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domingo, 13 de janeiro de 2019

Juros baixos e combustível caro aquecem vendas de motos

Quase 1 milhão de motos, que invadem as avenidas, foram
produzidas no polo de Manaus em 2018, até novembro, com
crescimento de 19% em relação ao ano anterior.
Foto: Lenadro Couri/EM/D.A Press
Um dos símbolos da expansão do aumento do consumo da classe C durante o início dos anos 2000, o mercado brasileiro de motocicletas viveu tempos difíceis na última década. As vendas caíram pela metade, afetadas pelo maior rigor dos bancos na liberação de crédito durante a crise e pelas bem conhecidas turbulências na economia.

Esse cenário, porém, parece ser agora apenas uma imagem no retrovisor. De acordo com os números mais recentes da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), as 968.860 motos produzidas entre janeiro e novembro do ano passado representam 19% de aumento sobre a mesma referência medida na temporada anterior.

“Não chegávamos a esse patamar há anos”, diz o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian. Segundo ele, o ritmo produtivo apontava para uma alta de 10%, mas a recuperação da economia trouxe resultados melhores do que inicialmente se imaginava.

As cifras mostram que o mercado de duas rodas reencontrou a estrada do crescimento. Dos R$ 67,8 bilhões no faturamento do Polo Industrial de Manaus (PIM) — onde estão concentrados 98% da produção de motocicletas e bicicletas, com 14 empresas — mais de R$ 9 bilhões vieram das motos. Só em novembro foram entregues exatas 90.108 motocicletas, 8,4% acima do que se viu no mesmo mês de 2017, com 83.106 unidades.

Embora a grande estrela do setor tenham sido as exportações, 2018 foi um ano de retomada do mercado interno. Segundo os números divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o setor fechou o ano passado com alta de 10,47% em relação a 2017, totalizando 940.362 unidades emplacadas.

Foi a primeira vez desde a crise de 2008 que o setor obteve um resultado positivo. “A queda da inadimplência trouxe, como consequência, uma maior oferta de crédito e o aumento de aprovação de fichas cadastrais para financiamentos de motocicletas, principalmente de baixa cilindrada, que representam a maior fatia do mercado”, afirma o vice-presidente da Fenabrave, Carlos Porto. “Outro fator que ajudou a puxar as vendas foi a participação do segmento de consórcios, que representa mais de 30% sobre os créditos concedidos”, completa

Para a Fenabrave, a previsão é de nova alta no setor de motos para este ano. A entidade aposta em expansão de 7,3% em 2019, enquanto no geral, incluindo automóveis, a Fenabrave acredita no avanço de 10,1% dos emplacamentos na comparação com 2018. “Tudo dependerá dos rumos a serem dados pelo novo governo, como a aprovação das reformas necessárias”, afirma Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave. “A sinalização nesse começo do governo já se mostra positiva, com uma agenda de intenso trabalho proposta para os primeiros 100 dias.” 

Confira na íntegra, AQUI.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Finanças | Quanto custariam os carros mais populares do país sem impostos?

O Chevrolet Onix, carro mais vendido no Brasil, deixaria de
custar R$ 33.739,00 para ser vendido por R$ 16.094. Imagem:
Divulgação/Reprodução
Você sabe quanto paga de impostos hora na comprar automóveis no Brasil? Segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), os impostos sobre veículos podem chegar a representar 54,8% do preço final. O percentual inclui as taxas de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e PIS/Cofins, e outros tributos embutidos na cadeia produtiva, e pode variar de acordo com o motor e tipo de combustível do automóvel.

Em carros de motor 1.0 movidos a gasolina, a taxa é de 48,2%. Já carros de motor 1.0 a 2.0 do tipo flex, o imposto é de 52,3%. E nos carros 2.0, o percentual é de 54,8%. Abaixo, preparamos uma lista com os 10 carros mais populares do Brasil, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), e calculamos quanto custaria cada um sem impostos.

Os preços foram calculados de acordo com a tabela da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), considerando o modelo de entrada dos automóveis, mas os valores podem variar de acordo com concessionárias e características dos veículos (como ar condicionado ou travas elétricas). Confira:

1. Chevrolet Onix - o mais vendido do país sairia de R$ 33.739,00 para R$ 16.094. 

2. Fiat Palio - o veículo de R$ 24.623,00 passaria para R$ 11.746.

3. Hyundai HB20 - de R$ 36.614,00 para R$ 17.465.

4. Fiat Strada - sem impostos, o fiat sairia de R$ 45.556,00 para R$ 21.731.

5. Ford Ka - o carro teria seu preço de R$ 39.170,00 reduzido para R$ 18.685.

6. Volkswagen Gol - de R$ 46.541,00 para R$ 22.201.

7. Fiat Uno - o uno deixaria de custar R$ 31.467,00 para ser vendido a R$ 15.010.

8. Volkswagen Fox - o Fox de R$ 39.936,00 custaria R$ 19.050.

9. Renault Sandero - de R$ 33.175,00 para R$ 17.185.

10. Chevrolet Prisma - o carro sairia de R$ 39.686,00 para R$ 18.931.

Do Administradores.Com

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Alarico Assumpção Júnior é empossado novo presidente da Fenabrave para o triênio 2015-2017

Pouco mais de um mês após ser eleito, o empresário Alarico Assumpção Júnior foi empossado ontem (1º) presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) para o triênio 2015-2017. Ele está sucedendo a Flávio Meneghetti, que comandava a entidade desde 2012.
Alarico Assumpção Júnior é empossado novo presidente da da Fenabrave para o triênio 2015-2017. Foto: AutoInforme
Assumpção é concessionário das marcas Volvo, Hyundai e Honda e atua na Fenabrave há 21 anos. Na federação, o empresário de 60 anos já participou do conselho deliberativo, bem como desempenhou as funções de presidente-executivo nos últimos dois triênios, entre 2009 e 2014, e de vice-presidente.

Um dos primeiros compromissos como presidente de Fenabrave será na próxima terça-feira (6) quando a federação divulgará os dados de emplacamentos de veículos de todos os segmentos em dezembro do ano passado e no acumulado de 2014. Na coletiva de imprensa, o novo presidente também deverá anunciar as novas projeções do setor para 2015.

A 1ª vice-presidência da Fenabrave, por sua vez, será ocupada por Luiz Romero Faria. José Carneiro de Carvalho Neto assumirá como 2º vice-presidente. Compõem ainda a vice-presidência executiva os gestores Ricardo Lima, João Batista Simão, Marino Cestari Filho, Sergio Dante Zonta, Paulo de Tarso Costabeber e Antonio Figueiredo Netto.

Com informações da Agência Estado

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