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sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Governo de Pernambuco pede urgência na operação do Eixo Norte

Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São FranciscoFoto: Divulgação
O objetivo da solicitação é aumentar o abastecimento de água nos municípios de Terra Nova e Salgueiro

Com o objetivo de aumentar o abastecimento de água nos municípios de Terra Nova e Salgueiro no Sertão do Estado, o Governo de Pernambuco entrou com um pedido de caráter emergencial ao Ministério do Desenvolvimento Regional para retomar a operação do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF).

Na última quarta-feira (2), a secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista esteve em Brasília reunida com o secretário Nacional de Segurança Hídrica, Marcelo Borges, e com o diretor de Obras, Stanley Bastos, onde na ocasião fez um pedido que busca a liberação das águas dos reservatórios Mangueira, Serra do Livramento e Terra Nova, que são estratégicos para o sertão pernambucano.

De acordo com Fernandha Batista, a liberação das águas dos reservatórios beneficia não só o abastecimento, mas impulsiona também a economia local gerando emprego e renda, a exemplo da produção agrícola. “A gente solicitou uma audiência na Secretaria Nacional de Segurança Hídrica e levamos o pleito da retomada da operação no eixo norte da transposição, passamos por um período de seca e pedimos a retomada para beneficiar toda a população. O comportamento nos fez sair otimista e levamos um documento em nome do governo estadual, esperemos uma retomada em um curto prazo”, destacou.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional, que se posicionou por meio de nota, é preciso agora que as prefeituras dos municípios em questão tenham um pedido formal ao governo do Estado para que assim seja feito um pedido de ajuste no Plano de Gestão Anual do Projeto de Integração do Rio São Francisco. A medida é necessária devido a uma resolução da Agência Nacional de Águas, que rege a gestão de recursos hídricos do Projeto São Francisco.

domingo, 22 de setembro de 2019

Confira o calendário de abastecimento para Setembro em Surubim

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) divulgou o calendário de abastecimento de água para o mês de setembro em Surubim. Neste modelo de cronograma, para o leitor identificar quais serão os dias que o seu bairro ou comunidade receberão água, é preciso verificar o número da área que a localidade está inserida e em seguida ver os dias no calendário.

terça-feira, 23 de julho de 2019

Chuvas não aumentam nível da Barragem de Jucazinho

Barragem de Jucazinho permanece com cerca de
2% de sua capacidade mesmo com as chuvas caídas
desde o sábado (20) na região
(Foto: Arquivo/ Compesa/ Divulgação)
Desde o sábado (20) chove na região com poucos intervalos sem precipitações. Segundo dados fornecidos pelo Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), o município que mais choveu no Agreste Setentrional entre o sábado (20) e domingo (21), foi Toritama, com 75 mm acumulados nos dois dias.

As chuvas nesta cidade e nos municípios de Riacho das Almas, Frei Miguelinho e Santa Cruz do Capibaribe contribuem diretamente para elevação no nível da Barragem de Jucazinho. Em Riacho das Almas foram registrados 42 mm, Frei Miguelinho 32,2 mm e Santa Cruz do Capibaribe, 34,7 mm, no entanto, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) informou nesta segunda-feira (22), que o reservatório não sofreu alteração, permanecendo com cerca de 2% da capacidade, até a publicação desta matéria.

“As chuvas são fracas e não geram correnteza no Capibaribe. Além do mais, no leito do rio existem pequenas barragens feitas por moradores das localidades ribeirinhas, que precisam encher primeiro, para que a água possa escorrer até Jucazinho” explica o gerente regional da companhia no Alto Capibaribe, Bruno Adelino.

Várias outras cidades da região acumularam um volume considerável de chuvas no final de semana, acima de 40 mm. Foram elas: São Vicente Férrer, 59.3 mm; Limoeiro, 56,7 mm; Machados, 54,5mm ; Taquaritinga do Norte, 52 mm; Vertente do Lério , 48,2 mm; Passira,  47 mm e Bom Jardim, 45,5 mm.  Em Surubim choveu 26 mm.

Segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) a chuva deve continuar até a quarta-feira (24).

Do Correio do Agreste

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Apesar das chuvas, Barragem de Jucazinho permanece com 2% da capacidade

Chuvas não tiveram reflexo na Barragem de Jucazinho,
que acumula pouco mais de 7 milhões de metros cúbicos
 atualmente (Foto: Compesa/ Arquivo)
Mesmo com as chuvas caídas na região desde a quinta-feira (13) até a última terça-feira (18), a Barragem de Jucazinho, não apresentou alteração no seu volume atual que é de 2% da capacidade ou pouco mais de 7 milhões de m³. No acumulado geral, nesse período, choveu bem nas cidades da bacia do Rio Capibaribe que podem contribuir com a elevação do nível da barragem. Para se ter uma idéia, em Toritama, nesses cinco dias, choveu 98,5 mm, em Riacho das Almas foram 101, 6 mm, Frei Miguelinho contabilizou 67,3 mm e Vertentes 69,7mm. O menor índice foi em Santa Cruz do Capibaribe: 27,8 mm.  Os dados são da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac). Porém, as precipitações não foram suficientes para criar correnteza no Rio Capibaribe e a água chegar até Jucazinho.

“Com as últimas chuvas não tivemos nenhum reflexo na barragem e vamos manter o calendário de abastecimento para a toda a região. Surubim por exemplo, continua com 15 dias com água e outros 15 sem. Esperamos que até o próximo mês ocorram chuvas que possam melhorar a situação do manancial”, explica o gerente da Compesa no Alto Capibaribe, Bruno Adelino.

Em relação a outras barragens que abastecem a região, a Compesa informa que Pedra Fina, localizada em Bom Jardim, também não acumulou água com as precipitações recentes e continua com 10% da capacidade. Já Sirigi, em Vicência, está com 89% do volume máximo.

Do Correio do Agreste

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Compesa divulga calendário de abastecimento para junho em Surubim

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) divulgou o calendário de abastecimento para o mês de junho de Surubim. 

OBSERVAÇÃO: áreas que estavam em colapso na zona urbana tiveram seus abastecimentos ativados devido a instalação do flutuante na Barragem.

A Compesa distribuiu as ruas por setores, e para o leitor saber quais dias chegarão água em sua residência, é só conferir em qual setor a Rua / Localidade se encontra (na lista inferior) e verificar no Calendário (parte superior).

Exemplo: Área 1: (Ruas / Localidade: Coqueiro, Loteamento Solon de Melo e São Francisco / Parte alta). Dias com água: 02, 05, 09, 12 de junho:


quarta-feira, 8 de maio de 2019

Compesa divulga calendário de abastecimento para maio em Surubim

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) divulgou o calendário de abastecimento para o mês de maio de Surubim. A Compesa distribuiu as ruas por setores, e para o leitor saber quais dias chegarão água em sua residência, é só conferir em qual setor a Rua / Localidade se encontra (na lista inferior) e verificar no Calendário (parte superior).

Exemplo: Área 1: (Ruas / Localidade: Coqueiro, Cohab, San Tirso). Dias com água: de 24 a 26 de maio:

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Compesa divulga calendário de abastecimento para fevereiro em Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) divulgou o calendário de abastecimento para Surubim durante o mês de fevereiro. 

De acordo com o calendário, a água deve ter começado a chegar nas torneiras dos surubinenses desde o dia 02 de fevereiro. Confira:
HORÁRIO PREVISTO
BAIRROS/LOCALIDADES


Do dia 02 a 08 e DE 18 a 20 das 8h as 8h
Coqueiro, Cohab, Santirso / Parte Alta
L. São Francisco, Solon de Melo/ Parte Alta

Do dia 05 a 08 e de 20 a 23 das 08h as 08h
São Sebastião, Minha Casa Minha Vida / Parte Alta
Do dia 08 a 12 e de 23 a 27 das 08h as 08h
COHAB, SANTIRSO, PE-90 EM FRENTE AO CARA E COROA
Do dia 06 a 09 e de 21 a 24 das 08h as 08h
Vila de Jacó e Sitio Coqueiro/ Parte Alta
Do dia 09 a 12 e de 24 a 27 das 8h as 08h
 Lagoa do Choro, Gameleira, A. Farias, Caja de Tatus, Bandinha / Parte Alta
Do dia 03 a 06 e de 18 a 21 das 8h as 8h
Vila Social e Vila Chã do Marinheiro, Cã do Marinheiro / Parte Alta

Do dia 03 a 06 e de 18 a 21 das 08h as 08h
Rua do Açude, IPSEP, São José, Lot. Janjão Batista e Cabaçeira, L. Maracajá / Parte Baixa

Do dia 06 a 09 e de 21 a 24 das 08h as 08h
Centro, Prefeitura, Bar de Fae, Escola Estadual, Por trás do H. Estefânia, Doquinhas e Lagoa Nova / Parte Baixa
Do dia 09 a 12 e de 24 a 27 das 08h as 08h
Centro, Rua Sete de Setembro, Marista, Urbano Vieira, Salgado Pilões, Diogo, Santa Luzia/ Parte Baixa
Do dia 13 a 18 e de 28 a 30 das 8h as 8h
Detran, Sítio Capim, Barra da Onça, Sítio Caiai/ Adutora B. Tatu para EEAT- 08
Do dia 13 a 18 e de 28 a 30 das 8h as 8h
Pov. Jucá ferrado, Luiz / Adutora EEAT-08 para EEAT- 09
Do dia 13 a 18 e de 28 a 30 das 8h as 8h
Gancho do Galo / Adutora EEAT-08 para EEAT-09
Do dia 13 a 18 e de 28 a 30 das 8h as 8h
Sítio Jucazinho, Duas Estradas, Cheus, Cachoeira de Taepe, Mimoso, Sítio Alegre, Piões, Tamandua, Tatus, Capoeira do Milho, Macacos / Adutora EEAT - 01 para EEAT- 08
Do dia 13 a 18 e de 28 a 30 das 8h as 8h
Lagoa da vaca e furnas / Adutora EEAT- 08 para EEAT- 09
Do dia 13 a 18 e de 28 a 30 das 8h as 8h
Pov Mocotó e Lério / Adutora EEAT-08 para EEAT- 09

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Cresce número de barragens sob risco de ruptura no país; Jucazinho apresenta fissuras e deterioração no concreto

Foto: Alfeu Tavares/Arquivo
Barragem de Jucazinho, em Pernambuco, necessita de R$ 40 milhões para voltar a atender os padrões de segurança

Ao menos 45 barragens do Brasil estão vulneráveis e podem apresentar risco de rompimento. Os números são de relatório da Agência Nacional de Águas (ANA)), que considera dados de 2017. No levantamento publicado no ano passado, que se baseou em dados de 2016, os reservatórios preocupantes eram 25.

A maioria das barragens classificadas como vulneráveis estão no Nordeste, especialmente na Bahia e em Alagoas, e mais da metade (25) são de responsabilidade do poder público. Nove já eram consideradas de risco no relatório de 2017, indicando que nada ou muito pouco foi feito para recuperá-las. Os problemas citados são muitos: rachaduras, infiltrações, buracos, vertedores (que medem a vazão da água) quebrados e falta de documentação que comprove a segurança do reservatório.

O balanço da ANA é o segundo produzido após o maior desastre ambiental da história recente do país, quando o rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), sob responsabilidade da mineradora Samarco, provocou a morte de 19 pessoas e poluiu o rio Doce, em novembro de 2015. Em anos anteriores, a agência nacional tinha balanços sem a mesma classificação de barragens vulneráveis.

No relatório mais recente, a fiscalização constatou que, em uma barragem de Camaçari, na Bahia, havia árvores e formigueiros comprometendo o equipamento. Já em Santa Bárbara, no Rio Grande do Sul, seriam necessários R$ 10 milhões para corrigir falhas na comporta e em outros componentes da estrutura.

Apesar do aumento de 80% no número de reservatórios considerados vulneráveis, a ANA diz acreditar que os dados são subdimensionados. Isso porque o relatório anual é feito a partir de informações fornecidas pelos órgãos fiscalizadores, e nem todos enviaram relatórios completos da situação. 

Muitos ainda nem terminaram de catalogar as barragens sob sua jurisdição, embora o cadastro tenha sido estabelecido por lei de 2010. Em 570 barragens não se sabe nem quem é o responsável -ou o "dono"- do reservatório.

O diagnóstico da agência é que, embora se tenha avançado bastante no cadastramento -em 2013 eram 4.437 registradas, contra 24.092 em 2017-, ainda há muito a fazer nesse sentido. Em 76% dos casos não é possível saber se a barragem é submetida à Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB) por falta de informação a respeito do equipamento.

Criada em 2010 por lei federal, a PNSB tem como objetivo garantir padrões de segurança que minimizem acidentes e os efeitos destes no meio ambiente e nas populações vizinhas às barragens. Não são todos os equipamentos, porém, que precisam se adequar ao estabelecido pela lei -o que não significa que outros reservatórios não precisem seguir padrões de segurança e conservação. Como critério, a PNSB especifica características de altura, capacidade de armazenamento de água, periculosidade dos resíduos e gravidade do dano social e ambiental em caso de rompimento.

Em tese, a fiscalização dos órgãos estaduais e federais -há 41 com potencial fiscalizador, mas só 33 efetivamente fiscalizam os equipamentos- é restrita aos reservatórios que se enquadram nos critérios da PNSB. Mas até para saber se as barragens têm as características estabelecidas pela lei é necessário, muitas vezes, que a equipe vá até o local fazer medições.

Esse trabalho é prejudicado pelo pequeno número de fiscais. Em 2017, havia apenas 154 funcionários para fiscalizar todas as barragens do país -há 4.510 na PNSB -, entre estaduais e federais, e nove estados não fizeram nenhuma ação de fiscalização em todo o ano. Das barragens cadastradas, só 3% foram vistoriadas pelos órgãos fiscalizadores.

A lei não chega a prever punições a quem descumprir as recomendações, mas os estados podem emitir regulações específicas e aplicar multas. Para Fernanda Laus, que coordenou o relatório da ANA, mais que a equipe reduzida, o que atrapalha é a alta rotatividade dos funcionários. "O número de fiscalizadores nunca vai ser suficiente, mesmo porque aumentar a equipe de fiscalização aumenta o custo. O gargalo nem seria tanto a quantidade de técnicos que trabalham na fiscalização, mas a rotatividade da equipe. O técnico é treinado, se capacita. Daí com um ou dois anos ele sai. A maioria dos órgãos tem baixos salários. A pessoa procura outras alternativas", diz.

Laus também critica o que chama de falta de consciência dos empreendedores, os "donos" das barragens. Eles podem ser os proprietários da terra onde estão os reservatórios ou quem explora o equipamento, seja para uso próprio (uma empresa de mineração, por exemplo) ou coletivo (abastecimento de água de uma cidade).
Segundo ela, muitos não investem na manutenção dos equipamentos nem se preocupam com alguns aspectos básicos de segurança.

"Todo mundo que tem barragem tem que ter consciência de mantê-la. Se não tem recursos para isso, não pode ser proprietário. É uma responsabilidade que a pessoa assume. São estruturas necessárias para o desenvolvimento de sociedades, mas podem, sim, causar acidentes, mesmo as pequenas", afirma Laus.

Em abril deste ano, duas crianças morreram após o rompimento de barragens em Paragominas, no Pará, e mais de 2.000 famílias foram afetadas pelas enchentes.

Outro ponto preocupante é a restrição dos recursos para obras de recuperação das barragens. A verba até chega a ser reservada, mas não é efetivamente investida. Em 2017, foram aplicados 73% dos recursos previstos na esfera federal e só 23% na esfera estadual.

Pernambuco

Um exemplo problemático é o Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs). O órgão, responsável por mais de 300 barragens, teve R$ 5,7 milhões para aplicar em segurança dos reservatórios no ano passado. Destes, pouco mais de R$ 3 milhões foram empenhados, e só R$ 1,4 milhão de fato foi aplicado. Ainda que aplicasse todos os recursos disponíveis, faltaria ao Dnocs verba para arcar com custos de manutenção. Para se ter ideia, só a barragem de Jucazinho, em Pernambuco, necessita de R$ 40 milhões para voltar a atender os padrões de segurança.

"Existe uma lacuna entre o planejamento e a aplicação. Os recursos são limitados, e é preciso ter uma estratégia inteligente e priorizar ações onde é necessário", conclui Laus.

Da Folha de PE

domingo, 21 de outubro de 2018

Adutora do Agreste recebe R$ 28,9 milhões para execução de obras

Foto: Divulgação/Compesa
A Adutora do Agreste vai receber R$ 28,9 milhões para a continuação de suas obras em Arcoverde. O aporte financeiro, autorizado pelo Ministério da Integração Nacional nessa sexta-feira (19), será repassado para o Governo de Pernambuco, responsável pela execução do empreendimento. O município recebe, desde o mês passado, as águas do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco.

A meta, segundo o Governo do Estado, é que o município de Pesqueira seja a próxima cidade contemplada pelo projeto, que opera apenas 10 quilômetros de sua estrutura, ainda em fase de teste. 

Da Folha de PE

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Compesa inicia testes para colocar água do Rio São Francisco no Agreste Pernambucano

Foto: Aluísio Moreira
A pré-operação da Adutora do Moxotó e da Adutora do Agreste deve iniciar em breve. 

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) começou hoje (5), a fase de testes com água, no Sistema Adutor do Moxotó. O empreendimento será a primeira ligação do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco com a região Agreste. A previsão é que no final deste mês, seja iniciada a pré-operação da adutora, com 70 quilômetros de extensão, da captação da água da Transposição na Barragem do Moxotó, localizada no distrito de Rio da Barra, em Sertânia, até a Estação de Tratamento de Água (ETA), no município de Arcoverde. 

A expectativa da Companhia é  chegar com a água do Rio São Francisco até Arcoverde, até o final de julho, e já começar a testar o trecho até Tacaimbó, pela Adutora do Agreste. 

No mês de agosto as águas do Velho Chico deverão chegar até São Caetano, depois de ter atendido Arcoverde, Pesqueira, Alagoinha, Sanharó, Belo Jardim e Tacaimbó. “A obra da Adutora do Moxotó foi a alternativa técnica encontrada pelo Governo Paulo Câmara para antecipar a chegada da água da Transposição para a região do Agreste, e a obra só será interrompida se o Governo Federal não mandar os R$ 68 milhões que estão pactuados”, pontua Roberto Tavares.

Da Assessoria de Imprensa

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Calendário de abastecimento para abril de Surubim deve ser divulgado até sexta-feira (20), de acordo com a Compesa

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
A coordenadora regional da Compesa em Surubim, Dayse Barbosa, divulgou na manhã desta quarta-feira (18), uma nota comunicando que o calendário de abastecimento de Surubim, a previsão é de ter início na próxima segunda-feira (23). O motivo do atraso em abril, foi por conta que o ciclo anterior foi estendido até o último dia 03/04 e isso implicou os próximos ciclos. O calendário deve ser divulgado até próxima sexta-feira (20). Confira o texto na íntegra:

"Bom dia,


Informo que iniciaremos o abastecimento da cidade de Surubim na próxima segunda-feira, 23/04. Será disponibilizado até sexta 20/04 o calendário de abastecimento por localidade. Lembro que o ciclo anterior foi estendido até 03/04 e isso acarretou o lançamento dos ciclos seguintes pra frente.

À disposição para maiores esclarecimento,


Atenciosamente,

Dayse Barbosa
CRE Surubim"

quarta-feira, 21 de março de 2018

Compesa inicia abastecimento de Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
A Compesa iniciou na noite desta segunda-feira (19), o abastecimento de água de Surubim, após dois dias de atraso. Segundo a companhia, um problema em um dos conjuntos de motobomba na estação do Buraco do Tatu, em Bom Jardim, impediu que o calendário divulgado previamente fosse cumprido.


Ainda nesta segunda-feira, a coordenadora regional da companhia em Surubim, divulgou uma nota informando que a previsão era de que a água chegasse às torneiras apenas na quarta-feira (21), mas os técnicos conseguiram antecipar o conserto e a adutora voltou a funcionar plenamente às 22h. Na madrugada desta terça-feira (20), bairros como Coqueiro e Cohab começaram a ser abastecidos.

O imprevisto deve atrasar o cronograma de abastecimento em três dias. A companhia comunicou que ainda nesta terça-feira, divulgaria um novo calendário, fato que não aconteceu. Apesar do problema, a Compesa garante que a cidade permanecerá com a mesma quantidade de dias com água. O atraso no início do abastecimento em Surubim, gera um efeito cascata para outros municípios que também receberão água depois do previsto, mas segundo a companhia, a população não será prejudicada.

Tão logo o novo calendário de abastecimento para Surubim seja distribuído para a imprensa, será publicado aqui no nosso site.

Do Correio do Agreste

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Atualizado | Compesa divulga calendário de abastecimento do mês de janeiro/2018 de Surubim e Casinhas


A Coordenação Regional da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) divulgou o calendário de abastecimento para o mês de janeiro na cidade de Surubim. A água deveria chegar nas torneiras dos surubinenses a partir do dia 17/01.

Clique e leia: Imprevisto | Estouramento atrasa abastecimento de água em Surubim e Casinhas

Um estouramento na adutora de Pedra Fina, atrasou o início do abastecimento de água neste mês de janeiro em Surubim e Casinhas. O problema aconteceu em uma área próxima à localidade de Barra da Onça, na zona rural de Surubim. Previsto para começar no dia 16, o abastecimento só foi iniciado nesta sexta-feira (19), após o conserto da tubulação ser concluído às 4h da madrugada pela equipe da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). Confira as novas datas:

HORÁRIO PREVISTO
BAIRROS/LOCALIDADES
Das 08h às 08h do dia 19 a 20 de 01/2018 com abastecimento.
Coqueiro, Cohab, São Tirso, Lot. São Francisco, Solon de Melo / Parte Alta
Das 08h às 08h do dia 21 a  23   de 01/2018 com abastecimento.
São Sebastião, Minha Casa Minha Vida / Parte Alta
Das 08h às 08h do dia 21 a 23 de 01/2018 com abastecimento
Vila de Jacó e Sitio Coqueiro/ Parte Alta
Das 08h às 08h do dia 19 a 21 de 01/2018 com abastecimento.
Chã do Marinheiro / Parte Alta
Das 8h às 8h do dia 20 a 22 de 01/2018 com abastecimento
Vila Social e Vila Chã do Marinheiro, Gameleira, Lagoa do Choro / Parte Alta

Das 08h às 08h do dia 23 a 25 de 01/2018 com abastecimento
Rua do Açude, IPSEP, São José, Lot. Janjão Batista e Cabaceira, Lot. Maracajá / Parte Baixa
Das 08h às 08h do dia 25 a 27 de 01/2018 com abastecimento
Centro, Prefeitura, Bar de Faé, Escola Estadual, Estefânia, Doquinhas, Lagoa Nova / Parte Baixa
Das 08h às 08h do dia 27 a 29 de 01/2018 com abastecimento
Centro, Rua Sete de Setembro, Marista, Urbano Vieira, Salgado, Pilões, Diogo, Santa Luzia/ Parte Baixa
Das 08h às 08h do dia 25 a 27 de 01/2018 com abastecimento
Detran, Sítio Capim, Barra da Onça, Sítio Caiai/ Adutora B. Tatu para EEAT- 08
Das 08h às 08h do dia 29 a 31 de 01/2018  com abastecimento
Pov. Jucá Ferrado, Vila do Luiz / Adutora EEAT-08 para EEAT- 09
Das 08h às 08h do dia 31/01 a 02/02/2018  com abastecimento
 Gancho do Galo / Adutora EEAT-08 para EEAT-09
Das 08h às 08h do dia 29/01 a 02/02/2018 com abastecimento
Lagoa da vaca e furnas / Adutora EEAT- 08 para EEAT- 09
Das 8h às 8h do dia 29/01 a 02/02/2018  com abastecimento
Pov. Mocotó e Lério / Adutora EEAT-08 para EEAT- 09

COLAPSO
Sítio Jucazinho, Duas Estradas, Chéus, Cachoeira de Taepe, Mimoso, Sítio Alegre / Adutora EEAT - 01 para EEAT- 08

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) divulgou o calendário de abastecimento no mês de janeiro para o município de Casinhas. Confira:


Da Redação (Negócios & Informes)

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