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quarta-feira, 1 de julho de 2020

Junho foi o mês com maior volume de chuvas da história de Surubim

Bairro Bela Vista foi um dos mais afetados pelas
chuvas intensas que caíram este ano.
 (Foto: Reprodução/ WhatsApp)
Conforme dados pluviométricos do Nordeste, o mês de junho deste ano de 2020 bateu o recorde em pluviosidade em Surubim com os 298,7 mm de chuvas caídas no município. O período refere-se de 1911 até 2020.

Essas informações fazem parte de estudos inseridos no livro Um Breve Histórico das Secas de Surubim de autoria de Fernando F. Guerra que brevemente será publicado. Nele encontram-se todas as tabelas pluviométricas desse período, anotadas mensalmente, a partir de relatórios da SUDENE, INMET, EMATER-PE/IPA e EMBRAPA.

Essa marca histórica pertencia ao mês de março de 1960 quando as chuvas em Surubim chegaram aos 297 mm.

O acumulado deste ano até o final de junho chegou aos 670 mm volume maior que as chuvas caídas nos anos de 2012 a 2019.

Já na sexta feira, 19 de junho, um temporal caiu em Surubim e na região com chuvas que totalizaram num único dia 174,6 mm causando os maiores transtornos para a população dos bairros mais próximos dos riachos que circundam a cidade. Inclusive destruindo a Praça do Bairro Bela Vista e tornando intransitáveis boa parte das estradas vicinais do município.

Segundo o INMET – Instituto Nacional de Meteorologia, esse foi o maior acumulado histórico, pois o maior registro anterior indicava o dia 14 de junho de 1966 com índices pluviométricos na ordem de 146,6 mm. O temporal que se iniciou em torno do meio dia atingiu sua intensidade maior a partir das 14h30 e manteve-se até às 17h30 com chuvas mais fracas durante à noite.

Do Correio do Agreste

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Barragem de Jucazinho se aproxima de 39% da capacidade

Nível da Barragem de Jucazinho subiu quase 6%
 em pouco mais de uma semana (Foto: Compesa/ Divulgação)
As fortes chuvas ocorridas no final de semana passado em toda a região, fizeram com que o nível da Barragem de Jucazinho passasse de 33% para 38,93%. O nível do manancial vinha subindo durante durante os últimos dias e agora se estabilizou nesse patamar. As informações são da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), que faz a operação do reservatório. Segundo a companhia, Jucazinho acumula atualmente 79.490.263 m³. A capacidade da barragem é de 204.166.000 m³.

Outras barragens que abastecem Surubim e cidades vizinhas também aumentaram de volume. Pedra Fina, na zona rural de Bom Jardim, está com 52,68% (3.424.335 m³) de sua capacidade que é de 6.500.000 m³. Já Siriji, no município de Vicência, que tem uma adutora interligada ao sistema Pedra Fina, possui um volume de 8.546.386 m³ ou 49,52% dos 17.260.000 m³ que pode acumular.

Abastecimento suspenso

O abastecimento de água de Surubim e de outras sete cidades do Agreste Setentrional pela barragem de Jucazinho, só deve ser retomado na primeira semana de julho, informou através de nota a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). O serviço foi interrompido na sexta-feira (19), por causa do rompimento de uma tubulação, na localidade de Cachoeira do Taépe, zona rural de Surubim.

A encanação passa por um riacho e foi danificada pelas águas de uma enxurrada devido às fortes chuvas que ocorreram no município naquele dia. Estão sem abastecimento as cidades do tramo norte do Sistema Jucazinho: Casinhas, Surubim, Salgadinho, Vertente do Lério, Santa Maria do Cambucá, Vertentes, Frei Miguelinho e Toritama.

Do Correio do Agreste

domingo, 21 de junho de 2020

Surubim: em menos de 24h, choveu quase 80% a mais do que o esperado para o mês inteiro

Praça do bairro Bela Vista ficou completamente destruída
(Foto: Reprodução/ WhatsApp)
A população de Surubim viu nesta sexta-feira (19), um temporal de intensidade jamais registrada na sua história. Segundo o secretário de Agricultura e Desenvolvimento Econômico do município, José Mariano Filho, a precipitação foi de 174,6 mm. A informação foi repassada ao gestor pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o maior acumulado de chuva em um dia na cidade, até então, foi 146,6 mm, em 14 de junho de 1966, portanto, há 54 anos.

A média de chuva para junho, período mais chuvoso do ano em Surubim, é de 98,5 mm, relata a Apac (Agência Pernambucana de Águas e Clima). Dessa forma, choveu em poucas horas 77% a mais do que o esperado para o mês inteiro. Ainda segundo a Apac, as chuvas de junho já vinham superando as expectativas com um percentual acumulado de 118% em relação à média.

Imagem de Nossa Senhora que ficava no meio da praça
foi derrubada pela força das águas
(Foto: Reprodução/ WhatsApp)
O temporal teve início por volta do meio-dia, mas a partir das 14h30, a intensidade aumentou e permaneceu forte até por volta das 17h30, com breves intervalos de estiagem. À noite voltou a chover mas, em menor quantidade.

Um volume gigantesco de água como esse, em um curto espaço de tempo, causa danos em qualquer lugar. O bairro Bela Vista, que sofre toda vez que ocorrem enchentes na cidade, teve agora sua praça completamente destruída. Por baixo deste logradouro público, fica o canal que corta a comunidade. Na última “cheia”, ocorrida em março deste ano, a água inundou o local mas não causou tantos prejuízos. Já na chuva de ontem, até uma imagem de Nossa Senhora que ficava no meio da praça foi derrubada pela força da correnteza. A enxurrada invadiu as casas localizadas às margens do córrego, repetindo uma cena que se vê sempre que o canal transborda. Também houve falta de energia elétrica.

A Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos de Surubim informou que mesmo com a quantidade de chuva tendo chegado perto do triplo da enchente de março, nenhuma família do bairro ficou desalojada. A pasta credita a redução dos danos, a uma intervenção feita pela Prefeitura em uma área que antes represava a água na praça da localidade.

A comunidade em que a população teve que deixar as residências por causa da chuva, foi a conhecida Rua do Sapo, em Lagoa da Vaca, na zona rural. Uma lagoa que fica situada em frente ao “arruado” transbordou e invadiu os imóveis. Três famílias tiveram que se abrigar na Escola Silvino José de Oliveira e esperar o nível da água baixar, o que não havia acontecido até a publicação desta matéria.

Enxurrada rompeu tubulação que liga a barragem de
Jucazinho a Surubim interrompendo
o abastecimento da região
(Foto: Reprodução/ WhatsApp)
Ainda na zona rural, a tempestade fez reservatórios e riachos transbordarem. Um açude rompeu na comunidade de Chã do Couve e todo o volume que a represa acumulava seguiu para o bairro Bela Vista. No Sítio Tatus, uma estrada foi fechada pelas águas de um outro açude. Em Cachoeira do Taépe, mais um problema causado quando há enchentes voltou a acontecer. A ponte que dá acesso à comunidade foi levada pela correnteza junto com a tubulação que liga a barragem de Jucazinho a Surubim. Por causa, desse rompimento da encanação, o abastecimento das cidades do chamado Tramo Norte, do Sistema Jucazinho, foi interrompido, informou a Compesa (Companhia Pernambucana de Saneamento). O órgão comunicou que uma equipe já foi enviada ao local para providenciar o conserto dos canos, mas não deu previsão de quando o trabalho será concluído.

Em relação ao nível da barragem, a Compesa informou que a medição realizada neste sábado (20), aponta que o manancial está com 36,98% da capacidade, o que representa 75.506.252 m³, um acréscimo de 4%, em relação ao estágio anterior.

A água também entrou em casas da Vila Cecília Nóbrega, por trás da Rádio Integração FM. Além desses locais, várias outras ruas da cidade registraram alagamentos, como a José Malaquias Guerra (próximo ao Grupamento do Corpo de Bombeiros), Manoel José Pessoa, ambas no bairro São Sebastião e a Jerônimo Heráclio e Manoel Lourenço, no Centro.

As chuvas mais intensas em Pernambuco na sexta-feira (19) se concentraram na região de Surubim, segundo a Apac. Conforme dados da agência, também choveu forte em Santa Maria do Cambucá (164,13 mm), Bom Jardim (89,62 mm), Casinhas (76,44 mm) e Machados (70,99 mm).

Do Correio do Agreste

sábado, 1 de dezembro de 2018

Falta de chuva na Barragem de Jucazinho provoca alteração de calendário em cidades do Agreste

Imagem: Divulgação/Reprodução
Em decorrência da ausência de chuvas nos municípios que compõem a Bacia do Rio Capibaribe e que influencia no volume da Barragem de Jucazinho, em Surubim, a Compesa irá implantar, a partir de amanhã (1),  um novo calendário de abastecimento para oito cidades atendidas por esse manancial. Como  o reservatório está com apenas  3% da sua capacidade, que corresponde a 12,7 milhões de metros cúbicos de água, não há mais condições de assistir os municípios do Tramo Norte de Jucazinho  pelo calendário vigente.

O novo calendário irá vigorar para os municípios de Casinhas, Frei Miguelinho, Salgadinho, Santa Maria do Cambucá, Surubim, Toritama, Vertentes e Vertente do Lério. A partir de amanhã,  o regime de abastecimento será de 10 dias com água e 15 dias sem. O atual calendário atendia à população desses municípios por um período de dez dias com água e  um intervalo de cinco dias sem abastecimento.

A medida, segundo o gerente de Unidade de Negócios da Compesa, Bruno Adelino, é uma medida preventiva para evitar  que a barragem entre em colapso. “Iremos administrar o  volume de água destinado a essas cidades  para que não haja a interrupção da distribuição de água nas torneiras até o período de inverno da região, que se inicia em abril”, afirmou o gerente.  A Barragem de Jucazinho  passou um ano e sete meses em colapso. Em junho deste ano, após a ocorrência de chuvas, a Compesa conseguiu retomar a operação do Sistema Jucazinho, voltando a abastecer as cidades, que estavam em colapso, pela rede de distribuição.  

CALENDÁRIO DE ABASTECIMENTO TRAMO NORTE DE JUCAZINHO

MÊS: DEZEMBRO/2018

DIAS COM ÁGUA NOS MUNICÍPIOS

01, 02, 03, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28 e 29 Casinhas

09, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19 Frei Miguelinho

03, 04, 05, 06, 07, 08, 09, 29, 30 e 31 Salgadinho

09, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19 Santa Maria do Cambucá

01, 02, 03, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28 e 29 Surubim

09, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19 Toritama

09, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19 Vertentes

09, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18 e 19 Vertente do Lério

03, 04, 05, 06, 07, 08, 09, 29, 30 e 31 Zonas rurais dos municípios

Da Assessoria 

domingo, 21 de outubro de 2018

Adutora do Agreste recebe R$ 28,9 milhões para execução de obras

Foto: Divulgação/Compesa
A Adutora do Agreste vai receber R$ 28,9 milhões para a continuação de suas obras em Arcoverde. O aporte financeiro, autorizado pelo Ministério da Integração Nacional nessa sexta-feira (19), será repassado para o Governo de Pernambuco, responsável pela execução do empreendimento. O município recebe, desde o mês passado, as águas do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco.

A meta, segundo o Governo do Estado, é que o município de Pesqueira seja a próxima cidade contemplada pelo projeto, que opera apenas 10 quilômetros de sua estrutura, ainda em fase de teste. 

Da Folha de PE

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Ministro da Integração garante liberação de recursos para a Adutora do Agreste

Foto: Divulgação/Reprodução
Presidente da Compesa recebeu a garantia de repasse e de compromisso pessoal do novo Ministro

Em sua primeira agenda com o novo ministro da Integração Nacional, Antônio de Pádua, hoje (25), em Brasília, o presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Roberto Tavares, recebeu a garantia da liberação de recursos entre R$ 30 e R$ 40 milhões, ainda na primeira quinzena de maio, para a continuidade da obra e conclusão de etapas da Adutora do Agreste. Esse valor é parte do montante de R$ 80 milhões já empenhados na gestão do ex-ministro Hélder Barbalho, que foi sensível às necessidades da população do Agreste - região pernambucana que mais sofre com a escassez de água - e fruto de uma negociação com o governador Paulo Câmara.

Acompanhado do deputado federal Fernando Monteiro, Roberto Tavares também foi comunicado do compromisso do novo ministro em liberar o total de R$ 80 milhões ainda neste semestre. “Ficamos felizes em saber que o atual ministro também está sensível a problemática da região Agreste, e que vai agilizar o trâmite burocrático para a liberação dos recursos. Isso possibilitará à Compesa iniciar novas frentes de trabalho da Adutora do Agreste para beneficiar outras cidades, à exemplo de Brejo da Madre de Deus, São Bento do Una e Lajedo”, informou o dirigente da Compesa, lembrando que de janeiro a dezembro de 2017, o governo federal fez o repasse total de R$ 194 milhões para a Adutora do Agreste, a maior obra hídrica de uma empresa de saneamento no país.

Agora, a Adutora do Agreste está com 30 frentes de trabalho atuando nas cidades de Sertânia, Arcoverde, Pesqueira, Belo Jardim e São Caetano,Taquaritinga do Norte, Toritama e Santa Cruz do Capibaribe, além das obras para concluir a Adutora do Moxotó. Esse último empreendimento, que deve entrar em testes em maio, será integrado à Adutora do Agreste e permitirá que a água da Tranposição do Rio São Francisco chegue a 400 mil pessoas em dez cidades: Arcoverde, Pesqueira, Alagoinha, Venturosa, Pedra, Sanharó, Belo Jardim, Tacaimbó, São Bento do Una e São Caetano. 

O presidente da Compesa, Roberto Tavares, ainda aproveitou o encontro com o ministro Antônio de Pádua, para apresentar o pedido de divisão do atual convênio (primeira etapa conveniada) da Adutora do Agreste, que prevê atender 23 municípios. “A parte que depende do Ramal do Agreste, seria retirada do convênio atual e comporia um novo convênio, cujo cronograma seria postergado para 2020 em diante. Dessa forma, essa etapa da Adutora do Agreste ficaria em sintonia com a obra do Ramal do Agreste, que deverá ser iniciada pelo governo federal”, explica Tavares. Uma reunião técnica entre a Compesa e o Ministério da Integração Nacional deve ocorrer no próximo mês para tratar do assunto.

Da Assessoria

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Compesa divulga calendário de abastecimento para abril em Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
A Coordenação Regional da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) divulgou o calendário de abastecimento para o mês de abril na cidade de Surubim. O motivo do atraso em abril, foi por conta que o ciclo anterior foi estendido até o último dia 03/04 e isso implicou os próximos ciclos. A água deve chegar nas torneiras dos surubinenses a partir desta segunda-feira (23). 

OBSERVAÇÃO: Houve mudanças no calendário de abastecimento, entra em suspensão de faturamento e colapso as comunidades Parte Baixa: Diogo e Diogo ll, Sítio Pilões, Alto Santa Luzia, Lagoa Nova, Doquinhas, Lagoa Queimada. Comunidades da Parte Alta: Lot São Francisco, Solon de Melo, A. Farias, Chã do Couto, Gameleira, Lagoa do Choro. Confira abaixo o calendário para abril:



HORÁRIO PREVISTO
BAIRROS/LOCALIDADES
Das 08h às 08h do dia 23 a 25 de 04/2018 com abastecimento.
Coqueiro, Cohab, São Tirso / Parte Alta
Das 08h às 08h do dia 25 a  27 de 04/2018 com abastecimento.
São Sebastião, Minha Casa Minha Vida / Parte Alta
Das 08h às 08h do dia 25 a 27 de 04/2018 com abastecimento
Vila de Jacó e Sitio Coqueiro/ Parte Alta
Das 08h às 08h do dia 23 a 25 de 04/2018 com abastecimento.
Chã do Marinheiro / Parte Alta
Das 8h às 8h do dia 24 a 26 de 04/2018 com abastecimento
Vila Social e Vila Chã do Marinheiro / Parte Alta

Das 08h às 08h do dia 27  a 29 de 04/2018 com abastecimento
Rua do Açude, IPSEP, São José, Lot. Janjão Batista e Cabaceira, Lot. Maracajá / Parte Baixa
Das 08h às 08h do dia 29 a 01 de 04/2018 com abastecimento
Centro, Prefeitura, Bar de Faé, Escola Estadual, Estefânia / Parte Baixa
Das 08h às 08h do dia 01 a 03 de 05/2018 com abastecimento
Centro, Rua Sete de Setembro, Marista, Urbano Vieira, Salgado / Parte Baixa
Das 08h às 08h do dia 29 a 01 de 05/2018 com abastecimento
Detran, Sítio Capim, Barra da Onça, Sítio Caiai/ Adutora B. Tatu para EEAT- 08
Das 08h às 08h do dia 04 a 05/05/2018  com abastecimento
Pov. Jucá Ferrado, Vila do Luiz / Adutora EEAT-08 para EEAT- 09
Das 08h às 08h do dia 05/05 a 07/05/2018  com abastecimento
 Gancho do Galo / Adutora EEAT-08 para EEAT-09
Das 08h às 08h do dia 04/05 a 07/05/2018 com abastecimento
Lagoa da vaca e furnas / Adutora EEAT- 08 para EEAT- 09
Das 8h às 8h do dia 04/05 a 07/05/2018  com abastecimento
Pov. Mocotó e Lério / Adutora EEAT-08 para EEAT- 09

COLAPSO
Sítio Jucazinho, Duas Estradas, Chéus, Cachoeira de Taepe, Mimoso, Sítio Alegre / Adutora EEAT - 01 para EEAT- 08

quarta-feira, 11 de abril de 2018

2º Fórum Municipal da Água acontece nesta quinta-feira (12), em Surubim


Imagem: Divulgação/Reprodução
A Prefeitura de Surubim realiza nesta quinta-feira (12), o 2º Fórum Municipal da Água, que tem como tema “Soluções Naturais Para a Água”. O evento acontece dia 12 de abril, a partir das 09h, no Polo Universidade Aberta do Brasil, rua Frei Ibiapina, nº 30, bairro São José, Surubim – PE. 

Sua presença é importante, participe! 

Da Assessoria

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Barragem de Jucazinho corre risco de romper, diz relatório anual da Agência Nacional de Águas

Imagem: Divulgação / Gilson Santos
Em colapso, a barragem de Jucazinho, terceiro maior reservatório do Estado, com capacidade para 327 milhões de metros cúbicos de água, integra a lista de obras com estruturas físicas comprometidas. O diagnóstico está no relatório anual divulgado pela Agência Nacional de Águas (ANA), que aponta 25 barragens no País em péssimas condições e com risco de rompimento. 

Localizado em Surubim, no Agreste pernambucano, Jucazinho apresenta fissuras e deterioração no concreto. Hoje sem operar devido à escassez hídrica, o sistema abastecia algumas cidades da região, entre elas Santa Cruz do Capibaribe, Riacho das Almas, Cumaru e Gravatá. Para chegar ao resultado, a ANA consultou 29 instituições fiscalizadoras de segurança de barragens. Dessas, apenas nove responderam, listando 25 contenções em situação de risco. O relatório elaborado pela agência é enviado ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH). Em seguida, o CNRH o encaminha ao Congresso Nacional. 

Em relação a Jucazinho, o documento aponta como alto o Potencial Associado (DPA) e a Categoria de Risco (CRI). Das 25 barragens,16 são públicas e nove, privadas, sendo a maioria ligada ao agronegócio. Nenhuma delas tem relação com mineração ou geração de energia. 

No âmbito nacional, as estruturas comprometidas estão concentradas, em sua maioria, no Nordeste. Só em Alagoas, sete estão em situação crítica. De acordo com a ANA, 22.920 é o total de barragens que constam nos cadastros dos fiscalizadores, mas apenas 97 são enquadradas na Política Nacional de Segurança de Barragens (Lei 12.334/2010). Mas, ainda assim, grande parte foi classificada como CRI e DPA altos.

RESPOSTA - Procurada, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) informou que, embora tenha operado com Jucazinho, a manutenção é feita pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), órgão vinculado ao Ministério da Integração. Por sua vez, o Ministério da Integração informou que os serviços de recuperação e o reforço das estruturas da barragem de Jucazinho foram feitos, com investimento de R$ 8,2 milhões. "O próximo passo será a execução das obras de modernização da barragem. A licitação para essa etapa está sendo preparada pela equipe técnica. A previsão inicial de investimento é de R$ 35 milhões", adiantou o ministério.

Do BLOG DE ALBÉRICO CASSIANO, com FOLHA DE PE

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Semiárido do Estado em colapso

Foto: Edmar Barros/Futura Press/Folhapress
O Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações fez ontem um alerta sobre o baixo nível de água nos reservatórios e açudes do semiárido do Nordeste para os próximos meses. A situação é consequência das chuvas abaixo do normal nos últimos cinco anos. Os dados divulgados pelo grupo de trabalho mostram que o volume de água armazenado em Pernambuco é de apenas 4,8%, e a situação deve se agravar.

A expectativa para os reservatórios da Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco é de que, mesmo que as chuvas ocorram dentro da normalidade, em dezembro o volume de água armazenado sofra uma redução entre 2% e 5%.
A previsão climática feita pelo ministério é de que a primavera – que vai de setembro a dezembro – seja quente e seca na maior parte do País, com chuvas abaixo do normal em parte das regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

Da Agência Brasil

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Governo de Pernambuco decreta Calamidade em 14 municípios da Mata Sul e instala Gabinete de Crise para planejar ações emergenciais

Foto: Divulgação/Reprodução
Após o grande volume de chuva que atingiu municípios do Agreste e da Zona da Mata Sul de Pernambuco, o governador Paulo Câmara reuniu, na manhã deste domingo (28.05), no Palácio do Campo das Princesas, o secretariado e as forças operativas para monitorar a situação e planejar  as diretrizes no esforço de conter os impactos das enchentes dos municípios afetados. Diante da situação, o gestor estadual decretou, por meio de publicação em edição extraordinária do Diário Oficial,Calamidade em 14 cidades e a instalação, em cada um dos municípios, de gabinete de crise. São eles: Belém de Maria, Palmares, Amaraji, Maraial, Ribeirão, Cortês, Barra de Guabiraba, Gameleira, São Benedito do Sul, Rio Formoso, Catende, Água Preta, Jaqueira e Barreiros.

“Estamos imbuídos de realizar o monitoramento em tempo integral das cidades atingidas pelas chuvas. Vamos tomar as medidas necessárias para que os prejuízos e o sofrimento da população sejam minimizados com o trabalho que já está iniciado e com o que estamos planejando. O gabinete de crise está sendo instalado nas 13 cidades em estado de Calamidade para dar as respostas e os alertas necessários a toda a população atingida”, afirmou o governador Paulo Câmara, que sobrevoou, à tarde, as principais atingidas. 


O gabinete de crise é um local que conta com o apoio da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e de todas as equipes do Governo do Estado, visando concentrar as demandas dos municípios de forma a desburocratizar o atendimento aos moradores. “É um escritório para concentrar demandas que serão reportadas ao Recife para que as secretarias responsáveis proponham diagnósticos e soluções sob o comando do governador Paulo Câmara”, esclareceu o secretário de Planejamento e Gestão, Márcio Stefanni.

Paulo também afirmou que 200 homens já foram enviados para os municípios, tanto do Corpo de Bombeiros, quanto da Defesa Civil do Estado e que irão se juntar às corporações municipais. “Os 200 homens vão continuar na região da Mata Sul enquanto for necessário. Caso seja preciso deslocar mais militares, isso será feito ao longo das avaliações, que serão permanentes”, afirmou.

O trabalho humanitário também já está sendo realizado com a entrega de mantimentos nos municípios. “A Codecipe (Coordenadoria de Defesa Civil do Estado de Pernambuco) já enviou dois caminhões com colchão, lençol, travesseiros, fronhas. Também estamos enviando lonas plásticas, que são bastante demandadas em momentos como esse”, ressaltou. Os kits de alimentação, conforme informou Paulo, serão remetidos para os municípios tão longo fiquem prontos.

Ainda entre as ações que estão sendo realizadas, está o monitoramento de todos os reservatórios por meio da Companhia Pernambucana de Abastecimento (Compesa), para avaliar a necessidade de abertura ou não de comportas; o deslocamento de duas aeronaves sobrevoando as áreas de risco; o levantamento da situação dos acessos e estradas, através de engenheiros do Departamento de Estradas e Rodagens de Pernambuco (DER-PE) e secretaria de Habitação (Sechab); disponibilização de prédios públicos para servirem de abrigo; deslocamento de três equipes de saúde para a Mata Sul.

Em comparação com as fortes chuvas que ocorreram em 2010, atingindo grande parte da Mata Sul, Paulo pontuou que a situação atual é ainda mais grave. “A chuva de 2010, que trouxe tanta destruição, em três dias correspondeu a 180 milimetros (mm). As fortes chuvas que se iniciaram na última sexta-feira, já atingiram 140mm, ou seja, com mais intensidade”, comparou, ressaltando que, embora a situação atual seja mais grave, temos muitos equipamentos preservados, em virtude de planejamento e de preparação, tanto das informações meteorológicas quanto dos investimentos já realizados”.

SERRO AZUL - O governador destacou, ainda, que a construção da barragem de Serro Azul, localizada em Palmares, evitou estragos maiores. “O esforço de conclusão de Serro Azul já mostra alguns efeitos, junto com todo o trabalho da Operação Reconstrução de 2010. Temos, hoje, a preservação de casas, escolas e hospitais que já foram construídas em locais adequados para evitar um dano maior”, afirmou. A barragem de Serro Azul tem um reservatório com capacidade de acumulação de 303 milhões de metros cúbicos (m³) e, até agora, recebeu 48 milhões de m³.

Do Governo de PE

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Geo Caldas participa de bate-papo (ao vivo) no blog ISurubim, nesta segunda-feira (01)

O comunicador Geo Caldas (foto) participa na noite desta segunda-feira (01) de um bate-papo ao vivo com internautas para falar sobre sua luta para transpor águas do rio São Francisco para o rio Capibaribe que leva água até a barragem de Jucazinho, além de outros assuntos. A live será comandada pelo editor do ISurubim, Melqui Ferreira, a partir de 21h. O qual será transmitido ao vivo, através da fan page do blog, onde os internautas poderão interagir. Para assistir, clique AQUI
Imagem: Divulgação/Reprodução


quarta-feira, 26 de abril de 2017

Oficial | Colapso da Barragem de Pedra Fina deixa quatro cidades sem água nas torneiras

(Foto: Compesa/Divulgação)
As cidades de Surubim, João Alfredo, Orobó e Bom Jardim vão ficar provisoriamente sem abastecimento de água devido a Barragem de Pedra Fina, em Bom Jardim, no Agreste Setentrional, não ter resistido ao sétimo ano consecutivo de seca no estado. O manancial com capacidade de armazenar 6,2 milhões de metros cúbicos de água atingiu o seu volume morto e está com 2% de acumulação. Pedra Fina é responsável por fornecer água para o Sistema Palmeirinha, que abastece as cidades de Surubim, Bom Jardim, João Alfredo, Orobó e parte de Limoeiro, e que juntas somam uma população de mais de 140 mil pessoas - atendidas pela Compesa. Em janeiro deste ano, quando a barragem registrava 27% da sua totalidade de reservação, a Compesa já tinha ampliado o rodizio de abastecimento nas quatro cidades do Agreste como medida para garantir a continuidade da distribuição de água e preservar o manancial.

Agora, com o colapso de Pedra Fina, Surubim, Bom Jardim, João Alfredo e Orobó passarão a ser atendidas provisoriamente por caixas d´água tipo chafarizes, distribuídas em pontos estratégicos das cidades através de caminhões-pipa. Para a cidade de Limoeiro - que ainda possui outra fonte de fornecimento de água, a Barragem de Carpina - será necessário ampliar o rodízio de abastecimento de água. Hoje, 30% da cidade recebe água durante 24 horas e 70% é abastecida no regime de três dias com água e seis dias sem. A partir do mês de maio, será estabelecido o calendário de três dias com água e nove dias sem para toda Limoeiro.

Antecipando-se aos efeitos da seca, no primeiro semestre de 2016, a Compesa elaborou um projeto para construir uma adutora emergencial a partir da Barragem de Siriji, localizada no município de Vicência, na Mata Norte. Com o projeto em mãos, o governador Paulo Câmara se empenhou junto ao Governo Federal para que fosse liberado recursos destinados à execução desse projeto, cuja obra já está em andamento por meio do Ministério da Integração Nacional e com apoio técnico da Compesa. A conclusão da obra deve acontecer nos próximos 30 dias.

Da Assessoria


quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Adutora do Agreste pode ter as obras aceleradas

Imagem: Divulgação/Petrolândia Notícias
A Adutora do Agreste terá 15 frentes de trabalho rodando a construção da obra em 2017. É um sinal de que a região, mais uma vez, será prioridade da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) no ano que vem. Resolver a dura situação do Agreste voltou a ser mais real depois que as transferências da União voltaram a trazer esperanças de que a obra não sofra mais paralisações. Para se ter ideia, se o governo federal mantiver o fluxo financeiro de repasses (média de R$ 30 milhões mensais), já será possível entregar em 2017 várias etapas que farão a logística de água de reservatórios para cidades sem abastecimento. Atualmente, algumas são atendidas em sua totalidade por carros-pipa. 

De acordo com o presidente da Compesa, Roberto Tavares, o calendário financeiro de 2017 pode chegar a R$ 360 milhões para a adutora. “Os últimos meses foram de repasses maiores que o primeiro semestre e me permitiram hoje ter um caixa de R$ 70 milhões para contratar construtoras e levantar obras. Se for mantida a média e o governo federal conseguir entregar mais R$ 360 milhões em 2017, considerando a média de R$ 30 milhões mensais, eu consigo dar funcionalidade a algumas etapas do projeto”, garante.

Em números gerais, a obra custa R$ 1,4 bilhão e já foram executados R$ 610 milhões. Em paralelo, o estado vai viabilizando mini adutoras alternativas para que a gestão da água seja fatiada e se consiga acelerar a chegada à população. “Com o calendário andando no ritmo que vem, é possível entregar a primeira etapa do projeto em 2018”, planeja Tavares, citando que 2016 surpreendeu na reta final. “A gestão do presidente Michel Temer conseguiu fazer 2016 ser o segundo maior ano em repasses de toda a obra, que começou em 2013 e tinha previsão de conclusão em 2015. “No primeiro semestre, recebemos R$ 30 milhões do governo Dilma e, no segundo semestre, foram R$ 112 milhões. Se o fluxo seguir, nos dá garantia de entregar”, completou.

Apesar de um fechamento melhor, o ano de 2016 foi muito difícil para o planejamento da Compesa, mas serviu para rever processos e replanejar o plano de ação. “Tivemos queda de repasses que prejudicaram as receitas e um ano eleitoral sempre trava alguns passos a serem dados. O que tínhamos planejado para o ano não pode ser totalmente realizado, mas aproveitamos para nos preparar para os sinais de retomada, reorganizando contratos, preparando licitações e dando andamento ao que nos era permitido”, ressaltou o presidente.

Os investimentos da empresa em 2016 foram da ordem de R$ 500 milhões. Para 2017, o previsto é de R$ 800 milhões, com foco no Agreste. Além dos recursos federais, a Compesa vai compor o caixa com orçamento próprio e empréstimos de bancos internacionais.

Do Diario de PE

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Surubim está entre as cidades com madrugada mais fria de 2016 em Pernambuco, diz Apac

Imagem: Divulgação/Blog Negócios & Informes
Caruaru, no Agreste de Pernambuco, registrou 11,7ºC na madrugada da última quinta-feira (21), considera a menor temperatura do ano no estado, segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac). De acordo com a assessoria, "as baixas temperaturas são registradas em noites de céu claro (sem nuvens), quando ocorre grande perda de radiação da superfície da Terra para o espaço". A Apac informou que as menores temperaturas de Pernambuco em 2016 foram registradas no Agreste, toda na madrugada da quinta. Brejão (12,7°C), Garanhuns (15,9°C), Águas Belas (16,1°C) e Surubim (16,6°C).

Na Mata Sul do estado, Palmares registrou 17,9°C. No Sertão, Ibimirim teve a madrugada mais fria da região, com 13°C, seguida por Arcoverde, que atingiu 14°C. Na faixa litorânea, Goiana registrou 18,4°C. Segundo a assessoria da Agência, "as nuvens funcionam como um cobertor, impedindo a perda de calor e a tendência é que as temperaturas permaneçam baixas durante essa madrugada, devido à pouca nebulosidade que há sobre o estado".

Do G1

terça-feira, 19 de abril de 2016

Chuvas do final de semana não melhoram nível da Barragem de Jucazinho. Confira imagens registradas nesta terça-feira (19)

Imagens: Divulgação / Gilson Santos
Mesmo com as intensas chuvas do final de semana, a Barragem de Jucazinho, localizada no município de Surubim, chegou a 1% do volume total, conforme boletim de monitoramento divulgado pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC). O reservatório tem capacidade para 327 milhões m³ de água, mas com apenas 1%, atingiu o menor nível de capacidade desde junho de 2010, quando o monitoramento ficou sob a responsabilidade da APAC. No final De 2015, Jucazinho começou a operar no volume morto com pouco mais de 2% da capacidade.

Naquela ocasião, bombas flutuantes foram instaladas para ajudar a captar a água. Mesmo com a crise hídrica, aproximadamente 300 mil pessoas continuam sendo abastecidas pela barragem, conforme calendário de racionamento estabelecido pela Compesa. E para tentar amenizar a situação, municípios da região, a exemplo de Passira, Cumaru, Salgadinho, Surubim e Casinhas recebem reforço no abastecimento através de carros pipa contratados pelo governo estadual e da Operação Pipa, coordenada pelo Exército Brasileiro. (Do Blog do Agreste)

Confira imagens captadas da Barragem de Jucazinho nesta terça-feira (19) por um leitor do nosso Blog:

 
  




 








terça-feira, 22 de março de 2016

Compesa | Calendário de abastecimento do mês de março de Surubim e Casinhas

Confira as datas com os horários de abastecimento previstos para os bairros e localidades de Surubim e Casinhas durante o mês de março de 2016. Dúvidas, reclamações, sugestões, entrar em contato com a Compesa, através dos fones: 0800 081 0185 / 0800 081 0195 / (81) 3624.1993 / 3624.1997. 

Surubim: 
DATAS PREVISTAS
BAIRROS/LOCALIDADES
 A partir das 20h a
20h do dia 23 a 27
de 03/2016.
Coqueiro, COHAB, São Tirso.
A partir das 20h
a 08h do dia
27-03 a 01 de
04/2016.
Bairro São Sebastião
A partir das 20h
a 20h do dia
23 a 27 de
03/16. 
Rua do Açude, IPSEP, São José, Lota. Maracajá, Lot. Janjão Batista e Cabeceira, setor - 2.
A partir das 20h
a 08h do dia
27-03 a 01 de
04/16.
Centro, Salgado, Pilões e Diogo e Lagoa Queimada setor - 3.
A partir das 20h
a 20h do dia 23 a
27-03-2016 
Sítio Cajá, Lagoa do Choro, Gameleira, Macacos, Bandinha.
A partir das 20h
as 08h do dia 27-03 a 01 de
04/2016  
Sítio Coqueiro, Vila de Jacó, Chã do Marinheiro.
 A partir das 20h a 20h do dia 23 a 27 de 03/2016
Vila Social, Vila Chã do Marinheiro.
A partir das 20h a 20h do dia 23 a 27 de 03/2016
Doquinhas, Lagoa Nova, Rua Euclides Mota, Antônio B.de Barros, Av. Severino Clemente de Arruda, José Bruno Cabral, até a Rua da antiga delegacia, Escola Técnica, Hospital Estefânia.
A partir das 08h as 08h do dia 16 a 18 02/2016 
Jucá Ferrado
A partir das 08h as 08h do dia 16 a 18-03/2016.
Pov. Luiz, Gancho do Galo.
A partir das 20h as 20h do dia 23 a 26 de 03/2016 
Sítio Capim, Barra da Onça, Sítio Caiaí.
A partir das 20h a 08h do dia 27 a 29 de 03/2016 
Sítio Jucazinho, Duas Estradas, Chéus, Cachoeira de Taepe, Mimoso, Sítio Alegre.
A partir das 08h a 08h do dia 16 a 18  de 03/2016 
Lagoa da Vaca e Furnas
A partir das 08h a 08h do dia 16 a 18 de 03/2016 
Pov. Mocotó e Lério.

WWW.NEGOCIOSEINFORMES.COM

















































Ilustração/Blog Negócios & Informes

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