© 2014 - Todos os Direitos Reservados ao Blog Negócios e Informes. Tecnologia do Blogger.

Mostrando postagens com marcador Faturamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Faturamento. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Faturamento da indústria desacelera em fevereiro, diz CNI

Trabalho em indústriaFoto: Arquivo/Agência Brasil
Apesar da desaceleração, em relação ao mesmo mês de 2019, o índice de crescimento em fevereiro ficou em 0,9%

O faturamento da indústria sofreu uma desaceleração em fevereiro. O aumento de 0,2% em relação a janeiro é baixo na comparação da alta de 2,3% registrada de dezembro para janeiro, informou nesta quarta (8) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Apesar da desaceleração, em relação ao mesmo mês de 2019, o índice de crescimento em fevereiro ficou em 0,9%.

A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) registrou alta de 1,2 ponto percentual em relação a fevereiro de 2019. De janeiro para fevereiro, a UCI aumentou 0,5 ponto percentual, alcançando 78,7%, sem considerar os efeitos sazonais. Foi a segunda alta consecutiva nesse dado.

Emprego
Segundo a CNI, apesar do emprego seguir praticamente estável, as horas trabalhadas tiveram queda. Entre janeiro e fevereiro, o emprego industrial não se alterou, considerando a série dessazonalizada.

Na comparação com o mesmo mês do último ano, houve um leve recuo 0,1%. Nesse mesmo período, a queda de horas trabalhadas foi de 1,6%. Da mesma forma, a massa salarial paga aos trabalhadores da indústria também caiu. A redução foi de 0,8% usando como base janeiro e 2,2% na comparação com fevereiro de 2019.

O rendimento médio real foi o indicador com a maior perda acumulada. O recuo de 0,7% é o quarto resultado negativo consecutivo desse índice, que havia registrado recuo de 0,1% em novembro de 2019, redução de 1,5% em dezembro, e novamente recuo de 0,1% em janeiro de 2020. Na comparação com fevereiro de 2019 a queda foi de 2,1%.

Por: Agência Brasil 

sexta-feira, 29 de junho de 2018

CNI: greve de caminhoneiros faz faturamento da indústria cair 16,7%

Foto:Tânia Rêgo/Agência Brasil
O faturamento da indústria caiu 16,7% em maio na comparação com abril, na série livre de influências sazonais. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi a maior queda mensal do indicador, e o resultado reverteu os ganhos registrados desde outubro de 2016. A informação é da pesquisa Indicadores Industriais, divulgada nesta sexta-feira (29) pela entidade. De acordo com o levantamento, a forte retração do faturamento foi provocada pela greve dos caminhoneiros nos últimos dias do mês passado.

O desabastecimento causado pela paralisação dos serviços de transporte agravou as dificuldades que a indústria atravessa para se recuperar da crise, como a baixa demanda, a alta ociosidade, dificuldades de financiamento e incertezas econômicas. Com isso, todos os indicadores registraram queda em maio.

A utilização da capacidade instalada caiu para 75,9%, o menor percentual desde 2003, quando começou a série histórica. Isso significa que o setor operou com uma ociosidade de 24,1% em maio. As horas trabalhadas na produção recuaram de 2,4% em maio frente a abril, na série com ajuste sazonal.

De acordo com a CNI, os indicadores de mercado de trabalho também pioraram. O emprego caiu 0,6% em maio na comparação com o mês anterior, na série dessazonalizada. Foi a primeira queda após sete meses de moderado crescimento e reverte toda a expansão registrada em 2018, segundo a entidade. A massa real de salários caiu 1,7% e o rendimento médio real do trabalhador da indústria recuou 1,4% em maio frente a abril, na série com ajuste sazonal.

A pesquisa completa está disponível na página de estatísticas da CNI.

Da Agência Estado

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Faturamento real da indústria cai 2,5% em março ante fevereiro, diz CNI

Foto: pixabay/Reprodução
Após dois meses consecutivos de crescimento, o faturamento industrial voltou a cair em março, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (2) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na comparação com o mês anterior - e excluindo os efeitos de calendário -, as vendas das fábricas brasileiras caíram 2,5% no terceiro mês deste ano.

Ainda assim, o volume faturado em março pelo setor foi 1,6% superior ao registrado no mesmo mês de 2017. Considerando as vendas de janeiro a março de 2018, o desempenho foi 6,2% superior ao do mesmo período do ano passado.

"A pesquisa evidencia que a indústria segue enfrentando dificuldades e que sua recuperação continua lenta. Março costuma ser um mês de atividade industrial mais forte, na comparação com o primeiro bimestre", considerou a CNI, no documento. 

Além do menor faturamento, houve redução na quantidade de horas trabalhadas na indústria em março, com queda de 0,9% em relação a fevereiro. Essa foi o segundo mês consecutivo de recuo no indicador.

Em relação a março de 2017, houve um declínio de 0,7% nas horas trabalhadas. Mas, no acumulado de 2018 até março, o tempo de trabalho na produção foi 0,5% maior que o verificado no primeiro trimestre do ano passado.

Em março, a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) no parque industrial brasileiro evoluiu 0,2 ponto porcentual, passando de 78,0% para 78,2% (de acordo com dado ajustado). Em março de 2017 a UCI estava em 77,0%.

Da Agência Estado

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Faturamento da indústria aumentou 0,5% em fevereiro, mostra CNI

FábricaFoto: Pixabay
Depois de dois meses consecutivos de queda, o faturamento da indústria aumentou 0,5% em fevereiro na comparação com janeiro, na série livre de influências sazonais, informou hoje (2) a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Na comparação com fevereiro de 2017, o faturamento real subiu 6,5% de acordo com os Indicadores Industriais.

Conforme a pesquisa, as horas trabalhadas na produção caíram 0,5% em fevereiro frente a janeiro, na série de dados dessazonalizados, interrompendo uma sequência de três resultados positivos. Na comparação com fevereiro do ano passado, as horas trabalhadas na produção cresceram 1%.

O nível de utilização da capacidade instalada ficou em 78%, praticamente o mesmo de janeiro (78,1%), e está 1,4 ponto percentual acima do registrado em fevereiro de 2017.

Segundo a CNI, o levantamento mostra ainda que o emprego continua se recuperando. O indicador de emprego subiu 0,1% em fevereiro frente a janeiro na série livre de influências sazonais. Em relação a fevereiro do ano passado, o emprego aumentou 0,5%. "

A massa real de salários aumentou 1,2% e o rendimento médio real do trabalhador cresceu 1,8% em fevereiro frente a janeiro na série dessazonalizada. Na comparação com fevereiro de 2017, a massa real de salários subiu 3,4% e o rendimento médio real, 2,9%.

Da Agência Brasil

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Faturamento do setor atacadista distribuidor cresce 9,9% em maio

Imagem: Divulgação/Reprodução - Internet
O faturamento do setor atacadista distribuidor cresceu 9,9% em maio em relação a abril. Na comparação com o mesmo mês de 2016, houve alta 0,84%. No acumulado de janeiro a maio, o setor registrou queda de 5,27% ante o mesmo período de 2016. Em termos nominais, houve crescimento de 9,43% em maio em relação ao mês anterior e de 4,47% em relação maio de 2016. No acumulado do ano houve retração de 1,03%, segundo dados da pesquisa mensal da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (ABAD).

Segundo a entidade, os resultados estão relacionados à redução da taxa básica de juros, à inflação controlada e ao desemprego estável, que ajudam a melhorar as expectativas do setor. “O faturamento foi influenciado positivamente pelo cenário favorável. A retomada econômica poderia estar encaminhada não fosse a persistente turbulência no campo político, que influencia diretamente a confiança de consumidores e empresários”, diz a ABAD em nota.

Para o presidente da ABAD, Emerson Luiz Destro, depois de alguns meses com resultado negativo o setor começa a acreditar em retomada econômica a partir da melhora de alguns indicadores, principalmente o da inflação, da taxa de juros e do desemprego. “Infelizmente, contudo, a interferência do cenário político é grande na economia real. E as constantes reviravoltas inspiram cautela e dificultam as previsões. Senão fosse a instabilidade política, haveria grande expectativa em relação ao segundo semestre, que é tradicionalmente o melhor período do setor”, disse.

Da Agência Brasil

domingo, 15 de janeiro de 2017

Faturamento da indústria cresce 4,5%

Foto: Toru Yamanaka/AFP
A indústria brasileira registrou aumento de 4,5% no faturamento real e de 0,7% nas horas trabalhadas em novembro na comparação com outubro. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (13), em Brasília, na pesquisa Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os dados são dessazonalizados, ou seja, ajustados para o período em que foram coletados.

Os indicadores relativos ao mercado de trabalho, no entanto, continuaram a observar queda. O indicador do emprego recuou 0,3% na comparação com outubro, enquanto a massa salarial real caiu 2,1% e o rendimento médio real, 1,5% para o mesmo período. A utilização da capacidade instalada ficou em 76,6%, apenas 0,1 ponto percentual acima do piso da série histórica.

Para a CNI, os números de novembro não sinalizam recuperação da atividade industrial. A entidade destacou na pesquisa que “a comparação anual dos indicadores continua a mostrar quedas expressivas”.

O faturamento real, por exemplo, recuou 9,9% e as horas trabalhadas caíram 5,5% em novembro de 2016 na comparação com o mesmo mês de 2015.

Da Agência Brasil 

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Supersimples aprovado por unanimidade no Senado

Imagem: Divulgação/Reprodução
O Plenário do Senado Federal aprovou por unanimidade o texto base que atualiza as regras do Supersimples (PLC 125/2015). Trata-se de um substitutivo, da relatora do projeto, senadora Marta Suplicy (PMDB/SP). A votação dos destaques poderá ocorrer nesta quarta-feira (22/06). Como houve alteração no texto, a matéria voltará para a análise da Câmara dos Deputados, após conclusão da votação no Senado.

A senadora Marta Suplicy explicou que em virtude do intenso diálogo com representantes da Fazenda, dos governadores, dos Municípios e Governo Federal, o texto passou por adequações com o objetivo de trazer mais empresas ao Simples. “As várias negociações permitiram um aperfeiçoamento do texto. Este projeto vai ajudar as empresas a não fecharem as portas”, declarou a relatora.
O senador José Pimentel (PT-CE) elogiou a “construção do parecer” de Marta Suplicy e registrou que o projeto representa a oitava atualização do Supersimples desde 2006. Ele observou, no entanto, que a legislação vai precisar de novas alterações em pouco tempo.

Mudanças no texto

Entre as mudanças, está a elevação de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões do teto anual da empresa de pequeno porte (EPP) a ser incluída no programa (o teto anterior era de R$ 14,4 milhões). A relatora reconheceu que o novo teto ficou “aquém” do proposto inicialmente, mas considerou que a situação precária da economia do país exigiu adaptações também nas propostas legislativas.
O substitutivo passou a prever o pagamento do ICMS e do ISS por fora da guia do Simples Nacional na parte da receita bruta anual que exceder R$ 3,6 milhões. Esses impostos são, respectivamente, de competência de estados e municípios.

O número de faixas de faturamento foi reduzido de 20 para 6 faixas, segundo Marta, para simplificar a lógica de todo o sistema. A ideia inicial era que os ajustes já valessem para o ano que vem. Mas depois de uma emenda do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), a maioria dos ajustes entra em vigor a partir de 1º de janeiro de 2018. Um único dispositivo entrará em vigor imediatamente: a criação de um parcelamento especial de débitos das empresas do Simples de 120 meses, com a possibilidade de redução de multas e juros.

O projeto também eleva o limite de receita bruta anual para o enquadramento como microempreendedor individual, que passa dos atuais R$ 60 mil para R$ 72 mil. O projeto prevê a figura do investidor anjo – uma pessoa com recursos que financia diretamente empreendimentos em seu estágio inicial (start up).

Da CNDL

quarta-feira, 4 de março de 2015

Desenvolvimento Econômico | Complexo de Suape inicia 2015 com recordes históricos

O Complexo Industrial Portuário de Suape inicia o ano com dois recordes históricos. O faturamento do Porto no mês de janeiro foi de R$ 11,7 milhões, o maior valor já arrecadado num único mês e que ultrapassou em 34% o faturamento de janeiro de 2014, quando Suape arrecadou R$ 8,7 milhões. O aumento do volume de cargas movimentadas é um dos principais motivos para esse crescimento. Em janeiro, Suape movimentou 1,52 milhão de toneladas de cargas, 16,03% a mais que o mesmo período de 2014, quando passaram pelo Porto 1,31 milhão de toneladas, e 3,04% superior ao último recorde mensal, que havia sido de 1,47 milhão de toneladas em dezembro passado. 
Complexo de Suape inicia 2015 com recordes históricos. Foto: Divulgação
O crescimento foi puxado pela movimentação de granéis líquidos que somou 1,03 milhão de toneladas, contra 763 mil toneladas no primeiro mês do ano passado, representando um aumento de 35% desse tipo de mercadoria. Sessenta e quatro por cento das mercadorias que passaram pelo Porto de Suape pertencem ao grupo dos combustíveis e produtos derivados de petróleo, como gasolina, óleo diesel e nafta. O total da carga transportada em contêineres somou 354,7 mil toneladas. 

Com informações do Complexo de Suape

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Comércio Eletrônico: Vendas para o Dia das Crianças crescerão 13%

Vendas para o Dia das Crianças crescerão 13%,
diz E-Bit. (foto: shutterstock)
O comércio eletrônico deve registrar alta nominal de 13% nas vendas no Dia das Crianças, segundo prevê a E-bit, empresa especializada em informações do setor. A expectativa é de que entre os dias 28 de setembro a 11 de outubro o faturamento chegue a R$ 1,3 bilhão.

A E-bit ainda manteve a expectativa de que o crescimento do faturamento do e-commerce em 2014 será da ordem de 20% na comparação com o ano anterior. A projeção leva em conta o avanço das vendas por dispositivos móveis, crescimento da banda larga e adesão de novos consumidores às compras online, diz a empresa em nota.

Fonte: Época Negócios

Acompanhe-nos no Facebook


Publicidade


!

!
!
!

!

!

!

!
!
!
!
!

!
! !
!

!

Você é o Visitante:

Acessos em Tempo Real

Previsão do Tempo em Surubim

Blogs e Sites Parceiros

Arquivo do blog

Curta Nossa FanPage - Muito Obrigado!

Internautas On Line

(81) 9925.8297 // negocioseinformes@gmail.com