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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Estados, municípios e estatais fecham 2019 no azul

Foto: Marcos Santos/USP Imagens
As contas de estados, municípios e estatais encerraram 2019 no azul. O saldo positivo trouxe alívio parcial para o resultado primário do setor público, que inclui o rombo do governo federal.

De acordo com dados divulgados pelo BC (Banco Central) nesta sexta-feira (31), a diferença entre receitas e despesas em 2019 levou a um superávit de R$ 15,2 bilhões nos governos regionais e de R$ 11,8 bilhões nas empresas públicas.

No governo federal, o saldo ficou negativo em R$ 88,9 bilhões. A soma de todos os resultados levou a um déficit de R$ 61,9 bilhões no setor público consolidado em 2019. É o menor rombo registrado em cinco anos.

Com isso, o governo cumpriu com folga a meta estabelecida para este ano, de déficit de R$ 132 bilhões.

O resultado veio dentro da previsão feita pelo Tesouro Nacional no fim do ano passado. Em dezembro, o órgão afirmou que as receitas de concessões de petróleo e a dificuldade de ministérios em gastar verbas originalmente previstas levariam o saldo consolidado do ano a um déficit entre R$ 60 bilhões e R$ 80 bilhões.

No ano, o gasto nominal com juros da dívida pública registrou queda, indo de R$ 379,2 bilhões em 2018 para R$ 367,3 bilhões em 2019.

A dívida bruta do governo geral -que inclui o governo federal, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e os governos estaduais e municipais- alcançou R$ 5,5 trilhões. O saldo em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) também caiu. O recuo da dívida bruta foi de 0,8 ponto percentual, indo a R$ 75,8% do PIB.

O dado das estatais no ano passado foi inflado por um aporte feito pelo governo e que surpreendeu inclusive técnicos do Ministério da Economia. Em 2019, a capitalização de empresas públicas somou R$ 10,1 bilhões, sendo R$ 7,6 bilhões repassados em dezembro à Emgepron (Empresa Gerencial de Projetos Navais) para a construção de corvetas (navios militares).

Esse repasse acabou ampliando o déficit fiscal do governo federal, ao mesmo tempo em que impulsionou o superávit das estatais.

Por: FolhaPress

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Governo pretende lançar plano de privatização para 17 empresas

Marcelo Ferreira/CB/D.A Press
Em um evento empresarial na capital Paulista na noite desta terça-feira (20), o ministro da Economia, Paulo Guedes, apontou que o governo deve liberar lista com 17 empresas públicas que passarão por um plano de privatização. Segundo o economista, as escolhas podem “surpreender”.

“Nós vamos acelerar as privatizações. Amanhã (nesta quarta-feira — 21) saem as 17 empresas, e ano que vem tem mais. E nós achamos que vamos surpreender. Tem gente grande aí que acha que não vai ser privatizado, mas vai entrar na faca”, apontou o ministro. As informações são do portal paulista UOL.

Ainda segundo o portal, Guedes lembrou a fusão da Embraer com a Boeing como um padrão a seguido.

Além da questão das privatizações, Guedes também comentou sobre um possível novo imposto “pequenininho” sobre transações bancárias. Segundo o ministro, se a taxa for mínima, ela “não machuca” e apontou que a funcionalidade da arrecadação é um dos objetivos neste tipo de proposta: “Entre um imposto horroroso, muito feio, e a opção por desoneração da folha, prefiro abraçar o feioso a ficar com a oneração da folha do jeito que é hoje”.

Por Correio Braziliense

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