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sexta-feira, 24 de julho de 2020

Petrobras reajusta preço do gás de cozinha em 5% nas refinarias

Foto: Marcello Casal/ Agência Brasil
A Petrobras reajustou em 5% o preço médio do gás liquefeito de petróleo (GLP) nas suas refinarias. O aumento vale a partir desta quinta-feira (23). Com isso, o preço médio da Petrobras será equivalente a R$ 26,55 por botijão de 13kg.

No acumulado do ano, o preço do gás de cozinha teve uma queda de 4,5%, ou de R$ 1,26 no botijão de 13 kg. A companhia destacou que, desde novembro de 2019, igualou os preços de GLP para os segmentos residencial e industrial/comercial. A Petrobras acrescentou que vende o GLP a granel.

A companhia informou ainda que as distribuidoras são as responsáveis pelo envase em diferentes tipos de botijão e, junto com as revendas, são responsáveis pelos preços ao consumidor final.

De acordo com a Petrobras, os preços do GLP vendidos às distribuidoras têm como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. Para a empresa, a paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos, como volatilidade do câmbio e dos preços.

Da Agência Brasil

terça-feira, 14 de julho de 2020

Nova gasolina se torna obrigatória em agosto e deve ser mais cara

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
A partir do próximo dia 3 de agosto, toda a gasolina vendida no país terá que seguir novas especificações da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) que melhoram o rendimento dos veículos. A expectativa, porém, é que a melhoria da qualidade tenha impacto no preço do combustível.

As novas especificações foram definidas pela ANP em janeiro, com o objetivo de preencher lacunas na legislação que permitiam a produção ou importação de gasolina de menor qualidade. As novas regras estipulam uma massa específica mínima e um valor mínimo de octanagen RON (sigla em inglês para número de octanas pesquisa).

Na primeira fase das mudanças, que entram em vigor em 3 de agosto, o valor mínimo de RON será 92. Em janeiro de 2022, o número é elevado para 93, mais próximo dos 95 vigentes na maior parte da Europa. Para a gasolina premium, o valor mínimo será de 97 já em agosto deste ano.

As mudanças nas especificações eram defendidas pelas montadoras de veículos por facilitar o ajuste dos motores, mas esbarrava nas características do parque de refino da Petrobras. A estatal diz que vem preparando suas refinarias há alguns meses e que hoje todas já produzem seguindo as novas especificações.

Segundo a estatal, a melhora na qualidade vai permitir redução de 4% a 6% no consumo de gasolina por quilômetro rodado. A Petrobras diz ainda que a nova especificação da gasolina melhora o desempenho do motor, a dirigibilidade e o tempo de resposta na partida a frio, além de manter aquecimento adequado do motor.

A ANP acrescenta que a mudança vai permitir a introdução no país de motores mais eficientes, com menor consumo e menos poluentes. Antes de janeiro, as regras brasileiras não estabeleciam limites mínimos de massa específica nem valor mínimo de RON, o que permitia a importação de gasolinas mais leves.

O mercado de combustíveis espera elevação do preço com a venda de uma gasolina mais nobre. Segundo a Argus Media, empresa especializada em preços de commodities energéticas, contratos de importação de gasolina americana para o Brasil já trazem novos parâmetros de preço.

As cargas negociadas para desembarque e agosto estão, em médio, US$ 0,05 por galão (o equivalente a R$ 0,07 por litro) mais caras do que a média apurada em maio e junho. Enquete feita pela empresa no mercado apontou expectativas de elevação do preço entre US$ 0,04 e US$ 0,07 por galão (R$ 0,05 a R$ 0,09 por litro).

A Petrobras diz que eventual elevação de preço será compensada pelo ganho de rendimento do motor, "porque o consumidor vai rodar mais quilômetros por litro". A empresa destacou ainda que o preço é definido pela cotação no mercado internacional e tem outras variáveis, como frete e câmbio, que podem influenciar o valor final.

O preço de venda da gasolina pelas refinaras da Petrobras representa 28% do preço final do combustível - o restante são impostos e margens de lucro de postos e distribuidoras. Desde maio, com a recuperação das cotações do petróleo, a estatal promoveu oito reajustes no combustível, com alta acumulada de 60%.

Por: FolhaPress

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Conta de energia elétrica aumentará em julho / agosto

Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a aplicação de reajuste tarifário para todas as distribuidoras de energia cujos índices deveriam ter entrado em vigor nos meses de abril e maio passados. A Celpe faz parte desta lista. Em sua área de concessão, o índice médio do reajuste tarifário foi de 5,16%. Para a baixa tensão, que inclui os clientes residenciais, o efeito médio será de 4,88%. A variação percebida pelos atendidos em alta tensão, como indústrias e comércio de médio e grande porte, será de 5,93%. A variação proporcional começa a ser aplicada em julho, mas o consumidor só deve perceber o reajuste no mês seguinte.

Os adiamentos foram solicitados ao órgão regulador pelas empresas do setor elétrico, em virtude dos impactos provocados pela pandemia da Covid-19. Com o reajuste anual previsto para abril, a Celpe está entre as que postergaram a aplicação dos índices. Apesar da aplicação das novas tarifas em julho, a percepção integral pelos consumidores deverá ocorrer somente em agosto, quando se completa todo o período de leitura após a aplicação tarifária.

Composição da Tarifa

Do valor cobrado na fatura, 43,3% são destinados para pagar os custos com a compra e transmissão de energia. Os tributos (encargos setoriais e impostos) representam 33,7% do total. Do total, 23% ficam na Celpe para cobrir os custos de operação, manutenção, administração do serviço e investimentos. Isso significa que, para uma conta de R$ 100,00, por exemplo, cerca de R$ 23,00 são destinados efetivamente à empresa. A parcela do recurso que fica com a distribuidora é aplicada, sobretudo, na manutenção e modernização da rede de distribuição que atende a hospitais e unidades de saúde, serviços essenciais para combate à pandemia da Covid-19. 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Contribuição do MEI terá dois reajustes a partir deste mês

Tecnologia e empreendedorismoFoto: Pexels/Divulgação
Aumentos vão refletir os dois aumentos seguidos do salário mínimo: de R$ 998 para R$ 1.039 em janeiro e para R$ 1.045 em fevereiro

A contribuição mensal do Microempreendedor Individual (MEI) está maior a partir deste mês. O Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DASN), usado para o pagamento das obrigações dos empreendedores, vai variar entre R$ 52,95 e R$ 57,95, refletindo o aumento de 4,1% concedido no valor do salário mínimo em janeiro de 2020, passando de R$ 998 para R$ 1.039.

A quitação deve ser feita até o próximo dia 20. Já em março, os empresários terão outro reajuste, variando de R$ 53,25 a R$ 58,25, em função da nova correção do mínimo, de R$ 1.039 para R$ 1.045.

Com isso, o MEI que atua nas atividades de comércio e indústria deverá contribuir até amanhã com R$ 52,95, quem opera com serviços pagará R$ 56,95, e quem trabalha com comércio, indústria e serviços deve contribuir com R$ 57,95. A partir do mês de março, a DASN a ser pega até o dia 20 de cada mês será de R$ 53,25 para atividades de comércio e indústria, R$ 57,25 para atividades de serviços e R$ 58,25 para comércio, indústria e serviços.

Caso o empreendedor não faça o pagamento da contribuição, estará sujeito ao pagamento de multas e até mesmo ser expulso da modalidade, segundo o assessor técnico da Rede Estadual de Atendimento ao Empreendedor, Murilo Nóbrega. “Essa contribuição mensal é de extrema importância, porque se o MEI deixar de pagar o valor estimado, ele poderá perder não só todos os benefícios que são oferecidos, como também poderá ter a dívida ativa inscrita no seu CPF, logo será desenquadrado como MEI", destacou.

O pagamento da DASN é o instrumento para o empreendedor acessar uma série de benefícios. O documento unifica contribuições como Previdência Social (INSS), Imposto sobre Serviço (ISS) e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O documento tem o seu valor calculado com base no salário mínimo.

Entre as vantagens de ser um Microempreendedor Individual está a inscrição em um Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) coberto pela Previdência, com emissão de nota fiscal eletrônica, pagamento de imposto fixo e mensal, acesso fácil a financiamentos e registro de um só funcionário, desde que o faturamento seja de até R$ 81 mil por ano.

O pagamento do DASN pode ser efetuado por débito automático, online ou até mesmo por boleto bancário.

Da Folha de PE

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Gás de botijão residencial aumenta para as distribuidoras

Botijão de gásFoto: Marcello Casal/Agência Brasil
O gás de cozinha residencial (GLP) aumentará 5% nas distribuidoras e o GLP industrial e comercial 3%, a partir da meia-noite desta terça-feira (22). O anúncio foi feito pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) em nota à imprensa e confirmado pela Petrobras.

Os aumentos são médias, pois o valor terá variação, para maior ou menor, dependendo da área de distribuição nacional, segundo o Sindigás. O preço para o consumidor final poderá ser diferente, pois as distribuidoras acrescem ao percentual de aumento os custos com mão de obra, logística, impostos e margem de lucro.

“O Sindigás informa que suas empresas associadas foram comunicadas pela Petrobras, na tarde de hoje [21], sobre o aumento no preço do GLP residencial (embalagens de até 13kg) e empresarial (destinado a embalagens acima de 13 kg). O aumento passa a valer a partir de amanhã, dia 22 de outubro, nas unidades da petroleira. De acordo com as informações recebidas da Petrobras, o aumento do GLP residencial oscilará entre 4,8% e 5,3%, e o aumento do GLP empresarial entre 2,9% e 3,2%, dependendo do polo de suprimento”, informou o Sindigás.

O último aumento de GLP praticado pela Petrobras foi no dia 5 de agosto.

Da Agência Brasil

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Pernambuco | Conta de água mais cara a partir desta segunda-feira

Conta da CompesaFoto: Arquivo/Folha de Pernambuco
Agência Reguladora de Pernambuco (Arpe) fixou reajuste em 6,72%. Consumidor já sentirá na conta de agosto

A partir desta segunda-feira, a tarifa da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) sofrerá um reajuste de 6,72%. O valor vai incidir sobre os serviços de abastecimento de água e de coleta e tratamento de esgotos sanitários prestados pela Companhia. O reajuste foi definido pela Agência Reguladora de Pernambuco (Arpe) no mês de julho e publicado no Diário Oficial do dia 13. 

Para o consumidor que faz uso da tarifa mínima convencional, o reajuste representa um acréscimo de R$ 2,77 na conta de água. Já para os usuários que apresentam um consumo mensal de dez mil litros de água (10m3) por mês, a tarifa passará de R$ 41,30 para R$ 44,08. 

Para os clientes de baixa renda, que utilizam a tarifa social, o aumento significará R$ 0,59 a mais nas contas, com a fatura passando de R$ 8,63 por mês para R$ 9,22. As tarifas comerciais e públicas vão custar agora R$ 64,84 e R$ 62,67, respectivamente. De acordo com o diretor da Arpe, Frederico Maranhão, o faturamento da Compesa com a nova tarifa só será integral a partir do próximo dia 12 de setembro, e até esta data parte do faturamento será proporcional entre o novo valor da tarifa com o valor antigo cobrado.

Frederico destaca que essa revisão tarifária corresponde ao ano de 2018, quando a Arpe concedeu um reajuste de 2,78%. Desde então, o processo de revisão da tarifa não aconteceu devido ao atraso da Compesa no fornecimento de algumas informações por mudanças no processo de envio. “Houve uma mudança de metodologia que teve certa complexidade e são levantamentos de informações onde estão localizados, qual o índice de aproveitamento, qual subsistema está ligado, se é fornecimento ou saneamento, e para cumprir essas informações a Compesa teve um trabalho adicional. Isso é um processo que precisa de equilíbrio. A empresa precisa de resultado para prestar bons serviços e o consumidor receber um bom serviço. Esse é processo de ganho a ganho”, afirmou Maranhão. 

Da Folha de PE

sábado, 4 de maio de 2019

Petrobras reajusta gás de cozinha em 3,43% a partir de domingo

Foto: Marcello Casal/ Agência Brasil
O último reajuste ocorreu no dia 5 de fevereiro, quando o valor do gás de cozinha subiu para R$ 25,33 para as distribuidoras.

A Petrobras vai reajustar em 3,43%, em média, a partir do próximo domingo (5), o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP Residencial), o gás de cozinha, para botijão de 13 quilos (kg) às distribuidoras sem a cobrança de tributos. O preço do botijão de 13kg vai custar R$ 26,20.

O último reajuste ocorreu no dia 5 de fevereiro, exatamente há três meses, quando o valor do gás de cozinha subiu para R$ 25,33 para as distribuidoras.

Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que as empresas distribuidoras associadas à entidade foram comunicadas na tarde de hoje pela Petrobras que o GLP residencial para embalagens de até de 13kg ficará mais caro a partir do próximo domingo. De acordo com o Sindigás, o reajuste oscilará entre 3,3% e 3,6%, de acordo com o polo de suprimento.

Da Agência Brasil

terça-feira, 23 de abril de 2019

Aneel autoriza reajuste médio de 5,04% para tarifas de energia de Pernambuco

Foto: Divulgação / Reprodução
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (23) um reajuste médio de 5,04% para as tarifas de energia da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe). O reajuste pode ser aplicado a partir do dia 29 de abril.

A Celpe atende 3,7 milhões de unidades consumidoras no estado de Pernambuco.

O reajuste médio para os consumidores residenciais e comerciais, atendidos em baixa tensão, será de 5,56%. Para os consumidores industriais, atendidos em alta tensão, o reajuste médio será de 3,76%.

A quitação antecipada do empréstimo feito em 2014 para ajudar as distribuidoras reduziu o reajuste previsto para a Celpe em 3,11 pontos percentuais.

A antecipação do empréstimo vai retirar das tarifas de energia dos consumidores brasileiros R$ 6,4 bilhões em 2019 e R$ 2 bilhões em 2020.

Do G1

domingo, 14 de abril de 2019

Governo de Pernambuco aumenta ICMS de carne bovina, suína e bufalina

Imagem: Divulgação - Internet
Desde o dia 1º de abril, com a entrada em vigor do Decreto 46.953, de 28 de dezembro de 2018, a cobrança do ICSM sobre carne suína triplicou - de 2% para 6%. sobre cortes selecionados de carne bovina (ou bufalina), a alta foi de 140% - de 2,5%, para os mesmos 6%.

Em nota, o presidente da Abrasel em Pernambuco, André Araújo, diz enxergar com bastante preocupação o elevado percentual de aumento de impostos. "Com os custos mais altos desses insumos, primordiais na confecção de pratos de bares e restaurantes do nosso estado, gerando aumento nos cardápios, clientes deverão evitar o consumo desses cortes e esse comportamento afetará todo o setor de alimentação fora do lar, em um momento em que as empresas ainda se recuperam da crise" manifesta.

Para André, as consequências não somente afetam a cadeia de consumo, com o repasse do aumento dos estabelecimentos para o consumidor final, mas interferem na cadeia produtiva gerando perdas em faturamento também para esse setor. "Precisamos criar um ambiente favorável para o retorno ao crescimento econômico em um setor que já não suporta mais uma carga tributária tão pesada", complementa.

De acordo com o auditor fiscal da Secretaria da Fazenda (Sefaz) de Pernambuco, Abílio almeida, os empresários do setor estavam cientes das mudanças acordadas no decorrer do ano passado. "Todas as carnes eram tributas como cesta básica. Agora os cortes nobres bovinos e a carne suína saem dessa tributação mais baixa e passam a ter um tributo mais caro. Não posso tributar com a mesma alíquota a população de baixa e alta renda", explicou.

No entanto, a advogada tributarista Mary Elbe Queiroz, esse aumento não afetou apenas as carnes consideradas nobres, mas também outros cortes mais populares, o que deve gerar prejuízo à alimentação dos mais pobres.

Do JC Online

domingo, 31 de março de 2019

Remédios podem ficar até 4,33% mais caros a partir de segunda

RemédioFoto: divulgação
De acordo com o Ministério da Saúde, o percentual é o teto permitido de reajuste

O preço dos remédios vendidos no País pode aumentar até 4,33% a partir desta segunda-feira (1º). O valor, definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, ficou acima da inflação de 2018, que fechou o ano em 3,75%.

De acordo com o Ministério da Saúde, o percentual é o teto permitido de reajuste. Cada empresa pode decidir se vai aplicar o índice total ou menor. Os valores valem para os medicamentos vendidos com receita.

Ainda segundo a pasta, o cálculo é feito com base em fatores como a inflação dos últimos 12 meses – o IPCA, a produtividade das indústrias de remédios, o câmbio e a tarifa de energia elétrica e a concorrência de mercado.

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos publica, todo mês, no site da Anvisa, a lista com os preços de medicamentos já com os valores do ICMS – o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços, que é definido pelos estados.

As empresas que descumprirem os preços máximos permitidos ou aplicarem um reajuste maior do que o estabelecido podem pagar multa que varia de R$ 649 a R$ 9,7 milhões.

Da Agência Brasil 

quinta-feira, 21 de março de 2019

Conta de luz terá alívio de 3,7 pontos percentuais em 2019 após pagamento de dívida

Foto: Ed Machado/Folha de Pernambuco
A conta de luz terá um alívio de 4,9 pontos percentuais em 2019 e 2020 devido à antecipação de um pagamento de uma dívida bilionária que vinha sendo paga pelos consumidores de energia desde 2015. 

Neste ano, o alívio será de 3,7 pontos percentuais e, em 2020, de 1,2 pontos. Esse pagamento deverá implicar reajustes menores na conta de luz neste ano, como a Folha de S.Paulo havia noticiado no fim do ano passado. A projeção é que os reajustes deste ano fiquem em patamar estável, segundo cálculo da TR Soluções (empresa especializada em tarifas de energia), que não contabilizam o acionamento das bandeiras tarifárias. 

Seis distribuidoras que já tiveram reajustes aprovados pela agência desde o fim do ano passado terão revisões extraordinárias para amenizar os aumentos: a Cepisa (Piauí), Ceron (Rondônia), Eletroacre, Energisa Borborema, e as duas distribuidoras fluminenses, a Light e a Enel Rio. 

Por mês, os consumidores de energia brasileiros vinham pagando cerca de R$ 700 milhões para pagar essa dívida. Ainda restavam R$ 8,8 bilhões a serem pagos. O acordo com oito bancos permitiu a antecipação desse pagamento, sob a cobrança de uma taxa equivalente a R$ 140 milhões - valor menor do que os juros que seriam cobrados caso as parcelas não fossem antecipadas. 

"Foi um esforço imenso. As conversas iniciaram em novembro e só agora avançamos para um acordo", afirmou o diretor-geral da agência, André Pepitone. Entre os bancos, haviam instituições públicas (Caixa, Banco do Brasil, BNDES e Banrisul) e privadas (Bradesco, Itaú, Santander e Citibank).

Da Folha de PE

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Gás de cozinha ficará mais caro a partir desta terça-feira (05)

Foto: Rafael Furtado / Folha de Pernambuco
A partir desta terça-feira (5), o botijão de até 13 quilos de gás liquefeito de petróleo (GLP) residencial ficará mais caro. O novo preço médio do produto, anunciado nesta segunda (4) pela Petrobras, será de R$ 25,33. 

No último ajuste, feito em novembro do ano passado, o preço determinado foi de R$ 25,07. O produto tem reajustes trimestrais.

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou, em nota, que o reajuste vai variar entre 0,5% e 1,4%, de acordo com o polo de suprimento. O Sindigás calcula que o valor do GLP empresarial está 13,4% acima do GLP para embalagens até 13 quilos.

Da Folha de PE

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Arpe reajusta preço do gás natural em Pernambuco

Gás naturalFoto: Divulgação
Foi autorizado pela Agência Estadual de Regulação de Pernambuco (Arpe) para entrar em vigor a partir desta sexta-feira (1º) o reajuste do gás natural no Estado. Publicado no Diário Oficial do Estado nessa quinta-feira (31), o aumento terá impacto  no preço para o fornecimento de gás para o consumidor final.

Fornecido pela Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), o gás natural canalizado vai ter um aumento médio de 1,43% para o consumidor final. Ou seja, esse percentual é a junção do gás entregue para todos os clientes, como os residenciais, comerciais, industriais e veiculares. Para os consumidores residenciais, por exemplo, os novos preços vão variar de R$ 1,9528 por metro cúbico (m³) a R$ 3,1835 por m³. 

“A cada três meses, a Petrobras reajusta o preço da venda do gás para a Copergás. Dessa última vez, a Petrobras anunciou que o valor passará de R$ 1,2451 por m³ para R$ 1,2650 por m³. Então, a Arpe autorizou a Copergás a reajustar as tarifas”, explicou o diretor de regulação da Arpe, Fred Maranhão, ao informar que a tarifa da Copergás é composta pelo preço do gás comprado da Petrobras e pela margem que recebe como receita.

Ainda de acordo com ele, de fevereiro de 2018 a fevereiro de 2019, o aumento do gás que a Petrobras passou para a Copergás foi de 32,88%. No entanto, desse acumulado, a Arpe só autorizou repassar 11,93%. “A política de aumentos da Petrobras é muito relevante. E a Arpe conseguiu não repassar todo esse percentual para o consumidor final”, disse Maranhão.

Da Folha de PE

domingo, 18 de novembro de 2018

Pernambuco pode ter veículo mais caro do País

Os automóveis que custam acima de R$ 50 mil
podem ser atingidos pela Mudança
Foto: Honda Civic 2019/Divulgação
O pernambucano pode ter que pagar a maior carga tributária do Brasil na hora de comprar um carro novo, caso o Projeto de Lei 2097/2018 - proposto pelo governador Paulo Câmara a fim de aumentar a arrecadação estadual - passe pela Assembleia Legislativa do Estado (Alepe). É que o texto sugere uma cobrança adicional de dois pontos percentuais na alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que é cobrada na venda de veículos novos de mais de R$ 50 mil. A taxa, que é de 12% em todo o Brasil, segundo a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), iria, então, para 14% em Pernambuco.

“Seremos o único estado do Brasil a cobrar 14% de ICMS nos veículos. Por isso, o pernambucano terá o carro mais caro do Brasil”, reclamou o diretor da Fenabrave em Pernambuco, Marcony Mendonça, calculando que a mudança representa um acréscimo de R$ 1 mil em um automóvel de R$ 50 mil. Ele destacou ainda que, apesar de o Governo do Estado alegar que este Projeto de Lei sobretaxa produtos de luxo, no caso dos veículos, serão atingidos justamente os modelos mais procurados pelos consumidores.

“Hoje, quase todos os carros novos valem mais que R$ 40 mil. Por isso, os veículos acima de R$ 50 mil representam 70% das nossas vendas”, revelou Mendonça, dizendo que ficarão isentos da tributação extra apenas os carros compactos como o Renault Kwid e o Fiat Mobi, que são mais baratos. E ainda haverá aumento tributário nas motos com mais de 250 cilindradas.

O setor acredita, então, que as vendas de automóveis serão diretamente atingidas pela medida. Afinal, o aumento chega no momento em que a economia ainda está se recuperando da crise dos últimos anos. “O consumidor segue em uma situação difícil e não aguenta pagar mais imposto. Então, se houver aumento tributário, as vendas vão cair”, declarou o diretor da Fenabrave.

Por conta disso, Mendonça acredita que, além de prejudicar a população, o Projeto de Lei 2097 pode ter um efeito reverso nas contas do governo. É que, ao invés de aumentar a sua arrecadação, o Estado pode receber menos tributos por conta da possível queda nas vendas.

“Os consumidores vão acabar comprando nos estados vizinhos, que ainda cobram 12% de ICMS. Eles podem sair do Recife e ir comprar em João Pessoa pagando menos. Ou sair de Petrolina para comprar em Juazeiro. E, com isso, o governo vai perder o imposto para outros estados”, afirmou Mendonça, dizendo que, por isso, as concessionárias que ficam na divisa com outros estados devem ser as mais atingidas pelo adicional de ICMS.

O diretor da Fenabrave ainda admitiu que, se tudo isso se consolidar, as concessionárias pernambucanas podem ter que fazer novas demissões. Ele explicou que, apesar de ter crescido um pouco nos últimos meses, as vendas de veículos também estão tentando se recuperar da recessão. “Ainda estamos longe do que éramos. Por isso, se as vendas voltarem a cair, teremos que fazer ajustes, cortando despesas ou até reduzindo o quadro de pessoal das concessionárias”, lamentou Mendonça.

Para evitar tudo isso, a diretoria estadual da Fenabrave vai procurar representantes do Estado para discutir a medida. A expectativa é que a reunião seja marcada nos próximos dias com a Secretaria da Fazenda de Pernambuco (Sefaz-PE), já que o governador Paulo Câmara está viajando de férias. Procurada pela reportagem, a Sefaz-PE não se pronunciou sobre o assunto.

No Projeto de Lei, o governo explica apenas que o adicional de ICMS dos veículos será incluído no Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza, ajudando a financiar o pagamento anual extra de R$ 150 para os beneficiários do Bolsa Família.

Da Folha de PE

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Gasolina sobe em 15 Estados, diz ANP; valor médio avança 0,06% no País

Foto: Reprodução/TOrange
O valor médio da gasolina vendido nos postos brasileiros subiu em 15 Estados brasileiros na semana passada, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Em outros 11 Estados e no Distrito Federal (DF) houve recuo.

Na média nacional, os preços médios avançaram 0,06% entre as semanas, de R$ 4,722 para R$ 4,725. 

Em São Paulo, maior consumidor do País e com mais postos pesquisados, o litro da gasolina subiu 0,29% na semana passada, de R$ 4,499 para R$ 4,512, em média. No Rio de Janeiro, o combustível saiu de R$ 5,116 para R$ 5,068, em média, queda de 0,94%. Em Minas Gerais houve alta no preço médio da gasolina de 0,16%, de R$ 4,951 para R$ 4,959 o litro.

Da Agência Estado

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Preço da gasolina nas refinarias da Petrobras sobe 1,02%

Foto: Arquivo/Rovena Rosa/Agência Brasil

Depois de uma semana sem reajustes no preço da gasolina, a Petrobras anunciou nesta quarta-feira (12) aumento de 1,02% no preço do combustível comercializado em suas refinarias. A partir desta quinta-feira (13), o litro da gasolina passará a custar R$ 2,2294, dois centavos a mais do que os R$ 2,2069 cobrados desde 5 de setembro.

No mês, o litro do combustível já subiu nove centavos, ou seja, 4,3% a mais do que custava no fim de agosto (R$ 2,1375).

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Após aumentos, Petrobras altera política de preços da gasolina

Foto: Brenda Alcântara/Folha de Pernambuco
Após uma sequência de aumentos, a Petrobras decidiu alterar sua política de preços da gasolina. A estatal informou nesta quinta (6) a criação de um mecanismo para manter os preços estáveis por prazos de até 15 dias. Desde o dia 18 de agosto, o preço da gasolina vendida pelas refinarias da estatal acumula alta de 12%, pressionado pela desvalorização cambial. 

Em nota, a estatal informou que o objetivo da mudança é "aumentar os períodos de estabilidade no preço da gasolina por prazos curtos". "A companhia entende ser importante conciliar seus interesses empresariais com as demandas de seus clientes e agentes de mercado em geral", disse a companhia. 

Os preços podem ser mantidos por prazos de até 15 dias. Desde julho de 2017, a companhia vem praticando preços diários. "Isso não altera nossa política de preços", disse o diretor financeiro da companhia, Rafael Grisolia. "A Petrobras escolherá os momentos em que aplicará o instrumento, considerando a análise de conjuntura, em cenários de elevada volatilidade do mercado", diz a companhia, afirmando que o preço continuará sujeito a mudanças até diárias, já que o novo mecanismo será utilizado de forma opcional.

Da Folha de PE

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Saques do PIS/Pasep serão retomados nesta quarta

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Os trabalhadores com menos de 60 anos que têm direito à cota do PIS/Pasep voltam a receber o dinheiro nesta quarta-feira (8). O dinheiro cairá na conta de quem trabalhou com carteira assinada ou foi servidor público entre 1971 e 4 de outubro de 1988 e é cliente da Caixa ou do Banco do Brasil.

O saque do benefício ficou bloqueado por mais de 30 dias para que fosse aplicada a correção aos valores. Quem sacar o dinheiro agora receberá com reajuste de 8,9741%.

Segundo o Ministério do Planejamento, somente esses correntistas têm direito aos R$ 5 bilhões.

No dia 14, o dinheiro será liberado para cotistas que não são clientes dos bancos e têm menos de 60 anos. A Caixa é a responsável pelo pagamento do PIS. Para fazer a consulta, o trabalhador pode acessar o site da Caixa. Servidores recebem o Pasep no Banco do Brasil e podem consultar no site ou nos caixas eletrônicos.

No caso do PIS, é possível saber os valores. Já no do Pasep, a consulta mostra apenas se há direito ou não. Quem tem até R$ 1.500 de PIS para receber pode ir ao caixa eletrônico com a senha do Cartão do Cidadão. Nas lotéricas, é preciso ter senha, cartão e documento com foto. Saques até R$ 3.000 podem ser feitos com Cartão do Cidadão, senha e documento em todas as unidades. Valores acima de R$ 3.000 só saem em agências.

Da Folha de PE

sábado, 30 de junho de 2018

Preço da gasolina sobe nas refinarias; consumidor pode esperar aumento

Foto: Reprodução/Internet
O consumidor pode esperar novo aumento dos preços da gasolina nos próximos dias. Mesmo com os valores do combustível a caminho da normalidade, o aumento de 1,23% nas refinarias, anunciado ontem pela Petrobras, deve ser repassado para as bombas. Segundo o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fábio Bentes, o produto é de circulação rápida, o que agiliza a mudança de preços.

“O estoque gira rápido. Os preços acabam sendo repassados muito rapidamente para o consumidor”, explicou Bentes. O aumento, no entanto, pode ser freado, em parte, pela baixa demanda do produto. “Isso pode segurar a alta”, avaliou o economista. Ele advertiu, no entanto, que novos aumentos podem ocorrer se o preço do barril de petróleo no mercado internacional continuar a subir.

Nos últimos dias, os valores cobrados nos postos vinham diminuindo, conforme pesquisa realizada regularmente pelo Correio (veja quadro). Na semana passada, o valor mais baixo encontrado foi de R$ 4,19. Ontem, o preço mais em conta era de R$ 4,15. O motorista de Uber Leonardo da Silva Gomes, 28 anos, disse, porém, que mal sentiu o preço baixar. “Eu passo por vários lugares. Tento sempre abastecer onde é mais barato, mas não vi muita diferença”, afirmou. Ele disse que, se vier uma nova alta, pode ter de deixar o carro em casa. “Vou conferir se vale a pena sair para trabalhar”, lamentou.

O advogado Luiz Carlos Almeida, de 40 anos, também se sente prejudicado. Ao contrário de Leonardo, ele obervou uma baixa nos preços dos postos que frequenta, mas considera que o combustível está caro, ainda mais por que utiliza muito o carro para trabalhar. “Eu preciso visitar clientes, sair para audiências”, justificou.

Do Correio Braziliense

terça-feira, 5 de junho de 2018

Mercado prevê menor crescimento do PIB e inflação maior

Banco Central divulga semanalmente projeções do mercado
financeiro para a inflação e para a taxa Selic
Foto: Arquivo / Agência Brasil
O mercado financeiro continua reduzindo a projeção para o crescimento da economia e aumentando a estimativa de inflação. De acordo com o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (4), a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 2,37% para 2,18%. Essa foi a quinta redução seguida. Para 2019, a previsão permanece em 3% há 18 semanas consecutivas.

A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu de 3,60% para 3,65% neste ano no terceiro aumento seguido. Para 2019, a projeção foi ajustada de 4% para 4,01%.

Mesmo assim, a expectativa para a inflação permanece abaixo da meta, que é 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,50% ao ano. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.

Para cortar a Selic, o BC precisa estar seguro de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir. A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera que alterações anteriores foram suficientes para chegar à meta.

Para o mercado, a Selic deve permanecer em 6,50% ao ano até o fim de 2018 e subir ao longo de 2019, encerrando o período em 8% ao ano.

Dólar
A previsão para a cotação do dólar no fim do ano subiu de R$ 3,48 para R$ 3,50. Para o fim de 2019, passou de R$ 3,47 para R$ 3,50. A projeção para o superávit comercial subiu de US$ 57,15 bilhões para US$ 57 bilhões neste ano, e de US$ 49,80 bilhões para US$ 49,30 em 2019.

Da Agência Brasil

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