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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Greve dos caminhoneiros custará R$ 15 bilhões para a economia

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Os dez dias de greve dos caminhoneiros custarão R$ 15 bilhões para a economia, o equivalente a 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país), informou hoje (12) o Ministério da Fazenda. De acordo com a pasta, o ministro Eduardo Guardia repassou a estimativa nessa segunda (11) em reunião com investidores em São Paulo.

Por causa da paralisação, a previsão oficial de 2,5% de crescimento do PIB para este ano poderá ser revista para baixo. O número só será divulgado no fim de julho, e o ministro não informou mais detalhes.

Na última edição do boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada todas as semanas pelo Banco Central, os analistas de mercado estimavam que a economia crescerá apenas 1,94% em 2018. Essa foi a sexta semana consecutiva de queda nas projeções. Há um mês, a projeção estava em 2,51%.

O ministro não informou o impacto que a greve dos caminhoneiros terá sobre a inflação, por causa da escassez de alimentos e da alta temporária do preço dos combustíveis provocadas pela paralisação. Segundo o boletim Focus, a previsão das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 3,65% para 3,82% em 2018. As projeções do Ministério da Fazenda para a inflação também só serão divulgadas no fim de julho.

Da Agência Brasil

sábado, 2 de junho de 2018

Em parceria com o SENAC, Prefeitura segue com oferta de cursos no Programa Qualifica Surubim

Fotos: Alian Aragão/Divulgação
Em tempos de crise, qualificar a população mais necessitada é uma forma efetiva de garantir emprego e renda de forma independente. Sendo assim, a Prefeitura de Surubim através da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC), estará oferecendo cursos no Programa Qualifica Surubim até agosto deste ano.

Nos pontos de atendimento do Programa e na carreta do SENAC, localizada no Pátio da Usina, são ofertados diferentes cursos, para especializar e incentivar os usuários do Bolsa Família a sair da situação de vulnerabilidade. Dentre eles, estão os cursos de corte e escova, maquiagem, design de sobrancelhas e barbearia. 

Em visita ao local na manhã de hoje (1º), a prefeita Ana Célia, junto à secretária Penélope Andrade, conferiu a estrutura do espaço e participou do encerramento da primeira turma de corte e escova, que participou do curso durante toda essa semana. 

“Nossa preocupação é a garantia de que vocês terão uma profissão, ou até mesmo que montem seu próprio negócio, quando saírem desses cursos, e que possam, principalmente, ajudar suas famílias com essa renda extra", disse a prefeita Ana Célia.


A Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos informa que ainda existem vagas para os cursos e que os interessados devem procurar a Secretaria, que fica localizada na Rua Severino Clemente de Arruda, 374, Centro, Surubim. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 08h às 16h. Mais informações pelo telefone (81) 3634-1460.

Da ASCOM Surubim

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Em Surubim, postos de combustíveis começam a ser abastecidos e geram enormes filas

Em Surubim, na manhã desta quarta-feira (30), alguns postos de combustíveis começaram a ser abastecidos. Grandes filas de veículos estão formadas. Há previsão para outros postos serem abastecidos nesta quinta-feira (31), de acordo com informações recebidas de alguns empresários surubinenses. 
Imagem | WhatsApp
Da Redação (Negócios & Informes)

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Prefeitura de Surubim decreta estado de emergência e cria Comitê de Gerenciamento da Crise

Imagem: ASCOM Surubim/Reprodução
A Prefeitura de Surubim decreta estado de emergência e informa que, em razão do desabastecimento de bens, produtos e gêneros de primeira necessidade destinados à população surubinense, foi criado o Comitê de Gerenciamento de Crise, o qual tomará medidas em relação à crise do combustível, pela qual passa todo país nos últimos dias. As aulas da Rede Municipal de Ensino estão previamente suspensas pela impossibilidade de abastecimento do transporte escolar. A coleta de lixo na zona rural também está temporariamente suspensa.

Os carros que pertencem à Prefeitura estão parados. Apenas algumas viaturas de urgência da secretaria de Saúde serão mantidos em circulação, como os que atuam nas emergências, as ambulâncias, serviço de hemodiálise e o Samu, até quando houver combustível. A Prefeitura esclarece ainda que, a partir desta segunda-feira (28), os quadros de funcionários das unidades de saúde podem ser prejudicados com a falta de colaboradores que não conseguem se deslocar por falta de transporte.

O Governo Municipal lamenta o momento de crise pelo qual estamos passando, e torce para que a situação volte ao normal no nosso país. Agradecemos, mais uma vez, a compreensão.

Da ASCOM SURUBIM

sábado, 8 de julho de 2017

Quase 10 mil lojas fecharam as portas no país no 1º trimestre

Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas
O varejo fechou as portas de 9.900 estabelecimentos no primeiro trimestre deste ano, informou nesta quinta-feira (6) a CNC (Confederação Nacional do Comércio). Apesar do saldo negativo, o número ainda é melhor do que o apresentado no quarto trimestre do ano passado, quando 15,5 mil estabelecimentos foram fechados, ou o período de janeiro a março de 2016, quando 37,1 mil lojas fecharam as portas. 

A última vez em que o varejo havia aberto mais lojas que fechado foi em 2014, com a criação de 2.000 estabelecimentos.

O fenômeno foi classificado pelo economista da CNC, Fabio Bentes, de "despiora".
"A queda no número de lojas fechadas em relação ao primeiro trimestre do ano passado foi de 75%. É um sinal de 'despiora', de que o varejo passa por transição. Há números positivos e negativos se intercalando, enquanto no ano passado, por exemplo, estava tudo no vermelho", afirmou.

ZERO A ZERO
A expectativa é de que 2017 feche no "zero a zero" na comparação com o ano passado. "Essa é nossa aposta tanto para abertura de lojas quanto de geração de emprego", afirmou Bentes.

Ainda há a expectativa de que sejam abertas entre 2.000 e 3.000 vagas no varejo neste ano, o que é considerado quase estabilidade. Em 2016, foram fechadas 177 mil postos de trabalho formais no setor.

HIPERMERCADOS
O segmento do varejo que mais fechou lojas no primeiro trimestre foram os hipermercados, com um saldo de 3.700 estabelecimentos a menos. Em seguida vêm vestuários e calçados (-1.700 lojas) e artigos pessoais e de uso doméstico (-1.200).

A expectativa da CNC é que o varejo tenha aumento no volume de vendas de 1,2% em 2017 na comparação com o ano passado. No primeiro quadrimestre do ano, houve queda de 1,8% ante mesmo período do ano passado.

Da Folha de PE

domingo, 28 de maio de 2017

Moody’s põe nota do Brasil em observação, com possibilidade de rebaixamento

Imagem: Arquivo Folha
A agência de classificação de risco Moody’s revisou para baixo a perspectiva da nota da dívida pública brasileira. A nota de crédito soberano do país foi mantida dois níveis abaixo do grau de investimento (garantia de que o país não corre risco de dar calote), mas com perspectiva negativa, o que indica que a classificação pode ser alterada para baixo na próxima revisão.

Em comunicado divulgado no fim da tarde desta sexta-feira (26), a agência citou a ampliação da instabilidade política como justificativa para a decisão. Segundo a Moody’s, a crise política pode atrasar a aprovação de reformas estruturais que, na visão da agência, ajudarão na recuperação da economia brasileira, como a da Previdência Social.

“Independentemente de seu desfecho, a crise política que emergiu no Brasil na última semana provavelmente debilitará a agenda de reformas do governo e comprometerá a aprovação de reformas futuras, incluindo a da Previdência. Isso provavelmente impactará negativamente a confiança do investidor e levará ao aumento da volatilidade nos mercados, ameaçando o momento macroeconômico positivo observado desde o início da agenda de reformas”, destacou o comunicado.

Apesar de citar os riscos políticos, o relatório da Moody’s destacou o tamanho e a diversidade da economia brasileira como pontos vantajosos para o país. O documento também mencionou o elevado nível de reservas internacionais, US$ 377 bilhões, como fator que reduz a vulnerabilidade externa do país, diminuindo o risco de fuga de capitais estrangeiros.

Ministério da Fazenda

Em nota, o Ministério da Fazenda informou que continua empenhado na aprovação das reformas e que continua as negociações com o Congresso Nacional. “O Ministério da Fazenda reafirma seu compromisso com a continuidade da implementação da agenda de reformas estruturais necessárias à recuperação econômica. Nesse sentido, destaca os resultados positivos obtidos por meio da manutenção de intenso diálogo e coordenação com o Congresso Nacional, sinalizando o empenho para o alcance da estabilidade da política brasileira”, destacou o comunicado.

Da Agência Brasil

domingo, 5 de março de 2017

Brasil fecha 40,8 mil vagas de trabalho com carteira assinada em janeiro

Imagem: Divulgação/Reprodução-Internet
Depois de o Brasil registrar em 2016 o segundo pior ano da história no mercado de trabalho formal, 2017 começou com o fechamento de 40,8 mil vagas de emprego com carteira assinada em janeiro.

Os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram divulgados nesta sexta-feira (3) pelo Ministério do Trabalho.

Apesar do saldo negativo, o resultado foi melhor que janeiro de 2016, quando foram registradas 99,7 mil vagas a menos. A última vez que a abertura de vagas superou o encerramento no mês de janeiro foi em 2014, com um saldo positivo de 29,6 mil.

O desempenho de janeiro foi puxado, principalmente, pelo comércio, que encerrou o mês com 60 mil vagas a menos. No setor de serviços, as demissões superaram as contratações em 9.500.

Por outro lado, o resultado não foi pior devido ao desempenho da indústria de transformação, que garantiu um saldo positivo de 17,5 mil, e da agricultura, que teve 10,7 mil novas contratações.

Na indústria de transformação,as demissões na área de produtos alimentícios e bebidas superaram as contratações em 12,7 mil.

Do Folha Press

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Comércio de Pernambuco acumula perdas

Único setor que não saiu prejudicado foi o de farmácias,
com crescimento de 5,2%. Imagem: Divulgação/Internet
Apesar de ensaiar uma recuperação, o comércio varejista pernambucano continua desenhando uma linha negativa em seus resultados de 2016. Segundo os dados de março da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do IBGE, o percentual foi de -0,9% para o Estado, menor do que o de fevereiro (-2,3%) e que de março de 2015 (-2,7%), mas ainda insuficiente para compensar as perdas acumuladas.

A principal queda veio do segmento de móveis e eletrodomésticos (-25,1%) e a compensação ficou por conta dos artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, único que teve desempenho positivo (5,2%).

Em todo o País, as vendas do comércio sofrem desde o ano passado com uma combinação de inflação, desemprego e crédito restrito. Esse tipo de cenário leva o consumidor a dar prioridade a produtos básico em detrimento de supérfluos e itens mais caros. 

Mas Pernambuco tem um agravante, como explica o economista do Instituto Fecomércio, Rafael Ramos. “Uma das principais questões que afetam o Estado é a grande desmobilização de mão de obra industrial, impactando assim a massa salarial local, além de retirar a confiança das famílias”, esclareceu, em nota à imprensa. Rafael acrescenta que isso se reflete especialmente nos os segmentos mais afetados “estão ligados ao crédito e à confiança”, como é o caso de móveis e eletrodomésticos. 

Os danos da crise ficam mais evidentes quando se observam os comportamentos ao longo do ano. Em 12 meses, o comércio varejista pernambucano acumula recuo de 10%, enquanto no País esse percentual é -5,8%.

Em relação aos artigos farmacêuticos, Rafael pontua que “as farmácias comercializam produtos essenciais como os remédios e adotam uma estratégia de vender uma variedade grande de produtos”. 

Do JC Online

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Recomposição do mercado de trabalho depende dos rumos da política econômica

Heudes Regis/JC Imagem
A recomposição do mercado de trabalho vai depender dos rumos da política econômica que deverá ser implementada nos próximos meses, com a conclusão do processo de impeachment. Na avaliação de especialistas e lideranças sindicais, a possibilidade de um governo Michel Temer é motivo de preocupação. O atual vice-presidente e principal beneficiário do impedimento de Dilma Rousseff já sinalizou que vai realizar cortes na máquina pública e colocar em prática as reformas trabalhista e da previdência. A expectativa é avançar nas discussões sobre terceirização e mudanças na CLT.

“Vejo com temor e dúvida as reformas propostas por um governo Temer, se ele existir. Precisa existir um pacto pelo Brasil para que os empresários voltem a investir, as contratações sejam retomadas e o trabalhador volte a produzir. Ninguém suporta mais redução de benefícios. As conquistas precisam ser aprofundadas. O próprio governo Dilma suprimiu direitos. O principal deles foi a mudança no Seguro-Desemprego”, diz o presidente da Força Sindical em Pernambuco, Rinaldo Júnior.

A coordenadora do Grupo de Economia Industrial, Trabalho e Tecnologia da PUC-São Paulo, Anita Kon, acredita que o início de um possível governo Temer não será tranquilo para o mercado de trabalho. “Num primeiro momento, a tendência é que o desemprego continue aumentando, porque deverá ser adotada uma política de contenção de gastos públicos. Mas não devemos ser excessivamente pessimistas. A perspectiva não é positiva no curto prazo, mas é preciso dar uma esperança às pessoas e acreditar que os ajustes serão feitos e a economia vai voltar a crescer”, pondera.

Na avaliação da coordenadora-geral do Sindicato dos Servidores Públicos Federais em Pernambuco (Sindsep), Graça Oliveira, a proposta de Michel Temer, intitulada “Ponte para o futuro” não será um avanço. “O projeto está mais para ponte do atraso. É parecido com o que o ex-presidente FHC fez nos anos 90, com austeridade excessiva, que não melhora as condições do trabalhador. Vamos seguir o caminho de países como a Espanha, que tem taxa de desemprego na casa dos 20%”, afirma.

Para a economia, a manutenção de altas taxas de desemprego por muito tempo é devastadora. A desocupação reduz o consumo, aumenta a inadimplência, motiva a informalidade e contribui para aprofundar a recessão. A preocupação de quem perdeu o emprego é com o tempo que vai demorar a retornar ao mercado. “Outro problema é a precarização do trabalho, com pessoas que estavam num patamar salarial maior sem condição de encontrar outra vaga com as mesmas condições. A exceção é um profissional muito específico, que o mercado tem dificuldade em substituir por falta de disponibilidade”, observa Anita.

Do JC Online

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Crise | Seca de Jucazinho prejudica negócios no entorno da barragem

Imagem: Divulgação/Reprodução
Inácio Cabral é um surubinense de  63 anos. Participou da construção da barragem de Jucazinho, e desde fevereiro de 1999, quando a obra foi inaugurada, mantém um restaurante próximo da represa. O movimento de turistas que vêm conhecer o lago é o que mantém seu negócio. Nos 17 anos que se passaram desde a inauguração, a barragem sangrou em três oportunidades, segundo Inácio. Isso aconteceu em 2004, 2007 e 2011.

Hoje a represa está acumulando apenas 1% de sua capacidade, que é de 327 milhões de metros cúbicos de água, e além da escassez no abastecimento dos 11 municípios atendidos pela barragem, o comerciante amarga mais um prejuízo. Com a seca, o movimento de visitantes diminuiu e o restaurante perdeu 40% de seu faturamento, "Juntou a crise econômica com a falta d'água", lamenta Inácio, que sonha com a volta dos tempos de fartura de água e de fregueses.

O Correio do Agreste esteve na barragem no último fim de semana(09/04) e registrou imagens da barragem. Uma ilha no meio do lago, que ficava quase que totalmente submersa na época da cheia, hoje está com a margem toda exporta.

Do Correio do Agreste

sábado, 9 de abril de 2016

Trabalhadores dos Correios paralisam atividades na próxima terça-feira (12)

Imagem: Divulgação-Internet
Trabalhadores dos Centros de Entrega de Encomendas (CEE) Recife, Noroeste (localizada na Iputinga, Zona Oeste da capital pernambucana) e Jaboatão dos Guararapes vão paralisar as atividades por 24 horas na próxima terça-feira (12). A categoria reivindica mais segurança e melhores condições de estrutura e higiene básica. Os CEEs distribuem 10 mil encomendas por dia no Estado. 

A decisão foi tomada em assembleia realizada na última segunda-feira (4), na sede do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios em Pernambuco (Sintect-PE), em Santo Amaro, Centro do Recife. "A nossa maior reivindicação é de que a empresa cumpra as normas regulamentadoras do trabalho. Nossas atividades são realizadas em condições insalubres. Os centros são quentes e acumulam muita poeira", afirma o secretário de Imprensa do sindicato, Luciano Batista. 

A paralisação começa às 9h, com concentração dos profissionais em frente aos  CEEs. Às 11h, os trabalhadores realizam passeata da sede dos Correios, na Avenida Guararapes, até o Ministério Público do Trabalho (MPT), na Encruzilhada. Uma comissão será formada para se reunir com o superintendente do MPT. Depois, a caminhada segue para a Delegacia Regional de Trabalho. Ao fim, acontecerá assembleia para decidir os rumos do movimento. 

De acordo com o sindicato, 200 carteiros trabalham nos CEEs. Os Correios informaram que haverá reunião na próxima segunda-feira (11) entre a diretoria regional da empresa e o sindicato. Em nota enviada, os Correios afirmam ainda que estão em constante diálogo com a representação sindical para garantir a continuidade dos serviços e aprimorar as relações de trabalho.

Do JC Online

quinta-feira, 7 de abril de 2016

"Brasil Mais Produtivo" | Programa aumentará produtividade de pequenas e médias empresas

Na busca por agendas positivas em meio à crise política, o governo lançou nesta quarta-feira (6) o programa "Brasil Mais Produtivo", que terá medidas para aumentar a produtividade de pequenas e médias indústrias. 
O programa tem orçamento de R$ 50 milhões. Foto: Free Images
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o objetivo é aumentar em pelo menos 20% a produtividade de 3 mil participantes até o final de 2017. As empresas receberão consultoria para enxugar linhas de produção, reduzir tempos de espera e custos logísticos.

O programa tem orçamento de R$ 50 milhões, dos quais R$ 25 milhões foram dados pelo Senai e outros R$ 25 milhões de órgãos como Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e do orçamento do próprio ministério.

As empresas serão atendidas por 400 consultores do Senai. Cada atendimento terá duração de 120 horas e custo de R$ 18 mil, dos quais R$ 15 mil serão subsidiados. Os outros R$ 3 mil podem ser pagos com o Cartão BNDES.

Poderão participar empresas de médio e pequeno porte que tenham de 11 a 200 empregados. Na primeira fase, as empresas terão que ser dos setores metalmecânico, vestuário, calçados, moveleiro e de alimentos e bebidas.

Piloto

O "Brasil Mais Produtivo" foi feito com base em um projeto piloto que atendeu 18 empresas, que, após o treinamento, apresentaram aumento médio de 42% de produtividade e redução de 21% nos custos de produção.

Do Estadão Conteúdo

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Mais de 1700 casos de dengue já foram notificados em Surubim

Imagem: Divulgação/Internet
Mais de 1700 casos de dengue já foram notificados em Surubim com uma morte confirmada em maio e outra suspeita em setembro. Algumas salas de aula em determinadas escolas tiveramm sua frequência reduzia de forma expresssivas. No final de semana entre os dias 20 e 22 de novembro, o Hospital do Coqueiro atendeu cerca de 300 pacientes com sintomas de dengue.

A Secretaria de Saúde do município tem envidado todos os esforços para conter o avanço da dengue, entretanto, as pessoas não colaboram. A população tem que fazer sua parte deixando fechados os reservatórios de água e isso, comprovadamente, não está acontecendo. Com informações do Correio do Agreste

domingo, 15 de novembro de 2015

Correios terão prejuízo de R$ 900 milhões em 2015, diz novo presidente

Imagem: Divulgação/Reprodução
O novo presidente dos Correios, Giovanni Queiroz, estima um rombo de mais de R$ 900 milhões nas contas em 2015. Será a primeira vez em 20 anos que a empresa fechará o balanço no vermelho.

Dois dias após assumir o cargo, Queiroz disse ao Estado que os Correios estão na UTI. "A situação é de emergência. Não adianta jogar para debaixo da mesa", afirmou. "Já operei em condições precaríssimas e salvei algumas vidas com o seguinte ensinamento: o paciente chegou em coma, você não tem que pensar em anestesia. Abre a barriga dele, grampeia o polo de sangramento, e depois você cuida do resto, senão ele morre", disse Queiroz, que é médico.

Ele não evitou críticas ao governo, responsável por represar por dois anos o preço das tarifas. Em 2014, houve reajuste de 7%, que não compensou a inflação. "Precisamos emergencialmente aumentar essas tarifas. Você não pode ficar tanto tempo defasado. É a mesma estratégia que o governo usou com a Petrobrás, com a energia. Hoje, estamos pagando a conta do passado."

Em 2014, para o balanço fechar azul, os Correios reverteram uma parte da provisão feita há seis anos, no valor de R$ 1,086 bilhão, reserva para cobrir déficits do Postalis, o fundo de pensão dos funcionários da estatal. Assim, a empresa terminou 2014 com lucro de R$ 9,9 milhões, o menor da história.

Ele reconheceu que os Correios estão com serviços e produtos defasados e com ritmo de aumento de despesas superior ao das receitas. "Ainda não houve diminuição no número de postagens de cartas, mas a tendência é que a internet substitua a correspondência impressa, da conta de luz à carta de amor", disse.

Ele criticou o prazo de dez dias para a entrega de um Sedex, que representa um terço de tudo o que a empresa fatura com serviços. Citou como exemplo o prazo de dez dias para entregar um Sedex de Brasília para Redenção, no Pará, enquanto a empresa privada concorrente entrega no dia seguinte. Também cobrou melhor atendimento nas agências. "Os Correios podem gastar até R$ 300 milhões em propaganda e o cidadão demora três horas na fila para despachar uma mercadoria. Está errado."

A primeira medida de Queiroz foi sugerir ao governo o corte do próprio salário e dos vices. Na semana passada, o conselho de administração aprovou a redução do salário do presidente, de R$ 46 mil para R$ 27,8 mil, e dos vices, de R$ 40 mil para R$ 24 mil. "Aqui não é cargo para ficar rico. Se quer ficar rico, vai para a iniciativa privada."

Com informações da Agência Estado

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Como empreender em tempos de crise

Descubra o que pode fazer para superar os obstáculos e se dar bem. Criatividade e foco estão entre as principais sacadas
Empreender em tempos de crise prolongada e sem data para terminar tem sido um desafio árduo, que exige dos empreendedores muito preparo, criatividade e jogo de cintura para manter o negócio saudável.
Imagem: Divulgação/Reprodução
Com alguns cuidados e mudanças de estratégia, porém, é possível superar as dificuldades e atravessar este momento sem grandes percalços. “É nestas ocasiões que os bons empresários realmente se destacam no mercado, por saber planejar o seu negócio e ter uma gestão que será fundamental para auxiliá-los a tomar decisões importantes, que podem definir o rumo da empresa”, aponta Marcela Ponce Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.  

Capriche no planejamento
Seja para abrir o seu negócio ou reorganizar as suas estratégias de atuação, fazer um planejamento detalhado – e com os pés no chão – poderá ser o diferencial entre se dar bem no mercado ou assistir de camarote à derrocada da sua empresa. “Estamos vivendo um momento de bastante austeridade e, por isso, é necessário mais do que nunca caprichar nos na gestão financeira, cortar gastos e, ao mesmo tempo, tentar analisar como colocar o dinheiro para circular na empresa, pois só assim ela conseguirá se manter de pé e ir se fortalecendo”, afirma Paulo Marcelo, consultor do Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

Reorganize o seu portfólio de produtos e serviços
“O empresário deve ter em mente que as pessoas continuarão comprando durante a crise, mas em volume e valores menores. É preciso compreender o novo perfil deste consumidor e fazer mudanças nos tipos de produtos e serviços, de forma que realmente sejam capazes de sanar as suas necessidades. Uma lanchonete que crie opções de lanches mais simples e baratos, por exemplo, ampliará consideravelmente as suas possibilidades de vendas”, argumenta Marcela Ponce Kawauti.

Diversifique
Diversificar o portfólio de produtos e serviços é outra estratégia fundamental para dar mais fôlego ao empreendimento e se proteger das variações do mercado. Foi o que fez o florista Roberto Rabello, ao ver diminuir significativamente as suas vendas para floriculturas e decoração de festas. “Além de flores, passei a vender pimentas e, em apenas três meses de negócio, este novo nicho já representa 30 por cento do meu faturamento total”, relata ele, que usa uma fanpage no Facebook para divulgar o seu trabalho e, assim, atrair mais clientes.

Saiba usar a criatividade
Usar a criatividade também é essencial para se diferenciar dos concorrentes sem precisar de vultosos investimentos. “Você pode agregar serviços aos produtos, como a ótica que permite experimentar os óculos pela internet, a partir da foto do seu rosto e dos modelos disponíveis na loja. Ela ainda envia os óculos escolhidos para o cliente, que tem a opção de comprá-los ou devolvê-los, sem ônus adicional”, comenta Paulo Marcelo.

“Já existem também os restaurantes que dão descontos especiais para as famílias que deixam os celulares guardados na recepção. Assim, elas são incentivadas a apreciar a comida e consumir mais, além de promover o estabelecimento de uma maneira diferente”, complementa.

Não deixe de investir em comunicação
Uma das providências mais comuns quando a situação financeira aperta é eliminar os gastos com marketing e comunicação, ou seja, param de pensar em qualquer tipo de ação para atrair seu público-alvo. O mais correto a se fazer, porém, é analisar a fundo os resultados obtidos e traçar novas estratégias que se adaptem à realidade do mercado e às condições financeiras da empresa, em vez de simplesmente passar a ignorar esta área. “Se, por exemplo, no Natal você gastava bastante para divulgar a loja, agora terá de ser mais seletivo quanto a propaganda prioritária. Mas, de qualquer forma, precisa atrair a atenção deste consumidor para a sua loja, porque ele também estará mais seletivo”, explica Marcela.  

É O MOMENTO DE ABRIR MEU PRÓPRIO NEGÓCIO?
A enxurrada de demissões provocada pela crise tem obrigado muitos dos recém-demitidos a buscar no empreendedorismo uma solução rápida para recuperar a saúde financeira e, se possível, manter intacto o seu nível econômico-social. Mas o que fazer para este cenário de recessão econômica não engolir as pretensões desses empreendedores em potencial?

Saiba mais, clique Aqui.

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