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sexta-feira, 17 de julho de 2020

Em quatro dias, mortes por Covid-19 em Surubim aumentam 30%

Foto: Dado Ruvic/Reuters/Arquivo
Nos últimos quatro dias, o número de óbitos por Covid-19 em Surubim, que vinha apresentando estabilidade, começou a subir. Da segunda-feira (13), até esta quinta-feira (16), foi confirmada uma morte por dia. A quantidade passou de 13 para 17. Esse aumento porém, não significa que o óbito ocorreu na data em que foi divulgado. O dia que a morte entra na estatística, é  aquele em que o diagnóstico foi confirmado por exames laboratoriais. Os pacientes eram da Chã do Marinheiro (1), Centro (2) e Bela Vista (1).
No boletim mais recente publicado pela Secretaria Municipal de Saúde, Surubim contabiliza 471 casos do novo coronavírus. Destes, 125 (26,54%) estão em tratamento, 329 (69,85%) estão recuperados e 17 (3,60%) faleceram.
Os casos ativos, ou seja, as pessoas em tratamento, (incluindo os profissionais de saúde) estavam em uma linha de estabilidade, mas desde o dia 12/7 começaram a cair. No entanto, ainda é prematuro afirmar que a pandemia está arrefecendo. Isso só será possível se os casos ativos continuarem decrescendo por mais tempo.
No gráfico (clique aqui para acessar), é possível ver com mais clareza a evolução da epidemia em Surubim, a partir de 5/6 quando a quantidade de recuperados ultrapassou a de pessoas em isolamento.
Há 41 dias o número de recuperados vem se mantendo superior ao de pacientes em quarentena.
Do Correio do Agreste

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Gás de botijão residencial aumenta para as distribuidoras

Botijão de gásFoto: Marcello Casal/Agência Brasil
O gás de cozinha residencial (GLP) aumentará 5% nas distribuidoras e o GLP industrial e comercial 3%, a partir da meia-noite desta terça-feira (22). O anúncio foi feito pelo Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) em nota à imprensa e confirmado pela Petrobras.

Os aumentos são médias, pois o valor terá variação, para maior ou menor, dependendo da área de distribuição nacional, segundo o Sindigás. O preço para o consumidor final poderá ser diferente, pois as distribuidoras acrescem ao percentual de aumento os custos com mão de obra, logística, impostos e margem de lucro.

“O Sindigás informa que suas empresas associadas foram comunicadas pela Petrobras, na tarde de hoje [21], sobre o aumento no preço do GLP residencial (embalagens de até 13kg) e empresarial (destinado a embalagens acima de 13 kg). O aumento passa a valer a partir de amanhã, dia 22 de outubro, nas unidades da petroleira. De acordo com as informações recebidas da Petrobras, o aumento do GLP residencial oscilará entre 4,8% e 5,3%, e o aumento do GLP empresarial entre 2,9% e 3,2%, dependendo do polo de suprimento”, informou o Sindigás.

O último aumento de GLP praticado pela Petrobras foi no dia 5 de agosto.

Da Agência Brasil

domingo, 14 de abril de 2019

Governo de Pernambuco aumenta ICMS de carne bovina, suína e bufalina

Imagem: Divulgação - Internet
Desde o dia 1º de abril, com a entrada em vigor do Decreto 46.953, de 28 de dezembro de 2018, a cobrança do ICSM sobre carne suína triplicou - de 2% para 6%. sobre cortes selecionados de carne bovina (ou bufalina), a alta foi de 140% - de 2,5%, para os mesmos 6%.

Em nota, o presidente da Abrasel em Pernambuco, André Araújo, diz enxergar com bastante preocupação o elevado percentual de aumento de impostos. "Com os custos mais altos desses insumos, primordiais na confecção de pratos de bares e restaurantes do nosso estado, gerando aumento nos cardápios, clientes deverão evitar o consumo desses cortes e esse comportamento afetará todo o setor de alimentação fora do lar, em um momento em que as empresas ainda se recuperam da crise" manifesta.

Para André, as consequências não somente afetam a cadeia de consumo, com o repasse do aumento dos estabelecimentos para o consumidor final, mas interferem na cadeia produtiva gerando perdas em faturamento também para esse setor. "Precisamos criar um ambiente favorável para o retorno ao crescimento econômico em um setor que já não suporta mais uma carga tributária tão pesada", complementa.

De acordo com o auditor fiscal da Secretaria da Fazenda (Sefaz) de Pernambuco, Abílio almeida, os empresários do setor estavam cientes das mudanças acordadas no decorrer do ano passado. "Todas as carnes eram tributas como cesta básica. Agora os cortes nobres bovinos e a carne suína saem dessa tributação mais baixa e passam a ter um tributo mais caro. Não posso tributar com a mesma alíquota a população de baixa e alta renda", explicou.

No entanto, a advogada tributarista Mary Elbe Queiroz, esse aumento não afetou apenas as carnes consideradas nobres, mas também outros cortes mais populares, o que deve gerar prejuízo à alimentação dos mais pobres.

Do JC Online

domingo, 18 de novembro de 2018

Pernambuco pode ter veículo mais caro do País

Os automóveis que custam acima de R$ 50 mil
podem ser atingidos pela Mudança
Foto: Honda Civic 2019/Divulgação
O pernambucano pode ter que pagar a maior carga tributária do Brasil na hora de comprar um carro novo, caso o Projeto de Lei 2097/2018 - proposto pelo governador Paulo Câmara a fim de aumentar a arrecadação estadual - passe pela Assembleia Legislativa do Estado (Alepe). É que o texto sugere uma cobrança adicional de dois pontos percentuais na alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que é cobrada na venda de veículos novos de mais de R$ 50 mil. A taxa, que é de 12% em todo o Brasil, segundo a Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), iria, então, para 14% em Pernambuco.

“Seremos o único estado do Brasil a cobrar 14% de ICMS nos veículos. Por isso, o pernambucano terá o carro mais caro do Brasil”, reclamou o diretor da Fenabrave em Pernambuco, Marcony Mendonça, calculando que a mudança representa um acréscimo de R$ 1 mil em um automóvel de R$ 50 mil. Ele destacou ainda que, apesar de o Governo do Estado alegar que este Projeto de Lei sobretaxa produtos de luxo, no caso dos veículos, serão atingidos justamente os modelos mais procurados pelos consumidores.

“Hoje, quase todos os carros novos valem mais que R$ 40 mil. Por isso, os veículos acima de R$ 50 mil representam 70% das nossas vendas”, revelou Mendonça, dizendo que ficarão isentos da tributação extra apenas os carros compactos como o Renault Kwid e o Fiat Mobi, que são mais baratos. E ainda haverá aumento tributário nas motos com mais de 250 cilindradas.

O setor acredita, então, que as vendas de automóveis serão diretamente atingidas pela medida. Afinal, o aumento chega no momento em que a economia ainda está se recuperando da crise dos últimos anos. “O consumidor segue em uma situação difícil e não aguenta pagar mais imposto. Então, se houver aumento tributário, as vendas vão cair”, declarou o diretor da Fenabrave.

Por conta disso, Mendonça acredita que, além de prejudicar a população, o Projeto de Lei 2097 pode ter um efeito reverso nas contas do governo. É que, ao invés de aumentar a sua arrecadação, o Estado pode receber menos tributos por conta da possível queda nas vendas.

“Os consumidores vão acabar comprando nos estados vizinhos, que ainda cobram 12% de ICMS. Eles podem sair do Recife e ir comprar em João Pessoa pagando menos. Ou sair de Petrolina para comprar em Juazeiro. E, com isso, o governo vai perder o imposto para outros estados”, afirmou Mendonça, dizendo que, por isso, as concessionárias que ficam na divisa com outros estados devem ser as mais atingidas pelo adicional de ICMS.

O diretor da Fenabrave ainda admitiu que, se tudo isso se consolidar, as concessionárias pernambucanas podem ter que fazer novas demissões. Ele explicou que, apesar de ter crescido um pouco nos últimos meses, as vendas de veículos também estão tentando se recuperar da recessão. “Ainda estamos longe do que éramos. Por isso, se as vendas voltarem a cair, teremos que fazer ajustes, cortando despesas ou até reduzindo o quadro de pessoal das concessionárias”, lamentou Mendonça.

Para evitar tudo isso, a diretoria estadual da Fenabrave vai procurar representantes do Estado para discutir a medida. A expectativa é que a reunião seja marcada nos próximos dias com a Secretaria da Fazenda de Pernambuco (Sefaz-PE), já que o governador Paulo Câmara está viajando de férias. Procurada pela reportagem, a Sefaz-PE não se pronunciou sobre o assunto.

No Projeto de Lei, o governo explica apenas que o adicional de ICMS dos veículos será incluído no Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza, ajudando a financiar o pagamento anual extra de R$ 150 para os beneficiários do Bolsa Família.

Da Folha de PE

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Após aumentos, Petrobras altera política de preços da gasolina

Foto: Brenda Alcântara/Folha de Pernambuco
Após uma sequência de aumentos, a Petrobras decidiu alterar sua política de preços da gasolina. A estatal informou nesta quinta (6) a criação de um mecanismo para manter os preços estáveis por prazos de até 15 dias. Desde o dia 18 de agosto, o preço da gasolina vendida pelas refinarias da estatal acumula alta de 12%, pressionado pela desvalorização cambial. 

Em nota, a estatal informou que o objetivo da mudança é "aumentar os períodos de estabilidade no preço da gasolina por prazos curtos". "A companhia entende ser importante conciliar seus interesses empresariais com as demandas de seus clientes e agentes de mercado em geral", disse a companhia. 

Os preços podem ser mantidos por prazos de até 15 dias. Desde julho de 2017, a companhia vem praticando preços diários. "Isso não altera nossa política de preços", disse o diretor financeiro da companhia, Rafael Grisolia. "A Petrobras escolherá os momentos em que aplicará o instrumento, considerando a análise de conjuntura, em cenários de elevada volatilidade do mercado", diz a companhia, afirmando que o preço continuará sujeito a mudanças até diárias, já que o novo mecanismo será utilizado de forma opcional.

Da Folha de PE

sábado, 30 de junho de 2018

Preço da gasolina sobe nas refinarias; consumidor pode esperar aumento

Foto: Reprodução/Internet
O consumidor pode esperar novo aumento dos preços da gasolina nos próximos dias. Mesmo com os valores do combustível a caminho da normalidade, o aumento de 1,23% nas refinarias, anunciado ontem pela Petrobras, deve ser repassado para as bombas. Segundo o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fábio Bentes, o produto é de circulação rápida, o que agiliza a mudança de preços.

“O estoque gira rápido. Os preços acabam sendo repassados muito rapidamente para o consumidor”, explicou Bentes. O aumento, no entanto, pode ser freado, em parte, pela baixa demanda do produto. “Isso pode segurar a alta”, avaliou o economista. Ele advertiu, no entanto, que novos aumentos podem ocorrer se o preço do barril de petróleo no mercado internacional continuar a subir.

Nos últimos dias, os valores cobrados nos postos vinham diminuindo, conforme pesquisa realizada regularmente pelo Correio (veja quadro). Na semana passada, o valor mais baixo encontrado foi de R$ 4,19. Ontem, o preço mais em conta era de R$ 4,15. O motorista de Uber Leonardo da Silva Gomes, 28 anos, disse, porém, que mal sentiu o preço baixar. “Eu passo por vários lugares. Tento sempre abastecer onde é mais barato, mas não vi muita diferença”, afirmou. Ele disse que, se vier uma nova alta, pode ter de deixar o carro em casa. “Vou conferir se vale a pena sair para trabalhar”, lamentou.

O advogado Luiz Carlos Almeida, de 40 anos, também se sente prejudicado. Ao contrário de Leonardo, ele obervou uma baixa nos preços dos postos que frequenta, mas considera que o combustível está caro, ainda mais por que utiliza muito o carro para trabalhar. “Eu preciso visitar clientes, sair para audiências”, justificou.

Do Correio Braziliense

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Caminhoneiros bloqueiam PE-90, próximo à AABB Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução-WhatsAPP
Caminhoneiros interditaram, nesta quarta (23), trecho da rodovia PE-90, próximo à Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB). Informações colhidas por nosso Blog, motoristas de caminhões com apoio de moradores locais interditaram o trecho em protesto contra o aumento dos preços dos combustíveis.  De acordo com Lúcio Fabrício, Diretor da Guarda Municipal da Secretaria de Defesa Social de Surubim, já se encontra policiamento no local e o Corpo de Bombeiros foi acionado.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Aumento de 4,5% no gás de cozinha começou a valer neste domingo (5)

Foto: Arquivo/Agência Brasil
As refinarias aumentaram a partir da 0h deste domingo (5) os preços do gás de cozinha para uso residencial em botijões de até 13 kg (GLP P-13). O aumento é de 4,5%, em média.

Segundo a Petrobras, que anunciou o aumento na sexta-feira (3), a causa principal do reajuste é a “alta das cotações do produto nos mercados internacionais, influenciada pela conjuntura externa e pela proximidade do inverno no hemisfério norte”. Ainda conforme a companhia, a variação do câmbio também contribuiu para a necessidade do aumento.

O valor de elevação anunciado é o aplicado sobre os preços praticados nas refinarias, sem incidência de tributos. Como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, o preço para o consumidor dependerá de cada distribuidora e revendedora.

Se o reajuste for repassado integralmente ao consumidor final, o botijão pode chegar a aumentar em média 2%, uma alta de R$ 1,21, segundo os cálculos da companhia – mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

Da Agência Brasil

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Preço do gás de cozinha sobe pela segunda vez em menos de um mês

Foto: Arquivo/Agência Brasil
A Petrobras anunciou, nesta terça (10), mais um reajuste no preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha. O aumento médio será de 12,9% e entra em vigor à zero hora desta quarta (11). Se for integralmente repassado ao consumidor, o reajuste significará alta de 5,1% no botijão, em torno de R$ 3,09, se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

Este é o segundo aumento de preço do gás de cozinha em menos de um mês. O último ocorreu em 26 de setembro de 2017. A alteração atual não se aplica ao GLP destinado a uso industrial/comercial.

A estatal explicou ainda que, com a liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, garantida por lei, os reajustes podem ou não refletir no preço final ao consumidor, que dependerá dos repasses de distribuidoras e revendedores.

O percentual foi calculado de acordo com a política de preços divulgada em junho deste ano e reflete, principalmente, a variação das cotações do produto no mercado internacional.

Da Folha PE

domingo, 1 de outubro de 2017

Contas de luz vão subir em outubro por conta da estiagem

Imagem: Divulgação/Reprodução
As tarifas de energia irão subir a partir deste mês de outubro, porque há necessidade de maior uso das termelétricas em decorrência da seca prolongada. A bandeira tarifária vai passar para vermelha, patamar mais caro previsto, o que provocará aumento da taxa extra cobrada nas contas de luz de R$ 3,50 a cada 100 kWh consumidos.

O anúncio o da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) é esperado para esta sexta-feira (30), em entrevista coletiva, oficializando a mudança de bandeira tarifária no país.Neste mês de setembro, foi usada a bandeira amarela, que estabelece uma taxa extra de R$ 2 para cada 100 kWh de energia consumidos.

O sistema de bandeiras tarifárias vigora no país desde de 2015. Foi criado para permitir que os consumidores adotem medidas de economia, evitando contas mais caras. Enquanto a cor verde indica que o custo é baixo; a amarela, indica que ele subiu um pouco. A vermelha, patamar 1, mostra que o custo está alto e a vermelha, patamar 2, que está muito alto. 

Do Estado de Minas

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Petrobras sobe preço da gasolina pela 4ª vez seguida; alta total já é de 11%

Foto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco
A Petrobras anunciou nesta segunda (4) o quarto aumento consecutivo no preço da gasolina, sob o argumento de que os preços internacionais subiram com os impactos do furacão Harvey nos Estados Unidos.

Desta vez, a alta será de 3,3% a partir da zero hora de terça (5). Considerando os reajustes anteriores, a gasolina vendida pelas refinarias da Petrobras ficará 11% mais cara do que no fim de agosto. O preço do diesel subirá 0,1%, informou a estatal. É o sexto aumento seguido, com alta acumulada de 8,9%.

Pela primeira vez desde que a política de preços foi revista, em junho, o reajuste teve que ser decidido pelos executivos que forma o Gemp (Grupo Executivo de Mercado e Preços) -o presidente da empresa, Pedro Parente, e os diretores Financeiro e de Refino e Gás, Ivan Monteiro e Jorge Celestino.

A política dá autonomia à área técnica para decidir por reajustes, desde que a variação acumulada em um mês não passe de 7% -para cima ou para baixo. "Na última semana, em face dos impactos do furacão Harvey na operação das refinarias, oleodutos e terminais de petróleo e derivados no Golfo do México, os mercados de derivados sofreram variações intensas de preços", disse a Petrobras, em comunicado.

Da Folha de PE

terça-feira, 2 de maio de 2017

Vendas de ovos de Páscoa nos supermercados crescem 16%

Imagem: Divulgação/Cacau Show Surubim
A Páscoa deste ano foi mais doce. A revisão do portfólio e a manutenção dos preços, na medida do possível, ajudou. Como reflexo, as vendas de ovos de Páscoa pelo varejo supermercadista nas duas semanas que antecederam o feriado cresceram 16% em relação ao mesmo período de 2016, segundo dados da NeoGrid/Nielsen. Já a comercialização de chocolates em geral, como caixas e barras, tiveram alta de 10,7%.

A estratégia de lançar produtos mais enxutos, com peso menor e apenas repassando a inflação para os preços ajudou a convencer o consumidor. Além disso, a Páscoa deste ano também ocupou um menor espaço nas gôndolas dos supermercados. Como consequência da produção reduzida, a devolução de produtos do varejo diminuiu.

Estadão Conteúdo

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Reajuste | Gás de cozinha pode ficar até R$ 4 mais caro

Imagem: Divulgação / Nogueirense.com
Prepare o bolso para um novo aumento. Depois da frustração de esperar pela redução de preços da gasolina, após a Petrobras reduzir os valores de venda às distribuidoras e amargar aumento na bomba, o consumidor deve arcar com um ajuste no valor do botijão de gás de cozinha. Isso porque a estatal alterou os contratos de fornecimento do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), reduzindo alguns subsídios dados a distribuidoras do produto, que passarão a arcar com os custos logísticos do produto. A nova dinâmica começou a valer ontem e pode representar um aumento de R$ 0,20 às distribuidoras. O mercado aposta num repasse de até R$ 4 ao preço final. 

Como os preços do produto no Brasil são livres, é decisão dos distribuidores ou dos revendedores repassar o preço para o consumidor final. A Petrobras avalia que o aumento não deve ultrapassar R$ 0,70 independentemente da região. No Recife, os preços de um botijão de 13 kg (uso residencial) variam de R$ 40 a R$ 50, com média de R$ 47,77 no estado. A média do Brasil é de R$ 55,43, segundo levantamento da Agência Nacional de Petróleo (ANP). A regra para o consumidor continua sendo a pesquisa. 

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo informou por meio de nota que ainda é irresponsável falar de aumento de preços. “É fato que a Petrobras notificou as empresas distribuidoras de GLP sobre novos preços que deverão ser praticados já no dia 1º de novembro de 2016 (ontem). Assim, concebemos que a causa do possível aumento deve ter relação com os novos contratos da Petrobras”, disse a comunicação. 

Da Agência Brasil

sábado, 29 de outubro de 2016

Em novembro, contas de luz terão acréscimo de R$ 1,5 a cada 100 kWh consumidos

Foto: Divulgação / Internet
A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de novembro será a amarela, com custo de R$ 1,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida se deve às condições hidrológicas menos favoráveis, o que determinou o acionamento de usinas termelétricas, mais caras.

Desde abril deste ano, a bandeira tarifária estava verde, ou seja, não havia custo extra para os consumidores. No ano passado, todos os meses tiveram bandeira vermelha, primeiramente com cobrança adicional de R$ 4,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos e, depois, com a bandeira vermelha patamar 1, que significa acréscimo de R$ 3 a cada 100 kWh.

O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado em janeiro de 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, mai cara do que a energia de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia elétrica em função das condições de geração de eletricidade. Por exemplo, quando chove menos, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país.

Cobrança 
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de cobrar um valor que já era incluído na conta de energia, por meio do reajuste tarifário anual das distribuidoras. A agência considera que a bandeira torna a conta de luz mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente.

Do Diario de PE

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Reajuste | Aumenta a taxa do cheque especial

Foto: EconomiaSC.com
A taxa média do cheque especial nos bancos em agosto foi de 13,52% ao mês (a.m.), alta de 0,06 ponto percentual em relação ao mês anterior, segundo pesquisa do Procon de São Paulo. Das sete instituições financeiras que fazem parte da amostra, três elevaram a taxa do cheque especial e nenhuma do empréstimo pessoal. A maior alta foi encontrada no Banco do Brasil, que alterou de 12,61% para 12,83% a.m., o que significa uma variação positiva de 1,74% em relação à taxa de julho de 2016. Outra alta foi verificada no Bradesco, que alterou de 12,99% a.m. para 13,15% a.m., variação positiva de 1,23%. A Caixa Econômica Federal alterou de 12,88% a.m. para 12,93% a.m., variação positiva de 0,39%. Os demais bancos mantiveram suas taxas do cheque especial. Na modalidade empréstimo pessoal, a taxa média dos bancos pesquisados em agosto foi de 6,56% a.m., igual à do mês anterior. Nenhuma instituição pesquisada alterou suas taxas. A Caixa Econômica Federal continua com a menor taxa praticada, de 5,50% a.m., e o Santander com a maior, de 8,49% a.m. A maior alta mensal foi encontrada no Banco do Brasil, que alterou de 12,61% para 12,83%.

Do Folha PE

segunda-feira, 21 de março de 2016

CNDL apoia manifesto contra o aumento de impostos

Imagem: Divulgação/Reprodução
A Frente Parlamentar do Comércio, Serviços e Empreendedorismo (Frente CSE) discutiu, na última semana, a criação do  manifesto contra o aumento de impostos.
 Leia abaixo na íntegra: 
MANIFESTO EM DEFESA DO COMÉRCIO, SERVIÇOS E DO EMPREENDEDORISMO
Contra o aumento de impostos
O setor empresarial está atento ao contexto socioeconômico nacional, amparado pelo esforço, dedicação, tolerância e comprometimento, apesar de todos os reveses que vem atravessando nos últimos três anos.
A esmagadora maioria dos empresários brasileiros, à custa de muito sacrifício, está se adequando e reajustando sua estrutura à nova realidade. Fizeram a lição de casa aplicando reduções drásticas de custos e ampliando a produtividade, o que em muitas ocasiões lamentavelmente esteve associada a não contratações, sem investimentos para inovação, desenvolvimento e sem crescimento.
Empresários e trabalhadores estão seguindo essa cartilha, aguardando que o governo comece a fazer a parte que lhe cabe, em iguais condições de seriedade, empenho e com a intensidade que se faz necessária neste momento de crise.
O discurso governista de que a crise internacional foi o gatilho que explodiu a crise brasileira já não convence mais. Enquanto o PIB mundial cresceu 3% no ano passado, o PIB brasileiro diminuiu 3,8%. No mesmo diapasão, a Argentina, nosso país vizinho, implementou medidas expansionistas que recuperam a credibilidade do governo e atraem volumes importantes de investimentos externos.
Fica claro pelas atuais experiências mundiais que a saída da crise passa pela retomada do crescimento econômico, cujo aumento da produção e da circulação de mercadorias leva ao aumento da arrecadação tributária e ao aumento da poupança fiscal.
Defendemos a posição de que a recessão continuada é inimiga de empresários e trabalhadores, e neste momento todos esperam que o governo brasileiro comece a reagir, definitivamente. Defendemos também que o governo se posicione com responsabilidade e que tome atitudes concretas em relação aos temas que diretamente limitam a produção e o comércio de bens e serviços. Os temas que destacamos são:

  1. Reforma da Previdência;
  2. Revisão e modernização da legislação trabalhista;
  3. Simplificação tributária;
  4. Melhor regulamentação dos Meios de Pagamentos;
  5. Política de financiamento dos investimentos produtivos privados;
  6. Enxugamento da máquina pública;
  7. Maior transparência na contratação de produtos e serviços do governo e cumprimento do teto máximo constitucional para salários e aposentadorias;
  8. Desburocratização do Estado.

Diante deste cenário, em que países reaceleram a atividade econômica com redução de impostos, é impraticável a instalação de qualquer outra modalidade de imposto. Repudiamos qualquer aumento de impostos. As reformas devem ser feitas para minimizar os custos da crise instalada e reacender o espírito empreendedor dos brasileiros, promovendo enfim a retomada do crescimento.
Nós que fazemos a Frente Parlamentar do Comércio, Serviços e Empreendedorismo estamos acompanhando todos os movimentos da Operação Lava Jato, esperando, sobretudo, que o governo traga não apenas uma resposta convincente às acusações, mas principalmente que comece a implementar as mudanças necessárias ao resgate de sua credibilidade, hoje um fator fundamental para retomada dos investimentos produtivos e geração de emprego e renda.
Da Assessoria

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Conta de luz vai aumentar 11,19% para os consumidores residenciais, a partir do próximo dia 29, em Pernambuco

A conta de energia vai aumentar 11,19% para o consumidor residencial. O efeito médio do reajuste será de 11,25% para todos os pernambucanos, enquanto os clientes de alta tensão, como as grandes indústrias, a média do reajuste será de 11,44%, num dado preliminar divulgado na reunião da diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que ocorreu na manhã desta quarta-feira em Brasília.
A partir do próximo dia 29, em Pernambuco, conta de luz vai aumentar 11,19% para os consumidores residenciais.
Foto: Divulgação / Internet
Com isso, se para o consumidor residencial o aumento será de 11,19%, para grandes indústrias será de 16,74%. Já as médias industrias terão redução de 0,21%.

Os novos percentuais entram em vigor na próxima quarta-feira, dia 29. É o terceiro aumento da tarifa somente este ano. A expectativa de técnicos do setor era de que o aumento ficasse, no máximo, em 10%, tomando como exemplo os reajustes concedidos às outras concessionárias do Nordeste que têm um perfil parecido com o da distribuidora local. As empresas que distribuem energia na Bahia e no Rio Grande do Norte, a Coelba e a Cosern pertencem ao Grupo Neoenergia, também dono da Celpe.

Um dos motivos da alta da conta de luz foi a compra da energia das térmicas que é mais cara do que a produzida pelas hidrelétricas. Isso ocorreu devido a escassez de chuvas que fez com que os reservatórios das principais hidrelétricas do País continuem em baixa. As térmicas estão operando desde o final de 2012.

A conta de energia elétrica está sendo uma das vilãs que estão contribuindo para a alta da inflação e tudo indica que este não é o último aumento de 2015, de acordo com especialistas. A indústria e o comércio são impactados pelo aumento e, geralmente, repassam essa alta dos custos ao consumidor.

O reajuste da conta de energia pode provocar outro aumento: o da conta de água, que teve um incremento de 8,75% no último dia 20 de março. Há duas semanas, o presidente da Compesa, Roberto Tavares, afirmou que a estatal só vai definir se haverá um novo reajuste depois de saber quanto foi a alta da tarifa da Celpe. A conta de luz é uma das principais despesas da empresa.

Com informações do JC Online

domingo, 1 de fevereiro de 2015

A partir deste domingo (01), começa a valer o aumento de impostos sobre combustíveis

A partir deste domingo (1º), a tributação incidente sobre a gasolina e o diesel será elevada, conforme o decreto presidencial 8.395, publicado no "Diário Oficial da União" da última quinta-feira (29). A informação é da Secretaria da Receita Federal.
A partir deste domingo (01) começa a valer o aumento de impostos sobre combustíveis. Foto: Diário do Poder
Segundo o Fisco, o impacto do aumento da tributação será de R$ 0,22 para a gasolina e de R$ 0,15 para o diesel. A expectativa do governo é arrecadar R$ 12,18 bilhões com esta medida em 2015.

A Petrobras confirmou, na semana passada, que vai repassar o valor desses impostos nas vendas de refinarias para as distribuidoras. Mas o aumento do preço nas bombas para o consumidor dependerá da decisão dos postos – que afirmaram ao G1 que devem mesmo repassar a alta.
medidas governo alta impostos iof combustíveis cosméticos importados (Foto: Editoria de Arte/G1)

O aumento da tributação sobre os combustíveis nas refinarias faz parte do pacote do governo de elevação de impostos para tentar reequilibrar as contas públicas neste ano – após forte deterioração em 2014 devido à fraca arrecadação, resultado do baixo nível de atividade e das desonerações e do aumento de gastos em ano eleitoral. Veja aqui como o aumento dos impostos vai afetar o consumidor.

De acordo com a Receita Federal, estão sendo elevados o PIS, a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre os combustíveis.

De imediato, sobem o PIS e a Cofins, uma vez que a alta da Cide precisa de 90 dias para ser implementada. A Cide subirá somente em maio, quando as alíquotas do PIS e da Cofins serão reduzidas na mesma proporção.

"Daqui a três meses [quando começar a valer o aumento da Cide], temos intenção de reduzir o PIS e a Cofins", declarou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, na última semana. Questionado, na ocasião, sobre qual seria o impacto no preço dos produtos para o consumidor, o ministro informou que isso dependeria "da evolução do mercado e da política de preços da Petrobras".

Com informações do G1

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Piso salarial dos professores terá 13,01% de reajuste e passará a valer R$ 1.917,78, segundo o Ministério da Educação

O piso salarial do magistério será reajustado em 13,01%, conforme determina o artigo 5º da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008. O novo valor será de R$ 1.917,78 e passa a valer a partir deste mês. Nos últimos dias, o ministro da Educação, Cid Gomes, reuniu-se com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).
 Piso salarial dos professores terá 13,01% de reajuste e passará a valer R$ 1.917,78, segundo o Ministério da Educação. Foto: SJV Noticias - Ademar-Filho
O piso salarial passou de R$ 950, em 2009, para R$ 1.024,67, em 2010, e R$ 1.187,14, em 2011, conforme valores informados no site do MEC. Em 2012, o valor vigente era R$ 1.451; em 2013, passou para R$ 1.567; e, em 2014, foi reajustado para R$ 1.697,39. O maior reajuste foi 22,22%, em 2012.

A Confederação Nacional de Municípios enviou ofício ao MEC solicitando audiência com o ministro Cid Gomes para mudar os critérios de reajuste do piso do magistério. Segundo a entidade, o aumento do piso nacional tem sido muito superior à inflação e ao crescimento das receitas municipais.

Com informações do MEC / G1

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Aumento de 3% pra gasolina e 5% no diesel, segundo comunicado da Petrobras

Aumento de 3% pra gasolina e 5% no diesel, segundo comunicado da Petrobras.
Foto: Carz.com

A Petrobras informou nesta noite de quinta-feira (6) que reajustará o preço de venda da gasolina A em 3% e do diesel em 5% nas refinarias, a partir da 0h de sexta-feira (7).


Segundo o comunicado, os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado, não incluem os tributos federais Cide e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS.

Fonte: Estadão Conteúdo


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