia de Souza, o assistente de defesa agropecuária Marcelo Bernardino e o auxiliar de defesa José Siqueira.


A Adagro cumpre seu compromisso social de proteger a sociedade e garantir as boas práticas no uso de insumos agropecuários.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Primor marca presença no Galo da Madrugada com sabores e influência regional

A Primor, marca do Grupo JBS, retorna ao Galo da Madrugada, no Recife, com ações que destacam a cultura e a gastronomia nordestina ao longo do desfile do “Maior Bloco de Rua do Mundo”.


No camarote oficial, a marca assina um espaço de degustação focado em ícones da culinária pernambucana, como o bolo de rolo e o bolo de noiva. Além da experiência gastronômica, a Primor leva para as ruas um trio elétrico comandado por uma artista regional, reforçando sua conexão com as expressões culturais do Estado.


Para amplificar a presença digital, um time de influenciadoras composto por Eslovênia Marques, Samara Souto e Gabi Macofi fará a cobertura em tempo real, compartilhando os bastidores e a energia da folia com seus seguidores.


“Apoiar o Galo da Madrugada é uma forma de celebrar a cultura e a gastronomia do Nordeste”, afirma Tannia Fukuda Bruno, diretora de marketing da marca. “Produzida em Pernambuco, Primor tem uma relação histórica com o público nordestino, que reconhece a marca como a mais lembrada da região pelo Top of Mind por 15 anos consecutivos. Isso mostra que estamos presentes nas mesas, nas tradições e nos momentos de celebração de milhares de famílias”, completa.


A atuação no Carnaval do Recife se soma a outras iniciativas culturais apoiadas pela Primor nos últimos anos, como o São João de Caruaru (PE) e de Campina Grande (PB).


Sobre a Primor


A história da margarina Primor remonta a mais de seis décadas, consolidando-se nas mesas das famílias brasileiras. Desde 2020, sob a gestão da Seara, a Primor tem ampliado sua participação. Fabricada em Pernambuco e reconhecida por sua qualidade e conexão com as regiões Norte e Nordeste, a marca é uma presença constante no cotidiano do nordestino. Além de sua tradição, destaca-se pela inovação, parcerias estratégicas e investimentos em pesquisa. Primor é sinônimo de qualidade, tradição e confiabilidade.


Por Gabriella Guerra - ASCOM






Seara leva trio elétrico e estrutura de churrasco ao Galo da Madrugada

Marca apoia o “Maior Bloco de Rua do Mundo” pelo segundo ano consecutivo


O Galo da Madrugada volta a ocupar as ruas do Centro do Recife neste sábado (14) e, pelo segundo ano consecutivo, a Seara participa do desfile como patrocinadora oficial do bloco. Para esta edição, a marca preparou uma operação que une entretenimento e experiência gastronômica.


Ao longo do percurso do desfile, a empresa do Grupo JBS montará uma barraca de churrasco aberta ao público, com venda de produtos da Linha Churrasco Seara, como linguiças e cortes de aves e suínos, a preços acessíveis. A marca também estará no Camarote Oficial do Galo, com ações de degustação para convidados.


Outro destaque da participação é a assinatura do trio elétrico comandado pelo cantor André Rio, um dos nomes mais tradicionais do Carnaval pernambucano, que anima os foliões durante o trajeto do bloco.


“Seara é uma marca que já está muito presente em grandes eventos. Estar no Carnaval do Recife, especialmente em uma festa como o Galo da Madrugada, nos aproxima ainda mais do consumidor e amplia a degustação dos nossos produtos. A proposta é contribuir para que a folia seja ainda mais saborosa”, afirma Tannia Fukuda Bruno, diretora de Marketing da Seara.


Além do Recife, a marca também realiza ações durante o Carnaval em outras capitais brasileiras, como Rio de Janeiro e Salvador.


Por Gabriella Guerra - ASCOM






Bebê é transportada de helicóptero entre Surubim e Recife

Uma bebê de nove meses que apresentou um quadro de convulsão foi transportada de helicóptero para receber atendimento especializado, nesta segunda-feira (9), entre Surubim, no Agreste, e a capital pernambucana. O transporte foi realizado em uma ação conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e SAMU Metropolitano Recife.


Por volta das 11h, a central de regulação do SAMU acionou a equipe aeromédica, após receber informações de que a bebê havia apresentado dois episódios de convulsão febril e estava em uma unidade de saúde de Surubim. A avaliação médica indicou a internação em uma unidade de saúde especializada e a equipe chegou à cidade para transportar a criança, que estava acompanhada pela mãe.


O transporte foi realizado até o campo do Derby, na área central do Recife, e de lá a bebê seguiu na ambulância do SAMU até o Hospital da Restauração.




Fotos: PRF/SAMU

Da PRF






segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Fornecedores de cana de Pernambuco articulam projeto para amenizar impactos do tarifaço

Foto: Divulgação

Em Pernambuco, a redução dos preços do açúcar e da cana moída gerou prejuízo de R$ 500 milhões ao setor


Os fornecedores de cana-de-açúcar de Pernambuco estão articulando um projeto para a aquisição e entrega de adubo nos municípios com produções impactadas pelo tarifaço imposto pelos Estados Unidos. O objetivo é aumentar a produtividade e equilibrar os custos da produção. Sem adubo a produtividade pode cair até 20% ou chegar a 30%


Para debater o projeto, representantes do setor se reuniram com o secretário da Casa Civil, Túlio Villaça, nesta quinta-feira (5), no Palácio do Campo das Princesas.


O presidente da Associação dos Fornecedores de Cana-de-Açúcar (AFCP), Alexandre Andrade Lima, explica que, além das barreiras comerciais dos EUA, o setor da cana também foi impactado por outros fatores.


“A gente teve um prejuízo nos preços da cana moída, de agosto a dezembro de 2025, de R$ 500 milhões. Começou a contar a partir do tarifaço de Trump, depois veio o preço do mercado internacional de açúcar, a Bolsa de Nova York. Os preços caíram muito, o que reflete diretamente no preço da matéria-prima, que é a cana-de-açúcar”, disse.


USINAS


Segundo dados da AFCP, de agosto a dezembro de 2025, a moagem das 13 usinas reduziu 18,3% em comparação ao mesmo período, reflexo da baixa no preço, cenário de queda geralmente apresentado em tempo de seca.


Mesmo com custos de produção maiores, o preço da cana reduziu 20,4%, com a tonelada comercializada por R$ 137,23 em média, ante R$ 172,46 do período anterior. Em Pernambuco, são 13 usinas ativas no estado e mais de 10 mil fornecedores de cana de açúcar.


O presidente da AFCP explica que o programa para a distribuição do fertilizante pelo governo não é algo novo, já aconteceu nos governos de Jarbas, Miguel Arraes e Eduardo Campos.


“Como a crise tinha passado, nunca mais a gente tinha tido essa ajuda, mas agora a gente recorreu ao governo do estado para não ter uma queda muito grande na produção na próxima safra, em decorrência de um produtor não conseguir adubar o canavial”, detalha.


A expectativa é de que 36 mil toneladas do fertilizante sejam distribuídas em 50 municípios atingidos, sendo 25 na Zona da Mata Norte e outros 25 na Zona da Mata Sul. O projeto está sendo avaliado pelo Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) e deve ser apresentado também na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), na próxima segunda-feira (9).


O projeto tem apoio do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool de Pernambuco (Sindaçúcar-PE). “É um projeto emergencial em função da manutenção da atividade produtiva dos fornecedores de cana, que são responsáveis por 50% das matérias primas que geram o produto final através das usinas. O projeto crucial para que a gente mantenha um volume de produção na faixa de 13 milhões de toneladas,”, destaca o presidente do Sindaçúcar, Renato Cunha. Segundo ele, o ponto de equilíbrio da produção no estado é de cerca de 16 milhões de toneladas da cana.


Do Diario de Pernambuco



Chuva forte causa alagamentos e transtornos em Surubim

Foto: Luís Germano - Negócios & Informes
A forte chuva registrada na tarde desta sexta-feira (6) provocou diversos transtornos em Surubim. Ruas ficaram alagadas, casas foram invadidas pela água e veículos chegaram a ficar parcialmente submersos em diferentes pontos da cidade.


Moradores utilizaram as redes sociais para divulgar vídeos que mostram automóveis cobertos pela água até a metade como na Rua José Malaquias Guerra, perto do Corpo de Bombeiros. O trecho é conhecido por apresentar alagamentos sempre que ocorrem chuvas mais intensas.


Outra área que também alagou e deixou um carro quase totalmente encoberto foi nas proximidades do supermercado Novo Atacarejo (clique aqui e assista). Na Rua Manoel Fernandes de Oliveira, no bairro São Sebastião, o acúmulo de água impediu o trânsito de veículos, causando dificuldades para motoristas e pedestres.


Alagamentos foram registrados ainda nas Ruas Jerônimo Heráclio e Manoel Lourenço, no Centro, locais que inundam com frequência durante temporais.


A chuva teve início por volta das 13h e durou cerca de 1h30. De acordo com dados da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), o volume foi de 56,13 milímetros, o maior registrado em Pernambuco nas últimas 24h.


A precipitação supera em quase 50% a média climatológica do mês que é de 38 milímetros.


Do Correio do Agreste






sábado, 7 de fevereiro de 2026

Solenidade marca a entrega da modernização do Edifício José de Anchieta

O Edf. José de Anchieta é reinaugurado em noite com presença de autoridades políticas e parceiros do Senac Pernambuco



O último dia 3 de fevereiro foi marcado por celebração no Senac Pernambuco. Na ocasião, foi inaugurada a modernização do edifício José de Anchieta, que vai abrigar o Centro de Educação Profissional do Recife (CEP), trazendo salas de aula funcionais, laboratórios com equipamentos de ponta, mais acessibilidade e conforto para os alunos. A ocasião contou com a presença de mais de 100 pessoas, entre elas, diversas autoridades políticas do Estado, além de representantes de instituições parceiras.



O edifício, primeira sede própria do Senac PE, inaugurado em 1972, foi totalmente requalificado e recebeu investimento de R$34 milhões. Com uma área total de 4.384,95 metros quadrados, o prédio tem capacidade para receber até 700 alunos por turno. Ao todo, são 10 pavimentos, 11 salas de aula e nove laboratórios, sendo cinco voltados à área de Tecnologia e à Cultura Maker e os demais destinados às áreas de Saúde, Artes e Rádio e TV. A estrutura também conta com ambientes pedagógicos e cada andar inclui áreas de convivência e banheiros adaptados para pessoas com deficiência (PCDs).



A cerimônia contou com corte de fita e descerramento de placa de inauguração, além de visita aos novos ambientes. Em seu discurso, o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac PE, Bernardo Peixoto, reafirmou os investimentos estratégicos do Senac para a modernização e qualificação de suas estruturas educacionais em todo o estado, como a construção da unidade de Educação Profissional em Jaboatão dos Guararapes, reforma no Centro de Educação em Petrolina, modernização do auditório principal em Caruaru, melhorias estruturais em Serra Talhada, além da entrega das novas unidades móveis, somando um total de R$ 144,4 milhões em investimentos. “Este número reflete o compromisso do Senac Pernambuco com inovação, sustentabilidade, interiorização do desenvolvimento e excelência na educação profissional”, afirmou o presidente.



Durante a cerimônia, houve também o anúncio de que todas as unidades do Senac no Estado contarão com um banco vermelho, símbolo do combate ao feminicídio, reforçando o compromisso da instituição com a conscientização, o enfrentamento à violência contra a mulher e a promoção de uma cultura de respeito e equidade. Andrea Medeiros, representante do Instituto Banco Vermelho (IBV), falou sobre a aprovação da Lei Federal nº 14.942/24, que integra o Banco Vermelho à política pública nacional de enfrentamento ao feminicídio.








Percentual de famílias com dívidas cresce, mas inadimplência cai

CNC mostra que 79,5% tinham débitos a acertar em janeiro



O indicador que mede o percentual de famílias brasileiras que têm dívidas como cartão de crédito e financiamentos alcançou 79,5% em janeiro, patamar mais alto já registrado, igualando recorde de outubro passado. 


O dado faz parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada nesta terça-feira (6) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).


Por outro lado, a quantidade de famílias que não conseguiu pagar essas dívidas no prazo caiu pelo terceiro mês seguido.



Em dezembro, o nível de endividamento estava em 78,9%, enquanto, em janeiro no ano passado, abrangia 76,1% das famílias.


Ao analisar os dados de janeiro de 2026, percebe-se que o endividamento é mais presente em famílias que ganham até três salários mínimos, chegando a 82,5% delas.


Já nas com renda superior a dez salários mínimos, o indicador recua para 68,3%. Desde janeiro, o salário mínimo é fixado em R$ 1.621.


Perfil da dívida
O levantamento revela que o cartão de crédito é a forma de endividamento mais presente no endividamento das famílias:

  • Cartão de crédito: 85,4%
  • Carnês: 15,9%
  • Crédito pessoal: 12,2%
  • Financiamento de casa: 9,6%
  • Financiamento de carro: 8,7%
  • Crédito consignado: 6%
  • Cheque especial: 3,4%
  • Outras dívidas: 2,5%
  • Cheque pré-datado: 0,3%

A pesquisa identificou que o comprometimento médio com as dívidas é de 7,2 meses isso significa que esse é o tempo médio que falta para que as famílias quitem essas contas.

Já a parcela da renda gasta com as dívidas ocupa em média 29,7% do orçamento familiar, segundo a Peic. Uma em cada cinco famílias (19,5%) afirmaram ter mais da metade dos rendimentos comprometidos com dívidas.

O levantamento é feito com 18 mil famílias de todo o país. São levadas em conta dívidas com cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, cheque pré-datado e prestações de carro e casa.

A CNC ressalta que dívida não é necessariamente um comportamento financeiro negativo, uma vez que é uma forma de direcionar dinheiro para o consumo, o que aquece a economia como um todo.

No entanto, a instituição adverte que o índice de endividamento preocupa quando as famílias começam a apresentar dificuldade na capacidade de honrar os pagamentos, a chamada inadimplência.

Dívidas atrasadas

A pesquisa identificou que a inadimplência em janeiro ficou em 29,3%, marcando o terceiro mês seguido de recuo, ou seja, cai desde outubro, quando estava em 30,5%.

A parcela de famílias com conta atrasada é maior à medida que diminui o rendimento domiciliar. Nos lares com renda de até três salários mínimos, o percentual é 38,9%. Já entre consumidores que recebem mais de dez mínimos, fica em 14,9%.

A pesquisa apurou que o tempo médio de pagamento em atraso ficou em 64,8 dias em janeiro. A CNC identificou ainda que 12,7% das famílias disseram que não terão condições de pagar dívidas atrasadas.

Juros altos

De acordo com a CNC, os juros altos dificultam a amortização das dívidas e tornam o orçamento cada vez mais apertado.

A taxa básica de juros da economia, a Selic, está em 15% ao ano, maior patamar desde julho de 2006 (15,25%).

O percentual é determinado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) e influencia as demais taxas praticadas no mercado, como os juros ao consumidor.

A Selic está mantida em nível elevado como ferramenta de combate à inflação. O índice oficial de inflação (IPCA) chegou a ficar 13 meses fora do teto da meta do governo (4,5% ao ano), voltando para o intervalo de tolerância em novembro de 2025.

A Selic alta age na economia de forma restritiva, ou seja, encarece operações de crédito e desestimula investimentos e consumo. O impacto esperado é menor procura por produtos e serviços, esfriando a inflação. O efeito colateral é que economia em marcha lenta tende a diminuir a geração de empregos.

Projeção

A CNC projeta que o endividamento das famílias deve seguir em alta, ao menos no primeiro semestre, chegando a 80,4% em junho.

Para a inadimplência, a estimativa é redução até encostar em 28,9% em junho. De acordo com o economista-chefe da CNC, um dos motivos para a regressão é queda da taxa Selic, já indicada pelo Banco Central a partir de março.

“A gente vem em um patamar [de juros] muito elevado, então vai levar um certo tempo para que esse desaperto monetário seja sentido também no mercado de crédito”, avalia.

“Começando em março, provavelmente no início do terceiro trimestre, final do segundo trimestre, as famílias já devem se deparar com uma taxa de juros significativamente menor”, completa.

Por Agência Brasil







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