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terça-feira, 25 de agosto de 2020

Trabalho temporário cresce e abre 1 milhão de vagas com mercado instável

Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil
O trabalhador temporário é aquele contratado por meio de uma agência para atender necessidades pontuais

Enquanto o emprego formal patina em meio à crise econômica causada pela pandemia, o trabalho temporário dá sinais de força. Levantamento da Asserttem (Associação Brasileira do Trabalho Temporário) junto às empresas do setor estima que 1 milhão de vagas temporárias tenham sido preenchidas no primeiro semestre deste ano. Trata-se uma alta de 47% em relação à igual período do ano passado. 

Em alguns segmentos, a demanda por esse tipo de contrato praticamente dobrou. Logística, alimentação, varejo, saúde, agronegócio e o setor farmacêutico são os que mais abriram posições. As agências apostam ainda em um aumento médio de 28% no volume total de vagas temporária em 2020, na comparação com 2019.

A crise sanitária, que deixou um saldo negativo de 1,2 milhão de vagas formais no primeiro semestre, de certa forma, avaliam especialistas, criou as condições para o avanço do contrato temporário. "Alguns clientes tiveram de reduzir drasticamente seus quadros permanentes no início da pandemia. Com a retomada de algumas operações, optaram por temporários devido ao cenário de instabilidade econômica", afirma Vânia Montenegro, diretora de serviços de RH da Employer.

O trabalhador temporário é aquele contratado por meio de uma agência e para atender necessidades pontuais, como substituição de pessoal ou demanda extraordinária -e a pandemia trouxe as duas situações.
Marcos de Abreu, presidente da Asserttem, diz que setores como a indústria de alimentos já tinha uma previsão de contratação no decorrer do ano, mas que o aumento do consumo e o volume de licenças médicas intensificou a necessidade por mão de obra.

"Há alguns picos de contratação no ano, como Dia das Mães, Natal, por exemplo. São eventos pontuais, nunca é tão volumoso assim", afirma Abreu, para quem o crescimento está ligado à flexibilidade da contratação.
Para o trabalhador, a principal diferença em relação ao contrato convencional regido pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) é que, ao ser demitido, não terá direito à multa de 40% sobre o saldo do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) ou acesso ao seguro-desemprego.

Os contratos não precisam ter prazo estipulado, mas valem por até 180 dias. Se a empresa puder provar que ainda precisa desse funcionário, a lei prevê que ele ainda pode continuar por outros 90 dias, somando um período máximo de nove meses na empresa. Por outro lado, se a tal demanda extraordinária se encerrar antes, a demissão fica muito mais simples para a empresa, que só precisa pagar os dias de trabalho e as férias proporcionais.

Essa rapidez na desmobilização da mão de obra também é um atrativo desse tipo de contrato, afirma Toni Camargo, diretor da Randstad.

Nos setores que puxaram a necessidade de mão de obra temporária, como os de saúde e farmacêutico, e também segmentos ligados ao consumo, como alimentos e compras online, a Randstad registrou um aumento de 97% na demanda por contratações. Camargo acredita que a procura pelo contrato temporário atravesse o ano e dure até, pelo menos, o segundo trimestre do ano que vem. "Neste momento, as empresas têm dúvidas quanto à contratação de mão de obra efetiva. É uma tendência que deve perdurar também logo que houver a retomada, como uma opção melhor", afirma. Para Camargo, o momento de dúvidas quanto à força da atividade economia favorece o contrato mais flexível. Há ambiente também para demissões. Para continuar lendo, clique AQUI!

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Home office foi adotado por 46% das empresas durante a pandemia

Home office - Foto: Pixabay
O trabalho em casa foi estratégia adotada por 46% das empresas durante a pandemia, segundo a Pesquisa Gestão de Pessoas na Crise Covid-19. O estudo elaborado pela Fundação Instituto de Administração (FIA) coletou, em abril, dados de 139 pequenas, médias e grandes empresas que atuam em todo o Brasil.

O percentual de companhias que adotou o teletrabalho durante a quarentena foi maior no ramo de serviços hospitalares (53%) e na indústria (47%). Entre as grandes empresas, o índice das que colocaram os funcionários em regime de home office ficou em 55% e em 31%, entre as pequenas. Um terço do total das empresas (33%) disse que adotou um sistema parcial de trabalho em casa, valendo apenas em alguns dias da semana.

De acordo com o estudo, 41% dos funcionários das empresas foram colocados em regime de home office, quase todos os que teriam a possibilidade de trabalhar a distância, que somavam 46% do total dos quadros. No setor de comércio e serviços, 57,5% dos empregados passaram para o teletrabalho, nas pequenas empresas o percentual ficou em 52%.

Outra estratégia que teve destaque entre as empresas foi a antecipação de férias, adotada por 46% das companhias, com maior adesão das grandes (51%) e do setor de serviços hospitalares (80%). A redução da carga de trabalho com redução de salário foi usada por 23% das empresas e 12% disseram que tiveram que demitir durante a pandemia.

Dificuldades
O estudo aponta que 67% das companhias relataram dificuldades em implantar o sistema de home office.

A familiaridade com as ferramentas de comunicação foi apontada como obstáculo por 34% das empresas, assim como o comportamento dos funcionários ao acessarem os ambientes virtuais (34%). A atuação das áreas de tecnologia da informação foi um ponto levantado como dificuldade por 28% das empresas.

Poucas empresas ofereceram suporte material aos funcionários para implantação do teletrabalho: 9% ajudaram nos custos de internet e 7%, nos custos com telefone.

Após a pandemia
Apesar das dificuldades, 50% das empresas disseram que a experiência com o teletrabalho superou as expectativas e 44% afirmam que o resultado ficou dentro do esperado. No entanto, pouco mais de um terço (36%) disse que não pretende manter o trabalho a distância após o fim da pandemia. Um percentual semelhante (34%) tem a intenção de continuar com o teletrabalho para até 25% do quadro. O restante (29%) quer manter o home office para pelo menos 50% do quadro ou até todos os funcionários.

Por Agência Brasil

quarta-feira, 24 de junho de 2020

Pandemia dificulta acesso de 1,5 milhão de pernambucanos ao mercado

Foto: Reprodução/Vinícius Magalhães
Cerca de 1,2 milhão de pessoas fora da força de trabalho, ou seja, que não estavam trabalhando nem procuravam por trabalho, em Pernambuco, gostariam de trabalhar em maio, mas não conseguiram procurar emprego por causa da pandemia da Covid-19 ou por falta de oportunidade na região em que vivem.

Nesse mesmo período, outros 382 mil trabalhadores estavam desempregados e buscaram ativamente um emprego, mas não encontraram, levando a taxa de desocupação no Estado a 10,5%. Isso significa que mais de 1,5 milhão de pessoas tiveram o acesso dificultado ao mercado de trabalho no mês passado por conta da pandemia. Este número é quase a população inteira do Recife, que tem 1,6 milhão de habitantes.

Esses dados são os primeiros resultados da PNAD Covid-19 por estados, divulgada nesta quarta-feira (24), pelo IBGE. O levantamento é uma versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), realizada com o apoio do Ministério da Saúde, para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal e também identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho. 

Em maio, o IBGE estima que 3,2 milhões de pessoas estavam ocupadas no Estado, embora 7,6 milhões estivessem em idade para trabalhar. Em Pernambuco, 3,6 milhões estiveram na força de trabalho no mês passado, somando pessoas ocupadas e desocupadas, enquanto aproximadamente 4 milhões de pessoas estavam fora da força de trabalho por alguma razão. 

Entre as 3,2 milhões de pessoas ocupadas no mês passado em Pernambuco, 947 mil estavam temporariamente afastadas do trabalho (em quarentena ou férias coletivas) devido ao distanciamento social, o que representava 28,8% do total de empregados, bem maior do que a média nacional, de 18,6%. No Nordeste, esta proporção é de 26,6%, chegando a cinco milhões de pessoas. Ainda entre os ocupados, a PNAD Covid-19 mostra que 285 mil pessoas trabalharam de forma remota no mês de maio no Estado. Isso representa 13% da população ocupada e não afastada do trabalho em virtude da pandemia. 

Entre as pessoas ocupadas e afastadas do trabalho, seja ou não por conta da pandemia, 620 mil (57,8%) deixaram de receber remuneração em maio. Entre os trabalhadores ocupados e afastados que ainda estavam recebendo vencimentos, 40,4% do total tiveram rendimentos menores do que o habitual no mês passado.

A pesquisa também detectou o recebimento do auxílio emergencial entre os domicílios pernambucanos: 51% dos lares pernambucanos receberam o benefício durante a pandemia, acima da média nacional, de 38,7%, mas ainda abaixo da média nordestina, de 54,8%. O valor médio do rendimento do auxílio em Pernambuco é de R$ 869, semelhante à média nacional, que foi de R$ 847. 

Além disso, a pesquisa mostra que Pernambuco, no mês de maio, somava 1,4 milhão de trabalhadores na informalidade, em uma taxa que chega a 43% da força de trabalho ocupada. Os informais são os empregados do setor privado sem carteira; trabalhadores domésticos sem carteira; empregados que não contribuem para o INSS; trabalhadores por conta própria que não contribuem para o INSS; e trabalhadores não remunerados em ajuda a morador do domicílio ou parente. Continue lendo, clique AQUI!

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Microlins de Surubim abre 200 vagas para cursos gratuitos de Técnicas em Vendas e Inglês

Imagem: Divulgação/Reprodução
A Microlins de Surubim está oferecendo um treinamento nas áreas de vendas e inglês para jovens dos 17 aos 21 anos de idade. Ao todo são 200 vagas. Para se inscrever, é necessário ter a idade exigida, RG, CPF, residir em Surubim ou nas cidades próximas da região e confirmar a inscrição de 07 a 14/12. A inscrição é efetuada mediante a doação de 2 kilos de alimento, um brinquedo ou o pagamento de R$ 10.

O curso oferecido será totalmente gratuito, sendo exigido apenas 100% de frequência e o valor da inscrição, informa a Microlins. As aulas acontecerão na escola Microlins, situada na Rua Estácio Coimbra, N.º 179, 1.º andar, próximo ao Supermercado Pague Menos. “Essa ação visa o crescimento no mercado e a procura por pessoas qualificadas nas áreas de vendas, atendimento e recepção para as vagas de fim de ano, além de proporcionar um Natal mais feliz às famílias carentes”, explica a Microlins Surubim, através de nota, distribuída à imprensa.

Do Correio do Agreste

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Pretos ou pardos têm rendimentos menores do que brancos em Pernambuco

No ano passado, 16,1% das pessoas estavam desocupadas,
sendo 13,1% brancas e 17,5%, pretas ou pardas.
(Foto: Marcos Santos/USP Imagens)
A falta de oportunidades leva a uma desigualdade social em Pernambuco. Pretos e pardos despontam com menos oportunidades de formação escolar e, consequentemente, o resultado acaba reverberando nas oportunidades profissionais, de rendimento e condições de moradia. No mercado de trabalho do estado, desemprego e a subutilização atingem mais a população preta ou parda. No ano passado, 16,1% das pessoas estavam desocupadas, sendo 13,1% brancas e 17,5%, pretas ou pardas. Além disso, 32,2% da força de trabalho do estado estava subutilizada, sendo que 29,2% se autodeclararam brancos e 34,2%, pretos ou pardos. Os dados são do estudo Desigualdades sociais por cor ou raça no Brasil, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para Fernanda Estelita, gerente de Planejamento e Gestão do IBGE em Pernambuco, todo o círculo é sintomático por conta da questão de oportunidade de formação. "As oportunidades vêm através da educação e ainda vemos que elas são menores para os pretos e pardos, o que acaba reverberando no mercado de trabalho, nos rendimentos e na moradia. Em Pernambuco, 58,9% dos alunos do nono ano, que estão na faixa dos 14 anos, estão em escolas situadas em áreas de risco. Entre os brancos, são 50,7% e sobe para 62,6% entre pretos e pardos. Se começa com dificuldade de acesso à escola, isso influencia nas condições de oportunidades", explica.

Além das oportunidades de empregos, as desigualdades sociais também refletem nos rendimentos em Pernambuco. As pessoas ocupadas com idade de 14 ou mais anos tiveram rendimento médio real habitual do trabalho principal de R$ 1.529. Desse valor, os brancos receberam R$ 1.865 e os pretos os pardos R$ 1.356, em média. O valor médio na ocupação formal foi de R$ 2.165, sendo R$ 2.559 para brancos e R$ 1.936 para pretos ou pardos. Já a média de rendimentos para ocupações informais foi de R$ 909, sendo R$ 1.081 para brancos e R$ 831 para negros.

Na distinção por sexo, em Pernambuco, os homens brancos ganharam R$ 1.096, contra R$ 744 dos homens pretos ou pardos. Já as mulheres brancas receberam R$ 1.116, enquanto as negras e pardas tiveram rendimento, em média, de R$ 727. Na proporção, os homens pardos ganharam 67,8% dos homens brancos. Já as mulheres brancas receberam um pouco mais do que os homens brancos, a uma razão de 108,8%. Já as mulheres pretas ou pardas tiveram rendimento de 66,3% dos homens brancos.

Os rendimentos mais baixos para pretos e pardos também acabam refletindo nas condições de moradia. No Recife, 22,8% da população mora nos aglomerados subnormais, ou seja, em assentamentos urbanos de ocupação irregular conhecidos como favelas, invasões, comunidades, palafitas e similares. Desse percentual, 27,9% dos pretos e pardos vivem nesses locais, contra 16% de brancos. "Se não tem acesso a um trabalho digno, não consegue morar em um local digno. E, no contexto geral, se não frear essa disparidade, a distância vai aumentar", conclui Fernanda Estelita.

Do Diario de PE

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

CIEE oferece preparação gratuita para o mercado de trabalho em Limoeiro

Moradores do município de Limoeiro com idade entre 15 e 29 anos podem participar do Programa de Qualificação Gratuita de Jovens e Adultos do Centro Integrado Empresa Escola (CIEE). A iniciativa vem sendo mantida através de parcerias com as prefeituras e objetiva auxiliar a entrada no mercado de trabalho.

As inscrições ocorrerão no período de 27 a 30 de agosto, das 8h às 13h, na secretaria municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, na Avenida Santo Antônio (em frente à Caixa Econômica Federal), no Centro. No momento da inscrição deverão ser apresentados documentos pessoais e comprovante de residência, além de responder um breve questionamento social.

A capacitação ajuda desde a elaboração do currículo, passando pelo decisivo momento da entrevista, chegando à comunicação e comportamento dentro da empresa. Além da formação e preparação para o mercado de trabalho, o programa também busca oportunidades de estágio para jovens e adultos.

As aulas estão previstas para começar no dia 13 de setembro, na Faculdade de Ciências Aplicadas de Limoeiro (FACAL). Os participantes podem escolher dois horários: 8h as 10 e 13h às 15h. Os cursos disponíveis são: Trabalho em Equipe; Marketing Pessoal;; Currículo sem Segredo; Entrevista; Comportamento e Postura; Etapas de um Processos Seletivo; Desenvolvimento a Expressão Verbal; Informática Básica; Administração do Tempo.

Do Blog do Agreste

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Trabalho por conta própria alcança recorde de 24,141 milhões de pessoas, diz IBGE

Foto: Pixabay
O trabalho por conta própria alcançou um contingente recorde de 24,141 milhões de brasileiros no trimestre encerrado em junho, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em apenas um ano, o trabalho por conta própria ganhou a adesão de 1,156 milhão de pessoas. Em um trimestre, foram 391 mil trabalhadores a mais nessa condição.

O trabalho sem carteira assinada no setor privado também cresceu para um recorde de 11,500 milhões de ocupados nessa situação. O emprego sem carteira no setor privado aumentou em 565 mil vagas em um ano. Em um trimestre, foram 376 mil trabalhadores a mais.

A população ocupada totalizou 93,342 milhões de trabalhadores no trimestre encerrado em junho. O mercado de trabalho abriu 294 mil vagas com carteira assinada no setor privado em relação ao trimestre terminado em março. Na comparação com o trimestre encerrado em junho de 2018, foram criados 450 mil vagas formais no setor privado.

O setor público abriu 299 mil vagas em um trimestre. O trabalho doméstico absorveu mais 147 mil pessoas em um trimestre.

Setores

Ainda segundo o IBGE, a indústria brasileira contratou 319 mil trabalhadores em apenas um trimestre.

Na passagem do trimestre terminado em março para o trimestre encerrado em junho, houve contratações também nas atividades de outros serviços (150 mil ocupados), agricultura (233 mil), transporte (72 mil), construção (87 mil), informação, comunicação e atividades financeiras (42 mil), serviços domésticos (151 mil) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (469 mil).

Segundo Adriana Beringuy, analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE, a expressiva geração de vagas da atividade de administração pública, saúde e educação é puxada por contratações de prefeituras, especialmente de profissionais que atuam em creches.

Por outro lado, houve demissões em alojamento e alimentação (-7 mil) e no comércio (-11 mil).

Da Agência Estado

sábado, 20 de julho de 2019

Curso de bolos e tortas é encerrado na CDL Surubim

Imagens: Divulgação/Reprodução
A Câmara de Dirigentes Lojistas de Surubim, em parceria com o Senac/PE e Sebrae/PE, realizou na noite desta sexta-feira (19), o encerramento do curso de bolos e tortas. O curso capacitou mais de quarenta pessoas para o mercado de trabalho, com duração de 20 horas e ministradas pela consultora Daniele Nunes, no auditório da CDL. 

Saiba mais:

O segmento de bolos e tortas é um tipo de negócio que está diretamente relacionado a momentos de alegria, prazer e comemorações, que podem ser traduzidos em sabores variados para atender ao gosto de cada cliente. A procura por tais produtos tem tido um aumento considerável nos últimos anos devido, principalmente, ao crescimento da renda da população brasileira. Como em vários negócios, nesse a criatividade é uma poderosa alavanca.







terça-feira, 18 de junho de 2019

CDL Surubim abre inscrições para Curso de Bolos e Tortas

Imagem: Divulgação/Reprodução
Atendendo a demanda do segmento de Confeitaria de Surubim e região, que vem ganhando importância e espaço no mercado gastronômico. A Câmara de Dirigentes Lojistas de Surubim (CDL Surubim) em parceria com o SEBRAE e SENAC está com inscrições abertas para curso de Bolos e Tortas. Ótima oportunidade quem deseja se qualificar e empreender na área. O conteúdo programático está disponível na imagem (divulgação)

Serão formadas duas turmas: turma 1: tarde e turma 2: noite. As aulas serão ministradas pela consultora Danielle Nunes no turno da noite, das 18h às 22h, com início a partir do dia 15 e término no dia 19 de julho. O investimento será de R$120,00 para associado da CDL e para não associado R$150,00. Vagas limitadas.

Mais informações e inscrições podem ser adquiridas / realizadas na sede da CDL Surubim, que fica localizada na Avenida Agamenon Magalhães, 272, Centro. Fones (81) 3634.1607 / 3634.1608.

Da ASCOM CDL

sexta-feira, 31 de maio de 2019

"Mercado de Trabalho 4.0 e Profissões do Futuro: Você está preparado?" será tema de Palestra na Faculdade Duarte Coelho, em Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução
A chegada da quarta revolução industrial, conhecida como Indústria 4.0, tem transformado o mercado de trabalho em todo o mundo. As profissões, que anteriormente demandavam muita necessidade operacional, evoluíram. Hoje, muito mais que saber operar uma máquina, é necessário formar trabalhadores que saibam identificar erros, tenham pensamento crítico e utilizem mais a mente do que as mãos.

No próximo dia 11/06, acontece na Faculdade Duarte Coelho, em Surubim, palestra com o tema: "Mercado de Trabalho 4.0 e Profissões do Futuro: Você está preparado?"

Palestrante: Eliabe Serafim. Profissional Nexialista na área do Capital Humano. Experiência com mais de 30 anos em vários segmentos empresariais.
O público alvo será empresários, além do público em geral. Para participar é necessário fazer inscrição através do link: https://www.sympla.com.br/i-encontro-do-grh-surubim__544800 . 

Pode levar 02Kg de alimentos não perecíveis no dia do evento. Direito a certificado de participação
digital.  Confira o convite:

Olá,
As novas tendências tecnológicas têm crescido a cada momento você tem acompanhado essa evolução e mudanças de profissões no mercado de trabalho? Aguardamos a sua presença nesse 1° Encontro com Gestores, Profissionais e Estudantes de todas as áreas na Faculdade Duarte Coelho.

Inscreva-se já clicando no link abaixo para garantir a sua vaga.

sábado, 11 de maio de 2019

Curso de doces e salgados é encerrado na CDL Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução
A Câmara de Dirigentes Lojistas de Surubim, em parceria com o Senac/PE e Sebrae/PE, realizou na noite desta sexta-feira (10), o encerramento do curso de doces e salgados. O curso capacitou aproximadamente trinta pessoas para o mercado de trabalho, com duração de 20 horas e ministradas pela consultora Daniele Nunes, no auditório da CDL. 

A entrega contou com a presença do Coordenador de Cursos do Senac, Hugo Santiago, do vice-presidente da CDL, Ilário Pio. Em suas palavras, Ilário, representando a presidente Roberta Aguiar, destacou a importância da capacitação, principalmente no cenário econômico competitivo. "Fiquei surpreso com as duas turmas contagiadas no curso. Reforço o papel das instituições envolvidas na realização desse curso. Fico feliz por estarmos capacitando vocês e fortalecendo nosso comércio, pois é muito importante não apenas para o município de Surubim, como também cidades vizinhas, pois temos tem alunos da região. Aproveito para sugerir que o aprendizado deve ser compartilhado por vocês e que façam parcerias entre os colegas para futuras oportunidades."

Para uma das alunas participantes, Daniella Moura, o curso foi excelente. "Foi uma semana de muito aprendizado junto com a professora Daniele. O curso foi surpreendente e convido as pessoas para que venham participar dos próximos. De repente, ter oportunidade de empreender em Surubim. Agradeço ao Sebrae, Senac e CDL Surubim pela oportunidade de ter participado." Finalizou a aluna.

A consultora Daniele deixou seus agradecimentos: Pessoal, o sentimento dessa semana é pura GRATIDÃO, são tantos sacrifícios que fazemos na vida, diante de tanto carinho que recebo de vocês, a cada turma nova, reforça a certeza que estou no caminho certíssimo. Amo está em sala de aula e com essas turmas de Surubim, foi ótimo. Muito obrigada.”

Confira mais imagens na fan page, clique no link: www.facebook.com/cdlsurubimpe

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Inscrições para EAD Pernambuco abertas até quarta-feira (27), vagas disponíveis para ETE Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução


O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Educação e Esportes, abre inscrições para o processo de ingresso em cursos técnicos no Estado na última terça-feira (19). Os nove cursos ofertados são na modalidade EAD (educação à distância); semipresencial; e profuncionário (para profissionais da Educação).

Podem participar qualquer pessoa que já tenha concluído o Ensino Médio ou estudantes do 2° ou 3º ano desta etapa de ensino.


Para realizar a inscrição, que segue até o dia 27 de fevereiro, é necessário que os candidatos realizem o cadastro no site da Secretaria de Educação e Esportes, através do banner de Escola Técnica Estadual (ETE), na página inicial. Em seguida, todos vão receber um e-mail, onde devem complementar as informações da pré-matrícula, além de submeter de forma eletrônica a documentação exigida conforme o edital. Após realizar esses dois processos, os matriculados já podem iniciar as aulas, que começam entre 4 e 8 de março, a depender do curso escolhido.

Estão sendo ofertados os seguintes cursos: Administração; Biblioteconomia; Desenvolvimento de Sistemas; Design de Interiores; Logística; Multimeios Didáticos; Recursos Humanos; Secretaria Escolar; e Segurança do Trabalho.

Os cursos nas modalidades EAD e profuncionário são totalmente a distância com provas presenciais no final do semestre realizadas em escolas da Rede Estadual distribuídas em 60 municípios de Pernambuco (lista no final da matéria). A modalidade semipresencial, além de contar com provas realizadas no final do módulo, possui no cronograma encontros presenciais semanais.


“A gente frisa que este não é um processo seletivo, mas de ingresso de estudantes. Todos os inscritos e devidamente matriculados começam o curso sem a necessidade de realizar provas. Pernambuco é o primeiro estado do país a ofertar vagas em curso técnico de nível médio de forma universal, e o nosso compromisso é atender a todos os interessados”, reforça Maria Medeiros, secretária executiva de Educação Integral e Profissional.


Mais informações, podem ser obtidas na ETE Surubim, que fica localizada na Rua Antônio Heráclio do Rego S/N, Centro. Próx. ao Parque de Exposição de Animais de Surubim-PE. Mais informações (81) 3624-2510.


Do Governo de PE com a Redação (Negócios & Informes)



sábado, 29 de setembro de 2018

Curso de Técnicas de Confeitaria é encerrado na CDL Surubim

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Surubim, em parceria com o Senac/PE e Sebrae/PE, realizou na noite desta sexta-feira (28), o encerramento do curso de aperfeiçoamento em técnicas de confeitaria básica. O curso capacitou catorze alunas para o mercado de trabalho, com duração de 20 horas e ministradas pela consultora Danielle Nunes, no auditório da CDL Surubim. Confira mais imagens na fan page, clique no link: www.facebook.com/cdlsurubimpe



quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Oferta de emprego temporário na indústria cresce 10% até o fim do ano

Até o fim do ano devem ser abertas mais de 400 mil
vagas na indústria (foto: Mercedes Benz/Divulgação)
São Paulo — O mercado de trabalho para vagas temporárias vive duas situações distintas neste ano. Enquanto vai crescer 10% no setor industrial até o Natal, na comparação com igual período de 2017, segundo cálculos da Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem), deve encolher 1,7% no varejo pelas projeções da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Um dos motivos para esse aparente conflito é o reaquecimento de setores importantes da indústria, especialmente os segmentos farmacêutico, alimentar, químico e agroindustrial. Por isso, a Asserttem prevê o total de 434.429 novos postos de atividades temporárias entre setembro e dezembro de 2018, contra os 394.935 empregos no mesmo período relativo a 2017.

“Nos momentos de incertezas, a contratação temporária representa uma alternativa mais viável às indústrias, que precisam de condições para corresponder à demanda aquecida”, diz a presidente da entidade, Michelle Karine. “Nesses períodos, as empresas encontram dificuldades para investir em despesas fixas diante de receitas flutuantes.” Ela calcula que, em todos os setores produtivos do país, serão geradas quase 435 mil vagas.

O dado negativo no comércio não significa, no entanto, que o setor vai de mal a pior. O economista-chefe da CNC, Fábio Bentes, avalia que a atividade ainda sofre os efeitos da greve dos caminhoneiros no fim de maio, que geraram dificuldades nas vendas e reposição de estoques. Para ele, os pequenos empresários estão mais receosos e evitando contrair gastos com o recrutamento de temporários neste momento.

Ainda há, porém, tempo suficiente de reverter esse resultado. Embora o Natal seja a data principal do calendário para o comércio, seguido pelo Dia das Mães e a Páscoa, o pico de contratações nas lojas ocorre no mês de novembro. O número previsto para este fim de ano fica mais representativo se comparado a 2016, quando foram geradas 355.322 oportunidades. Nesse caso, a alta é de 22%, mas ainda longe de alcançar o número constatado no fim de 2014: 490.435 pessoas retornaram ao mercado de trabalho, antes de a crise se intensificar e deixar consequências históricas, como desemprego, estagnação econômica e baixo consumo.

“Quando o mercado de trabalho começa a dar sinais de alta, é o segmento de vagas temporárias que demonstrara os primeiros indícios da retomada”, diz Marcos Vendite, economista pela Fundação Getúlio Vagas (FGV). “Como existe um horizonte positivo para o mercado de trabalho no próximo ano, com a definição de um novo governo e diante da necessidade de se promover o crescimento do PIB, as com contratações devem voltar a crescer de forma generalizada.”

De acordo com Karine, da Asserttem, o grande diferencial do trabalho temporário é que se trata de um modelo mais viável para que a demanda seja compatível, flexível e de rápida mobilização de mão de obra. A executiva destaca que esse tipo de admissão é uma modalidade que mantém prazo flexível na legislação trabalhista e atende eficientemente às necessidades transitórias.

“Recentemente, houve atualizações importantes, como ampliação no prazo do contrato provisório, de 90 para até 180 dias, e agora é possível prorrogá-lo por mais três meses, caso perdure a necessidade”, destaca a executiva, citando que, além da indústria, responsável pelo reaquecimento das contratações temporárias, a modernização da Lei nº 6019/74, em vigor desde abril de 2017, trouxe crescimento na geração desse tipo de vagas.

Não faltam exemplos para demonstrar o início do ciclo de contratação temporária neste ano. No cearense Beach Park, por exemplo, 82 dos 351 funcionários contratados para suprir as necessidades dos turistas foram efetivados em agosto, um crescimento de 5% em relação ao ano passado.

Entre os cargos que tiveram mais colaboradores efetivados estão o de atendente de alimentos e bebidas, além de auxiliar de serviços gerais. Os cargos integram o núcleo de gastronomia do empreendimento. A coordenadora de Recursos Humanos do parque aquático, Selma Freitas, comenta que esse número reflete o empenho dos novos funcionários em compor o quadro fixo da empresa — que recebeu pela segunda vez consecutiva, em 2017, o selo de Great Place To Work (GPTW). O certificado é concedido às melhores empresas para se trabalhar no país. 

A rede varejista Armarinhos Fernando também já iniciou sua procura por funcionários temporários. “O Natal é a principal data para a rede e cerca de 30% dos consumidores vêm de outras regiões e estados para aquecer as vendas”, diz o gerente-geral Ondamar Ferreira “Apenas a nossa loja matriz em São Paulo já precisou contratar 15 novos atendentes”, afirma.


Onde estão as vagas temporárias
(Estado, participação no total de vagas geradas neste ano e número de postos de trabalho)

São Paulo
67,27% |  292,2 mil

Paraná
7,41% |  32,1 mil

Rio de Janeiro
5,89% |  25,5 mil

Amazonas
4,42% |  19,2 mil

Minas Gerais
3,76% |  16,3 mil

Fonte: Asserttem

domingo, 13 de maio de 2018

Prefeitura firma parceria com o SENAC para oferta de cursos profissionalizantes em Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução
Procurando oferecer formação e oportunidades no mercado de trabalho, a Prefeitura de Surubim, através da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, em parceria com o SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), está disponibilizando cursos profissionalizantes gratuitos para a população. Os cursos serão oferecidos exclusivamente para os beneficiários do Programa Bolsa Família e terão início a partir do dia 14 de maio, no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), localizado no bairro do Coqueiro, S/N, e no Curso Qualifica Surubim, no bairro São José. Entre eles estão corte e escova feminino, corte masculino, barba e maquiagem.

As inscrições deverão ser realizadas presencialmente na Secretaria de Assistência Social, situada na Rua Severino Clemente de Arruda, nº 374, Centro, Surubim. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Mais informações pelo telefone 3634-1460.

Da ASCOM SURUBIM

sábado, 21 de abril de 2018

Pernambuco tem pior saldo de demissões em março

Foto: Caio Gomez/CB/D.A Press
Pernambuco teve o pior saldo de empregos no mês de março de todo Brasil em relação a fevereiro deste ano. Aqui, o setor que mais fechou vagas foi a indústria de transformação, que corresponde a um saldo negativo de 8.432 cargos de trabalho, sendo que 8.321 vagas fechadas foram diretamente relacionadas à indústria de alimentos, bebidas e álcool. A agropecuária aparece como segundo setor que mais demitiu em março, com - 2.787 vagas. Já o segmento de serviços e a construção civil tiveram os melhores resultados em março no estado. O primeiro abriu 1.091 postos e o mercado imobiliário demandou mais 541 colocações. 

No Brasil, a corrente foi oposta e o país registrou um saldo positivo de 56.151 vagas criadas no mesmo período, um aumento de 0,15% em relação ao estoque de fevereiro. O resultado é decorrente de 1.340.153 admissões e de 1.284.002 desligamentos. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgado ontem.

O presidente da Federação das Indústrias de Pernambuco (FIEPE), Ricardo Essinger, explica que as demissões de março, tanto aquelas ligadas a indústria de alimentos, bebidas e álcool quanto às de agropecuária são resultado do final da safra do açúcar em Pernambuco. “Normalmente, a safra termina em fevereiro. Consequentemente, tem demissões em março. A perspectiva de abril também não é muito boa, não deveremos recuperar o mês que passou. Temos ainda uma indefinição do estaleiro, sem novas encomendas, vai parar. É um cenário preocupante”, afirma. Ele, porém, acredita que a recuperação da economia pernambucana deve vir com a construção civil, no segundo semestre.

O Caged apontou ainda que, das cinco regiões brasileiras, três apresentaram saldos positivos no emprego. O melhor desempenho foi no Sudeste, que teve um acréscimo de 46.635 postos. O Sul teve aumento de 21.091 vagas formais, seguido do Centro Oeste, que criou 2.264 novos postos. Os desempenhos negativos foram registrados no Norte (-231 postos) e no Nordeste (-13.608 postos). Já entre as unidades da federação, 15 estados e o Distrito Federal registraram variação positiva no saldo de empregos e 11 estados, variação negativa. Os maiores saldos de emprego ocorreram em São Paulo (+30.459), Minas Gerais ( 14.149), Rio Grande do Sul ( 12.667), Paraná ( 6.514), Goiás ( 5.312) e Bahia ( 4.151). No caso negativo, além de Pernambuco, os maiores saldos foram em Alagoas (-6.999), Mato Grosso (-3.018), Sergipe (-2.477), Pará (-787 empregos) e Mato Grosso do Sul (-646).

Brasil

Seis dos oito principais setores econômicos nacionais tiveram saldo positivo. O principal deles foi o de serviços, com a criação de 57.384 novos postos de trabalho, crescimento de 0,34% sobre o mês anterior. A indústria de transformação foi o segundo setor com melhores resultados ( 10.450 postos), um acréscimo de 0,14% sobre fevereiro. O terceiro melhor resultado ficou com a construção civil  ( 7.728 postos), seguido do setor da administração pública ( 3.660 postos), extrativa mineral ( 360 postos) e serviços industriais de utilidade pública ( 274 postos). 

Apenas dois setores apresentaram saldos negativos: agropecuária (-17.827 postos) e comércio (-5.878 postos). Vale ressaltar que, pela primeira vez, reflexos da reforma trabalhista puderam ser registrados no levantamento. Em março, na modalidade de trabalho intermitente, foram realizadas 4.002 admissões e 803 desligamentos, gerando saldo de 3.199 empregos. 

Do Diario de PE

segunda-feira, 26 de março de 2018

Brasil cria 61,1 mil empregos em fevereiro, 16% a mais do que em janeiro

Foto: Caio Gomez/CB/D.A Press
O mercado formal de trabalho brasileiro abriu 61.188 novos postos em fevereiro de 2018. O número é 0,16% superior ao de janeiro e também representa o melhor resultado para o mês desde 2016, e o segundo resultado positivo do ano, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. As oportunidades atuais são consequência de 1.274.965 admissões e 1.213.777 desligamentos. "Esses resultados confirmam a recuperação econômica e a retomada dos empregos. As medidas adotadas pelo governo foram acertadas e estamos otimistas que esses números se repetirão ao longo do ano", avalia o ministro interino do Trabalho, Helton Yomura.

Cinco dos oito principais setores econômicos tiveram saldo positivo. A alta foi puxada pelo setor de serviços, com a criação de 65.920 novos postos de trabalho (+0,39%), no confronto com mês anterior. A indústria de transformação ficou com o segundo melhor resultado ( 17.363 postos), acréscimo de 0,24% sobre janeiro. Seguidos de administração pública ( 9.553 postos), serviços industriais de utilidade pública ( 629 postos) e extrativa mineral ( 315 postos). Apenas três setores tiveram saldos negativos: comércio (-25.247 postos), agropecuária (-3.738 postos) e construção civil (-3.607 postos).

Das cinco regiões, quatro apresentaram saldos positivos no emprego, em fevereiro. O melhor desempenho foi no Sul ( 37.071 postos). Em seguida, o Sudeste ( 35.025), o Centro-Oeste ( 14.407), e o Norte ( 638). Somente o Nordeste (-25.953 postos) cortou vagas. Entre os Estados, 15 deles e o Distrito Federal registraram variação positiva no saldo de empregos e 11 estados, variação negativa. Os maiores saldos de emprego ocorreram em São Paulo ( 30.040 vagas), Santa Catarina ( 16.344), Rio Grande do Sul ( 13.024), Paraná ( 7.703), Minas Gerais ( 7.288) e Goiás ( 5.137). Os saldos negativos ocorreram em Alagoas (-10.698), Pernambuco (-7.381), Rio Grande do Norte (-3.570), Paraíba (-2.758), Rio de Janeiro (-2.750) e Sergipe (-931).

Do Correio Brasiliense

quinta-feira, 8 de março de 2018

SESI/PE estimula inserção feminina igualitária no mercado de trabalho no Agreste

Imagem: Divulgação/Reprodução
A participação feminina no mercado de trabalho ainda enfrenta uma série de barreiras e alguns dos principais são a desigualdade salarial e a ascensão na carreira. O levantamento Estatísticas de Gênero: Indicadores Sociais das Mulheres no Brasil, divulgado nesta terça-feira (07) pelo IBGE mostra que embora as brasileiras possuam nível de formação superior aos homens, elas ainda são minoria em cargos de liderança nas empresas. De acordo com a pesquisa, 37,8% dos cargos gerenciais no país são ocupados por mulheres e elas ainda ganham 3/4 do valor do salário pagos aos homens.

Apesar disso, é possível mudar esse cenário com medidas de reconhecimento e valorização da competência. Um exemplo disso, é o que é realizado pelo Serviço Social da Indústria de Pernambuco (Sesi/PE). Na empresa, 53% dos cargos são ocupados por mulheres. Elas também respondem por 60% dos cargos de liderança, incluindo de diretoria. Em Caruaru, um dos cargos de destaque da unidade, o de administradora escolar, que seria equivalente à diretoria escolar, é ocupado por Robervânia Cordeiro. Em Belo Jardim, a supervisora pedagógica, espécie de gerente escolar, é de Izabelle Araújo, além de muitos outros talentos que fazem o Sesi no Agreste.

Outro ponto relevante é que no Sesi/PE, homens e mulheres recebem o mesmo salário ao exercerem a mesma função. “Para nós o que conta é a competência e o talento, não o gênero. É esse o exemplo que desejamos deixar para o mercado”, afirma o superintendente da entidade, Nilo Simões.

Sensibilização - Para disseminar essa visão, o Sesi/PE vai realizar, nesta quinta-feira (8), eventos de comemoração ao Dia da Mulher em suas escolas, a maior rede de Educação particular do Estado, formada por 12 colégios, e palestras para jovens estudantes dos cursos técnicos do Senai Jaboatão sobre mulher: valores e empoderamento.

Umas dicas importantes para igualdade de oportunidades para mulheres no mercado de trabalho que são dadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) e praticadas pelo Sesi são:

1. LIDERANÇA: Estabelecer uma liderança corporativa de alto nível para a igualdade entre gêneros

2. IGUALDADE DE OPORTUNIDADE, INCLUSÃO E NÃO DISCRIMINAÇÃO: Tratar todos os homens e mulheres de forma justa no trabalho – respeitar e apoiar os direitos humanos e a não discriminação

3. SAÚDE, SEGURANÇA E FIM DA VIOLÊNCIA: Assegurar a saúde, a segurança e o bem estar de todos os trabalhadores e trabalhadoras

4. EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO: Promover a educação, a formação e o desenvolvimento profissional para as mulheres

5. DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL E PRÁTICAS DA CADEIA DE FORNECEDORES: Implementar o desenvolvimento empresarial e as práticas da cadeia de abastecimento e de marketing que empoderem as mulheres

6. LIDERANÇA COMUNITÁRIA E ENGAJAMENTO: Promover a igualdade através de iniciativas comunitárias e de defesa

7. ACOMPANHAMENTO, MEDIÇÃO E RESULTADO: Medir e publicar relatórios dos progressos para alcançar a igualdade entre gêneros.

Da Assessoria

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Otimismo | Consumo volta a subir neste carnaval

Para os que produzem fantasias, os tecidos também tiveram
 reajuste pequeno:  0,8%. Foto: Brenda Alcantara/DP
Com um cenário econômico bem menos adverso que o do mesmo período do ano passado, um mercado de trabalho mostrando melhoras, crédito mais barato e uma população mais confiante, o carnaval pernambucano deve registrar aumento de consumo. O otimismo vem de uma recuperação iniciada no início do segundo semestre de 2017. Quem garante é o Instituto Fecomércio/PE, que analisou o comportamento dos preços. Alguns itens se destacaram com reajustes inferiores aos demais. A cerveja por exemplo, produto muito consumido em períodos de festa, teve uma variação de apenas 0,6% nos últimos 12 meses, o que praticamente irá deixar o preço desse item igual ao do ano anterior.

Já os tecidos, que são procurados por quem deseja fazer fantasias, não mostrou uma alta considerável, com uma variação de 0,8%, em média, na Região Metropolitana do Recife. Segundo o economista e analista da Fecomércio Rafael Ramos, o cenário é mais positivo que o do mesmo período em 2017. “A população está voltando a consumir. No comércio, o ponto positivo vai para os supermercados e hipermercados, lojas de tecidos e vestuário, onde os itens que mantiveram os seus preços em relação ao ano passado são vendidos”, afirmou. Rafael atenta que esses produtos não tiveram um aumento, principalmente, pelo nível de estoque que ficou alto, já que as vendas não foram tão animadoras em 2017.

Além disso, outra queda importante foi em relação ao índice geral da inflação para 2017 na RMR, que foi de 3,3% no acumulado de 12 meses até dezembro, bem inferior aos últimos três anos. O grupo de bebidas e alimentos foi o responsável pelo impacto na queda do Índice Nacional de Preços do Consumidor Amplo (IPCA).

Mas, para este carnaval, nem tudo são flores. Os itens ligados à questão do transporte apontam que o folião pernambucano que usar carro de passeio para se deslocar até os locais da festa vai gastar um pouco a mais que o ano passado. “A gente tem uma gasolina bem mais cara que no ano anterior, com uma variação chegando a 12,6%”, afirmou Rafael.

De acordo com o economista, o momento é de procurar uma festa que caiba no bolso, sem extrapolar. “O carnaval caiu muito perto do final de janeiro, e muita gente está terminando as compras do material escolar e ainda pagando faturas pendentes. Então, o folião deve ter muito cuidado na hora de escolher o seu destino para as festas e com o que vai gastar”, alerta.

Do Diario de PE

domingo, 15 de janeiro de 2017

Faturamento da indústria cresce 4,5%

Foto: Toru Yamanaka/AFP
A indústria brasileira registrou aumento de 4,5% no faturamento real e de 0,7% nas horas trabalhadas em novembro na comparação com outubro. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (13), em Brasília, na pesquisa Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os dados são dessazonalizados, ou seja, ajustados para o período em que foram coletados.

Os indicadores relativos ao mercado de trabalho, no entanto, continuaram a observar queda. O indicador do emprego recuou 0,3% na comparação com outubro, enquanto a massa salarial real caiu 2,1% e o rendimento médio real, 1,5% para o mesmo período. A utilização da capacidade instalada ficou em 76,6%, apenas 0,1 ponto percentual acima do piso da série histórica.

Para a CNI, os números de novembro não sinalizam recuperação da atividade industrial. A entidade destacou na pesquisa que “a comparação anual dos indicadores continua a mostrar quedas expressivas”.

O faturamento real, por exemplo, recuou 9,9% e as horas trabalhadas caíram 5,5% em novembro de 2016 na comparação com o mesmo mês de 2015.

Da Agência Brasil 

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