© 2014 - Todos os Direitos Reservados ao Blog Negócios e Informes. Tecnologia do Blogger.

Mostrando postagens com marcador Vendas no comércio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vendas no comércio. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Vendas no varejo têm queda de 31,8% em abril

Foto: Divulgação / Luís Fernnado Germano
As vendas no varejo tiveram queda de 31,8% em abril, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo levantamento da Serasa Experian. Essa é a maior retração desde o início da série histórica iniciada em 2001, baseada no número de consultas feitas à base de dados da consultoria. A maior queda havia sido em janeiro de 2002, quando as vendas do varejo reduziram 16,5%.

No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, a atividade do varejo apresenta uma retração de 10,1% em relação ao período de janeiro a abril de 2019.

Entre os setores que mais sofreram em abril, está o de eletrodomésticos e eletroeletrônicos, com uma queda de 39,9% na comparação com o mesmo mês do ano passado. O varejo de vestuário e calçados registrou uma redução de 39,6% nas vendas; o de veículos, motos e autopeças, 33,1%; e o de material de construção, 32,1%.

O ramo de supermercados, alimentos e bebidas foi um pouco menos afetado, com uma redução de 24,3% no movimento de abril. Os estabelecimentos que comercializam combustíveis e lubrificantes tiveram queda de 19,3% no mês.

Para o economista da Serasa Luiz Rabi, a queda no movimento é influenciada diretamente pela adoção das medidas de distanciamento social contra a pandemia do novo coronavírus (covid-19). “Com estabelecimentos comerciais de portas fechadas, lojistas viram seus estoques aumentarem e a demanda por produtos diminuir”, disse.

O economista também destaca o impacto da crise na estabilidade financeira das famílias. “Nesse momento de instabilidade em que muitos ficam inseguros em seus empregos, o brasileiro se retrai para o consumo não essencial. Até mesmo quem tem um poder de compra mais elevado acaba direcionando seus recursos para uma reserva de emergência”, explicou Rabi.

Por: Agência Brasil

domingo, 24 de maio de 2020

Reabertura da economia pode não ser suficiente para retomada das vendas no varejo

Comércio varejistaFoto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco
O indicador de emprego da Fundação Getúlio Vargas apontou um recuo de 3,2 pontos em abril para 39,7 pontos


A sinalização de reabertura do comércio ao redor do país pode não ser suficiente para trazer uma melhora concreta do consumo. Aspectos como os cortes de salário e jornada, a queda de confiança do consumidor e as expectativas de aumento do desemprego até o final deste ano ainda devem influenciar as decisões de consumo.

Os números já mostram o agravamento da situação do setor ante a pandemia do coronavírus. O indicador de movimento do comércio da Boa Vista, que acompanha o desempenho das vendas no varejo pelo país, apresentou uma queda de 26,6% em abril na comparação mensal sem efeitos sazonais.

No acumulado do ano, o indicador recuou 6,4% contra os primeiros quatro meses do ano passado e 26,3% em relação a abril de 2019. Foi a terceira queda mensal consecutiva.

Segundo o economista da Boa Vista Flávio Calife, ainda que as sinalizações de reabertura da economia -que já começam a aparecer em alguns estados e municípios- sejam positivas, a redução ou suspensão de salário e jornada que alguns trabalhadores sofreram ainda podem pesar nos números do comércio ao longo dos próximos meses.

"Quatro variáveis são determinantes no consumo e, consequentemente, no comércio: renda e emprego, mercado de trabalho, crédito e juros. Apesar de a sinalização ser de que a quarentena caminha para um fim, essas questões ainda permanecem e já influenciam nas expectativas de retomada, principalmente se tiverem efeitos mais permanentes, como a perda de postos de trabalho ou o fechamento de empresas", afirma.

O economista diz, porém, que tem a expectativa de que os números estejam chegando ao ponto máximo de agravamento. "Ainda espero número ruins em relação a maio, mas a tendência é que essa queda não seja mais tão drástica."

O indicador de emprego da FGV (Fundação Getúlio Vargas), por exemplo, apontou um recuo de 3,2 pontos em abril para 39,7 pontos -a maior queda mensal e o menor nível da série história iniciada em 2008. Na média móvel do trimestre, esse mesmo indicador caiu 17,5 pontos (para 71,4 pontos).

Outro indicador da FGV, o Monitor do PIB também apresentou uma retração mensal de 5,3% em março -primeiro mês de isolamento social no país-, com queda de 6,5% no consumo das famílias brasileiras.

"Dado o fato de que vínhamos de uma mudança de expectativas e de confiança após uma crise que durou anos, o atual momento com certeza deixa as pessoas mais cautelosas e conscientes do orçamento", afirma o economista da Boa Vista.

Esse cenário, segundo Calife, se mostra de forma mais evidente na abertura por setores. Ainda conforme o indicador de movimento de crédito da Boa Vista, a maior queda foi observada no segmento de "Móveis e Eletrodomésticos", com recuo de 83,3% em abril -já havia registrado baixa de 13,5% no mês anterior, descontados os efeitos sazonais.

"Esse é um segmento que, além da influência das lojas físicas fechadas, também acaba ficando por último na lista de prioridades do orçamento das famílias. São coisas que ficam para ser compradas depois", diz.A categoria de "Tecidos, Vestuários e Calçados", por sua vez, recuou 2,9% no mês, enquanto o setor de "Combustíveis e Lubrificantes" caiu 18,2%. O item "Outros artigos de varejo" reduziu 12%.

"O segmento de combustíveis deve acabar se recuperando com a reabertura da economia, já que muito dessa queda se dá porque as pessoas não estão saindo de casa", afirma Calife.

A atividade de "Supermercados, Alimentos e Bebidas" foi a única analisada pelo indicador que evitou perdas, mas ainda assim se manteve em patamares praticamente estáveis, com uma variação de 0,1% no mês.

Por: Agência Brasil 

quinta-feira, 14 de maio de 2020

Vendas no comércio caem 2,5% e têm pior março desde 2003

Foto: Ed Machado/Folha de Pernambuco
Entre os oito setores pesquisados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apenas supermercados e produtos de higiene e limpeza se salvaram

As vendas do comércio brasileiro caíram 2,5% em março, já com efeitos da pandemia do novo coronavírus. Foi o pior desempenho desde março de 2003. Entre os oito setores pesquisados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apenas supermercados e produtos de higiene e limpeza se salvaram.

É o quarto indicador dos efeitos das primeiras semanas de isolamento social sobre a economia brasileira. A OMS (Organização Mundial de Saúde) decretou pandemia no dia 11 de março. Nas semanas seguintes, estados e municípios começaram a impor restrições à circulação de pessoas.

O setor de serviços, responsável por 60% do PIB (Produto Interno Bruto), teve queda recorde no mês, de 6,9%. Já a produção industrial, afetada pela queda nas vendas, caiu 9,1%, pior resultado desde a greve dos caminhoneiros de 2018. Com isso, a taxa de desemprego avançou para 12,2% no trimestre encerrado em março, com 1,2 milhão de pessoas a mais na fila por uma vaga. No comércio, por exemplo, o fechamento de vagas foi o maior da série histórica, iniciada em 2012.

Considerando o segmento de Veículos, partes e peças e materiais de construção, o chamado varejo ampliado recuou 13,7% no mês passado, a queda mais intensa desde o início da série histórica do IBGE, em fevereiro de 2003. "Março foi bastante impactado pela estratégia de isolamento social adotada em algumas das cidades mais importantes e populosas a partir da segunda quinzena do mês" , diz o gerente da pesquisa, Cristiano Santos. Continue lendo, clique AQUI.

Acompanhe-nos no Facebook


Publicidade


!

!
!
!

!

!

!

!
!
!
!
!

!
! !
!

!

Você é o Visitante:

Acessos em Tempo Real

Previsão do Tempo em Surubim

Blogs e Sites Parceiros

Arquivo do blog

Curta Nossa FanPage - Muito Obrigado!

Internautas On Line

(81) 9925.8297 // negocioseinformes@gmail.com