© 2014 - Todos os Direitos Reservados ao Blog Negócios e Informes. Tecnologia do Blogger.

Mostrando postagens com marcador IPCA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador IPCA. Mostrar todas as postagens

domingo, 28 de abril de 2019

Prévia da inflação de abril é a maior desde 2015

Simone Melo é dona de bufê e diz que está difícil balancear
os preços  que encontra nas prateleiras com o serviço
que oferece. Foto: Vinicius Cardoso Vieira/CB/D.A Press
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação, variou 0,72% em abril, aumentando em relação à taxa de 0,54% em março. Essa foi a maior taxa para o mês desde junho de 2018, quando ocorreram os efeitos da última greve dos caminhoneiros. Além disso, o resultado foi o mais expressivo para o mês desde 2015, quando variou 1,07%. Os números surpreenderam os economistas, que devem revisar a projeção de inflação de 2019.

Mesmo assim, a expectativa dos analistas é de que o IPCA, que é a taxa oficial, fique abaixo do centro da meta, que é de 4,25%. Atualmente, segundo o relatório Focus, do Banco Central, as estimativas estão em 4,01%.

Segundo o IBGE, a variação da prévia da inflação foi de 4,71% no acumulado de 12 meses. O economista-chefe da Nova Futura Investimentos, Pedro Paulo Silveira, ressaltou que os alimentos e os combustíveis são os vilões de abril. “As estimativas para a inflação de 2019 serão revistas para cima, já que as altas do dólar e do petróleo serão reforçadas pelos efeitos importantes da gripe suína que está produzindo um enorme choque de oferta na China. A nossa estimativa para o IPCA de 2019 tende a ficar acima de 4,10%”, destacou.

O economista-chefe da Spinelli Investimentos, André Perfeito, destacou que a taxa deverá ficar próximo de 4% ao término de 2019. “Há muito impacto de combustíveis por conta do preço do petróleo, e não trabalhamos com a hipótese de alta indiscriminada do produto. Já o aumento na alimentação pode ser mais persistente. E, por isso, fica mais evidente que possíveis cortes na taxa Selic não devem acontecer”, destacou.

Os juros estão em 6,5% ao ano e são utilizados, de certa forma, para controlar a inflação. Com a demanda fraca, o índice é o mais baixo da série histórica, mas novas reduções não devem ser feitas pelo Banco Central (BC). Segundo analistas, há riscos de pressões inflacionárias a partir de 2020 com uma possível frustração da reforma da Previdência.

Confira a matéria completa, clique AQUI!

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Economistas diminuem expectativa para o PIB em 2018

Produto Interno BrutoFoto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
A expectativa para o crescimento econômico deste ano voltou a cair. Segundo pesquisa Focus do Banco Central, divulgada nesta segunda-feira (16), a previsão é de que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 será de 1,5%. A projeção anterior previa expansão de 1,53%.

Para 2019, a expectativa é mantida com o crescimento de 2,5% do PIB. Também nesta segunda, foi divulgado o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), com queda de 3,34% em maio sobre o mês anterior. O índice foi afetado pela paralisação dos caminhoneiros.

O indicador oficial da inflação, contudo, apontou para baixo. Segundo a pesquisa, a previsão de alta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu para 4,15% em 2018, diante dos 4,17% da semana anterior. Para 2019, a expectativa continua em 4,10%.

Entre outros índices divulgados pela Focus, o dólar tem previsão de R$ 3,70 para este ano, enquanto as taxas de juros ficaram inalteradas. A expectativa é de que a Selic termina 2018 a 6,5%, podendo crescer até 8% em 2019.

Da Folha de PE


segunda-feira, 2 de abril de 2018

Banco Central reduz projeção da inflação para 3,8% este ano

Imagem: Divulgação/Reprodução-Internet
O Banco Central reduziu a estimativa da inflação para este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,2% para 3,8%, de acordo com o Relatório de Inflação, divulgado hoje (29) pela internet, em Brasília.
Essa é a projeção do cenário central, elaborada com base em perspectiva de taxa de juros (6,5% ao ano) e câmbio (R$ 3,30, no fim de 2018) do mercado financeiro (pesquisa Focus).
A estimativa ficou mais distante do centro da meta de inflação, que é 4,5% este ano. Para 2019, o centro da meta é 4,25% e 2020, 4%. O intervalo de tolerância é 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Para 2019, a projeção para o IPCA caiu de 4,2% para 4,1%. A estimativa para 2020 passou de 4,1% para 4%.
No relatório, o BC reafirmou a visão de que a taxa básica de juros, a Selic, pode voltar a ser reduzida em 0,25 ponto percentual, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em maio.
A interrupção do ciclo está prevista para a reunião de junho. Para o BC, uma nova redução da Selic reduz o risco de a inflação demorar a chegar ao centro da meta. A Selic passou pelo 12º corte seguido este mês, ao ser reduzida em 0,25 ponto percentual, caindo para 6,5% ao ano.

Crescimento da economia

O Banco Central (BC) manteve a previsão do crescimento da economia este ano. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, segue em 2,6%, de acordo com o Relatório de Inflação, divulgado hoje (29), em Brasília.
A estimativa para a produção da agropecuária é de recuo de 0,3% no ano, ante estimativa de contração de 0,4%, divulgada em dezembro, após crescimento de 13% em 2017 – resultado recorde. A projeção para o desempenho da indústria foi elevada de 2,9% para 3,1%.
Para os investimentos – Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) – a previsão subiu de 3% para 4,1%. Segundo o BC, a melhora na projeção para os investimentos está “associada à trajetória favorável nos índices de confiança dos empresários, à redução do endividamento das empresas no sistema financeiro e aos efeitos do ciclo de flexibilização na política monetária [redução da taxa básica de juros, a Selic, o que estimula a economia]”.

Consumo das famílias deve ficar em 3%

A previsão para o crescimento do consumo do governo ficou em 0,5%, ante projeção de 1% em dezembro. A projeção para o consumo das famílias foi mantida em 3%, “em linha com expectativa de evolução favorável da massa salarial ampliada e do crédito à pessoa física”.
As exportações e as importações de bens e serviços devem variar 4,9% e 6,8% em 2018, diante de projeções respectivas de 4% e 6% do Relatório de Inflação de dezembro.
“A elevação na projeção para as exportações reflete o desempenho positivo nos primeiros meses do ano, em certa medida explicado por exportação de plataforma de petróleo, e as perspectivas mais favoráveis de vendas externas de produtos primários”, diz o relatório do Banco Central.
Já o aumento das importações decorre da melhora nas projeções de crescimento da indústria e dos investimentos, com consequente aumento nas compras de insumos, máquinas e equipamentos.
Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Reajuste | Conta de água terá aumento de 7,88% a partir de março

Imagem: Divulgação/Reprodução
As contas de água ficarão 7,88% mais caras a partir de 20 de março. A Agência de Regulação de Pernambuco (Arpe) publicou o percentual no Diário Oficial do estado e autoriza a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) a reajustar as tarifas do abastecimento de água e de esgotamento sanitário.

O cálculo para chegar ao percentual inclui os medidores oficiais de aumento de preços, como o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e o Índice Geral de Preços de Mercado (IGPM) dos últimos 12 meses. Os destaques do aumento de despesas da Compesa são energia elétrica e déficits gerados pelas áreas do estado que consomem água por meio de carros-pipa. Para se ter ideia, os balanços da Compesa de agosto de 2015 a julho de 2016 mostram uma defasagem de quase R$ 3,5 milhões para abatecer com carro-pipa as regiões do interior de Pernambuco. 

Do Diario de PE

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Economistas aumentam para 7,36% projeção para inflação

Marcos Santos/USP Imagens
Economistas e instituições financeiras consultados pelo Banco Central aumentaram de 7,34% para 7,36% a projeção para a inflação neste ano, segundo Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (12).

A piora ocorre dias após a divulgação de que o IPCA (índice oficial de preços) de agosto desacelerou, embora tenha avançado 0,44%. A desaceleração foi causada, principalmente, por aumentos mais fracos do grupo de alimentos e bebidas.

Foi a maior taxa para agosto desde 2007, quando o IPCA avançou 0,47%. No acumulado do ano, a taxa ficou em 5,42%, acima do centro da meta de 4,5%, porém, abaixo do teto de 6,5%. Nos 12 meses encerrados em agosto, o IPCA esteve em 8,97%.

Para 2017, a previsão para o IPCA foi mantida em 5,12%, dentro da meta estabelecida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) -4,5% com 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Em 2018, a expectativa é que o índice oficial de preços caia para 4,5%.

Apesar da piora na projeção para a inflação, o mercado melhorou a perspectiva para a retração do PIB (Produto Interno Bruto) de 2016. A previsão de queda passou de 3,20% na pesquisa passada para 3,18% nesta semana. Para o próximo ano, a perspectiva de crescimento se manteve em 1,30%.

Em relação à taxa de juros, a expectativa para a Selic foi mantida em 13,75% neste ano e em 11% no próximo. A projeção ocorre após o Banco Central indicar que vê espaço para cortar os juros, que hoje estão em 14,25% ao ano, mas dependendo do comportamento da inflação e da aprovação de medidas de ajuste fiscal.

Ao detalhar a decisão de manter os juros em 14,25%, o Copom argumenta que há "riscos de curto prazo" para a inflação no país e diz que a elevação de preços de alimentos persiste.
A previsão para a taxa de câmbio caiu de R$ 3,26 para R$ 3,25 em 2016 e se manteve em R$ 3,45 em 2017.

Do Folhapress





sábado, 20 de fevereiro de 2016

Reajuste | Conta de água terá aumento de 10,69% a partir de março

Imagem: Divulgação/Reprodução
O consumidor pode ir preparando o bolso. A partir de 20 de março, a conta de água vai ter um reajuste de 10,69%. O impacto do aumento deve ser sentido integralmente na conta de maio, segundo o diretor de Regulação da Agência de Regulação de Pernambuco (Arpe), Hélio Lopes.

O aumento foi uma média de dois dos principais índices usados para medir a inflação que é o IGPM e o IPCA. O primeiro ficou em 10,95% e o segundo em 10,71% no período de 1 de fevereiro de 2015 a 31 de janeiro de 2016.

Em 2015, ocorreram dois reajustes. O anual - que entrou em vigor em março do ano passado - que ficou em 8,35% e um reajuste em maio de 3,51% para compensar a alta dos reajustes de energia que impactaram o serviço da Compesa, que consome muita energia.

Do JC Online

Acompanhe-nos no Facebook


Publicidade


!

!
!
!

!

!

!

!
!
!
!
!

!
! !
!

!

Você é o Visitante:

Acessos em Tempo Real

Previsão do Tempo em Surubim

Blogs e Sites Parceiros

Arquivo do blog

Curta Nossa FanPage - Muito Obrigado!

Internautas On Line

(81) 9925.8297 // negocioseinformes@gmail.com