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segunda-feira, 26 de março de 2018

Brasil cria 61,1 mil empregos em fevereiro, 16% a mais do que em janeiro

Foto: Caio Gomez/CB/D.A Press
O mercado formal de trabalho brasileiro abriu 61.188 novos postos em fevereiro de 2018. O número é 0,16% superior ao de janeiro e também representa o melhor resultado para o mês desde 2016, e o segundo resultado positivo do ano, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho. As oportunidades atuais são consequência de 1.274.965 admissões e 1.213.777 desligamentos. "Esses resultados confirmam a recuperação econômica e a retomada dos empregos. As medidas adotadas pelo governo foram acertadas e estamos otimistas que esses números se repetirão ao longo do ano", avalia o ministro interino do Trabalho, Helton Yomura.

Cinco dos oito principais setores econômicos tiveram saldo positivo. A alta foi puxada pelo setor de serviços, com a criação de 65.920 novos postos de trabalho (+0,39%), no confronto com mês anterior. A indústria de transformação ficou com o segundo melhor resultado ( 17.363 postos), acréscimo de 0,24% sobre janeiro. Seguidos de administração pública ( 9.553 postos), serviços industriais de utilidade pública ( 629 postos) e extrativa mineral ( 315 postos). Apenas três setores tiveram saldos negativos: comércio (-25.247 postos), agropecuária (-3.738 postos) e construção civil (-3.607 postos).

Das cinco regiões, quatro apresentaram saldos positivos no emprego, em fevereiro. O melhor desempenho foi no Sul ( 37.071 postos). Em seguida, o Sudeste ( 35.025), o Centro-Oeste ( 14.407), e o Norte ( 638). Somente o Nordeste (-25.953 postos) cortou vagas. Entre os Estados, 15 deles e o Distrito Federal registraram variação positiva no saldo de empregos e 11 estados, variação negativa. Os maiores saldos de emprego ocorreram em São Paulo ( 30.040 vagas), Santa Catarina ( 16.344), Rio Grande do Sul ( 13.024), Paraná ( 7.703), Minas Gerais ( 7.288) e Goiás ( 5.137). Os saldos negativos ocorreram em Alagoas (-10.698), Pernambuco (-7.381), Rio Grande do Norte (-3.570), Paraíba (-2.758), Rio de Janeiro (-2.750) e Sergipe (-931).

Do Correio Brasiliense

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Criação de empregos beneficiou mais os homens jovens, diz CNC

Foto: Reprodução/Internet
Homens jovens com ensino superior completo ou incompleto foram os que mais conseguiram ser inseridos no mercado de trabalho até outubro deste ano. É o que mostra a análise feita pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

Do saldo de 302.189 vagas criadas, subtraindo as vagas fechadas, de janeiro a outubro, 82% foram ocupadas por trabalhadores do sexo masculino. Do total de vagas criadas, 750 mil foram ocupadas por jovens até 24 anos de idade. Já entre os trabalhadores com 50 anos ou mais de idade, houve diminuição de 333.288 postos. Até outubro, foram abertas 116.641 vagas para trabalhadores com nível superior completo e 27.673 para nível superior incompleto.

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O estudo aponta que de janeiro a outubro de 2017 o saldo líquido da criação de empregos formais no país, entre admissões e desligamentos, ficou positivo em 302.189 postos de trabalho. O número equivale a um aumento de 0,8% no número de pessoas ocupadas no país, em relação ao período anterior à análise, em dezembro de 2016. De janeiro a outubro do ano passado, houve perda de 730.417 postos de trabalho.

De acordo com o economista-chefe da CNC, Fabio Bentes, a alta de 0,8% não chega a ser motivo de comemoração, mas acompanha o ritmo de crescimento da economia do país esperado para esse ano. “As projeções eram de 0,8% até a divulgação do PIB e foram revistas para 1%. Como a gente vê que o mercado de trabalho está ganhando velocidade muito lentamente, é bem provável que a gente tenha um aumento, no final de 2017, de aproximadamente 1% também. O que esse número significa? Não é um número espetacular, com certeza não é, mas ele interrompe uma sequência longa de crise no mercado de trabalho, ele consolida a recuperação do mercado de trabalho”. Confira a matéria completa, clique AQUI!

terça-feira, 31 de maio de 2016

Número de empresas criadas no país bate recorde desde 2010, de acordo com a Serasa

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
De janeiro a março deste ano, surgiram no país 5l6.201 empresas, o que representa 7,5% acima do registrado em igual período de 2015, quando foram criadas 480.364 novos empreendimentos. Esse é o maior número de empresas já registrado no primeiro trimestre, desde 2010, quando teve início a pesquisa em torno do Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas. O recorde anterior foi registrado no mesmo período do ano passado.

Os economistas da Serasa Experian afirmaram, no entanto, que esse aumento não significa uma retomada do crescimento econômico e, sim, um meio que pessoas desempregadas buscam para gerar uma renda. “O aumento de novas empresas no primeiro trimestre foi puxado pelo surgimento de microempreendedores individuais. Este movimento tem sido determinado, principalmente, pela perda de postos formais no mercado de trabalho, por causa da recessão econômica, impulsionando trabalhadores desempregados a buscarem, de forma autônoma e formalizada, alternativas econômicas para a geração de renda”, diz nota da Serasa.

O número de microempreendedores individuais (MEIs) apresentou expansão de 14% com a formalização de 413.555 novos negócios. No mesmo período, houve queda de 13,8% na abertura de empresas individuais, com um total de 38.553 companhias criadas ante 44.718 no mesmo trimestre do ano passado.Também houve redução de 16,7% no caso das Sociedades Limitadas, com um total de 39.994 ante 48.012. Já o surgimento de empresas de outras naturezas teve queda de 2,9%, atingindo um total de 24.099.

Mais da metade dos novos empreendedores (63%) buscaram o setor de serviços (324.984), segmento que mais cresce nos últimos seis anos. O segundo maior interesse é o setor do comércio, com a abertura de 146.830 empresas, mas cuja participação recuou de 35% para 28,4% do total. Na área industrial, foram abertas 43.163 empresas (8,4% do total), número que representa uma estabilidade.

Ocorreram altas nas regiões Sudeste (6,8%) e Sul (4,4%), ao mesmo tempo em que houve queda nas demais: Nordeste (- 3,9%); Centro Oeste (-3,5%) e no Norte (-0,6%). Dos 27 estados brasileiros, 19 apresentaram avanços com destaque para o Amapá, com alta de 38,6% (1.239 novas empresas).

Em seguida, está o Rio de Janeiro, com elevação de 18,8% ((54.641 novas empresas). Em terceiro, Santa Catarina, com alta de 14,6% (22.072 novas empresas).

Em número, São Paulo lidera com a criação de 145.324 empresas, seguida de Minas Gerais com 58.271; do Rio de Janeiro ( 54.641); Paraná (33.274) e Rio Grande do Sul (30.764).

Da Agência Brasil

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