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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Sancionado novo limite para enquadramento no Simples Nacional

Sessão do Plenário do Senado no dia 28 de junho,
data em que foi aprovado o projeto que agora se
transformou em lei. Imagem: Jonas Pereira/Agência Senado
Foi sancionada nesta quinta-feira (27) a lei que amplia o prazo de parcelamento das dívidas tributárias de pequenas e microempresas, estabelecendo novos limites para o enquadramento no Simples Nacional.

A lei foi sancionada pelo presidente Michel Temer em cerimônia no Palácio do Planalto. O texto é oriundo do substitutivo ao PLC 125/2015, aprovado pelo Senado em junho, depois de dez meses de discussões.

Criado em 2006, o Supersimples tem o objetivo de facilitar o recolhimento de tributos pelos pequenos e microempresários. Com as mudanças, o limite para a microempresa ser incluída no programa passa dos atuais R$ 360 mil anuais para R$ 900 mil. Já o teto das empresas de pequeno porte passa de R$ 3,6 milhões anuais para R$ 4,8 milhões por ano.

A nova versão da lei também amplia de 60 para 120 prestações o prazo para pagamento de dívidas tributárias.

A nova lei cria ainda a figura do “investidor-anjo” para ajudar as start-ups (empresas que iniciam atividades inovadoras) a obterem aportes para colocar seus produtos no mercado. Dessa forma, será possível captar investimentos sem a necessidade de o investidor se tornar sócio do novo empreendimento.

Da Agência Senado

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Como empreender em tempos de crise

Descubra o que pode fazer para superar os obstáculos e se dar bem. Criatividade e foco estão entre as principais sacadas
Empreender em tempos de crise prolongada e sem data para terminar tem sido um desafio árduo, que exige dos empreendedores muito preparo, criatividade e jogo de cintura para manter o negócio saudável.
Imagem: Divulgação/Reprodução
Com alguns cuidados e mudanças de estratégia, porém, é possível superar as dificuldades e atravessar este momento sem grandes percalços. “É nestas ocasiões que os bons empresários realmente se destacam no mercado, por saber planejar o seu negócio e ter uma gestão que será fundamental para auxiliá-los a tomar decisões importantes, que podem definir o rumo da empresa”, aponta Marcela Ponce Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.  

Capriche no planejamento
Seja para abrir o seu negócio ou reorganizar as suas estratégias de atuação, fazer um planejamento detalhado – e com os pés no chão – poderá ser o diferencial entre se dar bem no mercado ou assistir de camarote à derrocada da sua empresa. “Estamos vivendo um momento de bastante austeridade e, por isso, é necessário mais do que nunca caprichar nos na gestão financeira, cortar gastos e, ao mesmo tempo, tentar analisar como colocar o dinheiro para circular na empresa, pois só assim ela conseguirá se manter de pé e ir se fortalecendo”, afirma Paulo Marcelo, consultor do Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

Reorganize o seu portfólio de produtos e serviços
“O empresário deve ter em mente que as pessoas continuarão comprando durante a crise, mas em volume e valores menores. É preciso compreender o novo perfil deste consumidor e fazer mudanças nos tipos de produtos e serviços, de forma que realmente sejam capazes de sanar as suas necessidades. Uma lanchonete que crie opções de lanches mais simples e baratos, por exemplo, ampliará consideravelmente as suas possibilidades de vendas”, argumenta Marcela Ponce Kawauti.

Diversifique
Diversificar o portfólio de produtos e serviços é outra estratégia fundamental para dar mais fôlego ao empreendimento e se proteger das variações do mercado. Foi o que fez o florista Roberto Rabello, ao ver diminuir significativamente as suas vendas para floriculturas e decoração de festas. “Além de flores, passei a vender pimentas e, em apenas três meses de negócio, este novo nicho já representa 30 por cento do meu faturamento total”, relata ele, que usa uma fanpage no Facebook para divulgar o seu trabalho e, assim, atrair mais clientes.

Saiba usar a criatividade
Usar a criatividade também é essencial para se diferenciar dos concorrentes sem precisar de vultosos investimentos. “Você pode agregar serviços aos produtos, como a ótica que permite experimentar os óculos pela internet, a partir da foto do seu rosto e dos modelos disponíveis na loja. Ela ainda envia os óculos escolhidos para o cliente, que tem a opção de comprá-los ou devolvê-los, sem ônus adicional”, comenta Paulo Marcelo.

“Já existem também os restaurantes que dão descontos especiais para as famílias que deixam os celulares guardados na recepção. Assim, elas são incentivadas a apreciar a comida e consumir mais, além de promover o estabelecimento de uma maneira diferente”, complementa.

Não deixe de investir em comunicação
Uma das providências mais comuns quando a situação financeira aperta é eliminar os gastos com marketing e comunicação, ou seja, param de pensar em qualquer tipo de ação para atrair seu público-alvo. O mais correto a se fazer, porém, é analisar a fundo os resultados obtidos e traçar novas estratégias que se adaptem à realidade do mercado e às condições financeiras da empresa, em vez de simplesmente passar a ignorar esta área. “Se, por exemplo, no Natal você gastava bastante para divulgar a loja, agora terá de ser mais seletivo quanto a propaganda prioritária. Mas, de qualquer forma, precisa atrair a atenção deste consumidor para a sua loja, porque ele também estará mais seletivo”, explica Marcela.  

É O MOMENTO DE ABRIR MEU PRÓPRIO NEGÓCIO?
A enxurrada de demissões provocada pela crise tem obrigado muitos dos recém-demitidos a buscar no empreendedorismo uma solução rápida para recuperar a saúde financeira e, se possível, manter intacto o seu nível econômico-social. Mas o que fazer para este cenário de recessão econômica não engolir as pretensões desses empreendedores em potencial?

Saiba mais, clique Aqui.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Você é um empreendedor oportunista ou acomodado? Veja tipos

Fazedor, oportunista, realizador, sonhador, tradicional e acomodado são os principais perfis de empreendedores, de acordo com a pesquisa inédita “O Céu e o Inferno do empreendedorismo”, realizada pelo Sebrae-SP.
Empreendedorismo - Você é um empreendedor oportunista ou acomodado? Veja tipos. Foto: baruch.cuny
O estudo teve como base 120 entrevistas pessoais para definir os perfis de empreendedores e 1080 entrevistas telefônicas com microempreendedores individuais, proprietários de microempresas e empresas de pequeno porte. O período da coleta de dados foi de 10 a 25 de abril de 2014. Veja as características dos seis tipos mapeados de empreendedores.

1. Fazedor 
Esse tipo de empresário sabe gerenciar, cumprir as metas e fazer seu negócio dar lucro. Aprender a delegar é uma das habilidades que ele precisa desenvolver. Uma vontade do empreendedor é ter um sócio, apesar de não se sentir sozinho.
A maioria dos empreendedores é casada, apresenta superior completo e leve tendência à concentração no interior do estado de São Paulo. Do total de entrevistados, 21% se encaixam nesse perfil.

2. Oportunista 
Gosta de aprender com as pessoas com quem trabalha e acredita na sorte. Esse tipo de empreendedor é motivado por uma oportunidade interessante e representa 21% dos ouvidos pela pesquisa. A maioria é homem, com superior completo e não está concentrada em um local especifico.

3. Realizador
O empresário realizador não gosta de depender dos outros e é o que mais apresenta características de um empreendedor de sucesso. Acompanha o desempenho dos concorrentes e é competitivo, além de criativo e organizado. Dos entrevistados, 20% apresentam esse perfil, são homens e têm formação de ensino médio completo.

4. Sonhador
Uma das vontades desse tipo de empreendedor é ter mais habilidade para administrar o negócio, saber delegar, vender e investir melhor. É o grupo com maior concentração de pessoas que começaram do zero seu negócio: 19% dos ouvidos. A maioria apresenta ensino médio completo e tem leve tendência de se encontrar no interior do estado de São Paulo.

5. Tradicional
O empreendedor tradicional não busca inovações e não se atualiza. De acordo com a pesquisa, 10% dos entrevistados se encontram nesse perfil e tem uma média de idade de 43 anos. Eles têm superior completo e são os que menos encontram felicidade no negócio.

6. Acomodado
Esse tipo de empresário precisa desenvolver habilidades comportamentais porque se sente inseguro e despreparado para administrar um negócio. Não acompanha a concorrência e não quer assumir riscos. Dos ouvidos, 9% se encaixam nesse perfil e têm uma média de idade de 50 anos.

Fonte
Revista Exame

domingo, 7 de setembro de 2014

Negócios - Empresas pernambucanas crescem através de franquias

Micro e pequenas empresas do Estado, de segmentos diversos, têm optado cada vez mais por crescer através de franqueados. Processo requer formatação específica.

Albérico: Konimix deve abrir mais 10 lojas até 2015. Foto: Diego Nigro/JC Imagem


O modelo de franquia tem sido a opção de muitas empresas pernambucanas que querem crescer pelo Brasil. O Estado hoje já conta com pelo menos 20 franqueadoras criadas aqui, considerando apenas as associadas à Associação Brasileira de Franchising (ABF).

O setor de alimentos, o mais popular dentre franquias no País, também é que mais concentra franqueadores em Pernambuco. Dois deles são do segmento de comida japonesa: as temakerias Konimix e Go!. De acordo com Albérico Pena, um dos sócios da Konimix, a meta é abrir 10 novas lojas até o fim do próximo ano, incluindo presença em outros estados nordestinos. A franquia foi formatada a partir de seis anos de experiência com três lojas próprias. Na Go!, a multiplicação via franquia começou no ano passado. “Quando começamos em 2008, já era com intuito de ser uma franqueadora”, comenta a diretora comercial Joyce Cansanção.

Outros segmentos também avançam nesse modelo de negócios. A loja de festas Vive La Fete! e o centro de estética especializado em sobrancelhas Brow Bar estão entre eles. Uma das sócias da Brow Bar, Camila da Fonte, conta que a empresa começou há oito meses, também visando ser uma franqueadora. O processo de formatação para que isso se realize deve levar mais dois meses. “Percebemos que esse é um nicho muito interessante e fomos buscar o modelo da nossa prestação de serviços em Londres”, conta.

O vice-presidente da ABF, Gustavo Schifino, diz que o movimento de novas franqueadoras no Nordeste e em Pernambuco ainda é pequeno em relação ao País – cerca de 2% do total de franqueadores -, mas está acelerado e deve triplicar em cinco anos. Ele explica que esse fluxo está sendo facilitado para micro e pequenas empresas porque agora franqueadores pequenos podem ser enquadrados no Simples. “Até então, independentemente do tamanho, a franqueadora estava no regime de tributação presumido ou geral”, comenta.

“O modelo de franquias se popularizou e os empresários entenderam que é uma ótima oportunidade de expansão. Perderam o medo”, diz o consultor Hamilton Marcondes, especializado na área. Ele destaca que a transição requer, entre diversos ajustes, investimento em gestão. “Como vai haver uma transferência de know-how, é preciso que a gestão da empresa esteja muito bem”.

Fonte: JC Online

terça-feira, 26 de agosto de 2014

EREM Severino Farias realiza hoje (26), a XXIII Feira de de Ciências e a III Feira de Empreendedorismo

EREM Severino Farias realiza hoje (26), a XXIII Feira de de Ciências e a III Feira de Empreendedorismo. Foto: Reprodução

A EREM Severino Farias, realiza hoje (26), a XXIII Feira de de Ciências e a III Feira de Empreendedorismo, o evento acontece na Quadra da referida Escola. 

Segundo os organizadores, ocasião em que serão expostos os projetos desenvolvidos pelos estudantes durante o ano de 2014.


Aberto ao público, todos (a), convidados (a)!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Dicas para o empreendedor! | 8 dicas para abrir seu primeiro negócio

Embora o índice de mortalidade das empresas nascentes esteja caindo no Brasil, boa parte das microempresas não consegue superar os primeiros anos de vida. Entre os motivos, estão a falta de planejamento e de experiência, pouco capital para investir e má gestão. Confira 8 pontos que merecem a atenção dos novos empreendedores antes de abrir o primeiro negócio:
O primeiro passo é criar um bom plano de negócios: sem ele, a empresa pode ser tornar um fiasco (Foto: Photopin)
1. Aposte na experiência
Se o empreendedor não tem experiência na área em que deseja iniciar uma empresa, uma boa dica é procurar um sócio, funcionário ou até mesmo uma consultoria que já tenha certa experiência no ramo em questão.

2. Adquira capacitação e conhecimento

A busca pelo conhecimento sobre a área em que se quer atuar é fundamental. Cursos de capacitação são importantes para entender melhor os problemas cotidianos, desenvolver a capacidade de identificá-los e solucioná-los de maneira rápida, eficaz e mais econômica possível.


3. Elabore um plano de negóciosComeçar uma empresa sem um bom plano de negócios é o primeiro passo para o fracasso. Defina a estrutura operacional da empresa, crie um plano financeiro detalhado com o total do investimento, capital de giro, custos e previsão de rentabilidade da empresa no 1º, 2º e 3º ano. É aconselhável também criar um plano de marketing para identificar o público-alvo, mercado e estratégias de venda.

4. Gere valor para o cliente

Para se destacar em um mercado com tantos concorrentes é preciso levar em conta a importância de ter um diferencial e gerar valor para o cliente. Responder a perguntas do tipo: “Como mostrar que a minha empresa existe? Por que o cliente me daria a preferência? Qual é o meu diferencial?” ajudam a identificar e implementar novas estratégias.

5. Faça investimentos assertivos

Geralmente o empresário possui o capital necessário para o investimento, mas não consegue identificar de forma correta onde deve investir o dinheiro. Áreas como marketing, capacitação de funcionários e estruturais devem ser priorizadas, pois estão ligadas diretamente ao cliente e ao funcionamento da empresa.

6. Mantenha capital de giro suficiente

Antes de iniciar as atividades, tenha em mãos pelo menos o montante suficiente para manter as despesas gerais da empresa por um ano. Os primeiros meses são de adaptação ao mercado e não geram grande entrada de dinheiro no caixa, o que pode não ser o suficiente para pagar despesas essenciais da empresa.
7. Separe as finanças pessoais das finanças da empresa
Uma dica é estipular um salário para o proprietário, que deverá ser retirado juntamente como o pagamento dos funcionários. Evitar retirar dinheiro fora das datas pré-fixadas para o pagamento e manter bem estruturado o controle financeiro da empresa também são tarefas importantes.
8. Controle a ansiedade
A ansiedade pode causar grande frustação antes mesmo que clientes importantes tenham conhecimento de que sua empresa existe. Inúmeros fatores podem atrasar o reconhecimento da empresa, por isso os esforços devem ser direcionados corretamente, na busca por conhecimento e capacitação, vontade de trabalhar e incentivos para inovar.

Fonte: PEGN

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

R8 Tecnologia - Empresa de Surubinense cria APP para as campanhas de Paulo Câmara e Eduardo Campos

Clique40: Foto: Divulgação:
Através do aplicativo, os internautas podem compartilhar seu apoio a Eduardo e Paulo onde estiver. São várias molduras exclusivas com mensagens e ícones da campanha para escolher e compartilhar em todas as redes sociais.

Clique40:



Insta40:



A R8 Tecnologia é uma empresa especializada no desenvolvimento de aplicativos para os dispositivos móveis, smartphones e tablets.

Leonardo Monteiro, Surubinense e
sócio proprietário da R8 Tecnologia.
Foto: Facebook.
Leonardo Monteiro tem graduação e mestrado em Ciência da Computação pela UFPE, foi gerente de projeto de software nas empresas Educandus e BisaWeb, faz parte do grupo de empreendedores com formação no Empretec.

Além de ser sócio na R8 Tecnologia, Monteiro criou também a Effektive Solutions e se associou à DonaBanca, site de compra coletiva voltada pro público feminino.

Por Leonardo: Produzimos aplicativos que atendam aos objetivos dos nosso clientes, integrados às suas estratégias de comunicação e marketing. Desenvolvemos aplicativos únicos para a empresas, seja qual for o segmento de mercado. Os aplicativos mobile são uma excelente solução para ganhar share of mind. A vantagem dos Apps em relação à publicidade online é o tempo que o usuário permanece em contato com a marca, consideravelmente maior em relação à site. Além disso, pode-se agregar à imagem da empresa experiências agradáveis fornecidas pelos Apps, que fixam na mente do público as sensações positivas geradas por essa inovadora forma de se comunicar. 




segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Educação empreendedora com Vitor Hugo Gonçalves

Vitor Hugo Gonçalves. Foto: Mercado Aberto
O Brasil, e principalmente o Nordeste, vive um momento de oportunidades sem igual para quem estiver preparado para assumir desafios. Cerca de 60% da população brasileira pensa em ter um negócio próprio, e só perdemos para a Tailândia em vontade de empreender. O crescimento do empreendedorismo é, portanto, um fenômeno global e se fortalece, cada vez mais, como resultado de crises econômicas, mudanças nas relações de trabalho e a chegada das novas gerações ao mercado.
Neste cenário, muitas pessoas buscam o caminho da realização profissional através da materialização de suas idéias. Abrir um pequeno negócio hoje não é mais uma alternativa por falta de melhor opção. Ao desenvolver um comportamento empreendedor, elas ampliam as possibilidades de escolha e desenvolvem o crescimento profissional.
No que diz respeito aos jovens, muitos ainda têm dúvidas em relação a que carreira seguir e acabam descobrindo no empreendedorismo um caminho para sua verdadeira vocação. Porém, parece que nosso sistema de educação formal ainda não está preparado para esta nova realidade.
Educação empreendedora com Vitor Hugo Gonçalves. Foto: Mercado Aberto
A grande maioria das escolas, seja no sistema de ensino público ou privado, insiste em fórmulas antigas e desgastadas que privilegiam o repasse de conhecimento, como se não houvesse outras fontes disponíveis, geralmente mais completas e mais atuais. O convívio empreendedores, jovens ou não, tem mostrado que o processo de aprendizagem é bastante diferente do modelo tradicional das escolas. O conhecimento adquirido não é apenas acumulado, mas rapidamente convertido em ações. São elas que fazem a diferença e geram resultados para o desenvolvimento de um negócio, de uma comunidade ou de uma nação.
É verdade que muito já se tem feito para aliar a teoria à prática nas escolas e universidades, e acredito que o Brasil esteja caminhando para o fortalecimento da comunidade empreendedora. Mesmo assim, ao apresentar um projeto de empreendedorismo às escolas, ainda é comum ouvir comentários como: “Nosso foco aqui é a preparação para ingressar na universidade!”, ou ainda “Precisamos trabalhar a educação básica dos jovens, e não há tempo para tratar desse assunto”.
É difícil imaginar como nossos jovens irão se relacionar com o mundo dos negócios no futuro próximo. Certamente serão necessárias habilidades diferentes daquelas adquiridas por seus pais, que foram preparados para longas carreiras em empresas sólidas e estáveis. Este cenário praticamente não existe mais e lidar com as incertezas do futuro deverá fazer parte do projeto de vida de todos os jovens. Empreender em um mundo que vive em constante mudança exige preparo e dedicação.
Fonte: Mercado Aberto / Vitor Hugo Gonçalves é Diretor Executivo da VH Consultores e Diretor da Abble Tecnologia e Desenvolvimento - vitor@vhconsultores.com.br

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Inscreva-se no Prêmio MPE Brasil e ganhe um diagnóstico gratuito para sua empresa, inscrições prorrogadas

Empreendedores brasileiros tem mais uma oportunidade para garantir sua participação na edição 2014 do MPE Brasil – Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas. Prorrogadas até 17 de agosto, as inscrições são gratuitas e podem ser feitas pela internet ou em pontos de atendimento do Sebrae espalhados pelo país. Promovida pelo Sebrae Nacional, Movimento Brasil Competitivo (MBC) e Gerdau, com apoio técnico da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), a iniciativa reconhece conceitos inovadores e boas práticas de gestão em diversos setores da economia.

Inscreva-se no Prêmio MPE Brasil e ganhe um diagnóstico gratuito para sua empresa. Foto: Sebrae PE.

As organizações concorrentes são avaliadas pela qualidade da administração e capacidade inovadora, por meio da utilização do questionário de autoavaliação, tendo como base o Modelo de Excelência da Gestão (MEG), da FNQ. Mais do que ter o amadurecimento do seu negócio quantificado, a participação no Prêmio promove o incentivo à adesão a análises mercadológicas e a visualização de oportunidades em diferentes nichos.

Além de receber um relatório personalizado com pontos fortes e a indicação de oportunidades de melhoria na gestão, os empreendimentos inscritos participam de seminários de excelência realizados em seu estado e têm a oportunidade de aumentar a competitividade e melhorar seus produtos e serviços, contribuindo para o desenvolvimento econômico da sua comunidade.

O volume de empresas interessadas em melhorar sua gestão em 2013 foi 10% superior ao registrado no ano anterior, reforçando a continuidade na busca pela excelência da gestão por parte dos gestores de MPE. Ao todo, mais de 560 mil empresas já foram impactadas diretamente pelo Prêmio. Conheça e se inspire com a história das vencedoras nacionais em www.premiompe.sebrae.com.br.  

Como participar

Estão aptas a concorrer empresas com receita bruta anual de até R$ 3.600.000.Composto por oito categorias (indústria, comércio, agronegócio, turismo, TI, saúde, educação e serviços, além dos destaques em responsabilidade social e em inovação), o MPE Brasil funciona, ano após ano, como incentivo às micro e pequenas empresas brasileiras, reconhecendo a importância e os resultados alcançados com a utilização dos conceitos de gestão, excelência e qualidade.

Para participar, é preciso preencher o questionário de autoavaliação, uma metodologia padronizada nacionalmente. Após concluir o processo, as organizações com melhor desempenho recebem a visita de avaliadores capacitados e são submetidas a uma banca técnica. Se premiadas em seu estado, passam a disputar com negócios de todo o Brasil em cada categoria. As vencedoras ganham o direito de utilizar a marca MPE Brasil como instrumento de comunicação e ser reconhecida como exemplo de sistema de gestão alinhado aos princípios de excelência mundiais.

Fonte: Sebrae PE

terça-feira, 24 de junho de 2014

Dicas Jurídicas - Perdimento de mercadoria não pode incluir contêiner

O Escritório Barbosa de Souza Advogados Associados conta com 40 anos de existência e tem em seu quadro de advogados os doutores José Barbosa de Souza, Joaquim Avelino de Souza Neto e Diego Henrique de Arruda Santos, com larga experiência nas diversas especialidades jurídicas, além de uma equipe administrativa competente. Através de parceria com o Blog Negócios e Informes estaremos publicando dicas para o empreendedor.


domingo, 22 de junho de 2014

O que significa ser empreendedor?

Afinal, o que significa ser empreendedor? Apesar de ter certa relação, é um pouco simplista associar o empreendedor somente a “ter um negócio próprio”. Muito mais do que uma profissão, ser empreendedor é um estilo de vida, um comportamento.

Por exemplo, um funcionário público que vai além das suas obrigações para entregar um serviço de qualidade não pode ser considerado um empreendedor? Eu considero que sim!


Fazendo então essa separação entre empreender e ter um negócio próprio, vale a pena considerar outro conceito normalmente associado ao empreendedorismo: a inovação.

Apesar da relação muito próxima entre as duas palavras, inovação ainda é um conceito muito amplo. Simplesmente inventar coisas novas pode ser considerado como um comportamento inovador? Particularmente, acredito que não.

Mais do que simplesmente ser algo inédito, a inovação precisa trazer alguma utilidade para o dia-a-dia de quem a usa. Completando a relação do empreendedorismo com outros conceitos, temos a ideia de que o empreendedor é o chefe, aquele que manda e os outros obedecem.

Novamente, apesar do fundo de verdade, empreender tem muito mais a ver com aproveitar o talento das pessoas para ir cada vez mais longe, não simplesmente "dar ordens". Nesse aspecto, o empreendedor está mais ligado à figura de um líder do que ao de um chefe.

Completando então essa análise desses três conceitos, segue minha definição favorita, criada pelo Babson College: "Empreendedorismo é uma forma de pensar em agir, guiada por visão holística e liderança, focada em agregar valor". E para você, o que significa ser empreendedor?

Millor Machado é empreendedor, sócio-fundador da rede social Empreendemia e escreve no blog Saia do Lugar

Fonte
Revista Exame

domingo, 25 de maio de 2014

Sucesso nos negócios, 7 dicas para pessoas tímidas

Gostar de falar é importante para quem quer empreender, mas introvertidos também podem ser bem-sucedidos com a própria empresa

Foto: ThinckStock

Um dos mantras do mundo corporativo diz que "empreendedores precisam vender". E para vender, é preciso saber falar, gostar de conversar com pessoas e ser extrovertido. Certo? Sim. Mas isso não significa que pessoas tímidas não podem abrir uma empresa.
Empreendedores introvertidos tem de se esforçar um pouco mais para obter sucesso profissional. Em muitos casos, não adianta falar que alguém precisa deixar a timidez de lado – muitos simplesmente não conseguem. Mas há várias formas de atenuar a introversão.
O site da revista "Entrepreneur" listou algumas dicas para quem é tímido e tem interesse em empreender. Saiba quais são:
1) Ensaie na frente do espelho
Um empreendedor precisa de pessoas para crescer. Os contatos feitos no decorrer da vida podem trazer boas ideias e até investimentos para a sua empresa. Caso seja difícil se comunicar com pessoas em uma conversa informal ou em um pitch, pratique o que deve ser dito na frente do espelho. Fique atento à sua expressão corporal, pois não adianta ter um discurso na ponta da língua e ficar travado. Desgrude os braços do lado do corpo e veja a melhor forma de gesticular enquanto fala.

2) Prepare algumas perguntas com antecedência
A falta de assunto pode acabar com uma conversa. Para evitar silêncios constrangedores, saia de casa com um roteiro de temas preparado. Perguntar sobre a inspiração para o negócio e a parte favorita na gestão de uma empresa para alguém são boas maneiras de manter uma conversa interessante.
3) Preze pela qualidade em vez da quantidade
Eventos de networking, em que vários empreendedores comparecem, causam frio na barriga de muita gente. Afinal, o ideal é que todo mundo se apresente e fale sobre seus negócios. Se essas reuniões são desconfortáveis para você, lembre que não é necessário sair disparando cartões de visitas e falando pelos cotovelos. Uma conversa de qualidade vale mais do que apertos de mão vazios.

4) Estabeleça metas
Antes de ir a um desses eventos, estabeleça metas. Não seja ambicioso e comece com tentar ficar pelo menos 20 minutos no local ou fazer um novo contato. Você vai se surpreender quando olhar para o relógio e perceber que o prazo foi superado e como o evento foi produtivo.

5) Peça ajuda para conhecidos
Se a timidez impede o empreendedor de se apresentar a alguém, um amigo pode ajudar. Peça para que alguém faça o contato inicial com as pessoas que podem contribuir para a sua empresa. Depois do aperto de mão, a conversa pode se desenrolar mais facilmente.

6) Use o LinkedIn
Quando o empreendedor vai a um evento e seu objetivo principal é se encontrar com alguém, é importante checar o perfil desse contato no LinkedIn. Na rede social, é possível saber mais sobre a trajetória profissional de quem você quer conhecer. Use as informações do perfil para formular perguntas mais específicas. Não tenha medo de mostrar que você "fuçou" o perfil da pessoa: isso demonstra que você está realmente interessado no que seu contato faz.
7) Não deixe de escutar
Pessoas tímidas não gostam de falar, mas são excelentes ouvintes. Mesmo que você queira deixar a introversão um pouco de lado, nunca relegue sua capacidade de escutar. Sabendo ouvir, você vai despertar a atenção de empreendedores que adoram falar – e que não são poucos, vale lembrar. Eles irão atrás de pessoas que prestam atenção e que tem algo a dizer em retorno.

Fonte: PEGN


quarta-feira, 7 de maio de 2014

Encontrando desculpas para não empreender? Confira esse artigo com Rafael Duton

A prova de que abrir uma empresa no Brasil não é tão complicado quanto você pensa


"O título deste artigo retrata um hábito comum nos 'pré-empreendedores' brasileiros. Foto: Thinkstock

Nada melhor do que começar uma coluna no Portal da Endeavor com um tema bastante polêmico, mas com um objetivo bem claro: definir a forma como os artigos serão. Sem meias palavras, sem ficar em cima do muro e indo direto ao ponto. Todas as opiniões aqui serão baseadas em experiências (prática) e conhecimento (teoria) obtidos ao longo dos últimos 15 anos com envolvimento direto em empreendedorismo.
O termo “novas empresas” será sempre equivalente ao conceito de “startups” - que não tem uma tradução adequada para o português. Vejo uma diferença enorme, porém simples, entre uma pequena empresa e uma startup: a startup é uma pequena empresa que nasceu para ser muito grande, para se tornar líder do setor ou melhor, criar um setor inteiramente novo. Existem outras diferenças, mas é assunto para próximos artigos (e não há aqui nenhum demérito sobre pequenas empresas – que possuem importância ímpar na economia do Brasil e de muitos países).
O título deste artigo introdutório retrata um hábito comum nos “pré-empreendedores” brasileiros (aqueles que querem, mas ainda não empreenderam): muita vontade, alguma consistência nas propostas para criar negócios, mas uma extrema falta de confiança em dar o primeiro passo. A desculpa é quase sempre a mesma: “no Brasil é muito complicado empreender”.
Aos fatos:
I - Burocracia atrapalha abrir a empresa. Não ajudar ou estimular é diferente de atrapalhar. Nunca conheci um empreendedor com um projeto “matador” que deixou de seguir adiante por que iria demorar 200 dias para legalizar a empresa. Na prática a empresa começa muito antes do CNPJ: reuniões, pesquisas informais, protótipos (item fundamental, será muito debatido aqui) devem acontecer antes! Estes são, inclusive, pontos essenciais para a decisão de abrir ou não legalmente a empresa;
II – Carga tributária muito alta inviabiliza negócios. As cargas tributárias são elevadíssimas e atrapalham demais o desenvolvimento de empresas no Brasil. Isso não se discute. Mas deixar de empreender por causa disso? Se fosse assim, não existiria Inbev, Natura, Totvs e tantas outras empresas (que um dia foram startups) no Brasil. Nos primeiros meses não há faturamento nem funcionários. Pouco impacto. Nesse momento o empreendedor está testando suas hipóteses. O primeiro passo é que elas funcionem. A partir daí faça um bom planejamento tributário (não economize no contador!).
III – A taxa de mortalidade no Brasil é tão alta que as chances de dar certo são poucas. Típico caso de pessimismo ou mesmo covardia. Se existe uma comprovação de que 60% das empresas daqui fecham as portas nos primeiros 5 anos, essa mesma estatística nos Estados Unidos - país mais empreendedor que existe - aponta para 50% de chances. Definitivamente, esta não é uma desculpa aceitável!
Em resumo, na prática sempre existirão dezenas de motivos para você não criar sua startup. Apesar disso se existir um único motivo, o de você ter uma “paixão irracional” por determinado projeto que quer desenvolver, então:
1. Entenda as regras antes de começar: tem burocracia sim, a carga tributária atrapalha mesmo e só os melhores negócios irão prosperar. Sabendo disso antes, não há o que choramingar depois;
2. Comece pequeno mas desde sempre, pensando em projetando ser grande!;
3. Se prepare para anos de trabalho árduo, várias concessões (maioria pessoais) e muita resiliência;
4. Comece rápido. Teste rápido. Sua primeira tarefa no “dia 1” da empresa é testar as duas hipóteses fundamentais de qualquer startup: (a) identificamos um problema importante que as pessoas ou empresas possuem e (b) sabemos desenvolver uma solução que irá resolver esse problema;
Steve Blank, referência quando o assunto é startups, define precisamente o empreendedorismo como “insolência + paixão”. Se você realmente acredita no seu projeto de startup, atrevimento e audácia vão ser necessários!
Fonte: Administradores.com / Rafael Duton é Empreendedor Endeavor, co-fundador de nTime Mobile Solutions, atual Movile.


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