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terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Gastos com conta de luz foram os mais sentidos no bolso dos consumidores com crise econômica, mostra SPC Brasil

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
Diminuição no consumo de roupas e alimentação fora de casa são saídas para driblar a crise. 54% dos consumidores abandonariam essas atitudes positivas caso a economia melhorasse

Reflexo da atual crise econômica, os brasileiros estão tendo que lidar diariamente com inflação elevada, produtos e serviços mais caros e altas taxas de juros. Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) investigou quais são as consequências da crise financeira na vida dos consumidores e mostra que os impactos são inegáveis no bolso: 80,4% afirmaram sentir aumento na conta de luz e 69,1% nas compras mensais de supermercado. Estas também são as despesas que tiveram os maiores aumentos, com cerca de 33,4% e 27,4% de aumento médio na conta nos últimos 6 meses, respectivamente, segundo a percepção dos entrevistados.

A pesquisa mostra ainda que os fatores externos relacionados à crise econômica são mencionados por metade da amostra da pesquisa (50,9%) para justificar o fechamento das contas no vermelho: não conseguir pagar as contas com o salário porque as coisas estão mais caras (17,5%), a diminuição da renda (15,7%) e a perda do emprego (11,0%).

Alternativas: reduzir o consumo de roupas e alimentação fora de casa

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a crise econômica já está fazendo com que os brasileiros alterem seus hábitos de consumo. “Passar a comprar produtos similares aos que estão acostumados, mas de marcas mais baratas e frear os gastos com refeições fora de casa são algumas das mudanças que podem e devem ser realizadas para ajudar no orçamento pessoal e da família”, diz. A pesquisa comprova estas mudanças de comportamento:

- 50,8% dos entrevistados garantem ter diminuído a compra de roupas, calçados e acessórios;
- 47,9% aumentaram a aquisição de produtos de marcas similares mais baratas;
- 44,9% diminuíram as refeições fora de casa;
- 27,0% diminuíram o consumo de produtos básicos como alimentos, produtos de higiene e limpeza.

No estudo do SPC Brasil também foram identificadas mudanças relacionadas à educação financeira:

- 61,4% estão pesquisando mais antes de fazer compras;
- 42,4% estão pechinchando mais ao fazer compras;
- 27,2% aumentaram o controle do orçamento pessoal e familiar;
- 30,1% diminuíram as reservas financeiras.

53,8% abandonariam atitudes positivas caso a economia melhorasse

Também foi perguntado aos entrevistados como seriam suas atitudes se a economia brasileira se recuperasse em 2016 e, nesse caso, 53,8% abandonariam as atitudes positivas tomadas em meio à crise.

Cerca de 36,7% admitem que desistiriam de manter a disciplina no controle dos gastos pessoais e da família. 

Outras atitudes mencionadas são o abandono da redução no consumo de roupas, calçados e acessórios (32,5%) e da realização de reserva financeira (30,4%).

“Ainda que a situação seja hipotética e que muito provavelmente o Brasil enfrente sérios problemas econômicos em 2016, a pesquisa comprova que os brasileiros nem sempre pensam em medidas de controle do orçamento a longo prazo”, explica a economista.

“As medidas adotadas e que poderiam servir para manter as contas no azul acabam sendo excluídas do dia a dia assim que os consumidores têm um alívio no orçamento, e isso não é uma prática indicada.” A pesquisa comprova: para mais da metade dos entrevistados (53,8%), o principal motivo para deixar de lado tais atitudes positivas em relação ao controle dos gastos é o desejo de recuperar o tempo perdido e voltar ao tipo de vida que tinham antes de passar pelo período de privação financeira.

Metodologia

A pesquisa procurou avaliar o grau de educação financeira dos brasileiros e entender como o consumidor se relaciona com o dinheiro. Foram entrevistados 804 consumidores acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro é de no máximo 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Como empreender em tempos de crise

Descubra o que pode fazer para superar os obstáculos e se dar bem. Criatividade e foco estão entre as principais sacadas
Empreender em tempos de crise prolongada e sem data para terminar tem sido um desafio árduo, que exige dos empreendedores muito preparo, criatividade e jogo de cintura para manter o negócio saudável.
Imagem: Divulgação/Reprodução
Com alguns cuidados e mudanças de estratégia, porém, é possível superar as dificuldades e atravessar este momento sem grandes percalços. “É nestas ocasiões que os bons empresários realmente se destacam no mercado, por saber planejar o seu negócio e ter uma gestão que será fundamental para auxiliá-los a tomar decisões importantes, que podem definir o rumo da empresa”, aponta Marcela Ponce Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.  

Capriche no planejamento
Seja para abrir o seu negócio ou reorganizar as suas estratégias de atuação, fazer um planejamento detalhado – e com os pés no chão – poderá ser o diferencial entre se dar bem no mercado ou assistir de camarote à derrocada da sua empresa. “Estamos vivendo um momento de bastante austeridade e, por isso, é necessário mais do que nunca caprichar nos na gestão financeira, cortar gastos e, ao mesmo tempo, tentar analisar como colocar o dinheiro para circular na empresa, pois só assim ela conseguirá se manter de pé e ir se fortalecendo”, afirma Paulo Marcelo, consultor do Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

Reorganize o seu portfólio de produtos e serviços
“O empresário deve ter em mente que as pessoas continuarão comprando durante a crise, mas em volume e valores menores. É preciso compreender o novo perfil deste consumidor e fazer mudanças nos tipos de produtos e serviços, de forma que realmente sejam capazes de sanar as suas necessidades. Uma lanchonete que crie opções de lanches mais simples e baratos, por exemplo, ampliará consideravelmente as suas possibilidades de vendas”, argumenta Marcela Ponce Kawauti.

Diversifique
Diversificar o portfólio de produtos e serviços é outra estratégia fundamental para dar mais fôlego ao empreendimento e se proteger das variações do mercado. Foi o que fez o florista Roberto Rabello, ao ver diminuir significativamente as suas vendas para floriculturas e decoração de festas. “Além de flores, passei a vender pimentas e, em apenas três meses de negócio, este novo nicho já representa 30 por cento do meu faturamento total”, relata ele, que usa uma fanpage no Facebook para divulgar o seu trabalho e, assim, atrair mais clientes.

Saiba usar a criatividade
Usar a criatividade também é essencial para se diferenciar dos concorrentes sem precisar de vultosos investimentos. “Você pode agregar serviços aos produtos, como a ótica que permite experimentar os óculos pela internet, a partir da foto do seu rosto e dos modelos disponíveis na loja. Ela ainda envia os óculos escolhidos para o cliente, que tem a opção de comprá-los ou devolvê-los, sem ônus adicional”, comenta Paulo Marcelo.

“Já existem também os restaurantes que dão descontos especiais para as famílias que deixam os celulares guardados na recepção. Assim, elas são incentivadas a apreciar a comida e consumir mais, além de promover o estabelecimento de uma maneira diferente”, complementa.

Não deixe de investir em comunicação
Uma das providências mais comuns quando a situação financeira aperta é eliminar os gastos com marketing e comunicação, ou seja, param de pensar em qualquer tipo de ação para atrair seu público-alvo. O mais correto a se fazer, porém, é analisar a fundo os resultados obtidos e traçar novas estratégias que se adaptem à realidade do mercado e às condições financeiras da empresa, em vez de simplesmente passar a ignorar esta área. “Se, por exemplo, no Natal você gastava bastante para divulgar a loja, agora terá de ser mais seletivo quanto a propaganda prioritária. Mas, de qualquer forma, precisa atrair a atenção deste consumidor para a sua loja, porque ele também estará mais seletivo”, explica Marcela.  

É O MOMENTO DE ABRIR MEU PRÓPRIO NEGÓCIO?
A enxurrada de demissões provocada pela crise tem obrigado muitos dos recém-demitidos a buscar no empreendedorismo uma solução rápida para recuperar a saúde financeira e, se possível, manter intacto o seu nível econômico-social. Mas o que fazer para este cenário de recessão econômica não engolir as pretensões desses empreendedores em potencial?

Saiba mais, clique Aqui.

terça-feira, 19 de maio de 2015

69% dos consumidores já compraram réplicas ou produtos falsificados, mostra SPC Brasil

Esbanjar uma camisa ou celular com marca famosa é um hábito antigo de pessoas de todas as classes sociais e idades. Porém, quando o produto é falsificado ou uma réplica, a satisfação pode dar lugar ao constrangimento. É o que mostra um estudo inédito realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal Meu Bolso Feliz que buscou entender como funciona o mercado de réplicas e falsificados no Brasil e os motivos que levam o consumidor a esse tipo de compra. A pesquisa revela que 69% dos brasileiros já compraram produtos não originais, principalmente roupas (39%), calçados (22%) e eletrônicos (17%).

Em números absolutos, isso representa que 45,3 milhões de pessoas já adquiriram réplicas ou produtos falsificados. Os itens mais comercializados são roupas, acessórios e calçados, e o público que mais compra é jovem, pertence à classe C e possui menor escolaridade.


Foi identificado na pesquisa que praticamente metade (49%) dos usuários de produtos não originais esconde a realidade da compra – principalmente pessoas até 55 anos, pertencentes à classe C e de menor escolaridade. Desses, 24% ficariam muito constrangidas caso alguém descobrisse.


Preço mais baixo dos falsificados facilita acesso a pirataria

De acordo com os dados levantados, a principal justificativa para a compra é o preço mais baixo. Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o valor bem inferior ao de um produto original é o que facilita o acesso de pessoas com ao universo do luxo. A pesquisa revela: oito em cada dez consumidores de falsificados ou réplicas (83%) comprariam os produtos originais, se pudessem.


“Para quem tem recursos financeiros inferiores aos valores dos produtos de luxo, a compra de falsificados é um dos mecanismos encontrados para inserir-se no mercado de marcas famosas”, diz a especialista. “A compra expressa o desejo de adquirir status, diferenciar-se dos outros, e sentir-se como parte de um grupo ‘exclusivo’ de pessoas”, explica.


48% dos compradores já foram enganados na hora da compra

Segundo a pesquisa do SPC Brasil, 48% dos entrevistados já foram enganados sobre a legitimidade dos produtos na hora da compra. “Entre réplicas e falsificados, muitas vezes é difícil diferenciar os produtos do original. Isso facilita a enganação por parte dos vendedores”, explica Kawauti. “O ambiente da compra pode ser um importante fator para o consumidor se atentar. Independentemente se for em uma loja de rua, shopping popular ou supermercados, é válido reparar na qualidade do produto e informações da marca que visam diferenciar o verdadeiro do falso.”


Cerca de 40% dos consumidores disseram não perceber as diferenças entre as réplicas e os produtos piratas, ainda que 43% acreditem que as réplicas têm qualidade superior. Quando se observa a opinião dos que não compram produtos não originais, 63% afirmam que esses itens não possuem a mesma qualidade. Porém, apenas uma em cada dez pessoas (12%) cita motivos éticos para evitar a compra de falsificados, ao dizer que não quer financiar o mercado ilegal.


Comércio ilegal representa prejuízo para a economia

Roque Pellizzaro Junior, Presidente do SPC Brasil.
Foto: Facebook
Segundo o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, além da discussão sobre qualidade ou constrangimento do consumidor, a compra e venda de produtos não originais envolve problemas e discussões muito maiores. “O comércio de itens falsificados definitivamente representa um prejuízo para a economia do país e graves riscos para a saúde e o meio ambiente, uma vez que os produtos não passam pelas restrições do controle de qualidade impostas ao mercado legal da indústria”, afirma.


O presidente afirma, ainda, que frequentemente a fabricação de falsificados está inserida em um contexto de exploração da mão de obra, com baixíssimas remunerações e péssimas condições de trabalho. “Esse mercado pode servir para financiar uma série de outras atividades criminosas”, alerta Pellizzaro. Estima-se que o mercado perca 30 bilhões de reais com a venda ilegal de produtos piratas, considerando apenas 13 segmentos da indústria, segundo o Fórum Nacional de Combate à Pirataria.

Com informações da Assessoria de Imprensa

quinta-feira, 12 de março de 2015

Brasileiro procura terceiros para negociar dívida, de acordo com o SPC Brasil

Uma pesquisa realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de educação financeira ‘Meu Bolso Feliz’ mostra que dois em cada dez consumidores (20 por cento) brasileiros já contrataram serviços de empresas que prometem ‘limpar o nome’ no mercado de crédito. De acordo com a experiência das pessoas ouvidas, em 65 por cento dos casos as empresas não cumpriram o prometido e o consumidor saiu lesado. Exemplo disso, é que considerando as pessoas que contrataram, mas que não tiveram o CPF retirado da base de negativados, apenas 28 por cento receberam integralmente o dinheiro investido de volta e 37 por cento alegam que não receberam nada.
Brasileiro procura terceiros para negociar dívida. de acordo com o SPC Brasil. Foto: Portal Meu Bolso Feliz
Mais da metade dos consumidores que passaram por essa situação (53 por cento) acredita que não valeu a pena contratar o serviço, pois teria saído mais barato negociar diretamente com o credor. Em média, cada consumidor gastou R$ 1.490,00 na contratação deste auxilio, tendo ainda de arcar com o valor corrigido da dívida adquirida com o banco ou estabelecimento comercial.

Alerta contra golpes
A internet (29 por cento) é o meio em que os consumidores mais tomam conhecimento sobre a oferta de serviços que vendem facilidades para limpar o nome, juntamente com os anúncios de jornais (29 por cento).

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o consumidor que estiver inadimplente e quiser regularizar a sua situação não precisa, necessariamente, contratar uma empresa privada para iniciar uma negociação. “O meio mais eficaz para sair dos cadastros de proteção ao crédito ainda é procurar diretamente o credor e propor a negociação da dívida, evitando os intermediários e despesas adicionais, com o pagamento de taxas. Para esclarecimentos e consultas pode buscar informações nos balcões de atendimento que o SPC tem espalhados por diversas cidades do Brasil.”, orienta.

O educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli, explica que é preciso pensar bem antes de contratar uma empresa para limpar o nome, pois na maioria das vezes, o problema não é solucionado, como demonstra o estudo. Além disso, os custos envolvidos são consideráveis, e nem sempre é possível receber o dinheiro de volta nos casos em que a empresa não obtém êxito na tarefa de limpar o nome do consumidor.

“Existem ainda golpistas que se oferecem como intermediários na renegociação de pendências financeiras, cobrando taxas e valores elevados, mas muitas vezes acabam por não fazer a quitação do débito e a remoção do banco de dados. Em diversas situações, essas empresas nem têm endereço físico e o consumidor lesado nada pode fazer para se recuperar do prejuízo”, explica o educador.

A economista Marcela Kawauti alerta que sempre que o consumidor ver algum anúncio de empresas que prometem limpar o nome sem o pagamento de dívida, inevitavelmente trata-se de golpe. “Não há impeditivo para que as empresas atuem como intermediárias numa negociação, mas em todos os casos deve haver a quitação do valor devido, mesmo que o credor ofereça um desconto. Não há como sair de uma dívida sem o seu pagamento”, diz a economista.

Fonte: Portal Meu Bolso Feliz

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

SPC Brasil dá dicas de como agir em caso de perda ou roubo de documentos durante o Carnaval

Descuidos  durante  o  feriado  de  Carnaval  aumentam   o  risco  de golpes  como a  clonagem de cartões.  Saiba  como  evitar e  como  agir diante  dessas  situações.

Os feriados prolongados como o Carnaval são épocas propícias para as pessoas perderem documentos ou serem vítimas de roubos. Perder a carteira de identidade ou o CPF pode se tornar uma dor de cabeça, se os documentos caírem na mão de golpistas. Segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), três em cada dez brasileiros (28%) já foram vítimas de fraudes ? incluindo a clonagem de cartão de crédito e o uso de nome falso para fazer compras ou tomar empréstimos.
SPC Brasil dá dicas de como agir em caso de perda ou roubo de documentos durante o Carnaval. Foto: Portal Meu Bolso Feliz
Para os especialistas do SPC Brasil, o primeiro passo para diminuir o risco de ser vítima de algum tipo de golpe é evitar levar documentos pessoais e importantes, quando o folião for curtir o Carnaval ? principalmente onde a concentração de pessoas é maior como nos blocos de rua, nos ensaios de escolas de samba, em festas ou em casas noturnas.

"O ideal é carregar apenas o essencial e manter tudo protegido de assaltantes. É importante também anotar em outro lugar os dados do cartão e do cheque, além do telefone do serviço de atendimento ao consumidor do banco", explica  José Vignoli, educador Financeiro do SPC Brasil.

Importância de fazer um boletim de ocorrência
De acordo com a pesquisa do SPC Brasil, 72% dos entrevistados cancelaram o cartão de crédito após a perda ou o roubo, mas somente 34% deles registraram um boletim de ocorrência. "O boletim de ocorrência é o registro que o consumidor tem de que aquele cartão já não está mais nas mãos do verdadeiro titular. Já o cancelamento, além de comunicar o banco sobre a perda, evita que que o cartão seja usado por terceiros para fazer compras indesejadas", explica Vignoli.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, também reforça a importância de tomar outras providências, além, é claro, de registrar um boletim de ocorrência. "O consumidor pode se precaver entrando em contato com o Procon [Instituto de Defesa do Consumidor] mais próximo e com o SPC Brasil de sua cidade. Com isso, os estabelecimentos comerciais são informados do problema ao consultarem o SPC Brasil, o que inibe a atuação de terceiros mal intencionados", explica a economista.

Dicas para evitar fraudes:
1 - Leve só os documentos extremamente necessários para curtir a festa. Se possível, deixe os cartões em casa e leve dinheiro;

2 - Guarde seus pertences em compartimentos seguros, preferencialmente junto ao corpo;

3 - Anote os dados dos seus cartões de crédito e o número do serviço de atendimento ao consumidor do seu banco ou de sua operadora de cartão;

4 - Em caso de perda, furto ou roubo, registre imediatamente um boletim de ocorrência, comunique o fato ao banco e bloqueie seus cartões. Depois do feriado, procure o Procon mais próximo e comunique a perda ou o roubo no SPC Brasil de sua cidade, com inclusão de um alerta de documento. 

Com informações do SPC Brasil

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Educação Financeira | 13 dicas para evitar o superindividamento no natal

O impacto das compras de fim de ano no orçamento dos consumidores brasileiros não deve ser subestimado. De acordo com um detalhamento exclusivo da pesquisa sobre o endividamento no Natal do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e do portal Meu Bolso Feliz, quase a metade dos entrevistados (48%) afirmam que vão abrir mão do débito e do dinheiro para comprar os presentes de natal a prazo. Considerando apenas os homens, esse hábito é ainda maisfrequente , chegando a 54% dos entrevistados.

Com uma média de 4,9 parcelas por compra, esses consumidores devem pagar as parcelas até o mês de maio do ano que vem.  De acordo com o estudo, as despesas com o Natal do ano passado já levaram 39% desses endividados ― pessoas que têm parcelas a pagar ― a terem o nome incluído em entidades de proteção ao crédito.


Educação Financeira | 13 dicas para evitar o superindividamento no natal. Foto: Portal Meu Bolso Feliz
Segundo a economista-chefe do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), Marcela Kawauti, o brasileiro deve fugir do superindividamento para não ter uma surpresa desagradável no início do ano que vem. “O orçamento doméstico costuma apertar no começo do ano com a cobrança de impostos como IPTU, IPVA e despesas com matrícula e material escolar. Se a pessoa não tem uma boa reserva para contar, acaba ficando inadimplente”, explica Kawauti.

CONFIRA DICAS DOS ESPECIALISTAS DO SPC PARA EVITAR O SUPERINDIVIDAMENTO NO FINAL DE ANO:

Antes de ir às compras:

1- Faça um levantamento de suas dívidas e quite-as com o 13º.
2- Anote todos os compromissos (já sabidos) do começo de ano tais como matrículas, material escolar, IPVA, IPTU etc.
3- Lembre-se (principalmente os autônomos) que no começo do ano o faturamento pode ser fraco
4- Faça a lista das pessoas que quer presentear, liste as prioridades, e tenha foco para não estourar seu orçamento.
5- Sabendo de tudo isso, fixe um limite para seus gastos com presentes

Durante as compras:

1- Presenteie com aquilo que caiba no seu bolso
2- Some o que está gastando para evitar surpresas depois
3- Evite parcelar em muitas vezes, pois passadas as festas a dívida fica
4- Evite as compras por impulso. Lembre-se que nesta época do ano os incentivos para comprar são muito grandes. Mantenha o controle.

Nas comemorações:

1- Cada um leva um prato, as bebidas ou a sobremesa. Não queira bancar tudo sozinho
2- É possível fazer uma bela ceia a um custo razoável fazendo-se uma pesquisa e compras antecipadas. Não deixe para a última hora
3- Planejando dá para fazer muita coisa em casa. Encomendas ou restaurantes podem sair muito caro
4- Não custa nada lembrar que depois do Natal vem o réveillon com mais gastos, então é bom incluir estas despesas no seu planejamento. Seu bolso vai agradecer.

Fonte:  Portal Meu Bolso Feliz

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Entenda a importância de guardar seu troco - Educação Financeira

Criar o hábito de juntar pequenos valores pode contar como um extra no final do mês
Você já parou para pensar em quanto dinheiro teria depois de 30 dias caso guardasse todas as moedas e pequenos valores que recebe diariamente? O troco do ônibus, as moedas devolvidas pelo padeiro ou aquele R$1 que sobra do café que você toma depois do almoço são valores normalmente desprezados porque pesam na bolsa, fazem barulho ou, simplesmente, são baixos, mas que podem fazer a diferença depois de um tempo.
Por isso, o Portal Meu Bolso Feliz aconselha: não despreze os pequenos valores. “Guardar o troco em cofrinho é um hábito financeiro saudável e que pode ajudar a pagar algumas despesas extras, além de fazer você passar a valorizar seu dinheiro”, aconselha José Vignoli, educador financeiro. Quer saber como?

Entenda a importância de guardar seu troco - Dicas Financeiras. Foto: Meu Bolso Feliz


EXIJA SEMPRE SEU TROCO
Muitos estabelecimentos têm o costume de oferecer o troco em bala e é dever do consumidor exigir, mesmo que seja uma quantia mínima, o troco em moeda. Afinal, cada bala ou chocolate que você recebe, se fosse dinheiro, poderia ser usado para o lazer no fim do mês.
O programador Roberto Vogel sabe que essa experiência dá bons resultados. Pai de uma menina de dois anos, ele conta que usa todo o dinheiro que guarda no cofrinho para comprar as fraudas da filha: “Quando ela nasceu, resolvi comprar um cofre e colocar cada centavo dentro dele. No Natal, meu sogro me deu uma caixa cheia de moedas para colocar no porquinho dela.” Esse incentivo resultou numa soma de R$300 em pouco tempo e Roberto viu a oportunidade de comprar as fraudas de sua filha: “É um dinheiro que faz a diferença no final do mês porque a despesa com esse tipo de produto é muito alta.”

JUNTE MOEDAS POR UM TEMPO DETERMINADO
A curto e médio prazo a prática de juntar moedas e pequenos valores em casa é bem-vinda, mas lembre-se: dinheiro parado por muito tempo não rende e seu poder de compra acaba diminuído pela inflação. Além disso, segurar esse dinheiro em casa, sem fazê-lo circular no comércio, pode atrapalhar os comerciantes que lindam com vendas de baixo valor (esta é uma das razões pela qual eles tentam te dar a bala no lugar do dinheiro). “Quando falta troco no comércio é porque faltam moedas em circulação, pois parte delas está parada em cofrinhos ou até pelos bolsos das pessoas”, explica Vignoli.

MANTENHA O HÁBITO DE FORMA INTELIGENTE
- Prefira cofrinhos de pequeno a médio porte, pois assim você evitará o acúmulo moedas por muito tempo.
- Não largue suas moedas em diversos locais. Aprendendo a organizar seu dinheiro, você não corre o risco de perdê-lo.
- Para evitar o esquecimento das moedas em qualquer canto, crie o hábito de chegar em casa e já colocar todos os trocos dentro do cofrinho ou em uma caixinha.
- Mobilize sua família e una forças. Se mais de uma pessoa guardar seus trocos, mais dinheiro você terá no fim do mês. E foi isso que fez o administrador José Paulo Cintra. “Depois de uma limpeza no meu carro, encontrei quase R$10 em moedas e, por isso, tive essa ideia. Cheguei em casa, reservei uma caixinha e avisei a família toda que aquela seria nossa  agregadora de moedas. O pessoal gostou e, em 1 ano, compramos uma TV nova”.
- Se você não sabe quando é o momento certo para trocar seu dinheiro, espere até que seu cofrinho fique cheio. Neste momento, troque suas moedas por algum produto ou deposite o valor na poupança para sua reserva começar a render. 

Entenda a importância de guardar seu troco - Dicas Financeiras. Foto: Meu Bolso Feliz
Fonte: Portal Meu Bolso feliz



terça-feira, 16 de setembro de 2014

Educação Financeira | 10 dicas para manter o nome limpo

Um levantamento nacional realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pelo portal de educação financeira ‘Meu Bolso Feliz’ descobriu que grande parte dos brasileiros reconhece a importância de manter as contas em dia. Dentre os consumidores entrevistados, 82% consideram que ter o ‘nome limpo’ é um dos bens mais preciosos que uma pessoa pode ter. Apenas 6% disseram não se importar em ter o CPF negativado.

Para 82% dos brasileiros, ‘ter o nome limpo’ é importante,
mas 64% já pagaram alguma conta atrasada. Foto: Meu Bolso Feliz

Confira 10 dicas que os especialistas do ’Meu Bolso Feliz’ dão para o consumidor manter o ‘nome limpo’ e continuar consumindo da maneira saudável:

1- Seja organizado. Faça uma planilha e anote todos os gastos mensais fixos, como água, luz, telefone, aluguel, condomínio, alimentação, escola, entre outros. Não se esqueça de incluir os gastos extras e supérfluos;

2- Dê previsibilidade aos seus gastos. Faça o cálculo do quanto você ganha, subtraindo as contas que são essenciais. Desse modo, você já começa a ter uma noção do quanto tem de dinheiro para gastar com as coisas que gosta e poupar pensando no futuro;

3- Seja prudente. Reflita se os seus gastos são de fato necessários e avalie o que pode ser adiado ou até mesmo cortado da lista de compras;

4- Tenha zelo pelo seu nome. Nunca empreste seu CPF para terceiros realizarem compras e não permita que outra pessoa, mesmo que seja parente próximo ou amigo, use seu cartão de crédito. Ao assumir a divida de terceiros, por ingenuidade, falta de cuidado ou por uma simples gentileza, a pessoa passa a arcar com todas as consequências, caso o tomador do nome emprestado não consiga honrar o compromisso assumido. Você pode perder não só o dinheiro como a amizade.

5- Tenha um bom controle das datas que vencem seus compromissos financeiros. Ao utilizar cheques, por exemplo, verifique se sua conta tem fundos suficientes para cobrir o valor da folha. O mesmo cuidado serve para os cheques pré-datados na data marcada para o depósito;

6- Faça um uso inteligente do cartão de crédito. Nunca exceda o seu limite, pois isso gera a cobrança de taxas extras. O cartão de crédito pode ser útil para momentos de emergência;

7- Pague sempre suas contas em dia, pois isso evita a cobrança de juros. Poucos dias de atraso podem representar multas aparentemente pequenas, mas se você juntar várias contas, o valor desembolsado pode assustar;

8- Não tenha medo de pedir uma renegociação. É possível conseguir bons resultados como reduzir o tamanho das prestações, obter juros menores e prazos mais alongados. Se a intenção do consumidor for pagar a dívida atrasadas a vista, é possível até pedir um desconto no valor total. Além disso, é necessário que o consumidor mantenha a disciplina e não assuma novas dívidas enquanto estiver pagando as prestações atrasadas.

9- Evite surpresas desagradáveis. Caso mude de residência, informe imediatamente o seu novo endereço aos seus credores. Dessa maneira, você evita a perda de faturas e recebimentos com atraso, sendo obrigado a pagar juros e multas desnecessárias que encarecem ainda mais a dívida;


10- Resista às tentações das propagandas e não insista em manter um estilo de vida que não combina com a sua renda. Cuidado com o poder que fatores psicológicos exercem sobre você. Por uma questão de expressão social, algumas pessoas compram descontroladamente apenas para impressionar a família, os amigos e até mesmo para compensar frustrações. Sem planejamento, essas pessoas adquirem produtos supérfluos e acabam se endividando excessivamente.

Fonte: Portal Meu Bolso Feliz

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Dicas de Economia! | Faça a festa do seu filho gastando pouco

Quer fazer o aniversário do seu pequeno, mas o orçamento está apertado? Separamos algumas dicas criativas e baratas para você
Seu filho está prestes a completar mais um ano e você quer preparar uma festa inesquecível para ele. O problema é que esse tipo de evento sai caro, certo? Errado. “Com uma boa pesquisa é possível fazer uma ótima festa, sem gastar muito”, explica Rosana Santos, consultora de festas infantis e sócia-proprietária das lojas ‘Brigadelover’ e ‘O Gato Comeu’.

Mas antes de começar a se planejar, avalie sua situação financeira. José Vignoli, educador financeiro do Portal Meu Bolso Feliz, pondera: “você está com seu orçamento em ordem, com suas contas quitadas, ou está com alguma conta atrasada?”. Se tiver dívidas, talvez valha a pena fazer algo mais simples e deixar a festa para o próximo ano. Mas se está tudo em ordem, é hora de começar a se organizar. “Comece traçando um cronograma com a data, horário, quantidade de convidados e divisão de tarefas porque isso ajuda muito na redução de custos”, aconselha Rosana.

Dicas de Economia! | Faça a festa do seu filho gastando pouco. Foto: Portal Meu Bolso Feliz

O Meu Bolso Feliz organizou um check-list para você garantir uma festa boa e barata para seu filho.

 PLANEJE-SE

  • O horário e dia da festa influenciam muito no número de convidados e na quantidade do cardápio. Por exemplo: sábado é diferente de domingo. Aos domingos as pessoas geralmente almoçam bem e não consomem tanto na festa. Escolher um dia da semana também é uma boa opção, pois facilita a vida dos convidados. A probabilidade dos pais levarem seu filho ao aniversário de um colega é maior do que aos fins de semana, que costumam ter uma programação mais ativa.

  • Selecione bem os convidados e dê preferência aos que fazem parte do seu círculo de amigos mais íntimos.
  • Lembre-se que nem todos  comparecem. Planeje a festa com 10% a menos do total de convidados.
  • Liste momentos importantes da festa como o recebimento de presentes e o momento dos Parabéns e designe alguém para te ajudar a organizar esses horários.

  • “Não parcele a festa em muitas vezes e não entre no cheque especial ou pegue dinheiro emprestado para alcançar seu objetivo. Isso são sintomas de que você não está em condições de preparar uma festa”, diz Vignoli.

O QUE SERVIR

  • Sempre priorize a bebida, que não pode faltar e costumam ter bastante saída. Refrigerante e água são opções simples, mais baratas e combinam com uma festa infantil.

  • Comece servindo lanches, que saem mais em conta do que salgadinhos, são fáceis de fazer e agradam a maioria. Boas opções: carne louca, cachorro quente, batata frita, pipoca.

  • Compre os doces em menor quantidade. Eles têm menos saída, pois são ingeridos mais para o final da festa, quando as pessoas já se alimentaram. Dica: opte por doces prontos e compre em grandes quantidades, em lojas que vendem por atacado, para baratear o custo.

DECORAÇÃO E LEMBRANCINHAS:


Dicas de Economia! | Faça a festa do seu filho gastando pouco. Foto: Portal Meu Bolso Feliz


  • Invista em decorações personalizadas, que reduzem o custo e estão na moda. “Mesas temáticas, com balas chocolates e pirulitos, são uma boa opção e ainda podem se transformar em lembrancinha no fim da festa”, diz Rosana.
  • Abuse de balões, cartolinas coloridas e objetos pessoais do aniversariante. Além de serem criativos, saem mais em conta e personalizam sua festa.

FESTA PARA TODAS AS IDADES!

“Lembre-se que o foco da comemoração muda de acordo com os interesses das crianças”, comenta Rosana. Por isso, fique atenta às idades:

- Festa para crianças de 1 ou 2 anos – vale pensar mais nos adultos que acompanharão as crianças. Neste caso, o cardápio é fundamental.

- Festa para crianças 4,5 ou 6 anos – pense nelas. O foco, neste caso, é investir  na recreação.

- Festa para crianças 7,8 ou 9 anos – os pequenos já não são tão pequenos assim. Invista em uma pista de dança e monte uma playlist com boas músicas.

Agora é hora de ponderar entre o que deixará as crianças realmente felizes e o que pode ficar de fora da comemoração. Uma festa para 50 pessoas em um buffet infantil custa, em média, R$3.500. Enquanto uma festa em casa – com recreação, decoração, comidinhas, doces e bolo – custa, em média, R$700.

Com esse valor em mente, coloque no Simulador dos Sonhos quanto pode guardar por mês e descubra quanto tempo precisa para fazer uma festa incrível para seus filhos.

Fonte: Portal Meu Bolso Feliz

terça-feira, 29 de julho de 2014

Educação Financeira! Realize o sonho da casa própria

Entre todos os sonhos de consumo da maioria das pessoas, um deles permanece como o mais cobiçado desde que o mundo é mundo: ter uma casa própria. E proporcionalmente ao aumento desse desejo pessoal ao longo da vida, também cresce o valor dos imóveis no Brasil. E como cresce! No entanto, isso não deve ser obstáculo para você deixar de lado o plano de aposentar o aluguel de uma vez por todas.

Educação Financeira, realize o sonho da casa própria. Foto: Portal Meu Bolso Feliz.

“Eu e meu marido não aguentávamos mais depositar o mesmo valor mensalmente na conta da imobiliária. Era muita grana investida em algo que não era nosso”, revela a professora Danusa Meira. O limite do casal chegou quando o contrato do imóvel venceu e o proprietário propôs um aumento no valor do aluguel. “Consideramos a quantia absurda e saímos para procurar uma nova casa. Então, percebemos que o ajuste proposto pelo locatário era o mesmo praticado por todo o mercado. Então, resolvemos parar de deixar o sonho da casa própria para o futuro e sentamos para conversar definitivamente sobre o assunto”, conta Danusa.

Na conversa que tiveram, decidiram temporariamente morar em um bairro mais afastado e em uma casa menor. Essa foi a maneira que encontraram para guardar dinheiro mais rapidamente para dar uma entrada maior. Eles também venderam um dos carros e ficaram com apenas um automóvel. Dois anos depois, já tinham acumulado dinheiro suficiente para dar entrada em um imóvel e financiar o restante em quase 20 anos. “Hoje, nossa parcela mensal é menor do que o aluguel que queriam nos cobrar e ainda sabemos que investimos todo esse dinheiro em algo que será nosso”, comemora a professora.

Quer festejar sua casa própria como ela? Então, siga à risca algumas dicas de José Vignoli, educador financeiro do portal Meu Bolso Feliz:
COMECE A SE PLANEJAR

- Encontre um imóvel que esteja dentro dos seus sonhos, mas também caiba nas suas condições financeiras e momento de vida. Então, mesmo que esteja empregado e com renda, não compre nada que esteja fora da sua realidade.

COMO PAGAR SEU SONHO

- Como é muito difícil comprar um imóvel à vista, tranquilize-se sobre o crédito imobiliário. Embora deva tomar cuidado, trata-se de um crédito muito positivo.

- Visite vários imóveis e verifique as condições de financiamento disponíveis. Nos dois casos, compare sempre as diferentes opções de oportunidades. “Mesmo que se apaixone pelo primeiro imóvel que visitou, nunca o compre de cara. Estude as condições e converse com o gerente do banco. Enfim, não faça nada por impulso. Principalmente neste caso, que se trata do primeiro passo de um longo percurso”, aconselha Vignoli.

- Sem dúvida, quanto maior a entrada, melhor. Mas você precisa se planejar e ficar de olho em seu fluxo de caixa. Ou seja, mesmo após o pagamento inicial da casa, não pode ficar sem reservas. Logo, é preferível que dê uma entrada menor e guarde um pouco do dinheiro do que ficar completamente descoberto.

- Mesmo que esteja pagando prestações, se organize para fazer uma reserva que lhe permita antecipar pagamentos. Assim, pagará menos juros e se livrará da dívida do financiamento mais rapidamente. Como fazer isso? Digamos que o financiamento da compra do seu apartamento comprometa 10% do seu salário. À medida que sua carreira profissional melhorar, aproveite a situação para poupar mais e amortizar mais prestações.

- Use o Simulador de Sonhos, que define qual o valor do seu sonho, o que e como fazer para realizá-lo!

IMÓVEIS EM CONSTRUÇÃO E/OU PRONTOS

- Normalmente, os imóveis em construção já tem um banco financiando o projeto. Nesse caso, sua missão é checar a idoneidade da construtora e descobrir se há financiamento aprovado.

- No caso de imóveis prontos, você não tem a opção de escolher o financiamento, pois o banco que financiou a obra terá essa responsabilidade. Mas existe a possibilidade de, depois de firmado o contrato, você procurar outro banco e realizar a portabilidade de dívidas.

IMÓVEIS USADOS

- Já para um imóvel usado, você tem a facilidade de procurar vários bancos, ouvir as condições de financiamento de todos eles e escolher o mais favorável para a sua realidade.

DEPOIS DA COMPRA, APERTE OS CINTOS!
- Não é porque comprou um imóvel novo que necessariamente precisa torrar dinheiro com móveis e eletrodoméstico novos. Embora seja muito comum as pessoas se mudarem e trocarem toda a mobília, essa medida pode prejudicar suas finanças. A prioridade deve ser a dívida em longo prazo do apartamento. Então, não assuma dívidas de coisas menos importantes apenas por status.

Fonte: Portal Meu Bolso Feliz

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