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sábado, 11 de julho de 2020

Turismo acumula perdas de R$ 122 bi na crise, e recuperação será lenta


Com aviões no chão, hotéis operando a baixa capacidade e vendas de pacotes praticamente paradas, o setor de turismo já soma perdas de R$ 122 bilhões de março a junho. O montante é equivalente a mais de três meses de faturamento do setor, estimado em R$ 40 bilhões, segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), divulgado em primeira mão à reportagem.


Na avaliação da entidade, pode levar até 2023 para que o setor retome o nível de receitas de 2019, antes da pandemia do coronavírus. Estudo da FGV de junho, por sua vez, calcula que o setor pode retomar o nível anterior à pandemia no verão de 2022, mas levaria até o fim de 2025 para recuperar as perdas acumuladas no biênio de 2020 e 2021. Somente em junho, a CNC estima que o setor de turismo tenha somado perdas de R$ 34,2 bilhões, após deixar de faturar R$ 37,5 bilhões em maio, R$ 36,9 bilhões em abril e R$ 13,4 bilhões em março.

"O setor está operando hoje com cerca de 15% de sua capacidade", diz Fabio Bentes, economista da CNC. Ele destaca ainda que o segmento de alojamento e alimentação, diretamente ligado ao turismo, é o que apresenta a maior perda relativa de empregos com carteira assinada no ano, com queda de 13% no estoque de pessoas ocupadas e mais de 256 mil vagas fechadas até maio. Em seguida, está o segmento de artes, cultura, esporte e recreação, com recuo de 8% no estoque de empregos, segundo o Caged (cadastro do Ministério da Economia de empregos com carteira no país).

"Tanto do ponto de vista de emprego quanto de geração de receita, o setor de turismo é o mais afetado pela crise", avalia Bentes. "Ele também tende a ser um dos últimos a se recuperar, só deve conseguir reaver o nível de receitas que tinha antes da pandemia daqui a três anos, em 2023."

Conforme Bentes, a recuperação do setor será impactada pela revisão de protocolos de transporte e hospedagem de turistas. Além disso, a perda de emprego e renda no país deve afetar a demanda por viagens, posto que o turismo é uma atividade de caráter não essencial. Continue lendo, clique AQUI!

terça-feira, 12 de maio de 2020

Crise do coronavírus leva 1,5 milhão de brasileiros ao seguro-desemprego

O número representa um salto de 31% em comparação
com o mesmo período de 2019
(Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)
Com a crise provocada pelo novo coronavírus, 1,5 milhão de trabalhadores formais foram demitidos em março e abril deste ano e passaram a ter direito ao seguro-desemprego. O número representa um salto de 31% em comparação com o mesmo período de 2019.

Dados divulgados pelo Ministério da Economia nesta segunda-feira (11) mostram que as demissões se intensificaram mesmo após o programa implementado pelo governo que autoriza a redução temporária de contratos para evitar desligamentos.

Segundo o ministério, foram 537 mil pedidos de seguro-desemprego em março deste ano e 748 mil em abril.

Há ainda um represamento estimado de 250 mil pessoas que perderam seus empregos ao longo dos dois meses e estão aptas ao auxílio, mas ainda não fizeram a solicitação.

Por: FolhaPress

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Prefeitura de Surubim decreta estado de emergência e cria Comitê de Gerenciamento da Crise

Imagem: ASCOM Surubim/Reprodução
A Prefeitura de Surubim decreta estado de emergência e informa que, em razão do desabastecimento de bens, produtos e gêneros de primeira necessidade destinados à população surubinense, foi criado o Comitê de Gerenciamento de Crise, o qual tomará medidas em relação à crise do combustível, pela qual passa todo país nos últimos dias. As aulas da Rede Municipal de Ensino estão previamente suspensas pela impossibilidade de abastecimento do transporte escolar. A coleta de lixo na zona rural também está temporariamente suspensa.

Os carros que pertencem à Prefeitura estão parados. Apenas algumas viaturas de urgência da secretaria de Saúde serão mantidos em circulação, como os que atuam nas emergências, as ambulâncias, serviço de hemodiálise e o Samu, até quando houver combustível. A Prefeitura esclarece ainda que, a partir desta segunda-feira (28), os quadros de funcionários das unidades de saúde podem ser prejudicados com a falta de colaboradores que não conseguem se deslocar por falta de transporte.

O Governo Municipal lamenta o momento de crise pelo qual estamos passando, e torce para que a situação volte ao normal no nosso país. Agradecemos, mais uma vez, a compreensão.

Da ASCOM SURUBIM

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