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sexta-feira, 20 de março de 2020

Coronavírus: Decreto suspende atividades do comércio em Surubim

Foto: Divulgação/Reprodução - Blog Negócios & Informes
De acordo com decreto do Governo de Pernambuco, anunciado na manhã desta sexta-feira, (20/03), a partir de 22/03,  as lojas do comércio de todo o estado, suspenderão suas atividades, temporariamente. A medida será um reforço aos esforços de combate à pandemia do Novo Coronavírus (COVID-19).

"A partir do próximo domingo, vamos determinar o fechamento do comércio, serviço e das obras de construção civil. Não estão incluídos supermercados, padarias, mercadinhos, farmácias, postos de gasolina, casas de ração animal, depósitos de água mineral e gás, além de obras de serviços essenciais, como o hospital, abastecimento de água, gás, energia e internet", afirmou, Paulo Câmara, governador de Pernambuco, em pronunciamento transmitido pela internet.

Seguindo as recomendações do Governo do Estado, a Prefeitura de Surubim adota novas medidas, através do Decreto Nº 014 para que evitar o risco de contaminação na capital da vaquejada.

DECRETA:

Art. 1º- Fica proibida a realização de eventos públicos ou privados, no âmbito do
Município de Surubim que envolva público superior a 50 (cinquenta) pessoas;

Art. 2º- Ficam suspensos, a partir do dia 21 de março de 2020, o funcionamento de
restaurantes, lanchonetes, bares e similares, localizados no Município de Surubim;

Parágrafo único. Os estabelecimentos comerciais de que trata o caput, poderão funcionar
exclusivamente para entregas em domicílio e como pontos de coleta.

Art.3º - Ficam suspenso, a partir do dia 21 de março de 2020, o funcionamento dos
estabelecimentos de salão de beleza, barbearia, cabeleireiros e similares, localizados no
Município de Surubim.

Art. 4º - Ficam suspenso, a partir do dia 21 de março de 2020, o funcionamento de clubes
socias localizados no Município de Surubim;

Art. 5º - Fica determinado o fechamento, a partir de 22 de março de 2020, do comércio e
serviços localizados no âmbito do Município de Surubim;

Parágrafo único. Não estão incluídos no caput deste artigo os estabelecimentos comerciais como supermercados, padarias, mercadinhos, farmácias, postos de gasolina, casas de ração animal, depósito de água mineral e gás, além dos serviços essenciais como hospitais, energia e internet.

Art.6º- Este decreto entra em vigor na data de sua publicação. Confira o Decreto, clique AQUI!


quinta-feira, 19 de março de 2020

Pernambuco determina fechamento de shoppings, bares, restaurantes e lanchonetes

Foto: Aluísio Moreira /SEI
Com o objetivo de intensificar as ações de enfrentamento ao coronavírus no Estado, que contabiliza atualmente 22 casos confirmados, o governador Paulo Câmara anunciou, nesta quinta-feira (19.03), um novo pacote de medidas restritivas. O novo decreto que entra em vigor a partir deste sábado (21.03) determina o fechamento dos shoppings, salões de beleza e correlatos, clubes sociais, bares, restaurantes, lanchonetes e comércio de praia.

“Bares e restaurantes poderão continuar a funcionar, desde que apenas para a realização de entregas. Os parques e praias permanecerão abertos exclusivamente para corrida, caminhada e outras práticas esportivas”, destacou o governador.

Ainda durante o pronunciamento, o governador pediu para que a população ficasse em casa. "A mensagem principal que quero deixar para cada um dos senhores e das senhoras é que precisamos que o máximo possível de pessoas permaneçam em suas casas. Limitem, efetivamente, suas saídas, a ir ao supermercado, farmácia, itens de primeira necessidade", declarou.

REUNIÃO – Antes do anúncio das novas medidas, o governador Paulo Câmara reuniu integrantes do Tribunal de Contas do Estado, para criação de um Grupo de Trabalho que tem como objetivo o acompanhamento de aquisições emergenciais que serão necessárias para o combate e o enfrentamento ao coronavírus em Pernambuco.

Do Governo de PE

domingo, 8 de setembro de 2019

Prejuízos por fraudes aos Correios ultrapassam R$13 milhões

CorreiosFoto: Lia de Paula / Agência Senado
Operação Postal Off foi deflagrada nesta sexta-feira

Cálculos iniciais da Polícia Federal indicam que os prejuízos dos Correios com as fraudes identificadas na Operação Postal Off, deflagrada nesta sexta-feira (6) chegam a R$ 13 milhões, mas para o delegado Christian Luz Barth, da Delegacia de Combate à Corrupção da Superintendência Regional em Santa Catarina os valores podem ser bem maiores.

“A gente estima que esses valores vão subir, e muito, após a análise do material apreendido”, disse durante entrevista coletiva à imprensa para explicar a Operação e a ação da organização criminosa.

A Polícia Federal cumpriu 9 mandados de prisão preventiva e 19 mandados de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro; 2 mandados de prisão preventiva e 5 mandados de busca e apreensão no Estado de São Paulo; além de 1 mandado de prisão temporária e um mandado de busca em Minas Gerais, todos expedidos pela 7ª Vara Federal de Florianópolis/SC. “Todos os alvos da operação estão presos, as buscas foram realizadas e agora partimos para análise do material”, disse o delegado.

Esquema
A organização criminosa investigada trabalhava com postagens de grandes clientes, de grandes empresas que têm volume de postagem muito alto, com um fluxo elevado de objetos por mês. “Eles criaram uma sistemática que foi evoluindo com o tempo em que eles conseguiram colocar no fluxo postal dos Correios encomendas, cartas comerciais, sem faturamento ou então com faturamento muito abaixo do que efetivamente era postado”, revelou.

Para garantir o ressarcimento dos prejuízos causados aos Correios, a justiça determinou os bloqueios de contas bancárias e o arresto de bens móveis e imóveis, incluídos carros de luxo e duas embarcações, sendo uma delas, um iate avaliado em R$ 3 milhões. “Só com os bloqueios, para se ver o poder econômico da organização criminosa, de bens móveis e imóveis, embarcações inclusive, chegamos a uma cifra de R$ 40 milhões, que podem garantir o ressarcimento aos Correios”, apontou. Continue lendo, clique AQUI!

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Agricultores de Surubim e região têm perdas de até 80% na lavoura por causa da falta de chuvas

Plantação de milho na zona rural de Surubim.
Lavoura não tem se desenvolvido
por causa da falta de chuvas
(Foto: Fernando Guerra/ Divulgação)
Os agricultores de Surubim estão sofrendo com as perdas na lavoura devido a falta de chuvas. Quem fez o plantio de milho e feijão, em março, no início do inverno, já não tem mais como evitar o prejuízo. Segundo dados do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), março foi o único mês da estação chuvosa em que a precipitação ficou dentro da média: choveu 76,4mm, quando se esperava 73,2 mm. Em abril, choveu 64% do esperado (47,5mm de 73,2mm) e no mês de maio a situação ficou ainda pior, a quantidade de chuvas foi menos da metade do que se aguardava, apenas 42% (31,9 mm de 75,6 mm).

“Nós precisávamos de uma maior regularidade de chuvas. As perdas na lavoura chegam a 80% em Surubim e cidades vizinhas. Se as chuvas continuarem poderemos apelar para junho e julho, que são os meses mais chuvosos do ano na região”, explica o coordenador regional do IPA, Rijalma Oliveira. A média de chuva para os meses de junho e julho, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de 106,5mm e 82,9mm, respectivamente.

As chuvas abaixo da média também têm causado apreensão na população em relação ao abastecimento de água. A barragem de Jucazinho, que atende 11 municípios está com apenas 2% da capacidade. A previsão da Compesa (Companhia Pernambucana de Saneamento) é de que se não houver acúmulo de água, o manancial deve entrar em colapso em setembro, como aconteceu em 2016. A barragem de Pedra Fina (Palmerinha) está com pouco mais de 10% e Sirigi, outro reservatório que reforça o abastecimento da região, acumula atualmente 74%.

Do Correio do Agreste

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Surubim | Caixas eletrônicos estão funcionando para saques e outros serviços na agência do Banco do Brasil

(Foto: Lulu / Surubim News)
Depois de sete meses fechada, os caixas eletrônicos estão funcionando para saques e outros serviços disponíveis na agência do Banco do Brasil, em Surubim. Exigências para que a agência fosse reaberta, como a criação de um Conselho de Segurança na cidade, foi aprovada pela Câmara de Vereadores após ter sido encaminhada pela Prefeitura. 

A situação prejudicou moradores. Funcionários públicos precisavam utilizar outros canais alternativos para receber salários. No comércio foi preciso realizar transações com cartões de crédito ou pela internet para minimizar a perda de vendas. A gerência do banco ainda não se pronunciou publicamente se todos os serviços voltaram a sua normalidade.


sexta-feira, 29 de junho de 2018

CNI: greve de caminhoneiros faz faturamento da indústria cair 16,7%

Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil
O faturamento da indústria caiu 16,7% em maio na comparação com abril, na série livre de influências sazonais. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi a maior queda mensal do indicador, e o resultado reverteu os ganhos registrados desde outubro de 2016. A informação é da pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta sexta-feira (29) pela entidade. De acordo com o levantamento, a forte retração do faturamento foi provocada pela greve dos caminhoneiros nos últimos dias do mês passado.

O desabastecimento causado pela paralisação dos serviços de transporte agravou as dificuldades que a indústria atravessa para se recuperar da crise, como a baixa demanda, a alta ociosidade, dificuldades de financiamento e incertezas econômicas. Com isso, todos os indicadores registraram queda em maio.

A utilização da capacidade instalada caiu para 75,9%, o menor percentual desde 2003, quando começou a série histórica. Isso significa que o setor operou com uma ociosidade de 24,1% em maio. As horas trabalhadas na produção recuaram de 2,4% em maio frente a abril, na série com ajuste sazonal.

De acordo com a CNI, os indicadores de mercado de trabalho também pioraram. O emprego caiu 0,6% em maio na comparação com o mês anterior, na série dessazonalizada. Foi a primeira queda após sete meses de moderado crescimento e reverte toda a expansão registrada em 2018, segundo a entidade. A massa real de salários caiu 1,7% e o rendimento médio real do trabalhador da indústria recuou 1,4% em maio frente a abril, na série com ajuste sazonal.

A pesquisa completa está disponível na página de estatísticas da CNI.

Da Agência Estado

terça-feira, 26 de junho de 2018

Prejuízo com depredação e roubo de tampas da rede de esgoto na RMR chegam a R$ 3,2 milhões, ao ano

Foto: Compesa/Divulgação
Mesmo localizada quase que, totalmente, no espaço subterrâneo, a rede coletora de esgoto também é alvo de vandalismo. As partes aparentes da rede coletora, que são as tampas de poços de visita e das caixas de inspeção, instaladas nas ruas e calçadas – e por onde se faz as inspeções na rede e a manutenção do sistema de esgotamento sanitário – são constantemente depredadas ou roubadas. Por mês, são substituídas cerca de 500 tampas desses equipamentos na Região Metropolitana do Recife, um custo de quase R$ 270 mil, incluindo os gastos com a instalação e mão de obra. Se for considerado o período de um ano, esses custos chegam a R$ 3,2 milhões. Os números foram levantados pelo Programa Cidade Saneada, a Parceria Público Privada entre a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) e a BRK Ambiental, que faz a manutenção dos sistemas operados na RMR. Além dos prejuízos, esses equipamentos depredados representam um risco iminente de acidentes para pedestres e veículos.

Boa parte dessas ações de vandalismo foram registradas nas áreas mais afastadas dos centros urbanos, nos bairros periféricos e com menos circulação de pessoas. No entanto, os bairros ‘campeões’ das ações para troca de tampa de poços de visita e caixas de inspeção são Brasília Teimosa, Afogados e Santo Amaro, no Recife. “A substituição das tampas gera um custo significativo, que poderia ser revertido para a modernização e ampliação do sistema de esgotamento sanitário da RMR. Em alguns trechos ainda é necessária a pavimentação no entorno das tampas em decorrência do vandalismo”, informa a gerente operacional da Compesa, Noélia Lopes, pontuando que a responsabilidade pelo uso correto das redes, seja de água ou esgoto, também é da população, cabendo às concessionárias a manutenção preventiva e corretiva dos sistemas. 

De acordo com a gerente, estão sendo realizadas ações para minimizar essas ocorrências, tendo em vista que os serviços de manutenção preventiva e corretiva seguem rigorosos critérios exigidos pela Compesa e são balizados por indicadores internos. “Para a questão do roubo, estamos substituindo as tampas depredadas por tampas de ferro fundido com uma trava antifurto, impedindo a abertura manual e indevida”, informa Noélia Lopes. Nesses casos, apenas a utilização de uma chave específica permite o destravamento da tampa.

Da Asssessoria

domingo, 27 de maio de 2018

PIB deve ter perda de até R$ 25 bilhões com crise

O impacto de meio mês de economia operando em condições
 anormais vai afetar o Produto Interno Bruto (PIB) do País.
Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil
A greve dos caminhoneiros deve gerar perda de R$ 25 bilhões para a economia, segundo projeções da consultoria MacroSector. O cálculo considera as perdas de produção da indústria e das atividades dos setores de comércio e serviço desde o início do movimento, na segunda-feira.

Também leva em conta que, mesmo que a greve termine na segunda-feira(28), serão necessários cerca de 15 dias para o País retomar as condições de antes da paralisação. O impacto de meio mês de economia operando em condições anormais vai afetar o Produto Interno Bruto (PIB) do País, afirma o sócio-diretor da MacroSector, Fabio Silveira.

A consultoria projetava crescimento de 2,2% para o PIB neste ano mas, com a suspensão de várias atividades em razão da greve, a alta deve ficar entre 1,7% e 1,8%. "Nossa projeção inicial era de um PIB de cerca de R$ 7 trilhões, mas, com a expectativa de queda, a economia, a grosso modo, deve destruir cerca de R$ 25 bilhões em valor adicionado com essa greve", afirmou Silveira.

Ele criticou o fato de o governo não ter ficado atento aos efeitos da política de alta de preço dos combustíveis, "numa economia que tem 60% a 70% do transporte de bens feito por caminhões".

Devagar

A economista Alessandra Ribeiro, da Tendências Consultoria, lembra que a economia já "andou mais devagar" do que se esperava no primeiro trimestre e, com mais esse efeito da greve, os resultados do segundo trimestre certamente serão prejudicados.

Sérgio Vale, da MB Associados, ressalta que o País caminha para ficar quase uma semana em situação crítica, "com paralisação inédita na economia". "Depois de um trimestre decepcionante, o segundo, pelo jeito, vai ser igualmente ruim", previu Vale. 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sábado, 26 de maio de 2018

Rombo na Petrobras motivou reajuste de preço

Para o consumidor, a recuperação da Petrobras pesou no
 bolso quando a cotação do petróleo ganhou fôlego em 2018.
Foto: Arquivo/Tânia Rêgo/ Agência Brasil
Quando decidiu reajustar diariamente os preços em linha com o mercado internacional, em julho de 2017, a Petrobras mirou seu caixa. O foco era a redução do endividamento que elevou a empresa ao posto de petroleira mais endividada do mundo. Estratégia que deu certo, com a petroleira registrando um lucro de R$ 6,9 bilhões no primeiro trimestre, o maior trimestral dos últimos cinco anos. 

Para o consumidor, a recuperação da Petrobras pesou no bolso quando a cotação do petróleo ganhou fôlego em 2018, após um período de quedas. Pela primeira vez desde 2014, o barril atingiu US$ 80 neste mês.  Como consequência, o preço do diesel já subiu 38 vezes desde janeiro. Para a empresa, a alta do petróleo significa uma oportunidade para gerar receita, distribuir dividendos aos acionistas e atingir a meta financeira, ainda que o programa de venda de ativos caminhe devagar. 

O presidente Pedro Parente obedece à máxima de que a Petrobras deve se comportar como uma produtora como outra qualquer, independentemente da importância estratégia dos combustíveis para o País. Afinal, a estatal compete diretamente com importadores e possui a flexibilidade de atuar em outros países.

A lógica é que não há fronteiras no mercado de petróleo. Mas, no Brasil, a realidade é que as altas no preço da estatal surtem efeito no bolso da população e de segmentos da economia que nada têm a ver com o mercado externo. Professor do Grupo de Economia da Energia da UFRJ, Helder Queiroz destaca que a alta do petróleo foi o primeiro teste de Parente. "É certo que é preciso acompanhar o mercado internacional. Mas existem várias soluções para isso. Será que essa é realmente a melhor?", diz. 

Pesa ainda o fato de o maior volume do combustível consumido no País sair das refinarias brasileiras, comandadas pela Petrobras. No primeiro trimestre deste ano, a empresa produziu 1,67 milhão de barris por dia (bpd) de derivados de petróleo e importou apenas 97 mil.  "Se o preço do petróleo não oscilar, oscila o câmbio. A Petrobras tem de seguir os preços internacionais, mas não precisa ser diariamente. A empresa cobra tanto previsibilidade do governo e não faz o mesmo com os seus consumidores", criticou um especialista em petróleo que já fez parte do governo e não quis se identificar.

Da Agência Estado

Sem escoar a produção, Pernambuco descarta 900 mil litros de leite por dia

A falta de transporte também impede a distribuição
gratuita do produto, já que o leite fica impróprio para
o consumo seis horas após a ordenha.
 Foto: Júlio Jacobina/DP
A falta de combustível e de caminhões para transportar a produção de leite em Pernambuco tem provocado um descarte diário de aproximadamente 900 mil litros do produto, o que representa metade do total produzido. Em cifras, significa uma perda média, por dia, de aproximadamente R$ 1,1 milhão, já que o preço médio de venda do litro do produto às indústrias é de R$ 1,25. Cinco dias após o início da manifestação dos caminhoneiros, outros setores da agropecuária pernambucana também já estão sentindo os impactos.

De acordo com o presidente da Sociedade Nordestina de Criadores (SNC), Emanuel Rocha, a maior parte dos produtores de leite do estado é de pequeno porte e não dispõe de tanques de resfriamento para armazenar o produto. “Sem o equipamento, o leite fica ácido em seis horas (após a ordenha) e impróprio para o consumo”, explica, acrescentando que também falta ração para alimentar os rebanhos, o que impacta diretamente na produção. “São animais de alta produção leiteira e que precisam ser alimentados. Quando eles não comem, há impactos em termos de produtividade. Com isso, o custo aumenta também”. Segundo a SNC, o estado possui um rebanho de 2,5 milhões de animais, dos quais 180 mil estão em período de lactação. A falta de transporte também impede os produtores de distribuírem o leite gratuitamente, segundo Rocha.

Sem receber os insumos necessários e sem combustível para manter máquinas em funcionamento, as indústrias de laticínio do estado também estão em alerta. “O ritmo de produção já diminuiu 50%. E algumas fábricas trabalham com diesel nas caldeiras. À medida em que acaba, a indústria é obrigada a parar de produzir”, destaca Carlos Bezerra, presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios e Produtos Derivados do estado. Ele destacou que a partir dessa semana algumas fábricas podem suspender totalmente a produção de leite e derivados. Por enquanto, o setor industrial não tem realizado descarte de produtos, mas já há registro de perdas por conta dos bloqueios nas estradas. “O leite estraga depois de 12 horas nos caminhões”, diz Bezerra.

Um levantamento feito pela Federação da Agricultura do estado (Faepe) com base nos sindicatos filiados à entidade aponta que outros segmentos também estão sentindo os impactos do movimento grevista. A região do Vale do São Francisco, no sertão, registrou uma perda de 25% na produção de mangas e uvas nessa semana. A região, que tradicionalmente é conhecida pela exportação dos insumos, também não consegue enviar os produtos por falta de transporte. As frutas são mantidas em caminhões refrigerados. “Caso a greve continue, o Sindicato Rural de Petrolina estima que a produção de uva e manga do Vale tenha 80% de perda, entre os dias 28 de maio e 01 de junho”, diz o relatório da Faepe.

Os últimos quatro dias devem resultar numa perda de 15% da produção do setor avícola do estado. Os avicultores já informam que há falta de ração em várias granjas. O levantamento da Faepe mostra também que abatedouros de caprinos, ovinos e suínos também estão com problemas na produção e o transporte das mercadorias está parado. Os frigoríficos também enfrentam problemas, já que muitos animais que estão sendo transportados acabam morrendo antes de chegar, segundo o relatório.

Do Diario de PE

domingo, 20 de maio de 2018

Em crise, Correios têm prejuízo bilionário

Agência dos CorreiosFoto: Elza Fiúza / Agência Brasil
Os Correios vivem há alguns anos um momento de crise. Em 2015 e 2016, a empresa teve um prejuízo anual de R$ 2 bilhões. No ano passado, o prejuízo foi de R$ 1 bilhão. Em 2017, um levantamento apontou que das 6.500 agências espalhadas pelo país, apenas 800 eram lucrativas para a empresa.

No ano passado, os Correios fizeram três PDVs (planos de demissão voluntária), com o objetivo de reduzir em mais de 11 mil pessoas o número de empregados. A empresa tinha 108 mil funcionários no Brasil, e o governo federal chegou a cogitar a privatização da empresa.

Apesar dos problemas e do aumento na insatisfação dos clientes, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Gilberto Kassab (PSD), disse, nessa sexta (18), que o governo não pretende mais privatizar os Correios durante a gestão do atual presidente, Michel Temer (MDB).

Questionado pelo site G1, o ex-prefeito de São Paulo afirmou que "não faz sentido" dar prosseguimento à proposta de privatização neste momento, a poucos meses da eleição presidencial e já nas proximidades do fim do governo atual. "Deixaremos como legado uma empresa recuperada. E o debate [sobre a privatização dos Correios] vai ficar para o próximo governo", disse.

Da Folha PE

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Banco do Brasil fechará agências de Frei Miguelinho,Vertentes e em mais 10 municípios de Pernambuco

Segundo denúncia do Sindicato dos Bancários de Pernambuco, a superintendência estadual do Banco do Brasil (BB) determinou o fechamento de 12 agências no Estado. Os municípios atingidos serão Poção, Ipubi, Terra Nova, Jatobá, Jataúba, Orocó, Riacho das Almas, Guaraci, Escada, Frei Miguelinho,Vertentes (Agreste Setentrional) e Palmerina. O BB foi procurado, mas ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Conforme divulgado pelo Sindicato, o fechamento das agências deve atingir em torno de 100 bancários. Para a presidenta do Sindicato, Suzineide Rodrigues, o governo federal usa como pretexto para o fechamento das unidades as investidas criminosas e o suposto prejuízo que as agências estão apresentando. “Na verdade, essa decisão faz parte da política ultraliberal do governo golpista de Michel Temer que visa ao desmonte das empresas públicas objetivando a privatização”, denuncia. 

Ainda segundo Suzineide, a medida vai gerar um deficit na economia dos municípios e, consequentemente do Estado. “O banco público não tem como finalidade a obtenção do lucro, mas o fomento ao desenvolvimento social, destacadamente, da população e das regiões mais pobres. Quando um banco público fecha, caem os investimentos, diminui a circulação da moeda, aumenta o desemprego e a violência”, avalia.

Já segundo a secretária-Geral do Sindicato, Sandra Trajano, a falta de transparência no processo de reestruturação está preocupando os empregados e seus familiares. “Os colegas do BB estão sendo jogados ao léu. Ninguém sabe para onde vai e nem as condições. Isso mexe com a vida econômica e familiar dos funcionários. De nossa parte, vamos acompanhar o processo de perto para evitar abusos e ataques aos direitos da categoria”, conclui.

Da Folha de PE

segunda-feira, 6 de março de 2017

Educação | Mais de 16 faculdades em Pernambuco são irregulares

Imagem: Divulgação/Alepe
O Ministério da Educação (MEC) acredita ser ainda maior que o esperado o número de faculdades irregulares em Pernambuco. Até o momento, dezesseis instituições já foram apontadas pelas investigações realizadas pelo órgão. São elas: Fadire, Funeso, Faisa, Isel, Unig, Isef, Isep, Faec, Flatec, Flated, Flaterj, Ieduc, Cenpi, Iesa, Instituto Belchior e Faculdade Anchieta do Recife. "Dado o volume de diplomas registrados na Unig (83.733), estima-se que existam muito mais instituições envolvidas", diz o relatório entregue na manhã desta segunda-feira à Comissão de Educação e Cultura da Assembleia Legislativa do Estado (Alepe). Ainda segundo o MEC, a maioria dos alunos lesados eram do curso de pedagogia.

A audiência pública teve início às 9h, no Plenário da Alepe, e foi solicitada pela presidente do colegiado, deputada Teresa Leitão (PT), que também foi relatora da CPI das Faculdades Irregulares. No ano passado, a CPI entregou um relatório em que eram apontadas compra e venda de diplomas e o prejuízo para mais de 20 mil pessoas que sonhavam com a formação de nível superior. De acordo com Teresa Leitão, o Ministério da Educação fez uma investigação a partir do relatório elaborado para a CPI. “É importante que tenhamos acesso às conclusões do MEC para darmos uma efetiva satisfação à sociedade”, informou a parlamentar. 

Do Diario de Pernambuco

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Prejuízo | Desconhecidos furtam mais de R$ 30 mil do Supermercado Todo Dia de Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
Assaltantes ainda não identificados utilizaram a calmaria do período carnavalesco para invadir e furtar o Supermercado Todo Dia, instalado na Avenida São Sebastião, no Centro de Surubim. O crime foi confirmado nessa segunda-feira (27) pelo comando do 22º Batalhão da Polícia Militar (BPM). Um funcionário da empresa, identificado como José Thiago Silva, 28 anos, disse aos policiais que ao chegar para trabalhar por volta das 6h notou que parte da parede lateral do mercado havia sido derrubada. Após levantamento, o funcionário confirmou que os assaltantes furtaram a quantia de R$ 32.542,69 que estava no cofre. O policiamento realizou rondas na cidade, mas nenhum suspeito foi localizado. A polícia também vai verificar se câmeras de segurança de prédios próximos flagraram a ação dos ladrões. O caso está sendo investigado pela delegacia local. Do Blog do Agreste

terça-feira, 7 de junho de 2016

Prejuízo | Em Surubim, assaltantes roubam R$ 40 mil do cofre de farmácia

Imagem: Divulgação/Reprodução (Blog Negócios & Informes)
A Polícia Civil continua o trabalho de investigação para identificar os dois assaltantes que roubaram R$ 40 mil do cofre da Farmácia Pague Menos, localizada na Rua Estácio Coimbra, no Centro de Surubim, no Agreste. De acordo com a polícia, câmeras de segurança instaladas nas proximidades estão sendo solicitadas para auxiliar nas buscas. O assalto foi registrado na manhã desta segunda (7). Segundo o operador de caixa do estabelecimento, os suspeitos entraram na loja com capacetes, estando um deles armado com revólver. O funcionário disse ainda que eles anunciaram o assalto e foram direto ao cofre subtrair o valor. No momento da fuga, os ladrões utilizaram uma moto de cor vermelha e placa KGE 5220. Apesar de rondas realizadas na cidade, os policiais militares não conseguiram localizar os suspeitos.

Do Blog do Agreste (Alfredo Neto)

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Assaltante rouba loja no centro comercial de Surubim

Um homem ainda não identificado roubou vários produtos de uma das lojas Eletro Shopping de Surubim, nesta terça-feira (19). O estabelecimento comercial fica na Rua Estácio Coimbra, Centro da Cidade. O assalto aconteceu por volta das 13h. O caso foi registrado e está sendo investigado pela delegacia de Surubim.
Imagem: Divulgação/Blog Negócios & Informes

domingo, 15 de novembro de 2015

Correios terão prejuízo de R$ 900 milhões em 2015, diz novo presidente

Imagem: Divulgação/Reprodução
O novo presidente dos Correios, Giovanni Queiroz, estima um rombo de mais de R$ 900 milhões nas contas em 2015. Será a primeira vez em 20 anos que a empresa fechará o balanço no vermelho.

Dois dias após assumir o cargo, Queiroz disse ao Estado que os Correios estão na UTI. "A situação é de emergência. Não adianta jogar para debaixo da mesa", afirmou. "Já operei em condições precaríssimas e salvei algumas vidas com o seguinte ensinamento: o paciente chegou em coma, você não tem que pensar em anestesia. Abre a barriga dele, grampeia o polo de sangramento, e depois você cuida do resto, senão ele morre", disse Queiroz, que é médico.

Ele não evitou críticas ao governo, responsável por represar por dois anos o preço das tarifas. Em 2014, houve reajuste de 7%, que não compensou a inflação. "Precisamos emergencialmente aumentar essas tarifas. Você não pode ficar tanto tempo defasado. É a mesma estratégia que o governo usou com a Petrobrás, com a energia. Hoje, estamos pagando a conta do passado."

Em 2014, para o balanço fechar azul, os Correios reverteram uma parte da provisão feita há seis anos, no valor de R$ 1,086 bilhão, reserva para cobrir déficits do Postalis, o fundo de pensão dos funcionários da estatal. Assim, a empresa terminou 2014 com lucro de R$ 9,9 milhões, o menor da história.

Ele reconheceu que os Correios estão com serviços e produtos defasados e com ritmo de aumento de despesas superior ao das receitas. "Ainda não houve diminuição no número de postagens de cartas, mas a tendência é que a internet substitua a correspondência impressa, da conta de luz à carta de amor", disse.

Ele criticou o prazo de dez dias para a entrega de um Sedex, que representa um terço de tudo o que a empresa fatura com serviços. Citou como exemplo o prazo de dez dias para entregar um Sedex de Brasília para Redenção, no Pará, enquanto a empresa privada concorrente entrega no dia seguinte. Também cobrou melhor atendimento nas agências. "Os Correios podem gastar até R$ 300 milhões em propaganda e o cidadão demora três horas na fila para despachar uma mercadoria. Está errado."

A primeira medida de Queiroz foi sugerir ao governo o corte do próprio salário e dos vices. Na semana passada, o conselho de administração aprovou a redução do salário do presidente, de R$ 46 mil para R$ 27,8 mil, e dos vices, de R$ 40 mil para R$ 24 mil. "Aqui não é cargo para ficar rico. Se quer ficar rico, vai para a iniciativa privada."

Com informações da Agência Estado

terça-feira, 19 de maio de 2015

69% dos consumidores já compraram réplicas ou produtos falsificados, mostra SPC Brasil

Esbanjar uma camisa ou celular com marca famosa é um hábito antigo de pessoas de todas as classes sociais e idades. Porém, quando o produto é falsificado ou uma réplica, a satisfação pode dar lugar ao constrangimento. É o que mostra um estudo inédito realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal Meu Bolso Feliz que buscou entender como funciona o mercado de réplicas e falsificados no Brasil e os motivos que levam o consumidor a esse tipo de compra. A pesquisa revela que 69% dos brasileiros já compraram produtos não originais, principalmente roupas (39%), calçados (22%) e eletrônicos (17%).

Em números absolutos, isso representa que 45,3 milhões de pessoas já adquiriram réplicas ou produtos falsificados. Os itens mais comercializados são roupas, acessórios e calçados, e o público que mais compra é jovem, pertence à classe C e possui menor escolaridade.


Foi identificado na pesquisa que praticamente metade (49%) dos usuários de produtos não originais esconde a realidade da compra – principalmente pessoas até 55 anos, pertencentes à classe C e de menor escolaridade. Desses, 24% ficariam muito constrangidas caso alguém descobrisse.


Preço mais baixo dos falsificados facilita acesso a pirataria

De acordo com os dados levantados, a principal justificativa para a compra é o preço mais baixo. Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o valor bem inferior ao de um produto original é o que facilita o acesso de pessoas com ao universo do luxo. A pesquisa revela: oito em cada dez consumidores de falsificados ou réplicas (83%) comprariam os produtos originais, se pudessem.


“Para quem tem recursos financeiros inferiores aos valores dos produtos de luxo, a compra de falsificados é um dos mecanismos encontrados para inserir-se no mercado de marcas famosas”, diz a especialista. “A compra expressa o desejo de adquirir status, diferenciar-se dos outros, e sentir-se como parte de um grupo ‘exclusivo’ de pessoas”, explica.


48% dos compradores já foram enganados na hora da compra

Segundo a pesquisa do SPC Brasil, 48% dos entrevistados já foram enganados sobre a legitimidade dos produtos na hora da compra. “Entre réplicas e falsificados, muitas vezes é difícil diferenciar os produtos do original. Isso facilita a enganação por parte dos vendedores”, explica Kawauti. “O ambiente da compra pode ser um importante fator para o consumidor se atentar. Independentemente se for em uma loja de rua, shopping popular ou supermercados, é válido reparar na qualidade do produto e informações da marca que visam diferenciar o verdadeiro do falso.”


Cerca de 40% dos consumidores disseram não perceber as diferenças entre as réplicas e os produtos piratas, ainda que 43% acreditem que as réplicas têm qualidade superior. Quando se observa a opinião dos que não compram produtos não originais, 63% afirmam que esses itens não possuem a mesma qualidade. Porém, apenas uma em cada dez pessoas (12%) cita motivos éticos para evitar a compra de falsificados, ao dizer que não quer financiar o mercado ilegal.


Comércio ilegal representa prejuízo para a economia

Roque Pellizzaro Junior, Presidente do SPC Brasil.
Foto: Facebook
Segundo o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, além da discussão sobre qualidade ou constrangimento do consumidor, a compra e venda de produtos não originais envolve problemas e discussões muito maiores. “O comércio de itens falsificados definitivamente representa um prejuízo para a economia do país e graves riscos para a saúde e o meio ambiente, uma vez que os produtos não passam pelas restrições do controle de qualidade impostas ao mercado legal da indústria”, afirma.


O presidente afirma, ainda, que frequentemente a fabricação de falsificados está inserida em um contexto de exploração da mão de obra, com baixíssimas remunerações e péssimas condições de trabalho. “Esse mercado pode servir para financiar uma série de outras atividades criminosas”, alerta Pellizzaro. Estima-se que o mercado perca 30 bilhões de reais com a venda ilegal de produtos piratas, considerando apenas 13 segmentos da indústria, segundo o Fórum Nacional de Combate à Pirataria.

Com informações da Assessoria de Imprensa

quarta-feira, 6 de maio de 2015

A cena se repete | Loja do Magazine Luiza é assaltada em Surubim nesta terça-feira (05)

Foto: Blog Negócios & Informes
Um homem ainda não identificado roubou mais de 40 produtos do Magazine Luiza de Surubim. O estabelecimento comercial fica na Praça Arlindo Gouveia, no Centro da Cidade. Segundo informações repassadas pela Polícia Militar, o assaltou aconteceu por volta das 16h. 

O vendedor Jackson Silva de Oliveira, 24 anos, contou aos policiais que o suspeito chegou em uma motocicleta de cor preta e placa não anotada, utilizando capacete vermelho com viseira escura, estacionou o veículo e entrou na loja sem retirar o capacete. Logo em seguida se dirigiu ao balcão e anunciou o assalto. 

A vítima revelou que foram roubados aproximadamente trinta celulares, dez tablets e dois aparelhos de som automotivo. Após o crime, o assaltante deixou o local na mesma motocicleta, tomando destino ignorado. Segundo a PM, diversas rondas foram realizadas na cidade, mas nenhum suspeito foi identificado. Algumas filmagens de câmeras de segurança estão sendo solicitadas pela polícia, com o objetivo de identificar o assaltante. O caso foi registrado e está sendo investigado pela delegacia de Surubim.

Com informações do Blog do Agreste

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Comunicado do Supermercado Kipreço sobre o acontecido na última sexta-feira (9)

Confira abaixo, com exclusividade para o nosso Blog Negócios & Informes, o comunicado do Supermercado Kipreço que está sendo veiculado na Rádio Pop Fm,  sobre o incêndio ocasionado na última sexta-feira (9).

Srs. Clientes, Fornecedores e Amigos. O Supermercado Kipreço comunica que por motivo de um acidente elétrico, ocasionando incêndio total na área de vendas, estamos com nossas atividades paralisadas. Informamos que estamos trabalhando para reabrir o Kipreço o mais breve possível.

Contamos com a compreensão de todos.
Agradece, a Direção. 
Comunicado do Supermercado Kipreço sobre o acontecido na última sexta-feira (9). Foto: Blog Negócios & Informes
Com informações da Rádio Pop Fm

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