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terça-feira, 23 de abril de 2019

Berna Baby está com oportunidade de emprego para Auxiliar de Produção Gráfica, em Surubim

Em Surubim, a indústria Berna Baby está com uma vaga para Auxiliar de Produção Gráfica (com conhecimento básico / intermediário em Corel Draw) Os interessados (a) devem residir em Surubim e enviar o currículo para o e-mail: bernababy2011@hotmail.com / Mais informações: (81) 3634.2184.
Imagem: Divulgação/Reprodução

Em breve! Franquia de emagrecimento e estética EmagreSee chega a Surubim

A franquia da rede de emagrecimento e estética EmagreSee chega a Surubim, no Agreste  Setentrional, e abre suas portas ao público no início do segundo semestre do corrente ano, trazendo uma proposta completa e inovadora em procedimentos.

Com mais mais de 150 unidades pelo Brasil, a EmagreSee é uma clínica especializada em procedimentos de beleza e bem-estar, que oferece métodos que trazem resultados acima da média em seus tratamentos, como o exclusivo Criolipólise 360º, drenagem linfática, limpeza de pele, terapias combinadas para perda de peso e combate à flacidez e celulite.

O Blog recomenda! Acompanhe nas redes sociais:


Da Redação (Negócios & Informes)

Vendas de Páscoa apresentaram alta de 1,29%

Foto: Ed Machado/Folha de Pernambuco
As vendas a prazo na semana anterior à Páscoa tiveram uma pequena alta no Brasil neste ano. O acréscimo foi de 1,29% em comparação com o mesmo período do ano passado e foi puxado pelo chocolate, segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). 

O número baixo já estava dentro das expectativas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que acredita em uma recuperação econômica lenta e, por isso, projetava um crescimento de 1,5% para as vendas da Páscoa.

Superintendente de finanças do SPC Brasil, Flávio Borges admitiu que o resultado ficou aquém do esperado, mas destacou que o número deste ano foi melhor do que o da Páscoa de 2018, quando as vendas recuaram 0,34%, após a alta de 3,34% de 2017. 

Economista da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE), Rafael Ramos reforçou que, apesar de modesto, o crescimento foi positivo. “Na atual conjuntura, esse número foi bom. Afinal, a taxa de desemprego ainda está alta e o País está voltado para a reforma da Previdência”, explica.

Ramos ainda conta que Pernambuco deve seguir o número nacional, com um pequeno aumento de vendas em relação ao ano passado. “O Estado deve seguir essa tendência, apesar de ter uma alta taxa de desemprego, que interfere bastante nas vendas, já que o resultado do comércio depende do mercado de trabalho aquecido e nós não temos isso”, destacou Ramos. 

Por conta disso, o superintendente do SPC Brasil já acredita até que esse resultado de 1,29% pode balizar o comportamento do comércio no Dia das Mães. “Esse é um período em que as pessoas tendem a comprar e presentear. Esse crescimento sinaliza que no Dia das Mães deve ter algo parecido, com a mesma ordem de grandeza", calculou Borges.

Chocolate
Ele contou ainda que o que ajudou a incrementar as vendas da Páscoa neste ano foi o ovo de chocolate caseiro. “A principal intenção de compra foi o ovo industrializado, mas o que chamou a atenção foram os ovos caseiros, que surgiram como opção de compra e de renda para as pessoas”, afirmou Borges, ressaltando que o brasileiro segue consumindo ovos, caixas e barras de chocolate.

Da Folha de PE

Aneel autoriza reajuste médio de 5,04% para tarifas de energia de Pernambuco

Foto: Divulgação / Reprodução
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (23) um reajuste médio de 5,04% para as tarifas de energia da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe). O reajuste pode ser aplicado a partir do dia 29 de abril.

A Celpe atende 3,7 milhões de unidades consumidoras no estado de Pernambuco.

O reajuste médio para os consumidores residenciais e comerciais, atendidos em baixa tensão, será de 5,56%. Para os consumidores industriais, atendidos em alta tensão, o reajuste médio será de 3,76%.

A quitação antecipada do empréstimo feito em 2014 para ajudar as distribuidoras reduziu o reajuste previsto para a Celpe em 3,11 pontos percentuais.

A antecipação do empréstimo vai retirar das tarifas de energia dos consumidores brasileiros R$ 6,4 bilhões em 2019 e R$ 2 bilhões em 2020.

Do G1

segunda-feira, 22 de abril de 2019

Sesc promove Mostra Abril pra Dança em Surubim

Foto: Divulgação/Reprodução
Com o tema “O afeto, o lirismo e a cidade”, programação terá, de 24 a 26 de abril, apresentações em diversos ritmos na quadra da unidade

De 24 a 26 de abril, o Sesc Ler Surubim realiza a Mostra Abril pra Dança, que vai contar com apresentações de artistas profissionais e amadores em diversos ritmos. Os espetáculos serão realizados sempre a partir das 19h, na quadra poliesportiva da unidade, que fica na Rua Frei Ibiapina, sem número, Bairro São José.

Tendo como tema “O afeto, o lirismo e a cidade”, este ano haverá apresentações de duos e solos. “Será uma mostra pedagógica dos trabalhos que os coreógrafos realizam com os alunos no início do ano, como forma de desenvolvimento criativo para a cena”, explica o professor de artes do Sesc Ler Surubim, Igor Alexandre Batista. 

O Abril pra Dança é a principal mostra de dança na região. Participam da programação deste ano duas instituições de ensino; seis grupos independentes de Surubim; um de Vitória de Santo Antão; dois de Belo Jardim; um do Sesc; e outro que foi formado no Sesc, mas segue de forma independente. A expectativa é receber 150 visitantes por noite. “A mostra também tem esse caráter de intercâmbio, para que a experiência de um possa contribuir com a experiência do outro”, destaca Igor Alexandre Batista.

Serviço: Mostra Abril pra Dança – Sesc Ler Surubim
Local: Rua Frei Ibiapina, s/n, Bairro São José
Período: de 24 a 26 de abril
Informações: (81) 3634-5280 

PROGRAMAÇÃO

24/4 (quarta-feira)
Mostra Solos e Duos - 19h
Solo | Silêncio | Rayane | 3’30” | Livre
Duo | Hóstia | Débora Canto e Danilo Nascimento | 3’30” | Livre
Solo | Praga Biológica | Emanuel Xavier | 10’ | Livre
Duo | Vanderson Nascimento e Igor Cabral | 4’ | Livre
Solo | Movimento: Inspirado em Hozier | Érick Costa | 4’ | Livre
Solo | Amar-te | Alex Souza | 3’ | Livre
Duo | Ele por Ela | Fernando Silva e Aline Ferraz | 6’40” | Livre
Solo | Ergástulo | Rafael Farias | 3’ | Livre
Solo | Indulgência | Débora Canto | 3’30” | Livre
Solo | Sentir | Antônio Luiz | 4’ | Livre
                                                                         
25/4 (quinta-feira)
Espetáculos de Dança
 - 19h
Liberte-se | 1 Corpo de 2 | Surubim - PE | 7’ | Livre
Na Pele | Âmbar | Surubim - PE | 15’ | Livre
Espinhos | Grupo Corpo | Surubim - PE 12’ | Livre
Procedimento Chão | Interior Coletivo | Belo Jardim - PE | 45’ | Livre
Banco | Arial | Surubim - PE | 4’ | Livre
Colado | Street Family | Surubim - PE | 25’ | 12 anos
                                                                           
26/4 (sexta-feira)
Espetáculos de Dança - 19h
A Voz que Não se Cala | Stella Duce | Surubim - PE | 20’ | Livre
Era | Paralelo | Surubim - PE | 10’ | Livre
O Idioma das Árvores | Grupo Dança Sesc Belo Jardim - PE | 45’ | Livre
Concupiscência | DEZcalços | Vitória de Santo Antão | 20’ | 16 anos
Disputa | Street Family | Surubim - PE | 12’ | Livre


Declaração do Imposto de Renda entra na reta final

Site da Receita FederalFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Como já é de costume, a maioria dos brasileiros deixou para fazer a declaração anual do Imposto de Renda (IR) na última hora. A oito dias do fim do prazo, apenas 15 milhões dos 30,5 milhões de declarações esperadas pela Receita Federal foram entregues. Em Pernambuco, 402 mil dos 815 mil contribuintes tinham acertado as contas com o Leão até a última quarta-feira.

A recomendação, porém, é reunir as informações necessárias e enviá-las à Receita o quanto antes. “Quem deixa para os últimos minutos pode encontrar dificuldades na transmissão da declaração, devido à sobrecarga no sistema da Receita Federal, por conta do grande número de declarações enviadas ao mesmo tempo. O contribuinte pode, então, ter que pagar a multa pela perda do prazo estabelecido ou, pior, cair na malha fina”, explica o presidente do Conselho Regional de Contabilidade de Pernambuco, José Campos.

Analista tributário da Receita Federal, Vagner Jegerre conhece que convém não arriscar, apesar do risco de sobrecarga ser baixo, devido aos investimentos em tecnologia da informação realizados pela Receita nos últimos anos. Afinal, quem perder o prazo está sujeito à multa de no mínimo R$ 165,74 e máximo de 20% sobre o imposto devido, além dos juros de mora de 1% ao mês.

Para quem ainda não declarou por falta de um documento, a solução pode estar, então, na entrega da declaração incompleta, para posteriormente enviar uma retificadora. “Muitas vezes, por falta de algum comprovante, a pessoa deixa de transmitir a declaração. Nesse caso, a dica é enviar com base nos comprovantes que se tem e posteriormente enviar uma retificadora. Desta forma, o contribuinte cumprirá o prazo, não pagará multa e ainda terá um prazo maior para preencher com calma a sua declaração”, explica Jeger.

Diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos ressalta que, diferente do que muitos pensam, a entrega incompleta não significa que a declaração irá automaticamente para a Malha Fina. No entanto, ele lembra que, nessa opção, é preciso observar o modelo da retificadora, visto que essa declaração deve ser do mesmo modelo da enviada originalmente (completa ou simplificada).

No mais, o procedimento para realização de uma declaração retificadora é o mesmo que o de uma declaração comum. A única diferença é que, no campo identificação do contribuinte, deve ser informado que a declaração é retificadora. “Para retificar, é fundamental que o contribuinte possua o número do recibo de entrega da declaração anterior, para a realização do processo”, completa Domingos, esclarecendo que o prazo para retificar a declaração é de cinco anos. “Embora o prazo seja amplo, é importante que o contribuinte realize o processo rapidamente, para não correr o risco de ficar na Malha Fina", pontua.

Restituição

A restituição do Imposto de Renda será paga pela Receita Federal em sete lotes, sendo o primeiro para o grupo prioritário. Formado por idosos, pessoas com deficiência física ou mental, além de doenças graves, esse grupo vai receber na conta cadastrada em 17 de junho. Do segundo lote em diante, o pagamento será feito entre 15 de julho e 16 de dezembro. O valor da restituição ficará à disposição do contribuinte por um ano.

Da Folha de PE

'Se o mercado mudou tem que ter inovação', diz Francisco Saboya, presidente do Sebrae/PE

Foto: Rodrigo Moreira/Divulgação
Conhecido por promover a ascensão do Porto Digital, Francisco Saboya trocou o  universo das startups pelos negócios tradicionais. À frente do Sebrae/PE,  desde o início do ano, o executivo diz que levará mais inovações aos produtos e processos da instituição contribuindo para que os negócios tradicionais se tornem mais condizentes com a nova realidade do público consumidor, que é cada vez mais digital. “Estive em vários lugares. De Pernambuco conheci o mundo e trouxe para cá muito do que eu vi lá fora. Eu sou obcecado pelas coisas acontecerem e crio o ambiente como um todo. Preciso transbordar competências e integrar com outras realidades para dar um salto. Foi o que me motivou a mudar de casa. Quando fiz dez anos de Porto Digital, me bateu uma angústia. Porque eu achava que minha contribuição era marginalmente decrescente. Por isso, aceitei o novo desafio e aqui estou”, contou em entrevista exclusiva ao Diario de Pernambuco.

Qual o maior desafio de estar à frente do Sebrae?
Eu não domino a instituição Sebrae, mas a área de empreendedorismo, sim. Eu me dedico a um tipo especial de empreendedorismo, que é o inovador. Dediquei minha vida inteira, inclusive como empreendedor, porque fui durante 20 anos empreendedor na área de software e consultoria. Então é um tema muito familiar. O que obviamente preciso é de mais tempo. É entender as demandas internas, as especificidades do Sebrae, da instituição Sebrae e também um pouco mais dos negócios tradicionais.No Porto Digital, eu lidava com negócios digitais cujos clientes são negócios tradicionais. Agora, o público-alvo são os tradicionais junto aos quais a gente pretende introduzir doses generosas de componentes digitais para que possam se aproximar e não se distanciar dos clientes.

Isso é possível?
Precisamos estimular uma reflexão interna e novas práticas que ajudem o Sebrae a mudar suas estratégias e os seus produtos e conteúdos para contribuir para os pequenos negócios se reaproximarem ou não perderem a conexão com seu consumidor. Nos dias de hoje, a coisa que mais muda é o comportamento dos consumidores no mercado. As grandes ondas de inovação, elas não são apenas momentos em que se introduzem novas tecnologias. As grandes ondas de inovação, e vivemos uma delas, mudam o comportamento dos agentes do mercado. Inovação muda comportamento. O que vivemos hoje é uma onda de inovação, lastreada pelo digital, que tem mudado o comportamento dos agentes, em especial consumidores e produtores. Só que quem muda mais e mais rapidamente são os consumidores. Eu brinco sempre dizendo: os consumidores são leigos digitais e os fornecedores, tartarugas analógicas. Isso significa que muito rapidamente os consumidores têm comportamentos mais digitais. O digital está aí e transformou a forma de comprar.

Como o Sebrae pode ajudar nesse processo de transformação?
O principal drama do pequeno não é controle de caixa, acesso a crédito… Isso são problemas reais, mas a principal questão é que ele está se distanciando do cliente, perdendo clientes. Se entendemos que a razão disso é um déficit digital em suas estratégias, o que temos que fazer é endereçar este problema dele, que é da distância entre ele e seu consumidor cada vez mais digital, oferecendo conteúdos e produtos cada vez mais impregnados dessa racionalidade digital, dessa compreensão do problema.

Então, qual será a aposta do Sebrae?
Estamos mudando a carteira de produtos. Tem um bocado de produtos sendo desenvolvidos. Esses produtos endereçam essas questões e não as convencionais (e mesmo as convencionais continuam existindo). Quando fala de transformação digital para maior parte das pessoas parece tecnologia. Mas, o que falamos é  de estratégia e cultura. O problema do Sr. Antonio, que tem uma mercearia no Bongi, não é tecnologia. É a falta de uma estratégia de negócio que o mantenha integrado ao mundo digital. Nosso desafio, portanto, é integrar esses dois universos formando um só. Sr. Antonio vai continuar vendendo comidas e coisas parecidas no mercadinho dele no Bongi, mas ele só tem uma chance de continuar vendendo: se tiver uma estratégia digital de negócios. Aí o Sebrae entra. Os produtos do Sebrae vão ser impregnados desse DNA digital. A nossa aposta é que ao consumir os produtos do Sebrae, ele está herdando esse DNA digital e não precisamos dizer isso a ela. Se ele não tiver uma marca digital ele vai morrer. Com uma plataforma digital ele terá mais chance.

Em outras palavras, você diz que a inovação muda o modelo de negócio, é isso?
Modelo de negócio é uma palavra muito complexa. Temos uma cartela de produtos, estratégia de venda formulada para que ele adquira esses produtos na crença de que ao fazê-lo ele está incorporando no digital. Isso que estamos fazendo aqui no Sebrae. Fora isso, as estratégias internas. Estamos com 70 pessoas que até setembro fazem imersão no C.E.S.A.R sobre gestão de negócios em área digital. Como nossa casa é formada com um corpo técnico mais tradicional o que estamos fazendo é um programa de qualificação e essas pessoas serão multiplicadoras. Formaremos times de inovação que vão trabalhar na maneira start up. Estarão distribuídos em todas as áreas da empresa e cada time direciona uma área. Vamos listar e hierarquizar 30 problemas e as pessoas qualificadas vão liderar e direcionar a solução do problema com tecnologia. Serão times de pessoas que passaram por um programa de aquisição de novo repertório e terão oportunidade de exercitar esse aprendizado na prática cotidiana em cima de um problema, que é o problema principal, resultando como um subproblema: a mudança do comportamento da instituição. A cultura muda quando temos novos repertórios e quando você exercita a prática e começa a se dar com base a um conjunto novo de imersão. Após a imersão, terão obrigação de inovar.

E aí esses que participaram da imersão serão multiplicadores?
É claro. Estaremos com pelo menos um terço do corpo técnico da casa tendo passado por um programa de requalificação teórica e vivenciado práticas novas. E as antigas eles continuarão fazendo, mas quando tiver 30 soluções inovadoras, você terá predominantemente práticas inovadoras. O que me interessa é, no fundo, conhecer melhor o consumidor porque o meu foco é o pequeno negócio, mas só posso ajudá-lo se eu conhecer o negócio dele para poder modelar produtos. E daqui a quatro anos teremos uma carteira de produtos e contratos com uma carteira mais conectada com a realidade. Não trabalhamos com fidelização de clientes, temos que trazê-lo para dentro da plataforma.

Inovação é tendência de mercado em todas áreas?
Negócio é feito de mercado e no mercado tem sua excelência o consumidor. Se esse cara está mudando, tem que ter inovação em toda a cadeia. Se o consumidor está mudando a golpes de digital, toda a cadeia tem que mudar, senão fica um discurso esquizofrênico. Então, como se diz, vive-se a era da inovação. Agora passamos pelos serviços de base digital. Vamos passar pelos serviços, produzir em menos tempo e mais eficiente. Na sociedade da inovação, a informação substitui os estoques. Então é muito mais fluxo de informações do que em fluxo de coisas. A informação substitui coisas físicas porque parte expressiva do que você necessitava tinha que ser exibida como forma de algo. Exemplo: você tinha uma sapataria que tinha um estoque enorme de sapatos. Eu tinha um componente físico. Mas na era da informação e das tecnologias digitais, eu posso ter uma loja conceito, onde dispositivos me mostrem todos os modelos sem eu ter nenhum na loja e ainda tenho artefatos que você se vê na passarela usando os modelos. Então, informação substitui os itens.

Você tem a cautela em dizer que irá realizar uma transformação?
Tenho que ter cautela de quem está chegando até por uma questão de convicção. Eu não tenho ninguém de informática na minha equipe. São mais de 80 pessoas no Porto Digital e não tem ninguém de tecnologia. Isso porque quem tem que entender de tecnologia da informação são as empresas do porto digital. Nós temos que entender de gestão de ambientes de inovação. Então eu tenho essa cautela no Sebrae também. Espero aprender mais para dialogar melhor com esses pequenos empreendedores. Eu me especializei em gerir ambientes de negócios de inovação.

E como foi aceitar esse desafio?
Eu só aceitei com uma condição: vim de uma experiência recente e me preparei para trabalhar com a gestão de um ambiente com inovação. Como a inovação está em todo lugar, se você me der autonomia para, seja no Porto Digital, que é um ambiente de inovação, seja no Sebrae ou na Embrapa… Eu topo. Eu gosto de ser desafiado e sei fazer uma coisa que é desenvolver e gerenciar ambientes de inovação. Foi essa missão que o presidente do Sebrae me deu: introduzir mais inovação, em especial inovação no campo digital. Eu só sei trabalhar em um campo onde a inovação seja o diferencial.

Do Diario de PE

domingo, 21 de abril de 2019

Porto do Recife fecha ciclo dos cruzeiros

Grupo de convidados vai conhecer o navio atracado no
Porto do Recife
Foto: Dilvulgação
O total de turistas que desembarcou na cidade movimentou aproximadamente R$7 milhões na economia local

Após cinco meses, chega ao fim neste domingo a temporada de cruzeiros 2018/2019 do Porto do Recife. Na ocasião, a partir das 7h da manhã, o navio de bandeira das Ilhas Marshall, o MS Sirena, atraca no ancoradouro com um total de mil pessoas, entre passageiros e tripulação. 

Segundo o Porto do Recife, embora nesta edição o número de navios tenha sido menor, um total de 20 contra 23 da temporada passada, o total de turistas que desembarcaram na cidade durante o período foi 15% superior ao do ano anterior, totalizando 29,1 mil, quantitativo que movimentou na economia local aproximadamente R$7 milhões em seu tempo na cidade.

A estimativa de movimentação econômica com a temporada 2018/2019 tomou como base uma pesquisa realizada pela Empetur, realizada entre novembro de 2018 e janeiro deste ano. Ela levou em consideração que o tempo médio de permanência média do turista é de 4 horas, e o valor médio gasto é de R$238,15. 

Ainda segundo recorte da Empetur, a maioria dos turistas que chega ao Recife nos cruzeiros é estrangeira (79,90%). Dentre os visitantes, as mulheres representam 61,85% e os turistas acima de 65 anos correspondem a 45,78%. Muitos desses passageiros aportam na capital pernambucana pela primeira vez (63,05%) e a primeira impressão parece ser muito boa, pois 86,45% recomendam a cidade aos amigos.

De acordo com a diretoria do Porto do Recife, os resultados dessa temporada reforçam que o Recife já está consolidado na rota dos cruzeiros e, a cada temporada, através do reforço das estratégias com parcerias que aprimoram todos os detalhes envolvendo as operações, a exemplo da realizada pela Empetur, Secretaria de Turismo do Estado, Prefeitura da Cidade, CTTU, bombeiros, polícia militar, entre outros órgãos e instituições, a tendência é crescer ainda mais nessa atração. 

“Os cruzeiros movimentam um público de milhares de pessoas a cada ciclo. São visitantes que embarcam e desembarcam no Porto do Recife seguindo em viagens nacionais e internacionais. Esse trânsito de passageiros ocorre desde o século XVI e de forma mais estruturada a partir de 1918, com o surgimento do Porto Organizado”, ressalta o presidente do Porto, Carlos Vilar. 

O MS Sirena deve permanecer no Recife cerca de 12h, com previsão de saída às 17h.

Da Folha de PE

Governo decreta sigilo sobre estudos que embasam reforma da Previdência

Paulo Guedes, ministro da EconomiaFoto: Valter Campanato/Agência Brasil
A decisão de blindar os documentos consta de resposta da pasta a um pedido da Folha de S.Paulo para consultá-los

O Ministério da Economia decretou sigilo sobre estudos e pareceres técnicos que embasaram a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Previdência. Assim, não é possível ao cidadão comum, afetado diretamente pelas mudanças em pensões e aposentadorias, ter acesso a argumentos, estatísticas, dados econômicos e sociais que sustentam o texto em tramitação.

A decisão de blindar os documentos consta de resposta da pasta a um pedido da Folha de S.Paulo para consultá-los, formulado com base na Lei de Acesso à Informação após o envio da PEC ao Congresso.

Na resposta, a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho informou ter elaborado, "no âmbito de suas competências regimentais", manifestações técnicas sobre a proposta em tramitação.

"Contudo, registra-se que todos os expedientes foram classificados com nível de acesso restrito por se tratarem de documentos preparatórios", explicou.

Na prática, isso significa que só servidores e autoridades públicas, devidamente autorizados, podem acessar as informações.

A resistência do governo em apresentar levantamentos relativos à PEC tem irritado congressistas.

O decreto que regulamenta a Lei de Acesso chama de preparatórios documentos formais usados como fundamento de "tomada de decisão ou de ato administrativo, a exemplo de pareceres e notas técnicas".

A secretaria diz que a medida restritiva segue entendimento da PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional) a respeito do assunto.

Na resposta à Folha, cita trechos da lei da norma regulamentadora, segundo os quais "o direito de acesso aos documentos ou às informações neles contidas" utilizados como fundamento da tomada de decisão e do ato administrativo será assegurado com a edição do ato decisório respectivo. Confira a matéria completa,  clique AQUI!

Pernambuco | Chuva deixa sertão verde, mas é insuficiente para agricultura

Foto: Divulgação/Reprodução
Em Pernambuco, 1,6 milhão de pessoas foram afetadas pela seca no estado. Prejuízos no Nordeste já chegam perto de R$ 3 bilhões.

O sertão está do jeito que o nordestino gosta de ver: nesta época do ano, a vegetação, que parecia estar morta, renasce. Mas a exuberância da caatinga nem de longe representa o fim de um problema bem conhecido por lá.

"Plantei milho, plantei feijão... Eu plantei na chuva, que a chuva boa foi no mês de dezembro, só que não vingou. Porque não teve mais chuva", resume a agricultora Neuza Maria da Costa Souza.
Agora que o período chuvoso já passou, é possível perceber que não foi o suficiente para as plantações se desenvolverem, e nem para encher os reservatórios de água.

Segundo a Defesa Civil de Pernambuco, 1,6 milhão de pessoas foram afetadas pela seca no estado, sendo 700 mil só na região do sertão. Lá, choveu 10% a menos que o esperado para este ano até agora, de acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac).

Os prejuízos provocados pela seca em todo o Nordeste já chegam perto de R$ 3 bilhões, segundo a confederação nacional dos municípios.

'Seca verde'
Por outro lado, a caatinga conseguiu se recuperar, e está florescendo. Este cenário de contrastes caracteriza o fenômeno que os especialistas chamam de seca verde.

"Significa que é seca, pelo fato de a gente não estar conseguindo produzir o feijão, o milho e a mandioca, que são culturas tradicionais e de subsistência dos agricultores. É verde porque está conseguindo produzir a forragem, que é própria da caatinga. Aí essa forragem serve para agropecuária", explica Nélio Gurgel, agrônomo do Instituto Agronômico de Pernambuco.

Do Globo Rural

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