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terça-feira, 20 de novembro de 2018

Celpe e Senai celebram termo de cooperação para incentivar projetos de inovação em Eficiência Energética

Imagem: Divulgação/Reprodução

A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), empresa do Grupo Neoenergia, e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), celebraram um termo de cooperação  para o desenvolvimento de  soluções inovadoras em Eficiência Energética. Direcionado às startups, Micro e Pequenas Empresas e, também, ao Micro Empreendedor Individual (MEI), a iniciativa irá selecionar projetos que receberão aporte para o desenvolvimento de novas tecnologias ou metodologias focadas em eficiência energética. 


Chamada de Desafio Nova Energia, a ação faz parte do Edital de Inovação para a Indústria, do Senai e recebe suporte do Programa de Eficiência Energética da Celpe, e das demais distribuidoras do Grupo Neoenergia, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O intuito é fomentar o desenvolvimento de projetos em três áreas de interesse: soluções para redução do consumo de energia nas unidades consumidoras, geração distribuída e novas tecnologias educacionais com foco no tema de eficiência energética. O projeto deve incentivar o desenvolvimento de soluções inteligentes que facilitem maior eficiência no uso diário da energia elétrica. Além do suporte do Senai, a iniciativa conta, ainda, com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Serviço Social da Indústria (Sesi). 

A seleção será realizada por chamada pública, com a publicação do edital no dia 10 de outubro, pelo Senai - Cimatec, e replicação nos sites das distribuidoras: Celpe (PE), Coelba (BA), Cosern (RN) e Elektro (SP/MT). As ideias selecionadas receberão aporte da concessionária no valor de R$ 600 mil, e mais R$ 600 mil em horas técnicas de especialistas e uso de infraestrutura do Senai,  em um período de até 12 meses.  

Assinatura – Participaram da formalização do convênio, no edifício sede da Celpe, o diretor presidente da Celpe, Antonio Carlos Sanches; o gerente executivo de Tecnologia e Inovação do Senai - Cimatec, Flávio Marinho e a gerente de Eficiência Energética da Celpe, Ana Mascarenhas.

Da ASCOM

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Cresce número de barragens sob risco de ruptura no país; Jucazinho apresenta fissuras e deterioração no concreto

Foto: Alfeu Tavares/Arquivo
Barragem de Jucazinho, em Pernambuco, necessita de R$ 40 milhões para voltar a atender os padrões de segurança

Ao menos 45 barragens do Brasil estão vulneráveis e podem apresentar risco de rompimento. Os números são de relatório da Agência Nacional de Águas (ANA)), que considera dados de 2017. No levantamento publicado no ano passado, que se baseou em dados de 2016, os reservatórios preocupantes eram 25.

A maioria das barragens classificadas como vulneráveis estão no Nordeste, especialmente na Bahia e em Alagoas, e mais da metade (25) são de responsabilidade do poder público. Nove já eram consideradas de risco no relatório de 2017, indicando que nada ou muito pouco foi feito para recuperá-las. Os problemas citados são muitos: rachaduras, infiltrações, buracos, vertedores (que medem a vazão da água) quebrados e falta de documentação que comprove a segurança do reservatório.

O balanço da ANA é o segundo produzido após o maior desastre ambiental da história recente do país, quando o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), sob responsabilidade da mineradora Samarco, provocou a morte de 19 pessoas e poluiu o rio Doce, em novembro de 2015. Em anos anteriores, a agência nacional tinha balanços sem a mesma classificação de barragens vulneráveis.

No relatório mais recente, a fiscalização constatou que, em uma barragem de Camaçari, na Bahia, havia árvores e formigueiros comprometendo o equipamento. Já em Santa Bárbara, no Rio Grande do Sul, seriam necessários R$ 10 milhões para corrigir falhas na comporta e em outros componentes da estrutura.

Apesar do aumento de 80% no número de reservatórios considerados vulneráveis, a ANA diz acreditar que os dados são subdimensionados. Isso porque o relatório anual é feito a partir de informações fornecidas pelos órgãos fiscalizadores, e nem todos enviaram relatórios completos da situação. 

Muitos ainda nem terminaram de catalogar as barragens sob sua jurisdição, embora o cadastro tenha sido estabelecido por lei de 2010. Em 570 barragens não se sabe nem quem é o responsável -ou o "dono"- do reservatório.

O diagnóstico da agência é que, embora se tenha avançado bastante no cadastramento -em 2013 eram 4.437 registradas, contra 24.092 em 2017-, ainda há muito a fazer nesse sentido. Em 76% dos casos não é possível saber se a barragem é submetida à Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB) por falta de informação a respeito do equipamento.

Criada em 2010 por lei federal, a PNSB tem como objetivo garantir padrões de segurança que minimizem acidentes e os efeitos destes no meio ambiente e nas populações vizinhas às barragens. Não são todos os equipamentos, porém, que precisam se adequar ao estabelecido pela lei -o que não significa que outros reservatórios não precisem seguir padrões de segurança e conservação. Como critério, a PNSB especifica características de altura, capacidade de armazenamento de água, periculosidade dos resíduos e gravidade do dano social e ambiental em caso de rompimento.

Em tese, a fiscalização dos órgãos estaduais e federais -há 41 com potencial fiscalizador, mas só 33 efetivamente fiscalizam os equipamentos- é restrita aos reservatórios que se enquadram nos critérios da PNSB. Mas até para saber se as barragens têm as características estabelecidas pela lei é necessário, muitas vezes, que a equipe vá até o local fazer medições.

Esse trabalho é prejudicado pelo pequeno número de fiscais. Em 2017, havia apenas 154 funcionários para fiscalizar todas as barragens do país -há 4.510 na PNSB -, entre estaduais e federais, e nove estados não fizeram nenhuma ação de fiscalização em todo o ano. Das barragens cadastradas, só 3% foram vistoriadas pelos órgãos fiscalizadores.

A lei não chega a prever punições a quem descumprir as recomendações, mas os estados podem emitir regulações específicas e aplicar multas. Para Fernanda Laus, que coordenou o relatório da ANA, mais que a equipe reduzida, o que atrapalha é a alta rotatividade dos funcionários. "O número de fiscalizadores nunca vai ser suficiente, mesmo porque aumentar a equipe de fiscalização aumenta o custo. O gargalo nem seria tanto a quantidade de técnicos que trabalham na fiscalização, mas a rotatividade da equipe. O técnico é treinado, se capacita. Daí com um ou dois anos ele sai. A maioria dos órgãos tem baixos salários. A pessoa procura outras alternativas", diz.

Laus também critica o que chama de falta de consciência dos empreendedores, os "donos" das barragens. Eles podem ser os proprietários da terra onde estão os reservatórios ou quem explora o equipamento, seja para uso próprio (uma empresa de mineração, por exemplo) ou coletivo (abastecimento de água de uma cidade).
Segundo ela, muitos não investem na manutenção dos equipamentos nem se preocupam com alguns aspectos básicos de segurança.

"Todo mundo que tem barragem tem que ter consciência de mantê-la. Se não tem recursos para isso, não pode ser proprietário. É uma responsabilidade que a pessoa assume. São estruturas necessárias para o desenvolvimento de sociedades, mas podem, sim, causar acidentes, mesmo as pequenas", afirma Laus.

Em abril deste ano, duas crianças morreram após o rompimento de barragens em Paragominas, no Pará, e mais de 2.000 famílias foram afetadas pelas enchentes.

Outro ponto preocupante é a restrição dos recursos para obras de recuperação das barragens. A verba até chega a ser reservada, mas não é efetivamente investida. Em 2017, foram aplicados 73% dos recursos previstos na esfera federal e só 23% na esfera estadual.

Pernambuco

Um exemplo problemático é o Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs). O órgão, responsável por mais de 300 barragens, teve R$ 5,7 milhões para aplicar em segurança dos reservatórios no ano passado. Destes, pouco mais de R$ 3 milhões foram empenhados, e só R$ 1,4 milhão de fato foi aplicado. Ainda que aplicasse todos os recursos disponíveis, faltaria ao Dnocs verba para arcar com custos de manutenção. Para se ter ideia, só a barragem de Jucazinho, em Pernambuco, necessita de R$ 40 milhões para voltar a atender os padrões de segurança.

"Existe uma lacuna entre o planejamento e a aplicação. Os recursos são limitados, e é preciso ter uma estratégia inteligente e priorizar ações onde é necessário", conclui Laus.

Da Folha de PE

Brasil tem matriz energética menos poluente entre as grandes economias

Foto: Reprodução / Wikipédia
O Brasil é o país que apresenta a matriz energética menos poluente entre os grandes consumidores globais de energia, sendo a nação com maior participação de fontes renováveis, mostra o Relatório sobre Mercado de Energias Renováveis 2018 da Agência Internacional de Energia (AIE).

Segundo o estudo, o país deverá somar quase 45% de fontes renováveis no consumo final de energia em 2023, principalmente em função da bionergia nos transportes e na indústria e da hidroeletricidade, no setor elétrico. Atualmente, esse percentual corresponde a cerca de 43%.

Para o diretor executivo da AIE, Faith Birol, o Brasil é “a estrela ascendente no uso sustentável da energia”. “A enorme parcela de renováveis na matriz energética brasileira é uma fonte de inspiração para muitos países em todo o mundo. A ênfase que o governo brasileiro tem colocado nas energias sustentáveis é única”, disse Birol, em mensagem enviada para o lançamento do relatório no Brasil no Palácio Itamaraty.

O analista de Mercados de Energias Renováveis da AIE, Heymi Bahar, também destacou a liderança do Brasil na energia renovável. “Queremos que outros países sigam os passos do Brasil na questão dos renováveis para cumprir os compromissos do Acordo de Paris [sobre mudanças climáticas]. O país tem muito a mostrar ao mundo”, disse Bahar, um dos principais autores do documento.

O relatório indica que o ano de 2020 será “crucial” para as políticas de biocombustíveis ao redor do mundo pois entrará em vigor na China a mistura obrigatória de 10% de etanol à gasolina. Além disso, no Brasil, prevê-se que a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio), regulamentada este ano, fortalecerá as bases econômicas da produção de biocombustíveis, acelerando os investimentos em nova capacidade instalada e na produção de usinas existentes. Ainda segundo o estudo, até 2020, a política de biocombustíveis recentemente anunciada na Índia também deverá resultar em aumento da produção.

De acordo com o levantamento, a bioenergia moderna (etanol, biodiesel) representou 50% do consumo energético global no ano passado, quatro vezes mais que as fontes solar fotovoltaica e eólica combinadas. Em 2023, segundo a projeção da AIE, a bioenergia deverá permanecer como a principal fonte de energia renovável, “embora sua participação proporcional deva diminuir ligeiramente, devido à expectativa de aceleração da expansão das fontes eólica e solar fotovoltaica no setor elétrico”.

O relatório projeta que a participação de fontes renováveis na demanda energética global deverá aumentar para 12,4% em 2023, um quinto a mais que no período 2012-2017, e que as energias renováveis vão responder por cerca de 40% do crescimento do consumo energético mundial projetado para os próximos cinco anos.

O subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Ministério das Relações Exteriores, embaixador José Antonio Marcondes, destacou a importância da plataforma para o Biofuturo, iniciativa multilateral de 20 países para promoção da bioeconomia sustentável de baixo carbono, concebida pelo governo brasileiro e lançada em 2016.

Marcondes disse que a iniciativa multilateral já contribui para estimular mudanças positivas em vários países, como na China, que anunciou recentemente plano de implementar a política nacional de mistura de etanol; no Canadá, onde está em elaboração um plano que “será exemplo de política sofisticada de redução de carbono na matriz de transportes”, e na Índia, que manifestou interesse em investir em biorerefinarias avançadas.

“O relatório mostra que o Brasil fez escolhas corretas, com políticas de estímulo ao uso do biocombustível, que tem expressões no plano interno, com a RenovaBio, e no plano externo, na plataforma do Biofuturo, na qual o Brasil exerce papel de liderança”, disse o embaixador. 

Da Agência Brasil

domingo, 18 de novembro de 2018

Clube de Astronomia realiza encontro pela primeira vez em Surubim

O Clube de Astronomia de Surubim realiza o primeiro encontro no dia 03 de dezembro, a partir das 19h, no Centro Cultural Dr. José Nivaldo. O evento será aberto ao público (não paga nada) e contará com a presença do Professor Miranda (UFRPE) e Carlos Galindo (escritor). Atrações: Observação com telescópios; Palestra sobre Astronomia; Criação e lançamentos de foguetes de PET.

Mais informações podem ser conferidas na Página do Clube: www.facebook.com/AstronomiaSurubim
Imagem: Divulgação/Reprodução

Atividade econômica cresce 1,74% no terceiro trimestre

Foto: Arquivo/Agência Brasil
A economia brasileira registrou crescimento no terceiro trimestre deste ano. A expansão, calculada pelo Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período), divulgado nesta sexta-feira (16), chegou a 1,74% na comparação com o segundo trimestre. Em setembro, comparado a agosto, houve queda de 0,09%.

Na comparação com o terceiro trimestre de 2017, o crescimento do IBC-Br chegou a 1,72%. No ano, o IBC-Br registra expansão de 1,14% e, em 12 meses encerrados em setembro, o crescimento de 1,45%. O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajudar o Banco Central a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. Mas o indicador oficial sobre o desempenho da economia é o Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Da Agência Brasil

Pernambuco pode ter veículo mais caro do País

Os automóveis que custam acima de R$ 50 mil
podem ser atingidos pela Mudança
Foto: Honda Civic 2019/Divulgação
O pernambucano pode ter que pagar a maior carga tributária do Brasil na hora de comprar um carro novo, caso o Projeto de Lei 2097/2018 - proposto pelo governador Paulo Câmara a fim de aumentar a arrecadação estadual - passe pela Assembleia Legislativa do Estado (Alepe). É que o texto sugere uma cobrança adicional de dois pontos percentuais na alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que é cobrada na venda de veículos novos de mais de R$ 50 mil. A taxa, que é de 12% em todo o Brasil, segundo a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), iria, então, para 14% em Pernambuco.

“Seremos o único estado do Brasil a cobrar 14% de ICMS nos veículos. Por isso, o pernambucano terá o carro mais caro do Brasil”, reclamou o diretor da Fenabrave em Pernambuco, Marcony Mendonça, calculando que a mudança representa um acréscimo de R$ 1 mil em um automóvel de R$ 50 mil. Ele destacou ainda que, apesar de o Governo do Estado alegar que este Projeto de Lei sobretaxa produtos de luxo, no caso dos veículos, serão atingidos justamente os modelos mais procurados pelos consumidores.

“Hoje, quase todos os carros novos valem mais que R$ 40 mil. Por isso, os veículos acima de R$ 50 mil representam 70% das nossas vendas”, revelou Mendonça, dizendo que ficarão isentos da tributação extra apenas os carros compactos como o Renault Kwid e o Fiat Mobi, que são mais baratos. E ainda haverá aumento tributário nas motos com mais de 250 cilindradas.

O setor acredita, então, que as vendas de automóveis serão diretamente atingidas pela medida. Afinal, o aumento chega no momento em que a economia ainda está se recuperando da crise dos últimos anos. “O consumidor segue em uma situação difícil e não aguenta pagar mais imposto. Então, se houver aumento tributário, as vendas vão cair”, declarou o diretor da Fenabrave.

Por conta disso, Mendonça acredita que, além de prejudicar a população, o Projeto de Lei 2097 pode ter um efeito reverso nas contas do governo. É que, ao invés de aumentar a sua arrecadação, o Estado pode receber menos tributos por conta da possível queda nas vendas.

“Os consumidores vão acabar comprando nos estados vizinhos, que ainda cobram 12% de ICMS. Eles podem sair do Recife e ir comprar em João Pessoa pagando menos. Ou sair de Petrolina para comprar em Juazeiro. E, com isso, o governo vai perder o imposto para outros estados”, afirmou Mendonça, dizendo que, por isso, as concessionárias que ficam na divisa com outros estados devem ser as mais atingidas pelo adicional de ICMS.

O diretor da Fenabrave ainda admitiu que, se tudo isso se consolidar, as concessionárias pernambucanas podem ter que fazer novas demissões. Ele explicou que, apesar de ter crescido um pouco nos últimos meses, as vendas de veículos também estão tentando se recuperar da recessão. “Ainda estamos longe do que éramos. Por isso, se as vendas voltarem a cair, teremos que fazer ajustes, cortando despesas ou até reduzindo o quadro de pessoal das concessionárias”, lamentou Mendonça.

Para evitar tudo isso, a diretoria estadual da Fenabrave vai procurar representantes do Estado para discutir a medida. A expectativa é que a reunião seja marcada nos próximos dias com a Secretaria da Fazenda de Pernambuco (Sefaz-PE), já que o governador Paulo Câmara está viajando de férias. Procurada pela reportagem, a Sefaz-PE não se pronunciou sobre o assunto.

No Projeto de Lei, o governo explica apenas que o adicional de ICMS dos veículos será incluído no Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza, ajudando a financiar o pagamento anual extra de R$ 150 para os beneficiários do Bolsa Família.

Da Folha de PE

sábado, 17 de novembro de 2018

Segunda etapa do 1º Circuito Surubim de Vaquejada acontece neste final de semana no Manduri Park Show

Imagem: Divulgação / Reprodução

Acontece neste final de semana, nas instalações do Manduri Park Show,  a segunda etapa do 1º Circuito Surubim de Vaquejada.  A primeira etapa aconteceu no Parque Haras Leal, nos dias 26 e 27 de outubro.  Já a terceira etapa acontece a grande final no Parque J. Galdino, nos dias 21 e 22 de dezembro. 

Confira o convite postado nas redes sociais do Manduri Park Show:


Tudo pronto no nosso Manduri Park Show!

Venha para segunda etapa do 1º Circuito Surubim de Vaquejada, que acontece em nossas instalações. Iniciamos hoje à tardinha com R$15.000 em prêmios, sendo R$3.000 para iniciante,R$6.000 para aspirante e R$6.000 para categoria aberta. Venha correr boi!

Da Redação (Negócios & Informes)

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Soft Academia abre vaga para Professor formado (Bacharel) em Educação Física na área

Em Surubim, a Soft Academia está contratando Professor formado (Bacharel) em Educação Física na área. Sem distinção de sexo. Interessados (a), devem enviar o currículo até dia 01 de dezembro, via e-mail: softacademia@hotmail.com ;  na recepção da Academia (Rua João Batista, nº 311, Centro) ou na CDL Surubim, que fica localizada na Avenida Agamenon Magalhães, nº 272, Centro.
Imagem: Divulgação/Reprodução (Negócios & Informes)

Sesc Ler Surubim realiza ações em alusão ao Novembro Azul

Foto: Divulgação/Reprodução
Serão oferecidas, no próximo domingo (18/11), orientações sobre a saúde do homem e prevenção ao câncer de próstata 

Com o objetivo de levar informação sobre saúde, bem-estar e melhor qualidade de vida à população, no próximo domingo (18/11), a partir das 9h, o Sesc Ler Surubim realiza uma série de atividades em alusão à campanha Novembro Azul. A programação é gratuita e ocorrerá na área de lazer da Unidade. Serão oferecidos serviços de orientação sobre a saúde do homem e prevenção do câncer de próstata, aferição de pressão arterial e teste rápido de glicose.  

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele. Estima-se que, por ano, sejam diagnosticados no Brasil cerca de 68 mil novos casos da doença. “Um dos nossos compromissos com a população é justamente zelar pela saúde e bem-estar dela, mas também de oferecer mecanismos para que essa qualidade de vida seja alcançada”, afirma a assistente social do Sesc Ler Surubim, Amanda Roberta da Silva.  

O Novembro Azul – A campanha internacional surgiu em 2003 na Austrália com o objetivo de chamar a atenção para a prevenção e diagnóstico precoce de doenças que atingem os homens, sobretudo o câncer de próstata. A ação estimula a realização de ações voltadas para a prevenção ao câncer em todo o mundo. 

Sesc – O Serviço Social do Comércio (Sesc) foi criado em 1946. Em Pernambuco, iniciou suas atividades em 1947. Oferece para os funcionários do comércio de bens, serviços e turismo, bem como para o público geral, a preços módicos ou gratuitamente, atividades nas áreas de educação, saúde, cultura, recreação, esporte, turismo e assistência social. Atualmente, existem 20 unidades do Sesc do Litoral ao Sertão do estado, incluindo dois hotéis, em Garanhuns e Triunfo. Essas unidades dispõem de escolas, equipamentos culturais (como teatros e galerias de arte), restaurantes, academias, quadras poliesportivas, campos de futebol, entre outros espaços e projetos. Para conhecer cada unidade, os projetos ou acessar a programação do mês do Sesc em Pernambuco, basta acessar www.sescpe.org.br. 

Serviço: Ações Novembro Azul 
Local: Sesc Ler Surubim – Rua Frei Ibiapina, s/n, Bairro São José
Data: 18 de novembro  
Horário: das 9h às 13h  
Informações: (81) 3634-5280

Da ASCOM

BNB realiza evento sobre microcrédito em Surubim

Na manhã da última terça-feira (13), aconteceu na Escola Prof. Drº Amaro Fernandes de Oliveira, no bairro do Coqueiro, em Surubim, o evento Acelera Microcrédito, realizado pelo Banco do Nordeste. O evento teve como objetivo divulgar a importância do Microcrédito (Agroamigo e Crediamigo) para Pernambuco e a região de Surubim. Diversos serviços foram ofertados aos presentes, cortes de cabelo, maquiadores, aferição de pressão e feira de produtos. Além de palestra sobre empreendedorismo com a contadora Deborah Barros. Prestigiado por empresários e vários segmentos da sociedade surubinense. O cerimonial do evento ficou por conta do comunicador Tales Almeida.
Fotos: Roberta Aguiar

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