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quarta-feira, 1 de maio de 2019

SURUBIM: Moradores de Lagoa Queimada, Diogo e Alto Santa Luzia protestam contra falta d'água

Foto: Divulgação/Reprodução
Cerca de 20 moradores de Lagoa Queimada, Diogo e Alto Santa Luzia se dirigiram nessa terça-feira (30.04) ao escritório da Compesa, no Centro de Surubim, para protestar contra a falta de abastecimento de água nas localidades. Munidos de cartazes com inscrições como "Queremos água para todos" e "A comunidade de Lagoa Queimada também tem direito à água", os moradores alegaram que estão sem água nas torneiras há cerca de dois meses e, por este motivo, enfrentam diversos problemas.

"Fazem dois meses que não chega água nessas comunidades e as pessoas estão sofrendo porque muita gente não tem condição de dar R$ 200 num caminhão de água", reclamou o morador Adilson Lourenço. O grupo foi recebido por um atendente do escritório, que se comprometeu em dar uma solução para o problema em um prazo de 72 horas.

Do Mais Casinhas

sábado, 26 de maio de 2018

Rombo na Petrobras motivou reajuste de preço

Para o consumidor, a recuperação da Petrobras pesou no
 bolso quando a cotação do petróleo ganhou fôlego em 2018.
Foto: Arquivo/Tânia Rêgo/ Agência Brasil
Quando decidiu reajustar diariamente os preços em linha com o mercado internacional, em julho de 2017, a Petrobras mirou seu caixa. O foco era a redução do endividamento que elevou a empresa ao posto de petroleira mais endividada do mundo. Estratégia que deu certo, com a petroleira registrando um lucro de R$ 6,9 bilhões no primeiro trimestre, o maior trimestral dos últimos cinco anos. 

Para o consumidor, a recuperação da Petrobras pesou no bolso quando a cotação do petróleo ganhou fôlego em 2018, após um período de quedas. Pela primeira vez desde 2014, o barril atingiu US$ 80 neste mês.  Como consequência, o preço do diesel já subiu 38 vezes desde janeiro. Para a empresa, a alta do petróleo significa uma oportunidade para gerar receita, distribuir dividendos aos acionistas e atingir a meta financeira, ainda que o programa de venda de ativos caminhe devagar. 

O presidente Pedro Parente obedece à máxima de que a Petrobras deve se comportar como uma produtora como outra qualquer, independentemente da importância estratégia dos combustíveis para o País. Afinal, a estatal compete diretamente com importadores e possui a flexibilidade de atuar em outros países.

A lógica é que não há fronteiras no mercado de petróleo. Mas, no Brasil, a realidade é que as altas no preço da estatal surtem efeito no bolso da população e de segmentos da economia que nada têm a ver com o mercado externo. Professor do Grupo de Economia da Energia da UFRJ, Helder Queiroz destaca que a alta do petróleo foi o primeiro teste de Parente. "É certo que é preciso acompanhar o mercado internacional. Mas existem várias soluções para isso. Será que essa é realmente a melhor?", diz. 

Pesa ainda o fato de o maior volume do combustível consumido no País sair das refinarias brasileiras, comandadas pela Petrobras. No primeiro trimestre deste ano, a empresa produziu 1,67 milhão de barris por dia (bpd) de derivados de petróleo e importou apenas 97 mil.  "Se o preço do petróleo não oscilar, oscila o câmbio. A Petrobras tem de seguir os preços internacionais, mas não precisa ser diariamente. A empresa cobra tanto previsibilidade do governo e não faz o mesmo com os seus consumidores", criticou um especialista em petróleo que já fez parte do governo e não quis se identificar.

Da Agência Estado

Sem escoar a produção, Pernambuco descarta 900 mil litros de leite por dia

A falta de transporte também impede a distribuição
gratuita do produto, já que o leite fica impróprio para
o consumo seis horas após a ordenha.
 Foto: Júlio Jacobina/DP
A falta de combustível e de caminhões para transportar a produção de leite em Pernambuco tem provocado um descarte diário de aproximadamente 900 mil litros do produto, o que representa metade do total produzido. Em cifras, significa uma perda média, por dia, de aproximadamente R$ 1,1 milhão, já que o preço médio de venda do litro do produto às indústrias é de R$ 1,25. Cinco dias após o início da manifestação dos caminhoneiros, outros setores da agropecuária pernambucana também já estão sentindo os impactos.

De acordo com o presidente da Sociedade Nordestina de Criadores (SNC), Emanuel Rocha, a maior parte dos produtores de leite do estado é de pequeno porte e não dispõe de tanques de resfriamento para armazenar o produto. “Sem o equipamento, o leite fica ácido em seis horas (após a ordenha) e impróprio para o consumo”, explica, acrescentando que também falta ração para alimentar os rebanhos, o que impacta diretamente na produção. “São animais de alta produção leiteira e que precisam ser alimentados. Quando eles não comem, há impactos em termos de produtividade. Com isso, o custo aumenta também”. Segundo a SNC, o estado possui um rebanho de 2,5 milhões de animais, dos quais 180 mil estão em período de lactação. A falta de transporte também impede os produtores de distribuírem o leite gratuitamente, segundo Rocha.

Sem receber os insumos necessários e sem combustível para manter máquinas em funcionamento, as indústrias de laticínio do estado também estão em alerta. “O ritmo de produção já diminuiu 50%. E algumas fábricas trabalham com diesel nas caldeiras. À medida em que acaba, a indústria é obrigada a parar de produzir”, destaca Carlos Bezerra, presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios e Produtos Derivados do estado. Ele destacou que a partir dessa semana algumas fábricas podem suspender totalmente a produção de leite e derivados. Por enquanto, o setor industrial não tem realizado descarte de produtos, mas já há registro de perdas por conta dos bloqueios nas estradas. “O leite estraga depois de 12 horas nos caminhões”, diz Bezerra.

Um levantamento feito pela Federação da Agricultura do estado (Faepe) com base nos sindicatos filiados à entidade aponta que outros segmentos também estão sentindo os impactos do movimento grevista. A região do Vale do São Francisco, no sertão, registrou uma perda de 25% na produção de mangas e uvas nessa semana. A região, que tradicionalmente é conhecida pela exportação dos insumos, também não consegue enviar os produtos por falta de transporte. As frutas são mantidas em caminhões refrigerados. “Caso a greve continue, o Sindicato Rural de Petrolina estima que a produção de uva e manga do Vale tenha 80% de perda, entre os dias 28 de maio e 01 de junho”, diz o relatório da Faepe.

Os últimos quatro dias devem resultar numa perda de 15% da produção do setor avícola do estado. Os avicultores já informam que há falta de ração em várias granjas. O levantamento da Faepe mostra também que abatedouros de caprinos, ovinos e suínos também estão com problemas na produção e o transporte das mercadorias está parado. Os frigoríficos também enfrentam problemas, já que muitos animais que estão sendo transportados acabam morrendo antes de chegar, segundo o relatório.

Do Diario de PE

quarta-feira, 9 de maio de 2018

'Cegonheiros' fazem protesto e complicam trânsito em Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução - Negócios & Informes
Motoristas de caminhões-cegonha se reuniram, nesta terça-feira (09), em um protesto pelas ruas de Surubim. A carreata partiu das proximidades da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), na PE-90, pouco antes das 11h, em direção ao centro comercial. Ao passarem pelo Centro de Surubim, os quase 40 caminhões causaram retenções no tráfego.

Segundo os integrantes do ato, o governo de Pernambuco tem descumprido o Programa de Desenvolvimento Automotivo (Prodeauto). A lei tem a finalidade de atrair e fomentar investimentos no setor automotivo mediante a concessão de incentivos fiscais na área do ICMS para contribuintes como estabelecimentos industriais e comerciais atacadistas de veículos nacionais ou importados e empresas sistemistas do setor automotivo. Segundo o Sintraveic-PE, a fábrica da Fiat e da Jeep, Fiat Chrysler, em Goiana, não entram em acordo para utilizar a maior parte de sua fábrica para o transporte de veículos.

De acordo com a assessoria do Sindicato, a Jeep e o Governo de Pernambuco ainda não se posicionaram. O protesto já passou pelas cidades de Bezerros, Caruaru, Garanhuns, além de Surubim, ainda irá passar por Carpina.

Confira, no vídeo:
Do G1 PE / Redação (Negócios & Informes)

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Núcleo de Pesquisa Equina da Universidade Federal Rural de Pernambuco emite nota de apoio à Vaquejada

O Núcleo de Pesquisa Equina da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), emitiu neste sábado (22), uma nota pública a favor da Vaquejada Legal, ou seja, às competições que seguem as regras definidas por diversas entidades para eventos equestres. O documento é mais uma manifestação de apoio à prática, que foi declarada ilegal pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sob a alegação de maus tratos aos animais. Os professores que assinam o texto, destacam que a Vaquejada Legal "é uma importante ferramenta para o esporte e também para adequação da atividade às diferentes demandas profissionais e sociais".

Confira a nota na íntegra:
Do Correio do Agreste

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Proibição das vaquejadas tira município de Surubim do mapa do turismo

O município de Surubim já passou pela proibição de sua vaquejada em 1942. Foram sete anos sem as suas corridas de mourão. Na década de 1960 a atividade sofreu novas pressões da Sociedade Protetora dos Animais. No entanto, desta vez, ao julgar uma ação movida pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra uma Lei Estadual cearense que regulamentava a vaquejada como atividade desportiva e cultural, o STF considerou-a inconstitucional. Ao manifestar-se contra, criou jurisprudência que poderá ser utilizada no país inteiro e inviabilizar em definitivo as vaquejadas.

Considerada como a Capital das Vaquejadas pela sua tradição, pois realiza a mais antiga dessas festas de gado do Brasil, Surubim vê desmontar-se o seu carro chefe do turismo municipal. Com isso deverá contabilizar perdas irreparáveis em sua economia.

Não se sabe se a Frente Parlamentar que foi criada em Brasília para defender a regulamentação das vaquejadas logrará algum êxito. Esse grupo nos próximos dias apresentará no Congresso uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) visando alterar o Código 215 da Constituição Federal incluindo as vaquejadas como uma das manifestações culturais a serem protegidas. Conforme o deputado dederal Kaio Maniçoba (PHS) a bancada do Nordeste irá realizar no dia 25 deste mês em Brasília, uma grande manifestação com esportistas e admiradores das festas de mourão chamando a atenção para a importância desses eventos tanto sob o ponto de vista econômico quanto cultural.

Elas são as mais importantes festas de gado do Brasil e consideradas o único esporte genuinamente nacional. São, evidentemente, expressões do Nordeste Arcaico e fazem parte das raízes culturais de uma região onde se implantou há quase meio milênio a pecuária nacional. Levando em consideração o respeito à identidade cultural do povo dos sertões nordestinos sua proibição corresponde à proibição dos cultos afros pelo fato de que dentro das cerimônias dessas religiões são sacrificados animais de forma cruel, ou as beberagens do culto da Jurema ou do Santo Daime por propiciarem visões alucinógenas.

Enquanto tudo isso acontece, os rodeios continuam a todo vapor. Há quem diga que o preconceito contra o Nordeste mais outra vez voltou a manifestar-se.

Do Correio do Agreste

segunda-feira, 21 de março de 2016

CNDL apoia manifesto contra o aumento de impostos

Imagem: Divulgação/Reprodução
A Frente Parlamentar do Comércio, Serviços e Empreendedorismo (Frente CSE) discutiu, na última semana, a criação do  manifesto contra o aumento de impostos.
 Leia abaixo na íntegra: 
MANIFESTO EM DEFESA DO COMÉRCIO, SERVIÇOS E DO EMPREENDEDORISMO
Contra o aumento de impostos
O setor empresarial está atento ao contexto socioeconômico nacional, amparado pelo esforço, dedicação, tolerância e comprometimento, apesar de todos os reveses que vem atravessando nos últimos três anos.
A esmagadora maioria dos empresários brasileiros, à custa de muito sacrifício, está se adequando e reajustando sua estrutura à nova realidade. Fizeram a lição de casa aplicando reduções drásticas de custos e ampliando a produtividade, o que em muitas ocasiões lamentavelmente esteve associada a não contratações, sem investimentos para inovação, desenvolvimento e sem crescimento.
Empresários e trabalhadores estão seguindo essa cartilha, aguardando que o governo comece a fazer a parte que lhe cabe, em iguais condições de seriedade, empenho e com a intensidade que se faz necessária neste momento de crise.
O discurso governista de que a crise internacional foi o gatilho que explodiu a crise brasileira já não convence mais. Enquanto o PIB mundial cresceu 3% no ano passado, o PIB brasileiro diminuiu 3,8%. No mesmo diapasão, a Argentina, nosso país vizinho, implementou medidas expansionistas que recuperam a credibilidade do governo e atraem volumes importantes de investimentos externos.
Fica claro pelas atuais experiências mundiais que a saída da crise passa pela retomada do crescimento econômico, cujo aumento da produção e da circulação de mercadorias leva ao aumento da arrecadação tributária e ao aumento da poupança fiscal.
Defendemos a posição de que a recessão continuada é inimiga de empresários e trabalhadores, e neste momento todos esperam que o governo brasileiro comece a reagir, definitivamente. Defendemos também que o governo se posicione com responsabilidade e que tome atitudes concretas em relação aos temas que diretamente limitam a produção e o comércio de bens e serviços. Os temas que destacamos são:

  1. Reforma da Previdência;
  2. Revisão e modernização da legislação trabalhista;
  3. Simplificação tributária;
  4. Melhor regulamentação dos Meios de Pagamentos;
  5. Política de financiamento dos investimentos produtivos privados;
  6. Enxugamento da máquina pública;
  7. Maior transparência na contratação de produtos e serviços do governo e cumprimento do teto máximo constitucional para salários e aposentadorias;
  8. Desburocratização do Estado.

Diante deste cenário, em que países reaceleram a atividade econômica com redução de impostos, é impraticável a instalação de qualquer outra modalidade de imposto. Repudiamos qualquer aumento de impostos. As reformas devem ser feitas para minimizar os custos da crise instalada e reacender o espírito empreendedor dos brasileiros, promovendo enfim a retomada do crescimento.
Nós que fazemos a Frente Parlamentar do Comércio, Serviços e Empreendedorismo estamos acompanhando todos os movimentos da Operação Lava Jato, esperando, sobretudo, que o governo traga não apenas uma resposta convincente às acusações, mas principalmente que comece a implementar as mudanças necessárias ao resgate de sua credibilidade, hoje um fator fundamental para retomada dos investimentos produtivos e geração de emprego e renda.
Da Assessoria

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Taxistas realizam protesto em Surubim nesta quinta feira (03)

Taxistas de Surubim fazem um protesto na manhã de hoje (03) denunciando a existência de veículos clandestinos rodando no município, sobretudo os com placas de outros municípios da Região. Clique no link e confira um vídeo divulgado em nossa fan page: www.facebook.com/NegocioseInformes







quinta-feira, 23 de abril de 2015

Urgente | Toyoteiros fecham ruas em protesto no Centro de Surubim

Na manhã desta quinta-feira (23), por volta das 09:45h, o nosso blog (Negócios & Informes) recebeu a informação que toyoteiros fecham as Ruas: Maria Rejane Germano, Av. Monsenhor Luiz Ferreira Lima, e Rua João Batista no Centro de Surubim, para protestar contra possíveis alterações no trânsito impostas pela Prefeitura, que segundo informações querem alterar o "ponto" do bairro do Coqueiro, que é localizado na frente e ao lado do Banco do Brasil, pra colocar na Praça Estefânia Farias. Segundo o nosso leitor, já constam no local, a Polícia Militar e Guardas Municipais. Em breve, mais informações. 
Urgente | Toyoteiros fecham ruas em protesto no Centro de Surubim. Fotos: Deybson Santos





quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

SDS Surubim esclarece o motivo do protesto realizado por toyoteiros

Foto: Divulgação/Facebook
O nosso blog (www.negocioeinformes.com) acabou de receber os esclarecimentos do Secretário de Defesa Social de Surubim, Sec. Reginaldo Dantas, em virtude do protesto realizado por toyoteiros  no centro de Surubim. Leia, clicando no link: Em Surubim, toyoteiros protestam e fecham ruas no centro comercial

Confira, abaixo, a  nota enviada com exclusividade pro nosso  blog www.negocioseinformes.com

"Olá Luís, tudo tranquilo, recebemos uma comissão e ouvimos  a classe. Na verdade tratou-se de um boato de mau gosto onde disseram que a secretaria iria tirar os toyotas do percurso que eles fazem para coloca-los em outro mais distante do centro. Na ocasião solicitaram também um agente para controlar os toyotas que insistem em não cumprir as regras no ponto ao lado do BNB." Att Capitão Dantas

Em Surubim, toyoteiros protestam e fecham ruas no centro comercial

Na tarde de hoje (14), por volta das 15:30h, recebemos informações que toyoteiros fecharam a Rua Maria Rejane Germano e a Rua João Batista no Centro de Surubim, protestando contra possíveis mudanças impostas pela Prefeitura municipal. 

A Polícia Militar se fez presente, evitando maiores transtornos. De imediato, o nosso blog entrou em contato com a Secretaria de Defesa Social e fomos informados que o Secretário Reginaldo Dantas, estava no aguardo dos organizadores para uma reunião em sua sede, que fica localizado na Av. Oscar Loureiro, 47, Cabaceira. 

Em breve, mais informações.
Em Surubim, toyoteiros protestam e fecham ruas no centro comercial. Foto: Mauro Barbosa




segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Inadimplência das empresas cai 8,5% em agosto, mostra índice da Serasa

Inadimplência das empresas cai 8,5% em agosto,
 mostra índice da Serasa. Foto: Internet 
O índice da Serasa Experian que mede a inadimplência das empresas brasileiras caiu em agosto na comparação com julho, depois de um forte avanço no mês anterior, quando a Copa do Mundo e a atividade enfraquecida influenciaram significativamente os números. O indicador caiu 8,5% em agosto ante julho, depois de alta de 12,9% em julho ante junho.

Na comparação com agosto de 2013, a taxa de inadimplência do setor empresarial subiu 5,5%. No ano, ela também registra elevação, de 6,7%. Em nota, a Serasa Experian explicou que essa piora na comparação anual se deve "ao agravamento da conjuntura doméstica, caracterizada por recessão econômica e aumento do custo financeiro para as empresas".

Os títulos protestados e os cheques sem fundos foram os principais responsáveis pela queda do indicador de inadimplência na margem, com variações negativas de 24,2% e 13,3%, respectivamente. As dívidas das empresas com bancos apresentaram declínio de 2,1% em agosto, enquanto as dívidas não bancárias, feitas por meio de cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água, dentre outros, avançaram 1,8%.

Valor médio
Segundo a Serasa, o valor médio dos cheques sem fundos caiu 7,8% no acumulado de janeiro a agosto de 2014, na comparação com o mesmo período do ano passado. Já o valor médio das dívidas com os bancos teve queda de 1,8%, enquanto os valores médios dos títulos protestados e das dívidas não bancárias subiram 7,8% e 6 4%, respectivamente, no período.

Fonte: Agência Estado

sábado, 20 de setembro de 2014

Fim da Festa da Cabaceira em Surubim é destaque no Jornal do Commercio

A festa acontece há cerca de 12 anos no fim de semana da Vaquejada de Surubim e atrai centenas de pessoas para as ruas.



Neste domingo (21), manifestantes vão sentar nas calçadas da Avenida Oscar Loureiro,
onde a festa era realizada 
(Foto: Jornal Terra da Gente/Reprodução)

Moradores de Surubim, no Agreste do Estado, vão realizar uma mobilização neste domingo (21) contra a proibição da tradicional Festa da Cabaceira, que acontece simultaneamente à Vaquejada da cidade. Em protesto, os manifestantes vão sentar nas calçadas da Avenida Oscar Loureiro, onde a festa era realizada. Este ano, a festa só vai acontecer no sábado, e, a partir de 2015, não vai mais ser promovida. A decisão foi feita pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) em parceria com a Prefeitura da cidade e a Polícia Militar (PM), porque o evento atraía muitas pessoas para a rua e gerava problemas no trânsito. 

A festa acontece há cerca de 12 anos no fim de semana da Vaquejada, com o ponto alto ocorrendo aos domingos. A decisão de acabar com a tradição não foi bem aceita pelos moradores de Surubim. O comerciante Adriano Brito, 42 anos, participou da organização do evento em edições passadas e afirma que o evento não trazia problemas. "O pessoal que ia para a Cabaceira ficava na rua esperando o início dos shows da Vaquejada. A polícia disse que o contingente não é suficiente para cobrir os dois eventos, mas sempre deu pra conciliar”, relata. 

No início do mês de setembro, o MPPE, a Prefeitura da cidade e a Polícia Militar assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta, que proíbe o evento. O subcomandante do 22º batalhão da PM, Edvaldo Francisco de Oliveira, relata que era difícil monitorar a Festa da Cabaceira e a Vaquejada ao mesmo tempo. “A festa cresceu muito, passou a atrair muita gente, e como acontecia ao mesmo tempo que a Vaquejada, exigia muito da polícia. Além disso,atrapalhava a mobilidade porque acontecia na avenida principal de Surubim”.

A perturbação da ordem pública também foi um dos motivos que levaram o festejo ao fim. O promotor Garibaldi Cavalcanti afirma que muitas pessoas que moram na Avenida Oscar Loureiro encaminharam um abaixo-assinado para o MPPE contra a realização do evento. “Os moradores reclamaram do barulho e de outros problemas causados pelo grande número de pessoas na rua. Para tomar a decisão, também levamos em consideração os problemas no trânsito de Surubim. Mas é importante lembrar que a Festa da Cabaceira pode ser realizada se encontrarem um local mais adequado para ela”.

Fonte: Jornal do Commercio

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