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domingo, 1 de dezembro de 2019

Bandeira tarifaria em dezembro será amarela, diz Aneel

EnergiaFoto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Consumidor pagará acréscimo de R$ 1,343 para cada 100 kWh

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (29) que a bandeira tarifária para o mês de dezembro de 2019 será na cor amarela, com um acréscimo de R$ 1,343 para cada 100 quilowatts-hora consumidos. Em novembro, a bandeira foi vermelha no patamar I, quando há um acréscimo de R$ 4 para cada 100 quilowatts-hora consumidos.De acordo com a agência, a decisão de reduzir a bandeira se deve a previsão do incremento do volume de precipitações, após o início do período chuvoso, com maior volume de águas nas principais bacias hidrográficas do país.

"As previsões meteorológicas sinalizam melhora nas condições de chuva sobre as principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN), caracterizando o início do período úmido na região dessas bacias", disse a Aneel.

Segundo a agência reguladora, a previsão hidrológica para o mês de dezembro é de elevação gradativa nas vazões afluentes aos principais reservatórios, embora o índice esteja abaixo dos patamares de referência nas médias históricas.

"Essa condição intermediária repercutirá na capacidade de produção das hidrelétricas, ainda demandando acionamento de parte do parque termelétrico, com impactos diretos na formação do preço da energia (PLD) e nos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF)", disse a Aneel. O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias tem três cores: verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) que indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Por: Agência Brasil 


quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Aneel amplia prazo para debate sobre regra que pode taxar energia solar em casa

Placas SolaresFoto: Divulgação
A agência definiu que irá receber sugestões até o dia 30 de dezembro. Antes, a consulta terminaria em 30 de novembro.

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) ampliou o prazo da consulta pública que pode taxar consumidores e empresas que geram sua própria energia. A agência definiu que irá receber sugestões até o dia 30 de dezembro. Antes, a consulta terminaria em 30 de novembro.

O debate a respeito da revisão das regras para geração distribuída, feita principalmente com painéis solares, gera polêmica entre as empresas do setor, consumidores que instalaram sistemas e as distribuidoras de energia.

As distribuidoras consideram que, ao permitir que o consumidor recupere toda a energia excedente que injeta na rede elétrica, ele estaria onerando os demais usuários do sistema.

A Aneel propôs na consulta uma metodologia que reduz o crédito que pode ser usado pelo consumidor que possui sistema de geração em casa. O subsídio diminuiria gradualmente até que, em 2030, ele passa a ter direito a cerca de 38% da energia injetada na rede elétrica.

A Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica) diz ver a alteração da data como positiva, mas ainda insuficiente para garantir ampla participação dos consumidores no debate. "Tão importante quanto garantir tempo apropriado para a análise e submissão de contribuições, é que a Aneel tire o tempo adequado para analisar e considerar tecnicamente cada uma das contribuições", disse a associação em nota.

A entidade pede que seja assegurada manutenção das regras atuais da geração distribuída por 25 anos para quem já investiu nela. Também pede que não entre em vigor as mudanças até que esse tipo de produção de energia seja responsável por 5% do atendimento da demanda elétrica das distribuidoras.

Por: Filipe OliveriFolhapress

domingo, 30 de junho de 2019

Conta de luz terá bandeira amarela e ficará mais cara em julho

Energia elétricaFoto: Reprodução
Com a medida, as cobranças terão um acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos

A bandeira tarifária utilizada como referência nas contas de luz do mês de julho será a amarela. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (28) em comunicado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Com a medida, as cobranças terão um acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts-hora consumidos.

O adicional retorna às contas após a autoridade reguladora ter definido bandeira verde em junho, situação em que não é cobrado acréscimo nas contas. No comunicado, a Aneel justificou a bandeira amarela pelo fato de julho ser um mês "típico da seca nas principais bacias hidrográficas do país". As informações são da Agência Brasil.

"A previsão hidrológica para o mês sinaliza vazões abaixo da média histórica e tendência de redução dos níveis dos principais reservatórios. Esse cenário requer o aumento da geração termelétrica, o que influenciou o aumento do preço da energia (PLD) e dos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF) em patamares condizentes com o da Bandeira Amarela", justificou a Aneel.

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias tem três cores, a verde, a amarela e a vermelha (nos patamares 1 e 2), que indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico e o preço da energia. Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca.

No dia 21 de maio, a Aneel aprovou um reajuste no valor das bandeiras tarifárias. Com os novos valores, caso haja o acionamento da bandeira amarela, o acréscimo cobrado na conta passou de R$ 1 para R$ 1,50 a cada 100 kWh consumidos. Já a bandeira vermelha patamar 1 passou de R$ 3 para R$ 4 a cada 100 kWh e no patamar 2, passou de R$ 5 para R$ 6 por 100 kWh consumidos. A bandeira verde não tem cobrança extra.

Da Folha de PE

domingo, 28 de abril de 2019

Maio terá bandeira amarela na tarifa de energia elétrica

Energia elétricaFoto: Agência Brasil/Arquivo
Conta de luz sairá da bandeira tarifária verde por conta da redução das chuvas, que afeta a produção hidrelétrica de energia

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a bandeira tarifária para maio será amarela, com custo adicional de R$ 1 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.

De acordo com a agência, embora a previsão hidrológica para o mês indique tendência de vazões próximas à média histórica, "o patamar da produção hidrelétrica já reflete a diminuição das chuvas, o que eleva o risco hidrológico e motiva o acionamento da bandeira amarela".

"Diante da perspectiva de que as afluências aos principais reservatórios fiquem perto da média, o preço esperado para a energia (PLD) deve permanecer próximo ao registrado nos últimos meses", comunicou a Aneel. 

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado, de acordo com a Aneel, para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2) está relacionada aos custos da geração de energia elétrica.

Na amarela há o acréscimo de R$ 1 a cada 100 kWh consumido. Na vermelha, no patamar 1, o adicional nas contas de luz é de R$ 3 a cada 100 kWh; no 2, o valor extra sobe para R$ 5.

Para evitar aumento significativo nas contas, a Aneel dá dicas para que os consumidores economizem energia. Entre elas a de, no caso do uso de chuveiros elétricos, tomar banhos mais curtos. A agência sugere também a diminuição no uso do ar-condicionado e que, quando o aparelho for usado, que se evite deixar portas e janelas abertas, além de manter o filtro limpo.

A Aneel indica, ainda, que o consumidor tenha atenção para deixar a porta da geladeira aberta apenas o tempo que for necessário e que nunca se coloque alimentos quentes em seu interior. Uma outra dica da Aneel para que o consumidor economize energia é a de juntar roupas para serem passadas de uma só vez e que não se deixe o ferro de passar ligado por muito tempo.

Da Agência Brasil

terça-feira, 23 de abril de 2019

Aneel autoriza reajuste médio de 5,04% para tarifas de energia de Pernambuco

Foto: Divulgação / Reprodução
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (23) um reajuste médio de 5,04% para as tarifas de energia da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe). O reajuste pode ser aplicado a partir do dia 29 de abril.

A Celpe atende 3,7 milhões de unidades consumidoras no estado de Pernambuco.

O reajuste médio para os consumidores residenciais e comerciais, atendidos em baixa tensão, será de 5,56%. Para os consumidores industriais, atendidos em alta tensão, o reajuste médio será de 3,76%.

A quitação antecipada do empréstimo feito em 2014 para ajudar as distribuidoras reduziu o reajuste previsto para a Celpe em 3,11 pontos percentuais.

A antecipação do empréstimo vai retirar das tarifas de energia dos consumidores brasileiros R$ 6,4 bilhões em 2019 e R$ 2 bilhões em 2020.

Do G1

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Pernambucanos terão acesso à tarifa branca para consumo controlado

Conta de energiaFoto: Flávio Japa/Arquivo Folha
Tabela de energia eleva valor da conta nos horários de pico. No entanto, é possível uma redução fora desse período

Está em vigor a partir deste mês a tarifa branca para quem consome mais de 250 quilowatt-hora por mês (KWh/mês), o que representa cerca de 15,9 milhões de unidades consumidoras. Aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a tarifa branca sinaliza aos consumidores a variação do valor de energia de acordo com o dia e o horário de consumo. 

A opção é oferecida para as unidades consumidoras que são atendidas em baixa tensão, a exemplo de residências e pequenos comércios. Não será aplicada a consumidores residenciais classificados como baixa renda, beneficiários de descontos previstos em Lei e à iluminação pública.

A adesão à modalidade pode render uma redução na conta de energia do usuário, caso ele saiba administrar a utilização da energia nos horários em que a taxa será mais em conta. De acordo com a Aneel, “se o consumidor adotar hábitos que priorizem o uso da energia nos períodos de menor demanda (manhã, início da tarde e madrugada, por exemplo), a opção pela tarifa branca oferece a oportunidade de reduzir o valor pago pela energia consumida”.

A modalidade vai ser divida em três valores: ponta (maior valor), intermediário (valor intermediário) e fora de ponta (valor mais baixo). Elas são definidas por cada distribuidora, no caso de Pernambuco será através da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe). 

“É muito importante que o consumidor, antes de optar pela tarifa branca, conheça seu perfil de consumo. Quanto mais o consumidor deslocar seu consumo para o período fora de ponta, maiores são os benefícios desta modalidade. Todavia, a tarifa branca não é recomendada se o consumo for maior nos períodos de ponta e intermediário e não houver possibilidade de transferência do uso dessa energia elétrica para o período fora de ponta. Nessas situações, o valor da fatura pode subir”, alertou a Aneel.

Em Pernambuco, no horário do dia de maior pico, entre 17h30 e 20h30, a energia se tornará 92% mais cara, assim como no horário intermediário, das 16h30 às 17h30 e das 20h30 às 21h30, também haverá aumento de 25%. Por outro lado, o horário fora do pico, das 21h30 às 16h30 do dia seguinte, vai representar uma diminuição na conta de 16,5%. 

Para os usuários aderirem à modalidade, é preciso se dirigir a uma das unidades de atendimento da Celpe para o preenchimento de um formulário. Depois, a companhia terá até 30 dias para fazer a substituição do medidor gratuitamente. Se depois de optar pela tarifa branca, o consumidor não enxergar vantagem, poderá solicitar a volta para o sistema de tarifa convencional. 

A distribuidora terá 30 dias após o pedido para retornar o cliente ao sistema anterior. Caso queira participar novamente da modalidade branca, haverá um período de carência de 180 dias. Para ter certeza do seu perfil, o consumidor deve comparar suas contas com a aplicação das duas tarifas.

Em janeiro do próximo ano, a tarifa branca será oferecida para todas as unidades consumidoras. Em janeiro do ano passado, ela começou a valer para consumo mensal superior a 500 kW/h.

Bandeira
Pela tarifa convencional, os consumidores estão pagando a conta de energia através da bandeira verde neste mês de janeiro. A bandeira não representa custo adicional para os consumidores. Segundo a Aneel, a estação chuvosa está propiciando elevação da produção de energia pelas usinas hidrelétricas e do nível dos reservatórios.

Da Folha de PE

domingo, 30 de dezembro de 2018

Bandeira tarifária em janeiro será verde, sem cobrança de tarifa extra

Foto: Flávio Japa/Folha de Pernambuco
A bandeira tarifária para janeiro de 2019 será verde, sem custo adicional para os consumidores. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a estação chuvosa está propiciando elevação da produção de energia pelas usinas hidrelétricas e do nível dos reservatórios. Em dezembro, a bandeira tarifária também foi verde. 

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica. 

A Aneel alerta que, mesmo com a bandeira verde, é importante manter as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício de energia elétrica.

Da Agência Brasil

domingo, 28 de outubro de 2018

Conta de luz terá bandeira tarifária amarela em novembro

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta (26) que a bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz em novembro será amarela. Assim, haverá uma redução na cobrança em relação aos cinco meses anteriores, quando a bandeira foi vermelha.

A bandeira amarela tem custo de R$ 1 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. Já a bandeira vermelha, que vigorava desde junho, prevê cobrança de R$ 5 a cada 100 kWh.

A justificativa para a redução na cobrança está no início do período de chuvas. Segundo a Aneel, apesar de os reservatórios ainda estarem com níveis reduzidos, a agência acredita que com o início da estação chuvosa haja elevação gradual no nível de produção de energia pelas usinas hidrelétricas.

Sistema
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica. A adoção de cada bandeira, nas cores verde (sem cobrança extra), amarela e vermelha (patamar 1 e 2), está relacionada aos custos da geração de energia elétrica. No patamar 1, o adicional nas contas de luz é de R$ 3 a cada 100 kWh; no 2, de R$ 5.

Dicas de economia
Para evitar aumento significativo nas contas, a Aneel faz algumas recomendações aos consumidores, entre as quais de banhos mais rápidos para quem usa chuveiro elétrico, e optar por temperatura morna ou fria.

A agência sugere também a diminuição no uso do ar-condicionado e que, quando o aparelho for usado, não se deixem portas e janelas abertas. Além disso, é preciso manter limpo o filtro do aparelho. Outra sugestão é que o consumidor fique atento ao tempo em que a porta da geladeira fica aberta e que nunca se coloquem alimentos quentes em seu interior.

Outras dicas são juntar as roupas para serem passadas de uma só vez e não deixar o ferro ligado por muito tempo e, em caso de longos períodos de ausência de casa, evitar que os aparelhos fiquem no sistema stand-by (em espera). Nesse caso, o mais indicado é retirá-los da tomada.

Da Agência Brasil

sexta-feira, 30 de março de 2018

Contas de luz continuam sem cobrança extra em abril

Energia elétricaFoto: Reprodução
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta quinta (29) que a bandeira tarifária de abril continuará na cor verde, o que significa que não haverá cobrança extra nas contas de luz. Com isso, desde janeiro não há cobrança adicional nas contas de energia.

Em fevereiro e março, a Aneel decidiu manter a tarifa nesse patamar. A manutenção da bandeira verde em abril significa que a situação nos reservatórios das hidrelétricas continua a melhorar, devido à volta das chuvas.

Nos últimos meses de 2017, por causa do baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas, houve cobrança extra nas contas de luz via bandeira tarifária. Isso ocorre para arrecadar recursos necessários para cobrir custos extras com a produção de energia mais cara, gerada por termelétricas.

Em outubro e novembro, vigorou a bandeira vermelha no patamar 2, a mais alta prevista pela agência. Em outubro, o acréscimo foi de R$ 3,50 a cada 100 quilowatt/hora (kWh) consumidos no mês. Em novembro, como a Aneel antecipou a revisão dos valores que seriam aplicados a partir de janeiro de 2018, o valor adicional passou para R$ 5 a cada 100 kWh.

Já em dezembro, em razão do início do período chuvoso, a agência reguladora determinou a cobrança da bandeira vermelha, mas no patamar 1, com cobrança extra de R$ 3 a cada 100 kWh. Na bandeira amarela, o aumento na tarifa é de R$ 2 a cada 100 kWh.

domingo, 1 de outubro de 2017

Contas de luz vão subir em outubro por conta da estiagem

Imagem: Divulgação/Reprodução
As tarifas de energia irão subir a partir deste mês de outubro, porque há necessidade de maior uso das termelétricas em decorrência da seca prolongada. A bandeira tarifária vai passar para vermelha, patamar mais caro previsto, o que provocará aumento da taxa extra cobrada nas contas de luz de R$ 3,50 a cada 100 kWh consumidos.

O anúncio o da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) é esperado para esta sexta-feira (30), em entrevista coletiva, oficializando a mudança de bandeira tarifária no país.Neste mês de setembro, foi usada a bandeira amarela, que estabelece uma taxa extra de R$ 2 para cada 100 kWh de energia consumidos.

O sistema de bandeiras tarifárias vigora no país desde de 2015. Foi criado para permitir que os consumidores adotem medidas de economia, evitando contas mais caras. Enquanto a cor verde indica que o custo é baixo; a amarela, indica que ele subiu um pouco. A vermelha, patamar 1, mostra que o custo está alto e a vermelha, patamar 2, que está muito alto. 

Do Estado de Minas

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Com bandeira vermelha, conta de luz fica mais cara a partir desta terça

 Foto:Jeff Kubina / Flickr / Wikimedia Commons 
A conta de luz vai ficar mais cara a partir desta terça-feira, dia 1º de agosto. Com o aumento do custo para geração de energia a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), informou na sexta-feira, 28, que para o mês que vem a bandeira tarifária será a vermelha, no patamar 1. Neste estágio, a conta custa R$ 3 a mais para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. 

Ou seja, além da tarifa cobrada pela distribuidora da região, será acrescido R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora. Em julho a bandeira tarifária foi a amarela. Nesta situação, a conta fica R$ 2 mais cara para cada 100 kWh. Em junho, foi acionada a bandeira verde, que não traz custo adicional ao consumidor.

O sistema de bandeiras é atualizado mensalmente pelo órgão regulador, que avalia o preço da energia, o volume de chuvas e a situação dos reservatórios das hidrelétricas em todo o País para tomar uma decisão.

Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento. Como a energia das termelétricas custam mais caro, a Aneel sobe o preço da conta. 

A cor da bandeira é impressa na conta de luz e indica o custo da energia em função das condições da geração. As bandeiras tarifárias somente não são aplicadas ao Estado de Roraima e algumas regiões da Amazônia que não estão ligadas ao sistema nacional de distribuição de energia elétrica. 

Com informações da Agência Brasil

domingo, 30 de abril de 2017

Contas de luz continuam com bandeira vermelha no mês de maio

Foto: Divulgação / Internet
As contas de luz vão continuar com a bandeira vermelha no mês de maio. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira, 28, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com a bandeira vermelha em seu primeiro patamar, serão adicionados R$ 3,00 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos. O sistema de bandeiras é atualizado mensalmente pelo órgão regulador, que avalia a situação dos reservatórios em todo o País para tomar uma decisão.

"Como o sinal para o consumo é vermelho, os consumidores devem fazer uso eficiente de energia elétrica e combater os desperdícios", informou a Aneel.

É o segundo mês consecutivo em que vigora a bandeira vermelha. O recurso ficou acionado durante todo o ano de 2015 e nos meses de janeiro e fevereiro de 2016. De lá para cá, as contas mensais oscilaram entre bandeiras verde e amarela.

A bandeira vermelha possui dois patamares de cobrança. Quando o custo das termelétricas ligadas supera R$ 422,56 por megawatt-hora (MWh), a Aneel utiliza o primeiro patamar da bandeira vermelha, que adiciona entre R$ 3,00 a cada 100 kWh consumidos. Se o custo dessas usinas for superior a R$ 610,00 por MWh, o sistema atinge o segundo patamar da bandeira vermelha cujo acréscimo é de R$ 3,50 a cada 100 kWh.

Em março, vigorou a bandeira amarela, que adiciona R$ 2,00 para cada 100 kWh consumidos. De dezembro a fevereiro, havia vigorado a bandeira verde, sem nenhuma cobrança adicional na conta de luz.

Da Agência Estado

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Conta de energia via ficar 2% mais barata este ano, diz Aneel

Imagem: Divulgação / Folha de Pernambuco. 
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu nesta terça-feira o orçamento anual da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para 2017.

O valor ficou em R$ 13,9 bilhões, com redução de 24% em relação a 2016 quando a Conta foi orçada em R$ 18,4 bilhões.

O pagamento da CDE é um encargo incluído nas tarifas de energia. Com a redução, a estimativa da Aneel é de que as contas de luz fiquem 2% mais baratas para os consumidores.

Conforme a agência reguladora, a redução do orçamento em 2017 ocorreu, principalmente, por conta da diminuição de despesas da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) e de indenização de concessões.

O orçamento da CDE esteve em audiência de 19 de dezembro do ano passado a 17 de janeiro e recebeu, no período, 143 contribuições de 33 agentes do setor elétrico. 

Do Correio Brasiliense

sábado, 29 de outubro de 2016

Em novembro, contas de luz terão acréscimo de R$ 1,5 a cada 100 kWh consumidos

Foto: Divulgação / Internet
A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de novembro será a amarela, com custo de R$ 1,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A medida se deve às condições hidrológicas menos favoráveis, o que determinou o acionamento de usinas termelétricas, mais caras.

Desde abril deste ano, a bandeira tarifária estava verde, ou seja, não havia custo extra para os consumidores. No ano passado, todos os meses tiveram bandeira vermelha, primeiramente com cobrança adicional de R$ 4,5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos e, depois, com a bandeira vermelha patamar 1, que significa acréscimo de R$ 3 a cada 100 kWh.

O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado em janeiro de 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, mai cara do que a energia de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia elétrica em função das condições de geração de eletricidade. Por exemplo, quando chove menos, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país.

Cobrança 
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de cobrar um valor que já era incluído na conta de energia, por meio do reajuste tarifário anual das distribuidoras. A agência considera que a bandeira torna a conta de luz mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente.

Do Diario de PE

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Companhia Energética de Pernambuco dará bônus a empresas pela economia

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) vai passar a oferecer bônus para as empresas que substituírem motores elétricos antigos por novos. Intitulada ‘Bônus para motores eficientes’, a iniciativa tem a finalidade de incentivar, por meio da concessão de bônus que variam de R$ 244 a R$ 22.157, a economia de energia. O valor da bonificação depende da potência e da classe de rendimento do motor. A Companhia está disponibilizando R$ 2,6 milhões em bônus para o projeto que faz parte do Programa de Eficiência Energética da distribuidora, regulado pela Aneel. De acordo com a Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos (Abraman), os motores utilizados pelas indústrias brasileiras têm idade média de 17 anos. Para apresentar o projeto, que é voltado para indústrias, órgãos e serviços públicos, comércios, condomínios residenciais com CNPJ e consumidores rurais irrigantes adimplentes com a distribuidora, será realizada uma apresentação, com vagas limitadas, no dia 13/09, às 14h, no auditório da Celpe, na Avenida João de Barros, 111, Boa Vista.

Valor da bonificação depende da potência e da classe de rendimento do motor, e varia entre R$ 244 e R$ 22.157.

Do Folha PE

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Em Pernambuco, conta de luz vai ter reajuste de 11,5% a partir de 29 de abril

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
O consumidor pernambucano residencial vai pagar 11,5% a mais na conta de energia elétrica a partir do próximo dia 29 de abril. O percentual foi aprovado na manhã desta terça-feira, durante reunião na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O valor ficou um pouco acima da expectativa, que previa um aumento próximo da inflação dos últimos 12 meses, que foi de 10,67%.

O percentual de 11,5% é dos consumidores de baixa tensão, que inclui todos os residenciais e os de baixa renda. A Celpe atende 3,5 milhões de unidades consumidoras.

O aumento do preço da energia vendida pela Celpe varia de acordo com o tipo de consumidor. As grandes indústrias terão um reajuste de 9,39%, as indústrias de porte médio ficarão com uma alta de 5,92% e os empreendedores de pequeno porte pagarão 6,79% a mais na conta de luz.

Os consumidores rurais terão um reajuste de 14,87%, enquanto o comércio e o poder público - classificados pela Aneel como consumidor B3 - terão um aumento de 11,61%. 

Na média, os consumidores de alta tensão terão um reajuste de 6,77% e os da baixa tensão de 11,77%. Como o nome diz, os clientes de alta tensão são os que consomem numa rede própria que transporta a energia em alta tensão para ser usada por indústrias, grandes estabelecimentos comerciais, entre outros. Os clientes de alta tensão pagarão, em média, 6,77% a mais, enquanto os que consomem na baixa tensão (que é grande parte da rede da Celpe) ficarão com um aumento médio de 11,66%. Também são clientes de baixa tensão pequenos estabelecimentos comerciais, prédios públicos, entre outros. O aumento de todos os consumidores ocorre a partir do dia 29, próxima sexta-feira.

Do JC Online

domingo, 1 de março de 2015

A partir deste domingo (1), a conta de luz vai ficar mais cara para todos os consumidores brasileiros

A partir deste domingo (1º de março), a conta de luz vai ficar mais cara para todos os consumidores brasileiros. É que além do aumento nos preços das bandeiras tarifárias, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a temida revisão extraordinária das 58 distribuidoras de energia. Por aqui, a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) conseguiu um aumento de 2,2% (o menor do País), mas a empresa do grupo Neoenergia já informou que o percentual a ser aplicado será mais baixo, de 1,45%.
A partir deste domingo (1), a conta de luz vai ficar mais cara para todos os consumidores brasileiros. Foto:Arthur de Souza/Folha de Pernambuco 
Na prática, o reajuste médio na tarifa da concessionária será inferior a R$ 0,01. O peso maior está mesmo nas bandeiras, cujos reajustes ficaram em R$ 5,50 na vermelha, e R$ 2,50 na amarela - a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Na ponta do lápis, como a previsão é de que as térmicas continuem acionadas pelos próximos meses, uma conta de R$ 65,20 chegará a R$ 74,15 com a bandeira vermelha. Esses valores consideram que o consumo médio do brasileiro é de 163 kWh por residência, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

Apesar de a revisão extraordinária estar prevista nos contratos de concessão das distribuidoras, para manter o equilíbrio econômico-financeiro, o especialista em energia elétrica Heitor Scalambrini critica veementemente o posicionamento da Aneel. “Isso é um prêmio à ineficiência da Celpe, que vem deteriorando seus serviços ano a ano”, criticou, completando: “ela deveria ter sido penalizada, e não beneficiada. Essa é a prova de que as distribuidoras ‘mandam’ na Aneel”.

Em nota enviada pela assessoria de Imprensa, a Celpe informou que a Agência reguladora levou em consideração, principalmente, o aumento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e as despesas extraordinárias com a compra de energia durante o ano de 2013.

No entanto, além do adicional do reajuste extraordinário, o aumento do valor das bandeiras tarifárias impactará as receitas mensais das empresas de distribuição. Em um mês de bandeira vermelha, o valor pago pela população, que atualmente é de cerca de R$ 800 milhões, saltará para R$ 1,460 bilhão. E mais: “em abril, a Aneel determinará o reajuste ordinário da Celpe”, lembrou a própria distribuidora no comunicado oficial. À Aneel, a Celpe solicitou 21% de incremento na tarifa, ou seja, mais um aumento na conta no próximo mês.

Estados
Os maiores aumentos serão para as distribuidoras AES Sul (39,5%), Bragantina (38,5%), Uhenpal (36,8%) e Copel (36,4%). Além da Celpe, o reajuste mais baixo será aplicado para a Cosern (2,8%).

Saiba mais
Itaipu - Nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste o percentual médio de reajuste chega a 28,7%, devido aos altos custos da compra da energia de Itaipu, que sofreu aumento de 46%.

Com informações da  Folha de Pernambuco

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Em Pernambuco, primeira usina solar do estado está aberta a visitação

A Celpe anunciou, na última terça-feira (27), que a Usina Solar São Lourenço da Mata, a primeira no gênero em Pernambuco, está aberta para visitação. A unidade é responsável pelo abastecimento de 30% da Itaipava Arena Pernambuco. Para aprimorar a visita,  Centro de Visitação foi instalado em meio aos 3.652 painéis solares fotovoltaicos. A unidade possui potência instalada de 1 megawatt pico (MWp), capacidade suficiente para gerar 1.500 MWh por ano, o que equivale ao consumo de seis mil habitantes.


Em Pernambuco, primeira usina solar do estado está aberta a visitação. Foto: Reprodução

O Centro de Visitação está inserido no  Programa de Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e foi criado para funcionar em paralelo com o Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) “Arranjos Técnicos e Comerciais para Inserção da Geração Solar Fotovoltaica na Matriz Energética Brasileira”, da Aneel. Além da usina, o P&D contempla outros investimentos que totalizam R$ 24,5 milhões.

Toda a estrutura para a produção de energia faz parte do roteiro de visitação. A maior atração do local é o pátio com as milhares de placas fotovoltaicas, mas há também a estação meteorológica. Esse equipamento é utilizado para monitorar as condições climáticas locais, disponibilizando dados importantes no âmbito de pesquisas e estudos em energia solar. Os visitantes ainda terão a oportunidade de participar de palestras sobre o uso seguro e eficiente da energia elétrica.

Os grupos interessados em visitar a Usina Solar São Lourenço da Mata devem entrar em contato para agendar a visitação por meio do telefone 3035-8989. As visitas guiadas são realizadas de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 17h, de forma gratuita.

Fonte: JC Online

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Conta de luz vai subir nesta terça-feira, economizar vai ser a única saída

Aneel autoriza a Celpe a reajustar tarifas nesta segunda-feira. Ao consumidor, resta economizar


Lâmpada. Crédito: Gil Vicente/DP/D.A Press

Economizar vai ser a única saída se o consumidor quiser diminuir o impacto que o próximo aumento terá na conta de energia, que vai entrar em vigor na próxima terça-feira. Amanhã, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definirá o reajuste da conta de luz dos pernambucanos. A expectativa é de que seja um percentual de dois dígitos como ocorreu com outras distribuidoras do Nordeste que tiveram reajustes que variaram de 11% a 18%. 

“O desperdício de energia tem a ver com hábitos, que podem ser alterados sem custo para o consumidor”, lembra o coordenador geral de Eficiência Energética do Ministério de Minas e Energia, Carlos Alexandre Principe Pires. Ele está se referindo a atitudes simples (veja dicas ao lado).

A outra forma de economizar é bancar um investimento que reduza o consumo de energia. Entre os clientes residenciais, um dos grandes vilões é o chuveiro elétrico, que chega a consumir 18% da energia do Brasil entre as 18h30 e 20h30. Um aquecedor a gás ou a energia solar pode ser uma das soluções para diminuir o impacto do eletrodoméstico na conta. Em média, um investimento desse tipo é compensado em três anos.
Há equipamentos que até desligados consomem energia, caso estejam ligados na tomada, como a televisão, box de TV a cabo, computador, aparelho de som, laptop, segundo a gerente de Eficiência Energética do Grupo Neoenergia, Ana Mascarenhas.

O consumidor deve ficar atento a esses detalhes porque a falta de chuvas e as iniciativas do governo federal (como a lei 12.783) criaram mais despesas com o funcionamento das térmicas (que produzem uma energia mais cara). As distribuidoras tiveram que comprar a energia com o preço em alta e, por isso, estão contraindo empréstimos bilionários. O impacto dessas medidas vão deixar a conta de luz mais alta nos próximos três a cinco anos, segundo especialistas do setor. 

“Os consumidores residenciais não estão mais economizando da mesma forma que faziam na época do racionamento”, diz Ana. O racionamento ocorreu em 2001 e na época até os equipamentos que ficavam em stand by eram desligados da tomada. Na época, o governo obrigou as famílias a reduzirem 20% do seu consumo.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Celpe pede para aumentar a nossa conta de luz em 18,13%

Lâmpada. Crédito: Gil Vicente/DP/D.A Press

O governo federal pode até ter deixado para o ano que vem o repasse do aumento da energia por causa do uso das usinas térmicas (bem mais caras) neste período de secura dos reservatórios das hidrelétricas. Mas é melhor ir preparando o bolso. A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) quer um aumento gordo já para este ano.
Segundo a proposta anual de reajuste, que está no site da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Celpe pediu para aumentar nossas contas de luz em 18,13%. “Só” isso. A agência vai definir se atende o pleito integralmente ou puxa um pouco a sardinha para o nosso lado na próxima terça-feira (22).
O reajuste que for determinado pela Aneel vai começar a valer a partir do dia 29 de abril. De acordo com a justificativa da companhia, ela teve um gasto muito grande comprando energia no mercado de curto prazo. Por isso está pedindo um reajuste tão alto. Tadinha da Celpe. Uma detalhe é que a inflação no período foi de menos de 6%. Tadinhos de nós.
Segundo nota enviada à imprensa, a Celpe diz que o pedido de aumento é “compatível com os resultados já aplicados a outras distribuidoras do país.”
A empresa diz também que “para definição do reajuste ainda são considerados mecanismos de correção da parcela B (custos gerenciáveis pela Celpe), nos últimos 12 meses, para atendimento ao consumidor, conforme contrato de concessão. Essa parte é a que compete à concessionária e responde pela menor parcela do reajuste, correspondente a 1,93%.” Então tá.
No ano passado, os mais de 3,2 milhões de clientes da Celpe tiveram, em média, um aumento de 1,32% durante a chamada revisão tarifária da companhia. Ela é igual ao ano bissexto. Acontece de quatro em quatro anos. Para os clientes residenciais, o reajuste foi de 0,79%. A empresa tinha feito uma proposta de aumento médio de 3,12%.
Fonte: Diário de Pernambuco

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