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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Endividados crescem em Pernambuco

Foto: Arquivo/Agência Brasil
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) pernambucano mostrou a quinta alta consecutiva no percentual de endividados, saindo de 66,7% para 66,8% entre novembro e dezembro. Ou seja, mais de seis pessoas em cada dez têm dívidas hoje no estado. Apesar do crescimento dos endividados, a quase estabilidade da taxa é um fato positivo, pois continua abaixo do mesmo período do ano anterior (66,9%), o que confirma a melhora na educação financeira de parte das famílias pernambucanas. Na série histórica, o número de endividados no estado apresentava um movimento de recuos significativos, saindo de 79,8% em 2010 para 53,3% em 2013. Um dos principais fatores do quadro é o ainda deteriorado do mercado de trabalho pernambucano, que segundo o IBGE ainda possui elevada taxa de desocupação e estabilidade no rendimento médio dos ocupados.

Rafael Ramos, economista do Instituto Fecomércio, explica que, o percentual de 66,8% de dezembro equivale a 340.010 famílias endividadas, acréscimo de apenas 553 lares em um mês, já em relação ao mesmo período de 2017, diferente do que foi observado no resultado de novembro, o número de endividados recuou, com 1.381 famílias, em 12 meses, que deixaram o grupo de endividados. Já o percentual das famílias que possuem contas em atraso mostrou alta em dezembro, indo de 26,0% para 26,4%. A situação mais crítica em Pernambuco são as famílias que informam não ter mais condições de pagar as suas dívidas, com a taxa de 12,1% em dezembro de 2018. “Resumindo, estamos evoluindo na questão do endividamento, uma vez que já chegamos a 79,8%, mas ainda estamos longe da média nacional, que foi de 55,8% em dezembro de 2018, uma vez que o estado acumula também uma média de desemprego maior, sendo 11% a taxa brasileira e 16% a pernambucana, além de termos uma renda média menor que o resto do país, o que leva os consumidores do estado a buscarem mais o financiamento que em outras regiões”, explica.

Quando se analisa o resultado por tipo de dívida, verifica-se que o tipo mais apontado continua sendo o cartão de crédito, com modesta queda em relação ao mês anterior, atingindo 93,8%, seguido pelo endividamento com carnês e cheque especial, que representam 22,9% e 5,9%, respectivamente. Vale destacar também que na composição do grau de endividamento as famílias com rendimento mais baixos ainda são as que mais sofrem com o atual quadro. Outra informação importante para a tendência do endividamento em janeiro é de que recente pesquisa do Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) apontou que grande parte da população brasileira pretende se livrar das dívidas no início de 2019, o comportamento é bastante positivo, e confirma a melhora da gestão financeira das pessoas, o que aumenta a probabilidade da taxa de endividamento mostrar manutenção ou modesto recuo. “Ou seja, estamos caminhando para uma melhora, mas é uma caminhada em marcha lenta”, completa Rafael Ramos.

Do Diario de PE

Taxa de endividados e inadimplentes cai de 62,2% para 59,8%

Foto: Arquivo/Agência Brasil
Os percentuais de famílias endividadas e inadimplentes fecharam 2018 em queda, segundo dados divulgados hoje (9) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

As famílias com dívidas (não necessariamente em atraso) eram 59,8% em dezembro de 2018, abaixo dos 60,3% de novembro e dos 62,2% de dezembro de 2017.

Já os inadimplentes, ou seja, aqueles com dívidas ou contas em atraso, somaram 22,8% em dezembro do ano passado, abaixo dos 22,9% do mês anterior e dos 25,7% de dezembro de 2017.

Outro indicador em queda foi o percentual de famílias que não terão condições de pagar suas dívidas ou contas: de 9,7% em dezembro de 2017 e 9,5% em novembro de 2018 para 9,2% em dezembro de 2018.

A proporção das famílias que disseram estar muito endividadas recuou de 12,8% em novembro para 12,4% em dezembro.

Tempo médio

Entre as famílias com contas ou dívidas em atraso, o tempo médio de atraso foi de 63,5 dias em dezembro de 2018, abaixo dos 64,3 dias de dezembro de 2017. O tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias endividadas foi de 6,9 meses.

O cartão de crédito continua sendo o principal responsável pelas dívidas porque 78,1% das famílias com contas atrasadas se endividam com ele. Depois do cartão, aparecem os carnês (14,7%) e financiamentos de carro (10,2%).

Da Agência Brasil

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Inadimplência atinge 62 milhões de brasileiros e afeta 3% do crédito

Foto: Arquivo / Agência Brasil
A taxa de inadimplência ao crédito do sistema financeiro no Brasil chegou a 3,04%, ou em termos absolutos R$ 96,6 bilhões de um saldo total de R$ 3,168 trilhões. Os dados preliminares, relativos ao mês de setembro, são do Banco Central (BC). Os valores não discriminam as contas em vermelho de empresas e pessoas físicas. A inadimplência diz respeito a dívidas em atraso há mais de 90 dias. As informações são da Agência Brasil.

A dívida a bancos, operadores de cartão de crédito, financeiras e leasing aflige metade (52%) dos brasileiros com "nome sujo" no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Conforme o birô de crédito, em setembro, 62,6 milhões de pessoas estavam "negativados", equivalente à população da Itália ou pouco menos de um terço da população adulta com 20 anos ou mais -conforme cálculo do IBGE, há 209 milhões de brasileiros,194 milhões com idade a partir de 20 anos.

Em relação às instituições financeiras, tabela das Estatísticas Monetárias de Crédito, disponível para download na página do BC, a inadimplência junto a essas instituições equivalem a 2,7% dos saldos. No caso das instituições financeiras privadas nacionais, a proporção é de 3,8%. Para as instituições financeiras estrangeiras, o percentual é de 2,6%.

A maior parte do montante da inadimplência é devida aos bancos públicos (46,27%). Em segundo lugar, às instituições privadas de capital nacional (41,28%). Em terceiro lugar, às instituições de capital estrangeiro (12,45%). "A inadimplência sempre cresce com o desemprego. Quando o país entrou em crise, a partir de 2014, nós tínhamos 51,8 milhões de CPF negativados. A crise, de 2014 pra cá, colocou mais 10 milhões na inadimplência", descreve Luiz Rabi, economista da Serasa Experian.

Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil, confirma que a recuperação do trabalho, e portanto da renda, é o que faz com que quem esteja inadimplente possa colocar em dia as contas em atraso, especialmente os mais pobres. "Quando o consumidor que tem a renda menor voltar para o mercado de trabalho, ele vai pagar a dívida, resolver esse problema."

Da Agência Brasil

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Queda | Inadimplência do consumidor cai 0,41% em dezembro, dizem SPC e CNDL

O número de consumidores inadimplentes caiu 0,41% em dezembro na comparação com novembro, informaram nesta terça-feira, 10, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Contudo, em relação a dezembro de 2015 o indicador continuou avançando 1,44%, mas, segundo o SPC e a CNDL, é a menor variação para um ano desde o início da série histórica. 

Desta maneira, o País atingiu 58,3 milhões de pessoas inadimplentes em dezembro de 2016, ou 39% da população adulta brasileira, após 700 mil pessoas terem ingressado na lista durante o ano. Em 2015, o aumento de consumidores inadimplentes foi de 2,5 milhões. 

Imagem: Divulgação/Reprodução Facebook
"A explicação para a desaceleração do crescimento da inadimplência desde o primeiro trimestre do ano reside no fato de que o próprio cenário de recessão da economia, que reduziu a capacidade de pagamento das famílias, também restringiu a tomada de crédito por parte dos consumidores", afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro. "Isso quer dizer que o consumidor encontra mais dificuldade para se endividar e, sem se endividar, não pode ficar inadimplente", explica.

Na divisão regional, o Sudeste concentra o maior número absoluto de CPFs inadimplentes: 24,23 milhões (37,3% da população adulta da região). O Nordeste aparece em segundo lugar no ranking de devedores, com 15,74 milhões de pessoas (39,7% da população adulta). Em seguida, vem o Sul (7,96 milhões ou 35,8% dos adultos), o Norte (5,34 milhões ou 46% da população adulta residente) e o Centro Oeste (4,99 milhões de inadimplentes, o que representa 43,8% da sua população). 

Já a faixa etária com maior incidência de inadimplência é de 30 a 39 anos. Em dezembro, quase metade da população nesta faixa etária (49,38%) tinha o nome inscrito em uma lista de devedores, somando 16,81 milhões de pessoas. O SPC e a CNDL ainda ressaltam o porcentagem significativa entre 25 e 29 anos (46,65%), assim como na faixa etária entre 40 e 49 anos (46,24%). 

O volume de dívidas em nome de pessoas físicas recuou 2,24% na comparação anual entre dezembro de 2016 e o mesmo mês de 2015. O setor de comunicação, que engloba atrasos em contas de telefonia internet e TV por assinatura, foi o que mostrou a maior queda de dívidas em dezembro, com declínio de 17,77% no confronto interanual. Já o setor que apresentou a maior alta foi o de água e luz, cujo crescimento foi de 13,62%. 

Já em termos de participação, os bancos concentram a maior parte das dívidas existentes no País: 48,26%. Em seguida, aparece o Comércio (20,04%), o setor de Comunicação (13,07%) e o de Água e Luz, que concentra 8,55% do total de pendências.

Da Agência Estado

sexta-feira, 1 de abril de 2016

"Lidando com a inadimplência" foi tema de Palestra na Faculdade Duarte Coelho

Aconteceu na noite desta quinta-feira (31) na Faculdade Duarte Coelho em Surubim, uma palestra com o consultor do Sebrae, José Ciqueira, o tema que foi abordado: Lidando com a inadimplência. A abertura do evento foi feita pelo Coordenador da Faculdade, Cristiano Cassimiro. 

O termo inadimplência se refere ao não cumprimento de algo que a pessoa se compromete a fazer, por exemplo, o pagamento de uma dívida. Quando o consumidor não paga o que deve até a data do vencimento, ele se torna inadimplente. O ciclo de palestras será retomado nos próximos dias 19 de abril (Como conquistar clientes) e 20 de abril (Planejando a abertura do seu negócio). A Faculdade Duarte Coelho conta com a parceria do Sebrae e o apoio da Câmara de Dirigentes Lojistas de Surubim. 

Confira algumas imagens registradas por nosso blog:









quinta-feira, 31 de março de 2016

Nesta quinta-feira (31), "lidando com a inadimplência" será tema de Palestra na Faculdade Duarte Coelho

Imagem: Divulgação/Blog Negócios & Informes
A crise econômica de 2016 é inevitável, e deve acertar em cheio a economia brasileira, produzindo estragos ainda maiores. Para superar estas dificuldades, A Faculdade Duarte Coelho e o SEBRAE promovem as seguintes palestras, das 19h às 21h:

31 de março - Lidando com a inadimplência 
19 de abril - Como conquistar clientes 
20 de abril - Planejando a abertura do seu negócio 


Momentos de crises podem ser épocas de grandes oportunidades de negócios. Faça já sua inscrição gratuita, na sede da Faculdade Duarte Coelho, ou pelo telefone (81) 3634 1400. A Câmara de Dirigentes Lojistas de Surubim é uma parceira do evento.

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