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domingo, 23 de agosto de 2020

Governo de PE autoriza comercialização de derivados de leite para todo o país

Foto: iStock
O governador Paulo Câmara entregou, nesta sexta (21), o “Selo Arte” aos primeiros quatro produtores artesanais pernambucanos de queijo coalho, queijo manteiga, manteiga de garrafa e doce de leite. O certificado atesta a conformidade dos produtos com as boas práticas agropecuárias e de fabricação, possibilitando o comércio nacional, a agregação de valor e o aumento de renda dos produtores. Por isso, estes produtores poderão comercializar os derivados de leite pernambucanos para todo o país. A solenidade, realizada por videoconferência, contou com a participação do presidente da Adagro, Paulo Roberto Lima.

Os primeiros estabelecimentos a receber a certificação são o laticínio Polilac, de Garanhuns; laticínio São José, do município da Pedra; laticínio Mulungu, de Jupi; e a Rancho Alegre produtos lácteos, de Pesqueira. Os quatro estabelecimentos, juntos, conseguem processar mais de 20 mil litros de leite por dia.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Agrário, Dilson Peixoto, anteriormente, para conseguir vender um produto de um estado para outro era necessário um selo federal, e as exigências eram muito grandes. Ele explica que, a partir de agora, quando a Adagro analisa as condições, se tudo estiver de acordo com os parâmetros definidos eles certificam e, ao receber o Selo Arte, aquele produto pode ser vendido sem nenhuma burocracia em qualquer unidade da Federação.

A regulamentação da emissão do selo ocorreu por meio de uma portaria da Secretaria de Desenvolvimento Agrário, que delegou à Adagro, em julho passado, a competência para concessão do Selo Arte aos produtos artesanais derivados de leite. Apesar da possibilidade de o mesmo certificado ser concedido também a embutidos, mel e pescados, inicialmente serão contemplados apenas os derivados lácteos, que já tiveram a instrução normativa publicada pelo Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Do Diario de PE

quinta-feira, 26 de março de 2020

Pernambuco disponibiliza autorizações online de trânsito de animais e vegetais

As informações de como proceder e o link para a plataforma
 estão disponíveis no site da Adagro
 (www.adagro.pe.gov.br) (Edilson Júnior/SDA)
A Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro), órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Agrário de Pernambuco (SDA), passou a oferecer aos produtores rurais a possibilidade de solicitar a emissão online da GTA (Guia de Trânsito Animal) e a PTV (Permissão de Trânsito Vegetal). O pedido é feito pelo sistema Siapec3 e o documento chega por e-mail, sem a necessidade de deslocamento até o escritório da agência.

A nova funcionalidade vem para facilitar a vida do produtor rural, permitindo solicitar e imprimir Guias de Trânsito Animal, Permissões de Trânsito de Vegetais, bem como pagar as respectivas taxas, com maior conforto e agilidade. Para utilizar os serviços é preciso preencher o cadastro no sistema Siapec 3, as informações de como proceder e o link para a plataforma estão disponíveis no site da Adagro (www.adagro.pe.gov.br). Há ainda a possibilidade de acessar o sistema via aplicativos para celular, disponíveis para sistemas Android, no Google Play, e Apple, na App Store. O sistema pode ser acessado tanto pelo computador como por aplicativo de celular. Nele o produtor realiza um pré-cadastro, que será validado por um fiscal da Adagro. O sistema automatizado permite a homologação eletrônica e valida todo o processo.

Dessa maneira, o produtor ganha uma forma mais simples e prática para a emissão dos documentos sanitários eliminando a obrigatoriedade de ir até os escritórios da Adagro em todo o estado. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Agrário, Dilson Peixoto, essa foi a forma de permitir a continuidade das atividades agropecuárias no atual contexto de minimizar o contato social da população em virtude da política de prevenção e enfrentamento à pandemia mundial da Covid-19. Com a emissão online, os produtores podem agora emitir a GTA e a PTV sem precisar ir fisicamente ao escritório da Adagro e assim manter sua atividade com menor riscos para eles e para os servidores, destacou.

domingo, 20 de janeiro de 2019

Ovos produzidos em PE terão sistema de rastreabilidade

Registro será impresso diretamente na casca e garante segurança alimentar ao consumidor

Pernambuco será o primeiro Estado do País a tornar obrigatório um código que garante a rastreabilidade de cada ovo produzido pelas granjas locais. O registro será impresso diretamente na casca dos ovos e deverá garantir segurança alimentar ao consumidor. 

Dessa forma, será possível organizar e regulamentar todo o trânsito e a comercialização do alimento no Estado. O governador Paulo Câmara assinou o decreto nesta sexta-feira (18). Todos os ovos produzidos no Estado terão o código de rastreio, que informará a data de produção e o número de registro na Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro). 

Os consumidores poderão conferir diretamente no produto qual a sua origem e poderão comprar com mais segurança. Os produtores terão até 90 dias para regularizar suas produções. Os produtores também deverão ficar atentos à refrigeração dos ovos, que terão até 21 dias para ser comercializado em temperatura ambiente e no máximo 30 dias caso seja refrigerado. 

Para o vice-presidente da Associação Avícola de Pernambuco (Avipe), Edval Veras, o decreto deverá evitar a falsificação dos produtos, uma vez que cerca de 80% dos ovos comercializados no Estado não atendem às recomendações da Lei Federal nº 1.283, de 18 de dezembro de 1950, que regula a embalagem do ovo e de seus derivados. "Cada unidade de ovo terá a marcação da origem e irá dar a rastreabilidade do produto para o conhecimento do consumidor, que terá assegurada uma melhor qualidade do produto", explicou Veras.

Pernambuco é atualmente o quarto maior produtor de ovos do Brasil, com cerca de 10 milhões de unidades produzidas a cada dia.

Da Folha de PE

sábado, 19 de janeiro de 2019

Produção de leite cresce 14% em Pernambuco

Foto: Ed Machado/Folha de Pernambuco
A produção de leite em Pernambuco cresceu 14% no ano passado. Na análise do diretor presidente da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro), Paulo Roberto, o dado indica que a bacia leiteira do Estado está em plena recuperação. No início de 2018, a produção diária era de 1,68 milhões de litros de leite por dia. Em dezembro, o número chegou a 1,8 milhões. Já em 2017, não ultrapassava 1,4 milhões. A Adagro credita o salto ao aumento no rebanho, que de 2017 para 2018 cresceu 2% no Estado.

Apesar na melhora, os produtores enfrentam entraves no escoamento do produto. O setor se reuniu, nessa quinta (17), com o novo Secretário de Desenvolvimento Agrário, Dilson Peixoto, para apresentar as suas principais demandas. A maior queixa é com as indústrias de gênero lácteo instaladas no Estado, que, segundo o presidente do Sindicato de Produtores de Leite de Pernambuco (Sinproleite-PE), Saulo Malta, deixam de comprar o leite produzido localmente para utilizarem leite em pó importado, mesmo recebendo incentivo fiscal do governo. 

“Tem indústria que era isenta de até 95% do ICMS. A gente quer saber se, quando as indústrias apresentaram os projetos, disseram se iriam usar leite em pó. Porque se diziam que iam usar leite de produtor local, então estão burlando o fisco estadual”, questionou Malta.

No final de dezembro, o Governo definiu que a isenção do ICMS só seria concedida às indústrias que utilizassem ao menos 50% do leite dos produtores locais. Para a categoria, no entanto, a medida é insuficiente. “Temos leite para vender. A cada 100 litros de leite, você gera um emprego direto. Se a indústria compra leite, gera emprego. Mas sabemos que tem indústria que está utilizando 100% do leite em pó”, revelou o produtor. O Secretário se comprometeu a levar a questão para ser discutida com o Governo Federal. “O que nos mantém em pé são as queijarias artesanais. Se a gente fosse depender das indústrias, já teria acabado o que resta da produção de leite do Estado”. 

O Sinproleite estima que 1,1 milhões de litro de leite produzido diariamente estão nas queijarias. Nesse sentido, uma medida do Governo foi elogiada, ontem, pelos produtores: um decreto estadual que facilita o registro dos estabelecimentos junto à Adagro. Ao passo que desburocratiza a vinculação, a ordem assinado em agosto preserva o que trata das condições sanitárias. Desde a sanção, a Adagro já realizou 168 visitas a queijarias. Dessas, 38 já estão com licença de comercialização e acompanhamento e assistência técnica. Às queijarias regulamentadas, o Governo isenta em 100% o pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.

Da Folha de PE

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Segunda etapa da campanha contra aftosa começa em novembro

Imagem: Divulgação/Reprodução
A Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro) se prepara para começar no dia 01 de novembro a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa. Nesta etapa só devem ser imunizados os bovinos e bubalinos com até dois anos (24 meses).

Para vacinar o rebanho o produtor deve procurar a farmácia veterinária, adquirir a vacina e transportá-la num isopor com gelo. A dose indicada é de 5ml por animal e é recomendável trocar a agulha a cada 10 aplicações. O local de aplicação é na “tábua do pescoço” e dever ser realizada nas horas mais frias do dia para evitar o estresse dos animais. “Depois de realizar a vacina o produtor tem até 15 dias para declarar a vacinação. Apesar da imunização só ser obrigatória para os animais mais jovens, o produtor deve declarar todo o rebanho nos escritórios da Adagro”, explicou o presidente da Adagro, Paulo Roberto Lima.

Nesta etapa devem ser imunizados mais de 500 mil animais. Atualmente o rebanho do Estado é de mais de 1,7 milhões de bovinos. O produtor que não vacina paga multa, de R$60,00 por animal não vacinado. Aquele que não declarar o rebanho (atualização cadastral) fica impedido de retirar a Guia de Trânsito Animal e obter as declarações da Agência, além de pagar multa de R$300,00 por propriedade.

A segunda etapa termina no dia 30 de novembro.

Do Governo de PE

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Adagro anuncia concurso com 140 vagas e salário de até R$ 4,8 mil

São 90 vagas para assistente de defesa agropecuária e
50 para fiscal estadual agropecuário
Foto: divulgação
A Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Esta­do de Pernambuco (Adagro) lançou concurso público com 90 vagas profissionais para o cargo de assistente de defesa agropecuária e 50 para o cargo de fiscal estadual agropecuário. Com prova marcada para acontecer no dia 3 de fevereiro do próximo ano, as inscrições serão a­bertas no próximo dia 30 de setem­bro e seguirá até 8 de novembro.
Para o cargo de assistente de defesa agropecuária, o candidato precisa ter formação de nível técnico em agropecuária ou em técnico agrícola, além de possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), no mínimo de categoria B. Serão quarenta horas de trabalho semanais com salário mensal bruto de R$ 2.601,93. As vagas serão distribuídas para diversos municípios de atuação da Adagro, como Recife, Petrolina e Serra Talhada.
Já para o cargo de fiscal estadual agropecuário, serão 40 vagas para formação em nível superior em medicina veterinária e 10 vagas para nível superior em agronomia, além da exigência de possuir também a CNH, no mínimo na categoria B. Para as duas formações, serão quarenta horas de trabalho semanais. O salário anunciado é de R$ 4.860,21. Nesses casos, as vagas também serão distribuídas para diversas cidades, a exemplo do Recife, Caruaru e Surubim.
O concurso será realizado em única etapa, por meio de uma prova objetiva de conhecimentos, de caráter eliminatório e classificatório. Os testes serão aplicados no Recife, Nazaré da Mata, Garanhuns, Caruaru, Palmares, Arcoverde, Salgueiro e Petrolina. Em divulgação no Diário Oficial da União, o concurso terá validade por dois anos, prorrogáveis por igual período. A divulgação do resultado final está prevista para o dia 26 de fevereiro do próximo ano.
Inscrições
Organizado pelo Instituto de Apoio à Universidade de Pernambuco (Iaupe), as inscrições serão realizadas exclusivamente via internet, por meio do site www.upenet.com.br. Para o cargo de assistente de defesa agropecuária, a taxa de inscrição é de R$ 50 e, para o cargo de fiscal estadual agropecuário, o valor é de R$ 64. Os pedidos de isenção da taxa de inscrição devem ser feitos até o dia 15 de outubro.

Da Folha de PE

terça-feira, 1 de maio de 2018

Em Pernambuco, campanha contra febre aftosa começa nesta terça-feira (1)

Foto:  Ministério da Agricultura
Criadores devem vacinar todo o rebanho de bovinos e bubalinos de Pernambuco

Como forma de evitar a transmissão da febre aftosa, todo o rebanho de bovinos e bubalinos do Estado deve ser imunizado durante a primeira etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa, que começa a partir de 1º de maio. A medida é uma forma de manter o status de Pernambuco como livre de febre aftosa com vacinação, obtido em 2014.

A expectativa é que pelo menos 90% do rebanho, que é de mais de 1,8 milhões, sejam imunizados na campanha. O criador tem até 31 de maio para vacinar e declarar o seu rebanho no escritório da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro) mais próxima. Nessa etapa, animais de todas as idades devem ser vacinados, incluindo recém-nascidos. É importante que na hora da declaração o produtor, faça sua atualização cadastral, inclusive com o detalhamento do seu rebanho por sexo e idade.

O produtor deverá adquirir a vacina nas casas agropecuárias e declarar a vacinação nos escritórios da Adagro, órgão vinculado à Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária (SARA). A dose da vacina custa em média R$ 1,50 e deve ser conservada em gelo. Para evitar o estresse dos animais, a vacina deverá ser aplicada nas horas mais frias do dia, pela manhã ou no fim da tarde.

O Governador Paulo Câmara investe mais de dois milhões por ano no combate à doença e desde 2007 o estado não registra índice abaixo dos 90% -  mínimo exigido pela Organização Internacional de Epizootias (OIE). Combater a febre aftosa traz benefícios sociais e econômicos para o Estado, garantido um produto de qualidade e uma pecuária forte, ampliando assim nosso potencial comercial.

Em maio deste ano o Brasil será reconhecido internacionalmente como área livre de febre aftosa com vacinação. O reconhecimento será possível graças à parceria de mais de 50 anos entre o Serviço Veterinário oficial e dos produtores rurais sempre comprometidos com a sanidade do rebanho.

O produtor que não vacinar ou declarar seus animais pagará multa e ficará impossibilitado de retirar a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento necessário para transitar com o animal para eventos agropecuários, enviar animal para abate ou até mesmo vende-lo para outro proprietário. Este ano a multa é de R$60,00 por animal e R$ 300,00 por propriedade.

A febre aftosa é uma enfermidade de fácil contágio pelo ar e, apesar de não levar à morte do animal, causa perdas significativas à criação. Além disso, ela é um dos principais entraves à exportação da carne. Os principais sintomas da febre aftosa são feridas na boca, nas glândulas mamárias e no casco. O diagnóstico é feito ao observar a salivação excessiva e se o animal anda com dificuldade. Por não conseguir se alimentar, ele apresenta enfraquecimento e perda de peso.

O último registro de febre aftosa em Pernambuco foi em 1998.

Do Governo de PE

terça-feira, 6 de março de 2018

Praga | Cochonilha chega a Surubim; plantações de palmatória têm seus dias contados

Inseto vem destruindo as plantações de palmatória
em todo o Nordeste (Foto: Reprodução/ Google Imagens)
O IPA, Instituto Agronômico de Pernambuco, corre contra o tempo para sanar o grande prejuízo causado aos pecuaristas do semiárido provocado pela cochonilha do carmim. Esse inseto transformou-se numa praga e tem destruído as plantações de palmatória em todo o Nordeste.

Segundo informações de estudiosos do assunto, a cochonilha chegou a Pernambuco por intermédio de pesquisadores ligados ao governo local, nos finais dos anos 80 do século passado.

A intenção seria a produção de um corante natural originado de outra espécie a Dactylopius coccus, no entanto por um equívoco, a que trouxeram foi a D. opuntiae que vem dizimando de forma drástica as plantações de palma forrageira onde ela se instala.

Notícias que chegam da zona rural dão conta que a praga já se estabeleceu no município de forma irreversível.

O IPA tem selecionado palmas resistentes e vem distribuindo entre os criadores novas espécies capazes de sobreviverem aos ataques desses minúsculos insetos, mas que dão enormes prejuízos. Entretanto, não consegue vencer as demandas.

Em princípio estaria pagando uma dívida do Governo do Estado, contraída lá atrás, quando perdeu o controle sobre suas pesquisas resultando em mais um desastre para a combalida pecuária do semiárido pernambucano.

Do Correio do Agreste (Fernando Guerra)

terça-feira, 2 de maio de 2017

Vacinação contra aftosa começa nesta terça (02), em Pernambuco

Imagem: Divulgação/Reprodução
Começa nesta terça-feira (2) a vacinação contra febre aftosa em Pernambuco. A meta da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro) é vacinar 90% do rebanho de bovinos e bubalinos do Estado, que reúne 1,8 milhão de animais. No País, o objetivo do Ministério da Agricultura é imunizar 198 milhões de bovinos e bubalinos durante todo o mês de maio. O número representa mais de 90% do rebanho do País, de 217,5 milhões de cabeças. 

De acordo com a gerente-geral da Adagro, Erivânia Camelo, é importante que os criadores vacinem seus animais e declarem à agência fiscalizadora. “Pois essa é a garantia que teremos com relação ao processo de imunização do rebanho, prevenindo a entrada da doença em Pernambuco”, disse, destacando que, do contrário, o pecuarista ficará sujeito a pagamento de multa e impossibilitado de comercializar animais.

Pernambuco é um dos estados livres da doença com auxílio de vacinação no Nordeste. Segundo Erivânia, é possível que, nos próximos meses, a vacina não seja mais necessária. “A tese de ‘desmamar’ o rebanho permanece. É tanto que, a partir de novembro deste ano, vamos vacinar apenas os bovinos e bubalinos jovens, com 24 meses de vida”, detalhou.

Primeiro a vacina será modificada, pois será retirado o vírus “C” (inativado) da composição do produto, que foi erradicado há mais de 13 anos na região, não sendo mais necessária imunização. Atualmente, o produto é trivalente e protege o rebanho dos vírus A, C e O. Em 2018, o produto será bivalente contendo apenas as cepas A e O. 

Enquanto isso não acontece, comunica o Ministério da Agricultura, todos os animais deverão ser vacinados, exceto os dos rebanhos do Acre, Espírito Santo, Paraná e São Paulo, que nesta etapa vão imunizar apenas animais com até 24 meses. Parte dos estados do Amazonas e do Pará, além de Rondônia e Roraima, já começou a imunização entre março e abril.

Segundo o diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA) do Mapa, Guilherme Marques, os pecuaristas deverão buscar a maior cobertura vacinal possível para que o Brasil cumpra todas as ações previstas no Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA). “A retirada gradual da vacina vai começar somente a partir de 2019. Até lá, todo o cronograma segue inalterado.”

Devem vacinar o rebanho os criadores do Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio de janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, São Paulo, Sergipe e Tocantins, além de Pernambuco.

Da Folha de PE

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Alerta | Doença ameaça rebanho de Pernambuco

Imagem: Divulgação/Reprodução
A Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro) está preocupada com a morte de bois, vacas e bezerros da Bacia Leiteira do Estado. É que, nos últimos dez dias, notificações dão conta que os animais estão infectados por uma grave doença, chamada de botulismo. A enfermidade ocorre a partir de uma intoxicação alimentar fatal, causada por uma toxina produzida a partir de uma bactéria.

O último caso tinha acontecido há seis anos, pouco antes de a seca se acentuar e dizimar boa parte do rebanho pernambucano. A morte de cerca de 100 animais acontece justamente numa fase em que o plantel começa a se recuperar. Atualmente, temos 1,8 milhão de bovinos. Nos bons tempos, o número chegava a 2,5 milhões.

“Equipes foram encaminhas para as localidades para colher amostras por meio de necropsia feita nos animais”, disse a presidente da Adagro, Erivânia Camelo, acrescentando que, caso os criadores identifiquem sintomas como paralisia muscular progressiva em seus animais, devem comunicar à Adagro. “Se os animais estiverem mortos, a recomendação é para que sejam incinerados e enterrados em locais profundos, para que não haja risco de contaminação com outros animais”, frisou.

O risco para a saúde humana, pondera Erivânia, acontece se a pessoa ingerir a carne contaminada. “Por isso, sugiro que a compra da carne aconteça apenas por meio de abatedouros que possuam inspeção veterinária”, orientou.

O resultado dos exames será divulgado 15 dias depois do envio do material para o laboratório. A presidente da Adagro chamou atenção ainda sobre os motivos dessa possível infestação. “O período de seca pode piorar a situação. Os animais têm poucas opções de alimentação e às vezes comem as carcaças de outros animais mortos. Como estão com pouco cálcio, a doença pode se manifestar”, revelou.

Por isso, pontua Erivânia, é importante a necessidade de manter os animais vacinados. “A dose custa, em média, R$ 1. É importante manter o rebanho vacinado, porque a perda financeira pode ser maior”, explicou.

A doença mata, sobretudo, vaca leiteira em fase adulta. Ou seja, os animais mais importantes para a atividade econômica da região. O Estado chegou a produzir 2,5 milhões de leite por dia. Hoje em dia, a produção chega a 1,4 milhão, pouco mais da metade do que se via há seis anos. “Para que esses números não se­jam ainda mais penalizados, precisamos saber onde está o foco da doença. Só podemos saber disso se o criador nos avisar”, destacou a presidente, que não descarta a presença de mais animais infectados espalhados pelo Agreste pernambucano.

Da Folha de PE

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Pernambuco imuniza mais de 94% do rebanho contra a febre aftosa

Imagem: Divulgação/Reprodução
A Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária (SARA), por meio da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro), alcançou 94,4% de cobertura vacinal, na segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa, realizada no mês de novembro. O percentual é acima do valor mínimo de 90% exigido pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Nesta segunda fase, foram imunizados 1.787.661 bovídeos, de um rebanho correspondente a 1.893.393 animais. "Intensificamos a orientação sobre a importância da vacinação para a pecuária pernambucana e esse trabalho tem proporcionado resultados satisfatórios, sempre superiores ao percentual recomendado pelo MAPA", explicou o secretário de Agricultura e Reforma Agrária, Nilton Mota.

Pernambuco é reconhecido internacionalmente como área livre de febre aftosa com vacinação desde 2014.  "Os dados comprovam que os produtores estão comprometidos com a sanidade animal do nosso Estado, imunizando seu rebanho e declarando nos escritórios da Adagro", pontuou a presidente da Adagro, Erivânia Camelo.

A Campanha é realizada duas vezes por ano, nos meses de maio e novembro,  em quase todos os estados da federação, como determina o calendário anual do Ministério da Agricultura.

Febre aftosa é uma doença altamente contagiosa, que atinge bois, búfalos, cabras, ovelhas e porcos, mas apenas os bovinos e bubalinos podem ser vacinados. O vírus causa febre, ferimentos na boca, garganta e na pele ao redor dos cascos. Os animais ficam bastante debilitados, produzindo muita saliva, parando de andar e comer.

Da Assessoria

terça-feira, 10 de maio de 2016

Vacinação contra febre aftosa começou no dia 01 de maio, em Pernambuco

Imagem: Divulgação/Reprodução
A primeira etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa acontece de 1º a 31 de maio e todo o rebanho de bovinos e bubalinos deve ser imunizado para manter o status de área livre de febre aftosa com vacinação. A  Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária (SARA), por meio da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado (Adagro), espera vacinar mais de 90% do rebanho pernambucano.

“Temos uma expectativa de vacinar mais de 1,9 milhões de animais em Pernambuco, que desde 2014 está certificado pela Organização Internacional de Epizootias (OIE) como área livre ", explicou o Secretário de Agricultura e Reforma Agrária, Nilton Mota. “ Além de imunizar o rebanho, o produtor não deve esquecer de declarar a vacinação nos escritórios da Adagro, pois o inadimplente pagará multa e terá restrições para transitar com seu animal”, completou  a Gerente Geral da Adagro, Erivânia Camelo.

Na segunda, dia 02, todas as farmácias veterinárias cadastradas estarão comercializando o produto que deve ser adquirido pelos criadores pernambucanos. A vacina só é eficaz se conservada no gelo (temperatura entre 2° e 8°) e deve ser aplicada nas horas mais frias do dia, pela manhã ou no fim da tarde, para evitar o estresse dos animais. O local da aplicação deve estar limpo para evitar contaminação e a agulha deve ser trocada ou higienizada a cada dez aplicações.

A Campanha é realizada duas vezes por ano, nos meses de maio e novembro, como determina o calendário nacional do Ministério da Agricultura e quase todos os estados da federação realizam vacinação nesse período. Nas duas etapas do ano passado, Pernambuco manteve a média de vacinação em 96%.

Febre aftosa -  Doença altamente contagiosa, que atinge bois, búfalos, cabras, ovelhas e porcos. O vírus causa febre, ferimentos na boca, garganta e na pele, ao redor dos cascos. Os países afetados pela doença sofrem severas perdas econômicas por causa da diminuição e pela desvalorização de seus produtos de origem animal, assim como por limitações no mercado internacional.

Peste suína clássica - Aproveitando a  campanha da aftosa, a Adagro fará um recadastramento do rebanho suíno do Estado, uma vez que o Ministério da Agricultura vai fazer um estudo sorológico com o objetivo de transformar o Nordeste em área livre de peste suína clássica. Pernambuco tem cerca de 717 mil suínos e não registra casos da doença há mais de 15 anos.

Da Assessoria

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Mudança | Após interdição, feira de animais de João Alfredo passa a acontecer no Curral do Boiadeiro em Surubim

Imagem: Divulgação/Reprodução
Após interdição da feira de animais do município de João Alfredo, no Agreste Setentrional de Pernambuco, a feira passa a acontecer no Curral do Boiadeiro, localizado nas margens da PE-90, no município de Surubim. Os órgãos que interditaram foram a Adagro e o Ministério da Agricultura. Através do facebook, o proprietário do Curral do Boiadeiro, Clodoaldo Oliveira, divulgou a seguinte nota: "Após a interdição da feira de animais da cidade de João Alfredo, tive o prazer de receber os boiadeiros e seus clientes aqui em minha propriedade com a estrutura que edifiquei há dois anos atrás. Por mais que seja provisório(espero que não) farei o possível para que eles se sintam bem acomodados e seguros neste novo espaço. Obrigado meu DEUS e vamos para frente pois talvez o reconhecimento venha nem que seja a contra gosto de alguns."





terça-feira, 16 de junho de 2015

Adagro rebeberá prêmio nesta quarta-feira (17)

Imagem: Divulgação /
Reprodução.

A Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco- Adagro, órgão vinculado à Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária irá receber nesta quarta-feira (17), o troféu Santo Eliseu. A honraria será entregue pela Academia Pernambucana de Medicina Veterinária durante a sessão solene que acontecerá no auditório do Conselho Regional de Medicina Veterinária.


O Troféu Santo Eliseu é concedido anualmente no dia 14 de junho, data do santo protetor dos Médicos Veterinários e destina-se a premiar iniciativas no sentido cultural ou educativo, que se tornem dignos de reconhecimento público.

A Adagro é a segunda instituição a receber este prêmio, a primeira foi o Conselho Regional de Medicina Veterinária. Em 2011, a Gerente Geral da Adagro, Erivânia Camelo também recebeu a honraria.

Com informações do Governo de PE

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Em Pernambuco, vacinação contra febre aftosa começa nesta sexta-feira (01)

Imagem: Ministério da Agricultura
A primeira etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa começa nesta sexta-feira (1º) e vai até o dia 31 de maio. A Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado (Adagro) espera imunizar mais de 90% do rebanho pernambucano, que hoje é formado por pouco mais de 2 milhões de cabeças.

O produtor deverá adquirir a vacina, que custa em média R$ 1,70, nas casas agropecuárias e declarar a vacinação nos escritórios da Adagro. A vacina deve ser conservada em gelo para evitar o estresse dos animais, e aplicada nas horas mais frias do dia, pela manhã ou no fim da tarde. A agência lembra que animais recém-nascidos também devem ser imunizados.

O criador que não vacina fica impedido de tirar a Guia de Trânsito Animal (GTA) e não pode se cadastrar em programas do governo, além de pagar multa de no mínimo R$ 60. (Com informações do G1).

terça-feira, 20 de maio de 2014

Campanha de vacinação contra a febre aftosa acontece em Surubim

Campanha de vacinação contra a febre aftosa acontece em Surubim.
Foto:  Ministério da Agricultura

A Secretaria de Agricultura, Indústria e Comércio de Surubim, em parceria com a Agência de Defesa Agropecuária de Pernambuco (Adagro), está realizando a campanha de vacinação contra a febre aftosa.
A mobilização começou no dia 1.º e segue até o dia 31 de maio. Os criadores que possuem até 20 cabeças de gado recebem a vacina gratuitamente. O Governo do Estado fez a doação de 4.500 doses para o município. Cerca de 500 pecuaristas serão atendidos.
Já a prefeitura, disponibiliza funcionários e paga as despesas de combustível para o deslocamento da equipe de vacinação. O trabalho começa cedo às 5h da manhã e só termina no final da tarde.
“O calendário estadual da campanha vai até o final do mês, mas aqui em Surubim a vacinação tem sido muito satisfatória. Planejamos imunizar todos os animais dos pequenos pecuaristas até o final desta semana”, afirma o secretário José Geraldo Barbosa Neto.  
Até agora, já foi vacinado o rebanho nas seguintes localidades: Alegre, Mimoso, Tamanduá, Tatus, Macacos, Bandinha, Chéus, Lagoa do Capim, Furnas, Capim, Gangungo, Barra da Onça, Taperinha, Lagoa da Vaca, Tabu, Lério de Cima e Lério de Baixo.
Nesta quarta-feira (21), a imunização acontecerá nas comunidades de Cazés, Lagoa Nova e Jucá Ferrado. Na quinta-feira (22), a vacinação será no Diogo e em Lagoa Queimada. Na sexta-feira (23), a equipe visita os criadores do Coqueiro, Cidade e Lagoa do Choro.





Fonte: Prefeitura de Surubim

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