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quarta-feira, 26 de agosto de 2020

CNC: queda na intenção de consumo das famílias desacelera

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) apresentou a quinta retração consecutiva em agosto (-0,2%), permanecendo com a pontuação estável no comparativo mensal com 66,2 pontos em uma escala de zero a 200 pontos. Este é o pior índice para um mês de agosto desde o início da série histórica, em janeiro de 2010, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).


A queda em relação a julho, no entanto, é a menos intensa registrada nos últimos cinco meses. Em comparação com o mesmo mês de 2019, o recuo foi de 27,6%. O indicador está abaixo do nível de satisfação (100 pontos) desde abril de 2015.

De acordo com o presidente da CNC, José Roberto Tadros, os resultados de agosto mostram que os brasileiros permanecem conscientes da importância da sua renda e cautelosos com o consumo. “O momento atual permanece incerto e exige cautela das famílias. Contudo, os resultados negativos já demonstram desaceleração”, afirmou Tadros, em nota.

Perspectivas melhoram

Após três quedas seguidas, Perspectiva Profissional foi o item que apresentou o maior crescimento no mês (+4,6%), chegando a 70,8 pontos. O indicador Perspectiva de Consumo também registrou variação positiva (+1,5%), após quatro meses de retração e alcançou 60,9 pontos.

“Esse aumento da expectativa de consumir em agosto revela que, apesar de as famílias ainda demonstrarem uma percepção negativa em relação ao consumo atual, as expectativas para o longo prazo já são otimistas”, disse a economista da CNC responsável pelo estudo, Catarina Carneiro da Silva.

O momento atual, no entanto, ainda apresenta resultados negativos, apesar da desaceleração das taxas. O item Emprego Atual recuou 0,5%, seu quinto resultado negativo seguido, mas o menos intenso em cinco meses. Com 85,1 pontos, o indicador terminou agosto como o mais alto entre os índices da pesquisa.

Já o indicador Renda Atual registrou retração de 3,4%, também a quinta consecutiva, chegando a 76,8 pontos, o menor nível da série histórica. A variação negativa, porém, assim como a do item referente ao emprego, foi a menos intensa do período, apesar de ter sido a mais negativa entre os indicadores da pesquisa em agosto.

“Percebe-se que a renda das famílias continua sendo afetada pela crise da covid-19, apesar de dar sinais de uma recuperação gradual. Além disso, os brasileiros demonstraram percepções menos negativas em relação ao mercado de trabalho”, analisou a economista da Confederação.

O item Nível de Consumo Atual chegou à quinta queda mensal consecutiva (-0,5%) mas foi a menos intensa no período. O indicador caiu a 49,2 pontos, o menor nível desde novembro de 2016.

Já o indicador Momento para Duráveis, que avalia o que os consumidores pensam sobre a aquisição de bens como eletrodomésticos, eletrônicos, carros e imóveis, cresceu 2,1%, após acumular quatro quedas seguidas. O item, no entanto, foi o que obteve a maior queda anual (-36,1%) entre os pesquisados e fechou o mês com 40 pontos.

Da Agência Brasil

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Endividamento aumenta entre famílias mais pobres em julho

Dinheiro - Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil
O percentual de famílias com dívidas atingiu 67,4% em julho, o maior nível da série histórica da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgou hoje (28) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O crescimento se deve ao aumento do endividamento das famílias com até 10 salários mínimos de renda, que chegou ao recorde de 69% em julho, acima dos 68,2% de junho e dos 65,4% de julho de 2019. Por outro lado, o grupo de famílias com renda superior a esse patamar teve uma redução do endividamento, chegando a 59,1% em julho, abaixo dos 60,7% em junho. Apesar disso, o percentual ficou acima dos 58,7% de julho de 2019.

"As necessidades de crédito têm aumentado para as famílias com menor renda, seja para pagamento de despesas correntes, seja para manutenção de algum nível de consumo", analisa a CNC em texto de divulgação da pesquisa, que compara: "Por outro lado, para as famílias de maior renda, tem aumentado a propensão a poupar".

A pesquisa é realizada mensalmente com 18 mil consumidores e considera como dívidas as despesas declaradas com cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, crédito consignado, empréstimo pessoal, prestação de carro e de casa, ainda que estejam em dia.

A Peic também questiona os entrevistados sobre dívidas ou contas em atraso, percentual que chegou a 26,3% no geral, o maior valor desde setembro de 2017.

Mais uma vez, o percentual cresceu para as famílias de menor renda e caiu para as mais ricas. Enquanto os lares com até 10 salários mínimos tiveram aumento de 28,6% em junho para 29,7% em julho, para os demais, o percentual caiu de 11,3% para 11,2%.  

Outro percentual calculado pela pesquisa é o das famílias que não terão condições de pagar suas dívidas, que chegou a 12% em julho, acima dos 11,6% de junho e dos 9,6% de julho de 2019. Nesse caso, o percentual cresceu para os dois grupos de renda: de 13,2% em junho para 13,7% em julho no caso das mais pobres; e de 4,7% em junho para 4,9% em julho no caso das mais ricas. Para continuar lendo, clique AQUI.

terça-feira, 28 de julho de 2020

Vendas de eletrodomésticos crescem 40% em PE durante isolamento

Não apenas as atividades econômicas foram afetadas pela pandemia do coronavírus. A vida pessoal de grande parte da população também sofreu mudanças de uma hora para outra. As medidas de isolamento social levaram muitas pessoas a ficarem em casa, mas isso não significou descanso. Pelo contrário. A rotina ficou ainda mais puxada com o acúmulo de funções, ao conciliar o trabalho em home office com a educação dos filhos e as tarefas domésticas.

Uma realidade que mudou a relação dos brasileiros com a própria casa, já que eles assumiram as funções antes delegadas a empregadas e diaristas. Ao sentir na pele, o trabalho doméstico passou a ser mais valorizado e a lista de bens essenciais se tornou ainda maior. Eletrodomésticos que antes eram considerados supérfluos se tornaram importantes e viram as vendas crescerem durante esse período de pandemia.

A servidora pública Lívia Filgueiras, de 31 anos, conta com a ajuda de uma doméstica há mais de 10 anos. Por isso, confessa que “antes da pandemia, só ia ao supermercado e fazia as besteiras do fim de semana, que nem contam na limpeza de casa”.

Agora, contudo, está desde o começo do isolamento sem a ajuda da funcionária, Cláudia, e teve que assumir a arrumação do lar. “Eu a liberei desde o primeiro dia da quarentena, porque não adiantava ela ficar pegando transporte coletivo, arriscando-se para vir trabalhar”, conta. Lívia admite, contudo, que as consequências práticas dessa decisão não foram tão simples. “Não era nada que eu não sabia fazer. Mas cuidar da casa, fazer comida, lavar louça, varrer, tirar o pó, lavar a roupa e administrar tudo isso com a rotina de trabalho, mesmo trabalhando de casa, foi complicado”, admite.

Neste período Livia passou a valorizar mais o trabalho doméstico, principalmente depois de entender que varrer a casa pode se tornar uma tarefa complicada. “Descobri que tinha um tapete, aqui em casa, que solta muito pelo. Eu não percebia porque não varria. Quando chegava em casa, estava tudo limpo. Mas, agora, até tirei o tapete da sala. Liguei para a Cláudia e brinquei ‘como você nunca me disse que era um inferno esse tapete?’”, brinca. Além de ter guardado o tapete, ela comprou um aspirador robô, produto que promete tirar o pó da casa com um simples comando.

A servidora pública não está sozinha neste barco. Equipar a casa com eletrodomésticos que antes eram considerados supérfluos virou um investimento necessário aos brasileiros para deixar a rotina mais leve e simples durante a quarentena.

Em Pernambuco, o setor de móveis e eletrodomésticos registrou crescimento de 29% em maio em comparação com o mesmo mês do ano passado. O resultado positivo foi puxado, principalmente, pelo desempenho das vendas de eletrodomésticos, que tiveram alta de 45,5% no período, segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE.

Segundo Rafael Ramos, economista da Fecomércio-PE, no acumulado do ano, o segmento de eletrodomésticos está com crescimento acumulado de 40% em Pernambuco e alguns fatores levam a este desempenho positivo. “Primeiro porque teve o auxílio emergencial e gerou uma oportunidade de comprar um eletrodoméstico, que traz essa relação de bem estar maior pelas facilidades que acarreta. Além disso, maio já é um mês que naturalmente já se compra mais eletrodomésticos por conta do Dia das Mães. E também porque muita gente está em casa, e os aparelhos trazem uma facilidade maior nas tarefas domésticas”, explica.

Rotina atribulada gera mais demandas
O isolamento trouxe uma realidade atribulada para muitas famílias, que precisaram conciliar várias atividades na rotina diária. Cuidar da casa é uma delas e varrer chão, lavar roupa e louça, limpar o banheiro passaram a fazer parte da agenda de muitos brasileiros. Atividades que passaram a ser mais valorizadas, por demandarem esforço físico e também tempo. Justamente por isso, houve uma busca por uma maior facilidade para deixar a casa limpa e organizada. E, além do robô aspirador, outros eletrodomésticos tiveram um pico de vendas durante a pandemia.

No Brasil há cerca de 6,5 milhões de domésticas e 11% das famílias brasileiras contavam com o apoio de uma empregada doméstica ou mensalista, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva. Durante o isolamento social, 78% dos brasileiros que contam com o auxílio de uma diarista e 61% dos que têm uma empregada mensalista estão sem a ajuda de mais ninguém para cuidar do lar. Segundo a instituição, 49% dos brasileiros que têm uma empregada ou uma diarista não lavavam as próprias roupas, 37% começaram a cozinhar, 25% passaram a lavar pratos e 23%, a arrumar a casa.

Além disso, outro dado dá conta que 38% desse pessoal precisa conciliar os serviços domésticos com o home office e, por isso, 44% dos “patrões” admitem estar mais cansados agora do que quando passavam o dia na rua. “Essas pessoas tiveram que aprender a lavar roupa, estão deixando de cozinhar só por hobby e começaram a ver que o trabalho doméstico é tão importante e cansativo quantas outras profissões”, comenta Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva.

Por isso, os eletrodomésticos se tornaram aliados para facilitar a rotina exaustiva, e o robô aspirador foi um dos que viu as vendas alavancarem. “As pessoas ficaram em casa e passaram a usar mais os aparelhos. Os que estavam quebrados ou com defeitos foram comprados novamente. Os eletrodomésticos não deram conta com o serviço diário, que antes não acontecia. Tem também quem comprou o que não tinha antes pela necessidade por estar em casa. Além disso, tem a nova rotina das pessoas em casa e existe uma necessidade de aceleração das atividades domésticas, o que criou a necessidade de comprar alguns algo que facilite”, ressalta Rafael Ramos, economista da Fecomércio-PE. Do Diario de PE (com Correio Braziliense)

terça-feira, 26 de maio de 2020

Senado aprova projeto que proíbe corte de luz e de água nos finais de semana e feriado

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil
A medida agora será encaminhada para sanção do presidente Jair Bolsonaro

O Senado aprovou, nesta segunda-feira (25), um projeto de lei que proíbe o corte de luz, água e gás de clientes inadimplentes nos fins de semana e feriados e obriga as empresas a avisarem o consumidor previamente do desligamento do serviço.

Por 73 votos favoráveis e nenhum contrário, a proposta retomou o texto original, que havia sido alterado em votação no plenário da Câmara. A medida agora será encaminhada para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

"Eu estou com a sensação de missão cumprida", disse o autor da proposta, senador Weverton Rocha (PDT-MA).

A relatora da proposta na Casa, senadora Kátia Abreu (PP-TO), retomou o texto que determina que religamento ou restabelecimento do serviço deveria ser feito no prazo máximo de 12 horas, e começaria a contar a partir do pedido do consumidor ou do pagamento da dívida.

A medida vale para imóveis residenciais e comerciais.

"Parece que é maldade. Corta a luz na sexta-feira, na véspera do feriado, mesmo que a família tenha aquele dinheirinho para pagar a luz", disse a relatora.

Um dos pontos mais polêmicos foi o trecho que proibia a cobrança de taxa, tarifa ou outra modalidade de contraprestação pela religação ou restabelecimento do serviço.

Na Câmara, o relator da proposta, deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE), havia retirado esta proibição. Ele argumentou que o ponto deve ser abordado por agências que regulam os setores.

Inicialmente, a mudança não foi aceita pela relatora no Senado, mas Abreu decidiu negociar. A manutenção da taxa foi mantida, mas o corte da energia precisa ser avisado com antecedência.

Segundo a relatora, em São Paulo, Maranhão e Pernambuco, que têm as taxas mais baratas do Brasil, as empresas cobram de R$ 7 a R$ 32 para religar. Já no Tocantins, estado da relatora, a taxa pode chegar a até R$ 104.

Diante dos valores cobrados, o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), afirmou que o governo irá assumir o compromisso para, junto à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), para tentar reduzir os valores.

"Vamos nos comprometer de chamar a Aneel e, se no prazo determinado, a Aneel não tomou nenhuma alternativa, colocar um projeto de lei para tratar das tarifas", disse.

Diante da flexibilização do governo, os três destaques que estavam previstos foram retirados pelos parlamentares. O texto foi votado sem novas modificações.

"Sabemos que é importante, mas é preciso que as operadoras coloquem a mão na consciência", disse a relatora.

Por: Folhapress

domingo, 24 de maio de 2020

Correios serão opção para fazer cadastro para auxílio emergencial

Foto: Reprodução/Internet
A partir de junho, as agências dos Correios serão uma opção para quem quer fazer o cadastro para receber o auxílio emergencial do governo, benefício de R$ 600 mensais (R$ 1,2 mil para mães solteiras) pago a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados para amenizar os impactos do isolamento social adotado devido à pandemia do novo coronavírus. 

Até este sábado (23), a Caixa Econômica Federal pagou R$ 60 bilhões de auxílio emergencial, somadas as primeiras e segunda parcelas. No total, 55,1 milhões de pessoas receberam a primeira parcela, enquanto a segunda parcela alcançou 30,4 milhões.

Nota divulgada pelos Correios esclarece que o início da prestação de apoio das agências postais neste cadastramento será em junho, mas ainda não tem data definida.

Conforme a nota, “as agências estão, nesse momento, em processo de adaptação dos sistemas para realização do serviço.” A estatal promete que “a data de início do atendimento, as formas de acesso da população e demais procedimentos serão amplamente divulgados pelos canais oficiais da empresa.”

Do Diario de PE

domingo, 8 de dezembro de 2019

Inflação das famílias com renda baixa sobe mais que índice oficial

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que calcula a variação de cesta de compras de famílias com renda até cinco salários mínimos, ficou em 0,54% em novembro deste ano. A taxa é superior ao registrado em outubro (0,04%) e o maior resultado para um mês de novembro desde 2015.

O INPC teve um crescimento maior do que o registrado pela inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que subiu de 0,10% em outubro para 0,51% em novembro.

O INPC acumula inflação de 3,22% no ano e de 3,37% em 12 meses. No acumulado de 12 meses, o INPC também ficou acima do IPCA, que registra 3,27% no período.

Em novembro, os produtos alimentícios tiveram alta de preços de 0,78%, de acordo com o INPC, enquanto os não alimentícios anotaram inflação de 0,44%.

Por: Agência Brasil

domingo, 1 de dezembro de 2019

Bandeira tarifaria em dezembro será amarela, diz Aneel

EnergiaFoto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Consumidor pagará acréscimo de R$ 1,343 para cada 100 kWh

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (29) que a bandeira tarifária para o mês de dezembro de 2019 será na cor amarela, com um acréscimo de R$ 1,343 para cada 100 quilowatts-hora consumidos. Em novembro, a bandeira foi vermelha no patamar I, quando há um acréscimo de R$ 4 para cada 100 quilowatts-hora consumidos.De acordo com a agência, a decisão de reduzir a bandeira se deve a previsão do incremento do volume de precipitações, após o início do período chuvoso, com maior volume de águas nas principais bacias hidrográficas do país.

"As previsões meteorológicas sinalizam melhora nas condições de chuva sobre as principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN), caracterizando o início do período úmido na região dessas bacias", disse a Aneel.

Segundo a agência reguladora, a previsão hidrológica para o mês de dezembro é de elevação gradativa nas vazões afluentes aos principais reservatórios, embora o índice esteja abaixo dos patamares de referência nas médias históricas.

"Essa condição intermediária repercutirá na capacidade de produção das hidrelétricas, ainda demandando acionamento de parte do parque termelétrico, com impactos diretos na formação do preço da energia (PLD) e nos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF)", disse a Aneel. O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias tem três cores: verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) que indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Por: Agência Brasil 


quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Pernambucanos mais ricos ganham até 1.500% a mais que os mais pobres

Redução da desigualdade econômica é caminho para progresso.Foto: Rafael Furtado / Folha de Pernambuco
No Estado, 40% das pessoas ocupadas mais pobres vivem com um rendimento de apenas R$ 18 por dia

Apesar dos esforços para mitigar a desigualdade social que existe em nosso país, este problema ainda aflige muitos brasileiros. Parte destes, vive com uma renda inferior a um salário mínimo por mês, como acontece em Pernambuco (R$ 538). No Estado, 40% das pessoas ocupadas mais pobres vivem com um rendimento de apenas R$ 18 por dia, enquanto que os 10% dos pernambucanos mais ricos vivem com uma renda diária de R$ 210 - cerca de 1.066% a mais.

No Recife, a desigualdade é ainda mais gritante. A diferença chega a quase 1.500% na comparação da renda mensal entre os 40% mais pobres (R$ 730) e os 10% mais ricos (R$ 11.483). Vale ressaltar que esses índices são referentes à população que trabalha. Os dados são da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2019 do IBGE.

Por outro lado, quando analisado o rendimento domiciliar per capita médio de 40% dos pernambucanos mais pobres, em 2018, o valor era de R$ 221. Já os 10% mais ricos ganhavam naquele ano, em média, R$ 3.583 - que representa um rendimento 1.500% superior aos mais pobres. A pesquisa ainda mostra a porcentagem de pernambucanos que vivem abaixo da linha da extrema pobreza, em 2018 (11,4%). A linha considera o valor que o Banco Mundial utiliza como parâmetro (US$ 1,9), que em Pernambuco seria o equivalente a R$ 148.

Nesse caso não é feito uma conversão exata. É que existe uma tabela que faz uma paridade ao valor do Banco Mundial. Quando observado a série histórica entre 2012 e 2018, somente em 2014 foi quando houve o registro do menor percentual de pessoas na linha da pobreza (8,6%).

Segundo o economista da Fecomércio-PE, Rafael Ramos, a situação de quem vive abaixo da linha da pobreza traz efeitos negativos à economia. “A pobreza elevada faz com que as pessoas sejam menos produtivas, por não haver tempo para se qualificar. Os efeitos são uma economia que demora ainda mais para se recuperar”, destaca Ramos que ainda explica que os Estados com menor desigualdade são os que se recuperam mais fácil de uma crise econômica.

Entre 2012 e 2014 a média do rendimento domiciliar per capita médio das pessoas estava em crescimento contínuo partindo de R$ 888 e chegando a R$ 1.022 em 2014. No entanto, a partir de 2015, a média vem caindo ano após ano e chegou a R$ 855 em 2018. Para Ramos, a crise econômica contribuiu para o aumento da desigualdade. “Uma coisa puxa a outra. O desemprego elevado gera índices maiores de desigualdade, assim como a desigualdade puxa o desemprego”, explica. O economista ainda ressalta que a desigualdade dificulta o bem estar social e as chances de emprego. “Com o acesso à renda mais limitado, as pessoas se lançam na informalidade e perdem direitos e um salário melhor do que na formalidade”, detalha.

Em Pernambuco, a população total é de 9,4 milhões de habitantes. No Estado, a força de trabalho chega em números absolutos, a 4,62 milhões, enquanto que a taxa total de desocupação das pessoas de 14 anos ou mais de idade, em 2018 era de 16,1%, quase o dobro de 2013, quando o índice registrava um percentual de 8,7%. Em 2018, a taxa de Pernambuco ficou acima da média nordestina, que foi de 14,5%, e da média brasileira, de 12%. “É preciso atrair políticas públicas para minimizar a desigualdade e o desemprego. Os mais pobres não têm acesso à cultura, lazer. Sem essas políticas sociais, a produção industrial, o comércio e a economia, de forma geral, são afetados”, acrescenta Ramos.

Da Folha de PE

terça-feira, 11 de junho de 2019

Total de famílias endividadas subiu para 63,4% em maio, diz CNC

A parcela dos endividados também cresceu na
comparação com maio do ano passado
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
O percentual de famílias endividadas no país ficou em 63,4% em maio. Segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a parcela de famílias endividadas é superior à registrada em abril (62,7%). Essa é a quinta alta consecutiva do indicador nesse tipo de comparação.

A parcela dos endividados também cresceu na comparação com maio do ano passado, quando foi registrada uma taxa de 59,1%.

O percentual de famílias inadimplentes, isto é, com dívidas ou contas em atraso, ficou em 24,1%, acima dos 23,9% de abril deste ano, mas abaixo dos 24,2% de maio de 2018.

Já as famílias que não têm condições de pagar suas contas ou dívidas somam 9,5%, o mesmo percentual de abril, mas abaixo dos 9,9% de maio do ano passado.

O percentual de famílias que se consideram muito endividadas caiu para 12,9%. Em abril, eram 13% e, em maio, 13,4%. A maior parte das dívidas (78,6%) se refere a cartões de crédito. O tempo médio de comprometimento com dívidas chega a sete meses e o tempo médio com pagamento em atraso é de 62,9 dias.

Da  Agência Brasil 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

LBV presenteia milhares de famílias com cestas de alimentos neste Natal

Foto: LBV/Divulgação
Nesta quinta-feira (20), a Legião da Boa Vontade (LBV) fará a entrega de 500 cestas de alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade, na Região Metropolitana do Recife. A distribuição começará às 10h, no Centro Comunitário de Assistência Social. Cada família receberá uma cesta contendo itens, tais como: arroz, feijão, óleo, açúcar, leite em pó, macarrão, farinha de mandioca e de trigo, fubá, goiabada, massa para bolo, extrato de tomate, massa para cuscuz, entre outros.

 No Sertão Pernambuco, a Caravana da Boa Vontade, iniciou as entregas no dia 03 a 05 de dezembro na Zona Rural dos municípios de Arcoverde, Buíque, Pedra e Tupanatinga, em cada família assistida pela Instituição era percebido a alegria de retornar ao lar, com alimentos para oferecer aos seus filhos um Natal farto e digno.

A família da senhora Mariana dos Anjos é composta por 11 pessoas, ela reside no povoado de boqueirão na cidade da Tupanatinga, por causa da falta de chuva na região, não conseguiram colher nada, eles sobrevivem de programas sociais e o recurso financeiro não cobre o sustento da família. “A LBV chegou em uma boa hora, e graças essa cesta de alimentos temos a certeza que esse ano o nosso Natal será muito mais feliz”, declarou a beneficiada.

A mobilização social, cujo objetivo é proporcionar às famílias atendidas ao longo do ano pela Instituição e por organizações parceiras um Natal melhor e sem fome, teve expressivo número de artistas, de profissionais da imprensa, de empresários, de colaboradores e de voluntários.

Colaborações

Ainda dá tempo de ajudar! Entre no site www.lbv.org ou ligue para o telefone 0800 055 50 99 para participar dessa iniciativa. Para saber como está ocorrendo a entrega das cestas de alimentos em todo o Brasil, basta acessar os canais da LBV no Facebook (LBVBrasil) e no Instagram (LBVBrasil).
Serviço

Evento: entrega de cestas com os alimentos arrecadados por meio da campanha Natal Permanente da LBV — Jesus, o Pão Nosso de cada dia!, promovida pela Legião da Boa Vontade.
Data e horário: 20 de dezembro (quinta-feira), às 10 horas.
Local: Centro Comunitário de Assistência Social da LBV
Endereço: Coelhos, 219 — Coelhos — Recife/PE.
Outras informações: tel. (81) 3413-8601 | www.lbv.org

Da Assessoria

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Número de pessoas que desistiram de procurar emprego bate recorde

Carteira de TrabalhoFoto: Reprodução/Internet
Com mais tempo de espera na fila do emprego, bateu recorde no segundo trimestre o contingente de brasileiros que desistiu de procurar trabalho, informou nesta quinta (16) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o instituto, a taxa de desalento chegou a 4,4% no período, a maior da série histórica iniciada em 2012. Ao todo, 4,833 milhões de pessoas gostariam de trabalhar, mas não procuraram emprego no trimestre. No trimestre, foi recorde também o percentual de brasileiros que está buscando emprego há mais de dois anos: 3,162 milhões de pessoas, ou 24,4% daqueles que procuraram trabalho. A dificuldade para encontrar uma vaga é uma das razões que leva a pessoa ao desalento. De acordo com o IBGE, cerca de 203 mil pessoas se somaram ao contingente de desalentados no segundo trimestre, na comparação com os três primeiros meses do ano. Em um ano, foram 939 mil pessoas. "São pessoas que não foram consideradas desocupadas, mas que se você oferecer emprego, elas estão dispostas a trabalhar. Isso mostra que a desocupação pode ser muito maior do que ela realmente é", disse o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo.

O crescimento se deu em um período de queda da taxa de desemprego, que foi de 12,9% no segundo trimestre, contra 13,1% nos três primeiros meses do ano. O resultado, porém, foi ajudado pelo aumento do desalento e da subocupação. A quantidade de pessoas que trabalham menos do que gostariam chegou a 6,5 milhões, ou 7,1% da força de trabalho. Em um ano 679 mil brasileiros obtiveram trabalho nessas condições. A taxa de subocupação foi de 7,1%, contra 6,8% no trimestre anterior e 6,5% no mesmo período de 2018. Ao todo, 6,5 milhões de brasileiros trabalham menos do que gostariam, segundo o IBGE "Os dados mostram que o cenário no mercado de trabalho brasileiro não é tão favorável quanto aparenta", comentou Azeredo.

No trimestre, a taxa de subutilização da força de trabalho, que inclui os desempregados, os desalentados e pessoas que gostariam de trabalhar mas não procuraram emprego foi de 24,6%, o que representa 27,6 milhões de pessoas, informou o IBGE. O resultado é ligeiramente menor do que os 24,7% registrados nos três primeiros meses do ano, mas é a maior para um segundo trimestre desde o início da série histórica do IBGE, em 2012. Com relação ao segundo trimestre de 2016, são 1,3 milhão de pessoas a mais. O cenário do mercado de trabalho é pior na Região Nordeste, onde a taxa de desemprego foi de 14,8% no segundo trimestre. Lá, também estão as maiores taxas de desalento do país, de 16,2% - em Alagoas, chega a 16,6%; no Maranhão, a 16,2%. No Sudeste, a taxa de desemprego é de 13,2%, puxada pelo Rio, com 15,4%. Em São Paulo, foi de 13,6% em junho, estável com relação ao mesmo período do ano anterior. Nos dois estados, houve queda no contingente de trabalhadores com carteira de trabalho, que atingiu o menor nível da série histórica: 9,944 milhões e 2,787 milhões. Azeredo diz que os números preocupam, pois são considerados dois "estados-faróis". "Tudo o que acontece neles, costuma se repetir no resto do país", afirmou o economista do IBGE.

Da Folha de PE

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Aumento de 4,5% no gás de cozinha começou a valer neste domingo (5)

Foto: Arquivo/Agência Brasil
As refinarias aumentaram a partir da 0h deste domingo (5) os preços do gás de cozinha para uso residencial em botijões de até 13 kg (GLP P-13). O aumento é de 4,5%, em média.

Segundo a Petrobras, que anunciou o aumento na sexta-feira (3), a causa principal do reajuste é a “alta das cotações do produto nos mercados internacionais, influenciada pela conjuntura externa e pela proximidade do inverno no hemisfério norte”. Ainda conforme a companhia, a variação do câmbio também contribuiu para a necessidade do aumento.

O valor de elevação anunciado é o aplicado sobre os preços praticados nas refinarias, sem incidência de tributos. Como a legislação brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, o preço para o consumidor dependerá de cada distribuidora e revendedora.

Se o reajuste for repassado integralmente ao consumidor final, o botijão pode chegar a aumentar em média 2%, uma alta de R$ 1,21, segundo os cálculos da companhia – mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

Da Agência Brasil

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Campanha educativa da LBV alerta para o desperdício de água

Imagem: Divulgação/Reprodução
O desperdício dos recursos hídricos é um dos principais problemas na atualidade. A dissipação da água, seja pelo mau uso comercial e residencial ou pelos equipamentos transportadores do líquido, é cada vez mais recorrente em todo o mundo.  Segundo a ANSA Brasil, 923 milhões de pessoas no mundo não possuem acesso à água potável, enquanto milhares de litros são desperdiçados diariamente. Só no Brasil, o desperdício chega a 37%, conforme dados da Agência Nacional de Águas (ANA), e, se for considerada apenas a água tratada, esse número salta para 41%.
Para combater essa adversidade e alertar a população sobre a importância de se preservar os recursos naturais, a Legião da Boa Vontade (LBV) promove campanhas educativas de conscientização. A edição 2017 da campanha Eu Ajudo a Mudar! traz o exemplo das crianças, que desde cedo aprendem, nas unidades da LBV, durante as ações de educação ambiental, a cuidar da Natureza, a começar pelo uso consciente da água. “A gente já desperdiçou muita água, é por isso que está faltando. Lá em casa, a gente usava mangueira, mas gastava muita água. Agora, usa o balde. Vi um menino gastando muita água na calçada e falei para ele que não podia gastar daquele jeito, porque a água está acabando!”,destacou Maria Eduarda, de 9 anos, atendida pela LBV em Minas Gerais.
Acesse https://www.youtube.com/watch?v=kHMitSBrmdU e assista ao vídeo “Crianças da LBV contam COMO cuidar da água!”  

Para que a LBV continue mantendo seus programas socioeducacionais, ela conta com a sua ajuda! Faça parte desse time solidário. Colabore:www.lbv.org/doar ou 0800 055 50 99.  Se preferir, entre em contato com uma das unidades da Instituição acessando o linkwww.lbv.org/enderecos ou ainda pelas redes sociais: Facebook/LBVBrasil, YouTube/LBVBrasil e Instagram/@LBVBrasil.

Da Assessoria

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Famílias de Surubim, Limoeiro, Passira, Orobó e Machados terão cartão reforma

Imagem: Divulgação/Reprodução
O Governo Federal através do Ministério das Cidades vai começar neste mês de maio a capacitar os servidores das prefeituras pernambucanas para o cadastramento das famílias interessadas no Programa Cartão Reforma. No Agreste Setentrional e na Mata Norte do Estado, dezenas de municípios serão contemplados, entre eles, Surubim (160), Limoeiro (300 cartões), Passira (157), Orobó e Machados (100), além de Lagoa do Carro (120) e Lagoa de Itaenga (170). De acordo com o Ministério, técnicos das áreas de obras e assistência social serão treinados para operar o sistema de cadastramento, que será exclusivamente alimentado pela internet.

O cartão reforma é um programa de melhoria habitacional do Governo Federal que visa auxiliar famílias com renda de até R$ 2.811 na reforma, ampliação ou conclusão de moradias. O benefício será concedido às famílias por meio de cartão de crédito destinado a compra de materiais de construção. A mão de obra será de responsabilidade das famílias. Após o treinamentos dos servidores das prefeituras o governo vai definir a data de cadastramento das famílias. A lista completa das cidades contempladas com o número de cartões disponíveis pode ser conferida no site www.cidades.gov.br.

Do Blog do Agreste

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Cesta básica compromete 44,67% do salário mínimo, diz Procon-Pernambuco

Imagem: Divulgação/Reprodução-Internet
A pesquisa da Cesta Básica realizada pelo Procon-PE apontou que o valor gasto compromete 44,67%  do salário mínimo do trabalhador, representando cerca de R$ 393,09.  
Em julho, os itens que sofreram aumento nos preços na Região Metropolitana do Recife (RMR), em comparação aos preços no mês anterior, foram arroz, açúcar cristal, café em pó, cebola, alho, leite em pó, carne de charque, carne bovina, salsicha e margarina. No setor de limpeza doméstica subiram sabão em pó e lã de aço. Já em relação aos produtos de  higiene pessoal, registraram aumento o papel higiênico, creme dental, sabonete e absorvente higiênico. 

A pesquisa é realizada em 23 estabelecimentos da RMR, 11 no Cabo de Santo Agostinho, 12 em Vitória de Santo Antão e 20 em Caruaru. No Cabo, o estudo é feito separadamente devido à quantidade maior de empresas pesquisadas. A análise dos preços é feita em 27 itens, entre alimentação, limpeza doméstica e higiene pessoal.

A pesquisa toma como base a cesta básica mensal para uma família composta por quatro pessoas, sendo dois adultos e duas crianças.

Do Diario de PE

domingo, 1 de maio de 2016

1º de maio, Dia do Trabalhador: homenagem do Blog Negócios & Informes

1º de maio, Dia do Trabalhador: homenagem do Blog Negócios & Informes. Foto: Divulgação

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Juros de cartão de crédito sobem para 439,5% ao ano

Imagem: Divulgação/Internet
As taxas de juros continuam subindo no início deste ano. Segundo dados do Banco Central (BC), divulgados nesta quarta-feira(24), a taxa de juros do rotativo do cartão de crédito subiu 8,1 pontos percentuais de dezembro para janeiro, quando atingiu 439,5% ao ano. É a maior taxa já registrada na série histórica do BC, iniciada em março de 2011.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. Essa é a modalidade com taxa de juros mais alta na pesquisa do BC. A taxa média das compras parceladas com juros, do parcelamento da fatura do cartão de crédito e dos saques parcelados, subiu 8,3 pontos percentuais, de dezembro para janeiro, quando ficou em 144,5% ao ano.

A taxa do cheque especial chegou a 292,3% ao ano, com alta de 5,3 pontos percentuais. A taxa do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) aumentou 0,3 ponto percentual para 26,8% ao ano. A taxa do crédito pessoal subiu 0,7 ponto percentual para 118,4% ao ano.

A taxa média de juros cobrada das famílias cresceu 2,4 pontos percentuais, de dezembro para janeiro, quando ficou em 66,1% ao ano. A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas, aumentou 0,1 ponto percentual para 6,2%.

Inadimplência

No caso das empresas, a taxa de inadimplência ficou em 4,7%, alta de 0,2 ponto percentual. A taxa média de juros cobrada das pessoas jurídicas subiu 1,8 ponto percentual para 31,5% ao ano.

Esses dados são do crédito livre em que os bancos têm autonomia para aplicar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros.

No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) a taxa de juros para as pessoas físicas ficou em 9,9%, alta de 0,2 ponto percentual. A taxa cobrada das empresas subiu 2,3 pontos percentuais para 12,3% ao ano. A inadimplência das famílias ficou em 2,1% e das empresas em 0,9%.

O saldo de todas as operações de crédito concedido pelos bancos caiu 0,6% em janeiro, quando ficou em R$ 3,199 trilhões. Esse valor correspondeu a 53,7% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB).

Da Agência Brasil

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Juros no cartão de crédito atinge maior índices do ano: 406,1% no rotativo

Imagem: Divulgação/Reprodução
O saldo das operações de crédito do sistema financeiro totalizou R$3.157 bilhões em outubro, com redução de 0,1% no mês e aumento de 8,1% em doze meses segundo revelou esta manhã o Banco Central. A taxa média de juros das operações de crédito do sistema financeiro, computadas as contratações com recursos livres e direcionados, atingiu 30,5% a.a. em outubro, com elevações de 1,2 p.p. no mês e de 6,2 p.p. em doze meses.

No crédito livre, o custo médio situou-se em 47,9% a.a. (+1,7 p.p. no mês e +10,1 p.p. em doze meses). No crédito direcionado, a taxa média atingiu 10,5% a.a. (+0,7 p.p. e +2,6 p.p. em doze meses, nos mesmos períodos).

Os números da modalidade rotativa do cartão de crédito chocam. De acordo com o BC, a inadimplência subiu para 38,5% em outubro. Na média, os juros cobrados ficaram em 406,1%. O consumidor nesta situação precisa rapidamente encontrar outras linhas de crédito, com custo menor, para trocar essa dívida.

No crédito às pessoas físicas, a taxa média de juros subiu 1,3 p.p. no mês e 7,1 p.p. em doze meses, atingindo 38,7% a.a. Nas contratações com recursos livres, a taxa média alcançou 64,8% a.a. (+2,5 p.p. no mês), destacando-se os aumentos em cheque especial (+14,4 p.p.) e em crédito pessoal não consignado (+10,9 p.p.).

No segmento direcionado, o custo médio das operações com as famílias subiu 0,1 p.p. no mês, para 9,9% a.a., sobressaindo-se a elevação de 0,3 p.p. no crédito rural.

Nos empréstimos às empresas, a taxa média de juros situou-se em 21,5% a.a. (+1,1 p.p. no mês e 4,9 p.p. em doze meses). Nas operações com recursos livres, a taxa aumentou 0,9 p.p. no mês, alcançando 30,2% a.a., destacando-se elevações em capital de giro (+0,4 p.p.), conta garantida (+0,8 p.p.) e repasses externos (+2,6 p.p.). No crédito direcionado, a taxa atingiu 11,1% a.a. (+1,4 p.p.), com aumento de 1,7 p.p. nos financiamentos para investimentos com recursos do BNDES.

A taxa de inadimplência das operações de crédito do sistema financeiro, referente a atrasos superiores a noventa dias, alcançou 3,2%, com elevações de 0,1 p.p. no mês e de 0,2 p.p. em doze meses.

No crédito às famílias, a inadimplência situou-se em 4,1% (+0,2 p.p. no mês), enquanto, no crédito às empresas, alcançou 2,5% (+0,1 p.p.). A inadimplência no crédito com recursos livres aumentou 0,1 p.p., atingindo 5%, enquanto, no crédito direcionado, avançou 0,2 p.p., situando-se em 1,4%. 

O spread bancário referente às operações com recursos livres e direcionados aumentou 1,1 p.p. no mês e 3,9 p.p. em doze meses, alcançando 19,6 p.p. Os indicadores relativos aos segmentos de pessoas físicas e jurídicas situaram-se em 27,5 p.p. e 11 p.p., respectivamente. No crédito livre, o spread aumentou 1,8 p.p., alcançando 33,3 p.p. No crédito direcionado, o spread subiu 0,5 p.p., atingindo 3,9 p.p.

Saiba mais, clique 

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Utilidade Pública | Família procura jovem de 20 anos desaparecido há 6 dias em Surubim

Filho do conhecido "Galego da Saara", Vanderlei
Silva,  20 anos, está desaparecido desde a última
quinta-feira (30) (Foto: Facebook/Reprodução)
A família do jovem Vanderlei Silva (foto), de 20 anos, residente próximo ao 22º Batalhão da Polícia Militar de Surubim, encontra-se aflita com o seu desaparecimento desde a última quinta-feira (30). Ele é filho Vandeildo Benício da Silva, mais conhecido como "Galego da Saara". O jovem saiu de casa na noite da última quinta sem informar para onde ia. 

De acordo com a informação de uma internauta, ele foi visto pela última vez no último domingo (02) em companhia de uma mulher numa festa de vaquejada, no sítio Manduri, em Santa Maria do Cambucá. Quem tiver qualquer notícia sobre Vanderlei, favor entrar em contato com os seguintes números: (81) 9 9944-3550 e 9 9678-2937.

Com informações do Mais Casinhas

sábado, 9 de maio de 2015

Tradicional Baile das Rosas do Clube Cara & Coroa acontece hoje (09)

Será realizado hoje (09), o Tradicional Baile das Rosas, promovido pelo Clube Cara & Coroa, em Surubim. A partir das 22h, com 8 horas de show. As atrações do baile ficarão por conta de Dan Castro e Forró na Base, Lúcio Azevedo e Orquestra Universal, além do Forró na Mídia. Vendas de mesas e ingressos, em George Magazine.
Tradicional Baile das Rosas do Clube Cara & Coroa acontece hoje (09). Foto: Divulgação / Reprodução

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