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domingo, 16 de maio de 2021

Alimentos e gasolina mais caros tiram clientes e renda de ambulantes

"Ei, chegou o carro do pãozinho doce." "Olha as sardinhas, sardinhas selecionadas." "O carro dos churros chegou." "Ovos diretamente da granja."


O anúncio de produtos fresquinhos pelo alto-falante fixado no teto de algum veículo é marca registrada na periferia de muitas cidades brasileiras.


Apesar de anunciarem pechinchas, esses vendedores não vivem um bom momento. Distanciamento social, medo da Covid-19 e, agora, a alta de preços dos alimentos reduzem o número de clientes e o faturamento.


Quem mora no bairro Vila Ipelândia, em Suzano, na região metropolitana de São Paulo, provavelmente já viu a Variant amarela do peixeiro Vivaldo de Abreu, 70.


Ao volante do veículo, modelo dos anos 1970, Abreu fez a vida. Já são 32 anos sobrevivendo com o negócio. Desde março de 2020, porém, ele sofre duplamente. Primeiro, por ser do grupo de risco, teme o contágio, mas é obrigado a continuar nas ruas. Segundo, porque circular não tem dado retorno. A clientela sumiu.


"Meu faturamento diminuiu em 95%. Nunca tinha passado por uma crise como essa. Moro com a minha esposa e, atualmente, a nossa única renda é a minha aposentadoria", afirma.


Abreu também atribui a queda nas vendas ao aumento de preço. O peixeiro está vendendo o quilo da sardinha a R$ 25. O valor médio antes da pandemia era R$ 13,50.


"As pessoas reclamam, mas não sabem que estou tendo que pagar mais caro. Além disso, tenho que comprar gelo para preservar o peixe e colocar gasolina no carro para rodar", diz.


O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do Brasil, teve um repique na pandemia. No período de 12 meses encerrados em abril, dado mais recente, acumula alta de 6,76%. No acumulado até março, havia ficado em 6,10%.


Alguns produtos, como a gasolina, subiram ainda mais. Só entre fevereiro e março deste ano, por exemplo, houve um aumento de 11,23% no preço final do combustível. Para continuar lendo, clique AQUI! (Foto: Chico Bezerra/Prefeitura de Jaboatão/divulgação)


Sete em cada dez empregos estão em setores com baixo conteúdo tecnológico

Praticamente sete em cada dez empregos no Brasil estão em setores com baixo conteúdo tecnológico, considerando o valor dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento feito por essas empresas. Essas mesmas ocupações têm salários 40% inferiores à média nacional.


Os dados são parte de estudo elaborado pelo economista Nelson Marconi, professor da Escola de Administração de Empresas da FGV (Fundação Getulio Vargas).


A classificação dos setores por nível de conteúdo tecnológico segue metodologia da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que considera a relação entre investimentos em P&D (pesquisa & desenvolvimento) e valor adicionado ao PIB (Produto Interno Bruto).


Os números de empregados em cada setor e os valores dos salários são das Contas Nacionais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia) para os anos 2010 a 2017.


Nesse período, os dados não tiveram variação relevante, o que mostra que a situação mudou pouco ao longo da década passada.


Entre os setores com baixo conteúdo tecnológico estão agricultura, construção, transportes, alojamento, alimentação e serviços domésticos, pela classificação da OCDE. Eles representam 68% das ocupações.


Outros 10% estão em setores de média-baixa intensidade em pesquisa e desenvolvimento, com salário médio que já supera em 12% a média nacional, que era de R$ 28.740 por ano em 2017. Destacam-se nesse grupo telecomunicações e as indústrias extrativa, de bebidas e têxtil.


Os setores classificados como de média e média-alta intensidade representam, cada um, 2,5% das ocupações.

No primeiro caso, estão siderurgia, produtos de borracha, material plástico e minerais não metálicos, com salários 24% acima da média.


No segundo, com ganhos 166% acima da média, destacam-se fabricação de químicos, máquinas e equipamentos, veículos, além de desenvolvimento de sistemas e serviços de informação.


As ocupações de alta intensidade representam 0,2% do total, com salário médio que é mais que o triplo da média. Estão nesse grupo, por exemplo, fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos, aeronaves e de equipamentos de informática e eletrônicos. Para continuar lendo, clique AQUI! Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil


Governo de Pernambuco decreta novas medidas restritivas para o Agreste

O Governo de Pernambuco anunciou, neste sábado (15), novas medidas restritivas para a 2ª Macrorregião de Saúde, que abrange a IV e V Geres, com sedes em Caruaru e Garanhuns respectivamente. A decisão ocorreu depois de uma reunião do Comitê de Enfrentamento à Covid-19. As medidas para a região do Agreste pernambucano serão publicadas na próxima segunda-feira (17) e começarão a valer a partir da próxima terça (18). O decreto tem validade até o dia 31 de maio.


Com as novas medidas, as atividades econômicas deverão ser encerradas às 18h durante a semana. Nos finais de semana, apenas supermercados, feiras livres de produtos alimentícios, farmácias, padarias e postos de gasolina poderão abrir as portas. O Polo de Confecções deverá ficar fechado aos sábados, domingos e segundas.


O governador Paulo Câmara explicou a decisão: “Nos reunimos hoje com os secretários estaduais, após o encontro que tivemos com todos os prefeitos e prefeitas do Agreste, na tarde da última sexta-feira, e verificamos um aumento na velocidade do número de internações e de procura pelas instituições de saúde naquela região. Isso tem nos preocupado, pois todos nós sabemos que enquanto a vacinação não chegar a todos os pernambucanos, é necessário tomar medidas restritivas para diminuir a circulação do vírus. Precisamos cada vez mais trabalhar para salvar a vida dos pernambucanos.”


“Serão 14 dias com essas novas medidas e vamos observar, ao longo desse período, as próximas etapas necessárias”, acrescentou o governador. 


De acordo com o secretário estadual de Saúde, André Longo, foi observado, em relação à pandemia, um comportamento no Agreste diferente de outras partes do Estado. “O que nós detectamos, nessas últimas duas semanas, foi uma aceleração maior naquela região, destoando do restante do Estado, onde temos um platô ainda em níveis elevados. Os patamares de crescimento de demandas lá superaram os 44%, enquanto no resto do Estado ficou na casa dos 9%”, explicou.


“É muito importante que seja feito um esforço por todos esses 53 municípios, reforçando o cuidado, com o uso correto da máscara, cobrindo a boca e o nariz, sempre que precisar sair de casa. O ideal é que as pessoas possam ficar em casa, além de manter o distanciamento social possível e sempre higienizar as mãos com água e sabão, ou utilizando o álcool em gel”, destacou Longo.


Da Folha de PE / Foto: Heudes Regis/SEI

sábado, 15 de maio de 2021

Setores econômicos apresentam crescimento mesmo diante da pandemia da Covid-19

Apesar da crise econômica que o Brasil enfrenta devido à pandemia da Covid-19, alguns setores conseguiram se manter firmes, com uma alta demanda do público e negócios em expansão. Saúde, alimentação e imóveis são algumas áreas em crescimento durante o período. Aproveitando o crescimento dos setores que estão inseridas, as empresas precisam estar atentas às mudanças de mercado, investir em uma boa relação entre a equipe, um bom planejamento estratégico e inovar o serviço ofertado para conseguir expandir os seus negócios.


De acordo com o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o número de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares no Brasil teve um crescimento de 0,5% no intervalo de 12 meses encerrados em outubro de 2020, representando um aumento de 255 mil vínculos em comparação ao mesmo período de 2019.Para continuar lendo, clique AQUI! Foto: Alexandre Aroeira/ Folha de Pernambuco



Infraestrutura prevê R$ 260 bi em investimento privado até fim de 2022

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse nesta sexta-feira (14) que as concessões de ativos públicos à iniciativa privada deverão render ao país cerca de R$ 260 bilhões em investimentos em infraestrutura até o final de 2022. De acordo com Freitas, o montante é aproximadamente 40 vezes o orçamento do ministério. 


“Nós teremos alguns leilões de grande porte ainda no ano de 2021 e vamos fazer leilões importantes em 2022, e R$ 260 bilhões significam 40 vezes o orçamento disponível no Ministério da Infraestrutura. Então, não dá para comparar. Nós não temos outro caminho para alavancar a infraestrutura”, destacou no Abdib Fórum 2021, evento virtual da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib). 


Segundo o ministro, os impactos econômicos desse processo não serão imediatos, mas farão do país “um grande canteiro de obras” dentro de alguns anos. "A repercussão econômica demora um pouquinho para vir, porque a gente está falando de contrato de concessão, que tem uma fase inicial de serviços, é o tempo de elaboração de projeto, obtenção de licença, sobretudo obtenção de funding [captação de recursos] no mercado”, disse. 


“Mas a gente pode projetar que em 2024, 2025 e 2026, o Brasil vai se tornar um grande canteiro de obras”, reforçou.


Entre os projetos citados pelo ministro Tarcísio de Freitas que deverão ocorrer até lá, destacam-se a concessão do Porto de Santos, do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.


Da Agência Brasil / Foto: Ricardo Botelho/MInfra

Selic em 3,5% ao ano ainda é desafio diante da inflação atual

No início deste mês, o Comitê de Política Monetária (COPOM) elevou a taxa básica de juros de 2,75% para 3,5% ao ano. Foi o segundo aumento consecutivo, já que em março houve uma alta de 2% para 2,75%. A medida é uma estratégia para tentar contornar a inflação que segue em alta e afeta a rentabilidade de investimentos em renda fixa.


Em geral, a Selic é a taxa média diária paga entre os bancos para a compra de títulos públicos. Conhecida popularmente como o “preço do dinheiro”, é uma ferramenta utilizada pelo Banco Central para tentar controlar a inflação. Quando está mais baixa, a atividade econômica se aquece devido aos menores incentivos para deixar o dinheiro parado. Mas um período longo com ela neste patamar torna natural que as pessoas observem uma maior inflação. Assim, na tentativa de equilibrar esse fenômeno, o Banco Central, através do COPOM, eleva a taxa. 


Segundo o sócio e planejador financeiro da Múltiplos Investimentos, João Scognamiglio, a inflação brasileira tem se comportado de maneira atípica, mesmo com índices mais baixos até então. "A taxa Selic no Brasil vem caindo desde agosto de 2016, saindo de um patamar de 14,25% ao ano para 2% no início de 2021. Porém, desde meados de 2020, temos visto um fenômeno inusitado: a inflação tem se mostrado superior à taxa Selic e segue aumentando a diferença." 


A inflação anual acumulada do último mês de março ultrapassou os 6% ao ano, valor que não era atingido desde o final de 2016. O boletim Focus também considerou um quarto aumento de projeção para a inflação ao fim de 2021, pressionando ainda mais a decisão do COPOM. "A expectativa é que esse aumento de 0,75% seja seguido por mais um aumento da mesma natureza em junho e dois ou três aumentos menores até o fim do ano", projeta Scognamiglio. 


Para o planejador financeiro, mesmo com a mudança, ainda não é um momento oportuno para alterar estratégias de investimento. "Com mais um ajuste da Taxa Selic, é natural que a renda fixa passe a ter mais atratividade. Por outro lado, é importante lembrar que ainda temos uma taxa de juros muito abaixo da inflação. Por esse motivo, o investidor não deve mudar sua estratégia de investimento com esse aumento", orienta. 


Pela perspectiva da renda variável, Scognamiglio aponta como natural que haja um desaquecimento à medida que a taxa de juros suba. Todavia, não é uma regra, apenas uma tendência. "É importante levar em consideração a natureza de cada investimento. Não é porque há menos atratividade que um investimento se torna ruim do dia para a noite. Muito pelo contrário, se você tem uma boa empresa ou um bom imóvel com um preço mais baixo, melhor para você, como investidor. A estratégia do investidor não deve mudar com o aumento da Selic, apesar que será possível que vejamos um aquecimento na renda fixa e boas oportunidades na renda variável, principalmente no longo prazo." 


Do Diario de PE / (Foto: Pixabay)

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Juntas pedem voto de aplauso para a Comissão Pró Universidade pela implantação de uma universidade pública no Agreste Setentrional

As Juntas codeputadas estaduais (PSOL/PE) aprovaram nesta quinta-feira (13), um voto de aplauso da Assembleia Legislativa de Pernambuco (ALEPE), para a Comissão Pró Universidade pela Implantação de uma Universidade Pública no Agreste Setentrional de Pernambuco, e que vem fazendo um importante trabalho para a população do interior. Formada em 2019, a Comissão representa uma articulação composta por deputadas e deputados estaduais e federais, professoras e professores, presidentes de entidades da sociedade civil e integrantes de grêmios estudantis e populares da região. O lema da campanha é: “Universidade pública e para todos no Agreste Setentrional: eu quero!”.


As Juntas integram a comissão e lutam por esta agenda de democratização da educação.


O Agreste Setentrional é a única região de Pernambuco que não tem instituição pública de ensino superior, sendo o território  composto por 19 municípios: Bom Jardim, Casinhas, Cumaru, Feira Nova, Frei Miguelinho, João Alfredo, Limoeiro, Machados, Orobó, Passira, Salgadinho, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria do Cambucá, São Vicente Ferrer, Surubim, Taquaritinga do Norte, Toritama, Vertente do Lério e Vertentes.


Nesse sentido, é fundamental a criação de uma Universidade na região, para que o ensino superior gratuito chegue para todos e todas pernambucanas. A comissão, então, vem atuando para que isso se torne realidade. A vontade de mudança deu lugar a organização para que os desejos desse grupo se tornassem realidade, buscando mudar a vida de muitas pessoas. Diante disso, as Juntas entendem a sua importância na construção de um cenário social e educacional mais justo para Pernambuco e, por consequência, para todo o Brasil.


 Da Assessoria / (Foto: Reprodução/ Divulgação)

Bom Jardim registra elevado índice de chuva e APAC emite alerta

No Agreste Setentrional, a sexta-feira (14) começou chovendo de forma leve e contínua. Porém, os municípios estão em alerta. Na madrugada, a Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC) emitiu aviso hidrológico considerando a possibilidade de alagamentos oriundos de extravasamentos de canais e córregos, em especial, as localidades localizadas nas áreas urbanas banhadas pelo Rio Tracunhaém.


Assim como ocorreu em várias regiões do Estado, a quinta-feira (13) foi de chuva em todos os municípios agrestinos com intensidade fraca a moderada. Um maior de volume de água foi registrado no município de Bom Jardim. Segundo a APAC, nas últimas 24h choveu um total de 122,79 milímetros. Com isso, o Rio Tracunhaém, que corta o centro da cidade, aumentou o nível, chegando a derrubar um pontilhão de madeira que ficava na Vila Noelândia.


De acordo com o monitoramento do Corpo de Bombeiros Militar, apesar do índice elevado de chuva para um único dia, não houve registros de incidentes, deslizamentos de barreiras e desalojados. Ainda no aviso, a APAC diz que o nível do Rio Tracunhaém está acima da cota de alerta e que, juntamente com a Coordenadoria de Defesa Civil do Estado de Pernambuco (CODECIPE), permanece em estado de atenção e que novos avisos serão emitidos, caso ocorra modificação nas condições do tempo.


Do Blog do Agreste / Foto | Ênio Andrade - Divulgação

Surubim é destaque no relatório de transparência de vacinação do Tribunal de Contas do Estado (TCE)

Com responsabilidade e compromisso com a saúde da população, Surubim foi um dos quatro municípios que mais se destacaram no que diz respeito ao fácil acesso aos dados da vacinação contra a Covid-19. A avaliação faz parte do relatório de transparência elaborado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE). Entre os critérios avaliados estão: busca na internet, acesso ao portal da transparência, existência de uma seção específica para covid, locais de vacinação divulgados no site e a possibilidade de gerar relatórios.  


A gestão municipal segue na luta conta a Covid-19 e, além do cuidado e a agilidade no atendimento, a transparência é mais uma arma nesta batalha pela vida dos surubinenses. 


Da Ascom

Programa de redução de salário preserva 1,5 milhão de empregos

Em duas semanas de funcionamento, o programa de redução temporária de salários e de suspensão de contratos de trabalho durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19) ajudou a preservar 1.543.441 empregos, divulgou nesta quinta-feira (13) a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia. Os dados foram coletados até as 15h30 de hoje.



A medida provisória que reinstitui o programa de preservação do emprego com suspensão de contratos ou redução de salários e de jornada foi publicada no dia 27 . O programa funciona nos mesmos moldes do ano passado, quando vigorou por oito meses para evitar demissões em empresas afetadas pela pandemia de covid-19.


Segundo o Ministério da Economia, 384.682 empregadores aderiram ao programa. Os acordos de suspensão de contratos representam 41,4% do total, o que equivale a 638.893 empregos. Nessa modalidade, os empregados recebem 100% do seguro-desemprego enquanto têm o contrato de trabalho suspenso.


Em relação aos casos de redução de jornada, 29,7% dos acordos (458.191) estabelecem redução de 70% dos salários com o recebimento de 70% do seguro-desemprego, e 19% dos acordos (293.693) foram fechados para reduzir o salário em 50% com a complementação de 50% do seguro-desemprego. Um total de 9,9% (152.664) dos acordos preveem a redução de 25% dos salários com o pagamento de 25% de seguro-desemprego.


Setores

O setor da economia que mais recorreu à suspensão e à redução de jornada com compensação parcial da renda foram os serviços, com 811.564 acordos fechados, o equivalente a 51,7% do total. Em seguida, vêm o comércio, com 25,6% dos acordos (401.910); a indústria, com 17,2% (270.349), e a construção civil, com 1,7% (27.081)


Estados

Segundo as estatísticas do Ministério da Economia, os estados que registraram o maior número de benefícios emergenciais foram São Paulo (390.735 acordos), Minas Gerais (161.350), Rio de Janeiro (160.091), Bahia (110.199) e Ceará (99.454).


Equivalente a uma parte do seguro-desemprego a que o trabalhador teria direito se fosse demitido sem justa causa, o benefício emergencial (BEm) é concedido a trabalhadores que tiverem jornada reduzida ou contrato suspenso. Nos acordos individuais, o percentual do seguro-desemprego equivale à redução salarial proposta pelo empregador.


Da Agência Brasil /  Foto: Agência Brasil

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