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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Novas perspectivas de trabalho: conheça profissões do futuro

Com o cenário mundial, impactado pela pandemia do coronavírus, novas perspectivas profissionais têm se desenvolvido para que, especificamente quando tudo voltar minimamente ao normal, a economia volte a gerar frutos e tenha seu crescimento retomado. Inclusive, em todo o mundo, muito já se discute sobre como o mercado profissional se recuperará das perdas monetárias e até mesmo como acontecerá, por exemplo, a criação de novos cargos, modelos de trabalho e profissões.
Em complemento, haverá um novo olhar e formas de valorização das chamadas profissões do futuro. Por isso, separamos uma lista de oportunidades pontuais que, de acordo com uma pesquisa realizada pelo site Glassdoor (especializado em recrutamento e seleção), figuram entre as mais procuradas e que devem se desenvolver pós-pandemia. Para conhecer mais sobre especialização das profissões, clique no título de cada uma delas. Confira.
Biomedicina e Biotecnologia
O biomédico é o profissional que pesquisa causas e curas para doenças. A carreira envolve muito conhecimento e estudo em Biologia e em Medicina. Além disso, é ele também quem trabalha com análises clínicas, embriologia, genética, microbiologia, entre outras profissões.
Quem trabalha com Biotecnologia é responsável por desenvolver e aplicar tecnologias e pesquisas sobre efeitos de medicamentos, substâncias químicas e aprimoramento genético.
A pessoa que trabalha com cibersegurança pode ser responsável por testar vulnerabilidades em redes de sistemas e softwares de uma companhia. Além disso, há opções de funções de auditor de segurança, arquiteto de segurança, gerente de produto ou mesmo chegar à diretoria da segurança de dados de uma organização.
Marketing Digital e e-commerce
Os profissionais atuantes na área do Marketing Digital trabalham em diversas frentes para que a geração de novos leads fechem negócios, por meio de novos contatos e  vendas. Nos últimos anos, o crescimento desse profissional foi valorizado e, com o momento atual da pandemia, muitas empresas se viram diante da profissionalização de seus serviços on-line e precisaram agir com um chamariz novo para que os negócios não parassem.
Por isso, a profissão pode ser considerada um grande gancho para quem já tem habilidades com comunicação, precisa reinventar-se ou mesmo quer aprender a posicionar empresas como autoridade em determinado produto ou serviço. Estão inclusos no escopo de trabalho administração e gerenciamento de redes sociais, campanhas digitais, conteúdos exclusivamente pautados e produzidos para blog, além da capacidade da identificação de estratégias.
Da mesma forma, os desenvolvedores em Tecnologia da Informação e em softwares voltados ao e-commerce também estão com patamar elevadíssimo entre as profissões destacadas no momento.
Gerente de ecorrelações
Formalizar, estruturar e seguir negociações com grupos ambientais, entidades governamentais e até mesmo com entidades de consumo, é função atribuída ao gerente de ecorrelações. Além disso, esse profissional também é o responsável por gerenciar equipes e abordar questões sociais e econômicas diante de cenários que envolvem a ecologia e os ecossistemas.
Especialista em Sustentabilidade
Pensar estrategicamente sobre funções que envolvam pessoas, tecnologia, ferramentas e processos é função do especialista em sustentabilidade. Em conjunto ou na área de ecorrelações, este profissional pode também estudar e avaliar o impacto positivo das ações da companhia em toda a sua comunidade.
Chief Innovation Officer
Aplicar inovações e melhorias em empresas, por meio da interação com grupos de colaboradores, pesquisas, projetos e benefícios é a função do Chief Innovation Officer. O profissional vem sendo valorizado à medida que as empresas precisam passar por revisões de comportamentos e estratégias em relação à diversidade, inclusão de pessoas, sistemas em TI, entre outras necessidades.
O que você precisa ter para ser um profissional do futuro
Que o futuro é agora já sabemos. No entanto, investir cada vez mais ―  por meio de cursos de pós-graduação ou de MBA, também está entre as necessidades urgente, para que estes profissionais atuem com competência em diversas frentes. Não deixe de avaliar as diversas possibilidades aqui mesmo no Portal Pós e descubra qual o curso mais indicado para ampliar sua carreira.
O assunto, inclusive discutido no Fórum Econômico Mundial neste ano de 2020, trouxe à tona
Mantenha contato com a Unopar Surubim: (81) 9 9246-6674
capacidades relativas às novas atividades e sistemas de empregabilidade.
Desta forma, o novo profissional do futuro deve focar em:
  • Saber como resolver problemas complexos;
  • Ter pensamento crítico e construtivo;
  • Ser criativo em diversas frentes;
  • Saber gerenciar pessoas;
  • Trabalhar cada vez mais em equipe;
  • Ter sua inteligência emocional aprimorada e bem cuidada;
  • Tomar decisões;
  • Orientar escolhas de serviços por meio do reconhecimento real de necessidade de seus clientes;
  • Saber negociar e
  • Ter capacidade de aprender mais e sempre.

    Fonte: Blog Portal Pós

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

Informalidade no trabalho volta a bater recorde, diz IBGE

Comércio informal na avenida Conde da Boa VistaFoto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco
De acordo com o instituto, 11,8 milhões de pessoas estão sem carteira de trabalho assinada no setor privado

A informalidade continua batendo recordes no mercado de trabalho brasileiro, informou nesta quinta-feira (31) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

De acordo com o instituto, 11,8 milhões de pessoas estão sem carteira de trabalho assinada no setor privado, um crescimento de 2,9% (338 mil pessoas) com relação ao trimestre encerrado em junho, enquanto os trabalhadores por conta própria atingiram 24,4 milhões de pessoas, alta de 1,2% (293 mil pessoas).

Ambas as marcas são novos recordes na série histórica, segundo o IBGE. "Temos mais pessoas trabalhando nesse trimestre, mas a questão é a qualidade dessa forma de inserção informal", disse a analista da pesquisa, Adriana Beringuy. Os aumentos também são vistos na comparação com o mesmo período de 2018. A alta foi de 3,4% (384 mil) entre os trabalhadores sem carteira assinada, e 4,3% (1 milhão) com os que estão por conta própria.

Enquanto ocorre aumento da informalidade, a taxa de desocupação recua: agora foi de 12%, do trimestre encerrado em junho, para 11,8% nos três meses encerrados em setembro.Também houve estabilidade na comparação com o mesmo trimestre de 2018, que registrou 11,9% de desocupação. De acordo com o IBGE, 12,5 milhões de pessoas ainda estão desempregadas no Brasil.

Da Folha de PE

sexta-feira, 8 de março de 2019

Mulheres ganham menos até em funções em que são maioria, diz IBGE

Foto: Marília Lima/Esp.CB/D.A Press

A maioria das mulheres sempre recebeu salários mais baixos do que os homens, mesmo quando exercem funções idênticas. A novidade é que agora é possível constatar que isso ocorre até em atividades profissionais em que elas são maioria, como professoras de nível fundamental, secretárias e vendedoras de cosméticos. 


De um modo geral, em 2018, o rendimento médio das mulheres ocupadas com idades entre 25 e 49 anos de idade (R$ 2.050) equivalia a 79,5% do recebido pelos homens (R$ 2.579) nesse mesmo grupo etário. A população ocupada de 25 a 49 anos totalizava 56,4 milhões de pessoas no Brasil em 2018. Esse contingente era composto por 54,7% de homens e 45,3% de mulheres.

O estudo “Diferença dos rendimento do trabalho de mulheres e homens nos grupos ocupacionais - Pnad Continuada 2018” mostra que no grupo dos profissionais classificados como ciências e intelectuais a participação das mulheres é  63%, mas os rendimentos equivaliam a 64,8% da remuneração dos homens. 

As mulheres também representavam maioria, 60%, no grupo dos trabalhadores de apoio administrativo, mas o percentual do rendimento, embora superior ao registrado no grupo dos profissionais das ciências e intelectuais, equivaliam a 86,2% da remuneração dos homens. Eles são minoria no setor de cosméticos, mas ganham mais. As mulheres eram 59% do contingente de trabalho nessa área,  mas no final do mês recebiam o equivalente a 66,2% da renda masculina.

A participação das mulheres era maior entre os trabalhadores dos serviços domésticos em geral (95,0%), professores do ensino fundamental (84,0%), Trabalhadores de limpeza de interior de edifícios, escritórios, hotéis e outros estabelecimentos (74,9%) e dos Trabalhadores de centrais de atendimento (72,2%).

Em cargos altos de diretoria e gerência as mulheres estão em desvantagem. Elas receberam o equivalente a 71,3% da remuneração dos homens e representavam apenas 41,8% dos cargos de comando. È a primeira vez que o IBGE desmembra os dados da Pnad por categoria. O IBGE analisou as horas trabalhadas, a cor, a raça, a idade e o nível de instrução das mulheres ocupadas de 25 a 49 anos. Os dados da série histórica (2012 a 2018) são dos 4º semestres de cada ano. 

A única exceção é com relação a membros das forças armadas, policiais e bombeiros militares. Neste caso, as mulheres receberam 100,7 da remuneração dos homens no período analisado. De acordo com o IBGE, isso ocorre porque as mulheres possuem escolaridade média mais alta dos que a dos homens e não ingressam na carreira no primeiro nível de hierarquia. A maioria começa na frente, aumentando a média salarial. 

Saiba mais , clique AQUI!

domingo, 14 de outubro de 2018

Alta informalidade no mercado de trabalho inibe expansão do crédito

Foto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco
A alta informalidade no mercado de trabalho pode emperrar uma reação mais vigorosa do crédito. A situação preocupa porque, no país, o crédito serve de estímulo fundamental ao consumo que, por sua vez, é o grande motor da economia.
Sem carteira de trabalho, porém, tende a ficar mais difícil para o consumidor – em especial o de baixa renda – apresentar garantias para tomar empréstimo, mesmo que haja predisposição para negócio de ambas as partes.

Dos 92 milhões de ocupados, ao menos 41% (ou 37,8 milhões) estão no mercado informal, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São trabalhadores do setor privado ou domésticos sem carteira, além dos chamados trabalhadores "conta própria" sem carteira – pequenos empreendedores de renda mais baixa, como vendedores ambulantes.

No mercado de crédito, o percentual de consumidores que não usa nenhuma modalidade de crédito ainda é alta, em 55,6% segundo dados mais recentes de pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Oito em cada dez consumidores afirmam estar no limite do orçamento, sendo que a dificuldade para contratação de empréstimos e financiamentos é maior nas classes C, D e E. Nessa faixa, mais abaixo na pirâmide social, mais da metade dos consumidores (55,3%) consideram ser difícil ou muito difícil a contratação de qualquer modalidade de financiamento. Confira a matéria completa:, clique AQUI. 

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Economia piora para 72% dos varejistas, diz CNC

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) recuou 2,5% de julho para agosto, na série dessazonalizada, fechando o mês em 103,7 pontos. Os dados foram divulgados nesta terça (28), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Ela atribui a queda “às frustrações decorrentes do fraco desempenho da economia, que fizeram com que 72% dos empresários do varejo observassem deterioração significativa do cenário econômico brasileiro nos últimos meses”.

O levantamento mostra que o subíndice que analisa a avaliação das condições da economia encolheu 6,1% na passagem de julho para agosto e, pela primeira vez em mais de dois anos, retrocedeu no comparativo anual, ao cair 2,6% em relação a agosto do ano passado.

Já a expectativa em relação ao desempenho econômico do país, ao fechar agosto em 133,7 pontos, atingiu seu menor patamar dos últimos 12 meses. “A elevada incerteza do cenário político a menos de um mês e meio do primeiro turno das eleições nos leva a projetar um crescimento menor das vendas no segundo semestre”, justificou o chefe da Divisão Econômica da CNC, Fabio Bentes.

Para ele, “a desvalorização do real, o ritmo fraco do mercado de trabalho, as pressões de custos e o cenário externo mais desfavorável têm levado a economia e o comércio ao mais fraco ritmo de crescimento dos últimos meses”, enfatizou.

Geração de 34 mil postos de trabalho no varejo

Este cenário menos favorável ao consumo e as expectativas menos positivas para o setor levaram o subíndice relativo aos investimentos a acusar a mesma tendência dos demais indicadores do Índice de Confiança do Empresário do Comércio, recuando 0,9% de agosto para julho.

Apesar deste cenário negativo, dentre os componentes relativos aos investimentos, a contratação de funcionários aponta o futuro de forma mais positiva: acima dos 100 pontos, uma vez que mais da metade dos empresários do setor (56,9%) ainda pretende aumentar o quadro de funcionários nos próximos meses.

Com isso, a expectativa da CNC quanto à geração de postos de trabalho no varejo ainda se mantém positiva (+34 mil postos de trabalho em 2018), mesmo ante o menor otimismo diante das previsões traçadas no início do ano.

No ano passado, o comércio varejista já havia registrado seu primeiro saldo positivo de vagas formais, ao fechar o ano com a criação de 30,2 mil postos de trabalho, após acumular corte de 351 empregos formais durante a recessão.

Da Folha de PE

sábado, 21 de julho de 2018

Comércio e indústria demitiram 41,4 mil em junho

Foto: Governo do Espírito Santo/Divulgação/ Agência Brasil
O comércio e a indústria de transformação lideraram a destruição de empregos no mercado de trabalho no mês de junho. Juntos, os dois setores demitiram 41.441 pessoas com carteira assinada no mês passado. Por outro lado, o setor agropecuário registrou abertura de 40.917 postos em junho. 

Em junho, o comércio perdeu 20.971 empregos com carteira assinada. A maioria dessas demissões aconteceu no varejo, que perdeu 18.436 empregos no mês. O comércio atacadista também fechou vagas, mas com ritmo menor: 2.535 postos de trabalho a menos em junho. 

Já a indústria de transformação perdeu 20.470 empregos em junho. Dos 12 ramos industriais acompanhados pelo Ministério do Trabalho, 11 tiveram demissões. Os piores resultados foram registrados na indústria têxtil (-6.169 empregos), metalurgia (-3.427) e calçados (-3.334). Por outro lado, apenas a indústria química de produtos farmacêuticos, veterinários e de perfumaria terminou o mês com saldo positivo: criação de 1.013 empregos no mês. 

Por outro lado, a agropecuária foi o grande destaque entre os segmentos que criaram empregos no mês passado. Ao todo, o campo e a agroindústria contrataram 40.917 novos empregados com carteira assinada. O cultivo do café liderou com folga essa criação de postos, com 14.024 empregos, especialmente em Minas Gerais, onde foram registrados 14.583 novos trabalhadores nesse segmento. Em seguida, apareceram atividades de apoio à agricultura (11.297 empregos) e cultivo da laranja (8.903 empregos).

Da Agência Brasil

segunda-feira, 30 de abril de 2018

4ª Corrida Sesi Dia do Trabalhador vai movimentar feriado do 1º de maio em Pernambuco

Foto: Divulgação/Reprodução
São esperadas 5 mil pessoas no evento que vai distribuir R$ 14 mil em prêmios

A 4ª Corrida Sesi Dia do Trabalhador promete movimentar o feriado de 1º de maio no Centro do Recife. Mil pessoas vão participar do evento nesta terça-feira concorrendo aos R$ 14 mil em prêmios (confira a programação e a tabela de prêmios abaixo) e outras quatro mil são esperadas na “pipoca”, ou seja, na torcida e correndo por fora. A partir das 6h40, o pessoal já estará no Cais da Alfândega (ao lado da Livraria Cultura) se preparando para as provas de corrida, nos percursos de 10km e 5,8 km, e de caminhada também de 5,8 km para quem deseja se exercitar de uma forma mais light. O evento terá largada, a partir das 7h, e uma hora depois será a celebração dos vencedores. A corrida tem o patrocínio da Tramontina e Caixa Econômica Federal.

Os inscritos vão concorrer em duas categorias: Corrida geral e Trabalhador da indústria pernambucana, masculina e feminina. Entre os industriários, a disputa será acirrada, pois a maior parte dos corredores se inscreveram nesta classe. “Estamos muito satisfeitos em perceber que estamos atingindo nosso objetivo de estimular a adoção de um estilo de vida saudável, especialmente entre os trabalhadores da indústria pernambucana, o que tem um impacto direto em mais produtividade e menos absenteísmo para as empresas”, avalia o superintendente do Serviço Social da Indústria de Pernambuco (Sesi/PE), Nilo Simões.

Estrutura – O evento vai iniciar, a partir das 6h40, com exercícios de aquecimento e alongamento promovidos por profissionais do Sesi/PE para preparar os competidores para as provas de corrida e caminhada, evitando o risco de lesões. Além da infraestrutura de apoio aos corredores (como guarda-volumes, kit de reposição energética, um lanche para os corredores se refazerem após a corrida e caminhada, formado por bebida isotênica, barra de cereal, fruta, etc, e segurança para a realização da prova), haverá a distribuição de frutas para incentivar a alimentação saudável, um aliado fundamental dos exercícios físicos, entre a população.

Percurso – As provas sairão do Cais da Alfândega, passando pela Ponte Giratória em direção ao viaduto das Cinco Pontas. Chegando ao Cais José Estelita, seguem para o Cais de Santa Rita e vão para a Rua Marquês de Olinda pela av. Alfredo Lisboa para retornar ao Cais da Alfândega, onde completam o percurso de 5,8 km.
Já a prova de 10km realiza o mesmo percurso, porém antes de retornar ao Cais da Alfândega, os corredores devem ir da rua Marquês de Olinda para o Cais do Apolo até a Ponte do Limoeiro em direção à Rua da Aurora. Nesse ponto, atravessa a Ponte Santa Izabel, contorna a Praça da República até pegar a Ponte Maurício de Nassau e chegar ao Cais da Alfândega.

Programação:
6h40 - Aquecimento
6h55 - Largada dos Atletas Especiais
7h - Largada
8h15 - Início da Cerimônia de Premiação

Prêmios:
Categoria
Premiação
Corrida Geral – 10 Km
Masculino
1º colocado
R$ 2 mil
2º colocado
R$ 1 mil
3º colocado
R$ 500,00
Feminino
1º colocado
R$ 2 mil
2º colocado
R$ 1 mil
3º colocado
R$ 500,00
Trabalhador da Indústria Pernambucana – 10 Km
Masculino
1º colocado
R$ 2 mil
2º colocado
R$ 1 mil
3º colocado
R$ 500,00
Feminino
1º colocado
R$ 2 mil
2º colocado
R$ 1 mil
3º colocado
R$ 500,00
Total de prêmios
R$ 14 mil

Da Assessoria

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Taxa de desemprego cai com aumento de trabalho sem carteira assinada

Imagem: Divulgação/Reprodução-Internet
A taxa de desemprego recuou por conta do aumento da população ocupada sem carteira assinada, ressalta o banco Itaú ao comentar os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) divulgados nesta quinta-feira, 31, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um dos dados positivos do levantamento é que a população ocupada avançou na comparação anual pela primeira vez em 23 meses, segundo relatório do banco.

Os economistas do Itaú, Artur Manoel Passos e Alexandre Gomes da Cunha, destacam, em relatório, que o emprego no setor privado com carteira assinada ficou estável na margem. Com isso, a queda na taxa de desemprego foi consequência do aumento da população ocupada nas demais categorias, principalmente trabalhadores por conta própria.

A taxa de desemprego do Brasil recuou para 12,8% no trimestre concluído em julho, ante 13% no trimestre concluído em junho, segundo os dados do IBGE. No ajuste sazonal feito pelo Itaú o desemprego recuou pelo quarto mês consecutivo, passando de 12,9% para 12,7%.

Além da queda do desemprego, o banco destaca que a massa salarial registrou alta de 3,1% na comparação anual, por conta principalmente da alta nos salários reais com a queda da inflação. O salário médio real subiu 0,2% ante o trimestre anterior; na comparação anual, avançou 2,6%. "O resultado sugere que a pressão de baixa nos salários reais causada pelo desemprego elevado vem sendo parcialmente compensada pela pressão de alta com a queda da inflação", destacam os economistas.

O Itaú ressalta ainda que a população ocupada subiu 0,5% na comparação mensal dessazonalizada, e 0,2% na comparação anual, primeiro resultado positivo neste tipo de comparação em 23 meses. "Entretanto, o emprego no setor privado com carteira de trabalho ficou estável na margem, de modo que a alta na população ocupada foi consequência das demais categorias, principalmente de trabalhadores por conta própria."

Da Agência Estado

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Trabalho | Criação de novas vagas de emprego tem maior queda desde o fim de 2009

Imagem: Divulgação/Reprodução-Internet
O índice Catho-Fipe de novas vagas de emprego, calculado com base nos anúncios de emprego no site de recrutamento, registrou queda de 23,9% em setembro, na comparação com igual período de 2015, marcando o maior tombo na base de comparação interanual desde o fim de 2009. Frente a agosto, o recuo foi de 15,5%. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, a queda medida pelo indicador é de 6,6%.

No índice que mede a proporção de vagas por candidato, o resultado, de volta ao nível de outubro de 2006, mostra um retrocesso de quase dez anos, com queda de 44,2% na comparação com setembro de 2015. Foi o 26º mês consecutivo de baixa na comparação com mesmo mês do ano anterior, um recorde negativo na série histórica iniciada em 2004.

Ante agosto, houve decréscimo de 16,5% no índice de vagas por candidato. No acumulado de 2016, a queda nesse indicador é de 33,1%.

Também houve forte queda, de 24% na comparação com setembro de 2015, no índice da Catho que mede a relação entre vagas de emprego e a população economicamente ativa. Em relação a agosto, esse indicador mostrou recuo de 13,5%. No acumulado de janeiro a setembro, comparativamente a igual período do ano passado, a queda foi de 8,3%. Quanto maior o valor desse índice, menor tende a ser a taxa de desemprego. Os indicadores são medidos pela Catho em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). 

Da Agência Estado

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Com crise, mais brasileiros passaram a trabalhar por conta própria

Imagem: Divulgação/Reprodução
A proporção de pessoas que trabalham por conta própria entre o total de ocupados aumentou de 17,9%, em janeiro de 2013, para 19,8% em novembro de 2015, segundo cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base na Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento cobre as seis principais regiões metropolitanas brasileiras (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador). Na avaliação do economista e pesquisador do Ipea Miguel Foguel, o aumento do trabalho por conta própria está relacionado à crise econômica e à consequente redução dos empregos formais.

Segundo Foguel, os trabalhadores por conta própria podem ser divididos em dois grupos: os que contribuem para a Previdência Social e os que não contribuem. Em 2013, os autônomos do primeiro grupo eram 5,2% do total de ocupados nessas seis regiões. Esse percentual subiu para 7,4%, em novembro de 2015. Já os trabalhadores por conta própria não contribuintes permaneceram estáveis: 12,8%, em janeiro de 2013; e 12,4%, em novembro de 2015.

De acordo com o economista do Ipea, provavelmente, esse fenômeno tem a ver com a reação defensiva do trabalhador diante de um mercado de trabalho em crise, em que as empresas estão demitindo e deixando de contratar. “Aí, a reação deles ante a dificuldade de encontrar emprego é buscar algum tipo de renda por meio de um microempreendimento ou alguma atividade que se configura como por conta própria, e continuar contribuindo para a Previdência Social, mas agora não mais como um empregado formal”.

No entanto, segundo Foguel, dependendo da restrição orçamentária e da oferta de trabalho na nova fase profissional, alguns deixam de pagar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) porque não podem ou não querem bancar essa despesa.

O fotógrafo Fernando Azevedo, do Rio de Janeiro, é um desses trabalhadores. Depois de atuar por 18 anos em várias editoras e assessorias de imprensa, resolveu dar uma guinada total na vida. Ele se tornou criador de móveis, só fotografa suas criações e há cerca de um mês abriu uma loja em Maricá, na Região dos Lagos, para venda de seus produtos.

O empreendimento está dando tão certo que Azevedo está se preparando para contratar uma funcionária para a loja, além dos dois marceneiros que já trabalham com ele. O fotógrafo e agora designer de móveis atualmente não contribui para a Previdência Social.

Já o professor de educação física Pedro Copelli, também autônomo, começou recentemente a contribuir para o INSS como forma de se preparar para a aposentadoria. Embora tenha curso superior e não enfrente dificuldades em arranjar emprego, ele preferiu trabalhar por conta própria, mas não descarta a possibilidade de retorno ao mercado formal. “Se aparecer algum emprego legal com carteira assinada eu pego porque, na nossa área, é difícil você trabalhar em um só lugar”, disse.

Copelli dá cursos de exercícios funcionais e aulas de futebol feminino há seis anos em um clube em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. No mesmo bairro, dá aulas de futsal em um colégio e está pensando em ampliar o trabalho, com a abertura de turmas de futevôlei, na praia. Segundo ele,  trabalhar por conta própria está sendo compensador e, até agora, a crise econômica não afetou suas atividades.

“Tenho um número razoável de alunos porque não tenho muito concorrente. Com o fechamento das escolas de futebol feminino do Fluminense e do Flamengo, muitas meninas migraram para nós”, disse o professor.

Informalidade
O avanço do trabalho por conta própria também pode ter impacto sobre os números da informalidade no Brasil, de acordo com o economista do Ipea.

Segundo ele, considerando que os trabalhadores por conta própria se subdividem entre os que contribuem para a Previdência Social e os que não contribuem, alguns analistas associam o aumento desse tipo de trabalho como um indicador de crescimento da informalidade, já que nem todos pagam o INSS.

“Se a gente considerar que esse trabalhador por conta própria que contribui para a Previdência Social não é informal, não está havendo um crescimento da informalidade. Mas se eles forem incorporados como informais, então, sim, há um aumento da informalidade. Vai depender de como cada um define [esse conceito], ponderou o economista.

Crise entre os autônomos
Se a crise está levando mais gente a trabalhar por conta própria, comerciantes que já estão nessa modalidade há muito tempo também estão sentindo os efeitos da desaceleração da economia.

O vendedor de frutas Celso Nunes, de Brasília, disse que esse janeiro tem se mostrado o mais fraco desde que ele começou a vender salada de frutas numa barraca que monta no Setor Bancário Norte, no centro da capital, há 15 anos.

“Janeiro é mais fraco mesmo, mas esse tem sido o pior desde que eu cheguei aqui”, calculou.  Pelas contas que faz de cabeça, ele diz que seu faturamento caiu em torno de 70% na comparação como mesmo mês do ano passado. Para compensar a queda nas vendas e o aumento nos custos devido à inflação, desde o início do ano, Nunes resolveu subir o preço da bandeja de salada de frutas, de R$ 5 para R$ 6.

Outros comerciantes informais entrevistados pela Agência Brasil também relataram dificuldades com as vendas recentemente. Sob nuvens negras no céu, o vendedor ambulante Obede Suzarte disse à reportagem que costumava vender de 15 a 20 guarda-chuvas e sombrinhas em dias de chuva no ponto onde monta a sua barraca há cinco anos, na avenida W3 Norte. “Mas neste mês de janeiro, quando costuma chover muito por aqui, tenho vendido umas três ou quatro por dia”, contou.

Ele diz que se sente ainda mais prejudicado pela crise porque seu tipo de mercadoria – relógios, barbeadores, carregadores de celular, óculos de sol e radinhos de pilha – não ser de primeira necessidade. “O cliente até vem e olha, mas se não é essencial pra ele, não compra mesmo.”

“Tá difícil geral, essa crise financeira chegou para todo mundo”, disse a vendedora de churrasquinho Raimunda Nonato da Silva. Ela, que chegou em Brasília vinda do Maranhão em 1979, começou no ano passado a vender espetinhos de carne em uma parada de ônibus da avenida W3, depois de perder o emprego como doméstica. Apesar da redução nas vendas, Raimunda ainda resiste a subir o preço do espetinho, vendido a R$ 3. “Se não, não vendo é nada, meu filho”.

Diante do aumento significativo do número de ambulantes por causa da crise, o governo do Distrito Federal deflagrou desde dezembro uma operação de repressão aos comerciantes informais, agravando a situação dos vendedores de rua.

Desde 11 de janeiro, por exemplo, policias militares e agentes da Agência de Fiscalização do Distrito Federal ocupam cada esquina do Setor Comercial Sul, na região central de Brasília. A justificativa dada pelo administrador regional do Plano Piloto, Marcos Pacco, é “revitalizar o espaço e coibir atividades ilegais”. O mesmo tipo de operação ocorre nos arredores da rodoviária do Plano Piloto.

Da Agência Brasil

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Mercado de Trabalho | Sesc Pernambuco seleciona Jovem Aprendiz

Imagem: Divulgação/Reprodução
Buscando uma oportunidade para entrar no mercado de trabalho e desenvolver novas habilidades?

Faça parte do time de Jovens Aprendizes do Sesc Pernambuco. O Serviço Social do Comércio - Sesc Pernambuco, torna público a seleção para Jovem Aprendiz nos termos do art. 428 da CLT, alterado pela lei da Aprendizagem Nº 10.097/2000 e regulamentada pelo Decreto Nº 5.598/2005. Modelo de seleção previsto na Resolução SESC 1296/2015 e RE-789.874 do STF/2014.

Requisitos:
*Ser maior que 14 e menor que 24 anos;
*Ensino médio cursando ou completo;
*Desejável noções básicas de informática;
*Os currículos devem ser enviados para selecao@sescpe.com.br, com o título da vaga
"JOVEM APRENDIZ" no assunto, até 31/08/2015.

Atividades:
*Atuar com rotinas administrativas.

Local: 
Recife e Região Metropolitana (Olinda, Jaboatão dos Guararapes e São Lourenço da Mata).

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

De acordo com a CNI, medo de brasileiro do desemprego cai em 2014

O medo do desemprego, que crescia desde março de 2013 entre a população brasileira, mostrou queda no fim de 2014. O índice do medo do desemprego, divulgado nesta quinta-feira (08), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), caiu de 77 pontos em setembro para 75 em dezembro de 2014. A pesquisa é divulgada a cada três meses.
De acordo com a CNI, medo de brasileiro do desemprego cai em 2014. Foto: JCS Consultoria
A queda em relação ao trimestre imediatamente anterior, de 2,6%, é a primeira verificada depois de seis trimestres consecutivos de alta. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, entretanto, o índice mostra uma alta de 2,7%. Em dezembro de 2013, estava em 73 pontos.

O índice que mede a satisfação com a vida, por outro lado, caiu depois de dois trimestres de aumento. Em dezembro de 2014, ele ficou em 103,2 pontos, uma queda de 0,6% ante os 103,8 pontos registrados em setembro. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o índice manteve estabilidade: em dezembro de 2013 também estava em 103,2 pontos.

Para elaborar a pesquisa, a CNI contou com pesquisa de opinião pública conduzida pelo Ibope Inteligência. De 5 a 8 de dezembro de 2014, foram feitas 2002 entrevistas em 142 municípios.

Fonte: Estadão

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Em Surubim, anel viário teve ordem de serviço assinada

O prefeito de Surubim Túlio Vieira, assinou no dia 02 de julho, a ordem de serviço para a construção do anel viário que vai ligar o Bairro São José à Rodovia PE-90.
Em Surubim, anel viário teve ordem de serviço assinada. Foto: Blog Negócios e Informes.
A obra terá cerca de 900 metros de extensão e contará com pavimentação asfáltica, ciclovia, calçadas, rampas de acessibilidade, iluminação, além de sinalização horizontal e vertical. Os serviços serão realizados na Rua Major Prisciliano da Mota Silveira e Avenida João Batista Filho.
“O objetivo é facilitar o acesso ao Centro da cidade, principalmente para os veículos que vêm de outros municípios”, afirmou o prefeito.
Serão investidos R$ 658.999,16 na obra. Deste total, 30 %  são recursos da prefeitura e o restante do Ministério do Turismo. Metade da verba já foi repassada pelo Governo Federal para o município.
O cronograma de trabalho prevê duas etapas. Na primeira, serão executados serviços de terraplenagem e drenagem. Na segunda, acontecerá a pavimentação asfáltica, instalação da iluminação e de outros itens previstos no projeto.
A cerimônia de assinatura da ordem de serviço, contou com a presença dos secretários municipais Tony Araújo (Transportes, Saneamento e Urbanismo), Eva Pessoa (Orçamento Participativo), Reginaldo Dantas (Defesa Social), Daves Nascimento (Turismo e Cultura) e Bernadete Cristóvão (Finanças). Repórteres de emissoras de rádio da cidade também acompanharam o ato.
Após a solenidade, o prefeito fez uma caminhada pelas ruas que serão beneficiadas pelo anel viário. “O início desta obra era muito esperado pela população. Além de melhorar a mobilidade, vai embelezar o bairro e valorizar os imóveis”, comentou.
A empresa responsável pela construção é a ECAM Terraplenagem e Pavimentação Ltda. Os serviços já começaram desde o dia 02 de julho. O prazo de conclusão é de oito meses.

Fonte: Prefeitura de Surubim

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Em Pernambuco, Secretaria de Educação e Esportes seleciona professores e coordenadores

A Secretaria de Educação e Esportes do estado lançou novo processo seletivo simplificado. São 256 vagas de nível superior, sendo 210 para professor, 30 para coordenador de curso técnico, 13 para coordenador de integração escola-empresa, 1 para coordenador de ambiente virtual de aprendizagem e 2 para coordenador de educação à distância.


O Instituto de Apoio a Universidade de Pernambuco (Iaupe) é o responsável pela organização do processo. Os salários variam de R$ 728 a R$ 2.932,96 para jornadas que variam de dez a 40 horas semanais. As inscrições podem ser feitas pelo site www.upenet.com.br, até o próximo dia 19 de junho. As taxas custam R$ 40 e R$ 60.
Segundo o edital, os candidatos serão avaliados por meio de análise curricular e de experiência profissional. A vigência do contrato é de 24 meses, prorrogável por até seis anos. Já a validade do processo seletivo é de um ano, contado a partir da homologação, podendo ser prorrogado por igual período.
*Blog Diário de PE

quinta-feira, 24 de abril de 2014

O Custo do Lápis!


Quando se fala em ética, um de seus maiores antônimos é a Lei de Gerson: “Levar vantagem em tudo. Certo?” Na outra ponta temos o que considero como melhor definição de ser ético: “Não faça aos outros, o que não quer que seja feito a você”. Ser ético é respeitar os limites; saber onde termina os seus direitos e começam os direitos dos outros.

Esta abertura poderia ser encarada como um conselho. Assim, lembremos a máxima sobre esta situação: “Se conselho fosse bom não se dava, se vendia”. Mas não pretendo dar conselhos. Quero discutir o real valor de um conselho, tanto para quem pede, como para quem o oferece. Meu principal objetivo nesta discussão é fundamentar minha argumentação sobre a venda de conselhos, visto que minha atividade profissional é Consultoria.

Sim, Consultores vendem conselhos; mas em qualquer atividade econômica, principalmente na prestação de serviços, sempre há quem queira levar vantagem; sempre há quem queira argumentar que algumas palavras não poderiam ter custo, tomando como base de avaliação o fato de que, na atividade de Consultoria, não vendemos “algo físico”, um “objeto” que o Cliente leva para casa: vendemos conhecimento; vendemos a transferência de conhecimento. Simplificando a argumentação, ao invés de vendermos o peixe, ensinamos a pescá-lo.

É neste ponto que nossa discussão converge para a ética. Muitas vezes, as análises de custo dos conselhos, deixam o campo da desinformação (inconsciente) e invadem o campo da esperteza (intencional). Estou falando dos pseudoclientes: “amigos”, “colegas” e “parceiros” que insistem em inventar historinhas muito bem elaboradas e recitadas com indisfarçada cara de pau para conseguirem conselhos gratuitos ou obterem dicas de processos, estratégias e informações de mercado referente aos seus negócios.

Esta atitude poderia ser classificada por inúmeros adjetivos, mas, para manter o bom tom da discussão, vou classificá-la, simplesmente, como antiética e desrespeitosa.

Amar a profissão não significa trabalhar de graça. Trabalho pressupõe uma relação financeira entre o tomador e o prestador dos serviços. No jargão corporativo: “não existe almoço grátis”.

Mas atire a primeira pedra quem nunca acabou trabalhando de graça por confiar em quem não deveria? Oportunistas, travestidos de Clientes, atrás de consultoria gratuita são muitos e representam o que há de pior no mundo corporativo. Essa atitude, antiética e desrespeitosa, me causa um tremendo sentimento de repulsa: recuso, terminantemente, quaisquer possibilidades de trabalho com esse tipo de “Clientes”, que são facilmente identificados, pois fogem de um contrato como o diabo foge de uma cruz.

Alguém, por um acaso, entra num ponto de vendas, enche as sacolas com produtos e sai sem pagar? Há alguma possibilidade de pagarmos nossas contas com sorrisos, abraços e tapinhas nas costas? Não. Absolutamente, não!

Esta analogia pode ser simples, mas é a síntese da situação. Da mesma forma, Consultores não estão disponíveis para bate-papos informais, recheados de valiosas dicas de Marketing, Estratégias e Soluções para quaisquer negócios. Transferência de conhecimento deve ser respeitada e pactuada, nos mínimos detalhes, antes de acontecer.

Agora sim, estou no ponto em que posso dar conselhos, mas antes vamos analisar a etimologia da palavra respeito. Respeito vem do latim ‘respectus’, particípio passado de ‘respicere’: “olhar outra vez”. Neste sentido, aconselho:

1 – que Empreendedores, Gestores e afins dediquem algum tempo para “olhar outra vez” e rever suas relações com os Consultores com os quais pretendem trabalhar. Isso, trabalhar, não “trocar ideias”; “bater papo” ou ter uma “conversa amistosa”;

2 – que Colegas de profissão dediquem algumas horas do seu tempo para uma reflexão e uma autoavaliação e “olhem outra vez” para suas propostas de trabalho: valorizem a si mesmos e não caiam na tentação do oportunismo da concorrência desleal.

As situações, onde estas atitudes antiéticas e desrespeitosas são largamente praticadas, são inúmeras e quem chegou até este ponto da discussão, seja Consultor ou não, mentalmente já relacionou inúmeros casos que se encaixam como uma luva no que estou colocando.

Para não cair na armadilha da “Consultoria Grátis” e acabar de vez com as desculpas de, apenas, um “bate-papo”, desenvolvi uma argumentação que, até o momento, revelou-se infalível: ao invés de vender Conselhos eu vendo Lápis.

Assim, quando um Cliente pergunta o que estará levando para casa, independente do Custo deste “objeto”, avaliado, criteriosamente, de acordo com as reais necessidades de cada Cliente e o tempo de trabalho que será demandado, eu respondo:

- Um Lápis e algumas folhas de papel onde estarão redigidos todos os conselhos que serão oferecidos gratuitamente!


Vital Sousa
CEO integrum Consultoria

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