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| (BRUNO PERES/AGÊNCIA BRASIL) |
Pagamentos feitos encostando o celular na maquininha passam a seguir os limites do Pix comum, definidos por cada banco e ajustáveis pelo cliente
A regra foi aprovado pelo BC em 17 de junho. A norma revogou os dispositivos que davam tratamento próprio ao Pix por aproximação e às transações iniciadas sem redirecionamento no Open Finance, como os pagamentos feitos por carteiras digitais. Bancos e instituições de pagamento tiveram até esta quarta-feira para adaptar seus sistemas.
Na prática, o fim do teto fixo não elimina os limites. Os bancos continuam aplicando seus próprios parâmetros, com base no perfil de risco e no histórico de cada cliente. O cliente pode pedir aumento ou redução desses valores pelos canais da instituição. Pedidos de aumento podem ser aceitos ou recusados a critério do banco, como já ocorre no Pix tradicional.
A mesma instrução normativa também passou a permitir que o cliente peça aumento ou redução do limite diário do Pix Automático, a modalidade usada para cobranças recorrentes, como contas de consumo e assinaturas.






















