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quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Bancos, agora, terão de avisar clientes antes de qualquer débito automático interbancário em conta

Para evitar descontos não autorizados nas contas de clientes bancários, o Conselho de Autorregulação da Febraban definiu que bancos terão de comunicá-los antecipadamente. Débito pode ser cancelado pelo cliente.



Bancos aderentes à autorregulação da Febraban e detentores de contas transacionais terão de comunicar, com antecedência a seus clientes, a existência de débito automático interbancário comandado por outras instituições financeiras. Esse desconto em conta só será efetuado pelo banco depois da comunicação prévia ao cliente, que, caso não concorde, poderá efetivar seu cancelamento na instituição perante a qual teria, em tese, autorizado o débito.


O aviso deverá ser efetuado pelo banco de relacionamento com o cliente, onde o débito será feito, de várias formas: pelo aplicativo usual de transação, por mensagem de texto (SMS) ou qualquer outro mecanismo de informação que possa ser comprovado junto ao titular da conta onde ocorrerá o débito automático.


Muitas têm sido as reclamações de não autorização de débitos automáticos por clientes e essa medida de autorregulação da Febraban garante mais transparência e maior segurança, exatamente no caso de débitos interbancários recorrentes comandados por instituição financeira diversa daquela perante a qual haverá o desconto na conta transacional. O cuidado adicional incorporado na autorregulação da Febraban se justifica porque, nessas operações, o débito automático é informado por um banco ou por uma instituição de pagamento não detentora da conta objeto do débito, mas depois é efetuado no banco onde o cliente mantém o dia a dia do seu relacionamento bancário.


A nova regra foi aprovada pelo Conselho de Autorregulação da Febraban, sistema que reúne 25 bancos, incluindo as maiores instituições financeiras brasileiras, em razão do aumento de reclamações sobre débitos automáticos não autorizados nas contas de clientes bancários. A decisão segue a missão da Febraban e dos seus bancos associados de contribuir para um sistema financeiro saudável, ético, transparente e que garanta maior proteção ao consumidor no débito interbancário.


A regulação em vigor desde 2020, do Conselho Monetário Nacional (CMN), estabelece que as instituições financeiras depositárias (detentoras das contas debitadas) devem aceitar os comandos dos débitos interbancários, feitos por outra instituição financeira. A regra do CMN estabelece que cabe exclusivamente às instituições que enviam esses pedidos obterem autorização junto aos clientes. Muitos débitos automáticos, porém, não são reconhecidos pelos clientes no momento do lançamento na sua conta transacional, gerando reclamações e demandas judiciais contra as instituições depositárias.


Para ajudar o cliente a se lembrar que, efetivamente, autorizou um débito automático perante uma determinada instituição financeira ou, caso não o reconheça, a nova regra dá a ele a oportunidade de cancelar, razão pela qual os bancos associados da Febraban, aderentes à autorregulação, irão notificar os clientes sobre a existência do débito automático interbancário, isso antes do efetivo lançamento do desconto em sua conta.


A Febraban e seus bancos associados não compactuam com qualquer prática ilícita ou abusiva contra o consumidor, sendo fundamental que o cliente saiba, com antecedência, que haverá um lançamento de débito automático em sua conta transacional. Além da exigência de comunicação prévia, para fortalecer a proteção do consumidor, a nova regra de autorregulação da Febraban determina as seguintes medidas:


A comunicação prévia dever ser enviada com até cinco dias de antecedência da efetivação do débito;

Nessa comunicação deverá constar a identificação da instituição destinatária e o valor a ser debitado;

Os bancos também deverão disponibilizar ao consumidor, no texto da comunicação prévia, o contato da central de atendimento ou procedimento/instrumento que possibilite esclarecimentos sobre o débito interbancário;

Os bancos, com a comunicação prévia, possibilitarão ao cliente o cancelamento do débito automático, caso o consumidor expressamente não reconheça que o autorizou perante a instituição que comandou o desconto.

Como a regulação do CMN em vigor não disciplina as informações mínimas de comunicação aos clientes, alguns bancos já adotavam a prática de contato prévio, por seus canais de relacionamento, além de apresentar o agendamento em lançamentos futuros do extrato de conta corrente, permitindo que o cliente conhecesse, concordasse ou ainda contestasse, quando fosse o caso. A norma da Febraban, agora, se estende a todas as instituições signatárias da Autorregulação, que terão o prazo de 30 dias para se adequarem à nova determinação.


Da Febraban




quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Federação de Bancos alerta para aumento de fraudes durante a pandemia

Levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostrou o crescimento de tentativas de fraudes financeiras contra os brasileiros durante a pandemia de covid-19. Neste período, as instituições registraram aumento de 80% nas tentativas de ataques de phishing – que se inicia por meio de recebimento de emails que carregam vírus ou links e que direcionam o usuário a sites falsos.

O golpe do falso motoboy, em que é oferecido o serviço para recolher o cartão na casa da pessoa, teve aumento de 65% durante o período de isolamento social. Já os golpes do falso funcionário e falsas centrais telefônica cresceram 70%. Além disso, mensagens com ofertas atrativas, clonagem de contas de WhatsApp e avisos para que as pessoas recadastrem urgentemente seus dados junto a uma instituição são algumas das situações usadas para os golpes.

Segundo a Febraban, no período da quarentena houve ainda alta de 60% em tentativas de golpes financeiros contra idosos, o que resultou em uma campanha de alerta com o apoio da Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, vinculada ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, e do Banco Central.

“Queremos contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de prevenção a fraudes e do uso seguro dos canais digitais no país”, disse Isaac Sidney, presidente da Febraban.

Segundo ele, os bancos investem cerca de R$ 2 bilhões por ano em sistemas de tecnologia da informação (TI) voltados para segurança, que corresponde a cerca de 10% dos gastos totais do setor com TI, com o objetivo de garantir a tranquilidade dos clientes em suas transações financeiras cotidianas.

Alerta

O diretor da Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da Febraban, Adriano Volpini, alerta que os dados pessoais do cliente jamais são solicitados ativamente pelas instituições financeiras e que, caso haja dúvida, o consumidor deve procurar seu banco para ter esclarecimentos.

“Seja pelo telefone, por e-mail, pelas mídias sociais, SMS, o fraudador solicita dados pessoais do cliente, como números de cartões e senhas, em troca de algo, ou ainda induz o usuário a ter medo de alguma situação”, disse Volpini.

Segundo a federação, atualmente 70% das fraudes estão vinculadas à engenharia social, que consiste na manipulação psicológica do usuário para que ele forneça informações confidenciais, como senhas e números de cartões para os fraudadores.

Da Agência Brasil (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Bancos abrirão agências em horário estendido para renegociação de dívidas

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Os grandes bancos brasileiros anunciaram nesta quinta-feira (21) que vão abrir parte de suas agências em horário estendido por uma semana, de 2 a 6 de dezembro, para oferecer educação financeira e renegociar dívidas em atraso.

Essa é a primeira medida concreta de um acordo firmado entre o BC (Banco Central) e a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) para melhorar a educação financeira do país. O projeto tem quatro pilares, que devem ser implementados até maio de 2020.

Banco do Brasil, Banrisul, Bradesco, Caixa, Itaú e Santander vão abrir 261 agências até as 20h na semana do programa -a lista de agências será divulgada na próxima segunda (25).

"Todos os bancos participantes vão oferecer condições mais vantajosas para que esses clientes renegociem, mas cada um terá a liberdade de exercer sua própria política de negociação. Alguns podem dar prazos maiores, outros podem oferecer créditos mais baratos para uma troca de dívidas. Mas é um compromisso dos bancos para essa semana", disse o diretor de autorregulação da Febraban, Amauri Oliva.

Grandes bancos e varejistas tradicionalmente oferecem descontos e renegociações de dívidas no fim do ano, quando trabalhadores têm o dinheiro extra do 13º salário e, em alguns casos, das férias.

As demais iniciativa são o lançamento de uma plataforma online de educação financeira, um concurso e um trabalho conjunto entre as instituições para a semana nacional de educação financeira, sobre o qual não foram divulgados mais detalhes.

A plataforma online mapeará os hábitos do consumidor e oferecerá um programa de fidelidade com descontos e benefícios para aqueles que seguirem as chamadas "trilhas educacionais". BC e Febraban não deram detalhes de quais tipos de benefícios poderiam ser oferecidos, afirmando apenas que o tema está em discussão.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, já declarou ter o plano de condicionar juros menores a consumidores que fizerem cursos de finanças.

De acordo com o chefe do departamento de promoção da cidadania financeira do BC, Luis Mansur, a ideia é que essas ações colaborem para a redução dos juros ao consumidor. A justificativa é que, com mais informações, a população tomaria crédito de forma mais consciente, o que poderia reduzir a inadimplência.

Ele não soube, porém, mensurar quando a queda de juros poderia ocorrer e nem em qual magnitude.

"O cidadão mais bem informado consegue fazer melhor uso dos serviços financeiros e tomar decisões melhores. É um plano de trabalho bastante completo e sabemos que isso acabará tendo um impacto positivo na inadimplência, mas ainda não conseguimos fazer essa mensuração", completa Mansur.

Um estudo recente do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) aponta que mais da metade das dívidas em atraso no país estão ligadas a instituições financeiras. 

Do lado bancário, apesar dos esforços de todas as instituições financeiras que participarão do programa em cortar gastos, a semana de mutirão trará um aumento do custo operacional, com o pagamento de agências, funcionários, marketing e publicidade.

"Toda iniciativa tem um aumento significativo nos gastos, mas é um esforço importante para levar adiante essas ações. De alguma forma, acreditamos que pode trazer algum retorno positivo", disse Oliva.

Por: FolhaPress

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Instituições financeiras elevam expectativa de inflação para 3,33%

Arquivo/Agência Brasil
A previsão de instituições financeiras para a inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) este ano voltou a subir. A estimativa para o índice passou de 3,31% para 3,33%, no segundo ajuste consecutivo.

Para os anos seguintes não houve alterações: 3,60%, em 2020, 3,75% em 2021, e 3,50% em 2022. As estimativas estão reunidas em pesquisa realizada junto à instituições financeiras e elaborada semanalmente pelo Banco Central (BC). Os resultados são divulgados às segundas-feiras.

As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Taxa Selic
O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. O mercado financeiro continua esperando que a Selic encerre 2019 no patamar de 4,50% ao ano. Atualmente, a Selic está em 5% ao ano. Para 2020, a expectativa caiu de 4,50% para 4,25% ao ano.

Para 2021, a expectativa é que a taxa Selic termine o período em 6% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 6,50% ao ano.

Crescimento econômico
A estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi mantida em 0,92% este ano, pela segunda semana consecutiva. Para 2020, a projeção subiu de 2,08% para 2,17%. Já a expectativa para 2021 2022, permanece em 2,50%.

Dólar
A previsão para a cotação do dólar segue em R$ 4 para o fim de 2019 e 2020.

Da Agência Brasil

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Bancos não podem deixar de atender presencialmente

Wilson Dias - Agência Brasil
Os bancos não podem deixar de atender clientes presencialmente, mesmo quando estiver disponível o atendimento em outros canais. A determinação é do Banco Central (BC), que publicou hoje (2) no Diário Oficial da União a resolução nº 4.746.

Essa medida foi definida na reunião do Conselho Monetário Nacional, no último dia 29. De acordo com a resolução, é “vedado às instituições impedir o acesso, recusar, dificultar ou impor restrição ao atendimento presencial em suas dependências, inclusive em guichês de caixa, a clientes ou usuários de produtos e de serviços, mesmo quando disponível o atendimento em outros canais”.

Essa determinação não se aplica aos serviços de arrecadação ou de cobrança, quando não houver contrato ou convênio para a sua prestação celebrado entre a instituição financeira e o ente beneficiário; ou o contrato ou convênio celebrado não contemple o recebimento em guichê de caixa das dependências da instituição. A regra também exclui o recebimento de boletos de pagamento de emitidos fora do padrão, das especificações ou dos requisitos vigentes para o instrumento; recebimento de documentos mediante pagamento por meio de cheque; e as instituições que não possuam dependências ou às dependências de instituições sem guichês de caixa.

Também está fora da determinação os postos de atendimento instalados em órgão ou de entidade da Administração Pública ou de empresa privada com guichês de caixa, nos quais sejam prestados serviços do exclusivo interesse do respectivo órgão ou entidade.

A resolução determina ainda que “é vedada a imposição de restrições quanto à quantidade de documentos, de transações ou de operações por pessoa, bem como em relação a montante máximo ou mínimo a ser pago ou recebido ou ainda quanto à faculdade de o cliente ou o usuário optar por pagamentos em espécie”.

Segundo a resolução, as cooperativas de crédito devem informar em suas dependências, “em local visível e em formato legível, se realizam atendimento a não associados e quais os serviços disponibilizados”.

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

BNDES tem lucro líquido de R$ 13,8 bilhões no primeiro semestre

BNDESFoto: Arquivo / Agência Brasil
Situação de liquidez e capital é confortável, diz presidente do banco

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou nesta quarta-feira (28) que teve lucro líquido de R$ 13,8 bilhões no primeiro semestre deste ano, resultado que representa crescimento de 190% em comparação com o lucro de R$ 4,76 bilhões do mesmo período de 2018.

O resultado das participações societárias do banco foi o principal responsável pelo lucro, já que houve crescimento de 228,4%. O produto de intermediação financeira também teve papel destacado pelo BNDES, com aumento de 21,8% de janeiro a junho, na comparação com o mesmo período de 2018.

A reversão das despesas com provisão foi outro aspecto que contribuiu para o resultado, já que o banco teve despesa líquida de R$ 81 milhões com provisões no primeiro semestre do ano passado e apresentou reversão líquida de R$ 1,161 bilhão em 2019.

Os ativos do BNDES tiveram redução de 0,4%, apesar do pagamento de R$ 30 bilhões em antecipações ao Tesouro Nacional. Com o resultado, os ativos do banco permaneceram perto de R$ 800 bilhões, o que se deve ao resultado positivo da venda de ações, da valorização da carteira de participações societárias e de operações compromissadas de terceiros.

Outro dado divulgado é que a inadimplência superior a 30 dias recuou de 2,96% em 31 de dezembro de 2018 para 1,81% em 30 de junho de 2019. Também houve diminuição da inadimplência superior a 90 dias, de 2,95% para 1,65% nas mesmas datas. Se forem desconsideradas as operações em que as prestações atrasadas estão sendo honradas pela União, a inadimplência de mais de 30 dias cai para 0,42% e a de mais de 90 dias, para 0,25%. Continue lendo, clique Aqui!

domingo, 18 de agosto de 2019

Brasil tem 45 milhões de desbancarizados, diz pesquisa

DinheiroFoto: Reprodução/Pixabay
Os brasileiros que não movimentam a conta bancária há mais de seis meses ou que optaram por não ter conta em banco movimentam R$ 817 bilhões por ano

Pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva revela a existência no Brasil de 45 milhões de desbancarizados, ou seja, brasileiros que não movimentam a conta bancária há mais de seis meses ou que optaram por não ter conta em banco. Isso significa que de cada três brasileiros, um não possui conta bancária. De acordo com a sondagem, esse grupo movimenta anualmente no país mais de R$ 800 bilhões.

Na avaliação do presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, a conclusão evidente do levantamento é que o Brasil sairia mais rápido da crise econômica se a bancarização crescesse. “É muito ruim para a economia brasileira. Ficou definido na pesquisa que os bancos que operam no país ainda não falam com uma parcela significativa da população e que muitas dessas pessoas que não têm conta em banco são empreendedores, entre os quais ambulantes e trabalhadores autônomos, que precisariam estar mais inseridos na economia formal.

Meirelles explicou que como essas pessoas não têm acesso ao crédito, precisam esperar até três anos para juntar dinheiro suficiente para comprar uma geladeira, um aparelho celular ou trocar de televisão, por exemplo. Se tivessem acesso ao crédito, poderiam parcelar essas compras de modo a ter hoje esse bem. Segundo ele, isso faz a economia girar. Com essa parcela gigantesca de desbancarizados, Meirelles estimou que a economia brasileira vai demorar ainda um tempo para reaquecer.

Mulheres
Realizada em maio deste ano com 2.150 brasileiros de 16 anos ou mais em 71 cidades do país, a pesquisa mostra que os desbancarizados representam 29% da população adulta do Brasil. Seis em cada dez desbancarizados são mulheres, isto é, a parcela feminina representa 59% do total, contra 41% de homens.

Da Agência Brasil

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Bancos anunciam redução de juros após corte da Selic

Banco CentralFoto: Wilson Dias/Agência Brasil
Novas taxas entram em vigor a partir de segunda-feira

Após o corte na taxa básica de juros, a Selic, nesta quarta-feira (31), pelo Banco Central, bancos anunciaram redução das taxas de juros do crédito. O Comitê de Política Monetária Monetária (Copom) do BC reduziu a Selic em 0,5 ponto percentual para 6% ao ano.

Banco do Brasil

O Banco do Brasil informou que reduziu taxas para pessoas físicas e jurídicas. As novas taxas entram em vigor a partir da próxima segunda-feira (5). Nas linhas de financiamento imobiliário para pessoa física, as taxas mínimas passarão de 8,49% para 8,29% ao ano, na aquisição pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 8,85% para 8,65% ao ano na linha aquisição PF-CH (carteira hipotecária)

Na linha BB Crédito Veículo Próprio, em que o cliente oferece seu automóvel como garantia, as taxas serão reduzidas de 1,57% para 1,53% ao mês, na faixa mínima, para contratações realizadas pelo aplicativo do BB para mobile.

Leia também:
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A taxa mínima das linhas de financiamento de veículos novos e seminovos, contratados pelo mobile passará para 0,84% ao mês, ante 0,88% ao mês cobrados até então.

Para as linhas de empréstimo pessoal sem garantia, a taxa mínima será reduzida de 2,99% para 2,95% ao mês. No cheque especial, a taxa mínima passará de 1,99% para 1,95% ao mês.

O Banco do Brasil também reduzirá os juros para pessoas jurídicas. Na linha desconto de cheque, as taxas mínimas passarão de 1,26% para 1,22% ao mês. Para o desconto de títulos, as taxas mínimas passarão dos atuais 1,16% para 1,12% ao mês.

Os juros para as linhas BB Giro Digital e BB Giro Empresas também ficarão mais baixos. A taxas mínimas cairão de 2,52% para 2,48% ao mês e de 0,95% para 0,91% ao mês, respectivamente.

Caixa Econômica Federal

Antes do anúncio de redução da Selic, a Caixa já havia comunicado redução de juros também. Ontem, a Caixa informou que os clientes pagarão menos juros nas principais linhas de crédito e terão acesso a um pacote de serviços com taxas mais baixas. A redução valerá tanto para pessoas físicas como para empresas.

Itaú Unibanco

O Itaú Unibanco informou em nota que repassará integralmente a seus clientes o corte de 0,50 ponto percentual na taxa Selic. Para pessoa física, a redução será no empréstimo pessoal e, no caso de pessoa jurídica, no capital de giro.

Da Agência Brasil

domingo, 23 de junho de 2019

Apesar do feriado, bancos e lotéricas funcionarão normalmente nesta segunda em Surubim

Foto: Google Imagens/Reprodução
O importante aviso é do proprietário da Casa Lotérica no Centro de Surubim, Adenísio Lemos, mais conhecido como Ditu Jeans, em depoimento enviado ao radialista César Nascimento, da Rádio Integração FM: "Nesta segunda, dia 24 de junho, embora tenha sido decretado feriado em Surubim, não haverá feriado bancário, ou seja, todos os bancos da cidade bem como as lotéricas funcionarão normalmente. É importante que a população esteja atenta a isso porque todos os títulos que vencerem sábado, domingo e segunda terão que serem pagos amanhã, para evitar cobranças de juros e multas decorrentes desses vencimentos. O mesmo valendo em relação ao pagamento do Bolsa Família. Tudo normal".
Do Mais Casinhas

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Saques na poupança superam depósitos em R$ 11,23 bilhões em janeiro

Foto: Reprodução/ Pixabay
A população brasileira sacou mais dinheiro do que depositou na poupança ao longo de janeiro deste ano. O saldo de saques menos depósitos para o mês ficou em R$ 11,232 bilhões, informou hoje (6) o Banco Central (BC). Ao todo, foram depositados na caderneta de poupança R$ 194,672 bilhões. As retiradas durante o primeiro mês do ano somaram R$ 205,905 bilhões.

Esse resultado representa a maior retirada de recursos da poupança para o mês de janeiro desde 2016, quando a diferença entre saques e depósitos foi de R$ 12,032 bilhões. A série histórica registra as movimentações da caderneta desde 1995.

Em janeiro, os rendimentos da aplicação mais popular do país resultaram em crédito de R$ 2,939 bilhões. O saldo atualmente depositado na poupança está em R$ 788,988 bilhões, segundo o BC.

Pela legislação em vigor, o rendimento da poupança é calculado pela soma da Taxa Referencial (TR), definida pelo BC, mais 0,5% ao mês, sempre que a taxa básica de juros (Selic) estiver acima de 8,5% ao ano.

Quando a Selic é igual ou inferior a 8,5% ao ano, como ocorre atualmente, a remuneração da poupança passa a ser a soma da TR com 70% da Selic. Hoje, a taxa Selic está em 6,5% ao ano.

Da Agência Estado

sábado, 10 de novembro de 2018

Boletos vencidos já podem ser pagos em qualquer banco

Foto: Agência Brasil
A partir de hoje (10), boletos vencidos poderão ser pagos em qualquer banco ou correspondente e não apenas na instituição financeira em que foram emitidos. Isso será possível com a conclusão da implementação da Nova Plataforma de Cobrança (NPC), sistema desenvolvido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em parceria com os bancos. Na última fase do processo, passa a ser obrigatório o cadastramento de títulos referentes a faturas de cartão de crédito e doações no novo sistema.

Segundo a Febraban, além da praticidade, a implementação da NPC torna o processo de pagamento via boleto mais seguro, sem risco de fraudes. Outra mudança diz respeito ao comprovante de pagamento, que será mais completo, apresentando todos os detalhes do boleto, (juros, multa, desconto, etc) e as informações do beneficiário e pagador.

O projeto da Nova Plataforma de Cobrança começou há quatro anos. Desde 2016, a medida vem incorporando à base de dados os boletos de pagamentos já dentro das normas exigidas pelo Banco Central, ou seja, com informações do CPF (Cadastro de Pessoa Física) ou CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) do emissor, data de vencimento e valor, além do nome e número do CPF ou CNPJ do pagador.

A Febraban diz que essas informações são importantes para checar a veracidade dos documentos na hora do pagamento. Caso os dados do boleto a ser pago não coincidam com os registrados na base da nova plataforma, o documento é recusado, pois pode ser falso.

Para fazer a migração do modelo antigo de processamento para o atual, os bancos optaram por incluir os boletos no novo sistema por etapas, de acordo com o valor a ser pago. Esse processo começou em meados do ano passado para boletos acima de R$ 50 mil (os de menor volume) e termina hoje, com a incorporação dos boletos de cartão de crédito e doações.

A previsão inicial era que o processo fosse concluído em 22 de setembro. Entretanto, em junho deste ano, após dificuldades de clientes para pagar boletos, a Febraban alterou o cronograma.

Última fase

Com uma participação de cerca de 40% do total de títulos emitidos no país, os boletos de cartões de crédito e doações têm uma característica em comum: o valor a ser pago pelo consumidor pode não ser exatamente o que consta em cada boleto. No caso dos cartões, porque há opções de pagamento, como valor mínimo, duas ou três parcelas. No caso das doações, o usuário também pode escolher um valor diferente do que está impresso no boleto.

Segundo a Febraban, da mesma forma que nas fases anteriores, se os boletos não estiverem cadastrados na base do novo sistema, os bancos irão recusá-los. Se isso ocorrer, o pagador deve procurar o beneficiário, que é o emissor do boleto, para quitar o débito ou solicitar o cadastramento do título.

Da Agência Brasil

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Boleto vencido acima de R$ 100 poderá ser pago em qualquer banco

Foto: Flávio Japa/Folha de Pernambuco
A partir de sábado (13), boletos vencidos com valor igual ou acima de R$ 100 poderão ser pagos em qualquer banco, o que inclui caixas eletrônicos, sites e outros canais de atendimento. A regra, porém, somente vai valer para os documentos que já estiverem cadastrados na nova plataforma de cobranças desenvolvida pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

Consumidores que não conseguirem pagar seus boletos devem entrar em contato com o emissor da cobrança, pois é possível que o documento não tenha sido cadastrado na plataforma. Caso isso ocorra, caberá à empresa realizar o cadastro do boleto ou indicar outra forma para o pagamento.

Em 27 de outubro, boletos com valor abaixo de R$ 100 também passarão a seguir as mesmas regras. Já no dia 10 de novembro, serão incluídos os documentos de cobranças de cartões de crédito e de doações. 

Até lá, esses pagamentos podem ser feitos em toda a rede bancária até o vencimento, independentemente de estarem ou não cadastrados no sistema. Com a inclusão dos boletos a partir de R$ 100, a plataforma única dos bancos terá incorporado cerca de 3 bilhões do total de boletos emitidos por ano no país.

Segundo a Febraban, o sistema dá mais segurança para a compensação de boletos e permite o pagamento, com a eliminação dos riscos de fraudes, além de evitar a quitação em duplicidade.

Da Folha de PE

domingo, 16 de setembro de 2018

Concurso do Banco do Nordeste (BNB) oferece 700 vagas

Foto: Reprodução/ João Câmara
O Banco do Nordeste (BNB) vai realizar um novo concurso público neste ano. O edital foi lançado no Diário Oficial da União (DOU) e oferece vagas para todo o Nordeste e também para Minas Gerais. São 700 oportunidades, sendo 500 para analistas bancários e 200 para analistas de sistemas, com salários que vão de R$ 2,8 mil a R$ 4,9 mil. Os interessados podem se inscrever a partir do próximo dia 24 no site do Cebraspe, que organiza o certame através do método Cespe - Concursos e Seleções. 

As inscrições estão sujeitas ao pagamento de taxas de R$ 67 (nível superior) e de R$ 59 (nível médio) e seguem até 15 de outubro. Afinal, as provas devem ser realizadas em 25 de novembro, o que deve permitir a divulgação dos aprovados ainda neste ano - segundo o edital, a data provável para a publicação dos resultados é 5 de dezembro. A convocação dos candidatos, porém, vai depender da “necessidade de provimento” e das “disposições normativas internas” do banco. Além disso, o edital prevê a destinação de 5% das vagas para PCD e 20% para negros.

Em Pernambuco, porém, a expectativa é que as primeiras convocações não demorem a acontecer. Afinal, apesar de alguns dos bancários aprovados no último concurso terem sido chamados neste ano, é possível que o banco abra novas vagas nos próximos meses com a realização de mais um Plano de Incentivo ao Desligamento (PID). E o Estado tem o segundo maior número de locais de prova do certame. Além do Recife, será possível fazer o concurso do BNB em Caruaru, Garanhuns e Petrolina - só a Bahia tem mais cidades inscritas para as provas (oito, ao todo). E muitos outros municípios pernambucanos estão na lista dos locais que podem receber os novos funcionários do BNB - são 30 ao todo.

Requisitos
Podem concorrer às vagas de analista bancário, cuja remuneração começa em R$ 2,8 mil, brasileiros e portugueses que tenham concluído o ensino médio. Já o cargo de especialista técnico - analista de sistemas, que paga a partir de R$ 4,9 mil, exige candidatos graduados em cursos de tecnologia como Ciência da Computação, Sistemas de Informações e Processamento de Dados. Quem tem pós-graduação na área de Informática e/ou Segurança da Informação também pode concorrer.

Da Folha de PE


segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Bancos passam a aceitar boletos vencidos acima de R$ 400

Boletos bancários vencidos com valores acima de R$ 400
poderão ser pagos em qualquer banco, a partir desta segunda (27)
Foto: FolhaPE
Consumidores com boletos vencidos acima de R$ 400 podem realizar o pagamento em qualquer banco. Esta segunda-feira (27) é o primeiro dia útil em que o processo vai funcionar em toda a rede bancária do país para esses valores. Desde março, a mesma regra já vale para boletos vencidos acima de R$ 800. A mudança faz parte de um calendário organizado entre a Febraban (Federação Nacional dos Bancos) com instituições financeiras.

O objetivo é implementar aos poucos um novo sistema chamado de Nova Plataforma de Cobrança. De acordo com o estipulado, a partir de 13 de outubro as contas vencidas acima de R$ 100 poderão ser quitadas em qualquer banco. Em 27 de outubro, boletos de todos os valores também serão aceitos. Para contas de cartão de crédito e doações, a data é 11 de novembro deste ano.


De acordo com a Febraban, a nova plataforma vai permitir maior transparência em todo o processo, assegurando aos bancos melhor gestão dos recebimentos. Além disso, o comprovante de pagamentos será mais completo e seguro. A ideia é que o sistema evite fraudes, já que estarão impressos todos os detalhes do boleto (juros, multa, desconto etc.) e as informações do beneficiário e do pagador. A nova plataforma atende às regras do Banco Central.

Da Folha de PE

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Explosões dos bancos | Presidente da CDL Surubim concede entrevista ao Bom Dia Pernambuco

Imagem: Divulgação/Reprodução
A presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Surubim, Roberta Aguiar, concedeu entrevista ao vivo nesta quarta-feira (11) no programa Bom Dia Pernambuco, da Rede Globo Nordeste, após assaltantes terem explodido quatro agências bancárias na cidade. 

Confira o trecho na íntegra, a partir dos 07:28 da entrevista, clique no link: https://globoplay.globo.com/v/6863616/


terça-feira, 10 de julho de 2018

Madrugada de terror em Surubim; bandidos atacam quatro agências bancárias

(Foto: Reprodução/ WhatsApp)
A população de Surubim viveu momentos de terror na madrugada desta terça-feira (10). Por volta de 0h40 bandidos fortemente armados com fuzis invadiram a cidade atirando para o alto e atacaram quatro agências bancárias. O bando se espalhou por vários pontos da cidade, bloqueando as principais ruas que dão acesso ao Centro. Em frente ao 22.º Batalhão da Polícia Militar, os criminosos atearam fogo em um veículo para dificultar a saída do efetivo. Eles ainda atiraram contra o prédio, de início os policiais revidaram mas tiveram que se abrigar em seguida, devido ao poderio do armamento dos bandidos.

No Centro da cidade os assaltantes explodiram as portas das agências da Caixa, do Banco do Brasil, do Santander e do Bradesco. Apenas a do Banco do Nordeste foi poupada. Segundo informações da Polícia Militar, os bandidos conseguiram explodir os cofres da Caixa e do Banco do Brasil, nas outras duas agências eles tentaram mas não obtiveram êxito. Em todos os locais atacados, os caixas eletrônicos ficaram intactos. Pelo tamanho da ação, a Polícia estima que o grupo era formado por cerca de 40 homens divididos em quatro caminhonetes.

Durante os ataques, os assaltantes fizeram três homens reféns, um deles foi baleado na perna porque teria se negado a entregar a chave de um veículo. Na fuga, eles foram colocados sem camisa em cima do capô dos veículos e depois libertados na comunidade de Lagoa Nova, na zona rural do município. O refém ferido, que não teve o nome informado, foi socorrido para uma unidade de saúde local e em seguida transferido para um hospital de Recife, mas sem risco de morte. Os bandidos ao saírem das agências espalharam grampos. Eles seguiram em direção à PE-106 que dá acesso à Vertente do Lério e a Paraíba.

O barulho de rajadas de fuzis foi ouvido durante quase uma hora nas principais ruas da cidade. Marcas dos disparos foram encontradas nas paredes dos bancos. Viaturas da polícia chegaram ao local dos ataques cerca de 20 minutos depois da saída dos assaltantes. 11 guarnições foram enviadas para o setor bancário. A área está isolada aguardando perícia.


Do Correio do Agreste

segunda-feira, 2 de julho de 2018

46% dos usuários do cheque especial recorrem ao limite todos os meses, apontam SPC Brasil e CNDL

Foto: Reprodução/Internet
Pesquisa mostra que maioria não buscou outra alternativa de crédito antes de entrar no limite do banco; 63% desconhecem o valor dos juros cobrados. Uso foi destinado, principalmente, a cobrir imprevistos com saúde e pagar dívidas
Assim como o cartão de crédito, o cheque especial é uma das modalidades de crédito mais populares entre os consumidores brasileiros. Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país revela que 17% dos consumidores recorreram ao cheque especial nos últimos 12 meses ― sobretudo as classes A e B (29%) ―, sendo que quase a metade (46%) possui o hábito de entrar todos os meses e 20% a cada dois ou três meses. Por outro lado, 80% afirmam não ter usado o limite neste período.
Seu uso teve como principais finalidades cobrir imprevistos com doenças e medicamentos (34%), quitar dívidas em atraso (23%) e realizar manutenção de automóveis ou motos (18%). Outros 17%, entraram no cheque especial por descontrole no pagamento das contas. A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, alerta que o fato do serviço não exigir qualquer tipo de burocracia ou garantia acarreta no alto custo de uso. “Sem perceber, muitos entram no limite por achar que o recurso faz parte do seu saldo bancário. E no fim das contas, acabam pagando juros altos”, ressalta.
Prova disso é que quase a metade dos entrevistados (45%) reconhece não ter analisado as tarifas e os juros ao utilizar o cheque especial, seja por que não pensou nisso na hora (20%) ou porque precisava muito do recurso e acabou contratando independentemente dos custos (19%). Resultado: a maioria dos entrevistados (63%) afirma desconhecer as taxas e os juros cobrados pelo uso do limite, principalmente as classes C, D e E (72%). Em contrapartida, 48% disse ter avaliado os custos cobrados na hora de usar.
30% dos entrevistados já ficaram com nome sujo por não cobrir o limite do cheque especial
A inadimplência dos que recorrem ao limite do cheque especial e não conseguem cobri-lo levou um terço dos entrevistados (30%) a ter seu nome sujo. Dentre esses, 15% já regularizaram a situação e 14% permanecem negativados. De acordo com os especialistas do SPC Brasil, as mudanças nas regras do cheque especial que entraram em vigor ontem (1/7) prometem melhorar esse quadro — as instituições financeiras passarão a entrar em contato com os clientes que usarem mais de 15% do limite da conta por 30 dias consecutivos. Pela nova regra, os bancos deverão oferecer como alternativa um financiamento pessoal mais barato, com a possibilidade de parcelar a dívida.
“A mudança vai ajudar a evitar o efeito bola de neve, principalmente para quem realmente enfrentou alguma emergência em um determinado mês. Entretanto, para aqueles que costumam fazer uso recorrente do cheque especial, é preciso ter em mente que estará trocando uma dívida por outra mais longa. Assim, o cuidado com os limites do orçamento continua sendo essencial para manter o equilíbrio das contas e evitar a inadimplência”, explica a Marcela Kawauti.
O levantamento mostra ainda que antes de entrar no limite do banco, mais de um terço dos usuários de cheque especial (36%) até tentou outras alternativas de crédito, mas não conseguiu. Já 53% sequer cogitaram essa possibilidade.
Metodologia
Foram entrevistados 910 consumidores no mês de março, nas 27 capitais brasileiras, acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para uma confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

domingo, 12 de novembro de 2017

Ganhos de bancos privados crescem 14%

Juntos, Bradesco, Itaú e Santander tiveram lucro
 líquido de R$ 13,65 bilhões no terceiro trimestre.
Imagem: Divulgação/Reprodução
O crédito decepcionou novamente nos grandes bancos privados, que tiveram de se apoiar nos menores gastos com calotes e nas receitas de serviços para elevar seus resultados no terceiro trimestre. Ficou claro que a retomada dos empréstimos virá primeiro nas pessoas físicas, com a recuperação entre empresas ficando para 2018.

Juntos, Bradesco, Itaú e Santander tiveram lucro líquido de R$ 13,65 bilhões no terceiro trimestre, cifra 14,3% maior que a vista um ano antes, de R$ 11,94 bilhões. Considerando eventos não recorrentes, o total foi de R$ 10,756 bilhões, alta de 2,35% na mesma comparação. As receitas consolidadas subiram 7,5% em relação ao mesmo período de 2016, para R$ 21,5 bilhões.

De julho a setembro, as despesas com provisões para devedores duvidosos, as chamadas PDDs, encolheram quase 28% em um ano, para pouco mais de R$ 11 bilhões. No comparativo trimestral, a queda foi de mais de 13%. Tanto Bradesco quanto Itaú viram seus gastos com calotes encolher em mais de 30% e esperam que essa tendência permaneça no próximo trimestre e também em 2018. 

Da Agência Estado

domingo, 8 de outubro de 2017

Ampliação do novo sistema de boletos bancários é adiada

Foto: Flávio Japa/Folha de Pernambuco
A universalização do sistema que está tornando mais fácil e seguro o pagamento de boletos bancários foi adiada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Chamado de Nova Plataforma de Cobrança, o sistema começou a operar em julho com boletos de valor superior a R$ 50 mil e passou a receber os de até R$ 2 mil em setembro. Em dezembro, deveria passar a ler os demais boletos. Mas, agora, só vai receber essas contas de menor valor em 2018. 

“Em função do volume elevado de documentos que irão trafegar pelo novo sistema - cerca de 4 bilhões de boletos por ano, montante comparável à capacidade das grandes processadoras de cartões de crédito do mundo - o setor bancário decidiu rever o cronograma original, que previa a inclusão de todos os boletos na Nova Plataforma de Cobrança já a partir de dezembro”, informou a Febraban, frisando que a mudança visa dar maior segurança e estabilidade à mudança do sistema. 

Procurada pela reportagem, a Febraban lembrou que a previsão era rebaixar o valor dos boletos encaminhados à Nova Plataforma de Cobrança para R$ 500 em outubro e R$ 200 em novembro para, em dezembro, atender todos os cerca de 3,5 milhões de títulos que são emitidos por ano no País. A federação, no entanto, disse que o calendário de implantação de 2018 ainda não foi definido. Por isso, ainda não se sabe quando esse processo vai chegar ao fim. A Febraban explicou, por sua vez, que os boletos já lidos pelo novo sistema correspondem a apenas 3,7% do total. Por isso, as próximas etapas demandarão um trabalho ainda maior. "A implementação precisa ser feita da maneira mais gradual e cuidadosa possível, garantindo o pleno funcionamento da ferramenta", frisou a federação. 

Entre os benefícios da Nova Plataforma de Cobrança, está a possibilidade de quitar boletos vencidos em qualquer banco e não apenas no banco emissor da conta. O sistema também evita o pagamento em duplicidade porque concentra os dados dos emissores e pagadores do boleto e confere essas informações antes de liberar o pagamento. Com isso, ainda é possível reduzir fraudes. 

Fraudes
A fim de reduzir as fraudes eletrônicas no sistema bancário, a Febraban assinou um acordo de cooperação técnica com a Polícia Federal. Com isso, as instituições vão compartilhar dados e tecnologia, além de trabalhar juntas no combate de possíveis fraudes.  

Da Folha de PE

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Caixa tem lucro líquido de R$ 4,1 bilhões no primeiro semestre

A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 4,1 bilhões no primeiro semestre de 2017, com crescimento de 69,2% em relação ao mesmo período do ano passado. No segundo trimestre, o lucro líquido totalizou R$ 2,6 bilhões, com avanços de 62,8% em 12 meses e de 73,9% na comparação com o primeiro trimestre deste ano.

Segundo o banco, o aumento no resultado foi gerado pelo crescimento da margem financeira, pela redução nas despesas com provisão para devedores duvidosos, por avanço nas receitas com prestação de serviços e no controle das despesas administrativas e de pessoal.

Em junho, a carteira de crédito da Caixa alcançou saldo de R$ 715,9 bilhões, um avanço de 3,5% em 12 meses e participação de 22,8% no mercado. O crescimento das operações de habitação, saneamento e infraestrutura e crédito consignado foram os principais responsáveis pela evolução da carteira no período, disse o banco.

O índice de inadimplência encerrou o semestre com redução de 0,7 ponto percentual em 12 meses, alcançando 2,51%, permanecendo abaixo da média de mercado de 3,74%.

As receitas com prestação de serviços totalizaram R$ 6,2 bilhões no trimestre, um avanço de 11,3% em relação ao segundo trimestre de 2016. No semestre, as receitas com serviços cresceram 12,5%, totalizando R$12,2 bilhões. Os principais destaques foram as receitas de crédito, administração de fundos de investimento e convênios e cobrança que cresceram, respectivamente, 13,3%, 16,9% e 21,5% em 12 meses.

De acordo com o banco, as despesas de pessoal alcançaram R$10,7 bilhões no semestre, com aumento de 6,4% em 12 meses, desconsiderando o impacto do Plano de Demissão Voluntária Extraordinária (PDVE) feito no primeiro trimestre.

Da Agência Brasil

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