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segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Google aposta em potencial de startups nordestinas

Paulo Tenório e Jorge Henrique, da Trakto, participaram do Programa
de Residência. (Foto: Trakto/Campus Google/Divulgação)
Estar fora do eixo Sul-Sudeste ainda é uma barreira a ser superada por startups que pretendem escalar, mas não é um caminho impossível. Apesar de o ecossistema estar mais amadurecido por lá, o Nordeste tem fomentado a cadeia de tecnologia e inovação. Além do polo tecnológico do Porto Digital em Pernambuco, que conta com mais de 300 empresas, outras startups seguem caminho de ascensão na região. E chamam a atenção. O Google está de olho no que está acontecendo no Nordeste e, mais do que isso, está de portas abertas para apoiar empresas nordestinas que tenham potencial.

Um dos projetos do Google é o Programa de Residência no Campus em São Paulo, que está em sua quarta turma neste ano. Das 36 startups que já passaram pelo programa, que tem duração de seis meses, uma nordestina se destacou na primeira turma, a única da região a ser selecionada entre mil inscritos. De lá para cá, o crescimento da Trakto, uma plataforma de materiais de marketing, é exponencial. Em 2018, ela faturou R$ 1,2 milhão e a expectativa é chegar a R$ 2 milhões neste ano e dobrar para R$ 4 milhões em 2020. A startup está com uma rodada de investimentos de R$ 2,5 milhões aberta. Além da parte financeira, hoje são 23 funcionários e a estimativa é subir para 50 posições em 2020 com o lançamento do novo software.

Fomento

Porém, nem só os números contam. A temporada dos sócios da Trakto Paulo Tenório e Jorge Henrique no Campus São Paulo do Google trouxeram ensinamentos que possibilitaram que eles colocassem um projeto adiante: permanecer em Maceió, apesar do assédio de investidores para migrar para o Sul ou Sudeste, e fomentar o ecossistema de Alagoas. "Estamos muito isolados e, na época que fomos para o Programa de Residência, não tinha ninguém em Maceió que conversasse e soubesse o que a gente tava falando. No Campus do Google, todo mundo entendia em que estágio estávamos, 90% das conversas eram sobre o crescimento da empresa, era um mix de conteúdo com diversão, aprendemos até a descansar", ressalta Paulo Tenório.

Para disseminar a cultura do empreendedorismo, em 2017, os sócios realizaram a primeira edição do Trakto Marketing Show, evento de marketing e negócios. A ideia era realizar um evento semelhante aos que acontecem no eixo Sul-Sudeste em Maceió, que façam uma conexão a população às startups. A terceira edição, neste ano, contou com três mil participantes. Compartilhar conhecimento e fomentar o ecossistema, inclusive, são temas assimilados lá em 2016, no Programa de Residência do Google.

"A gente sabe que as conexões têm um poder muito rico porque as empresas podem ser de segmentos diferentes, com produtos diferentes, mas estão em momentos parecidos e podem se ajudar. E as boas práticas do Google são bem-vindas para serem compartilhadas. Não cobramos nada e nem fazemos com que usem os produtos do Google, damos um suporte personalizado e esperamos apenas engajamento", conclui Giovanna De Marchi, gerente de Marketing do Google For Startups Brasil. Movimento que pode servir de exemplo para outras startups nordestinas.

Do Diario de PE

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Sebrae realiza semana do MEI em Surubim

Imagem: Divulgação / Reprodução -
Blog Negócios & Informes
Dando continuidade às ações que visam capacitar o micro e pequeno empreendedor, a Prefeitura de Surubim, em parceria com o SEBRAE, realizou nos dias 21 e 22 de maio as palestras "Como Expandir seu Negócio" e "SEI Empreender".

Uma ação que faz parte da Sala do Empreendedor, e tem atraído cada vez mais pessoas para os encontros, que acontecem mensalmente, no auditório da Escola Severino Farias.

Lembrando que a participação é aberta ao público e gratuita.

Da ASCOM Surubim

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

“Em tempos de crise, criatividade é a solução” será o tema da Semana do Empreendedor da FACAL

 Imagem: Divulgação/Reprodução
Teve início na noite desta quarta (11) a Semana do Empreendedor da Faculdade de Ciências Aplicadas de Limoeiro (FACAL). Este ano, o evento tem como tema “Em tempos de crise, criatividade é a solução”. Dentro da programação estão palestras, minicursos ofertados pelo SEBRAE, mesas redondas, rodadas de negócios e apresentações culturais. De acordo com a coordenação do evento, a novidade da décima sexta edição é a inclusão de trabalhos ligados à área do Direito, curso implantado neste segundo semestre na instituição de ensino.

São aguardados estudantes de várias faculdades do interior, empresários, lojistas e profissionais da administração. As opções de cursos são: franquias, logísticas, fundos de caixa, tributos, educação ambiental, gestão financeira e educação empreendedora. Na abertura, a Semana do Empreendedor contará com palestra da delegada da Polícia Civil, Gleide Ângelo. Ainda segundo os coordenadores, todas as atividades são ofertadas gratuitamente. A semana do Empreendedor da Facal segue até sexta-feira (13), sempre a partir das 19h, na própria unidade, localizada na Avenida Jerônimo Heráclio, no centro da cidade. Com informações do Blog do Agreste

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Jovem Empreendedor de Bom Jardim cria aplicativo sobre a Fenearte 2015

Imagem: Divulgação / Reprodução
O jovem empreendedor Fabiano Silva, do município de Bom Jardim, no Agreste Setentrional de Pernambuco, desenvolveu o aplicativo Fenearte. O APP está disponível na loja do Google Play, onde o usuário ficará por dentro da programação da XVI Fenearte 2015, poderá acompanhar notícias e novidades exclusivas sobre a maior feira de artesanato da América Latina. 

O objetivo do aplicativo é divulgar as riquezas do estado de Pernambuco na plataforma mobile. Clique no link e baixe. APP Fenearte.


Com investimento de R$ 5,5 milhões e expectativa de movimentação financeira superior a R$ 40 milhões, a Feira, considerada a maior do segmento na América Latina, espera atrair um público de 320 mil pessoas. Mais de 5 mil expositores, entre artesãos de Pernambuco, do Brasil e uma participação recorde de 51 países dividirão cerca de 800 espaços, numa área de 29 mil m², no pavilhão do Centro de Convenções.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Você é um empreendedor oportunista ou acomodado? Veja tipos

Fazedor, oportunista, realizador, sonhador, tradicional e acomodado são os principais perfis de empreendedores, de acordo com a pesquisa inédita “O Céu e o Inferno do empreendedorismo”, realizada pelo Sebrae-SP.
Empreendedorismo - Você é um empreendedor oportunista ou acomodado? Veja tipos. Foto: baruch.cuny
O estudo teve como base 120 entrevistas pessoais para definir os perfis de empreendedores e 1080 entrevistas telefônicas com microempreendedores individuais, proprietários de microempresas e empresas de pequeno porte. O período da coleta de dados foi de 10 a 25 de abril de 2014. Veja as características dos seis tipos mapeados de empreendedores.

1. Fazedor 
Esse tipo de empresário sabe gerenciar, cumprir as metas e fazer seu negócio dar lucro. Aprender a delegar é uma das habilidades que ele precisa desenvolver. Uma vontade do empreendedor é ter um sócio, apesar de não se sentir sozinho.
A maioria dos empreendedores é casada, apresenta superior completo e leve tendência à concentração no interior do estado de São Paulo. Do total de entrevistados, 21% se encaixam nesse perfil.

2. Oportunista 
Gosta de aprender com as pessoas com quem trabalha e acredita na sorte. Esse tipo de empreendedor é motivado por uma oportunidade interessante e representa 21% dos ouvidos pela pesquisa. A maioria é homem, com superior completo e não está concentrada em um local especifico.

3. Realizador
O empresário realizador não gosta de depender dos outros e é o que mais apresenta características de um empreendedor de sucesso. Acompanha o desempenho dos concorrentes e é competitivo, além de criativo e organizado. Dos entrevistados, 20% apresentam esse perfil, são homens e têm formação de ensino médio completo.

4. Sonhador
Uma das vontades desse tipo de empreendedor é ter mais habilidade para administrar o negócio, saber delegar, vender e investir melhor. É o grupo com maior concentração de pessoas que começaram do zero seu negócio: 19% dos ouvidos. A maioria apresenta ensino médio completo e tem leve tendência de se encontrar no interior do estado de São Paulo.

5. Tradicional
O empreendedor tradicional não busca inovações e não se atualiza. De acordo com a pesquisa, 10% dos entrevistados se encontram nesse perfil e tem uma média de idade de 43 anos. Eles têm superior completo e são os que menos encontram felicidade no negócio.

6. Acomodado
Esse tipo de empresário precisa desenvolver habilidades comportamentais porque se sente inseguro e despreparado para administrar um negócio. Não acompanha a concorrência e não quer assumir riscos. Dos ouvidos, 9% se encaixam nesse perfil e têm uma média de idade de 50 anos.

Fonte
Revista Exame

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

José Tarcísio reeleito presidente da Comicro para o quadriênio 2015-2018

No último dia 10 de dezembro, aconteceu, no Hotel Jangadeiro, em Boa Viagem, no Recife, a eleição da nova diretoria da Comicro para o quadriênio 2015-2018. O evento reuniu representantes de Federações das Associações de Micro e Pequenas Empresas (Femicros) de todas as regiões do Brasil, que decidiram, por unanimidade, reeleger José Tarcísio da Silva para mais quatro anos à frente da entidade.
José Tarcísio reeleito presidente da Comicro para o quadriênio 2015-2018. Foto: Divulgação
Durante o encontro também foi feito um balanço do ano de 2014 e discutidos avanços e desafios para as micro e pequenas empresas, sobretudo, mudanças trazidas pela nova Lei Complementar, sancionada pela Presidente Dilma Rousseff em Agosto, que altera o Simples Nacional, e entra em vigor no ano que vem. O texto atualiza a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e é também uma vitória da Comicro, que participou ativamente de todo o processo para garantir as melhorias. Entre as mudanças, a nova lei permite a inserção de mais de 450 mil empresas no regime de tributação simplificado, prevê menos burocracia e trás vantagens como a garantia da reserva (de 25%) das compras governamentais, prioritariamente, às micro e pequenas empresas.

Segundo a presidente da Femicro-Ceará, Dalvani Mota, graças ao trabalho da Femicro e união dos empresários no estado, essa já é a realidade no Ceará, onde os pequenos empresários já conseguem ser responsáveis por até 28% das compras governamentais, “em 2015 esperamos aumentar a nossa participação chegando a 40%”, afirmou.

Para o presidente da Femicro-Bahia, Moacir Vidal, a reeleição de José Tarcísio, por unanimidade, é fruto da união e amadurecimento das lideranças nos estados e é fundamental para dar continuidade aos avanços obtidos pelas micro e pequenas empresas brasileiras no últimos anos, “é um resultado merecido, justo e necessário, hoje o sistema Comicro-Femicro-Amicro é forte e reconhecido em todo o Brasil. Precisamos que Tarcísio continue na luta pelos pequenos empreendedores, estamos todos muito motivados a construir juntos um Sistema ainda mais amplo e inovador”.

O presidente reeleito da Comicro, José Tarcísio da Silva, comemorou o resultado já enumerando os desafios da entidade para os próximos anos, “pessoalmente me sinto satisfeito por entender que essa recondução foi resultado de um trabalho que fizemos com o propósito de ampliar a representação da micro e pequena empresa no Brasil todo. Precisamos trabalhar pelo fim da Substituição Tributária e rever a tabela do Simples Nacional, os impostos estão altos. Também precisamos rever e ampliar o teto para o enquadramento na categoria de microempresa”.

Veja como ficou a diretoria da Comicro para o quadriênio 2015-2018:

Presidente

José Tarcísio da Silva – Femicro/PE

Vice-Presidente

Antônio Gomes de Lima – Femicro/PB

Vice-Presidente Região Norte

Raimunda Rodrigues de Lima – Femicro/AM

Vice-Presidente Região Nordeste

Antônia Dalvani Mota – Femicro/CE

Vice-Presidente Região Centro Oeste

Joaquim Neves de Carvalho Filho – Femicro/DF

Vice-Presidente Região Sudeste

Márcio Aguinaldo de Oliveira Kilson – Femicro/MG

Vice-Presidente Região Sul

Leonir Nicaretta – Femicro/RS

1o Secretário

Moacir Vidal Costa – Femicro/BA

2o Secretário

Carlos Antônio de Souza – Femicro/TO

1o Tesoureiro

Dagoberto Lindacy do Monte – Femicro/PE

2o Tesoureiro

Jordão Vieira Júnior – Femicro/AL

Conselho Fiscal:

Olaino Coelho da Mota – Femicro/PA

Augustinho Fogliatto – Femicro/GO

Raimundo Simão Batista – Femicro/AP

Suplentes:

Nelson Araújo dos Santos – Fampeme/SE

Feliz Ferreira de França Neto – Femicro/RR

Raimundo José Lopes Ribeiro – Femicro/MA

Com informações da FEMICRO-PE

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Com vontade de empreender em casa? confira 5 opções de negócios para montar com apenas um computador

Se você está procurando uma forma de fazer dinheiro com um negócio em casa, talvez a solução esteja no seu computador. Segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas, haverá um PC para cada pessoa no Brasil nos próximos três anos. E com essa estatística, surgem opções de negócios. 
5 opções de negócios para montar com apenas um computador. Foto: Thinkstock
As opções abaixo podem ajudar empreendedores com experiência ou formação tecnológica ou em design a atingir esse crescente público e a começar uma empresa de apenas uma pessoa.

Confiram:

1. Tutor de informática
Pode parecer que com o maior número de computadores, as pessoas estariam mais acostumadas com todas as possibilidades e utilidades dessas máquinas. Mas a verdade é que novos programas crescem na mesma medida e muitos usuários não conseguem acompanhar com a mesma velocidade. Tornar-se um tutor particular, trazendo “macetes”, segredos, facilidades de usar da melhor forma um computador pode ser uma boa fonte de renda. Criar pacotes com sugestões de programas ideais para, por exemplo, empresários, professores ou médicos, pode ser uma forma de se diferenciar.

2. Técnico de informática
Se você já tem uma formação na área, pode começar como um empreendedor individual atendendo como técnico na própria casa das pessoas. Para se diferenciar, seja profissional, crie um cartão de visitas, site ou forma para as pessoas te conhecerem e contatarem facilmente. O atendimento também será algo que facilitará uma boa divulgação boca a boca.

3. Diagramação e design
Se sua especialidade é diagramar publicações como panfletos, cartões de visita, revistas ou até mesmo criar logos e outros desenhos, essa pode ser uma boa opção. Fazer alguns trabalhos freelancer pode ser o primeiro passo para você criar sua própria agência e trazer novos parceiros. Manter prazos, boas habilidade com comunicação e criatividade são pontos importantes.

4. Marketing digital
Trabalhar com mídias sociais e produção de conteúdo para marcas é outra opção para quem quer começar sozinho para, quem sabe, se expandir para uma empresa do setor. Entender sobre esses assuntos, claro, é essencial, assim como ter bons conhecimentos de comunicação e excelente domínio língua portuguesa. Lembre-se de fazer e manter o maior número de contatos possíveis para trazer bons parceiros na hora de dar o passo para se tornar um empreendimento maior.

5. Webdesigner e programador
Quase nenhuma empresa vive sem um site e muitas não têm um capital grande suficiente para pagar grandes nomes do setor para realizar o serviço. Comece conquistando esses clientes e fazendo sua marca se tornar conhecida. Sempre ofereça criatividade e modernidade. Não é só porque você é uma empresa de uma pessoa que você vai oferecer como produto final algo padronizado ou um site com cara de anos 1990.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Anprotec: 'As incubadoras precisam investir nas empresas que já deram certo'

Para a presidente da Anprotec, Francilene Garcia, as incubadoras precisam selecionar melhor negócios e apostar naqueles que têm maior potencial de se tornar grandes

Francilene Garcia, presidente da Anprotec (Foto: Fabiana Pires / Divulgação)

Neste ano, o Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas comemorou um data importante. Em sua 24ª edição, realizada em Belém (PA), o evento marca 30 anos desde que a primeira lei de incentivo aos parques tecnológicos foi criada. De lá para cá, o cenário empreendedor brasileiro mudou um bocado – e os ambientes das incubadoras e parques tiveram de mudar também. “O espaço físico deixou de ser o principal atrativo. Hoje, tudo funciona na nuvem, e o empreendedor pode trabalhar e ter seu negócio em qualquer lugar. Tivemos de nos adaptar e oferecer outros estímulos”, diz Francilene Garcia, presidente da Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadoras), realizadora do evento junto com o Sebrae.

O desafio, no entanto, continua o mesmo: fazer com que os produtos e os processos criados nesse cenário estejam alinhados com as demandas do mercado. “Precisamos estar num crescente de gerar soluções que resolvam produtos reais. Para isso, temos de selecionar as melhores empresas e dar as melhores condições para elas crescerem”, afirma. A meta de Francilene é ambiciosa: “40% do PIB da China é gerado por negócios que estão ou saíram de incubadoras e parques. Queremos olhar para os próximos 30 anos e ver que somos responsáveis por uma parte significante do PIB brasileiro”.

Confira abaixo a entrevista exclusiva da presidente Anprotec a Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Nos últimos 30 anos, o perfil do empreendedor brasileiro se alterou muito. Quais foram as principais mudanças a que as incubadoras tiveram de se adaptar?

Para começar, o empreendedor atual não demanda mais um espaço físico diferenciado das incubadoras. Nos anos 1980, a importância desse espaço era muito grande, o negócio dependia disso para funcionar. Hoje, a conectividade está na nuvem. Os espaços, então, passam a se tornar importantes para encontros e networking, mas não são mais críticos para o funcionamento do negócio. Outro ponto é que essas estruturas precisam facilitar o contato dos empreendedores com instituições que estimulem o desenvolvimento do negócio, como as universidades e os investidores. Nossas incubadoras tiveram de aprender a fazer isso. O empreendedor de hoje não pode mais esperar a chamada de um edital de recursos públicos das agências de fomento, ele precisa ter outras formas de alimentar seu negócio financeiramente – como o capital semente, que não tínhamos há 30 anos. Além disso, atualmente, é importantíssimo que tenhamos caminhos mais fáceis para a internacionalização dos negócios desenvolvidos.

Por que a  internacionalização é uma das prioridades e o que tem sido feito nesse sentido?

Mesmo que uma empresa não queira vender para fora, ela tem de estar inserida numa plataforma de internacionalização para saber lidar com meus competidores no mercado local. A cada ano, a gente procura ambientes de referência e ações internacionais que podemos trazer para cá. Em 2014, realizamos dez missões internacionais, com seis empresas. 

A senhora pode exemplificar um dos resultados dessa missão?

Trouxemos para cá o conceito de inovação cruzada, que está sendo muito usado na Espanha e na Bélgica. Inovação cruzada é quando você analisa a cadeia de produção de um setor e passa a usar os mesmos processos em outro setor. Por exemplo, analisar como podemos levar alguns dos processos de produção da indústria de couro e calçado para outras áreas da moda. É algo que transborda de um segmento para outro. Nesse caso, as incubadoras seriam os agentes promotores dessas mudanças tecnológicas. Ainda neste ano, vamos escolher cinco projetos piloto para criar uma operação concreta em 2015.

Quais são os principais desafios para a inovação hoje?

O maior desafio é o mesmo de 30 anos atrás: conseguir fazer com que os centros de produção e desenvolvimento tenham um alinhamento maior com as demandas de mercado. De nada adianta gerar empresas com doutores e mestres se essas empresas não estiverem criando produtos que o mercado demanda. Não adianta falar que o percentual de produção científica aumentou se o nosso número de patentes ainda é muito baixo. O número de patentes é um termômetro que mede o quanto do conhecimento desenvolvido em universidades e centros de pesquisa está sendo aplicado na indústria e nos setores produtivos. Precisamos estar num crescente de gerar produtos e processos que resolvam demandas reais. Por isso, temos de selecionar as melhores empresas e dar melhores condições de elas crescerem.

Para fazer isso, é melhor aumentar o número de empresas incubadas ou mudar a maneira de investir nas que já estão incubadas?

É preciso investir de um jeito diferente nas que já deram certo. Não é preciso apostar em uma centena de negócios, apostando que um vingue. Temos de investir em um conjunto menor das que têm maiores chances de dar certo. Queremos sair do “bonsai” dos pequenos negócios e criar uma floresta de empresas maiores, que gerem impacto no PIB. Na China, as empresas em parques tecnológicos são responsáveis por 40% do PIB. Tudo isso por conta de uma política sistemática de investimento em negócios que deram certo. Queremos olhar para as próximas três décadas e ver isso no Brasil.

O que deve mudar no ano que vem, com a nova lei da micro e pequena empresa, a universalização do Simples?

Devemos ter novos entrantes no ambiente e temos de estar preparados para isso. Será uma enxurrada de profissionais liberais que abrirão sua própria empresa e passarão a circular ao redor das incubadoras. É uma mudança que teremos de acompanhar.

E quanto às eleições? O que a Anprotec espera dos principais candidatos?

Esperamos que os ambientes de inovação possam ser cada vez mais considerados plataformas centrais de transformação desse país. Enxergamos que, para o Brasil deixar de ser um mero exportador de commodities e se tornar um país que gera tecnologia, é preciso que essa estratégia passe pelos ambientes de inovação.

Não queremos ver retrocessos no que já conseguimos. Pelo contrário, queremos avançar. Queremos avançar na legislação, em questões que ainda estão emperradas, como é o caso do regime de compras. O Brasil precisa comprar tecnologia de suas empresas também. Além disso, queremos avançar na irrigação dos sistemas de fomento, que hoje são descentralizados, com o governo federal colocando uma parte do investimento, e o estado, outra. Sobretudo, não queremos que o valor desses recursos diminua, mas aumente e que se tornem cada vez mais impactantes. 

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

domingo, 7 de setembro de 2014

Negócios - Empresas pernambucanas crescem através de franquias

Micro e pequenas empresas do Estado, de segmentos diversos, têm optado cada vez mais por crescer através de franqueados. Processo requer formatação específica.

Albérico: Konimix deve abrir mais 10 lojas até 2015. Foto: Diego Nigro/JC Imagem


O modelo de franquia tem sido a opção de muitas empresas pernambucanas que querem crescer pelo Brasil. O Estado hoje já conta com pelo menos 20 franqueadoras criadas aqui, considerando apenas as associadas à Associação Brasileira de Franchising (ABF).

O setor de alimentos, o mais popular dentre franquias no País, também é que mais concentra franqueadores em Pernambuco. Dois deles são do segmento de comida japonesa: as temakerias Konimix e Go!. De acordo com Albérico Pena, um dos sócios da Konimix, a meta é abrir 10 novas lojas até o fim do próximo ano, incluindo presença em outros estados nordestinos. A franquia foi formatada a partir de seis anos de experiência com três lojas próprias. Na Go!, a multiplicação via franquia começou no ano passado. “Quando começamos em 2008, já era com intuito de ser uma franqueadora”, comenta a diretora comercial Joyce Cansanção.

Outros segmentos também avançam nesse modelo de negócios. A loja de festas Vive La Fete! e o centro de estética especializado em sobrancelhas Brow Bar estão entre eles. Uma das sócias da Brow Bar, Camila da Fonte, conta que a empresa começou há oito meses, também visando ser uma franqueadora. O processo de formatação para que isso se realize deve levar mais dois meses. “Percebemos que esse é um nicho muito interessante e fomos buscar o modelo da nossa prestação de serviços em Londres”, conta.

O vice-presidente da ABF, Gustavo Schifino, diz que o movimento de novas franqueadoras no Nordeste e em Pernambuco ainda é pequeno em relação ao País – cerca de 2% do total de franqueadores -, mas está acelerado e deve triplicar em cinco anos. Ele explica que esse fluxo está sendo facilitado para micro e pequenas empresas porque agora franqueadores pequenos podem ser enquadrados no Simples. “Até então, independentemente do tamanho, a franqueadora estava no regime de tributação presumido ou geral”, comenta.

“O modelo de franquias se popularizou e os empresários entenderam que é uma ótima oportunidade de expansão. Perderam o medo”, diz o consultor Hamilton Marcondes, especializado na área. Ele destaca que a transição requer, entre diversos ajustes, investimento em gestão. “Como vai haver uma transferência de know-how, é preciso que a gestão da empresa esteja muito bem”.

Fonte: JC Online

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Empreendedor serial enumera diferenças entre franquia e negócio próprio

Por Elis Martins 
Écio Costa, empreendedor serial, durante sua palestra
(foto: Eduardo Siqueira)
O segundo palestrante do evento do Movimento Empreenda no Recife, na noite de terça-feira (2/9), no auditório do Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, foi Écio Costa, economista, consultor empresarial e empreendedor serial. Costa acumula o negócio próprio com a experiência em franquias, com duas unidades do Rei do Mate. Ele também é franqueador da Mais Sorriso e sócio da locadora de veículos CTC Locações, além de professor de economia na pós-graduação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), entre outras atividades. De segunda à sexta-feira, ele ainda traduz a complexidade da economia em boletins na rádio JC News, do grupo Jornal do Commercio.

Segundo ele, o empreendedorismo é desvendado em quatro passos: Identificar a oportunidade, desenvolver um plano de negócios, captar recursos e parceiros, criar metodologia de trabalho. “É um mito afirmar que um empreendedor trabalha sozinho. No meu caso, nunca estou sozinho. Sempre tenho parceiros para diversos negócios, para cada empreendimento e vamos caminhando com bastante planejamento”, diz.

Ele disse que várias vezes recorreu ao “banco sogro”, que o ajudou a apostar nos negócios em que acreditava. “Empreender é assumir riscos altíssimos. Essa é a justificativa de algumas pessoas que não querem sair do seu lugar, da comodidade, para empreender em um negócio”, afirma.

Negócio próprio x franquias: qual é a melhor forma de empreender?
Uma franquia tem muitos benefícios: o índice de mortalidade é mais baixo, mas o grau de liberdade é bem menor que o negócio próprio. O ganho de marca, no entanto, é muito forte, assim como ganho de escala. O objetivo é fazer sua unidade dar certo: vender, atender bem, gerar lucro.

Já no negócio próprio o empreendedor é tudo. Desenvolve o marketing, o financeiro, corre atrás dos clientes. O empreendedor deve ter muito planejamento para não fracassar. Mas há pessoas inquietas, segundo ele, que querem desenvolver seu próprio produto. Nesse caso, cabe ao empreendedor saber o que é mais apropriado para o seu perfil.foi à frente, e mais recentemente, a coluna na Rádio JC News.

Fonte: Movimento Empreendedor 

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Dicas para o empreendedor! | 8 dicas para abrir seu primeiro negócio

Embora o índice de mortalidade das empresas nascentes esteja caindo no Brasil, boa parte das microempresas não consegue superar os primeiros anos de vida. Entre os motivos, estão a falta de planejamento e de experiência, pouco capital para investir e má gestão. Confira 8 pontos que merecem a atenção dos novos empreendedores antes de abrir o primeiro negócio:
O primeiro passo é criar um bom plano de negócios: sem ele, a empresa pode ser tornar um fiasco (Foto: Photopin)
1. Aposte na experiência
Se o empreendedor não tem experiência na área em que deseja iniciar uma empresa, uma boa dica é procurar um sócio, funcionário ou até mesmo uma consultoria que já tenha certa experiência no ramo em questão.

2. Adquira capacitação e conhecimento

A busca pelo conhecimento sobre a área em que se quer atuar é fundamental. Cursos de capacitação são importantes para entender melhor os problemas cotidianos, desenvolver a capacidade de identificá-los e solucioná-los de maneira rápida, eficaz e mais econômica possível.


3. Elabore um plano de negóciosComeçar uma empresa sem um bom plano de negócios é o primeiro passo para o fracasso. Defina a estrutura operacional da empresa, crie um plano financeiro detalhado com o total do investimento, capital de giro, custos e previsão de rentabilidade da empresa no 1º, 2º e 3º ano. É aconselhável também criar um plano de marketing para identificar o público-alvo, mercado e estratégias de venda.

4. Gere valor para o cliente

Para se destacar em um mercado com tantos concorrentes é preciso levar em conta a importância de ter um diferencial e gerar valor para o cliente. Responder a perguntas do tipo: “Como mostrar que a minha empresa existe? Por que o cliente me daria a preferência? Qual é o meu diferencial?” ajudam a identificar e implementar novas estratégias.

5. Faça investimentos assertivos

Geralmente o empresário possui o capital necessário para o investimento, mas não consegue identificar de forma correta onde deve investir o dinheiro. Áreas como marketing, capacitação de funcionários e estruturais devem ser priorizadas, pois estão ligadas diretamente ao cliente e ao funcionamento da empresa.

6. Mantenha capital de giro suficiente

Antes de iniciar as atividades, tenha em mãos pelo menos o montante suficiente para manter as despesas gerais da empresa por um ano. Os primeiros meses são de adaptação ao mercado e não geram grande entrada de dinheiro no caixa, o que pode não ser o suficiente para pagar despesas essenciais da empresa.
7. Separe as finanças pessoais das finanças da empresa
Uma dica é estipular um salário para o proprietário, que deverá ser retirado juntamente como o pagamento dos funcionários. Evitar retirar dinheiro fora das datas pré-fixadas para o pagamento e manter bem estruturado o controle financeiro da empresa também são tarefas importantes.
8. Controle a ansiedade
A ansiedade pode causar grande frustação antes mesmo que clientes importantes tenham conhecimento de que sua empresa existe. Inúmeros fatores podem atrasar o reconhecimento da empresa, por isso os esforços devem ser direcionados corretamente, na busca por conhecimento e capacitação, vontade de trabalhar e incentivos para inovar.

Fonte: PEGN

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Homenagem! Ivens Dias Branco, empresário cearense, recebe título de cidadão pernambucano

Foto: Diego Nigro/JC Imagem.

O empresário cearense Ivens Dias Branco se tornou conterrâneo dos pernambucanos. Na noite da terça-feira (12), durante reunião solene na Assembleia Legislativa do Estado, o industrial recebeu o título de Cidadão de Pernambuco proposto pelo deputado estadual Antônio Moraes. Empresários, políticos e familiares lotaram o plenário da Casa. O presidente do Grupo JCPM, João Carlos Paes Mendonça, representou a classe empresarial na solenidade. Agora, o nordestino nascido na cidade cearense do Cedro e que alçou a M.Dias Branco à liderança do mercado de massas no Brasil acumula os títulos de pernambucano, recifense, fortalezense e aquirense.

No seu discurso de homenagem, Moraes destacou a trajetória empresarial de Ivens, lembrando que começou a trabalhar com seu pai de origem portuguesa, Manoel Dias Branco, numa modesta padaria na cidade de Cedro, no interior do Ceará. “Empresários bem sucedidos existem aos milhares no Ceará, no Nordeste e no Brasil. Mas visionários como o senhor, e com a modéstia que o caracteriza como cidadão socialmente comprometido, existem poucos. O senhor é um nordestino diferenciado, que fez nascer e progredir numa das regiões mais pobres do Brasil um dos nossos maiores e mais conceituados grupos empresariais do ramo de massas”, disse.

A M.Dias Branco conta com 14 fábricas e 25 centros de distribuição distribuídos no País. Além da atuação nos setores de massas e biscoitos, o grupo conta com investimentos no setor portuário, na indústria de cimentos, na construção e no setor hoteleiro. No último dia 3, o empresário completou 80 anos de idade. Desses, 61 dedicados ao trabalho na vida empresarial.

Em Pernambuco, a M.Dias Branco decidiu ir além da sua atuação comercial para marcar presença no Estado com unidades industriais. Em 2008, o grupo comprou a Bomgosto (dona da Vitarella). Três anos depois, a empresa voltou a fazer aquisições no Estado, comprando as operações da centenária Pilar. As duas aquisições representaram investimentos da ordem de R$ 665 milhões e a geração de 3 mil empregos.

“Pernambuco é prioridade nos nossos negócios. O Estado desponta como um dos principais polos de desenvolvimento regional do Brasil e com grandes oportunidades de negócios. A cidadania requer deveres e eu assumo o compromisso de ser fiel aos valores da gente pernambucana”, garantiu em seu discurso. Além do título de cidadão, o empresário recebeu uma gola do maracatu de lança confeccionada por uma artesão de Nazaré da Mata.

Fonte: JC Online

sábado, 9 de agosto de 2014

Sílvio Meira deixa cargo de cientista chefe do C.E.S.A.R


Com mais de 20 anos de vínculo com o Centro, Silvio Meira deixa o cargo de Cientista Chefe. Segundo nota de divulgação publicada no site do instituto nesta sexta-feira (8), o desligamento faz parte de uma “estratégia pessoal”. Ainda foi informado que durante este tempo, Meira exercerá a função de assessor especial da presidência do centro de inovação. A saída também foi divulgada nas redes sociais.

Silvio Meira foi um dos idealizadores do Centro de Inovações do Recife.
Foto: Blenda Souto Maior/D.P/DA Press
"Dia muito especial: depois de 21 anos completamente envolvido com o C.E.S.A.R [três no desenho e fundação, 6 como presidente e 12 como Cientista-Chefe], deixo, hoje, o principal instituto de inovação privado, auto-sustentado e sem fins lucrativos do Brasil para continuar cuidando de um monte de outros projetos: a Ikewai, o Porto Digital, vários startups, a instalação da Agência Recife de Inovação e Estratégia e começo, esta segunda, como professor [de inovação] da FGV Direito Rio. Mas SEMPRE serei C.E.S.A.R: não é porque você "sai" do C.E.S.A.R que o C.E.S.A.R sai de você...", declarou através da sua página no Facebook.

Silvio Meira foi um dos idealizadores do instituto. Ele ainda atuou como Diretor Presidente em 2002 e logo depois assumiu o cargo de Cientista Chefe, passando a ser “responsável por descobrir perguntas (ao invés de arranjar respostas) e inovação em geral”, como detalhou.

Com a mudança, o Diretor Presidente do CESAR, Fábio Silva, passa a assumir as funções de Cientista Chefe. “O processo dessa transição aconteceu naturalmente. 

A mudança vai gerar uma nova forma de Silvio colaborar com o C.E.S.A.R, pois, como assessor, ajudará de forma mais efetiva no detalhamento e implementação dos planos estratégicos da organização. Além disso, levar as funções inerentes ao cargo de Cientista Chefe à presidência é muito importante para as estratégias futuras do C.E.S.A.R e reforça a importância destas funções para a organização”, afirma Fábio.

Fonte: Diário de Pernambuco

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

R8 Tecnologia - Empresa de Surubinense cria APP para as campanhas de Paulo Câmara e Eduardo Campos

Clique40: Foto: Divulgação:
Através do aplicativo, os internautas podem compartilhar seu apoio a Eduardo e Paulo onde estiver. São várias molduras exclusivas com mensagens e ícones da campanha para escolher e compartilhar em todas as redes sociais.

Clique40:



Insta40:



A R8 Tecnologia é uma empresa especializada no desenvolvimento de aplicativos para os dispositivos móveis, smartphones e tablets.

Leonardo Monteiro, Surubinense e
sócio proprietário da R8 Tecnologia.
Foto: Facebook.
Leonardo Monteiro tem graduação e mestrado em Ciência da Computação pela UFPE, foi gerente de projeto de software nas empresas Educandus e BisaWeb, faz parte do grupo de empreendedores com formação no Empretec.

Além de ser sócio na R8 Tecnologia, Monteiro criou também a Effektive Solutions e se associou à DonaBanca, site de compra coletiva voltada pro público feminino.

Por Leonardo: Produzimos aplicativos que atendam aos objetivos dos nosso clientes, integrados às suas estratégias de comunicação e marketing. Desenvolvemos aplicativos únicos para a empresas, seja qual for o segmento de mercado. Os aplicativos mobile são uma excelente solução para ganhar share of mind. A vantagem dos Apps em relação à publicidade online é o tempo que o usuário permanece em contato com a marca, consideravelmente maior em relação à site. Além disso, pode-se agregar à imagem da empresa experiências agradáveis fornecidas pelos Apps, que fixam na mente do público as sensações positivas geradas por essa inovadora forma de se comunicar. 




quinta-feira, 31 de julho de 2014

Operadora de cartão de crédito não pode cobrar taxa de juros maior que afixada pelo mercado - Dicas Jurídicas

O Escritório Barbosa de Souza Advogados Associados conta com 40 anos de existência e tem em seu quadro de advogados os doutores José Barbosa de Souza, Joaquim Avelino de Souza Neto e Diego Henrique de Arruda Santos, com larga experiência nas diversas especialidades jurídicas, além de uma equipe administrativa competente. Através de parceria com o Blog Negócios e Informes estaremos publicando dicas para o empreendedor.


Dicas Jurídicas. Foto: Escritório Barbosa de Souza Advogados Associados.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Google abrirá em São Paulo campus dedicado ao startups

Google. Crédito: Reprodução/Internet
O Google anunciou nesta segunda-feira (21) que vai abrir um espaço para novas startups brasileiras. O Google Campus será instalado em São Paulo. Vai funcionar dentro do projeto Google for Entrepreneurs como os similares de Londres (Inglaterra), Tel Aviv (Israel) e Varsóvia (Polônia).

“O país já abriga startups incríveis, como EasyTaxi, ContaAzul, GetNinjas e KeKanto, e estamos confiantes que o Campus São Paulo dará apoio e ajudará a fomentar a próxima geração de grandes empreendedores brasileiros”, destacou a empresa em um post publicado no próprio blog.
O Google Campus vai oferecer opções de escritório colaborativo e treinamento para as startups inscritas. Curtiu? Está pensando em abrir uma empresa lá em Sampa? Calma. Os detalhes sobre as inscrições das startups só devem ser divulgados nos próximos meses. O que é certo, por enquanto, é que os trabalhos serão iniciados em 2015.
Fonte: Diário de Pernambuco

domingo, 22 de junho de 2014

O que significa ser empreendedor?

Afinal, o que significa ser empreendedor? Apesar de ter certa relação, é um pouco simplista associar o empreendedor somente a “ter um negócio próprio”. Muito mais do que uma profissão, ser empreendedor é um estilo de vida, um comportamento.

Por exemplo, um funcionário público que vai além das suas obrigações para entregar um serviço de qualidade não pode ser considerado um empreendedor? Eu considero que sim!


Fazendo então essa separação entre empreender e ter um negócio próprio, vale a pena considerar outro conceito normalmente associado ao empreendedorismo: a inovação.

Apesar da relação muito próxima entre as duas palavras, inovação ainda é um conceito muito amplo. Simplesmente inventar coisas novas pode ser considerado como um comportamento inovador? Particularmente, acredito que não.

Mais do que simplesmente ser algo inédito, a inovação precisa trazer alguma utilidade para o dia-a-dia de quem a usa. Completando a relação do empreendedorismo com outros conceitos, temos a ideia de que o empreendedor é o chefe, aquele que manda e os outros obedecem.

Novamente, apesar do fundo de verdade, empreender tem muito mais a ver com aproveitar o talento das pessoas para ir cada vez mais longe, não simplesmente "dar ordens". Nesse aspecto, o empreendedor está mais ligado à figura de um líder do que ao de um chefe.

Completando então essa análise desses três conceitos, segue minha definição favorita, criada pelo Babson College: "Empreendedorismo é uma forma de pensar em agir, guiada por visão holística e liderança, focada em agregar valor". E para você, o que significa ser empreendedor?

Millor Machado é empreendedor, sócio-fundador da rede social Empreendemia e escreve no blog Saia do Lugar

Fonte
Revista Exame

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