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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Varejo fechou o ano de 2018 com queda em Pernambuco

Comércio no RecifeFoto: Arquivo/Folha de Pernambuco
No Brasil, o volume de vendas do ano passado foi superior em 2,3% aos resultados de 2017, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Já no estado, no acumulado do ano, puxada pela queda nas vendas de segmentos como combustíveis, vestuários, eletrodomésticos e comunicação, os resultados do varejo apresentaram desaceleração forte, com a taxa saindo de 4,7% em 2017 para -0,8% em 2018.

"Os setores foram impactados em especial pela greve dos caminhoneiros, copa do mundo e eleições, que frearam o consumo de forma geral. Associado a isso, o desemprego acentuado favoreceu os resultados negativos do período”, explica o economista da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE), Rafael Ramos.

E se no consolidado do ano o desempenho negativo é atribuído a um ano marcado por greve de caminhoneiros e eleições, o resultado do melhor mês para o comércio nacional, dezembro, foi recebido com espanto pelos representantes do setor do Estado. Afinal, segundo a PMC, o mês em questão foi de queda acentuada de 5,1% nas vendas. “Pelo menos no Recife, município que represento, não posso falar de queda nas vendas, ao contrário, tivemos um mês de vendas bastante positivas”, argumenta o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Recife (CDL-Recife), Cid Lôbo, que atribui o resultado negativo a outras cidades. “Tivemos cidades em que as vendas foram boas e outras nem tanto. Isso, com certeza, influencia nos resultados da pesquisa, embora esse número negativo também tenha me surpreendido”, comenta o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado, Eduardo Catão.

Segundo Rafael Ramos, o resultado de dezembro é explicado pelo movimento de antecipação das compras por meio da Black Friday, que acontece em novembro. “Por conta da Black Friday, o volume de vendas de dezembro vem mostrando recuo nos últimos cinco anos, com única exceção em 2016, quando o volume cresceu modestos 0,7%. As condições acabam afetando principalmente os estabelecimentos menores, que não possuem margem para reduzir os preços mostrando-se menos atrativos em relação às promoções, além disso, o período é de elevação do poder de compras, o que acaba deixando a concorrência dos menores em relação aos maiores ainda mais crítica, criando dificuldades em um período em que o comerciante menor tinha maiores chances de alavancar as suas vendas”, analisa o economista da Fecomércio.

Da Folha de PE

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Gastos com conta de luz foram os mais sentidos no bolso dos consumidores com crise econômica, mostra SPC Brasil

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
Diminuição no consumo de roupas e alimentação fora de casa são saídas para driblar a crise. 54% dos consumidores abandonariam essas atitudes positivas caso a economia melhorasse

Reflexo da atual crise econômica, os brasileiros estão tendo que lidar diariamente com inflação elevada, produtos e serviços mais caros e altas taxas de juros. Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) investigou quais são as consequências da crise financeira na vida dos consumidores e mostra que os impactos são inegáveis no bolso: 80,4% afirmaram sentir aumento na conta de luz e 69,1% nas compras mensais de supermercado. Estas também são as despesas que tiveram os maiores aumentos, com cerca de 33,4% e 27,4% de aumento médio na conta nos últimos 6 meses, respectivamente, segundo a percepção dos entrevistados.

A pesquisa mostra ainda que os fatores externos relacionados à crise econômica são mencionados por metade da amostra da pesquisa (50,9%) para justificar o fechamento das contas no vermelho: não conseguir pagar as contas com o salário porque as coisas estão mais caras (17,5%), a diminuição da renda (15,7%) e a perda do emprego (11,0%).

Alternativas: reduzir o consumo de roupas e alimentação fora de casa

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a crise econômica já está fazendo com que os brasileiros alterem seus hábitos de consumo. “Passar a comprar produtos similares aos que estão acostumados, mas de marcas mais baratas e frear os gastos com refeições fora de casa são algumas das mudanças que podem e devem ser realizadas para ajudar no orçamento pessoal e da família”, diz. A pesquisa comprova estas mudanças de comportamento:

- 50,8% dos entrevistados garantem ter diminuído a compra de roupas, calçados e acessórios;
- 47,9% aumentaram a aquisição de produtos de marcas similares mais baratas;
- 44,9% diminuíram as refeições fora de casa;
- 27,0% diminuíram o consumo de produtos básicos como alimentos, produtos de higiene e limpeza.

No estudo do SPC Brasil também foram identificadas mudanças relacionadas à educação financeira:

- 61,4% estão pesquisando mais antes de fazer compras;
- 42,4% estão pechinchando mais ao fazer compras;
- 27,2% aumentaram o controle do orçamento pessoal e familiar;
- 30,1% diminuíram as reservas financeiras.

53,8% abandonariam atitudes positivas caso a economia melhorasse

Também foi perguntado aos entrevistados como seriam suas atitudes se a economia brasileira se recuperasse em 2016 e, nesse caso, 53,8% abandonariam as atitudes positivas tomadas em meio à crise.

Cerca de 36,7% admitem que desistiriam de manter a disciplina no controle dos gastos pessoais e da família. 

Outras atitudes mencionadas são o abandono da redução no consumo de roupas, calçados e acessórios (32,5%) e da realização de reserva financeira (30,4%).

“Ainda que a situação seja hipotética e que muito provavelmente o Brasil enfrente sérios problemas econômicos em 2016, a pesquisa comprova que os brasileiros nem sempre pensam em medidas de controle do orçamento a longo prazo”, explica a economista.

“As medidas adotadas e que poderiam servir para manter as contas no azul acabam sendo excluídas do dia a dia assim que os consumidores têm um alívio no orçamento, e isso não é uma prática indicada.” A pesquisa comprova: para mais da metade dos entrevistados (53,8%), o principal motivo para deixar de lado tais atitudes positivas em relação ao controle dos gastos é o desejo de recuperar o tempo perdido e voltar ao tipo de vida que tinham antes de passar pelo período de privação financeira.

Metodologia

A pesquisa procurou avaliar o grau de educação financeira dos brasileiros e entender como o consumidor se relaciona com o dinheiro. Foram entrevistados 804 consumidores acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro é de no máximo 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Itep/Itac oferece cinco vagas para novos empreendedores em Caruaru

Imagem: Itep/Facebook
Empreendedores do Agreste podem concorrer a cinco vagas que estão abertas na Incubadora Tecnológica do Agreste Central (Itac), unidade que integra o programa de incubação de empresas do Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep). As inscrições poderão ser feitas de amanhã (23) até o dia 29 de novembro, no site do Itep (http://www.itep.br/incubatepsis/), ambiente em que os futuros empreendedores também vão descrever seus projetos. Das cinco vagas, duas são para incubação não residente, duas para pré-incubação e uma para incubação residente. A Itac funciona no Centro Tecnológico da Agreste (CT Moda), em Caruaru.

As propostas enviadas serão analisadas por uma comissão composta por técnicos do Itep e de instituições parceiras do programa de incubação. No dia 3 de dezembro, haverá apresentação oral dos projetos por parte dos responsáveis. A divulgação do resultado ocorrerá no dia 4 de dezembro, no site do Itep.

Os incubados ficam por um período de dois anos no ambiente de incubação. A Itac tem como objetivo apoiar empreendedores no desenvolvimento de inovações e/ou estimular a agregação de valor ao empreendimento convencional, de forma que incorpore diferencial tecnológico em relação à concorrência, proporcionando oportunidades de negócios com perspectivas mercadológicas.

As áreas estratégicas consideradas para este edital são: Vestuário, Moda; Design, prototipagem, modelagem; Engenharia Civil; e Tecnologias da Informação e Comunicação.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Polly Griff participa de treinamento para expor no 1º Moda e Negócios

Imagem: Divulgação/Reprodução
Uma palestra sobre como atender bem e alavancar as vendas foi oferecida em mais uma reunião de ajuste para o 1º Moda e Negócios, que vai acontecer entre os dias 27 e 29 de agosto, nesta semana, em Santa Cruz do Capibaribe. 

A promoção foi da CDL local e desenvolvida pela Câmara Setorial de Representantes da Confecção. Os confeccionistas expositores do evento estiveram reunidos em mais um encontro para tirar dúvidas e, na oportunidade, o consultor Adilson Silva, palestrou para o público presente, sobre técnicas de vendas. Com informações da CDL Santa Cruz do Capibaribe (Betto Aragão)

sábado, 18 de julho de 2015

20ª Rodada de Negócios da Moda Pernambucana acontece de 12 a 14 de agosto

Imagem: Divulgação / Repdrodução
Realizada nos dias 12 a 14 de agosto, a 20ª edição da Rodada de Negócios da Moda Pernambucana receberá lojistas de todo o Brasil interessados pelos lançamentos em roupas, calçados e acessórios de 121 fabricantes de Pernambuco.

Na última edição, realizada em janeiro/ 2015, o evento movimentou R$15 milhões de negócios imediatos, sendo quase R$4 milhões em compras realizadas por lojistas do Mato Grosso, seguidos de varejistas de Roraima, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Amazonas, Pará, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Pernambuco e todos os outros estados do país. Entre os segmentos mais procurados, o jeanswear reinou com aproximadamente R$5 milhões em negócios efetuados, assim como moda infantil/ bebê; masculina e feminina.

Para esta, espera-se aumentar o volume comercializado em até 20%, uma vez que os compradores procuram muito por coleções de verão para abastecer suas vitrines a partir de agosto.

20ª Rodada de Negócios da Moda Pernambucana
12 a 14 de agosto de 2015 - 9h às 19h
Polo de Caruaru
Rodovia BR 104, km 62, s/n - Caruaru - Pernambuco

Com informações da Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Varejo | Segmento de vestuário infantil é mercado crescente no País

O lojista que quer atuar no varejo da moda pode optar por atender a nicho específico de mercado. Um deles é o de roupas, calçados e acessórios infanto-juvenis. Como o consumidor nessa faixa etária está em fase de crescimento, existe um demanda constante para o setor de vestuário.

O mercado de roupas infantis cresce em média 6% ao ano, segundo a Associação Brasileira de Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). Dados do Instituto de Estudos de Marketing Industrial (IEMI) mostram que, em 2012, o varejo de moda infantil movimentou R$ 27,5 bilhões, representando alta de 7,5% sobre 2011.
Segmento de vestuário infantil é mercado crescente no País. Foto: Girassol Moda Infanto Juvenil / Blog Negócios & Informes
Já a indústria voltada para o segmento movimentou R$ 17,7 no mesmo ano, uma alta de 35,9% se comparado a 2008.

As micro e pequenas empresas representam 90% do setor de vestuário no Brasil, de acordo com dados da Associação Brasileira do Vestuário (Abravest).

Cuidados gerais

Pode ser um mercado atrativo, mas o empreendedor deve ficar atento a alguns pontos antes de iniciar suas atividades, como a concorrência do mercado, a localização do estabelecimento e custos. É importante pesquisar os preços praticados pelos concorrentes, o padrão das lojas existentes; comparar as características dos potenciais clientes.

Localização – Deve ser um local onde haja grande movimento de pessoas, como galerias, centros comerciais, shoppings ou ruas com grande circulação de pessoas. Para isso é preciso avaliar a relação custo-benefício do local escolhido.

Shoppings e centros comerciais em geral apresentam custo elevado, mas têm grande circulação de pessoas. Se o empreendedor optar em montar a loja fora dos grandes centros, deverá investir em divulgação, atendimento e promoções de forma a atrair o público, mesmo que exija um deslocamento maior.

Veja outros aspectos que precisam ser observados quanto à localização do novo empreendimento:

Capacidade de estacionamento (local ou próximo).
Local que permita o fluxo livre de pedestres.
Proximidade de estações e pontos de transporte coletivo.

Estrutura mínima

O espaço utilizado em uma loja para o segmento de roupas infantis e juvenis não precisa ser grande. A área mínima necessária é de aproximadamente 30m², sendo necessários para o atendimento, um vendedor e um responsável pelo caixa e pela loja em geral, que pode ser o proprietário.

No caso de se optar pela instalação da loja em centros comerciais ou shoppings não é necessário banheiro no interior da loja.

Confira alguns dos equipamentos necessários para compor o espaço:

*Araras
*Armários
*Assentos
*Balcão (com gavetas para estoque)
*Espelhos
*Manequins
*Provadores

Estoque – A manutenção dos estoques também é outro ponto importante para esse segmento, que deve contar com certa variedade de produtos, atendendo sempre às estações e às tendências do mercado para o ramo infanto-juvenil. O empreendedor que deseja investir neste mercado deve estar atento à qualidade das peças que compra.

Quanto maior a frequência de entregas dos fornecedores, logicamente em menores lotes, maior será o índice de giro dos estoques, também chamado de índice de rotação de estoques.

Portanto, o estoque dos produtos deve ser mínimo, com o objetivo de gerar o menor impacto na alocação de capital de giro. O estoque mínimo deve ser calculado levando-se em conta o número de dias entre o pedido de compra e a entrega dos produtos na sede da empresa.
Ambiente atrativo
Dentro e fora da loja, o chamado visual merchandising é essencial quando se trata da comercialização de produtos voltados para o segmento infanto-juvenil.

É importante a criação de um “cenário” que tenha relação com o público-alvo, optando por cores alegres e por outros recursos de decoração que cumpram este papel. Revestimentos, pintura, móveis, e iluminação são componentes importantes para obter uma estética favorável.

A vitrine também deve seguir a mesma ideia de atender a expectativa desse público. Este será o primeiro contato que o consumidor tem com o produto que o lojista está oferecendo.

Vale lembrar que para atuar nesse tipo de segmento, o empreendedor terá de atender a dois consumidores: o cliente direto que vai se interessar pelo produto vendido e os responsáveis pela criança, que vai efetuar a compra.

Ambiente funcional – Além da estética e da decoração, o ambiente deve ser funcional, observando os espaços necessários para circulação dos clientes, prevendo inclusive adaptações necessárias para o acesso e atendimento de portadores de necessidades especiais. A área da loja também deve ter no mínimo dois provadores com espaço suficiente para a criança e o adulto acompanhante.

Agregando valor – Agregar valor é oferecer o inesperado ao cliente; oferecer mais e melhor e o que ninguém ainda oferece. O lojista pode trabalhar com alguns diferenciais, como por exemplo, comercializar roupas com matérias-primas ecologicamente corretas, utilizar embalagens biodegradáveis, personalizar o atendimento, criar espaços lúdicos, realizar promoções em redes sociais.

Artigos para bebês

A comercialização de artigos para bebês é um dos ramos promissores dentro do varejo da moda. Neste caso, a matéria prima utilizada pode ir além do vestuário, podendo ser composta também de diversos artigos de primeira necessidade, que vão desde banheiras a materiais de higiene.

No ramo do vestuário a lista é extensa, como roupas das mais variadas, sapatos, mantas, lençóis, cobertores, edredons e travesseiros.

Para a definição do mix de produtos a serem oferecidos, o empresário deverá levar em consideração o perfil do público-alvo, visitar concorrentes, ouvir permanentemente seus clientes e ir fazendo adaptações ao longo do tempo.

Estrutura – A estrutura de uma loja para a venda de artigos para bebês é bastante simples, composta basicamente por um showroom para exposição dos produtos colocados à venda, provadores, balcão para atendimento dos pedidos e caixa, área para acesso e circulação de clientes, estoque, além de um pequeno escritório para administração.

Fonte: SEBRAE

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Convite | 'Mauana Vai às Ruas' 2014 já tem data marcada - 13/11/2014

Já está marcado, dia 13 de novembro é o dia do desfile 'Mauana Vai às Ruas' a partir das 20h na Rua 7 de Setembro, 136, Centro, em frente a Mauana Calçados. A Mauana Modas tem o prazer em convidar a todos (a). Aguardem!

Convite | 'Mauana Vai às Ruas' 2014 já tem data marcada - 13/11/2014.
 Foto: Divulgação

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