© 2014 - Todos os Direitos Reservados ao Blog Negócios e Informes. Tecnologia do Blogger.

Mostrando postagens com marcador Indicador. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Indicador. Mostrar todas as postagens

sábado, 6 de julho de 2019

Confiança do comércio cai 1,7% em junho ante maio

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 1,7% em junho ante maio, para 118,3 pontos, informou nesta sexta-feira, 5, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Foi a terceira queda seguida do indicador, segundo a entidade. Ante junho de 2018, houve alta de 8,5%.

Em nota, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, disse que "os empresários do comércio estão mais cautelosos do que no início do ano, pois o aumento das vendas ficou aquém do esperado, com a economia ainda em ritmo lento". A própria CNC reviu para baixo sua projeção de abertura líquida de estabelecimentos comerciais neste ano, de 23,3 mil para 6,8 mil. 

"O início de ano mais fraco do que o esperado no varejo, a lentidão na reativação do mercado de trabalho e a taxa de juros em tendência de alta também levaram a Confederação a reduzir, entre janeiro e junho deste ano, sua expectativa quanto à variação das vendas do varejo ampliado, em 2019, de +6,0% para 4,5%", diz a nota da CNC.

No Icec de junho, o atual cenário da economia influenciou negativamente os três subíndices que compõem o indicador. O componente que mede a percepção do empresário do comércio em relação às condições atuais da economia teve queda de 5,1% em junho ante maio. O subíndice que mede as expectativas do empresário caiu 0,5%, mesma variação negativa do componente que mede as intenções de investimento.

Por: Agência Brasil

terça-feira, 16 de maio de 2017

Suape registra maior crescimento entre maiores portos públicos do Brasil no 1º trimestre

Foto: Divulgação / Reprodução
O Porto de Suape registrou o maior índice de crescimento entre os cinco maiores portos públicos brasileiros no 1º trimestre de 2017. No período, a movimentação geral de cargas cresceu 12%, registrando 5,3 milhões de toneladas, contra 4,8 milhões em 2016. O Portos de Santos (SP), principal do país, registrou queda de -3,5% no período. O mesmo aconteceu com os portos de Paranaguá (PR) e Itaguaí (RJ) que registraram queda de -3,6% e -7,6%, respectivamente. Além de Suape, apenas o Porto de Rio Grande (RS) obteve crescimento nos três primeiros meses do ano (11%). O Complexo já havia registrado a maior variação percentual no ano de 2016, quando computou um incremento de 15% em relação ao ano anterior.

Suape já é o principal porto do Norte/Nordeste brasileiro e caminha para alcançar a 4º posição na lista de instalações que mais movimentam cargas no país em 2017. A evolução é reflexo, principalmente, do crescimento das exportações, da movimentação de granéis líquidos, contêineres, veículos e aos bons números na navegação por cabotagem. O incremento é três vezes maior que a média de crescimento geral dos portos públicos e privados brasileiros juntos. No mesmo período, a movimentação geral de cargas cresceu 4%.

Um dos fatores que impulsionaram esse incremento foi a navegação de longo curso. O atracadouro pernambucano registrou a maior taxa de crescimento nas exportações entre os maiores portos públicos, atingindo 64% no período, contabilizando 394,5 mil toneladas. Entre as principais cargas, os granéis líquidos, que concentram os combustíveis, produtos químicos e derivados de petróleo (224,9 mil toneladas). Também tiveram destaque a movimentação de contêineres (120,9 mil toneladas), de açúcar (26,3 mil toneladas), de veículos (13,8 mil toneladas), além de ferro e aço (8,3 mil toneladas).

Suape também alcançou o maior índice de crescimento do país na movimentação de contêineres, fechando o 1º trimestre com incremento de +29% para TEUs (107,9 mil) e, +26% para a tonelagem (1,30 milhões de toneladas). Na comparação com o mesmo período de 2016, o Porto de Santos, registrou crescimento de 3,8%; seguido por Rio Grande 0,70%. Já o Porto de Paranaguá registrou queda de -9,7%.   

A localização geográfica estratégica na costa brasileira e as condições estruturais favoráveis reconhecidas de Suape atraem muitas operações de cabotagem, fazendo do porto líder neste tipo de navegação no Brasil. Entre janeiro e março de 2017, foram 3,5 milhões de toneladas movimentadas na navegação por cabotagem. Os granéis líquidos também são os principais produtos movimentados nesse tipo de operação. As demais cargas são os contêineres, produtos químicos orgânicos, líquidos alcoólicos, água de formação (com destino à Refinaria Abreu e Lima), seguido por cargas de ferro e aço. No cenário nacional, o Porto de Santos (SP) ocupa a 2ª posição, seguido pelos portos de Vila do Conde (PA) em 3º lugar, Rio Grande (RS) em 4º lugar e, Fortaleza (CE) em 5º lugar. 

Do Governo de PE

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Trabalho | Criação de novas vagas de emprego tem maior queda desde o fim de 2009

Imagem: Divulgação/Reprodução-Internet
O índice Catho-Fipe de novas vagas de emprego, calculado com base nos anúncios de emprego no site de recrutamento, registrou queda de 23,9% em setembro, na comparação com igual período de 2015, marcando o maior tombo na base de comparação interanual desde o fim de 2009. Frente a agosto, o recuo foi de 15,5%. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, a queda medida pelo indicador é de 6,6%.

No índice que mede a proporção de vagas por candidato, o resultado, de volta ao nível de outubro de 2006, mostra um retrocesso de quase dez anos, com queda de 44,2% na comparação com setembro de 2015. Foi o 26º mês consecutivo de baixa na comparação com mesmo mês do ano anterior, um recorde negativo na série histórica iniciada em 2004.

Ante agosto, houve decréscimo de 16,5% no índice de vagas por candidato. No acumulado de 2016, a queda nesse indicador é de 33,1%.

Também houve forte queda, de 24% na comparação com setembro de 2015, no índice da Catho que mede a relação entre vagas de emprego e a população economicamente ativa. Em relação a agosto, esse indicador mostrou recuo de 13,5%. No acumulado de janeiro a setembro, comparativamente a igual período do ano passado, a queda foi de 8,3%. Quanto maior o valor desse índice, menor tende a ser a taxa de desemprego. Os indicadores são medidos pela Catho em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). 

Da Agência Estado

terça-feira, 31 de maio de 2016

Número de empresas criadas no país bate recorde desde 2010, de acordo com a Serasa

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
De janeiro a março deste ano, surgiram no país 5l6.201 empresas, o que representa 7,5% acima do registrado em igual período de 2015, quando foram criadas 480.364 novos empreendimentos. Esse é o maior número de empresas já registrado no primeiro trimestre, desde 2010, quando teve início a pesquisa em torno do Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas. O recorde anterior foi registrado no mesmo período do ano passado.

Os economistas da Serasa Experian afirmaram, no entanto, que esse aumento não significa uma retomada do crescimento econômico e, sim, um meio que pessoas desempregadas buscam para gerar uma renda. “O aumento de novas empresas no primeiro trimestre foi puxado pelo surgimento de microempreendedores individuais. Este movimento tem sido determinado, principalmente, pela perda de postos formais no mercado de trabalho, por causa da recessão econômica, impulsionando trabalhadores desempregados a buscarem, de forma autônoma e formalizada, alternativas econômicas para a geração de renda”, diz nota da Serasa.

O número de microempreendedores individuais (MEIs) apresentou expansão de 14% com a formalização de 413.555 novos negócios. No mesmo período, houve queda de 13,8% na abertura de empresas individuais, com um total de 38.553 companhias criadas ante 44.718 no mesmo trimestre do ano passado.Também houve redução de 16,7% no caso das Sociedades Limitadas, com um total de 39.994 ante 48.012. Já o surgimento de empresas de outras naturezas teve queda de 2,9%, atingindo um total de 24.099.

Mais da metade dos novos empreendedores (63%) buscaram o setor de serviços (324.984), segmento que mais cresce nos últimos seis anos. O segundo maior interesse é o setor do comércio, com a abertura de 146.830 empresas, mas cuja participação recuou de 35% para 28,4% do total. Na área industrial, foram abertas 43.163 empresas (8,4% do total), número que representa uma estabilidade.

Ocorreram altas nas regiões Sudeste (6,8%) e Sul (4,4%), ao mesmo tempo em que houve queda nas demais: Nordeste (- 3,9%); Centro Oeste (-3,5%) e no Norte (-0,6%). Dos 27 estados brasileiros, 19 apresentaram avanços com destaque para o Amapá, com alta de 38,6% (1.239 novas empresas).

Em seguida, está o Rio de Janeiro, com elevação de 18,8% ((54.641 novas empresas). Em terceiro, Santa Catarina, com alta de 14,6% (22.072 novas empresas).

Em número, São Paulo lidera com a criação de 145.324 empresas, seguida de Minas Gerais com 58.271; do Rio de Janeiro ( 54.641); Paraná (33.274) e Rio Grande do Sul (30.764).

Da Agência Brasil

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Economia | Confiança dos micro e pequenos empresários tem queda em junho, mostra indicador do SPC Brasil

Imagem: Divulgação / Reprodução
Indicador de Confiança MPE (ICMPE), medido pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), registrou 36,38 pontos em junho e o resultado, abaixo do nível neutro de 50 pontos, segue indicando pessimismo com o presente e futuro próximo da economia e dos negócios. O resultado também ficou ligeiramente abaixo do observado no mês anterior (36,65) e mostra que a avaliação dos empresários sobre o presente e os próximos seis meses está mais pessimista do que em maio.

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a situação do cenário econômico e a divulgação de escândalos de corrupção diminuem a confiança dos micro e pequenos empresários, e isso leva a uma desaceleração no crescimento da economia e dos negócios. “Se há otimismo na conjuntura, os empresários estão mais dispostos a correr riscos para ampliarem seus negócios e contratar mais funcionários”, explica.


ICMPE consulta mensalmente a opinião dos micro e pequenos empresários nos 27 estados sobre o estado atual da economia, de sua empresa e também das perspectivas para o futuro.


Condições gerais da economia pioram em relação a maio

Indicador de Condições Gerais mede a percepção do empresário com a trajetória da economia e de seu negócio nos últimos seis meses. Em junho, registrou 20,69 pontos, indicando que avaliação dos últimos meses é ainda pior do que aquela verificada em maio, quando o indicador de condições gerais registrou 23,39 pontos.


“A piora mostra uma clara percepção de que o ambiente econômico se deteriorou nos últimos meses”, diz Pinheiro. “Os indicadores de atividade, emprego, renda e índices de preços demonstram esse agrave. Em abril, o índice de Atividade Econômica do Banco Central registrou uma queda de 0,84% com relação a março; os dados do Caged mostram o fechamento de mais 115 mil vagas de empregos formais em maio; o IPCA, medido pelo IBGE, registrou crescimento mensal de 0,74% em maio e já acumula alta de 8,47% em 12 meses”, indica o presidente.

Confira o material completo, clique Aqui.

Acompanhe-nos no Facebook


Publicidade


!

!
!
!

!

!

!

!
!
!
!
!

!
! !
!

!

Você é o Visitante:

Acessos em Tempo Real

Previsão do Tempo em Surubim

Blogs e Sites Parceiros

Arquivo do blog

Curta Nossa FanPage - Muito Obrigado!

Internautas On Line

(81) 9925.8297 // negocioseinformes@gmail.com