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quinta-feira, 2 de julho de 2020

Em meio à pandemia, Brasil manteve logística de abastecimento

Imagem: Divulgação/Reprodução - Nestlog
O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, afirmou hoje (2) que a manutenção da logística de abastecimento no país foi a grande vitória da pasta, no primeiro semestre, em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19). De acordo com o ministro, que classificou a crise sanitária como “sem precedentes”, o país está atravessando a pandemia sem o desabastecimento de supermercados, falta de combustível ou de insumos hospitalares.

“Estamos atravessando a pandemia sem nenhum problema de abastecimento, com prateleiras cheias nos supermercados. Não faltou combustível, gás de cozinha ou o insumo médico e isso foi uma vitória silenciosa. Acredito que essa foi a maior vitória nesse primeiro semestre, garantir o abastecimento em uma situação de pandemia”, disse o ministro durante videoconferência para apresentar o balanço das atividades da pasta nos primeiros seis meses deste ano.

Segundo o ministro, a manutenção do abastecimento foi conseguida por meio de parcerias que possibilitaram a continuidade do trabalho de caminhoneiros, em condições sanitárias favoráveis, e a utilização de outros modais, como o ferroviário e o portuário, utilizados para escoar a safra de grãos.

“Montou-se uma grande estrutura de apoio aos caminhoneiros, com triagem médica, kits de alimentação e de higiene”, disse o ministro. “Também conseguimos dar vazão a uma safra de 252 milhões de toneladas e também garantimos o funcionamento do setor mineral. O resultado pode ser visto no crescimento do movimento ferroviário e portuário”, acrescentou.

Tarcísio disse que, mesmo com a pandemia, a pasta conseguiu manter o planejamento para o período estabelecido no final do ano passado, com a conclusão de obras e entregas parciais nos primeiros seis meses deste ano. O ministro disse que foram 36 inaugurações entre janeiro e junho, sendo 23 entre março e junho, período mais afetado pela crise sanitária.

De acordo com o ministério, no primeiro semestre de 2020, R$ 3,5 bilhões foram investidos em obras. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) concluiu 129 quilômetros (km) de rodovias duplicadas, pavimentou 88,5 km e fez novas restaurações em 110,6 km.

O ministério destacou ainda a entrega da nova sala de embarque do Aeroporto de Navegantes (SC); a reforma e ampliação do terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu (PR) e reformas nos portos de pequeno porte em Parintins (AM), Coari (AM) e Turiaçu (MA).

Durante a videoconferência, o ministro citou ainda a assinatura de renovação do contrato de concessão ferroviária da Malha Paulista. O contrato original, que venceria em 2028, foi renovado por mais 30 anos. A previsão é de que sejam realizados investimentos de R$ 6 bilhões na ampliação da capacidade de transporte.

De acordo com o ministro, a expectativa é de manter boa parte do cronograma até o final do ano, especialmente no que diz respeito às concessões de aeroportos, portos, ferrovias e rodovias.

Tarcísio citou o envio ao Tribunal de Contas da União (TCU) do edital de leilão e a minuta de contrato da 6ª rodada de concessões de aeroportos. Fazem parte da rodada de concessões 22 aeroportos das regiões Sul, Norte e Centro-Oeste, divididos em três blocos.

“Até o final de julho e meados de agosto, a gente deve encaminhar para o TCU também os editais da BR-381 e BR-262 em Minas e no Espírito Santo; a Nova Dutra [BR-116] que estamos agregando à [rodovia] Rio-Santos [BR-101] e a [ferrovia] Ferrogrão. Então teremos 42 projetos em análise o que é muito perto da meta que tínhamos estabelecidos de leilão para esse ano, com R$ 75 bi de investimentos para serem contratados”, disse.

Por Agência Brasil

domingo, 3 de maio de 2020

Compesa divulga calendário de abastecimento para maio em Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) divulgou o calendário de abastecimento de água para o mês de maio/2020 em Surubim. 

Neste modelo de cronograma, para o leitor identificar quais serão os dias que o seu bairro ou comunidade receberão água, é preciso verificar o número da área que a localidade está inserida e em seguida ver os dias no calendário. 

Confira clicando AQUI.

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Agricultores de Surubim e região têm perdas de até 80% na lavoura por causa da falta de chuvas

Plantação de milho na zona rural de Surubim.
Lavoura não tem se desenvolvido
por causa da falta de chuvas
(Foto: Fernando Guerra/ Divulgação)
Os agricultores de Surubim estão sofrendo com as perdas na lavoura devido a falta de chuvas. Quem fez o plantio de milho e feijão, em março, no início do inverno, já não tem mais como evitar o prejuízo. Segundo dados do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), março foi o único mês da estação chuvosa em que a precipitação ficou dentro da média: choveu 76,4mm, quando se esperava 73,2 mm. Em abril, choveu 64% do esperado (47,5mm de 73,2mm) e no mês de maio a situação ficou ainda pior, a quantidade de chuvas foi menos da metade do que se aguardava, apenas 42% (31,9 mm de 75,6 mm).

“Nós precisávamos de uma maior regularidade de chuvas. As perdas na lavoura chegam a 80% em Surubim e cidades vizinhas. Se as chuvas continuarem poderemos apelar para junho e julho, que são os meses mais chuvosos do ano na região”, explica o coordenador regional do IPA, Rijalma Oliveira. A média de chuva para os meses de junho e julho, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), é de 106,5mm e 82,9mm, respectivamente.

As chuvas abaixo da média também têm causado apreensão na população em relação ao abastecimento de água. A barragem de Jucazinho, que atende 11 municípios está com apenas 2% da capacidade. A previsão da Compesa (Companhia Pernambucana de Saneamento) é de que se não houver acúmulo de água, o manancial deve entrar em colapso em setembro, como aconteceu em 2016. A barragem de Pedra Fina (Palmerinha) está com pouco mais de 10% e Sirigi, outro reservatório que reforça o abastecimento da região, acumula atualmente 74%.

Do Correio do Agreste

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Compesa lança edital para contratar carros-pipa e abastecer cidades; Oportunidade para proprietários de Surubim

Foto: Divulgação / Reprodução - Internet
A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) divulgou por meio de edital (CLIQUE AQUI), licitação para transporte de água potável através de carros-pipa. O processo de credenciamento se encerra no dia 15 de maio. Além da contratação de pessoas físicas que atuam na distribuição d’água, a oportunidade também será aberta para pessoas jurídicas. De acordo com o edital, Surubim tem demanda de 168 viagens e o valor estimando mensal é de R$14.000,00.

Aos interessados de Surubim e região, a documentação necessária deve ser entregue na Gerência Regional da Compesa do Alto Capibaribe, situado na R. Antônio Gonçalves de Lima - Cruz Alta, Santa Cruz do Capibaribe - PE. Mais informações: (81) 3412-9294.

Da Redação (Negócios & Informes)


domingo, 23 de setembro de 2018

Preço da gasolina bate recorde e chega ao maior valor em dez anos

A gasolina foi vendida, nesta semana, em média no Brasil
a R$ 4,65 por litro
Foto: Reprodução
O preço da gasolina nos postos brasileiros chega às vésperas da eleição no maior patamar dos últimos dez anos, aumentando a pressão sobre a política de reajustes instituída pela Petrobras durante o governo Michel Temer. Entre os principais candidatos à Presidência da República, é quase consenso que o modelo deve sofrer algum tipo de mudança. 

Nesta semana, a gasolina foi vendida em média no Brasil a R$ 4,65 por litro, de acordo com dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), alta de 0,5% com relação à semana anterior. Desconsiderando picos provocados pelo desabastecimento durante a greve dos caminhoneiros, é o maior valor desde janeiro de 2008 (corrigidos pela inflação), quando a cotação do petróleo se aproximava dos US$ 100 (R$ 400, na cotação atual) por barril. 

Em junho daquele ano, chegou a bater em US$ 140 por barril (R$ 560). Nesta sexta (21), o petróleo Brent fechou a US$ 78,80 (cerca de R$ 315).

Além do efeito da cotação do petróleo, a escalada dos preços em 2018 é fruto da valorização do dólar, uma vez que a política adotada pela Petrobras desde outubro 2016 determina que a venda do combustível no país deve acompanhar o valor do produto importado -o que inclui repassar a variação cambial. No ano, o reajuste acumulado do preço da gasolina nas refinarias da estatal soma 29%, já descontada a inflação do período. Nas bombas, o aumento acumulado é de 10%, também descontada a inflação.

Da Folha de PE

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