© 2014 - Todos os Direitos Reservados ao Blog Negócios e Informes. Tecnologia do Blogger.

Mostrando postagens com marcador Seca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Seca. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Agricultores de Surubim e região têm perdas de até 80% na lavoura por causa da falta de chuvas

Plantação de milho na zona rural de Surubim.
Lavoura não tem se desenvolvido
por causa da falta de chuvas
(Foto: Fernando Guerra/ Divulgação)
Os agricultores de Surubim estão sofrendo com as perdas na lavoura devido a falta de chuvas. Quem fez o plantio de milho e feijão, em março, no início do inverno, já não tem mais como evitar o prejuízo. Segundo dados do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), março foi o único mês da estação chuvosa em que a precipitação ficou dentro da média: choveu 76,4mm, quando se esperava 73,2 mm. Em abril, choveu 64% do esperado (47,5mm de 73,2mm) e no mês de maio a situação ficou ainda pior, a quantidade de chuvas foi menos da metade do que se aguardava, apenas 42% (31,9 mm de 75,6 mm).

“Nós precisávamos de uma maior regularidade de chuvas. As perdas na lavoura chegam a 80% em Surubim e cidades vizinhas. Se as chuvas continuarem poderemos apelar para junho e julho, que são os meses mais chuvosos do ano na região”, explica o coordenador regional do IPA, Rijalma Oliveira. A média de chuva para os meses de junho e julho, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de 106,5mm e 82,9mm, respectivamente.

As chuvas abaixo da média também têm causado apreensão na população em relação ao abastecimento de água. A barragem de Jucazinho, que atende 11 municípios está com apenas 2% da capacidade. A previsão da Compesa (Companhia Pernambucana de Saneamento) é de que se não houver acúmulo de água, o manancial deve entrar em colapso em setembro, como aconteceu em 2016. A barragem de Pedra Fina (Palmerinha) está com pouco mais de 10% e Sirigi, outro reservatório que reforça o abastecimento da região, acumula atualmente 74%.

Do Correio do Agreste

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Semiárido do Estado em colapso

Foto: Edmar Barros/Futura Press/Folhapress
O Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações fez ontem um alerta sobre o baixo nível de água nos reservatórios e açudes do semiárido do Nordeste para os próximos meses. A situação é consequência das chuvas abaixo do normal nos últimos cinco anos. Os dados divulgados pelo grupo de trabalho mostram que o volume de água armazenado em Pernambuco é de apenas 4,8%, e a situação deve se agravar.

A expectativa para os reservatórios da Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco é de que, mesmo que as chuvas ocorram dentro da normalidade, em dezembro o volume de água armazenado sofra uma redução entre 2% e 5%.
A previsão climática feita pelo ministério é de que a primavera – que vai de setembro a dezembro – seja quente e seca na maior parte do País, com chuvas abaixo do normal em parte das regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

Da Agência Brasil

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Esperança | Chuvas fazem Barragem de Jucazinho voltar a acumular água

Volume de água ainda é pequeno, insuficiente para
retomada do abastecimento na região
(Foto: Reprodução/ WhatsApp)
As últimas chuvas caídas em nossa região, fizeram com que a barragem de Jucazinho voltasse a acumular água. Moradores que residem em comunidades rurais próximas ao manancial, relataram a ocorrência de chuvas fortes principalmente na tarde da terça-feira (9). O Riacho Taépe, localizado a 5 km do reservatório, transbordou. Embora as águas deste riacho desaguem no Rio Capibaribe após Jucazinho, sem contribuir para a sua recarga, a “enchente” dá uma dimensão das precipitações ocorridas na área. O Riacho das Éguas, que corta a cidade de Riacho das Almas, também encheu. Este sim, despeja suas águas em um trecho do rio que pode abastecer a barragem. Neste dia, o município registrou a maior chuva do ano, com um acumulado de 20 mm, segundo a Prefeitura de Riacho das Almas.  

Fotografias e um vídeo que circulam pelas redes sociais mostram um volume ainda muito pequeno de acumulação em Jucazinho, insuficiente para a retomada do abastecimento das cidades da região. A água não chegou a ultrapassar nem mesmo a represa de barro próxima ao paredão da barragem. Nas imagens, é possível observar que as águas cobrem sem muita profundidade um pequeno trecho do leito do Capibaribe, que antes estava totalmente seco.

Imagem de dezembro de 2016, mostra a barragem
totalmente seca. Colapso foi oficializado em dezembro
 do mesmo ano (Foto: Alan Lucena/ Arquivo pessoal)

“É uma esperança. Vamos torcer para chover mais”, afirma o gerente da Compesa no Alto Capibaribe, Bruno Adelino. O colapso de Jucazinho foi oficializado pela companhia no final de setembro de 2016. A barragem atendia 15 municípios do Agreste.

Do Correio do Agreste

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Extraoficial | Compesa suspende abastecimento de água em Surubim e mais três cidades da região

Imagem: Divulgação/Reprodução/Joab da Silva
Em função da escassez de chuvas na região, a Barragem de Palmeirinha/Pedra Fina, situada em Bom Jardim, está praticamente seca. Segundo informações extraoficiais, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) irá divulgar essa semana uma nota oficial sobre a suspensão de água nos municípios de Surubim, Bom Jardim, João Alfredo e Orobó. 

Em novembro do ano passado, o Ministério da Integração Nacional iniciou a construção de uma adutora em aço (500 mm de diâmetro), com 37 quilômetros de extensão, que vai interligar o Sistema Produtor do Siriji ao Sistema Integrado Palmeirinha. O empreendimento deve ser concluído até o mês de Maio desse ano. 

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Barragem de Jucazinho secou totalmente nesta segunda-feira (26)

Imagem: Divulgação / Reprodução TV Asa Branca
O maior reservatório de água do agreste de Pernambuco entrou em colapso nesta segunda-feira. Depois de operar por dez meses com o volume morto, o nível de água na Barragem de Jucazinho, no município de Surubim, atingiu 0,01% da capacidade e, segundo a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), não oferece mais condições de captação da água para abastecimento humano.

De acordo com a Compesa, a falta de chuva na região levou ao colapso da barragem. Já são seis anos de estiagem prolongada. Quando operava normalmente, o manancial chegou a atender 15 cidades. Sua capacidade é de 327 milhões de metros cúbicos de água – é o maior reservatório operado pela companhia.

Agora, dez dos 11 municípios atualmente atendidos por Jucazinho receberão água exclusivamente por carros-pipa: Toritama, Vertentes, Vertente do Lério, Santa Maria do Cambucá, Casinhas, Passira, Cumaru, Riacho das Almas, Salgadinho e Frei Miguelinho. Cerca de 200 mil pessoas serão afetadas. A cidade de Surubim, que também integra Jucazinho, será atendida por uma antiga adutora de 30 quilômetros de extensão que foi reformada emergencialmente.

A adutora de Surubim capta água a partir da Barragem de Pedra Fina, em Bom Jardim. O reservatório opera atualmente com 80% de sua capacidade total. Está previsto no planejamento que as cidades de Toritama, Vertentes, Vertente do Lério e Maria do Cumbucá também recebam água de Pedra Fina, mas o prazo para que isso ocorra não foi divulgado.

Outros três municípios já tinham sido desligados do sistema em setembro de 2015, por terem outras fontes de abastecimento: Caruaru, Bezerros e Gravatá. Em novembro do mesmo ano a Compesa passou a explorar o volume morto da barragem, quando atingiu o seu pior índice desde a inauguração, chegando a 2,18% da sua capacidade. Em julho, Santa Cruz do Capibaribe também saiu da relação de municípios atendidos por Jucazinho, quando passou a ser atendida pelo Sistema do Prata.

Segundo nota enviada pela assessoria de comunicação da Compesa, desde 2013 a vazão e a retirada de água da Barragem de Jucazinho vêm sendo monitoradas por hidrólogos do Banco Mundial, no âmbito do programa Monitor de Secas. O diretor Regional do interior, Marconi de Azevedo atribuiu o colapso à seca prolongada: "Sempre respeitamos as vazões recomendadas, tirando até menos do que era permitido, a fim de preservar Jucazinho".

A Compesa também argumenta, na nota, que a Adutora do Agreste resolveria o problema da região. A estrutura vai usar água do Rio São Francisco para atender 68 municípios e mais de 80 distritos a partir do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco.

O órgão atribui ao governo federal a responsabilidade pelo atraso das obras – praticamente paradas desde 2015 –, por não repassar os recursos necessários. Já foram investidos mais de R$ 500 milhões na adutora. Ainda restam mais R$ 700 milhões para acabar a primeira etapa do projeto.

Enquanto isso, outra obra realizada pelo Estado com R$ 60 milhões do Banco Mundial procura atender Toritama, o maior dos municípios afetados por Jucazinho, a partir de janeiro de 2017. A Adutora de Pirangi levará água da Mata Sul para o Agreste, beneficiando Caruaru e outras cidades do entorno que já são atendidas pelo Sistema do Prata. A ligação de Toritama com o sistema será feito por uma parte da Adutora do Agreste.

Por: Agência Brasil

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Estiagem | Barragem de Jucazinho apresenta volume morto e água de má qualidade

Imagem: Divulgação/Fábio Cabral
A barragem de Jucazinho apresenta volume morto e água de má qualidade conta com apenas 0,14% de sua capacidade e a água é barrenta e esverdeada.

A barragem de Jucazinho, localizada em Surubim, no Agreste de Pernambuco, está praticamente seca. Com capacidade para 327,36 milhões de metros cúbicos de água, o manancial tem apenas 0,14% de seu volume, tornando a situação caótica.

A captação continua sendo feita numa lagoa próxima ao paredão do reservatório, porém a pouca água é barrenta e esverdeada. A má qualidade levou a Compesa a aumentar em quatro vezes o cloro utilizado e a realizar lavagens constantes no tanque de reservatório de água.

Da Rádio Jornal

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Seca | Blogueiro Fábio Cabral reproduz documentário sobre a atual situação da Barragem de Jucazinho

Imagem: Divulgação/Fábio Cabral
O editor do blog Surubim Notícia, Fábio Cabral, o qual é um de nossos parceiros, reproduziu um documentário sobre a atual situação da Barragem de Jucazinho, na qual se encontra em pleno colapso, confira na íntegra abaixo:

A Barragem de Jucazinho, localizada no Município de Surubim no agreste pernambucano, encontra-se com menos de 0,02% de sua capacidade total. Ela pode comportar 327 milhões de metros cúbicos água, nós quais eram abastecidos todos os municípios do agreste e cidades de grande porte do nosso estado.Ela atingiu o menor volume de toda sua história,surgindo em suas margem construções submersas com mais de 20 anos, que ainda tentam manter a intima sustentabilidade.

Em suas Margens, já foram um grande pólo atrativo de turistas, em diversos trechos encontrava-se os banhos, onde era muito frequentado, trazendo renda e emprego para moradores daquela localidade.No seu atual cenário, apenas os urubus vivem em tempos de fartura,desfrutando das carcaças de animais mortos, que viraram paisagem pela falta de comida e água. Sol forte e plantações destruídas são cenas cotidianas, que refletem um povo castigado pela seca.

Confira o vídeo:



Do Surubim Notícia (Fábio Cabral)

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Barragem de Jucazinho chega a 0,4% do volume e atinge menor percentual, diz Apac

Barragem de Jucazinho - em março - já estava com o
menor percentual desde junho de 2000, quando passou a ser
monitorada pela Apac.  (Foto: Reprodução/TV Globo/Arquivo)
A barragem de Jucazinho chegou a 0,4% do volume total, conforme aponta o boletim de monitoramento de reservatórios da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) divulgado na última sexta-feira (08). Com este índice, a barragem atingiu o menor nível de capacidade total desde 1º de junho de 2000, quando começou a ser monitorada pela Apac. De acordo com a agência, Jucazinho atingiu o volume morto em novembro de 2015, quando chegou a 2,52% do total. A barragem tem capacidade para comportar 327.036.000 m³ de água.

As chuvas registradas durante o mês de maio em Surubim, no Agreste de Pernambuco - onde o reservatório está localizado - atingiram 100.5 mm e não foram suficientes para aumentar o volume da barragem, segundo dados da Apac. Aproximadamente 300 mil pessoas recebem água de Jucazinho, segundo o gerente regional do Alto Capibaribe da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Mario Heitor Filho. Os municípios abastecidos pela barragem são: Cumaru, Passira, Riacho das Almas, Santa Cruz do Capibaribe, Salgadinho, Surubim, Casinhas, Santa Maria do Cambucá, Vertente do Lério, Frei Miguelinho, Vertentes e Toritama.

'Menor percentual' - Em outubro de 2015 a gerente regional da Compesa, Nyadja Menezes, afirmou que Jucazinho havia atingido o "menor percentual de toda a vida útil da barragem". No mesmo mês, a gestora explicou que por Jucazinho ter atingido o volume morto, seria feita uma obra emergencial para que a água pudesse ser utilizada.

Do G1

terça-feira, 24 de maio de 2016

Burocracia | Abastecimento de Surubim com água do Sistema Sirijí depende de financiamento do BNDES

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
O abastecimento de Surubim com água do Sistema Sirijí, depende de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A informação foi divulgada ontem no Plantão de Notícias, pelo presidente da Compesa Roberto Tavares. A obra foi anunciada em novembro do ano passado, como alternativa para abastecer as cidades da região, por causa do baixo nível de acumulação da Barragem de Jucazinho que está apenas com 0,7% da capacidade.

O projeto prevê a construção de uma adutora interligando os reservatórios de Sirijí, em São Vicente Férrer e Palmerina, em Bom Jardim, mais conhecido como Pedra Fina, que até o final da década de 90 abastecia Surubim. Roberto Tavares não falou em prazo para o início da obra e disse ainda que a Compesa estuda abastecer Surubim e outras cidades atendidas por Jucazinho com água do Sistema Pirangí, na Mata Sul.

Da Integração FM

sábado, 5 de março de 2016

Pernambuco assegura R$ 33 milhões para obras emergenciais no Agreste

Foto: Aluísio Moreira/Compesa
O secretário Nacional de Defesa Civil, general Adriano Pereira, prometeu nesta quinta-feira (03) ao presidente da Compesa, Roberto Tavares, aprovar ainda este mês, o Plano de Enfrentamento à Seca, no valor de R$ 33 milhões para Pernambuco, compromisso firmado entre a presidenta Dilma Rousseff e o governador Paulo Câmara. A boa notícia foi dada ao gestor da Compesa em Brasília em audiência por ele solicitada para pedir celeridade na aprovação do plano em virtude da gravidade da estiagem no agreste pernambucano. Além do general Adriano Pereira, o encontro contou com a participação do deputado federal Fernando Monteiro, da bancada do PP de Pernambuco, que tem acompanhado de perto os projetos no Ministério da Integração Nacional.

Otimista com a garantia da aprovação da proposta do governo de Pernambuco, o presidente da Compesa estima que se a aprovação ocorrer em março, as contratações serão feitas até abril e as obras serão iniciadas imediatamente. Dentre outras, as obras irão socorrer as cidades de Jucati, Itaíba, Jupi e Surubim, todas situadas no agreste de Pernambuco, a região mais crítica de abastecimento do estado, em decorrência da pior seca dos últimos 50 anos. "Estamos  cumprindo a determinação do governador Paulo Câmara de buscar alternativas técnicas que possam viabilizar os investimentos necessários para o atendimento à população", afirmou Tavares.

Uma das cidades beneficiadas no Plano de Enfrentamento à Seca é Surubim, onde está localizada a barragem de Jucazinho, que hoje está com 1,4% da sua capacidade. Para atender Surubim, a Compesa fará uma obra de interligação do Sistema Palmeirinha, em Bom Jardim, ao sistema da cidade, um investimento de R$ 3 milhões. Em colapso há dois anos, a cidade de Jucati será contemplada com uma obra que irá permitir o restabelecimento do abastecimento de água, a partir do Sistema de Garanhuns, uma ação que custará R$ 11 milhões. Já o município de Jupi receberá água a partir da barragem de Pau Ferro, localizada em Quipapá. Também será feita uma obra para atendimento de uma parte da zona rural de Itaíba, que hoje não é abastecida  pela Compesa e se encontra sem alternativas.

Da Assessoria

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Evento da Fiepe discute gestão de recursos hídricos para o Agreste pernambucano

Imagem: Divulgação/Reprodução
Nesta terça-feira (15), a convite da Fiepe, o secretário estadual de Recursos Hídricos, Almir Cirilo, estará em Caruaru para o evento Fiepe Ambiental. A palestra será realizada na Unidade Regional Agreste localizada na Rua Padre Félix Barreto, nº 79, no bairro Maurício de Nassau, a partir das 18h30. As inscrições são gratuitas e abertas ao público em geral. Para participar, é necessário enviar um e-mail para: geri@fiepe.org.br

A palestra de tema “Gestão de Recursos Hídricos para a Região do Agreste” tem como objetivo proporcionar mais um espaço de diálogo entre a comunidade e o poder público para discussão do cenário de estiagem prolongada, de diminuição dos níveis dos reservatórios de água e, consequentemente, de redução do rodízio de abastecimento nos municípios. “A Fiepe cumpre o objetivo para o qual foi concebida, contribuindo, decisivamente, para a formação de uma massa crítica sobre um tema de tamanha relevância”, disse o diretor regional, Andrerson Porto. 

O secretário Almir Cirilo é doutor em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professor titular da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Coordenador de projetos de pesquisa e de cooperação internacional. É comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico e atua nas áreas de hidrologia, hidráulica fluvial, macrodrenagem, geoprocessamento, gestão de recursos hídricos e otimização e sistemas de suporte à decisão.

Da Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Barragem de Jucazinho está com 4,3% da capacidade total

O Presidente da Compesa, Roberto Tavares, em entrevista na Rádio Jornal Recife, acaba de informar que a Barragem de Jucazinho está com 4,3% da sua capacidade total. O reservatório de Jucazinho, em Surubim, deve ser o primeiro do Estado a ter seu volume morto extraído para uso múltiplo da água, o que inclui o abastecimento humano. A barragem tem capacidade para armazenar 327 milhões de metros cúbicos.
Foto: Blog Negócios & Informes

Acompanhe-nos no Facebook


Publicidade


!

!
!
!

!

!

!

!
!
!
!
!

!
! !
!

!

Você é o Visitante:

Acessos em Tempo Real

Previsão do Tempo em Surubim

Blogs e Sites Parceiros

Arquivo do blog

Curta Nossa FanPage - Muito Obrigado!

Internautas On Line

(81) 9925.8297 // negocioseinformes@gmail.com