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quinta-feira, 15 de novembro de 2018

PRODEPE | Segunda chance para empresas devedoras em Pernambuco

Foto: Reprodução/Internet
Empresas que recebem incentivos fiscais dos programas de atração de investimentos de Pernambuco terão uma chance de recuperar créditos perdidos. O governo de Pernambuco vai revisar a punição dada a essas empresas, que chegaram a perder o benefício por inadimplência na mensalidade do imposto, por exemplo, elevando a obrigação financeira com o estado. Para se ter ideia, a perda de incentivos levou as empresas a somarem uma dívida de R$ 100 milhões com a Secretaria da Fazenda. O governo enviou para a Assembleia Legislativa de Pernambuco o Projeto de Lei 2095, com as condições para as empresas recuperarem até 80% dos créditos tributários que perderam. A adesão às vantagens de negociação vale a partir de 1º de dezembro deste ano até 28 de fevereiro de 2019. A estimativa da Sefaz é arrecadar R$ 20 milhões.

De acordo com o secretário executivo de administração tributária da Secretaria da Fazenda de Pernambuco, Bernardo D’Almeida, o governo quer restaurar a condição tributária das empresas beneficiadas, inclusive por entender que a punição é dura. “O Prodepe (Programa para o Desenvolvimento de Pernambuco), que é o principal programa de incentivos fiscais, principalmente na sistemática das empresas do setor atacadista, é muito rígido na forma como o contribuinte deve proceder, seja na obrigação principal ou na acessória. Uma empresa do setor atacadista beneficiada com crédito presumido de 75%, por exemplo, se atrasar seis dias do pagamento, perde todo o benefício no mês, gerando uma obrigação muito maior. Então a gente abriu para as indústrias em um processo de restauração do programa”, destacou.

Atualmente, 1.100 empresas são beneficiadas pelo Prodepe, entre indústrias, Centros de Distribuição e unidades de importação. Na sistemática do setor atacadista, são 150 empresas. São duas as condições de recuperar os créditos perdidos com a saída do incentivo: pagando à vista 20%, o governo devolve os 80% em créditos a partir de março. Quem parcelar em até 12 vezes, terá 70% de volta. Segundo o secretário, a medida atende um pedido da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe) e da Associação Pernambucana de Atacadista e Distribuidoras (Aspa). “Na prática, se uma empresa tiver gloza (dívida a partir da perda de incentivos fiscais) de R$ 20 milhões e pagar R$ 4 milhões, o governo devolve R$ 16 milhões em créditos fiscais”, explicou. Como a condição à vista é mais vantajosa, o governo prevê que metade dos R$ 20 milhões que estima recuperar devem ser pagos em parcela única.

A medida foi aprovada pelo Convênio ICMS 121 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), na sua 310ª Reunião Extraordinária, realizada em Brasília, no dia 6 de novembro de 2018 e publicado no Diário Oficial da União em 7 de novembro de 2018. No texto, o Confaz “autoriza o estado de Pernambuco a dispensar parcialmente o pagamento do crédito tributário definido como penalidade pela prática de condutas que importem a impossibilidade de utilização de benefícios fiscais.”


Por: André Clemente - Diario de Pernambuco

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Pernambuco | Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal é prorrogado

Marcelo BarrosFoto: Clemilson Campos/Folha de Pernambuco/arquivo
Ainda com dificuldade para fechar as contas, o Governo de Pernambuco decidiu prorrogar por mais dois anos o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF) - mecanismo que cobra de grandes empresas do setor industrial a devolução de 10% dos benefícios fiscais concedidos pelo Programa de Incentivo Fiscal do Estado (Prodepe) e tem gerado uma arrecadação extra de R$ 10 milhões por mês, mas acabaria em agosto. E o pedido já foi aprovado pela Assembleia Legislativa (Alepe), que votou o projeto nessa quarta-feira (4), em assembleia extraordinária.

“Esse fundo foi instituído em 2016, por conta do cenário econômico ruim. Mas, como não tivemos melhora desse cenário e a economia segue desaquecida, propomos a prorrogação do FEEF até agosto de 2020”, justificou o secretário da Fazenda de Pernambuco, Marcelo Barros, explicando que o fundo tem contribuído com a manutenção de despesas fundamentais no Estado. “É uma arrecadação importante para conseguirmos manter os níveis de investimento em saúde, segurança pública e educação”, afirmou, dizendo que o valor de R$ 10 milhões/mês não deve crescer. Ao contrário, a projeção é que este montante se mantenha neste ano e comece a cair em agosto de 2019, pois o projeto de lei que renova o FEEF diz que, no segundo ano de prorrogação, a contribuição empresarial caia para 5% do valor da isenção fiscal.

Mesmo assim, a renovação desta cobrança foi mal recebida pelo setor industrial. A Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe) avaliou até que isso pode prejudicar a recuperação do setor. “Cada vez que a carga tributária cresce, a atividade econômica diminui. E, com isso, estão tirando dinheiro do meio produtivo para pagar o custeio do Estado. É um tiro no pé”, disse o presidente da Fiepe, Ricardo Essinger.

Marcelo Barros alegou que não é só Pernambuco que passa por dificuldades financeiras. "Outros estados do Nordeste também devem prorrogar o FEEF e nós vamos devolver esse valor quando o fundo for extinto", prometeu, dizendo, que o pagamento virá por meio da extensão dos benefícios fiscais. “Vamos calcular a contribuição de cada empresa para ver a quantos meses adicionais de incentivos isso equivale”, contou o secretário.

Da Folha de PE

terça-feira, 16 de maio de 2017

Dívida com o Programa de Desenvolvimento de Pernambuco é renegociada este mês

Imagem: Divulgação/Reprodução-Internet
As empresas que tiverem dívidas com a Secretaria da Fazenda de Pernambuco têm até o dia 31 deste mês para regularizar sua situação. As que negociarem dentro deste prazo podem conseguir descontos de 90% nas dívidas tributárias. Sancionada pelo governador Paulo Câmara, a Lei Complementar nº 356 vai beneficiar mais de 500 empresas e concede redução do crédito tributário relativo ao ICMS para as empresas beneficiadas no Programa de Desenvolvimento de Pernambuco (Prodepe).

Apesar de ter tido esse pleito atendido pelo Governo do Estado, a Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe) aguarda ainda oito medidas para incentivar o setor. "Em junho de 2016, entregamos 11 reivindicações com o objetivo de melhorar a competitividade das empresas. No entanto, apenas três delas foram atendidas em um ano", explicou o consultor jurídico da Fiepe, Humberto Vieira de Melo, frisando que, em conversa com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Raul Henry, ontem, os assuntos voltaram ao debate. 

A Fiepe pleiteia a existência ou não de capacidade de produção ociosa no setor pretendente, evitando maiores dificuldades às empresas já instaladas, e que os incentivos fiscais destinados às novas empresas que se instalarão sejam redistribuídos para contemplar indústrias que fabriquem o mesmo produto. Outra questão tem a ver com a legislação aprovada em 2016 e que só permite aos consumidores buscarem o mercado livre de gás se tiverem consumo superior a 500 mil metros cúbicos por dia. Eles alegam que a medida contraria o Ministério de Minas e Energia, que estimula o aumento da competição.

Os empresários pediram um posicionamento quanto à proposta de criação de mais um feriado que está para ser votado na Assembleia Legislativa. Apesar de reconhecer a importância da Data Magna para a história do Estado, empresários se posicionaram contra o feriado que chega para tirar mais um dia de produtividade da indústria. De acordo com Vieira de Melo, Henry ficou de analisar todas as preposições.

Da Folha de PE

quarta-feira, 22 de março de 2017

Industriais de Pernambuco torcem para STF votar proposta de fim da guerra fiscal

Foto: Anderson Stevens
Industriais de Pernambuco estão com atenções voltadas à votação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre uma proposta para acabar com a guerra fiscal, que deve acontecer ainda esta semana. A intenção do órgão seria estabelecer uma regra única para a concessão de incentivos fiscais nos estados, que não são reconhecidos pelo Conselho de Política Fazendária Nacional (Confaz) para sanar os excessos causados por essa disputa entre cidades e estados. Os empresários consideram, entretanto, que os incentivos são imprescindíveis para atrair e manter negócios no Nordeste.

Presidente da Federação da Indústria do Estado (Fiepe), Ricardo Essinger classifica os incentivos com base no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) como imprescindíveis. “Se o Nordeste não tiver incentivo fiscal, qual empresa terá interesse em se instalar aqui? Estamos muito aquém do Sul-Sudeste em termos de desenvolvimento econômico”, assinala. 

Essinger lembra que os incentivos concedidos por meio da Sudene foram responsáveis por fomentar o desenvolvimento do Nordeste e que, em Pernambuco, nos últimos anos, o Prodepe, principal programa de incentivos, também impulsionou a instalação de grandes indústrias. Entre 2007 e 2016, por meio do Prodepe foram atraídos 1.022 projetos industriais com investimentos da ordem de R$ 22,2 bilhões, gerando 88 mil empregos diretos.

Para o proprietário da Arpel Artefatos de Papel e da Supernova Embalagens, incentivadas pelo Prodepe, Massimo Cadori, a perda dos benefícios pode “decretar a falência do Estado”. “Eu vendo no Centro Sul. Sem o Prodepe jamais seria competitivo”, avalia.

Ricardo Essinger aponta que se a decisão for pela unificação das regras de incentivos, poderá haver a cobrança do crédito retroativo por parte dos estados. “Isso geraria milhares de processos judiciais para os estados, fechamento de empresas e desemprego”, comentou. Ele ainda acrescentou que a insegurança jurídica no Brasil é um desestímulo ao investimento privado e apontou como uma possível solução a votação de um projeto de lei que prevê a regulamentação dos atos de concessão dos incentivos fiscais realizados pelos estados. O projeto já teve seu regime de urgência aprovado na Câmara dos Deputados, no último dia 14 de março, aguarda julgamento do Supremo Tribunal Federal.

Da Folha de PE

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Em Pernambuco, Condic aprova incentivos fiscais para 25 projetos industriais

Imagem meramente ilustrativa.
Divulgação/Reprodução Internet
Na última reunião do ano, o Conselho Estadual de Políticas Industrial, Comercial e de Serviços (Condic) aprovou a concessão de incentivos fiscais para 25 projetos industriais no estado. Juntos, os empreendimentos representam um investimento de R$ 603,42 milhões, com a geração de 1.552 empregos diretos. Entre as aprovações, a mais representativa foi a do projeto da Aché Laboratórios Farmacêuticos. Sozinha, a Aché investirá R$ 500 milhões na construção de uma fábrica de medicamentos em uma área de 250 mil metros quadrados no Complexo Industrial Portuário de Suape. O anúncio aconteceu no início deste mês e a rápida aprovação dos incentivos é o primeiro passo em uma corrida contra o tempo para o início das obras, evitando atrasos no cronograma de construção do empreendimento. 

“Eles já tinham o projeto pronto e submeteram para aprovação logo. Querem tentar começar algo antes do inverno. No segundo semestre já terão o canteiro de obras montado”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico do estado, Thiago Norões. Quando estiver em plena operação, em 2021, a unidade deve gerar 500 empregos diretos e 2.500 indiretos. Além do parque industrial, a Aché terá um Centro de Distribuição (CD), que será instalado na Região Metropolitana do Recife. Mas o local ainda não foi definido. “Estão em busca deste local. Pode ser que inicialmente aluguem algum espaço ou que construam o CD no mesmo terreno da fábrica. Estão avaliando as possibilidades”, disse Norões.

Além do projeto da Aché, também foram aprovados os incentivos para a MF Artefatos de Cimentos, que investirá R$ 7,9 milhões na ampliação da unidade do Cabo de Santo Agostinho, gerando 39 empregos. Os outros dois maiores investimentos anunciados foram referentes aos projetos da Indústria Brasileira de Concretos – R$ 5,41 milhões para ampliação com nova linha de produtos da unidade de Caruaru, que deve gerar 40 empregos – e da Marques Mineração, que implantará uma unidade de mineração em Paranatama, no Agreste, gerando 33 empregos e um investimento de R$ 4,36 milhões.

Outro projeto aguardado para apresentação na reunião de ontem do conselho era o da indústria farmacêutica mineira Biomm, que recentemente adquiriu as instalações da fábrica da Novartis, em Jaboatão dos Guararapes. A empresa, porém, ainda não apresentou o projeto para análise dos conselheiros. “Eles ainda vão definir qual a linha que vão trabalhar em Pernambuco e apresentarão um projeto específico”, pontuou Norões. 

Segundo levantamento apresentado na reunião de ontem do Condic, entre 2015 e 2016, foram atraídos para Pernambuco 271 novos empreendimentos, totalizando R$ 2,4 bilhões em investimentos e 8.463 empregos diretos. Desse total, 131 novos projetos foram atraídos em 2016, totalizando investimentos na ordem de R$ 1,2 bilhão, com geração de 2.587 novos empregos. Desses, 65 são na área industrial, 31 são ampliações, nove são centros de distribuição, 17 são implantações e nove de importação. 

Do Diario de PE

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Unilever vai instalar sua quinta fábrica em Pernambuco

Imagem ilustrativa. Crédito: Reprodução internet
Pernambuco vai ganhar a sua quinta fábrica da Unilever. O governador Paulo Câmara assinou, nesta quarta-feira (14), um protocolo de intenções para a instalação de um complexo industrial de alimentos e centro logístico da empresa em Escada, na Mata Sul. A cerimônia, realizada no Palácio do Campo das Princesas, contou com a participação do presidente da Unilever no Brasil, Fernando Fernandez. Presente há 24 anos no Estado, a marca já tem unidades em Garanhuns, Igarassu, Jaboatão dos Guararapes e em Ipojuca, no Complexo de Suape.

Com inauguração prevista entre o fim de 2017 e início de 2018, a nova fábrica será a 15ª da Unilever no Brasil. Ela vai produzir itens do portfólio de alimentos e atender à demanda da região Nordeste. Com investimento de R$ 600 milhões, a unidade vai gerar aproximadamente 600 empregos diretos e 1,5 mil indiretos.

Em Escada, a Unilever deverá receber incentivos da ordem de 90% do Prodepe, em função da sua localização, do valor do investimento, da geração de empregos e do tipo do projeto. O Governo do Estado ainda deverá conceder incentivos do Proinfra, para que a empresa execute obras de infraestrutura necessárias para a implantação do empreendimento no limite de até R$ 25 milhões. Saiba mais, clique Aqui.

sábado, 27 de junho de 2015

Pernambuco receberá R$ 97,1 milhões em projetos industriais

O Conselho Estadual de Políticas Industrial, Comercial e de Serviços (Condic), reuniu-se pela nonagésima vez para analisar projetos de concessão de incentivos fiscais de empreendimentos interessados em se implantar ou ampliar suas atividades em Pernambuco. O encontro aconteceu na manhã desta sexta-feira (26/06) e foi o segundo deste ano. Outras duas reuniões estão agendadas para os meses de setembro e dezembro.
Imagem: Divulgação / Reprodução
Foram aprovados 36 projetos, sendo 22 indústrias, dez importadoras e três centrais de distribuição. Os investimentos em indústrias totalizam R$ 95,9 milhões, sendo R$ R$ 51,7 milhões destinados ao interior e R$ 44,2 milhões para a RMR.

Estes investimentos projetam a geração de 838 postos de trabalho, dos quais 556 no interior do Estado e 282 na Região Metropolitana do Recife. Ao todo, 16 municípios foram contemplados, sendo cinco na RMR e onze no interior. E são eles: Agrestina, Arcoverde, Escada, Bezerros, Pombos, Caruaru, Goiana, Timbaúba, Sirinhaém, Vitória de Santo Antão, Petrolina, Jaboatão dos Guararapes, Recife, Cabo de Santo Agostinho, Igarassu e Camaragibe. Das doze Regiões de Desenvolvimento (RD) de Pernambuco, cinco foram contempladas: RMR, Mata Norte, Mata Sul, Agreste Central e Moxotó.

“Na segunda reunião de anúncio de investimentos atraídos pelos incentivos fiscais no Prodepe este ano, nós mantivemos os valores projetados na primeira reunião de 2015 e tivemos um acréscimo no número de projetos. Desta forma, conseguimos capitanear cerca de R$ 100 milhões em investimentos com expectativa de geração de mais de 800 empregos. O mais importante disso é que, do total de investimentos, cerca de 55% seguirão para o interior enquanto 45% ficarão na RMR”, detalhou o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Thiago Norões.

DESTAQUES DA 90ª REUNIÃO DO CONDIC:

• 36 projetos: sendo 23 indústrias, 10 importadoras e 03 centrais de distribuição;
• Total de empregos: 838 sendo 282 na RMR e 556 no interior;
• Das indústrias, 09 de implantação, 10 de ampliação com nova linha de produção, 01 de ampliação e 02 manutenção do poder competitivo e 01 de isonomia;
• 11 projetos na Região Metropolitana totalizando R$ 44.262.942,78;
• 12 projetos contemplados no interior totalizando R$ 51.711.361,40;
• 05 municípios contemplados na RMR: Recife, Jaboatão dos Guararapes, Cabo de Santo Agostinho, Igarassu e Camaragibe;
• 11 municípios contemplados no interior: Arcoverde, Agrestina, Escada, Goiana, Caruaru, Vitória de Santo Antão, Timbaúba, Sirinhaém, Pombos e Bezerros.

TRÊS MAIORES EMPREGADORES:

1. Bol Indústria de Alimentos – Implantação em Bezerros – 104 empregos;
2. CP Indústria e Comércio de Móveis – Implantação em Caruaru – 102 empregos.
3. FML Tecnologia Eletrônica – Ampliação em Recife – 72 empregos.

TRÊS MAIORES INVESTIDORES:

1. SEB do Brasil – Ampliação em Jaboatão dos Guararapes – R$ 23.368.625,00;
2. Vidfarma Indústria de Medicamentos – Ampliação com nova linha de produtos em Pombos – R$ 15.624.941,04;
3. Euroflex Indústria e Comércio de Colchões – Implantação em Agrestina – R$ 13.940.000,00.

Com informações da SDEC de Pernambuco

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Em Pernambuco, indústrias recebem incentivo e vão investir mais de R$ 220 milhões

A quarta expansão da unidade da Modelez, em Vitória de Santo Antão,
 terá um investimento de R$ 78 milhões. Foto: Annaclarice Almeida/DP/D.A Press


O governo do estado aprovou pleitos de incentivos fiscais de 38 empreendimentos em implantação ou amplianção de unidades em Pernambuco. O principal setor é a indústria, que reúne 27 projetos na lista e reúne mais de R$ 220 milhões em investimentos. A quarta expansão da unidade da Modelez, em Vitória de Santo Antão, um investimento de R$ 78 milhões para fabricar o chocolate Sonho de Valsa é o principal volume aplicado. No total, 1.171 empregos devem ser gerados, contemplanto 19 municípios pernambucanos.


Os empreendimentos foram aprovados durante reunião do Conselho Estadual de Políticas Industrial, Comercial e de SErviços (Condic), nesta quarta-feira (7). Além das indústrias, cinco centrais de distribuição e seis importadoras também receberam incentivos.

As unidades serão beneficiadas principalmente pelo Programa para o Desenvolvimento de Pernambuco (Prodepe), que concede descontos no de até 95% no crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e tem sido o carro-chefe do governo na atração de investimentos. "Nos últimos anos, o governo do estado trabalhou com políticas de industrialização com interiorização do desenvolvimento. Hoje, a indústria representa 24% do PIB do estado. Em cinco anos, chegará a 28%", ressaltou o secretário de desenvolvimento econômico de Pernambuco, Márcio Stefanni Monteiro.

Fonte: Diário de Pernambuco

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