© 2014 - Todos os Direitos Reservados ao Blog Negócios e Informes. Tecnologia do Blogger.

Mostrando postagens com marcador Queda nas vendas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Queda nas vendas. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Ano começa com queda de 5,2% no consumo

Foto: Divulgação/Reprodução | Frigolândia Alimentos
Pressionado pelo aumento do desemprego e da inflação da comida e também pela queda na renda, o consumo de alimentos, bebidas, produtos de higiene e limpeza dentro da casa dos brasileiros sofreu um baque neste início de ano. Em janeiro e fevereiro, houve uma queda de 5,2% no número de unidades de itens básicos comprados pelas famílias em relação ao mesmo período de 2018, aponta pesquisa da consultoria Kantar. Foi a primeira retração para o período em cinco anos.

Também foi a primeira vez desde o início da pesquisa, em 2014, que houve recuo nas compras de todas as cestas de produtos, com retrações importantes em produtos básicos e de difícil substituição. Entre os itens que mais contribuíram para a queda do consumo em unidades das respectivas cestas estão açúcar (alimentos), papel higiênico (higiene), leite de caixinha (lácteos), detergente em pó (limpeza) e cerveja (bebidas).

“Fiquei chocada com o resultado. É uma queda bem forte que ocorreu em todas as classes sociais e regiões do País”, afirma Giovanna Fisher, diretora da consultoria e responsável pela pesquisa.

Semanalmente, equipes da consultoria visitam 11,3 mil domicílios para tirar a temperatura do consumo a partir do tíquete de compra da família. A amostra retrata as compras de 55 milhões de domicílios ou 90% potencial de consumo do País.

A classe C foi a que mais retraiu o consumo no bimestre e o interior do Estado de São Paulo, por concentrar uma grande fatia dessa população, foi a região que registrou a maior queda, seguida pelas regiões Norte e Nordeste.

O que chama também a atenção nos resultados é que, além de ir menos vezes às compras, a cada ida ao supermercado o consumidor levou uma quantidade menor de produtos para casa. Esse movimento traduzido em números significou uma queda de 2,2% na frequência de compras no bimestre em relação ao ano anterior e redução 5,7% no número de unidades adquiridas a cada compra.

Giovanna explica que até pouco tempo atrás a frequência permanecia estável ou apresentava um pequeno recuo. Mas quando o brasileiro fazia as compras ele levava para casa uma quantidade de produtos maior. “Antes, as pessoas compensavam com volumes médios maiores a ligeira redução na frequência de compras. Com isso, o volume total consumido se mantinha estável e agora, não.”

Dados nacionais de vendas dos supermercados confirmam esse movimento. A receita real de vendas acumulada no ano, que crescia 2,95% em janeiro ante o mesmo mês de 2018, desacelerou para 2,51% no primeiro bimestre, segundo a Associação Brasileira de Supermercados. Na divulgação dos resultados no início do mês, João Sanzovo Neto, presidente da entidade, atribuiu parte do enfraquecimento no ritmo de vendas à lenta recuperação da economia e ao desemprego elevado. 
Confira a matéria completa, clique AQUI

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Número de assinantes da telefonia fixa cai 2,96% em 2017

Telefone fixoFoto: Reprodução/Pixabay
O serviço de telefonia fixa terminou o ano de 2017 com queda de 2,96% no número de assinantes. No total, nos últimos 12 meses, houve redução de 1,2 milhão de linhas, fazendo com que o número de contratos do serviço terminasse o ano com 40,8 milhões de linhas em operação.

Os números, divulgados nesta sexta-feira (2) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), também mostram que, no ano, as empresas as autorizadas perderam 134,7 mil linhas, uma queda de 0,11%, e as concessionárias tiveram redução de 1,1 milhão de unidades, recuo de 4,48 %.

Entre os estados, São Paulo aparece na frente no que diz respeito à redução no número de linhas. Nos últimos 12 meses, com 412 mil linhas a menos, o estado apresentou uma queda de 2,61%. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro, com menos 330,9 mil linhas, perda de 6,46%; seguido por Minas Gerais, com menos 109,3 mil e recuo de 2,74%. Apenas três estados apresentaram crescimento: Santa Catarina, com 20,4 mil linhas fixas, aumento de 1,22%; Paraná, com mais 7,8 mil, acréscimo de 0,27%, e Acre, com mais 0,2 mil linhas, elevação de 0,24%.

Da Agência Brasil

terça-feira, 13 de junho de 2017

Vendas para o Dia dos Namorados caem 9,61%, segundo SPC

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
As vendas para o Dia dos Namorados caíram 9,61% este ano em comparação com o resultado do comércio para a data em 2016, segundo balanço divulgado hoje (13) pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Segundo o SPC, as vendas para a data têm perdido forças nos últimos anos. Em 2016, a queda foi de 15,23%; em 2015, havia sido de 7,82%, e em 2014, de 8,63%. O último resultado positivo foi em 2013, quando as vendas cresceram 7,72%.

Segundo a economista-chefe do SPC, Marcela Kawauti, a queda mostra que o varejo ainda não se recuperou dos efeitos da crise.

“Embora os juros estejam diminuindo e a inflação em patamar abaixo da meta, o comércio só deverá sentir os efeitos positivos do fim da recessão quando a recuperação econômica se refletir em aumento da renda e da empregabilidade, fato que ainda não aconteceu”, destacou.

O levantamento foi feito a partir das consultas ao banco de dados do SPC entre os dias 5 e 11 de junho.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Banco do Brasil vai reduzir taxas de juros para pessoas físicas e jurídica

Imagem: Divulgação/Reprodução
Após a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa Selic para 11,25% ao ano, o Banco do Brasil anunciou que vai reduzir as taxas de juros para pessoas físicas e jurídicas. Essa é a terceira redução consecutiva no ano feita pelo BB. As novas taxas entram em vigor na próxima segunda-feira (17).

A queda mais expressiva foi para as linhas de crédito imobiliário pessoa física nas contratações do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e da carteira hipotecária. A nova taxa para as operações no âmbito do SFH passa a ser de 9,99% ao ano na faixa mínima, redução de 0,81 ponto percentual na comparação com os 10,80% praticados hoje. Para a faixa superior, a nova taxa passar a ser de 10,94% ao ano, ante os 11% ao ano que o Banco cobrava até agora. Nos financiamentos da carteira hipotecária, a taxa cai de 11,80% ao ano para 10,90% ao mês no piso; e de 12,02% para 11,99% ao ano no patamar superior. 

Os juros no crédito para aquisição de veículos por pessoas físicas vão reduzir de 1,28% ao mês para 1,23% ao mês, na faixa mínima, e de 3,86% ao mês para 3,81% ao mês no patamar máximo. Os juros para o cheque especial da pessoa física agora flutuam entre 4,31% ao mês no piso, e 12,84% ao mês no teto, ante 4,36% e 12,89% ao mês, cobrados até agora.

Para as pessoas jurídicas, as linhas do cheque ouro empresarial e giro rápido rotativo baixaram para 8,38% ao mês, ante os 8,43% cobrados até então. Na faixa superior, as taxas recuam de 13,60% ao mês para 13,55% ao mês.

Para a aquisição de veículos por pessoas jurídicas, houve redução de 1,47% para 1,42% ao mês no piso e de 3,24% para 3,19% ao mês na máxima. A antecipação de crédito lojista (ACL) teve redução de 1,58% ao mês para 1,53% ao mês no piso; e de 3,94% para 3,89 ao mês no maior patamar.

Da Agência Brasil

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Comércio eletrônico registra menor avanço desde 2001

Foto: Divulgação/Dressformer
Em 2016, o varejo eletrônico brasileiro desacelerou e registrou seu ano de menor crescimento desde 2001, quando seu faturamento começou a ser monitorado pela consultoria Ebit, companhia do Grupo Buscapé especializada em informações do segmento.

No ano passado, o setor cresceu 7,4% (sem descontar a inflação, que foi de 6,29% no período), movimentando R$ 44,4 bilhões.

Apesar de ter avançado em ano de recessão na economia, o crescimento é baixo se comparado com o dos anos anteriores (15% em 2015 e 24% em 2014). Com o resultado, o comércio eletrônico deixa o patamar de dois dígitos de expansão que vinha apresentando no decorrer dos anos.

De positivo, o setor viu aumentar em 22% o número de consumidores que fizeram ao menos uma compra pela internet, chegando ao patamar de 47,9 milhões de compradores.

O avanço foi impulsionado pelo maior acesso dos consumidores à internet via smartphone, diz Pedro Guasti, presidente da Ebit.

Em 2016, 21,5% das compras pela internet foram feitas por dispositivos móveis (celulares e tablets). Em 2015, a participação desses aparelhos era de 12,5%.

A PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE) aponta a tendência do ganho de importância desses aparelhos no acesso à rede.

Em 2015, 92,1% dos domicílios brasileiros acessaram a internet por meio do telefone celular, enquanto em 2014 o percentual havia sido de 80,4%.

O número de pedidos ficou estável no ano passado em relação a 2015 -foram 106 milhões.

Vantagem

Guasti afirma que, apesar da desaceleração, o resultado [e positivo quando leva-se em conta o desempenho do varejo nacional, incluindo lojas físicas, que registrou queda de 6,2% em 2016.

Segundo ele, o comércio eletrônico tem vantagens sobre o físico em momentos de crises por permitir aos consumidores a comparação rápida de preços entre vários lojistas e, com isso, permitir a descoberta de preços mais atrativos.

Para este ano, Guasti espera que uma melhora da economia (incluindo estabilização da inflação e redução da taxa básica de juros para menos de 10%) possibilite a retomada de parte do ritmo de crescimento do passado, com avanço de 12%.

Metodologia

Para o estudo, a Ebit analisou dados de 5% das transações feitas em 7.000 lojas virtuais monitoradas pela companhia.

Da Folha de PE 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Crise | Queda nas vendas fez quase 100 mil lojas fecharem as portas em 2015, diz Confederação Nacional do Comércio

O estudo da CNC mostra um fechamento líquido de 95,4 mil lojas
com vínculo empregatício no ano passado, uma retração de 13,4%.
Foto: Divulgação/Reprodução Internet
O cenário de recessão fez quase 100 mil lojistas encerrarem as atividades no País em 2015, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O resultado foi atribuído à queda no volume das vendas no varejo, que deve ter registrado no ano passado o pior desempenho dos últimos 15 anos.

O estudo da CNC mostra um fechamento líquido de 95,4 mil lojas com vínculo empregatício no ano passado, uma retração de 13,4% nos estabelecimentos comerciais que empregam ao menos um funcionário. As grandes lojas do varejo também registraram recuo no volume de estabelecimentos, com queda de 14,8% em 2015. Os números foram levantados com base nos dados de dezembro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho.

"O levantamento evidencia a dimensão da crise no varejo, que afetou todos os setores, inclusive os grandes, que, teoricamente têm mais capacidade de enfrentar o quadro recessivo. Além disso chama a atenção porque ela está presente praticamente no País inteiro", avaliou o economista Fabio Bentes, da CNC, em nota.

Todos os segmentos do varejo registraram queda no número de lojas, mas os mais prejudicados foram os ramos mais dependentes das condições de crédito: materiais de construção (-18,3%), informática e comunicação (-16,6%) e móveis e eletrodomésticos (-15,0%).

Em termos absolutos, o setor de hipermercados, supermercados e mercearias foi o segmento que teve a maior redução no número de lojas: 25,6 mil estabelecimentos foram fechados no ano passado. O setor reponde por um em cada três pontos comerciais do País, lembrou a CNC. Os segmentos de supermercados e de vestuário e acessórios responderam por quase metade (45,0%) das lojas que encerraram as atividades em 2015.

Apenas Roraima não registrou recuo no número de lojas. Espírito Santo foi, proporcionalmente, o local mais afetado (-18,5%), seguido por Amapá (-16,6%) e Rio Grande do Sul (-16,4%).

Os Estados de São Paulo (-28,9 mil), Minas Gerais (-12,5 mil) e Paraná (-9,4 mil) responderam, juntos, por mais da metade (53 3%) da queda no número de estabelecimentos.

Da Agência Estado

Acompanhe-nos no Facebook


Publicidade


!

!
!
!

!

!

!

!
!
!
!
!

!
! !
!

!

Você é o Visitante:

Acessos em Tempo Real

Previsão do Tempo em Surubim

Arquivo do blog

Curta Nossa FanPage - Muito Obrigado!

Internautas On Line

(81) 9925.8297 // negocioseinformes@gmail.com