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sexta-feira, 26 de julho de 2019

PP 4.0 realiza qualificação de lideranças para ações de Relações Institucionais e Governamentais em Pernambuco

Os especialistas Eduardo Fayet e Murilo Mori conduziram, na tarde de hoje (24), em Gravatá (PE), um evento de qualificação de lideranças para ações de Relações Institucionais e Governamentais (RIG) com foco no estímulo às articulações locais. O encontro faz parte do convênio Políticas Públicas 4.0, firmado entre a CNDL e o Sebrae, e reuniu mais de 60 pessoas de 27 CDLs pernambucanas. Neste modelo de evento, os especialistas do PP 4.0 tratam aspectos relativos a ética, integridade e compliance nas relações entre entes privados e agentes públicos, além de esclarecer detalhes do processo legislativo em âmbitos municipal, estadual e federal.

O presidente da FCDL-PE, Eduardo Catão, recebeu os líderes varejistas e falou sobre a relevância da iniciativa para o Sistema CNDL. “As informações que vamos debater aqui e as experiências que vamos trocar são fundamentais para conseguirmos trabalhar as políticas públicas de interesse do setor em nossas cidades, o que fortalece as ações da CNDL em Brasília e, consequentemente, o Sistema como um todo”.

Sobre ética, Fayet ressaltou que se trata de um conjunto de valores ligados à nossa cultura. “Ética tem a ver com os nossos hábitos, nosso caráter, nossa disposição em fazer. Na Alemanha, por exemplo, o conceito de ética é diferente do nosso, que é diferente nos Estados Unidos e no Japão. Ou seja, nós somos responsáveis pela nossa ética e não os outros”, explica. “A ética nos negócios não é diferente da ética do nosso dia-a-dia, ela é uma só. Nos negócios, a aplicação de ética é chamada de compliance, ou seja, integridade, o que também pode ser traduzido como confiança”, observa Fayet. “E nas empresas só é possível aplicar o compliance com o envolvimento e liderança da alta gestão e dos donos do negócio”, garante.

Murilo Mori, advogado com vasta experiência no Congresso Nacional, apresentou o processo legislativo: como nascem e tramitam projetos de lei e em que momento pode haver ação em legítima defesa dos interesses de determinado setor. “Mesmo antes de algum projeto estar tramitando, o profissional de RIG pode levar proposições ao Poder Executivo ou a um parlamentar com quem tenha bom relacionamento. Isso é totalmente legítimo, desde que respeitados os princípios de ética e integridade”, afirma.

Sobre o PP 4.0 – Com investimento total de R$ 3,7 milhões ao longo de dois anos, o projeto prevê três tipos de eventos que irão percorrer todas as regiões do país. São encontros com objetivo de qualificar lideranças para ações de Relações Institucionais e Governamentais (RIG) com foco no estímulo às articulações locais; encontros para fomento ao desenvolvimento local e regional por meio da articulação das lideranças do varejo e elaboração de propostas de Políticas Públicas; e encontros para mobilização empresarial para debater fundamentos essenciais ao desenvolvimento sustentável de negócios e empresas. Ao longo do período do convênio, serão realizados 36 encontros, 12 de cada tipo.

Os fóruns são conduzidos por especialistas em cada tema a fim de estimular o debate e a consolidação de fundamentos essenciais aos líderes do setor de comércio e serviços, como protagonismo, ética e associativismo. Também serão promovidos 12 estudos e pesquisas com objetivo de embasar a formulação de políticas públicas com foco nas micro e pequenas empresas do setor. Além disso, será desenvolvida uma plataforma digital de articulação política – um sistema online inédito no Brasil que permitirá acompanhar projetos, estruturar demandas e ao mesmo tempo mobilizar lideranças e conectar atores públicos e privados.

Da CNDL

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Refinanciamento de dívidas é mantido pelo congresso

Senado Federal, em BrasíliaFoto: Pedro França/Agência Senado
O Congresso Nacional derrubou nesta terça-feira (3) o veto do presidente Michel Temer ao projeto que institui o refinanciamento dos débitos de micro e pequenos empresários, o chamado Refis das Micro e Pequenas Empresas. Os parlamentares mantiveram a legislação aprovada no fim do ano passado por 346 votos favoráveis e um contrário na Câmara, e 53 votos no Senado.

Com a rejeição do ato presidencial, os empresários poderão alongar as dívidas que possuem com a Receita Federal. Apesar de ter vetado integralmente o projeto de lei, o presidente Temer já havia se manifestado, há algumas semanas, favoravelmente à derrubada do próprio veto, posição que foi confirmada em plenário pelo líder do governo no Congresso, deputado André Moura (PSC-SE).

Após conceder entrevistas adiantando que trabalharia em nome da "convicção" dos deputados e senadores em derrubarem o veto, o presidente do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE), abriu a sessão de hoje confirmando a promessa. Ele acrescentou que outros dois itens seriam analisados e possivelmente derrubados: o veto ao projeto que reformula a carreira dos agentes comunitários de saúde e à proposta que concede descontos a dívidas de produtores rurais, votações que ainda não foram concluídas.

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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Saiba o que muda com a sanção da Reforma Trabalhista

Imagem: Divulgação/Reprodução
Pronta para ser sancionada, a proposta da reforma trabalhista foi aprovada na noite desta terça-feira (11) no plenário do Senado Federal, por 50 votos a favor e 26 contrários. O texto-base do projeto seguirá para sanção presidencial e as novas regras devem entrar em vigor 120 dias após a promulgação pelo presidente da República.

De acordo com o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a modernização trabalhista é um importante pleito do segmento varejista e de todo setor de comércio e serviços, que demandou forte interlocução de todo Sistema CNDL com o Congresso Nacional. As novas regras trazem consigo uma regulação que assegura a geração de novos empregos por meio da flexibilização dos contratos de trabalhos.

“Para o setor terciário, essa é uma vitória de toda a sociedade que só tem a ganhar com a atualização de leis que já não encontravam ressonância no mercado de trabalho moderno. Ganha o trabalhador que terá os seus direitos mantidos e maior flexibilidade em relação a jornada de trabalho e negociação de contratos, e ganha o empresário com a redução da burocracia na contratação do empregado”, destacou o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Saiba o que muda com a sanção da Reforma Trabalhista

Depois de sancionada, a lei trabalhista entrará em vigor com alterações em relação às férias, jornada de trabalho, contratos temporários, ações trabalhistas dentre outras mudanças. Acompanhe quais são as principais:

Trabalho Intermitente
Como funciona hoje: A CLT não contempla essa modalidade.
Com a nova legislação: Será permitida a contratação de funcionários com horários flexíveis sendo que o salário do trabalhador vai variar de acordo com o tempo trabalhado. Nessa modalidade, os direitos como férias, FGTS, 13º salário e previdência social são mantidos e pagos proporcionalmente ao tempo trabalhado. O valor do salário não pode ser inferior ao salário mínimo por hora. O empregado deverá ser convocado com, no mínimo, três dias corridos de antecedência.

Home Office
Como funciona hoje: A CLT não contempla essa modalidade de trabalho.
Com a nova legislação: Será regulamentado o trabalho feito de casa, sendo que o contrato deverá especificar as atividades que serão desenvolvidas pelo trabalhador. Além disso, todos os instrumentos utilizados com gastos com equipamentos, energia e internet serão acertados entre empregado e empregador.

Participação nos Lucros e Resultados (PLR)
Como funciona hoje: Não há critérios definidos para o pagamento da PLR.
Com a nova legislação: Mediante acordo das empresas com o sindicato, o PLR poderá ser pago em até quatro vezes. O empregado poderá receber logo que a empresa publicar o balanço patrimonial ou o balancete.

Férias
Como funciona hoje: Atualmente as férias podem ser divididas em duas etapas sendo que um dos períodos não pode ser menor que 10 dias.
Com a nova legislação: As férias poderão ser divididas em até três períodos, sendo que um deles deve ser de pelo menos 15 dias corridos. Além disso, o período mínimo é de cinco dias e as férias não podem ser iniciadas dois dias antes de feriados ou fim de semana.

Deslocamento para o trabalho
Como funciona atualmente: O tempo de deslocamento para o trabalho é contabilizado como jornada de trabalho. No caso de acidentes nesse percurso a empresa deve arcar com os custos hospitalares.
Com a nova legislação: O tempo gasto com transporte para o local de trabalho não será mais considerado como jornada de trabalho. No caso de acidentes no trajeto, o ocorrido não será mais tratado como acidente de trabalho.

Jornada de Trabalho
Como funciona atualmente: A jornada padrão é limitada a 8 horas diárias, 44 horas semanais e 220 horas mensais, podendo haver até 2 horas extras por dia.
Com a nova legislação: Jornada diária poderá ser de 12 horas com 36 horas de descanso, respeitando o limite de 44 horas semanais (ou 48 horas, com as horas extras) e 220 horas mensais.

Horário de almoço e intervalos
Como funciona atualmente: Para um trabalhador que tem uma jornada padrão de 8 horas diárias é previsto mínimo uma hora e máximo de duas horas de intervalo para repouso ou alimentação.
Com a nova legislação: O intervalo dentro da jornada de trabalho poderá ser negociado, desde que tenha pelo menos 30 minutos. Caso o empregador não conceda o intervalo mínimo, a indenização será de 50% do valor da hora normal de trabalho sobre o tempo não concedido.

Contribuição Sindical
Como funciona atualmente: É obrigatória e descontada uma vez por ano diretamente do salário do trabalhador.
Com a nova legislação: A contribuição sindical passa a ser facultativa. O trabalhador terá a liberdade de autorizar ou não o pagamento da contribuição

Remunerações por produtividade
Como funciona atualmente: A remuneração por produtividade não pode ser inferior à diária correspondente ao piso da categoria ou salário mínimo. Comissões, gratificações, percentagens, gorjetas e prêmios integram os salários.
Com a nova legislação: Empresas e sindicatos entrarão em acordo para acertar como serão feitos os pagamentos por remuneração. O pagamento do piso ou salário mínimo não será obrigatório na remuneração por produção.

Da CNDL

sábado, 25 de março de 2017

Terceirização é aprovada sem restrições nas empresas

Substitutivo do Senado ao Projeto de Lei (PL) 4302/98 foi aprovado nesta quarta-feira (22/3) pelo Plenário da Câmara. O texto-base do PL que autoriza o trabalho terceirizado para qualquer tipo de atividade teve 231 votos a favor, 188 contra e 8 abstenções. Com a medida, empresários preveem aumento da formalização e criação de mais empregos.
Diante da aprovação do Projeto de Lei, a terceirização poderá ser aplicada a qualquer atividade, meio (secundária) ou fim (principal), e a empresa terceirizada será responsável por contratar, remunerar e dirigir os trabalhadores, ficando a empresa contratante responsável por garantir segurança, higiene e salubridade dos trabalhadores terceirizados.
Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a terceirização traz melhorias na relação entre empregado e empregador: “Nós compreendemos que a liberdade na ação do trabalhador gerará um resultado muito melhor de emprego e de renda para o desenvolvimento do país”, destacou o presidente.
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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

CNDL participa do maior evento de gestão da América Latina

Imagem: Divulgação/Reprodução
As mais recentes ideias, tendências e conceitos mundiais em administração são temas da HSM Expo 2016, maior evento de gestão da América Latina.  A programação que começou hoje e segue até quarta-feira (09) em São Paulo, conta com renomados palestrantes nacionais e internacionais.

O presidente da CNDL, Honório Pinheiro, e outros diretores da entidade participam do evento, que aborda temas essenciais para o desenvolvimento dos negócios. “Esta é uma excelente oportunidade para adquirir conhecimentos que contribuem para o crescimento de empresas e líderes”, destacou Pinheiro.

HSM

Desde sua fundação, em 1987, a HSM acompanha o que há de mais inovador em gestão, trabalhando ao lado das lideranças de negócios para alcançar sua missão de transformar o país por meio do desenvolvimento de líderes e organizações.

Hoje, a HSM Educação Executiva é uma plataforma de conhecimento, que faz a ponte entre o cenário global e a realidade brasileira, construindo redes colaborativas que impactam o desempenho das empresas e de suas equipes, e colocando as vozes mais importantes do mundo atual dos negócios em contato com executivos e gestores nacionais.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

48% dos comerciantes e prestadores de serviços acreditam que o segundo semestre será melhor para a economia, aponta SPC Brasil e CNDL

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com varejistas e prestadores de serviços das 27 capitais e do interior do Brasil mostra que, em geral, o ânimo dos empresários para os próximos meses melhorou na comparação com o começo do ano. O levantamento revela que caiu de 60,2% em abril para 39,5% em agosto o percentual dos empresários que consideram a crise econômica muito grave. Para 47,9%, o segundo semestre será melhor do que o primeiro, enquanto apenas 6,8% acreditam que será pior, bem abaixo 39,5% que pensavam o mesmo no primeiro semestre.

Em meio à crise, algumas medidas foram estão sendo tomadas pelos empresários para se manterem no mercado. A principal delas é a contenção de despesas, adotada por 38,0% – percentual menor que o verificado em abril, quando era de 45,1%. Em segundo e terceiro lugar aparecem a redução dos preços (17,3%) e a demissão de funcionários (10,1%). Já o investimento em propaganda e marketing e a mudança de foco no perfil do cliente aumentaram entre abril e agosto de 2016, respectivamente de 4,8% para 7,7% e de 2,3% para 6,1%.

Imagem: Divulgação/Reprodução
“É importante ter em vista que a melhora do padrão de gastos pode ser um legado positivo da crise”, explica o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “Mesmo em períodos de bonança, o empresário deve buscar fazer o máximo com o mínimo de recursos, sem que isso prejudique a qualidade daquilo que oferta”.

“Os dados da pesquisa são consistentes com a discreta melhora dos indicadores de confiança tanto por parte dos consumidores como por parte dos empresários e as expectativas de que a economia inicie a retomada no próximo ano”, afirma. Para Pinheiro, a melhor notícia é que, tendo em vista o cenário de crise na economia, a larga maioria dos entrevistados não pretende demitir funcionários atualmente: 84,1% afastam a possibilidade de reduzir o quadro, contra 8,6% que consideram esta atitude. “A decisão de demitir em razão da crise é algo que o empresário tende a postergar, pois a recontratação posterior é custosa”.

No entanto, pela sua gravidade, a crise teve fortes impactos nas empresas. De acordo com a pesquisa, 62,9% dos entrevistados tiveram que demitir funcionários no primeiro semestre. Ainda como reflexo das dificuldades econômicas, metade dos entrevistados dizem estar com seu negócio estagnado; 12,9% dizem estar em crise e outros 13,1% no vermelho. Cerca de 20% afirmam estar em crescimento.

Na percepção dos empresários que se dizem afetados pela crise (87,3%), o maior impacto sobre os seus negócios foi a diminuição das vendas (70,0%), com percentual menor que a sondagem para o primeiro semestre (82,7%). Os demais motivos mais citados também tiveram queda na comparação: aumento do pagamento de impostos (33,8% ante 51,0%), e a inadimplência dos clientes (31,8% ante 32,8%).

Combate à corrupção, aumento dos impostos e inflação

Na percepção dos empresários, o maior impacto da crise política sobre a economia foi o aumento do desemprego (65,8%), seguido do aumento dos impostos (50,5%), e a redução das vendas (45,7%). A proporção dos que mencionaram esses dois últimos impactos caiu na comparação entre abril, quando eram de 63,6% e 59,2% respectivamente.

Para que o Brasil volte a crescer, as principais atitudes a serem tomadas na opinião dos empresários são a redução dos impostos (42,7%), o combate à corrupção (42,7%) e o controle da inflação (39,1%).

O levantamento do SPC Brasil e da CNDL mostrou que o maior temor dos empresários é que o país não saia da crise em 2016. Porém, o percentual caiu em relação ao levantamento de abril, de 41,1% para 33,5%.

Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, se os ajustes propostos pela equipe econômica do governo não forem aprovados ou postos em prática, a situação ainda pode se agravar.

“As projeções dos economistas apontam para uma queda do PIB superior a 3,0% em 2016, com resultado levemente positivo em 2017. Diante disso, é importante para os empresários buscarem opções de crédito mais baratas e estreitar o relacionamento com os clientes como forma de sustentar as vendas do negócio e sobreviver à turbulência”, diz Kawauti. “O PIB pode até voltar a crescer no próximo ano, mas ainda teremos que tratar a questão tributária, a excessiva burocracia e a infraestrutura deficiente”, conclui.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Comércio torce por retorno do crédito, de acordo com presidente da CNDL

Imagem: Divulgação/Reprodução
Os últimos governos podem ter errado em afrouxar o crédito sem nenhum controle e em ter centrado as políticas publicas no consumo, mas o certo é que o País estava andando até esse modelo ser esgotado. Agora que o dinheiro do Tesouro está apertado e são verificados os rombos nas contas do governo federal, é preciso fazer alguma coisa para romper a estagnação.

A volta do crédito é considerada uma das poucas esperanças contra o marasmo. Ontem, já se ventilava a criação de algumas facilidades pelo Banco Central, o que seria prontamente comemorado pelo varejo.

O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Honório Pinheiro, anda rouco de tanto argumentar sobre a necessidade de crédito para o Brasil para quebrar a paralisia do mercado.

Ontem, ele estava em São Paulo, participando de reunião com o Conselho Nacional do SPC Brasil, e falou por telefone com a coluna. Na conversa, ele salientou a necessidade de uma nova injeção de ânimo. A falta de crédito é considerada problemática, emperrando as vendas. Esse assunto tem sido discutido em todos os grupos da CNDL, que querem aproveitar de alguma forma o momento, já que o Natal é o melhor época para o setor.

“Se não tem credito, não há venda, nem imposto”, acrescenta. Com isso, os caixas do governo e do setor produtivo continuam em declínio. “Cortar crédito é inadmissível e o Brasil está perdendo um grande momento”, reforça.

Com informações do O Povo Online

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Vendas a prazo recuam 3,26% e têm sexta queda consecutiva, mostra CNDL

O número de consultas para vendas a prazo do banco de dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e teve um novo recuo de 3,26% em julho na comparação com o mesmo mês do ano anterior. É a sexta queda consecutiva do indicador anual – desde janeiro de 2014, o indicador mostrou queda em 12 dos 19 meses do período.

Imagem: Divulgação/Reprodução
Na variação mensal, aumento de 3,23%

Na variação mensal, mais volátil, o indicador mostra um avanço de 3,23% em julho ante o mês anterior, neutralizando a queda de 2,77% verificada na comparação mensal em maio. Porém, segundo o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, Honório Pinheiro, o dado mensal positivo ainda não é suficiente para alterar a tendência de piora nas vendas. “O consumidor brasileiro tem visto sua renda recuar, seja por conta da inflação que corrói o poder de compra, seja por conta do aumento do desemprego”, diz Pinheiro. “Além disso, o consumidor demonstra preferência pelo pagamento à vista de suas compras, o que ajuda a diminuir ainda mais o nível das vendas a prazo.”

Tal conjuntura se reflete nos dados na queda do dado acumulado no ano até julho: -2,73%, uma piora em relação aos -2,64% verificados em junho.

Com informações da Assessoria de Imprensa

domingo, 3 de maio de 2015

Comércio projeta queda de 3,6% nas vendas a prazo no Dia das Mães, de acordo com o SPC Brasil

Imagem: SPC Brasil
Diante do atual cenário de baixa atividade econômica e restrição ao crédito, o volume de consultas para vendas parceladas na semana anterior ao Dia das Mães deste ano (entre 3 e 9 de maio) deve cair 3,6% em relação aos sete dias que antecederam a mesma data comemorativa no ano passado. A projeção foi traçada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Se as expectativas se confirmarem, as vendas a prazo devem apresentar a segunda queda consecutiva em seis anos de série histórica. Em períodos anteriores, as variações foram de -3,55% (2014), +6,44% (2013), +4,40% (2012), +6,53% (2011) e de +9,43% (2010). O número é calculado com base na quantidade de consultas feitas ao banco de dados do SPC Brasil para compras a prazo em todo o território nacional. O Dia das Mães é considerado pelos lojistas a segunda melhor data para o comércio tanto no volume de vendas como no faturamento, ficando atrás apenas do Natal.  

Apesar de o Dia das Mães ser comemorado sempre no segundo domingo de maio - momento que coincide com o alívio financeiro sentido por grande parte dos  consumidores com a quitação de impostos de início de ano e com o pagamento das despesas do natal, das férias e da volta às aulas - a atual conjuntura econômica de inflação elevada, juros em alta e dólar valorizado tem pesado no poder de compra dos brasileiros e deve criar dificuldades para a retomada do crescimento do varejo. 

Para o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, a projeção da entidade leva em conta o baixo grau de confiança do empresário brasileiro com os rumos da economia já que os consumidores tem se deparado com o enfraquecimento do poder de compra e o encarecimento das parcelas por conta da alta nas taxas de juros. "Os lojistas amargaram o pior resultado dos últimos seis anos nas vendas da Páscoa e não esperam um desempenho diferente agora no Dia das Mães em relação às compras parceladas”, explica.

Com informações do SPC Brasil

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Vendas na Páscoa caem 4,93% e atingem o pior resultado dos últimos seis anos, de acordo com o SPC Brasil e CNDL

O volume de vendas a prazo na semana da Páscoa (entre 29 de março e 4 de abril) caiu 4,93% em relação ao mesmo período do ano passado (entre 13 e 19 de abril). Os dados são do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). Este é o pior resultado já registrado pela série histórica das entidades, contabilizada desde 2010.
Vendas na Páscoa caem 4,93% e atingem o pior resultado dos últimos seis anos, de acordo com o SPC Brasil e CNDL.
Foto: Ilustrativa - Cacau Show Surubim
Para os dirigentes da CNDL, o desempenho confirmou o que o comércio já esperava, devido ao baixo crescimento da atividade econômica brasileira. “O resultado nunca foi tão baixo. Já projetávamos o pior crescimento dos últimos anos por conta da forte piora nos indicadores econômicos”, disse o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.

Para o líder do movimento varejista, a páscoa representa a primeira grande festa do ano para o comércio e pode funcionar como uma prévia não só para o Dia das Mães, como para o desempenho da atividade comercial ao longo de 2015. “Este resultado espelha os indicadores de confiança do consumidor refletido das notícias negativas da atualidade, como as que retratam as incertezas políticas e denúncias de corrupção. Isso refreia o consumo, abala a demanda do comércio e mostra que 2015 será um ano de desafios para o varejo”, avalia Pinheiro.

Os economistas do SPC Brasil atribuem o resultado ao menor crescimento da massa salarial, à alta dos juros e, principalmente, à inflação elevada. “A elevação recente da inflação corrói o poder de compra do consumidor. Hoje o brasileiro não consegue comprar as mesmas coisas, com o valor gasto no mês passado, por exemplo. Isso impacta nas vendas. Como reflexo, vimos este ano um movimento atípico do varejo: antecipar as promoções pós Páscoa para os dias que antecederam a data. Isso mostra que a demanda não correspondeu à expectativa”, explica a economista chefe do SPC Brasil, Marcela Ponce Kawauti.

Com informações da Assessoria de Imprensa 

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Empresários Surubinenses participaram da 54ª Convenção Nacional do Comércio Lojista no estado da Bahia

Empresários Surubinenses participaram da 54ª Convenção
Nacional  do Comércio Lojista no estado da Bahia.
Foto: Divulgação

A CDL Surubim formou uma comitiva com 14 pessoas dentre estes o presidente Carlos Eduardo e alguns diretores, Ana Maria, Ilário Pio, Lívio Aguiar, Eraldo Pio, Evalda Pio. Como também alguns empresários de Surubim, Daniela Pio, Bruno Sérgio, Roberta Aguiar, Ivonete Pio, Elayne Assunção, Jarlene Machado, Roberto Mateus e Luciana Tavares, o qual participaram da 54ª Convenção Nacional do Comércio Lojista que aconteceu entre 17 e 20 de setembro de 2014, na Costa do Sauípe, Bahia.

O evento contou com palestras de alto nível e momentos marcantes confirmando como o maior do segmento varejista no Brasil, grandes personalidades do país como o economista Maílson Da Nóbrega e o jornalista Arnaldo Jabor. Grandes nomes do mercado, conhecidos nacionalmente como o presidente da Máquina de Vendas, Luiz Carlos Batista, e o COO da Publicis, Hugo Rodrigues, entre outros destaques. O final do evento foi marcado por grande show da cantora Ivete Sangalo. 

Confira algumas imagens da 54ª Convenção Nacional do Comércio Lojista:

Empresários Surubinenses participaram da 54ª Convenção Nacional do 
Comércio Lojista no estado da Bahia. Foto: CDL Surubim
Empresários Surubinenses participaram da 54ª Convenção Nacional do
Comércio Lojista no estado da Bahia. Foto: CDL Surubim

Presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, ladeado
pelo Diretor Financeiro da CDL Surubim, Ilário Pio.Foto: CDL Surubim



Fonte: Assessoria de Comunicação da CDL Surubim

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Honório Pinheiro é eleito novo presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL)

O movimento varejista definiu, na tarde desta quinta-feira (02/10), o novo presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O cearense Francisco Honório Pinheiro Alves foi escolhido para substituir o catarinense Roque Pellizzaro Junior durante os próximos três anos.

Honório Pinheiro é eleito novo presidente da CNDL.
Foto: Facebook / Roque Pellizzaro Junio
Honório Pinheiro foi eleito por aclamação durante a Assembleia Geral Ordinária, realizada no Hotel Royal Tulip, em Brasília (DF). O mandato do novo presidente da CNDL começa no dia 1º de janeiro de 2015. Ainda não há data definida para a cerimônia de posse.

Para o novo líder do movimento lojista, presidir a confederação varejista com a maior capilaridade no Brasil é motivo de alegria e orgulho, mas também de muita responsabilidade. "Quero manter os varejistas unidos e continuar superando desafios. O principal deles é sem dúvida mobilizar as autoridades para que seja criada uma política específica para o comércio, que tem uma importância inquestionável no crescimento do emprego e na arrecadação de recursos", disse Pinheiro.

Perfil

Honório Pinheiro é empresário do ramo supermercadista, sendo diretor presidente do Pinheiro Supermercado - O Bom Vizinho. É graduado em Administração de Empresas, Direito e Psicologia pela Universidade de Fortaleza (Unifor), pós-graduado em Administração de Empresas pela Unifor e em marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) do Rio de Janeiro.
No movimento lojista, foi presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Fortaleza no período de 2005 a 2009, tendo em seu mandato fundado a Faculdade de Tecnologia CDL de Fortaleza e a Loja Conceito, que tem foco na educação e capacitação do comércio local. Atualmente é presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Ceará (FCDL/CE) e vice-presidente da CNDL. É ainda membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará e membro do Conselho Administrativo do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT). Ocupa também a 17ª cadeira na Academia Cearense de Administração.

Fonte: Ascom CNDL

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Dia dos Pais: CNDL e SPC Brasil projetam vendas menores em 2014

Varejo espera vendas tímidas e consumidor cauteloso. Segundo lojistas, juro alto encarece o crédito e inflação corrói o poder de compra

Os comerciantes brasileiros estão pouco otimistas quanto ao resultado das vendas do Dia dos Pais, comemorado no dia 11 de agosto, e aguardam um crescimento tímido de 1% sobre as vendas do ano passado.  Nos anos anteriores, as expansões foram de 3,78% (2013), 4,75% (2012); 6,86% (2011) e 10% (2010), de acordo com os registros do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). O resultado leva em conta as vendas parceladas realizadas na semana que antecede o Dia dos Pais, entre 3 e 10 de agosto.


Roque Pellizzaro Junior.
Presidente da CNDL.
Foto: Facebook
Na avaliação do presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, a retração das vendas a prazo está sendo sentida pelos varejistas brasileiros, que no primeiro semestre de 2014, amargaram desacelerações em todas as datas comemorativas.



"Este ano a expectativa é de um crescimento de 1%. Apesar do incremento, estamos projetando um quarto do desempenho que tivemos no ano passado. Fatores como a alta dos juros, que encarece o crédito, e a inflação elevada, que corrói o salário do consumidor, são determinantes para deixar o brasileiro mais cauteloso", explica Roque Pellizzaro Junior.


Comemorado no segundo domingo do mês de agosto, o Dia dos Pais tradicionalmente movimenta os setores de vestuário, calçados, eletrônicos, bebidas e perfumaria.

Fonte: Assessoria de Imprensa da CNDL / SPC Brasil

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Mundial esvazia lojas e amarela perspectivas para varejo de moda

A avaliação é de representantes e analistas do setor, que lembram que, diante de um cenário macroeconômico mais fraco, essas empresas são especialmente prejudicadas pelo fato de venderem produtos como roupas e sapatos

Mundial esvazia lojas e amarela perspectivas para varejo de moda. Foto: IG
Por (Reuters) 
Enquanto bares e supermercados comemoram aumento do movimento com a Copa do Mundo, varejistas de moda fecham suas lojas mais cedo nos dias de jogos e veem a permanência do Brasil no torneio esfriar o ímpeto de consumidores já receosos em colocar a mão no bolso.
A avaliação é de representantes e analistas do setor, que lembram que, diante de um cenário macroeconômico mais fraco, essas empresas são especialmente prejudicadas pelo fato de venderem produtos como roupas e sapatos, cuja compra é facilmente adiável --especialmente quando as preocupações se voltam para o que acontece dentro das quatro linhas.
Antes mesmo do início da Copa do Mundo, a Cia Hering já havia afirmado enxergar "incertezas" com o evento, enquanto a Lojas Renner dissera estar preparada para um menor ritmo de vendas no trimestre em função do número de feriados com a competição. 
Membro do Conselho Diretor da Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX), Marciel Costa afirmou que nem o Dia dos Namorados, considerada a terceira melhor data em faturamento para o comércio, passou incólume ao efeito Copa.
"O Dia dos Namorados, uma data forte para o varejo de moda, coincidiu com a abertura da competição, fazendo com que os shoppings ficassem literalmente vazios", disse.
O impacto, segundo Costa, foi estendido por feriados decretados em cidades sede nos dias de jogos e pela série de dispensas antecipadas concedidas por empregadores quando a seleção entrou em campo.
"Em dias de jogos, o movimento de consumidores nos shopping centers fica reduzido a 30 por cento de um dia normal de vendas", afirmou ele.
A presença do Brasil entre os finalistas do torneio prolongou esse efeito, segundo o presidente do Sindicato dos Lojistas do Comércio de São Paulo, Ruy Nazarian, acrescentando que há um "estado de feriado" mesmo quando não há partidas na agenda.
"O setor de moda está torcendo para a Copa passar", disse. "A expectativa, a ansiedade das pessoas fica direcionada para os jogos. Tudo que se consome é em torno da Copa, que também acontece em um momento não muito favorável economicamente."
De acordo com um investidor do setor que pediu anonimato, as varejistas de moda devem registrar, em média, uma queda de 20 por cento nas vendas de junho. "Quando você considera os poucos dias 'úteis', o que sobrou para vender foi pouco tempo. Isto somou-se ao mau humor que vinha desde o pós-Carnaval com a economia de modo geral", disse.
Em junho, o Índice de Confiança do Consumidor caiu 8,3 por cento ante igual período do ano passado, conforme dados da Fundação Getulio Vargas, refletindo a menor disposição do brasileiro em gastar diante de inflação e juros altos, que encarecem a tomada de crédito.
E as vendas a prazo mantiveram tendência de baixa vista nos últimos quatro meses e recuaram 2,06 por cento sobre junho de 2013, segundo indicador do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).
"Depois de um desempenho fraco no primeiro trimestre em vendas nas mesmas lojas (que consideram estabelecimentos abertos há pelo menos um ano), esperamos que o segundo trimestre continue devagar devido à menor demanda por produtos discricionários, juros altos, inflação, mais o impacto negativo da Copa do Mundo neste ano", disse o Citi, em relatório sobre o varejo de moda assinado pela analista Renata Coutinho.
Questionadas pela Reuters sobre o impacto efetivo da Copa para as vendas até o momento, as varejistas têxteis de capital aberto Lojas Marisa, Lojas Renner e Cia Hering não quiseram se pronunciar. A Riachuelo não respondeu ao pedido por comentários.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Vendas a prazo caíram 3,71% em junho, segundo CNDL/SPC

No acumulado do semestre ante igual período de 2013, as vendas a prazo acumulam queda de 1,45%



As vendas a prazo no varejo em junho caíram 3,71% ante maio, mostra o indicador apurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Na comparação com junho de 2013, a queda foi de 2,06%. No acumulado do semestre ante igual período de 2013, as vendas a prazo acumulam queda de 1,45%.

 Presidente da CNDL, Roque Pellizaro Junior.
Foto: Facebook/Reprodução.
O presidente da CNDL, Roque Pellizaro Junior, destacou em nota que o Dia dos Namorados - terceira melhor data do ano em faturamento para os comerciantes - coincidiu com a abertura da Copa do Mundo. Além disso, aponta, os feriados decretados em razão do evento afastaram os consumidores das lojas.
"O gasto do consumidor com bens de tíquete médio maior, geralmente parcelados, perdeu espaço para produtos temáticos da Copa e, em especial, para os alimentos e bebidas, que em geral são pagos a vista", observou Pellizaro, em nota distribuída à imprensa.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, apontou ainda o encarecimento do crédito, a baixa confiança dos consumidores e a inflação em patamar elevado como fatores que contribuíram para o resultado.

Fonte: AE

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