© 2014 - Todos os Direitos Reservados ao Blog Negócios e Informes. Tecnologia do Blogger.

Mostrando postagens com marcador Riquezas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Riquezas. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Pernambucanos mais ricos ganham até 1.500% a mais que os mais pobres

Redução da desigualdade econômica é caminho para progresso.Foto: Rafael Furtado / Folha de Pernambuco
No Estado, 40% das pessoas ocupadas mais pobres vivem com um rendimento de apenas R$ 18 por dia

Apesar dos esforços para mitigar a desigualdade social que existe em nosso país, este problema ainda aflige muitos brasileiros. Parte destes, vive com uma renda inferior a um salário mínimo por mês, como acontece em Pernambuco (R$ 538). No Estado, 40% das pessoas ocupadas mais pobres vivem com um rendimento de apenas R$ 18 por dia, enquanto que os 10% dos pernambucanos mais ricos vivem com uma renda diária de R$ 210 - cerca de 1.066% a mais.

No Recife, a desigualdade é ainda mais gritante. A diferença chega a quase 1.500% na comparação da renda mensal entre os 40% mais pobres (R$ 730) e os 10% mais ricos (R$ 11.483). Vale ressaltar que esses índices são referentes à população que trabalha. Os dados são da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2019 do IBGE.

Por outro lado, quando analisado o rendimento domiciliar per capita médio de 40% dos pernambucanos mais pobres, em 2018, o valor era de R$ 221. Já os 10% mais ricos ganhavam naquele ano, em média, R$ 3.583 - que representa um rendimento 1.500% superior aos mais pobres. A pesquisa ainda mostra a porcentagem de pernambucanos que vivem abaixo da linha da extrema pobreza, em 2018 (11,4%). A linha considera o valor que o Banco Mundial utiliza como parâmetro (US$ 1,9), que em Pernambuco seria o equivalente a R$ 148.

Nesse caso não é feito uma conversão exata. É que existe uma tabela que faz uma paridade ao valor do Banco Mundial. Quando observado a série histórica entre 2012 e 2018, somente em 2014 foi quando houve o registro do menor percentual de pessoas na linha da pobreza (8,6%).

Segundo o economista da Fecomércio-PE, Rafael Ramos, a situação de quem vive abaixo da linha da pobreza traz efeitos negativos à economia. “A pobreza elevada faz com que as pessoas sejam menos produtivas, por não haver tempo para se qualificar. Os efeitos são uma economia que demora ainda mais para se recuperar”, destaca Ramos que ainda explica que os Estados com menor desigualdade são os que se recuperam mais fácil de uma crise econômica.

Entre 2012 e 2014 a média do rendimento domiciliar per capita médio das pessoas estava em crescimento contínuo partindo de R$ 888 e chegando a R$ 1.022 em 2014. No entanto, a partir de 2015, a média vem caindo ano após ano e chegou a R$ 855 em 2018. Para Ramos, a crise econômica contribuiu para o aumento da desigualdade. “Uma coisa puxa a outra. O desemprego elevado gera índices maiores de desigualdade, assim como a desigualdade puxa o desemprego”, explica. O economista ainda ressalta que a desigualdade dificulta o bem estar social e as chances de emprego. “Com o acesso à renda mais limitado, as pessoas se lançam na informalidade e perdem direitos e um salário melhor do que na formalidade”, detalha.

Em Pernambuco, a população total é de 9,4 milhões de habitantes. No Estado, a força de trabalho chega em números absolutos, a 4,62 milhões, enquanto que a taxa total de desocupação das pessoas de 14 anos ou mais de idade, em 2018 era de 16,1%, quase o dobro de 2013, quando o índice registrava um percentual de 8,7%. Em 2018, a taxa de Pernambuco ficou acima da média nordestina, que foi de 14,5%, e da média brasileira, de 12%. “É preciso atrair políticas públicas para minimizar a desigualdade e o desemprego. Os mais pobres não têm acesso à cultura, lazer. Sem essas políticas sociais, a produção industrial, o comércio e a economia, de forma geral, são afetados”, acrescenta Ramos.

Da Folha de PE

sábado, 14 de setembro de 2019

Sem CPMF, Guedes quer fim de privilégios nos impostos

Junto com sua equipe, ministro Paulo Guedes estuda possibilidades de uma reforma tributária que corte privilégiosFoto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente vetou a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) na última sexta-feira (13)

Com o veto do presidente Jair Bolsonaro à CPMF, o ministro Paulo Guedes orientou sua equipe a estudar uma reforma tributária que corte privilégios. O discurso, estratégico, já foi testado pelo governo na reforma da Previdência, que avançou e está em fase final de tramitação no Congresso.

Guedes quer dar ênfase à revisão da tributação sobre os mais ricos depois que o imposto sobre pagamentos foi atacado por se aplicar até mesmo a saques e depósitos em dinheiro. O Ministério da Economia temia reação popular à reforma justamente porque as mudanças propostas atingiriam a todos, de estudantes a grandes empresários.

O discurso ressalta agora aquela que já era uma das diretrizes da reforma, que é a ampliação da base tributária sobre as altas rendas.Entre os instrumentos analisados estão a tributação de dividendos, o limite de isenção para moléstia grave, a redução de descontos e a revisão sobre aplicações financeiras.

Estudos da Receita Federal apontam que os contribuintes do topo da pirâmide pagam hoje menos impostos proporcionalmente do que as classes mais baixas, principalmente pelos benefícios previstos em aplicações financeiras (como dividendos e fundos exclusivos de investimento). Continue lendo, clique AQUI!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Ipea vê inflação em dobro para população de baixa renda

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Pressionada pelos aumentos nos preços dos alimentos e do reajuste dos aluguéis, o Indicador Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada) de Inflação por Faixa de Renda referente a dezembro do ano passado apontou inflação em dobro para classes de rendas mais baixas.

Divulgada hoje (15), pelo Instituto, o indicador mostra que as famílias de menor poder aquisitivo “foram as mais afetadas pela inflação de dezembro, embora a alta de preços tenha se intensificado em todas as classes”.

Segundo o levantamento, a inflação nos segmentos de renda mais baixa foi 0,21% ( com salário menor que R$ 900), mais que o dobro dos 0,9% verificados na variação de preços das classes mais ricas (maior que R$ 9 mil).

O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, é calculado com base nas variações de preços de bens e serviços pesquisados pelo Sistema Nacional de Índice de Preços ao Consumidor (SNIPC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A influência do aumento dos preços dos alimentos decorreu, sobretudo, do aumento dos preços de alimentos, principalmente produtos in natura como legumes, que chegaram a subir 9%; verduras (2,3%); frutas (3%); e carnes (2%). “Itens que pesam na cesta de consumo das classes mais baixas”, ressaltou o Ipea.

O Ipea avaliou que a alta de itens de vestuário, como roupas femininas (2,3%), e o reajuste de 0,5% nos preços dos aluguéis “também exerceram pressão maior sobre a inflação das camadas de renda mais baixa, anulando, inclusive, o alívio proporcionado pela deflação de 2% das tarifas de energia”.

Em contrapartida, O Ipea aponta a queda de 4,8% no preço da gasolina como “o principal fator de descompressão inflacionária nas faixas de renda mais alta, que também se beneficiaram, ainda que em menor proporção, da redução das tarifas de energia elétrica”.

A avaliação é que, em dezembro, a inflação das famílias mais ricas só não foi ainda menor devido aos aumentos das passagens aéreas (29,1%) e dos planos de saúde (0,8%).

No acumulado de 2018, a inflação cresceu em todos os segmentos de renda, resultado do aumento dos preços dos alimentos a partir do 2º semestre e, sobretudo, dos reajustes dos combustíveis e da energia elétrica entre junho e outubro.

Embora as famílias mais pobres tenham sofrido mais em dezembro, no acumulado de 12 meses a alta de preços neste segmento foi 3,5%, contra 3,9% nas faixas de renda mais alta.

Para a técnica de planejamento e pesquisa do Ipea, Maria Andreia Parente Lameiras, em dezembro, embora o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda tenha registrado uma aceleração no ritmo de crescimento dos preços em todas as classes, esta foi bem mais intensa nos segmentos de renda mais baixa.

Por: Agência Brasil

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Caixa tem lucro recorde no semestre de R$ 6,7 bi, mas crédito recua

A Caixa Econômica Federal (CEF) reportou nesta segunda-feira (20) lucro líquido de R$ 3,63 bilhões no segundo trimestre, alta de 8,6% em relação aos três primeiros meses do ano e de 34% ante igual período de 2017. No primeiro semestre, o lucro do banco soma R$ 6,65 bilhões, 63,3% superior ao de 12 meses atrás e o maior montante já alcançado pela Caixa em um semestre. O resultado operacional atingiu R$ 9,1 bilhões no primeiro semestre, crescimento de 127% sobre 2017, calcado no controle das despesas administrativas (-5,8%) com planos de demissão voluntária, aumento das receitas com serviços (+6,5%) e melhoria da qualidade da carteira de crédito, o que influenciou a alta de 21,5% no resultado bruto da intermediação financeira. A carteira de crédito ampla da Caixa totalizou R$ 695,3 bilhões no primeiro semestre de 2018, um recuo de 2,9% na comparação anual, apesar do aumento de 3,6% no crédito habitacional -o banco detém 62,8% de participação no mercado neste segmento. A carteira mobiliária chegou a R$ 436,4 bilhões, sendo R$ 250,9 bilhões concedidos com recursos do FGTS, um aumento de 13%, e R$ 185,6 bilhões com recursos da poupança, que recuaram 7%. 

Segundo o banco, houve redução também na exposição de carteiras consideradas de maior risco -como à pessoa jurídica, que despencou 25,7%-, num esforço para adequar a instituição a Basileia 3 (sistema de regras financeiras internacionais criado para garantir solidez a bancos). "Mesmo diante do recuo do crédito, a Caixa manteve sua participação no mercado superior a 20%, em linha com o planejado pela empresa", disse o banco. A mudança na composição da carteira acabou gerando uma redução de 30,9% na despesa de provisão para devedores duvidosos, que foi de R$ 7,1 bilhões. "Essa redução é reflexo do recuo de R$ 20,6 bilhões na carteira de crédito, na mudança de sua composição com a migração para um crédito de baixo risco, além do aperfeiçoamento das ações de cobrança e renegociação", disse o banco.

O índice de inadimplência acima de 90 dias de 2,50% recuou 0,4 ponto percentual em comparação ao primeiro trimestre de 2018 e permaneceu estável em relação ao primeiro semestre de 2017. A inadimplência na habitação, no entanto, avançou de 1,64% no segundo trimestre de 2017 para 1,80% neste ano, enquanto a inadimplência no segmento comercial passou de 5,15% para 5,46%. Ao final de junho, a Caixa tinha 90,8 milhões de correntistas e poupadores -88,1 milhões deles de pessoas físicas- e 4,2 mil agências e postos de atendimento.

Da Folha de PE

domingo, 3 de setembro de 2017

IBGE: PIB cresce 0,2% no 2º trimestre e chega a R$ 1,6 trilhão

Imagem: Divulgação/Reprodução - Internet
O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no país, fechou o segundo trimestre do ano com alta de 0,2% na comparação com primeiro trimestre, na série ajustada sazonalmente. Na comparação com o segundo trimestre de 2016, a variação do PIB foi de 0,3%.

Os dados fazem parte de pesquisa divulgada nesta sexta-feira (1º), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o PIB acumulado nos quatro últimos trimestres continua negativo em 1,4% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

Com o resultado do segundo trimestre, o PIB fecha os primeiros seis meses do ano com “variação nula” em relação ao primeiro semestre de 2016. Em valores correntes, o PIB no segundo trimestre de 2017 alcançou R$ 1,639 trilhão.

Da Agência Brasil

Acompanhe-nos no Facebook


Publicidade


!

!
!
!

!

!

!

!
!
!
!
!

!
! !
!

!

Você é o Visitante:

Acessos em Tempo Real

Previsão do Tempo em Surubim

Blogs e Sites Parceiros

Arquivo do blog

Curta Nossa FanPage - Muito Obrigado!

Internautas On Line

(81) 9925.8297 // negocioseinformes@gmail.com