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sábado, 5 de outubro de 2019

Brasil e Argentina assinam acordo de livre comércio automotivo

Setor automotivoFoto: Arquivo/Agência Brasil
Brasil e Argentina assinaram nesta quinta-feira (3), em Montevidéu, o acordo comercial para o setor automotivo. O tratado prevê o livre comércio de bens automotivos, a partir de 1º de julho de 2029, sem quaisquer condicionalidades. Até que se atinja o livre comércio em definitivo, o pacto prevê aumentos graduais, com efeitos imediatos, dos volumes intercambiados sem a cobrança de tarifas.

A negociação foi concluída no dia 6 de setembro, no Rio de Janeiro, pelos Ministros da Economia do Brasil, Paulo Guedes, e da Produção e Trabalho da Argentina, Dante Sica e agora firmado pelos diplomatas dos dois países.

Os acordos anteriores entre Brasil e Argentina para o setor automotivo vinham sendo renovados periodicamente. O novo texto, no entanto, tem validade indeterminada.

Os produtos automotivos correspondem à metade do comércio de bens entre os dois países. Em 2018, as exportações brasileiras desse setor para a Argentina chegaram a US$ 7,5 bilhões.

Em nota conjunta, os Ministérios da Economia e das Relações Exteriores informaram que o acordo traz segurança jurídica e previsibilidade de investimentos para importante parcela da indústria nacional. Segundo as duas pastas, o tratado também facilitará a adequação do setor automotivo à união aduaneira do Mercosul, onde os demais produtos circulam sem tarifas e são exportados para fora do bloco com tarifas externas comuns.

Da Agência Brasil

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Brasil e Argentina assinam acordo automotivo no âmbito do Mercosul

O ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes, e o ministro de Produção e Trabalho da Argentina, Dante SicaFoto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
O ministro argentino disse que tanto Argentina quanto Brasil estão em um processo de integração inteligente de ter maior conexão com o resto do mundo

O Brasil e a Argentina assinaram um acordo automotivo no âmbito do Mercosul, com vistas à liberação completa desse setor até 2029, quando entrará em vigor o acordo com o bloco e a União Europeia. O documento foi assinado pelo ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes, e o ministro da Produção e Trabalho da Argentina, Dante Sica. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira (6), no prédio histórico do Ministério da Fazenda, no centro do Rio, onde Guedes costuma despachar quando está na cidade.

“Após décadas em torno de uma direção que era movida por substituição de importações, economias fechadas e a ideia de autossuficiência econômica, nós finalmente decidimos, como país, abrir a economia. Encontramos no governo argentino a mesma disposição. Nossa decisão estratégica é de uma abertura gradual, porém segura”, disse Guedes.

O ministro disse que vai abrir a economia do Brasil. “Com acordos bilaterais, cada vez mais abrangentes, de forma que tenhamos tempo de fazer nossas reformas. Simplificação de impostos, desoneração de folhas de pagamento, de forma a aumentar a competitividade da indústria brasileira”, disse. A intenção, segundo Guedes, é abrir e integrar a economia brasileira às cadeias globais, ao mesmo tempo em que se aumenta a competitividade. Continue lendo, clique AQUI!

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Após acordo, governo prepara medidas compensatórias para setores do vinho e do leite

Ministra da Agricultura, Tereza CristinaFoto: Arquivo/Agência Brasil
A ideia é que os setores se modernizem durante a transição de implementação do tratado de livre comércio assinado entre o Mercosul e a União Europeia.

O governo Jair Bolsonaro prepara medidas para atender produtores agrícolas de setores que devem ser afetados pelo acordo de livre comércio assinado entre o Mercosul e a União Europeia.

A ideia, segundo disse a ministra Tereza Cristina (Agricultura) nesta quarta-feira (3), é dar condições para que as cadeias produtivas do vinho e do leite possam se modernizar durante o período de transição de implementação do tratado -ou seja, antes que bens concorrentes europeus comecem a ser vendidos no Brasil livre das barreiras de importação.

A ministra afirmou que o governo deve criar em breve um fundo destinado para o setor de vinhos e espumantes. Trata-se de uma área sensível, uma vez que os produtores nacionais estão preocupados com a concorrência de bebidas europeias, muitas vezes de melhor qualidade.

O fundo deve ser constituído de uma parcela do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) cobrado sobre vinhos e espumantes. O dinheiro, estimado pelo governo em cerca de R$ 150 milhões, deve ser direcionado, por exemplo, para a renovação de videiras e parreirais e para melhorias logísticas, a partir da abertura de linhas de crédito.

A proposta do fundo deve ser encaminhada via Medida Provisória ou projeto de lei, segundo informações do governo. "Esse setor vai ter uma ajuda para que ele possa se modernizar e ser competitivo", afirmou a ministra.

A estratégia do Ministério da Agricultura é que, com esse estímulo, os produtores nacionais possam melhorar a qualidade dos seus produtos nos próximos anos. Soma-se a isso medidas que foram negociadas no acordo para a adaptação ao ambiente de livre comércio de produtos considerados mais sensíveis.

Não terão seus impostos reduzidos, por exemplo, vinhos a granel, mostos e sucos de uva. Espumantes com preço acima de US$ 8 por litro também só terão as tarifas derrubadas após 12 anos. Já vinhos em recipientes de até cinco litros e champanhes terão um período de transição de oito anos até a liberalização comercial.

Tereza Cristina disse ainda que o governo prepara medidas de estímulo para a cadeia de lácteos. A preocupação com os produtores de leite, segundo a ministra, é inclusive anterior às tratativas com a Europa, uma vez que o setor brasileiro é pouco competitivo e já sofre forte concorrência da Argentina e do Uruguai.

A proposta sobre a mesa é isentar a tarifa de importação para aqueles que queiram importar equipamentos que melhorem a qualidade da sua produção, como teteiras e resfriadores. De acordo com a ministra, há hoje no Brasil 1,2 milhão de produtores de leite, muitos deles de pequena escala.

Também constam no acordo do Mercosul com a UE algumas ações para preservar o setor do leite, a partir de restrições quantitativas à entrada de concorrentes europeus livres de tarifas. É o caso, por exemplo, do leite em pó, que tem uma cota de 10.000 toneladas, em 10 anos, de produtos europeus que continuarão sendo tarifados.

Da Folha de PE

sábado, 22 de junho de 2019

Porto de Suape faz acordo com Panamá

SuapeFoto: Rafael Medeiros/divulgação
Aliança tem como foco viabilizar novas rotas marítimas internacionais

Na busca por atrair maiores oportunidades para o desenvolvimento do Porto de Suape, representantes do Governo do Estado e do ancoradouro pernambucano assinam hoje, na Cidade do Panamá, acordo de cooperação técnica com a Autoridade do Canal do Panamá.

No acordo, que terá validade de dois anos, as partes se comprometem a empreender iniciativas conjuntas como esforços de mercado para a propagação dos benefícios resultantes da expansão do canal e da interconexão que oferece a localização estratégica do Porto de Suape na rota marítima.

Também prevê o intercâmbio de informações no desenvolvimento de estratégias de comercialização; realização de estudos conjuntos sobre áreas de interesses; partilha de informações sobre melhorias e/ou esforços de modernização com objetivo de aumentar a demanda ou evolução dos serviços de transporte; além de poderem compartilhar experiências de sustentabilidade.

“O acordo será muito positivo para o Porto de Suape, pois vai viabilizar novas rotas marítimas internacionais, vislumbrando o nosso segundo terminal de contêineres. Isso se refletirá em aumento na movimentação de cargas e incremento nos negócios do porto”, explicou o presidente do complexo, Leonardo Cerquinho.

Ele lembra que desde que com a expansão do Canal, em 2016, houve uma mudança na navegação pelas rotas internacionais que ligam o Pacífico, o Atlântico e o Golfo do México, alterando a lógica do tráfego marítimo e atingindo os mercados nas Américas Central e do Sul. Nesse contexto, o Porto de Suape tem um enorme potencial para se consolidar como um hub port, não só pela localização como pela infraestrutura que possui, atraindo as cargas de grandes navios da Ásia que passam pelo Canal. 

Segundo o secretário de desenvolvimento de Pernambuco, Bruno Schwambach, a assinatura do termo de cooperação reforça o compromisso do governo na busca por parceiros internacionais “Estamos buscando parceiros internacionais que tenham operações com grandes portos e grandes armadores. O Canal do Panamá é um deles, onde pretendemos fazer uma sinergia muito boa, tendo em vista a conexão que ele faz entre o Pacífico e costa leste da América do Sul. Então, vamos atrás desses parceiros para o Porto de Suape e para Pernambuco, mostrando todo o nosso potencial”, comentou o secretário.

Parceria Pública-Privada
Os gestores pernambucanos vão participar de segunda a sexta, também no Panamá, da Semana de Sustentabilidade do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Lá, se encontrarão com executivos responsáveis por Parcerias Público-Privadas (PPPs) para discutir oportunidades e a participação do BID em projetos estratégicos para Pernambuco.

Da Folha de PE

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Magazine Luiza fecha compra da Netshoes

Foto: Blog Negócios & Informes
Acordo está avaliado em R$ 244 milhões, mas ainda depende de aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica)

A Magazine Luiza fechou um acordo para a compra do site de artigos esportivos Netshoes por US$ 62 milhões (R$ 244 milhões). A operação depende de aval de acionistas da Netshoes e também do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). 

Segundo a Magazine Luiza, foi firmado um acordo com acionistas detentores de aproximadamente 47,9% das ações da Netshoes pela aprovação da proposta em assembleia -a empresa precisa de dois terços dos acionistas. Após a conclusão da aquisição, o ecommerce passará a ser uma subsidiária da Magazine Luiza.

Em fato relevante divulgado ao mercado, a varejista diz ter acertado o pagamento de US$ 2 por ação em dinheiro, abaixo do valor de fechamento das ações nesta segunda, que encerraram a US$ 2,65 na Bolsa de Nova York. Além da Magazine Luiza, a B2W (que controla Submarino e Americanas.com) também tentou comprar a varejista online.

A Netshoes abriu capital há dois anos, mas desde então vinha sendo penalizada por investidores por seu endividamento elevado e crescimento do prejuízo. Desde o IPO, os papéis recuaram 85,3% na Bolsa.

No terceiro trimestre de 2018, dado mais recente divulgado pela companhia, a Netshoes registrou prejuízo líquido de R$ 140,6 bilhões, quase duas vezes maior que o de um ano antes. A receita com vendas havia recuado 3,2%. A dívida total da empresa era de R$ 228,2 milhões no terceiro trimestre de 2018. 

A Netshoes foi fundada em 2000 como uma loja física de calçados em São Paulo, por Marcio Kumruian e Hagop Chabab. Com o fracasso nas vendas, o negócio migrou para a internet.

Além da Netshoes, o grupo tem ainda o varejo de moda Zattini e operava no segmento de suplementos alimentares a outros varejistas, negócio que foi encerrado no ano passado.

Da Folha de PE

domingo, 10 de fevereiro de 2019

CNI: novos acordos comerciais poderiam ser mais vantajosos ao Brasil

Foto: Agência Brasil/Arquivo.
O governo brasileiro negocia atualmente pelo menos quatro importantes acordos de livre comércio, entre eles entre o Mercosul e a União Europeia, considerado o mais aguardado. Levantamento inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que mais produtos brasileiros poderiam ser beneficiados se o país tivesse acordos com economias onde ainda não há nenhuma negociação em andamento. É o caso, por exemplo, dos Estados Unidos (EUA). Segundo a entidade, há oportunidades em grupos de produtos de setores como alimentos, químicos, veículos automotores, madeira, couro e calçados. Há vantagens em potencial também com a África do Sul e com países da América Central que fazem parte bloco regional Sistema de Integração Centro-Americana (Sica), formado por Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá e República Dominicana. Ao todo, 134 grupos de produtos poderiam ser beneficiados. 

Nas economias com as quais o Brasil negocia diretamente, como Canadá, Coreia do Sul e a Associação Europeia de Comércio Livre (EFTA) - formada por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein -, há oportunidades, mas elas são bem menores. Para chegar a esse resultado, a CNI cruzou os dados de sete estudos que tratam das oportunidades para as exportações brasileiras, com as tarifas cobradas dos produtos nacionais que poderiam ser reduzidas ou zeradas em um acordo comercial.

"Não é que deve haver uma reorientação das atuações negociações, mas é preciso abrir novas negociações de acordos comerciais, porque o estudo mostra que temos mais oportunidades com países com os quais ainda não estamos negociando", explica Diego Bonomo, gerente executivo de Assuntos Internacionais da CNI. Para se ter uma ideia, dos 134 grupos de produtos brasileiros exportados para os EUA, 70 enfrentam altas tarifas de importação, como o imposto cobrado sobre fumo (77,8%), veículos (25%), carne bovina (10,9%), partes de calçados (9,%) e polietileno (6,5%). No caso EFTA, bloco com o qual o Brasil já negocia um acordo, o número de produtos que enfrentam tarifas de importação é menor, cerca de 39. 

"Mais negociações em andamento fazem com que os países queiram competir entre si pelo acesso preferencial ao mercado brasileiro. Você não cria nenhum estímulo para o europeu fechar uma negociação, por exemplo, se ele não se sente ameaçado por outro país, como os EUA e o Japão, que também poderiam estar negociando com o Brasil. É o que as grandes potências fazem, elas estabelecem essa dinâmica de negociar vários acordos ao mesmo tempo", argumenta Bonomo, da CNI.

Confira na íntegra, clique AQUI!

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