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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Cartório localizado na divisa de Surubim e Casinhas funciona normalmente nesta sexta até às 16h

Foto: Divulgação/Reprodução
O Cartório de Notas e Registros de Casinhas informa que está funcionando normalmente para atendimento ao público em geral nesta sexta-feira, dia  de junho, das 8h às 16h. Administrado por uma oficial concursada, a tabeliã Dra. Ana Maria de Albuquerque Fortes Azevedo, a repartição fica localizada na divisa com o município de Surubim, na Rua Manoel Pereira da Silva, no Diogo, ao lado da Panificadora Gomes.

O Cartório oferece serviços de públicos de Registro de Imóvel, Registro de Títulos e Documentos, Registro de Pessoa Jurídica e ainda Protestos de Títulos e Tabelionato de Notas, além do reconhecimento de firmas, autenticações de documentos, procurações, atas notariais e escrituras públicas de toda a região.


SERVIÇO:
Cartório de Notas & Registro de Casinhas-PE
Tabeliã: Dra. Ana Maria Azevedo
Atendimento: De segunda a sexta-feira, das 8h às 16h
Rua Manoel Pereira da Silva, 30, Diogo, Casinhas-PE
Contato: (81) 3604-4075 - email: cartoriocape@gmail.com

Do Mais Casinhas

sexta-feira, 9 de março de 2018

BC abre novo sistema de registro de empréstimos externos para testes no dia 19

Foto: Reprodução/Pixabay
O Banco Central abrirá para testes o novo sistema para registro eletrônico de empréstimos externos, o chamado RDE-ROF. Segundo a instituição, usuários do sistema financeiro poderão usar a plataforma para testes entre os dias 19 e 29 de março. 

O BC diz que a nova plataforma tem como objetivo "aumentar a eficiência do processo de registro e reduzir seu custo, tanto para os declarantes quanto para o BC, mantendo o conteúdo, a qualidade e a tempestividade das informações indispensáveis às atribuições do BC".

Da Agência Estado

terça-feira, 31 de maio de 2016

Número de empresas criadas no país bate recorde desde 2010, de acordo com a Serasa

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
De janeiro a março deste ano, surgiram no país 5l6.201 empresas, o que representa 7,5% acima do registrado em igual período de 2015, quando foram criadas 480.364 novos empreendimentos. Esse é o maior número de empresas já registrado no primeiro trimestre, desde 2010, quando teve início a pesquisa em torno do Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas. O recorde anterior foi registrado no mesmo período do ano passado.

Os economistas da Serasa Experian afirmaram, no entanto, que esse aumento não significa uma retomada do crescimento econômico e, sim, um meio que pessoas desempregadas buscam para gerar uma renda. “O aumento de novas empresas no primeiro trimestre foi puxado pelo surgimento de microempreendedores individuais. Este movimento tem sido determinado, principalmente, pela perda de postos formais no mercado de trabalho, por causa da recessão econômica, impulsionando trabalhadores desempregados a buscarem, de forma autônoma e formalizada, alternativas econômicas para a geração de renda”, diz nota da Serasa.

O número de microempreendedores individuais (MEIs) apresentou expansão de 14% com a formalização de 413.555 novos negócios. No mesmo período, houve queda de 13,8% na abertura de empresas individuais, com um total de 38.553 companhias criadas ante 44.718 no mesmo trimestre do ano passado.Também houve redução de 16,7% no caso das Sociedades Limitadas, com um total de 39.994 ante 48.012. Já o surgimento de empresas de outras naturezas teve queda de 2,9%, atingindo um total de 24.099.

Mais da metade dos novos empreendedores (63%) buscaram o setor de serviços (324.984), segmento que mais cresce nos últimos seis anos. O segundo maior interesse é o setor do comércio, com a abertura de 146.830 empresas, mas cuja participação recuou de 35% para 28,4% do total. Na área industrial, foram abertas 43.163 empresas (8,4% do total), número que representa uma estabilidade.

Ocorreram altas nas regiões Sudeste (6,8%) e Sul (4,4%), ao mesmo tempo em que houve queda nas demais: Nordeste (- 3,9%); Centro Oeste (-3,5%) e no Norte (-0,6%). Dos 27 estados brasileiros, 19 apresentaram avanços com destaque para o Amapá, com alta de 38,6% (1.239 novas empresas).

Em seguida, está o Rio de Janeiro, com elevação de 18,8% ((54.641 novas empresas). Em terceiro, Santa Catarina, com alta de 14,6% (22.072 novas empresas).

Em número, São Paulo lidera com a criação de 145.324 empresas, seguida de Minas Gerais com 58.271; do Rio de Janeiro ( 54.641); Paraná (33.274) e Rio Grande do Sul (30.764).

Da Agência Brasil

sábado, 14 de maio de 2016

BNDES registra lucro de R$ 1,6 bilhão no 1º trimestre de 2016

Imagem: Divulgação/Internet
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 1,598 bilhão no primeiro trimestre de 2016, informou nesta sexta-feira a instituição de fomento, em nota. O resultado foi em linha com o registrado no primeiro trimestre do ano passado, quando o lucro foi de R$ 1,585 bilhão.

"O principal fator positivo foi o aumento do resultado bruto de intermediação financeira, que alcançou R$ 5,661 bilhões, 31,5% superior ao registrado em 2014", diz a nota distribuída pelo BNDES.

Pelo lado negativo, mais uma vez, o BNDES teve prejuízo com suas participações acionárias. No primeiro trimestre, o prejuízo com participações acionárias foi de R$ 22 milhões no balanço consolidado do banco. A BNDESPar, empresa de participações do banco, apurou prejuízo de R$ 1,8 bilhão no primeiro trimestre de 2016, ante perdas de R$ 900 milhões em igual período de 2015.

Segundo a nota distribuída do BNDES, o desempenho da BNDESPar no trimestre foi efeito direto do resultado de uma baixa contábil (impairment) por causa da Petrobras. Foi R$ 1,7 bilhão, líquido de tributos.

Ressalvas
Por causa da forma como o BNDES contabiliza no balanço consolidado parte dessas perdas contábeis, a consultoria KPMG, responsável pela auditoria independente dos dados, aprovou as informações "com ressalvas". Para a KPMG, o lucro líquido do primeiro trimestre deveria ser R$ 127,4 milhões menor.

Também tiveram efeito negativo no resultado do primeiro trimestre as despesas com provisão para risco de crédito. O BNDES registrou despesas de R$ 871 milhões em 2016, ante R$ 393 milhões no primeiro trimestre do ano passado.

"O aumento da despesa refletiu o ciclo econômico atual, que resultou na revisão da classificação de risco das empresas em geral, sem concentrações em companhias ou setores específicos", diz a nota do BNDES, ressaltando que a inadimplência, considerando apenas os créditos vencidos há mais de 90 dias, está em 0,11%.

Em termos de indicadores bancários, o índice de Basileia ficou em 15,5% no primeiro trimestre de 2016, ante 14,7% no encerramento de 2015.

Por Agência Estado

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