© 2014 - Todos os Direitos Reservados ao Blog Negócios e Informes. Tecnologia do Blogger.

Mostrando postagens com marcador Bebidas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bebidas. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de maio de 2020

Impactado pela Covid-19, setor de bebidas registra queda na demanda e no faturamento

Foto: Divulgação/Reprodução
Com 120 empresas em Pernambuco, as pequenas são as que mais sentem as dificuldades

Engana-se quem pensa que o setor de bebidas está faturando alto em tempos de isolamento social. Isso porque, boa parte das vendas do segmento industrial está associada ao consumo de bares, restaurantes e festas públicas e, por isso, o nicho de mercado também sente fortemente os efeitos da Covid-19. A prova disso está nos dados mais recentes da Pesquisa Industrial Mensal, do IBGE, que revelam recuo do segmento de 18,8% em março deste ano contra março de 2019 no País.

De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias da Cerveja e Bebidas em Geral, do Vinho e de Águas Minerais de Pernambuco (Sindibebe), Ricardo Heráclio, o Estado segue a tendência nacional de retração, situação que vem afetando uma cadeia produtiva que reúne 120 empresas. “Isso acontece porque, neste momento, o consumidor final está optando por garantir os bens essenciais de consumo, evitando gastos com outras despesas em virtude, até, do cenário de incerteza”, afirmou, destacando que o coronavírus chegou a afetar entre 30% e 50% o faturamento das indústrias de bebidas de Pernambuco.

A análise do presidente, inclusive, foi identificada na última pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), que revelou que, assim como confecções, gesso, móveis, cerâmica vermelha e metalmecânica, a cadeia de bebidas tinha sido uma das mais afetadas com a crise atual. Para se ter ideia, 61,88% respondentes indicaram queda acima de 50% em seus faturamentos. 

Para a sócia e proprietária da Cachaçaria Triumpho, Ana Carolina Macedo, esse cenário foi bem pior. Ela precisou suspender e reduzir a carga horária dos seus colaboradores, em torno de 20 funcionários, a depender do período de moagem. “Infelizmente, essa decisão foi necessária para evitar o pior, já que as nossas vendas não chegam a ser 10% do que vendíamos antes”, analisou, frisando que, antes da chegada da Covid-19, a produção era de 20 mil litros de cachaça por ano.

Na visão da empresária do ramo industrial, o desafio agora é conseguir empréstimos via bancos públicos para manter o capital de giro do negócio. “Queremos garantir esses recursos, pois estamos de olho no que está por vir daqui a alguns meses, quando o pós-pandemia chegar. Isso porque, o capital de giro que dispomos atualmente é pequeno para nos sustentar por meses, por isso esses recursos são fundamentais”, argumentou, destacando a necessidade da desburocratização nesses processos.

Já para João Nunes, proprietário da Cachaçaria Tabocas, a situação para um microempresário também não é fácil. Com um faturamento que caiu 80%, ele precisou rever seu posicionamento e começou a apostar na produção momentânea de álcool a 70% para garantir, ao menos, a sobrevida. “Como sou um pequeno produtor, eu faço tudo. Sem demanda, passou a ficar mais difícil levar o negócio”, lamentou. 

No entanto, Nunes acredita que o planejamento tem sido um grande aliado no enfrentamento dessa crise sem precedente. “Mantenho ainda o meu sonho de construir uma fábrica de cachaça e aumentar a minha produção de 20 litros por dia para 200 litros por dia. Como é algo que leva tempo, vou usar esse momento para amadurecer essa ideia”, projetou.  No futuro negócio, o microempresário quer ampliar a produção para mel, rapadura e açúcar.

É para a manutenção de negócios como o da Cachaçaria Tabocas que o presidente do Sindibebe, Ricardo Heráclio, defende um melhor alinhamento dos governos na realização de políticas de incentivo e acesso ao crédito para manter as empresas. “Sem isso, muitas empresas familiares vão fechar, sobretudo as pequenas, cuja dificuldade é ainda maior”, comentou.

Da Assessoria

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Convite | Inauguração da Beer Point Surubim acontece nesta quinta-feira (19)

Imagem: Divulgação/Reprodução
Acontece nesta quinta-feira (19), a partir de 16h, a inauguração da Beer Point Surubim, casa especializada em cervejas, com rótulos consagrados e cervejas artesanais pernambucanas​. O endereço é na Rua Antonio Benvindo de Barros, 2, Centro, Surubim. 

Confira o convite:

"Bom dia amigos cervejeiros, com muita alegria informamos que após 2 anos, 5 meses e 21 dias, desde da ideia, passando pelo  planejamento e finalmente conclusão da construção, que na próxima quinta dia 19/12/2019 estaremos abrindo nosso estabelecimento, nossa proposta chega para dá uma opção diferenciada e ousada para nossa cidade. 

A Beer Point é um bar com um toque de Pub Inglês, onde teremos uma grande variedade de cervejas artesanais e consagradas com petiscos inusitados, também teremos uma nova forma de interação entre o cliente, garçom e cozinha, tudo isso embalado ao som ambiente regado a grandes sucessos do rock, blues, pop,... nacional e internacional, em um espaço climatizado e aconchegante.

Aguarmos a presença de vocês!! Cheers 🍺🤘🏻🍺"


Da Redação (Negócios & Informes)

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Comércio à espera das vendas de Páscoa

Peixes não subiram de preçoFoto: Arthur Mota / Folha de Pernambuco
As vendas de Páscoa devem ter um pequeno aumento neste ano. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o movimento no varejo deve crescer 1,5% em relação ao ano passado. Por isso, os estabelecimentos do setor alimentício devem faturar cerca de R$ 2,4 bilhões na Semana Santa. Em Pernambuco, porém, as vendas não devem crescer tanto. 

Segundo o presidente da Associação Pernambucana de Supermercados (Apes), João Alves Cavalcante, a projeção nacional é boa por conta da reação que o comércio tem sentido em 2019. Porém, se mantém cautelosa em Pernambuco, apesar de esse ser um dos melhores momento do setor, depois do Natal. “Para a Páscoa, nossa expetativa é de estabilidade, mantendo os mesmos números do ano passado. Estamos apostando nas vendas, mas sempre observando o comportamento do consumidor”, disse Castro.

Temporários

Mesmo projetando uma alta tímida nas vendas, o varejo criou postos de trabalho temporário para atender as demandas de Páscoa. Foram cerca de 10,7 mil oportunidades no País, segundo a CNC, sendo 65% disso em hipermercados e supermercados.

Da Folha de PE

terça-feira, 3 de julho de 2018

Venda de cerveja sobe até 50% em dia de jogo do Brasil, diz Apas

(foto: Bruno Peres/CB/D.A Press)
A seleção brasileira de futebol está impulsionando as vendas de cerveja e carne, entre outros produtos, aponta levantamento feito pela Associação Paulista de Supermercados (Apas). Segundo a entidade, as vendas da bebida registraram alta de 30% a 50%, e de carne, de até 20% nas datas em que o time verde e amarelo entrou em campo.

"Com a sinergia das Festas Juninas e o fato de que quase 92% das pessoas assistem aos jogos em casa, a Copa do Mundo tem sido um grande impulsionador para o aumento no consumo e, consequentemente, o crescimento das vendas nos supermercados", avalia em nota o economista da Apas, Thiago Berka.

Segundo a Apas, o consumo em dias de jogos se concentra prioritariamente nos momentos antes da partida, cerca de duas a três horas antes se o jogo é à tarde, e aproximadamente com uma hora de antecedência se a partida é disputada pela manhã.

"O curioso é que as vendas pós jogo se mantêm abaixo da média de um dia comum, demonstrando que os consumidores tendem a estocar produtos para não precisarem mais sair de casa", explicou o economista.

A data do jogo também influencia nos produtos mais comprados pelo torcedor. Se o jogo é à tarde ou próximo de um final de semana, cerveja, refrigerante e carnes para churrasco são os mais vendidos. 

As vendas de aperitivos também se destacam neste período, sendo linguiça, salame e bacon contando com até 20% a mais de comercialização, e amendoim e pipoca, com aumento até 25% superior de vendas.

Já para os jogos disputados pela manhã, pães, frios, sucos e laticínios também vendem mais, uma vez que os consumidores buscam produtos típicos do período matinal. Segundo o levantamento da Apas, esses produtos têm aumento nas vendas até 10% superiores do que em um dia habitual. 

Do Diario de PE

Acompanhe-nos no Facebook


Publicidade


!

!
!
!

!

!

!

!
!
!
!
!

!
! !
!

!

Você é o Visitante:

Acessos em Tempo Real

Previsão do Tempo em Surubim

Arquivo do blog

Curta Nossa FanPage - Muito Obrigado!

Internautas On Line

(81) 9925.8297 // negocioseinformes@gmail.com