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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Economia brasileira cresceu 1,1% em 2018, diz FGV

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/EBC

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1,1% em 2018, segundo cálculos – divulgados hoje (19), no Rio de Janeiro - pelo Monitor do PIB, da Fundação Getulio Vargas (FGV). É a mesma taxa de expansão apresentada em 2017.


A alta foi puxada principalmente pelos serviços, que se expandiram 1,3% no ano. A indústria e a agropecuária também tiveram avanços, ainda que mais moderados, de 0,4% e 0,6%, respectivamente.

Entre os serviços, aqueles que mais se destacaram em 2018 foram os imobiliários (3,1%), comércio (2,1%) e transportes (2%). Os serviços de informação foram os únicos que apresentaram queda (-0,1%).

Já entre os segmentos da indústria, foram registradas altas na eletricidade (1,4%), transformação (1,3%) e extrativa mineral (1,1%). A construção teve queda de 2,4%.

Sob a ótica da demanda, o destaque ficou com a formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, que cresceram 3,7% no ano de 2018.

O consumo das famílias avançou 1,8% e o consumo de governo, 0,2%. As exportações tiveram alta de 4%, inferior ao crescimento de 8,1% das importações.

No último trimestre do ano, o PIB ficou estável na comparação com o trimestre anterior e cresceu 1% na comparação com o último trimestre de 2017.

O desempenho oficial do PIB é medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que só deve divulgar o resultado de 2018 no próximo dia 28.

Da Agência Brasil

domingo, 12 de agosto de 2018

O que é preciso para o Brasil voltar a crescer?

IndústriaFoto: divulgação
O Brasil encerrou 2017 com um crescimento de apenas 1% no seu Produto Interno Bruto (PIB), um saldo considerado ínfimo após dois anos consecutivos (2015 e 2016) de recessão. Para o setor empresarial, era a hora de comemorar a saída do País da crise e de vislumbrar a retomada da economia. 2018 deveria ser um ano de esperança para os mais de 13 milhões de desempregados que resultaram da fase negativa.  No entanto, para que isso pudesse o ocorrer, os diversos setores - que fazem a máquina econômica girar - cobravam do governo federal as tão prometidas reformas, que após a vitória da polêmica lei trabalhista, em vigor desde novembro, eram essenciais para o Brasil voltar a ter competitividade.

Hoje, com os nomes dos candidatos à presidência postos à mesa, a Folha de Pernambuco traz as principais demandas da cadeia produtiva brasileira, que são apontadas pela indústria, comércio, agropecuária, serviços e turismo como ações necessárias e que devem ser tomadas pelo próximo presidente da República. Afinal, o cenário atual é bem diferente do projetado no início do ano. “Estávamos com a expectativa de um crescimento do PIB em torno de 2,8% no primeiro mês do ano, o que foi reduzido para praticamente metade no oitavo mês. A recuperação não tem apresentado a velocidade esperada e isso acaba reduzindo a confiança dos empresários e se transforma em efeito cascata com redução dos investimentos e consequentemente menor ritmo de geração de emprego e renda”, analisa o economista da Fecomércio, Rafael Ramos.  

Mestre e professor de economia, Tiago Monteiro vai mais além. De acordo com ele, a instabilidade política dos últimos quatro anos minou a confiança dos investidores na economia e pressionou a produção. “Isso fez com que a demanda, que estava efervescente, começasse a pressionar a inflação - um fantasma que vive assombrando nossa economia há décadas. E a medida adotada para amenizar esse espectro foi a elevação da taxa básica de juros (Selic) para quase o dobro em um intervalo minúsculo - passando dos 7,5% em 2012 para 14,25% em 2015 - estrangulando o consumo, pois o custo do dinheiro estava caro, e a própria produção, pois também depende do valor do dinheiro para produzir mais e de maneira mais competitiva”, argumenta o professor.  
E, como os economistas concordam , os desafios para a próxima equipe econômica do País são homéricos e atemporais. “Demandam movimentos, alinhamentos e decisões, práticas cruciais para que haja uma retomada econômica plausível, robusta e contínua, diferentemente do que estamos presenciando nos últimos quatro anos”, diz Monteiro. 
Veja as demandas de cada setor:
IndústriaEm temas considerados fatores-chave para a competitividade, o documento traz ideias que a indústria defende para aumentar a produtividade do trabalhador, melhorar o ambiente de negócios, estimular a economia e ampliar a geração de emprego e renda. 
Entre as principais, listam-se, em especial, as questões ligadas ao financiamento. De acordo com a entidade, a proposta traz ideias para estimular o desenvolvimento do mercado de debêntures e fortalecer o papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a fim de incentivar a oferta de crédito de longo prazo no Brasil. 

Além disso, outra necessidade do setor é sanar os gargalos da infraestrutura e ofertar uma logística eficiente, que permita a realização das entregas dos insumos e a distribuição dos produtos finais com segurança e nos prazos adequados. “Precisamos voltar a ter mais previsibilidade e um ambiente de confiança em relação ao futuro”, reforça o gerente-executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco.


Comércio
Diretamente influenciado pelo consumo, a principal demanda do setor comercial brasileiro é, sem dúvidas, a geração de emprego. “Quando olhamos a taxa de desemprego ela ainda é muito elevada. Aqui em Pernambuco ela atinge aproximadamente 700 mil pessoas no primeiro trimestre de 2018, o que consequentemente influencia em nível de endividamento e de consumo”, reflete o economista da Fecomércio-PE, Rafael Ramos.  Neste sentido, nunca foi tão evidente para o setor a importância de que o próximo governo se comprometa com a quase utópica reforma tributária. 
A promessa é que se ela for aprovada, vai promover crescimento econômico; neutralidade na competitividade; geração de empregos; aumento de salários; redução da tributação de itens essenciais às famílias mais pobres; fim da guerra fiscal; desburocratização, entre tantos outros benefícios.  "Se uma simples ‘reforma tributária’ tem o condão de promover tantos benefícios sociais e econômicos, como se fora um plano de salvação nacional, basta aprová-la para o País viver o melhor dos mundos”, desabafou em recente artigo o presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens e Serviços e Turismo, Antônio Oliveira Santos. 
Agropecuária
Como um dos segmentos mais vulneráveis da cadeia econômica, visto que seus resultados também são influenciados por fatores climáticos, o setor agropecuário foi o maior responsável pelo crescimento de 1% do PIB brasileiro em 2017. 
Diante desse fato e de sua relevância para a economia, tem suas necessidades definidas para o próximo gestor federal. “É necessário que se invista em infraestrutura. Afinal, é a logística da nossa produção que torna ou não o negócio competitivo, o que não dá para fazer com transporte refém do modal rodoviário”, desabafa o presidente da Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe), Pio Guerra.  
Turismo e serviços
O setor de serviços apresenta  fraco dinamismo e continua alternando entre crescimentos modestos e variações negativas. Encabeçando o setor, o turismo brasileiro carece de uma boa política pública que contribua para o seu crescimento. As ideias defendidas pelos empresários e profissionais de turismo são baseadas em planos para garantir a continuidade dos negócios e, ao mesmo tempo, renovação e inovação constantes. 

Com ações coordenadas pela esfera federal junto a governos estaduais e municipais. Entre as principais demandas, listam-se: melhoria da infraestrutura, fortalecimento da imagem do Brasil no exterior e seus diferenciais como destino turístico; apoiar e adotar políticas de taxação inteligentes, que incluem simplificação na tributação e desburocratização para melhorar o ambiente de negócios; buscar mercados internacionais que combinem volume de turistas e gastos altos; apoiar e estimular o desenvolvimento de novos produtos turísticos que tragam melhor experiência ao visitante, entre outras.  O setor, inclusive, desenvolveu e entregou aos principais candidatos à presidência um documento com as principais demandas do setor para promover as ações do próximo governo brasileiro rumo ao desenvolvimento sustentável.
Da Folha de PE

segunda-feira, 21 de maio de 2018

PIB brasileiro cresce 0,9% no primeiro trimestre, mostra FGV

PIBFoto: Marcelo Casal/Agência Brasil
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve crescimento de 0,9% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. O dado, do Monitor do PIB, foi divulgado nesta segunda-feira (21) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). As informações são da Agência Brasil.

O crescimento de 0,9%, no entanto, foi o menor desde o segundo trimestre de 2017 (0,4%), já que no terceiro trimestre daquele ano a alta chegou a 1,4% e, no último trimestre, a 2,1%.

De acordo com a FGV, o PIB do primeiro trimestre também registrou crescimento de 0,3% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Em 12 meses, o PIB acumula taxa de crescimento de 1,2%. Na comparação com março de 2017, o PIB recuou 0,4% no mês de março deste ano.

Setores
Na comparação do primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado, sob a ótica da produção houve alta de 1,8% na indústria e de 1,3% nos serviços. Por outro lado, a agropecuária registrou queda de 5,2%. Os segmentos industriais que puxaram a alta do PIB foram a indústria da transformação (com avanço de 4,6%) e eletricidade (0,4%). A indústria extrativa mineral teve queda de 1,6% e a construção recuou 2,5%.

No setor de serviços, a alta foi influenciada pelos segmentos de comércio (4,8%), transporte (1,3%), serviços imobiliários (2,9%), intermediação financeira (0,4%), outros serviços (0,3%) e administração pública (0,1%). A única queda foi observada nos serviços de informação (-3,3%).

Sob a ótica da demanda, as principais altas ficaram com os investimentos (3,7%) e o consumo das famílias (1,5%). O consumo do governo cresceu apenas 0,1%. No setor externo, a queda de 4,4% das exportações freou o PIB no trimestre. As importações também caíram: -0,4%.

Da Folha de PE

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Mastruz com Leite, Magníficos e mais três atrações animam Festa de Reis em Santa Maria do Cambucá

Imagem: Divulgação/Reprodução
Tem início na noite desta sexta-feira (5), a Festa dos Santos Reis no município de Santa Maria do Cambucá, Agreste Setentrional de Pernambuco. Na programação: missa na igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, alvorada e shows musicais no palco montado na praça localizada no centro da cidade e também no Clube Municipal. 
Hoje (5), Forró dos Bossas, Luan Douglas e Musa se apresentam no Clube Municipal.  Neste sábado (6), as bandas Mastruz com Leite e Magníficos animam os festejos a partir das 22h em Praça Pública. A Festa dos Santos Reis marca o final do ciclo natalino.

Da Redação (Negócios & Informes)

sábado, 30 de dezembro de 2017

Negócios & Informes em Recesso. Retornamos na primeira semana de 2018. Feliz Ano Novo!

Olá leitores, informamos que estaremos retornando normalmente na primeira semana de 2018. Não deixe que as pessoas te façam desistir daquilo que você mais quer na vida. Acredite. Lute. Realize! Que 2018 seja repleto de Conquistas. (Luís Fernando Germano - Editor | Blog Negócios & Informes)
Imagem: Divulgação/Reprodução


segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Conta de luz subirá 9,4% e até mais se economia crescer em 2018

Foto: PxHere
O consumidor residencial brasileiro terá de lidar com dois anos de reajustes na energia bem acima da inflação. As causas são um regime de chuvas insuficiente para compensar períodos de seca e o aumento dos encargos sociais. Na média, as tarifas devem fechar o ano com alta de 14% e subir 9,4% em 2018. A expectativa é que o IPCA (inflação oficial) fique abaixo de 3% em 2017 e em 4% no ano que vem.

Em algumas regiões, as tarifas podem pesar ainda mais no bolso, segundo levantamento da consultoria especializada TR Soluções. Na média, a maior alta deve ser registrada na região Sul (+10,7%), seguida pelo Sudeste (+9,3%). Em São Paulo, por exemplo, a conta de luz deve fechar este ano 7% mais cara e subir outros 9,1% em 2018.

A energia elétrica deve também ter um efeito não desprezível de 0,4 ponto percentual sobre a inflação medida pelo IPCA do ano que vem. A previsão da TR inclui algumas premissas: as diferentes bandeiras esperadas ao longo do ano, os reajustes previstos para as principais distribuidoras e o regime de chuvas para o período.

As projeções são feitas para 13 regiões metropolitanas usadas como referência e que espelham o que ocorre no país. De janeiro a abril -o período considerado chuvoso-, as principais hidrelétricas brasileiras devem gerar em média o equivalente a 85% da energia que vendem, de acordo com a TR.

 Isso significa dizer que, se as chuvas não ajudarem e as geradoras produzirem algo abaixo disso, as tarifas poderão subir ainda mais. Além do regime de chuvas, os encargos incluídos na tarifa também explicam as previsões pouco animadoras.

Da Folha de PE

domingo, 24 de dezembro de 2017

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Manduri Park Show divulga datas e premiação da 5ª Vaquejada, evento será realizado em Surubim

O Manduri Park Show divulgou essa semana nas redes sociais o cartaz oficial da 5ª Vaquejada. O evento acontece de 05 a 08 de abril de 2018, a premiação será de 132 mil. A partir desta edição, passa a acontecer na capital da vaquejada, com nova estrutura em Surubim. Ainda na nota, informa que em breve será divulgado mais informações.  
Imagem: Divulgação/Reprodução

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