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sábado, 6 de outubro de 2018

Surubim: Banco do Brasil é o único que não retomou todos os serviços após explosões

Os caixas eletrônicos do Banco do Brasil estão indisponíveis
 para  depósitos e com limitações para saques
 (Foto: Lulu/ Surubim News)
Das quatro agências bancárias de Surubim que foram atacadas por bandidos na madrugada do dia 10/07, apenas a do Banco do Brasil ainda não retomou todas as suas atividades. Passados quase três meses da ação criminosa, os clientes da instituição estão com a oferta de serviços restrita, sobretudo nos caixas eletrônicos, sem poder realizar depósitos e limitações em saques, por exemplo. Há informações de que essa situação não deve ser resolvida ainda este ano.
Exigências para que a agência fosse reaberta, como a criação de um Conselho de Segurança na cidade, já foi aprovada pela Câmara de Vereadores após ter sido encaminhada pela Prefeitura. A gerência do banco ainda não se pronunciou publicamente sobre o que impede o restabelecimento total dos serviços. As reclamações, principalmente por causa de longas filas, que antes do ataque dos bandidos já eram numerosas, agora aumentaram.
As outras três agências, mesmo com mais serviços que a do Banco do Brasil, também não escapam de queixas dos clientes, segundo o advogado Alex Fernando, presidente da Comissão do Direitos do Consumidor, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Surubim. “Tenho conhecimento que a Caixa está se negando a receber boletos dela mesma e encaminhando para o Banco do Nordeste, talvez numa estratégia para não acumular muito dinheiro na agência. Isso é proibido. No Bradesco, soube que um idoso desmaiou na fila por conta do calor e da superlotação. É inaceitável a situação dos bancos em Surubim. Já realizamos um trabalho pedagógico e agora vamos adotar atitudes mais enérgicas”, afirmou.
Os consumidores que se sentirem lesados no atendimento dessas instituições, podem fazer denúncias, inclusive com envio de fotos e vídeos, para a 1.ª Promotoria de Justiça da Comarca de Surubim, a unidade local do Procon ou a Comissão dos Direitos do Consumidor da OAB/ Subsecção Surubim. Veja os contatos:
1.ª Promotoria de Justiça da Comarca de Surubim
Telefone: 3624-1957

Comissão dos Direitos do Consumidor da OAB/ Subsecção Surubim
Telefone: 3634-1798

Procon/Surubim
Telefone: 3634-1183
Do Correio do Agreste

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Vaquejada de Surubim não registrou ocorrências policiais graves

Público assiste apresentação do cantor Wesley Safadão,
na sexta-feira (14) (Foto: Alan Lucena)
Durante entrevista na Rádio Integração FM, na tarde desta segunda-feira (17), o comandante do 22.º Batalhão da Polícia Militar, o tenente coronel Antônio Raul Pereira Cavalcante, fez um balanço das ocorrências policiais no período de Vaquejada e considerou o evento tranquilo. “Não registramos ocorrências graves, as que foram atendidas pela Polícia Militar foram de roubo de aparelhos celulares, discussões por excesso de consumo de álcool e arrombamentos de veículos. Um homem foi encontrado morto, próximo à Rodovia PE-90, mas segundo testemunhas, ele faleceu de causas naturais, provavelmente uma crise epilética”, afirmou.

Ainda segundo o comandante, a maior parte dos atritos verbais aconteceram na Festa Nova Cabaceira, realizada na tarde do domingo (16), na Avenida Oscar Loureiro. Durante o evento, também foi registrada uma tentativa de furto de um veículo. O suspeito, José Geison de Lima Gomes, 23 anos, residente no Sítio Lagoa Queimada, em Surubim, foi preso.

“O acusado quebrou o vidro dianteiro de um carro e fugiu. O nosso efetivo que estava no Hospital São Luiz viu o rapaz correndo e o abordou. Na Delegacia, foi verificado que ele tinha um mandado de prisão em aberto por homicídio na cidade de Orobó”, disse.

Shows

Este ano, a Vaquejada de Surubim completou 81 anos. Os shows no palco principal do evento, aconteceram na sexta-feira (14) e tiveram como atrações Léo Santana, Wesley Safadão e Jonas Esticado. No sábado (15), se apresentaram Sirano e Sirino, Xand Avião, Gabriel Diniz e Ávine Vinny. Nos dois dias, um público numeroso compareceu ao local. A organização não divulgou a quantidade de pessoas que estiveram na festa.

Uma inovação implantada nesta edição, foi a montagem de uma estrutura para apresentação de artistas locais. Uma área coberta com palco, foi erguida ao lado da capela do Parque J. Galdino e contou com apresentações da Banda Pegadas de Pantera, na quinta-feira (13) e do cantor Alex Nascimento, na tarde do domingo (16).

Do Correio do Agreste

terça-feira, 17 de julho de 2018

Santander, Caixa e BB lideram ranking de reclamações contra bancos

Imagem: Divulgação/Reprodução - Negócios & Informes
Ranking divulgado pelo Banco Central é referente as instituições com mais de quatro milhões de clientes

O Santander, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil são as instituições que aparecem na liderança do mais recente Ranking de Instituições por Índice de Reclamações, divulgado nesta segunda-feira, 16, pelo Banco Central. No topo do ranking, referente ao segundo trimestre de 2018, está o Santander, com índice de reclamações de 38,14. Nesta lista, são consideradas as instituições com mais de 4 milhões de clientes. 

Pela metodologia do BC, este índice é calculado com base no número de reclamações consideradas procedentes, dividido pelo número total de clientes do banco e multiplicado por um fator fixo (1.000.000). No caso do Santander, foram 1.576 reclamações consideradas procedentes no segundo trimestre, numa base total de 41.311.632 clientes. 

Na segunda posição entre os bancos que foram alvos de reclamações aparece a Caixa, com índice de 27,68 (2.475 reclamações procedentes e 89.400.030 clientes). Na terceira posição do ranking está o Banco do Brasil, com índice de 20,85, resultado de 1.301 reclamações procedentes numa base de 62.371.119 clientes.

Na sequência do ranking, ainda considerando os bancos e as financeiras com mais de 4 milhões de clientes, aparecem Bradesco (índice de 19,61), Itaú (18,61), Banrisul (18,57), Votorantim (14,10), Banco CSF (5,84), Pernambucanas (4,55), Midway (4,38%) e Banco do Nordeste (0,61). 

Reclamações

Entre os assuntos que mais motivam reclamações por parte dos clientes, o campeão é o item "irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços, exceto as relacionadas a cartão de crédito, cartão de débito, internet banking e ATM". Ao todo, de acordo com o BC, este assunto gerou 1.656 reclamações com indícios de descumprimento das regras em vigor. 

Na sequência dos assuntos mais reclamados aparecem "oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada" e, em seguida, "irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito". 

Instituições menores 

Entre as instituições financeiras com menos de 4 milhões de clientes, a Agiplan está no topo do ranking de reclamações do segundo trimestre, com índice de 143,57. Na sequência aparecem Paraná Banco (133,75), BRB (130,16), PAN (88,28) e Safra (78 42).

Por: Agência Estado

terça-feira, 10 de julho de 2018

Madrugada de terror em Surubim; bandidos atacam quatro agências bancárias

(Foto: Reprodução/ WhatsApp)
A população de Surubim viveu momentos de terror na madrugada desta terça-feira (10). Por volta de 0h40 bandidos fortemente armados com fuzis invadiram a cidade atirando para o alto e atacaram quatro agências bancárias. O bando se espalhou por vários pontos da cidade, bloqueando as principais ruas que dão acesso ao Centro. Em frente ao 22.º Batalhão da Polícia Militar, os criminosos atearam fogo em um veículo para dificultar a saída do efetivo. Eles ainda atiraram contra o prédio, de início os policiais revidaram mas tiveram que se abrigar em seguida, devido ao poderio do armamento dos bandidos.

No Centro da cidade os assaltantes explodiram as portas das agências da Caixa, do Banco do Brasil, do Santander e do Bradesco. Apenas a do Banco do Nordeste foi poupada. Segundo informações da Polícia Militar, os bandidos conseguiram explodir os cofres da Caixa e do Banco do Brasil, nas outras duas agências eles tentaram mas não obtiveram êxito. Em todos os locais atacados, os caixas eletrônicos ficaram intactos. Pelo tamanho da ação, a Polícia estima que o grupo era formado por cerca de 40 homens divididos em quatro caminhonetes.

Durante os ataques, os assaltantes fizeram três homens reféns, um deles foi baleado na perna porque teria se negado a entregar a chave de um veículo. Na fuga, eles foram colocados sem camisa em cima do capô dos veículos e depois libertados na comunidade de Lagoa Nova, na zona rural do município. O refém ferido, que não teve o nome informado, foi socorrido para uma unidade de saúde local e em seguida transferido para um hospital de Recife, mas sem risco de morte. Os bandidos ao saírem das agências espalharam grampos. Eles seguiram em direção à PE-106 que dá acesso à Vertente do Lério e a Paraíba.

O barulho de rajadas de fuzis foi ouvido durante quase uma hora nas principais ruas da cidade. Marcas dos disparos foram encontradas nas paredes dos bancos. Viaturas da polícia chegaram ao local dos ataques cerca de 20 minutos depois da saída dos assaltantes. 11 guarnições foram enviadas para o setor bancário. A área está isolada aguardando perícia.


Do Correio do Agreste

quarta-feira, 15 de março de 2017

Procon/PE irá julgar bancos que não assinaram o TAC

Imagem meramente ilustrativa.
Encerrou na última sexta-feira (10) o prazo dado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH) e do Procon/PE, para que os bancos do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander e Itaú, que foram de ações criminosas, assinassem o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), em que são levantados pontos de segurança e de cumprimento dos direitos dos consumidores.

A partir de agora, com a negativa dos bancos em assinar o TAC, o Procon/PE dará continuidade ao processo julgando cada banco individualmente. As instituições financeiras poderão ser multadas em até R$ 7,5 milhões, cada.

Entre os pontos propostos pelo Termo estão: submissão do plano de segurança adotado à Polícia Federal; efetivação das medidas de segurança voltadas à total inutilização de cédulas; devolução e suspensão das cobranças bancárias dos consumidores que estão com suas agências fechadas e restabelecimento do funcionamento efetivo.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Segurança Pública | Série de assaltos assusta comerciantes e moradores de Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução
Parece história repetida! Mais duas lojas foram alvos de assalto no centro comercial do município de Surubim, Agreste Setentrional. Segundo informações da Polícia Militar (PM), por volta das 14h desta segunda-feira (5), dois homens portando arma de fogo invadiram e assaltaram a Milena Móveis e Eletros, localizada na Avenida Agamenon Magalhães. O gerente do estabelecimento, Alexsandro Manoel Gonçalves, 30 anos, disse que os suspeitos chegaram a efetuar dois disparos dentro da loja, mas ninguém ficou ferido. Os assaltantes roubaram 8 aparelhos celulares e fugiram em uma moto de cor branca e placa OYT 4332. 

Minutos depois, possivelmente a mesma dupla assaltou a loja Credimoveis Novolar, que também fica na Avenida Agamenon Magalhães. Segundo a atendente Ivânia da Silva Lima Arcelino, os ladrões levaram 25 celulares e fugiram. Uma hora depois, dois homens armados invadiram uma casa na Rua José Barbosa Tavares, no Bairro São Sebastião e assaltaram uma mulher. De acordo com a polícia, eles trancaram a vítima dentro de um quarto e roubaram aproximadamente cinco mil reais. Veridijane Isabel dos Santos de Arruda, idade não informada, passou mal e foi socorrida para o hospital local, onde permaneceu em observação médica. 

Pelas características, o efetivo acredita que a onda de assaltos na cidade foi praticada pela mesma dupla. Durante rondas no final da noite, por volta das 22h, os policiais localizaram a moto utilizada para a fuga no primeiro assalto. O veículo de placa OYT 4332 estava abandonado às margens da Rodovia PE 90, nas proximidades da Faculdade Duarte Coelho. A moto foi apreendida e recolhida ao pátio da delegacia de Surubim, mas ninguém foi encontrado no local. Os crimes estão sendo investigados pela delegacia local.

Do Blog do Agreste

sábado, 4 de junho de 2016

Operações federais contra corrupção aceleram busca por compliance

Imagem: Divulgação/Reprodução
É cada vez mais frequente a divulgação de empresas privadas que têm o nome envolvido em grandes escândalos de corrupção no Brasil, como as apresentadas nas investigações realizadas pela Polícia Federal, no caso da Lava Jato, ou como o caso Zelotes, com mais de 70 instituições envolvidas, entre elas oito bancos. São nessas situações que se vê a importância do compliance, prevista na Lei Anticorrupção, e que pode ser definido como a criação e implantação, no âmbito empresarial, de mecanismos e procedimentos de prevenção, detecção e remediação de condutas ilícitas. Com a adoção de programas de integridade, a iniciativa privada busca garantir o cumprimento de normas legais e regulamentares relacionadas às suas atividades.

Foi a partir da década de 70 que estudos acadêmicos começaram a demonstrar os efeitos da corrupção sobre o bem-estar social a médio e longo prazo. “A corrupção ocasiona, dentre outros malefícios, o desgaste dos valores democráticos; a baixa legitimação dos órgãos e agentes do Poder Público; o empobrecimento moral e financeiro de empresas e do Estado; a criação de instabilidade política; o desprestígio de instituições privadas e públicas em geral, a exemplo do que se vê nos dias atuais”, ressalta o advogado Armando de Queiroz Monteiro Bisneto, do Bento, Muniz & Monteiro Advocacia.

O primeiro país a se comprometer com o combate à corrupção foi os Estados Unidos, que, em 1977, elaborou a Foreign Corrupt Practice Act (FCPA), e de onde se originou o termo compliance, do inglês to comply, que significa agir de acordo com uma regra. Com o passar do tempo, houve um endurecimento do combate à corrupção em diversas nações, com destaque para o Reino Unido, com a sua Lei Anticorrupção de 2010 (“UK Bribery Act”), considerada uma das legislações mais rigorosas do mundo e aplicável não somente ao suborno de servidores públicos, mas também no setor privado.

Com o descumprimento da legislação anticorrupção, empresas têm sido cada vez condenadas em multas milionárias. Nem é preciso dizer que a simples comunicação ao mercado de que uma empresa está colaborando com as autoridades na apuração de possíveis violações da legislação anticorrupção gera efeitos imediatos no valor das ações da empresa, assim como atrai um negativo marketing social para a organização. A Lei Anticorrupção brasileira, em vigor desde 2014, responsabiliza a empresa por atos de corrupção praticados por funcionários e fornecedores, com punições que incluem multa de até 20% do faturamento da companhia, além de um pedido público de desculpas, como o feito pela Andrade Gutierrez, que publicou nota em vários jornais do país. Mas o texto indica também que as sanções podem ser amenizadas se a instituição provar que adota compliance. “A ideia central de compliance consiste na criação e implantação, pela própria empresa, de mecanismos de controle interno voltados ao combate à corrupção, ou seja, voltados à prevenção e punição de desvios de condutas praticados por empregados ou administradores”, explica Armando Monteiro Bisneto.

No Brasil, seguindo orientações externadas em convenções internacionais e logo após as manifestações populares de junho de 2013, foi editada a Lei n.º 12.846/2013, a chamada Lei Anticorrupção, que dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira, entre outras providências. Uma pesquisa realizada pela consultoria Deloitte com 103 empresas mostrou que, em 2014, 65% dos entrevistados afirmaram já ter um programa de compliance contra apenas 30% em 2013.

A Lei permite, de maneira rigorosa, a responsabilização direta e objetiva da pessoa jurídica por atos de corrupção cometidos por seus empregados ou agentes. “Vale dizer, o desvio de conduta de um empregado acarretará a responsabilização da pessoa jurídica, sendo irrelevante indagar sobre a existência de culpa ou dolo dos órgãos superiores da empresa em relação ao ato ilícito praticado pelo subordinado.”

A lei concede, porém, à empresa, a possibilidade de mitigar ou atenuar a sua responsabilização, como ao fazer acordo de leniência, uma espécie de “delação premiada” para as empresas. O fato de uma empresa possuir programas de integridade ou compliance previamente à ocorrência de um desvio de conduta é considerado importante fator de atenuação das sanções. Com efeito, a Lei Anticorrupção aplica-se às pessoas jurídicas de direito privado, tais como empresas individuais de responsabilidade limitada, sociedades empresárias e sociedades simples, personificadas ou não, independentemente da forma de organização ou modelo societário adotado, bem como quaisquer fundações, associações de entidades ou pessoas, ou sociedades estrangeiras, que tenham filial ou representação no território brasileiro, constituídas de fato ou de direito, ainda que temporariamente. É possível a aplicação da lei também aos partidos políticos, organizações religiosas e empresas públicas e sociedades de economia mista, quando exploradoras de atividade econômica.

Na esfera administrativa, serão aplicadas às pessoas jurídicas consideradas responsáveis pelos atos lesivos multa no valor de 0,1% a 20% do faturamento bruto do último exercício anterior ao da instauração do processo administrativo, excluídos os tributos, a qual nunca será inferior à vantagem auferida, quando for possível sua estimação e publicação extraordinária da condenação. Eventualmente, a personalidade jurídica da empresa pode ser desconsiderada, sendo estendidos todos os efeitos das sanções previstas na lei aos administradores e sócios com poderes de administração.

As empresas que fazem negócios no país devem possuir uma cultura de compliance, com a implantação efetiva de um código de conduta, política e procedimentos amplamente divulgados para o público interno e externo, além de alocação de recursos para a concretização da estrutura dos programas de integridade. As empresas devem identificar os riscos relativos à corrupção em setores, atividades e pessoas mais vulneráveis na organização, além de realizar treinamentos e capacitação contínuos para esclarecer aos funcionários o Código de Conduta e a legislação pertinente. “A alta administração da empresa também deve manter abertos canais de denúncia e remediação, acessíveis a todos, com garantias de confidencialidade e não-retaliação, e medidas disciplinares contra os funcionários infratores, seja qual for o cargo ou função que ocupam”, explica Armando Monteiro Bisneto.

A conclusão de investigação pode ensejar a demissão por justa causa do empregado, sem prejuízo da remessa de documentos e informações às autoridades competentes, ao Poder Judiciário e aos sócios/acionistas da empresa, razão pela qual a sua condução deve observar as melhores práticas de ética corporativa e compliance.

Da Assessoria

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Crimes Cibernéticos será tema de Palestra com Giovani Santoro, Chefe de Comunicação da Polícia Federal, hoje (08) em Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução
Acontece na noite de hoje (08) a partir das 19h, no auditório do Centro Cultural Dr. José Nivaldo, uma palestra com o Chefe de Comunicação Social da Polícia Federal, Giovani Santoro. Na pauta, Crimes Cibernéticos. 

O evento é realizado pela Faculdade Duarte Coelho e será aberta ao público. Quem tiver interesse, comparecer na Microlins ou na sede da Faculdade para buscar sua senha.

Saiba mais sobre Crimes Cibernéticos:

“Cibercrimes”, “Crimes Cibernéticos”, “Crimes Digitais”, “Crimes Informáticos”, “Crimes Eletrônicos”, são termos para definir os delitos praticados contra ou por intermédio de computadores (dispositivos informáticos, em geral), importam nas menções às condutas de acesso não autorizado a sistemas informáticos, ações destrutivas nesses sistemas, a interceptação de comunicações, modificações de dados, infrações a direitos de autor, incitação ao ódio e descriminação, escárnio religioso, difusão de pornografia infantil, bullying, terrorismo, entre outros.

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