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quinta-feira, 23 de julho de 2020

Consumidores que compraram alimentos pela internet chegam a 53%

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
Uma pesquisa feita em 36 países mostra que no Brasil 53,4% dos consumidores compraram alimentos pela internet em 2019 e 50,3% optaram por serviços online de entrega dos produtos. 

Segundo o estudo Global Consumer Insights Survey 2020, da empresa PwC, com o isolamento social causado pela pandemia, 35% dos consumidores estão comprando alimentos pelos canais online e 86% planejam continuar assim após o final das medidas de isolamento social.

Entre os millenials ( nascidos após o início da década de 1980 até o final do século 20), 59% - e 57% desse grupo entre os que têm filhos - mostram um foco maior em seu bem-estar do que em outros grupos. 

Quanto aos cuidados pessoais, 51% dos consumidores residentes em áreas urbanas concordam que estão mais focados em cuidar do seu bem-estar e de sua saúde física e mental como resultado da covid-19. 

Os moradores de áreas urbanas, consultados após o início da pandemia, consideraram a proteção e a saúde tão importantes para sua qualidade de vida quanto as perspectivas de emprego (49% e 45%, respectivamente) em comparação com 45% no emprego.

Para realizar a pesquisa foram entrevistados 1.002 consumidores no país e o resultado mostra a tendência de mudança do comportamento do consumidor que já estava em curso antes da pandemia e se intensificou com a chegada da covid-19 ao Brasil. 

Hábitos e comportamentos
Segundo a PxC, o estudo foi produzido a partir de dados coletados antes e durante a pandemia e pretende analisar os hábitos e comportamentos de compra do consumidor residente em áreas urbanas e como a interrupção das atividades forçou a aceleração de um modo de vida mais digital, gerando uma nova era no consumo e afetando seus costumes em todos os aspectos da vida.

Em relação aos itens não alimentícios, antes do novo coronavírus as compras nas lojas físicas ainda eram dominantes (47%) em comparação com as compras online, por meio de telefones celulares (30%), computadores (28%) e assistentes de voz inteligentes (15%). Desde então, essas compras tiveram um aumento substancial (celulares 45%; computadores 41%e tablets 33%).

De acordo com os dados da primeira fase do estudo, antes da pandemia, 10,3% dos consumidores disseram fazer compras pela internet diariamente, enquanto 19,9% faziam uma vez por semana e 31,2% uma vez por mês. 

Outros 32,3% realizam compras online algumas vezes por ano, 4% uma vez por ano e 2,3% nunca compraram pela internet. O equipamento mais utilizado para essas compras é o computador (33,9%), seguido do smartphone (31,6%), tablet (18,4%) e assistentes de voz (13,5%).

Lojas físicas
Ainda assim, uma parte ainda prefere ir até uma loja física para a compra porque prefere experimentar o item (43,3%) e por perceber a atividade como um passatempo agradável (36,2%) ou por gostar do aspecto social de visitar a loja (24,9%). A proximidade da loja com o bairro onde o consumidor reside foi um fator influente para a compra pessoalmente para 34,7% dos entrevistados.

“Embora certas tendências estejam em alta há algum tempo, nossa pesquisa mostra que a pandemia aumentou o desejo dos consumidores por transparência, sustentabilidade e conveniência. As empresas mais recompensadas nesse cenário atual são as que estabeleceram a confiança com o consumidor, investiram em uma jornada de compra de ponta a ponta, sem problemas e sem atritos, e priorizaram a saúde e a segurança dos consumidores”, disse o sócio da PwC Brasil, Carlos Coutinho.

Da Agência Brasil

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

E-commerce fatura R$ 26,4 bi no 1º semestre, liderado por não-duráveis

Foto: Pixabay
O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 26,4 bilhões no primeiro semestre de 2019, indicando um crescimento de 12% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com dados do relatório Webshoppers, produzido pela Ebit/Nielsen. Em volume, o número de pedidos cresceu 20% na mesma base de comparação, para 65,2 milhões.

Entre janeiro e junho, as compras nos segmentos de Alimentos e Bebidas e Petshop aumentaram 82% e 144%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior. Conforme o relatório, o consumidor nessas áreas compram de forma mais frequente do que a média e são chamados de heavy users. Fazem parte desse grupo, pelo critério da Ebit/Nielsen, consumidores que realizaram mais de três compras nos últimos seis meses.

Do total de consumidores do primeiro semestre, 18,1%, ou 5,3 milhões, realizaram a sua primeira compra online. "Estamos vivendo um momento de novas experiências por estes consumidores. Alguns usando o canal pela primeira vez, numa migração do offline para o online, outros experimentando novas lojas online e mesmo desembolsando em categorias que, até então, não haviam sido exploradas", afirma Ana Szasz, líder da Ebit/Nielsen, em nota.

No relatório, a Ebit Nielsen destaca ainda o crescimento nas vendas e no faturamento do e-commerce (transações comerciais realizadas por dispositivos móveis), também impulsionados por bens de consumo imediato. O faturamento neste segmento cresceu 36%, enquanto o volume de pedidos aumentou 42% nos primeiros seis meses do ano ante igual período do ano anterior.

Para o ano de 2019, a Ebit/Nielsen estima aumento de 12% nas vendas online, para R$ 59,8 bilhões, acréscimo de 18% no número de pedidos, somando 144 milhões, e queda de 4% no tíquete médio, para R$ 415.

Da Agência Brasil

domingo, 24 de fevereiro de 2019

E-commerce cresce mais que o varejo tradicional no Brasil

Comércio eletrônicoFoto: Reprodução/Internet
Apesar de o brasileiro ainda evitar compras desnecessárias, o comércio eletrônico faturou R$ 69 bilhões no Brasil em 2018. Com isso, o chamado e-commerce cresceu 15%, enquanto o varejo tradicional cresceu apenas 2,3% no País, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). É um bom resultado que, para o setor, mostra que o consumidor está cada vez mais disposto a trocar as compras físicas por compras virtuais. 

“O comércio online tem crescido cinco vezes mais que o off-line no mundo. É uma tendência. E os números do Brasil mostram isso. Apesar de o consumo ainda estar retraído no País por conta da crise, o e-commerce teve um crescimento significativo porque novos consumidores passaram a testar as compras online”, explicou a líder comercial da consultoria Ebit|Nielsen, Ana Szasz, dizendo que, só em 2018, o e-commerce ganhou 10 milhões de novos consumidores no Brasil. E foi por isso que, além do faturamento, o e-commerce ampliou em 10% o número de transações, chegando à marca de 123 milhões de pedidos online com tíquete médio de R$ 434, segundo a Ebit|Nielsen.

“O e-commerce cresce muito por conta do que representa para o consumidor: facilidade, praticidade e a comodidade de comprar do conforto da sua casa, comparando preços, produtos e ofertas. E a tendência é continuar crescendo, porque muitas pessoas ainda estão conhecendo o universo digital”, reforçou o diretor da ABComm, Maurici Junior, destacando que, por isso, o Nordeste tem registrado a maior taxa de crescimento no uso do e-commerce no Brasil: 27% de aumento, segundo a Ebit|Nielsen. “A região vem ganhando maturidade digital. Por isso, o e-commerce tem ganhado muita força”, explicou Junior, dizendo que a expansão da internet móvel também ajuda a ampliar o setor, tanto que 33% das vendas online já vêm de smartphones e tablets. Confira na íntegra, clique AQUI.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

28% dos internautas utilizam sites de ofertas e descontos

Imagem: Divulgação/Reprodução | Internet
Os sites e aplicativos de descontos já fazem parte da rotina de compra dos brasileiros. De acordo com pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 28% dos consumidores que compraram pela internet no último ano têm o hábito de utilizar sites e aplicativos de descontos. De acordo com o levantamento, entradas para shows, teatro, cinema e casas noturnas (43%) são os itens mais adquiridos. Em seguida, aparecem restaurantes e bares (39%), além dos tratamentos estéticos (26%), delivery (26%) e pacotes de viagens (21%). Em média, o valor das compras realizadas é de R$ 155,14, sendo maior entre os homens (R$ 178,29) e nas classes A e B (R$ 195,64).

De acordo com o estudo, seis em cada dez entrevistados (57%) disseram ter reduzido a quantidade de itens adquiridos nesses sites e aplicativos frente aosanos anteriores, enquanto 20% compraram mais. Embora o levantamento mostre que o volume de aquisições tenha caído, a grande maioria avalia de forma positiva sua experiência de compra: 89% mostram-se satisfeitos com os produtos e serviços adquiridos em sites de ofertas e descontos.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, alerta para as tentações das ofertas na hora de comprar, que podem comprometer o orçamento. “O brasileiro já se acostumou a procurar por bons descontos na internet, mas é preciso cautela para não exagerar no consumo. Todo cuidado é pouco com as compras por impulso. Vale sempre avaliar se o produto adquirido é algo necessário para depois não ser sequer usado”, observa.

A pesquisa também aponta que muitas vezes os consumidores acabam não aproveitando os descontos adquiridos, o que implica em algum tipo de prejuízo. Apenas 43% dos internautas disseram ter usufruído de todos os cupons promocionais adquiridos — o que aumenta para 50% entre as mulheres. Entre os itens que não foram usados estão kits de festa (24%); roupas, calçados e acessórios (23%); cupons para academia (23%) e peças, serviços de manutenção ou lavagem de automóveis (23%). Por lado, 39% não usufruíram de alguns vouchers comprados, enquanto 18% não chegaram a utilizar nenhum deles.

Dentre os 57% que não utilizaram todos ou parte dos produtos e serviços comprados por meio de sites ou aplicativos de descontos, as principais justificativas são perda do prazo de utilização ou validade do cupom expirado (35%), regulamento e datas pré-definidas não atendiam as necessidades do consumidor (23%) e problemas de acesso ao local do serviço, que se encontra longe da residência ou trabalho (21%).

Fonte: CNDL e SPC Brasil

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Sebrae e E-Commerce Brasil lançam pesquisa sobre varejo on-line

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) quer conhecer melhor os negócios de e-commerce brasileiros para formular estratégias e ações que fortaleçam os pequenos negócios desse mercado. Por isso, está realizando, em parceria com a E-commerce Brasil, a 3ª Pesquisa Nacional do Varejo Online com os donos de empresas que atuam no comércio eletrônico.

O objetivo da pesquisa é levantar dados do perfil das empresas, indicadores de gestão e da operação das lojas virtuais no Brasil de forma a disseminar informações sobre o Comércio Eletrônico e construir uma série histórica. As informações obtidas a partir da contribuição das empresas convidadas a participar da pesquisa serão importantes para a formulação de estratégias que ajudem o empresário a melhorar a gestão da empresa, organizar as finanças, a logística e, consequentemente, aumentar o faturamento.

A pesquisa é on-line, pode ser respondida no link e a duração de preenchimento é de aproximadamente sete minutos. De acordo com o código de ética das empresas de pesquisa, as entidades asseguram que a identidade do respondente será mantida em sigilo.

Para o Sebrae, a pesquisa, realizada desde 2014, também contribui para compreender as necessidades e oportunidades do comércio eletrônico. O E-commerce Brasil é parceiro da ação, pois acredita que ter essa radiografia vai trazer ainda mais valor e soluções para o varejo on-line nacional, além de fortalecer o setor. Os resultados da pesquisa serão divulgados dia 26 de julho no Forum E-Commerce Brasil, em São Paulo.

Agência Sebrae de Notícias - ASN

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