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sexta-feira, 24 de julho de 2020

Petrobras reajusta preço do gás de cozinha em 5% nas refinarias

Foto: Marcello Casal/ Agência Brasil
A Petrobras reajustou em 5% o preço médio do gás liquefeito de petróleo (GLP) nas suas refinarias. O aumento vale a partir desta quinta-feira (23). Com isso, o preço médio da Petrobras será equivalente a R$ 26,55 por botijão de 13kg.

No acumulado do ano, o preço do gás de cozinha teve uma queda de 4,5%, ou de R$ 1,26 no botijão de 13 kg. A companhia destacou que, desde novembro de 2019, igualou os preços de GLP para os segmentos residencial e industrial/comercial. A Petrobras acrescentou que vende o GLP a granel.

A companhia informou ainda que as distribuidoras são as responsáveis pelo envase em diferentes tipos de botijão e, junto com as revendas, são responsáveis pelos preços ao consumidor final.

De acordo com a Petrobras, os preços do GLP vendidos às distribuidoras têm como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. Para a empresa, a paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. Além disso, o preço considera uma margem que cobre os riscos, como volatilidade do câmbio e dos preços.

Da Agência Brasil

domingo, 4 de agosto de 2019

Petrobras vai reduzir preço do gás de cozinha em até 12%

Segundo o sindicato, Petrobras cobra muito caro pelo gás

Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou nesta sexta-feira (2) que a Petrobras vai reduzir o preço do GLP Residencial (embalagens até 13 kg) entre 6,5% e 12%, e do GLP Empresarial entre 11% e 17%, dependendo da localidade.

A redução passa a valer a partir de segunda-feira (5), informou o Sindigás, que foi comunicado nesta sexta-feira pelas empresas associadas sobre a redução.

De acordo com a entidade, o ágio praticado pela Petrobras está em cerca de 31% em relação ao preço do mercado internacional, "o que vem pressionando ainda mais os custos de negócios que têm o GLP entre seus principais insumos, impactando de forma crucial empresas que operam com uso intensivo de GLP", afirmou o Sindigás em nota.


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sábado, 4 de maio de 2019

Petrobras reajusta gás de cozinha em 3,43% a partir de domingo

Foto: Marcello Casal/ Agência Brasil
O último reajuste ocorreu no dia 5 de fevereiro, quando o valor do gás de cozinha subiu para R$ 25,33 para as distribuidoras.

A Petrobras vai reajustar em 3,43%, em média, a partir do próximo domingo (5), o preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP Residencial), o gás de cozinha, para botijão de 13 quilos (kg) às distribuidoras sem a cobrança de tributos. O preço do botijão de 13kg vai custar R$ 26,20.

O último reajuste ocorreu no dia 5 de fevereiro, exatamente há três meses, quando o valor do gás de cozinha subiu para R$ 25,33 para as distribuidoras.

Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) informou que as empresas distribuidoras associadas à entidade foram comunicadas na tarde de hoje pela Petrobras que o GLP residencial para embalagens de até de 13kg ficará mais caro a partir do próximo domingo. De acordo com o Sindigás, o reajuste oscilará entre 3,3% e 3,6%, de acordo com o polo de suprimento.

Da Agência Brasil

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Arpe reajusta preço do gás natural em Pernambuco

Gás naturalFoto: Divulgação
Foi autorizado pela Agência Estadual de Regulação de Pernambuco (Arpe) para entrar em vigor a partir desta sexta-feira (1º) o reajuste do gás natural no Estado. Publicado no Diário Oficial do Estado nessa quinta-feira (31), o aumento terá impacto  no preço para o fornecimento de gás para o consumidor final.

Fornecido pela Companhia Pernambucana de Gás (Copergás), o gás natural canalizado vai ter um aumento médio de 1,43% para o consumidor final. Ou seja, esse percentual é a junção do gás entregue para todos os clientes, como os residenciais, comerciais, industriais e veiculares. Para os consumidores residenciais, por exemplo, os novos preços vão variar de R$ 1,9528 por metro cúbico (m³) a R$ 3,1835 por m³. 

“A cada três meses, a Petrobras reajusta o preço da venda do gás para a Copergás. Dessa última vez, a Petrobras anunciou que o valor passará de R$ 1,2451 por m³ para R$ 1,2650 por m³. Então, a Arpe autorizou a Copergás a reajustar as tarifas”, explicou o diretor de regulação da Arpe, Fred Maranhão, ao informar que a tarifa da Copergás é composta pelo preço do gás comprado da Petrobras e pela margem que recebe como receita.

Ainda de acordo com ele, de fevereiro de 2018 a fevereiro de 2019, o aumento do gás que a Petrobras passou para a Copergás foi de 32,88%. No entanto, desse acumulado, a Arpe só autorizou repassar 11,93%. “A política de aumentos da Petrobras é muito relevante. E a Arpe conseguiu não repassar todo esse percentual para o consumidor final”, disse Maranhão.

Da Folha de PE

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Gasolina sobe em 15 Estados, diz ANP; valor médio avança 0,06% no País

Foto: Reprodução/TOrange
O valor médio da gasolina vendido nos postos brasileiros subiu em 15 Estados brasileiros na semana passada, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Em outros 11 Estados e no Distrito Federal (DF) houve recuo.

Na média nacional, os preços médios avançaram 0,06% entre as semanas, de R$ 4,722 para R$ 4,725. 

Em São Paulo, maior consumidor do País e com mais postos pesquisados, o litro da gasolina subiu 0,29% na semana passada, de R$ 4,499 para R$ 4,512, em média. No Rio de Janeiro, o combustível saiu de R$ 5,116 para R$ 5,068, em média, queda de 0,94%. Em Minas Gerais houve alta no preço médio da gasolina de 0,16%, de R$ 4,951 para R$ 4,959 o litro.

Da Agência Estado

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Após dez dias, Petrobras reduz preço da gasolina

Caminhão-tanqueFoto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
Depois de dez dias de estabilidade, a Petrobras reduzirá nesta terça (25) o preço da gasolina em suas refinarias, para R$ 2,2381 por litro, 0,6% a menos do que o valor vigente. Nas bombas, a gasolina atingiu na semana passada o maior preço desde janeiro de 2008. A escalada em período eleitoral joga pressão sobre a política de preços dos combustíveis no país.

Desde o último dia 14, a Petrobras mantinha a gasolina em suas refinarias em R$ 2,2514 por litro, o maior valor desde que a empresa passou a adotar reajustes diários, devido à impacto da desvalorização do real e do aumento das cotações internacionais.
A estabilidade era resultado do mecanismo de proteção anunciado pela estatal no dia 6 de setembro, que permite à sua área comercial segurar os preços por 15 dias em caso de pressões externas, como desvalorização cambial abrupta ou catástrofes naturais.


O preço das refinarias da Petrobras representa cerca de 35% do valor final de venda da gasolina nos postos, que atingiu na semana passada a média nacional de R$ 4,65 por litro, alta de 0,5% com relação à semana anterior.

Desconsiderando picos provocados pelo desabastecimento durante a paralisação dos caminhoneiros, é o maior valor desde janeiro de 2008 (corrigidos pela inflação), quando a cotação do petróleo se aproximava dos US$ 100 (R$ 400, na cotação atual) por barril.

Em junho daquele ano, chegou a bater em US$ 140 por barril (R$ 560). Nesta sexta (21), o petróleo Brent fechou a US$ 78,80 (cerca de R$ 315).

Da Folha de PE

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Preço da gasolina nas refinarias da Petrobras sobe 1,02%

Foto: Arquivo/Rovena Rosa/Agência Brasil

Depois de uma semana sem reajustes no preço da gasolina, a Petrobras anunciou nesta quarta-feira (12) aumento de 1,02% no preço do combustível comercializado em suas refinarias. A partir desta quinta-feira (13), o litro da gasolina passará a custar R$ 2,2294, dois centavos a mais do que os R$ 2,2069 cobrados desde 5 de setembro.

No mês, o litro do combustível já subiu nove centavos, ou seja, 4,3% a mais do que custava no fim de agosto (R$ 2,1375).

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Após aumentos, Petrobras altera política de preços da gasolina

Foto: Brenda Alcântara/Folha de Pernambuco
Após uma sequência de aumentos, a Petrobras decidiu alterar sua política de preços da gasolina. A estatal informou nesta quinta (6) a criação de um mecanismo para manter os preços estáveis por prazos de até 15 dias. Desde o dia 18 de agosto, o preço da gasolina vendida pelas refinarias da estatal acumula alta de 12%, pressionado pela desvalorização cambial. 

Em nota, a estatal informou que o objetivo da mudança é "aumentar os períodos de estabilidade no preço da gasolina por prazos curtos". "A companhia entende ser importante conciliar seus interesses empresariais com as demandas de seus clientes e agentes de mercado em geral", disse a companhia. 

Os preços podem ser mantidos por prazos de até 15 dias. Desde julho de 2017, a companhia vem praticando preços diários. "Isso não altera nossa política de preços", disse o diretor financeiro da companhia, Rafael Grisolia. "A Petrobras escolherá os momentos em que aplicará o instrumento, considerando a análise de conjuntura, em cenários de elevada volatilidade do mercado", diz a companhia, afirmando que o preço continuará sujeito a mudanças até diárias, já que o novo mecanismo será utilizado de forma opcional.

Da Folha de PE

sábado, 26 de maio de 2018

Rombo na Petrobras motivou reajuste de preço

Para o consumidor, a recuperação da Petrobras pesou no
 bolso quando a cotação do petróleo ganhou fôlego em 2018.
Foto: Arquivo/Tânia Rêgo/ Agência Brasil
Quando decidiu reajustar diariamente os preços em linha com o mercado internacional, em julho de 2017, a Petrobras mirou seu caixa. O foco era a redução do endividamento que elevou a empresa ao posto de petroleira mais endividada do mundo. Estratégia que deu certo, com a petroleira registrando um lucro de R$ 6,9 bilhões no primeiro trimestre, o maior trimestral dos últimos cinco anos. 

Para o consumidor, a recuperação da Petrobras pesou no bolso quando a cotação do petróleo ganhou fôlego em 2018, após um período de quedas. Pela primeira vez desde 2014, o barril atingiu US$ 80 neste mês.  Como consequência, o preço do diesel já subiu 38 vezes desde janeiro. Para a empresa, a alta do petróleo significa uma oportunidade para gerar receita, distribuir dividendos aos acionistas e atingir a meta financeira, ainda que o programa de venda de ativos caminhe devagar. 

O presidente Pedro Parente obedece à máxima de que a Petrobras deve se comportar como uma produtora como outra qualquer, independentemente da importância estratégia dos combustíveis para o País. Afinal, a estatal compete diretamente com importadores e possui a flexibilidade de atuar em outros países.

A lógica é que não há fronteiras no mercado de petróleo. Mas, no Brasil, a realidade é que as altas no preço da estatal surtem efeito no bolso da população e de segmentos da economia que nada têm a ver com o mercado externo. Professor do Grupo de Economia da Energia da UFRJ, Helder Queiroz destaca que a alta do petróleo foi o primeiro teste de Parente. "É certo que é preciso acompanhar o mercado internacional. Mas existem várias soluções para isso. Será que essa é realmente a melhor?", diz. 

Pesa ainda o fato de o maior volume do combustível consumido no País sair das refinarias brasileiras, comandadas pela Petrobras. No primeiro trimestre deste ano, a empresa produziu 1,67 milhão de barris por dia (bpd) de derivados de petróleo e importou apenas 97 mil.  "Se o preço do petróleo não oscilar, oscila o câmbio. A Petrobras tem de seguir os preços internacionais, mas não precisa ser diariamente. A empresa cobra tanto previsibilidade do governo e não faz o mesmo com os seus consumidores", criticou um especialista em petróleo que já fez parte do governo e não quis se identificar.

Da Agência Estado

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Petrobras aumenta gás para indústrias pela segunda vez em oito dias

Gás de cozinhaFoto: Arquivo/Agência Brasil
A escalada das cotações do petróleo e do dólar levou a Petrobras a anunciar novo reajuste nos preços do gás de cozinha para uso industrial apenas oito dias após o aumento anterior. Desta vez, a alta será de 3,6%. O reajuste não impacta o preço do botijão de 13 quilos, mais consumido por residências, que é ajustado com periodicidade trimestral. Vale apenas para a venda do gás em botijões maiores ou a granel.

O reajuste anunciado nesta terça (15) é o terceiro aumento consecutivo no preço do gás de cozinha para uso industrial e residencial em apenas 20 dias. No dia 8 de maio, foram 7,1%, e em 27 de março, 4,7%. Assim, a alta acumulada no período é de 16,2%. Já o gás para envase em botijões de 13 quilos foi ajustado pela última vez no dia 5 de abril, com corte de 4,4%. O próximo ajuste só ocorrerá no início de julho.

Desde 2003, a Petrobras pratica preços diferentes para os dois tipos de consumo. O gás envasado em botijões de 13 quilos tem uma fórmula diferente, que garante desconto em relação ao produto destinado a uso industrial e comercial.

Após a escalada de preços em 2017, a estatal decidiu, em janeiro, alterar a periodicidade do gás residencial, aumentando o prazo de ajustes para três meses, com o objetivo de minimizar o repasse de volatilidades internacionais ao consumidor brasileiro. Desde 8 de maio, quando o gás para uso industrial foi reajustado pela última vez, o preço do petróleo Brent subiu 4,5% e o dólar, 2,6%.

Da Folha de PE

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Petrobras reduz preços da gasolina e diesel nas refinarias nesta sexta (17)

Foto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco
A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (16), no Rio de Janeiro, que a partir da zero hora desta sexta (17), reduzirá os preços da gasolina e do diesel nas refinarias em todo o país. Segundo nota divulgada pela empresa, o diesel terá redução de 1,3%, enquanto a gasolina cairá 0,38%.

No sobe e desce dos preços dos dois produtos nas refinarias, em sintonia com a nova política da estatal de acompanhar as oscilações dos preços das duas commodities no mercado internacional – onde os aumentos e redução são quase que diários – esta é a sexta queda de preços anunciada pela Petrobras somente este mês para o óleo diesel.

Desde o último dia 1º, o diesel cobrado nas refinarias fecha os primeiros 17 dias do mês com queda acumulada de preços de 1,3%. Com quatro reduções e sete altas desde o último dia 1º, a gasolina, com a queda anunciada para amanhã, fecha o mesmo período com alta acumulada de 3,7% nas refinarias.

Do Folha de PE

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Preço do gás de cozinha sobe pela segunda vez em menos de um mês

Foto: Arquivo/Agência Brasil
A Petrobras anunciou, nesta terça (10), mais um reajuste no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha. O aumento médio será de 12,9% e entra em vigor à zero hora desta quarta (11). Se for integralmente repassado ao consumidor, o reajuste significará alta de 5,1% no botijão, em torno de R$ 3,09, se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

Este é o segundo aumento de preço do gás de cozinha em menos de um mês. O último ocorreu em 26 de setembro de 2017. A alteração atual não se aplica ao GLP destinado a uso industrial/comercial.

A estatal explicou ainda que, com a liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, garantida por lei, os reajustes podem ou não refletir no preço final ao consumidor, que dependerá dos repasses de distribuidoras e revendedores.

O percentual foi calculado de acordo com a política de preços divulgada em junho deste ano e reflete, principalmente, a variação das cotações do produto no mercado internacional.

Da Folha PE

sábado, 9 de setembro de 2017

Petrobras reajusta preços da gasolina e do diesel neste sábado

Imagem: Divulgação/Reprodução-Internet
Os preços de venda da gasolina e do diesel às distribuidoras serão reajustados amanhã (9) em 2,6% e 1,5%, respectivamente, segundo informou nesta sexta-feira (8) a Petrobras.

De acordo com a política de preços adotada pela empresa no final de junho, que passou a vigorar no dia 3 de julho, reajustes podem ser aplicados a qualquer momento, até diariamente, desde que a variação acumulada no mês por produto esteja dentro da faixa de +7% ou -7%.

Segundo informou a assessoria de imprensa da Petrobras, quando se atinge no mês mais de 7% ou menos de 7% de reajuste, o Grupo Executivo de Mercado e Preços da companhia se reúne e analisa se vai haver alguma correção.

No ajuste anterior, que passou a vigorar ontem (7), o aumento para o diesel foi 0,7%, enquanto para a gasolina houve redução de 3,8%.

Segundo a companhia, a revisão da política aprovada em junho “permitirá maior aderência dos preços do mercado doméstico ao mercado internacional no curto prazo e possibilitará a companhia competir de maneira mais ágil e eficiente”.

Da Agência Brasil

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Petrobras sobe preço da gasolina pela 4ª vez seguida; alta total já é de 11%

Foto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco
A Petrobras anunciou nesta segunda (4) o quarto aumento consecutivo no preço da gasolina, sob o argumento de que os preços internacionais subiram com os impactos do furacão Harvey nos Estados Unidos.

Desta vez, a alta será de 3,3% a partir da zero hora de terça (5). Considerando os reajustes anteriores, a gasolina vendida pelas refinarias da Petrobras ficará 11% mais cara do que no fim de agosto. O preço do diesel subirá 0,1%, informou a estatal. É o sexto aumento seguido, com alta acumulada de 8,9%.

Pela primeira vez desde que a política de preços foi revista, em junho, o reajuste teve que ser decidido pelos executivos que forma o Gemp (Grupo Executivo de Mercado e Preços) -o presidente da empresa, Pedro Parente, e os diretores Financeiro e de Refino e Gás, Ivan Monteiro e Jorge Celestino.

A política dá autonomia à área técnica para decidir por reajustes, desde que a variação acumulada em um mês não passe de 7% -para cima ou para baixo. "Na última semana, em face dos impactos do furacão Harvey na operação das refinarias, oleodutos e terminais de petróleo e derivados no Golfo do México, os mercados de derivados sofreram variações intensas de preços", disse a Petrobras, em comunicado.

Da Folha de PE

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Petrobras anuncia reajuste médio de 6,9% do gás de cozinha

Imagem: Divulgação / Nogueirense.com
A Petrobras reajustou em 6,9%, em média, os preços do gás liquefeito de petróleo para uso residencial, envasado pelas distribuidoras em botijões de até 13 quilos (GLP P-13). O reajuste do gás de cozinha entra em vigor à 0h deste sábado (5) e, de acordo com a estatal, acompanha a política de preços divulgada no dia 7 de junho deste ano. O ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos.

A companhia destacou que a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados e que as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. A Petrobras calculou que, se os repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores forem levados, integralmente, aos preços ao consumidor, o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 2,2% ou cerca de R$ 1,29. O valor vai depender da manutenção das margens de distribuição e de revenda e das alíquotas de tributos.

A estatal ressaltou que o último reajuste ocorreu em 5 de julho deste ano e que a alteração atual não se aplica ao GLP destinado a uso industrial ou comercial.

Da Agência Brasil


terça-feira, 11 de julho de 2017

Petrobras reduz em 2% preço da gasolina nas refinarias

Imagem: Divulgação/Reprodução-Internet
A Petrobras reduziu o preço da gasolina vendida nas suas refinarias às distribuidoras em 2% e do diesel, em 1,7%. O reajuste entra em vigor amanhã (11). O anúncio foi feito no site da companhia. Esse é o quinto reajuste, neste mês, para os dois produtos. Houve reduções em quatro deles, sendo as maiores no dia 1º, quando os preços para a gasolina tiveram redução de 5,9% e os de diesel, de 4,8%. A única alta no período foi no dia 4 de julho, de 1,8% para a gasolina e 2,7% para o diesel.

As alterações em julho foram anunciadas após a empresa divulgar, no dia 30 de junho, a revisão da política de preços do diesel e da gasolina comercializados em suas refinarias. Segundo a empresa, era para aumentar a frequência de ajustes nos preços, que passou a vigorar no dia 3 de julho.

Com isso, a área técnica de marketing e comercialização da companhia passou a ter competência para fazer ajustes nos preços, a qualquer momento, inclusive diariamente, desde que os reajustes acumulados por produto estejam, na média Brasil, dentro de uma faixa determinada de -7% a 7%, respeitando a margem estabelecida pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP). Reajustes fora desta faixa precisam ser autorizados pelo grupo.

A revisão da política de preços foi determinada após a avaliação do GEMP de que os ajustes que vinham sendo praticados, desde o anúncio da nova política em outubro de 2016, não estavam sendo “suficientes para acompanhar a volatilidade crescente da taxa de câmbio e das cotações de petróleo e derivados, recomendando uma maior frequência nos ajustes”.

Para a companhia, a revisão da política “permitirá maior aderência dos preços do mercado doméstico ao mercado internacional no curto prazo e possibilitará a companhia competir de maneira mais ágil e eficiente”.

Da Agência Brasil

terça-feira, 28 de março de 2017

Aprovada venda da Petroquímica de Suape

Foto: Divulgação / Créditos: Arthur Mota
Em assembleia geral, os acionistas da Petrobras aprovaram, na segunda-feira (27), a venda de 100% do Complexo Químico e Têxtil de Suape, que inclui a Petroquímica Suape e a Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco - Citepe. A transação com a mexicana Alpek tem valor total de US$ 385 milhões (R$ 1,2 bilhão). A informação foi publicada pelo jornal Valor Econômico. 

De acordo com o jornal, a votação havia sido convocada em janeiro deste ano, porém foi adiada depois que a Justiça Federal de Sergipe determinou a suspensão da venda, decisão revertida em fevereiro. O mercado reagiu à notícia da aprovação com a valorização das ações da Petrobras, as quais subiram mais de 2% ontem.

A venda do complexo havia sido suspensa pela Justiça sob a alegação de que o valor negociado (R$ 1,2 bilhão) está muito abaixo do investido na construção do empreendimento (aproximadamente R$ 9 bilhões). Ex-assessor da presidência da Petrobras e ex-presidente da Associação de Engenheiros da companhia (AEPET), o engenheiro Ricardo Maranhão define a transação como uma “entrega” do complexo. “É no mínimo temerária a venda de ativos patrimoniais em momentos de crise econômica, quando eles estão depreciados”, avaliou. 

Além do valor de venda baixo, ele aponta a venda como não estratégica e enviou, inclusive, uma carta ao governador do Estado, Paulo Câmara, elencando aspectos negativos da negociação. Um dos argumentos é que, se aprovada, a venda para a mexicana Alpek estabeleceria um monopólio privado estrangeiro sob a produção do ácido tereftálico (PTA). Isso porque o empreendimento é o único produtor na América do Sul, mas o produto - usado na fabricação da resina PET, aplicada em garrafas, por exemplo - concorre com as importações de PTA do México, as quais são isentas de tarifas no Brasil. “Vamos denunciar ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)”, afirmou.

Além dessa ameaça, ele reforça a possibilidade de perda de três mil empregos diretos do empreendimento, incluindo concursados. O especialista ainda diz que a outra parte do empreendimento, a Citepe, produz fios de poliéster, um produto de muito valor para o País. “O problema é que a unidade produtora (POY) já estava com o maquinário comprado, mas não ficou pronta porque a Petrobras decidiu parar de investir”.

Diante dos prejuízos apresentados pela Petroquímica Suape, cujo fechamento de 2016 foi de baixa de R$ 1,3 bilhão e perdas de R$ 1,2 bilhão na Citepe, demandando aportes de capital, a Petrobras já havia afirmado que analisava a possibilidade de fechamento dos empreendimentos, caso não houvesse a possibilidade de venda. Maranhão diz que os prejuízos aconteceram porque as empresas ainda não atingiram a sua maturidade. Ele ainda criticou o plano de desinvestimento da Petrobras como um todo. “Eles querem vender US$ 35 bilhões em ativos e isso vem sendo feito de forma muito rápida e sem critérios”, avaliou.

Da Folha de PE

sábado, 18 de março de 2017

Reajuste | Petrobras anuncia aumento de 9,8% no preço do gás de cozinha

Imagem: Divulgação / Nogueirense.com
O preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha, será reajustado pela Petrobras. Assim, os botijões de até 13 kg (GLP P-13) vão subir nas refinarias em 9,8%, em média, e entre em vigor à 0h da próxima terça (21). A correção não atinge o GLP para uso industrial.

Se for integralmente repassado aos preços ao consumidor, a companhia estima que o botijão de GLP P-13 pode subir 3,1% ou cerca de R$ 1,76 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos. Pela lei brasileira, é garantida a liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, então os reajustes nas refinarias podem, ou não, chegar ao consumidor final, o que dependerá dos repasses de distribuidoras e revendedores. 

O ajuste anunciado foi aplicado sobre os preços praticados pela Petrobras sem incidência de tributos. A última vez que a Petrobras reajustou o GLP foi em 1 de setembro de 2015.

Da Folha de PE

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Reajuste | Gás de cozinha pode ficar até R$ 4 mais caro

Imagem: Divulgação / Nogueirense.com
Prepare o bolso para um novo aumento. Depois da frustração de esperar pela redução de preços da gasolina, após a Petrobras reduzir os valores de venda às distribuidoras e amargar aumento na bomba, o consumidor deve arcar com um ajuste no valor do botijão de gás de cozinha. Isso porque a estatal alterou os contratos de fornecimento do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), reduzindo alguns subsídios dados a distribuidoras do produto, que passarão a arcar com os custos logísticos do produto. A nova dinâmica começou a valer ontem e pode representar um aumento de R$ 0,20 às distribuidoras. O mercado aposta num repasse de até R$ 4 ao preço final. 

Como os preços do produto no Brasil são livres, é decisão dos distribuidores ou dos revendedores repassar o preço para o consumidor final. A Petrobras avalia que o aumento não deve ultrapassar R$ 0,70 independentemente da região. No Recife, os preços de um botijão de 13 kg (uso residencial) variam de R$ 40 a R$ 50, com média de R$ 47,77 no estado. A média do Brasil é de R$ 55,43, segundo levantamento da Agência Nacional de Petróleo (ANP). A regra para o consumidor continua sendo a pesquisa. 

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo informou por meio de nota que ainda é irresponsável falar de aumento de preços. “É fato que a Petrobras notificou as empresas distribuidoras de GLP sobre novos preços que deverão ser praticados já no dia 1º de novembro de 2016 (ontem). Assim, concebemos que a causa do possível aumento deve ter relação com os novos contratos da Petrobras”, disse a comunicação. 

Da Agência Brasil

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Petrobras reduz preço da gasolina nas refinarias em 3,2%

Foto: Marcos Santos/USP Imagens
A Petrobras anunciou hoje (14) a redução do preço da gasolina em 3,2% em suas refinarias, a partir da zero hora de amanhã (15). Também haverá redução de 2,7% no preço do diesel. Os reajustes são reflexo de uma nova política de preços aprovada na última quinta-feira (13) pela empresa.

A redução é para o combustível vendido no atacado para postos de gasolina. O impacto dessas reduções no bolso do consumidor dependerá das estratégias de cada posto. Mas, se o repasse da redução no preço na refinaria for feito integralmente para o preço ao consumidor, as reduções serão de 1,4% na gasolina e 1,8% no diesel.

A nova política terá preço de paridade internacional (PPI), margem para remuneração de riscos inerentes à operação e nível de participação no mercado. A empresa estabeleceu, entre outras coisas, que nunca terá preços abaixo da paridade internacional. A política de preço de paridade internacional (PPI) inclui os custos com frete de navios, custos internos de transportes e taxas portuárias.

Os preços serão revistos pelo menos uma vez por mês. Eles podem ser reduzidos, aumentados ou mantidos.

Da Agência Brasil

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