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segunda-feira, 15 de junho de 2020

WhatsApp vai permitir envio de dinheiro pelo aplicativo no Brasil

WhatsApp - Foto: Foto: Pixabay
A parceria será feita com o Banco do Brasil, Nubank, Sicredi e Cielo

Os brasileiros poderão enviar dinheiro agora via WhatsApp. Foi o que informou o executivo-chefe do Facebook, Mark Zuckerberg, nesta segunda-feira (15) em seu perfil nas redes sociais. "Hoje estamos começando a lançar pagamentos para pessoas que usam o WhatsApp no Brasil. Estamos facilitando o envio e o recebimento de dinheiro como o compartilhamento de fotos", informou.

Segundo o chefe da marca, que também administra o aplicativo WhatsApp, pequenas empresas também poderão fazer vendas diretamente pelo mecanismo Facebook Pay. No Brasil, a parceria será feita com o Banco do Brasil, Nubank, Sicredi e Cielo, ainda de acordo com Zuckerberg. "O Brasil é o primeiro país em que estamos lançando amplamente pagamentos no WhatsApp."

Por Folhapress

sexta-feira, 17 de abril de 2020

WhatsApp é principal rede de disseminação de fake news sobre covid-19

WhatsAppFoto: Fotos Públicas
Muitas notícias falsas trazem o nome da Fiocruz como fonte

Pesquisa desenvolvida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que 73,7% das informações e notícias falsas sobre o novo coronavírus circularam pelo aplicativo de troca de mensagens WhatsApp. Outros 10,5% foram publicadas no Instagram e 15,8% no Facebook.

Os dados fazem parte de trabalho das pesquisadoras da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) Claudia Galhardi e Maria Cecília de Souza Minayo, com base nas notificações recebidas entre os dias 17 de março e 10 de abril pelo aplicativo Eu Fiscalizo.

Segundo Claudia Galhardi, a partir de 17 de março o aplicativo registrou aumento significativo de denúncias de fake news relacionadas à área de saúde. “Recebemos denúncias de diversas fake news circuladas no WhatsApp, principalmente, mas também no Facebook e no Instagram. São publicações pessoais, como "não acredite no coronavírus", coisas assim."

A pesquisadora disse que contabilizou cerca de 30 notificações relacionadas à covid-19. “As mídias digitais têm sido muito utilizadas. Circulam muitas notícias falsas sobre receitas caseiras, álcool produzido em casa, inclusive usando o nome da Fiocruz como fonte da informação, como se a orientação fosse da fundação ou de outras instituições”, afirmou.

Do total de notícias falsas sobre o coronavírus que circularam pelo WhatsApp, 71,4% citam a Fiocruz como fonte. No Facebook, as atribuições à instituição de pesquisa caem para 26,6%. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) somam 2% das instituições citadas como fonte das informações falsas.

Os dados obtidos até o momento estão sendo organizados e, até o início de maio será lançado um relatório detalhando os tipos de fake news, se são mentiras inventadas ou informações distorcidas, informou a pesquisadora da Fiocruz.

Aplicativo
O aplicativo Eu Fiscalizo é um meio pelo qual os usuários podem notificar conteúdos impróprios em veículos de comunicação, mídias e redes sociais. A ferramenta foi lançada no dia 10 de fevereiro como projeto de pós-doutorado de Claudia Galhardi, com a supervisão da pesquisadora Cecília Minayo.

Por meio da ferramenta, o usuário pode notificar conteúdos que violem os direitos das crianças e adolescentes ou que propaguem fake news. São aceitas denúncias de peças veiculadas por TV aberta ou por assinatura, serviço de streaming, jogos eletrônicos, cinema, espetáculos, publicidade e mídias sociais.

“O aplicativo recebe notificações, mensagens, sugestões, elogios e denúncias de conteúdos nocivos nos meios de comunicação, entretenimento e mídias sociais. Podem denunciar conteúdos com relação a cenas de sexo, de violência. Incluímos publicidade, com a preocupação com o público infantil, a proteção em relação a publicidades enganosas e persuasivas.”

O aplicativo permite o envio de foto, vídeos e mensagens de texto e está disponível na Playstore e Apple Store.

Por: Agência Brasil


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Tecnologia | WhatsApp desenvolve recurso que pede permissão a usuário para entrar em grupo

Foto: Fotos Públicas
O WhatsApp estuda permitir aos usuários o gerenciamento de convites antes de serem adicionados a grupos. O recurso, no entanto, ainda está em desenvolvimento e não tem data prevista para lançamento no aplicativo. Há chances de a nova funcionalidade aparecer já na próxima versão beta em aparelhos da Apple.

O usuário que decidir restringir quem pode o convidar receberá um pedido para entrar no grupo e será criado um chat onde terá a opção de rejeitar ou aceitar. 


A solicitação será válida durante 72h dentro do aplicativo. Caso não aceite, não será possível receber mais de dois convites de um mesmo grupo.

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Banco do Brasil permite pagamento de IPVA pelo WhatsApp

Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
O Banco do Brasil vai permitir que seus clientes façam o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e outras taxas cobradas pelo Detran, diretamente pelo WhatsApp. A transação passou a fazer parte do rol de serviços de atendimento a clientes do banco por meio do aplicativo de mensagens instantâneas.

Para efetuar o pagamento do IPVA e outras taxas, incluindo multas de trânsito, o cliente do banco deve informar o código do Renavam, a placa do veículo e o CPF do proprietário. A utilização do WhatsApp como um canal de atendimento do BB requer o cadastramento prévio do telefone do cliente em suas informações cadastrais registradas no banco.

A operação, por enquanto, só está disponível nos estados do Maranhão, Pernambuco, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal. Nos demais estados, o uso do WhatsApp deverá estar disponível nos próximos meses, após a adequação de sistemas das secretarias de Fazenda com a tecnologia do banco, informou a assessoria da instituição.

O atendimento pelo Whatsapp foi lançado para todos os clientes em setembro de 2018, com opção para 14 transações. Em dezembro, o BB foi o primeiro banco a permitir saque pelo WhatsApp. Com mais essa solução, já são 16 transações que podem ser realizadas pelo aplicativo de mensagens, incluindo rastreio de cartão, consulta de limite, extrato, saldo e fatura do cartão, poupança e conta-corrente, além de recargas de celular e transferências entre contas.

O banco informou que, em menos de quatro meses, já foram realizadas mais de 100 mil transações (financeiras e consultas) pelos clientes via WhatsApp. Os saques e transferências realizados por meio do aplicativo são limitados até R$ 300.

Como funciona
A solução alia o uso da inteligência artificial, por meio de chatbot (uma máquina que conversa com o cliente), e as mensagens são criptografadas de ponta a ponta. Para acessar o Banco do Brasil no WhatsApp é necessário salvar o telefone [+55] 61 4004 0001 no celular e iniciar uma conversa. O aparelho e o número do cliente precisarão estar cadastrados previamente.

Quando um serviço de informações, como solicitar um extrato de conta-corrente, for solicitado pelo cliente, um código de confirmação será enviado pelo banco via push ou SMS. Para as outras transações, os clientes também deverão digitar sua senha. Depois, o cliente receberá uma resposta confirmando a transação, tudo em texto. Se houver necessidade de atendimento humano, o cliente passará a ser atendido por um funcionário do BB.

A tecnologia de assistência virtual vem sendo utilizada pelo BB desde 2017, utilizando inteligência cognitiva. Segundo o banco, o chatbot responde por meio de uma linguagem natural e aprende constantemente com base nas interações dos usuários. "Após o lançamento do seu Assistente Virtual, o Banco do Brasil aumentou 71% suas interações com os clientes via mídias sociais", informou o BB.

Da Agência Brasil

terça-feira, 25 de setembro de 2018

WhatsApp do Instituto Roberto Mateus: novo canal de atendimento

Em busca de uma comunicação cada vez mais efetiva com seus clientes, o Instituto Roberto Mateus está disponibilizando um novo canal exclusivo de comunicação. O cliente pode esclarecer dúvidas, fazer sugestões e solicitar serviços. "Está com pressa? Sabemos que a sua rotina é corrida e por isso o IRM também realiza marcação de exames por WhatsApp: (81) 9 9741.4610." Acompanhe a fan page, clique: www.facebook.com/institutorobertomateus
Imagem: Divulgação/Reprodução

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Site que oferece camisa grátis da seleção espalha vírus por WhatsApp

WhatsAppFoto: Reprodução
Com a promessa de uma camisa grátis da seleção brasileira, o site ru-romos.site/camisas tem espalhado vírus entre usuários de WhatsApp. Se você recebeu algo assim, não clique nem compartilhe. A suposta promoção é simples: bastaria acessar a página e compartilhar seu link com pelo menos 30 amigos no aplicativo mensageiro para ganhar a camisa oficial.

Na prática, no entanto, ao clicar em "compartilhar no WhatsApp", o site malicioso se espalha entre os contatos da pessoa por meio de mensagem e, posteriormente, pode chegar a instalar um vírus no celular de quem interagiu com o botão. A reportagem encontrou pelo menos uma variação desse link, o marketplaceru.site/-camisa, que redireciona para esse mesmo endereço malicioso.

Segundo alerta emitido pela Kaspersky Lab, empresa de cibersegurança, a vítima pode chegar a esses links de três formas: por mensagens compartilhadas por algum amigo que caiu no golpe, por notificações maliciosas no próprio navegador de internet ou por grupos no aplicativo. O site é hospedado justamente na Rússia, sede da Copa do Mundo que começa no próximo dia 14.

Comportamentos diferentes
O sistema funciona de maneiras diferentes no Android e no iOS, de acordo com o alerta da Kaspersky Lab. No sistema do Google, é exibida uma página falsa dizendo que o celular está infectado por vírus e que, por isso, seria necessário baixar e instalar um aplicativo.

Ao concordar com a instalação, o usuário baixa um programa malicioso do tipo adware, que exibe propagandas agressivas e pode coletar dados sobre a pessoa. No iOS, que funciona em aparelhos da Apple, após ser redirecionado para diferentes sites, o usuário recebe supostas ofertas para instalar aplicativos legítimos, mas que dão dinheiro ao criminoso a cada instalação.

Da Folha de PE

segunda-feira, 16 de maio de 2016

WhatsApp é o principal canal de comunicação dos jovens empreendedores brasileiros e clientes

Imagem: Divulgação/Reprodução Internet
A internet e as redes sociais são as principais ferramentas dos jovens empreendedores brasileiros para se informarem sobre o mundo dos negócios e se relacionarem com seu público-alvo. Este é o resultado de uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), divulgada nesta segunda-feira. Segundo o estudo, para mais da metade dos jovens empreendedores entrevistados (51,9%), o WhatsApp, aplicativo de mensagens instantâneas, é o principal canal de comunicação com os clientes.

Em seguida, aparecem os perfis em redes sociais como Facebook e Instagram (41,2%) e os anúncios pagos no Facebook (26,9%), deixando para trás ferramentas tradicionais como campanhas publicitárias (4,6%) e e-mail marketing (8,5%). O levantamento feito em todo o Brasil mapeou o processo de abertura da empresa, as competências dos jovens empreendedores na condução do negócio e também as práticas de vendas e relacionamento com os clientes.

“Entre os jovens empreendedores, com idade entre 18 e 34 anos, espera-se que haja menos dificuldade e resistência para fazer uso de tecnologias. A internet já é inerente ao dia a dia e usar essa ferramenta para dar início, alavancar e potencializar seus negócios é normal e positivo, afirma Pablo Guterres, presidente da CDL-Jovem, entidade ligada à CNDL que fomenta o desenvolvimento de jovens empresários. “Por isso, os aplicativos não podem e não devem ser o único meio pelo qual os empresários se relacionam com seu público-alvo - sejam eles clientes ou outros empresários”.

A pesquisa mostrou que apenas 37,8% dos entrevistados declararam que investem muito no relacionamento com os clientes. “Devido à inexperiência de mercado e um baixo capital de giro, muitos jovens empreendedores acabam utilizando ferramentas online e aplicativos por serem opções fáceis, baratas e efetivas. Outros canais tradicionais de comunicação com o cliente são importantes, mas podem exigir profissionais especializados, orçamento maior e mais tempo dedicado às plataformas, fatores dificilmente encontrados em novas empresas”, explica Guterres.

A presença na internet tem como principal benefício para seis em cada dez jovens empresários a intensificação na comunicação com o público-alvo (61,7%), seguido pela expansão da base de atuação e fazer novos clientes (43,2%). Para 41,9%, os sites e os portais são os principais canais de informação de assuntos relacionados à empresa dos entrevistados e o mercado em geral. As redes sociais foram mencionadas por 31,5%. Já o relacionamento com o mercado é feito por meio do contato com pessoas que atuam no mesmo setor (53,3%), seguido por participação em feiras e exposições (25,7%).

Capital médio de quase R$ 8 mil
Para fugir da opção mais comum de trabalhar como empregados, os jovens empreendedores decidem partir em busca de melhores condições de vida e colocar suas ideias em prática. Para tal, desafiam até mesmo a própria inexperiência devida ao fato de terem pouca idade na média: a pesquisa mostra que 64,8% dos empreendedores jovens são novatos no segmento que investiram.

A principal motivação para que os entrevistados abrissem o próprio negócio é a independência financeira (24,3%), seguida pela melhoria na qualidade de vida (14,5%) e uma alternativa ao desemprego (11,2%).

A abertura da empresa, entre aqueles que não herdaram o negócio montado, foi feita utilizando principalmente o capital próprio e em média foram investidos quase R$ 8 mil. As principais dificuldades vivenciadas na abertura da empresa foram a falta de dinheiro (38,2%), conseguir os primeiros clientes (35,0%) e a falta de experiência como gestor (28,1%).

Neste processo, 83,0% desses empresários fizeram o planejamento de preço e vendas, 80,8% elaboraram um plano de negócios, 67,7% contrataram empregados antes de abrir a empresa, 76,3% organizaram as instalações e os equipamentos e 75,7% fizeram estudos sobre o mercado. As definições do formato de gestão da nova empresa e o plano de marketing foram feitos por, respectivamente, 63,9% e 62,1%. Quase três em cada dez, no entanto, deixaram de fazer a constituição legal da empresa (29,9%).

“As habilidades e competências do gestor em cada uma dessas atividades fazem a diferença, aumentando as chances de sucesso e evitando problemas financeiros mais graves”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. A maior parte dos jovens empreendedores que adotaram as medidas relatadas para a abertura da empresa tomou essa atitude sozinha, sem recorrer à ajuda de familiares, amigos, ou profissionais.

“O planejamento também é algo fundamental e os empresários iniciantes não precisam fazer sozinhos”, afirma Kawauti. “Muitas iniciativas de empresas como o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) são capazes de beneficiar quem está começando um novo negócio, ajudando em aspectos como a criação de um plano de negócios com objetivos reais e adequados a cada mercado, a organização de um orçamento com equilíbrio financeiro e fluxo de caixa, e a adoção das melhores estratégias de marketing, por exemplo”, conclui.

Dificuldades: impostos e falta de capital de giro
Considerando a rotina das empresas, o valor dos impostos (31,5%), a falta de capital de giro (24,6%) e de mão de obra qualificada (24,4%) são as dificuldades mais vivenciadas pelos jovens empreendedores.

“Algumas destas dificuldades são estruturais, como a questão dos impostos e da formação de uma equipe qualificada. Além das dificuldades no processo de abertura, o dia a dia da gestão também impõe desafios que, para serem enfrentados, exigem comprometimento e profissionalismo,  sob pena de o negócio se tornar inviável”, afirma Kawauti.

Em relação às áreas em que os entrevistados afirmam precisar de mais preparo e conhecimento para tomar decisões, as mais citadas foram vendas (32,7%), finanças e contabilidade (28,3%) e marketing e comunicação (23,0%). Cerca de 81,3% têm interesse em uma atualização ou profissionalização nos próximos seis meses, mas somente 56,1% dos que dizem precisar de mais conhecimento têm disponibilidade financeira para investir.

“A escassez de dinheiro e clientes é contingencial, ou seja, aos poucos é possível contornar esses problemas, à medida que o negócio se desenvolve. Já as habilidades e competências do gestor podem fazer a diferença desde o início, aumentando as chances de sucesso, seja para evitar problemas financeiros mais graves, seja para alcançar a lucratividade mais rapidamente”, explica a economista.

Ainda que afirmem precisar de mais preparo em vendas (32,7%), é essa a área que abrange a maior experiência prévia dos jovens empreendedores (51,2%) e também a área que os entrevistados mais buscaram conhecimento para a posterior abertura e gestão de suas empresas (35,1%). O estudo mostra que o canal de venda mais frequente no dia a dia da empresa é o próprio empreendedor (61,8%).

Falta referência 
De acordo com os dados do estudo, a ideia do novo negócio para a abertura da empresa surgiu principalmente a partir da observação do mercado (31,4%) e com a experiência prévia dos entrevistados em outras empresas (15,8%).

Percebe-se que entre os jovens não há uma referência forte no mercado corporativo para se espelharem: 34,3% não têm nenhuma inspiração, seja na esfera pessoal ou corporativa e entre os que possuem, amigos (21,8%) e pais (18,4%) foram os mais citados. O fato de não haver tantos ícones corporativos no país possivelmente explica a fonte de incentivo que os jovens empresários recebem quando comunicam a decisão de investir em um negócio próprio: 17,9% dos entrevistados não foram incentivados por ninguém e, no caso dos que receberam incentivo, 40,4% dos incentivadores não são empresários.

Com informações do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL)

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Justiça volta a determinar bloqueio do WhatsApp no Brasil, a partir das 14h desta segunda-feira (02)

Imagem: Divulgação/Reprodução
SÃO PAULO  -  A Justiça mandou as operadoras de telefonia fixa e móvel bloquearem o serviço de mensagens instantâneas WhatsApp em todo o país por 72 horas. A medida começará a valer a partir das 14h desta segunda-feira (2). A decisão, de 26 de abril, é do juiz Marcel Montalvão, da comarca de Lagarto (SE). 

As cinco operadoras - TIM, Oi, Vivo, Claro e Nextel - já receberam a determinação e informaram que vão cumprir. Em caso de descumprimento, estarão sujeitas a multa diária de R$ 500 mil.

É a segunda vez que o aplicativo é bloqueado no Brasil. Em dezembro de 2015, a Justiça determinou o bloqueio por 48 horas devido a uma investigação criminal. Na época, as teles receberam a determinação judicial com surpresa, mas a decisão não durou 48 horas.

As autoridades que investigam o caso em dezembro obtiveram autorização judicial para que o WhatsApp quebrasse o sigilo de dados trocados pelos investigados via aplicativo, mas a empresa não liberou as informações solicitadas. O bloqueio seria uma represália.

Em fevereiro, um caso parecido ocorreu no Piauí, quando um juiz também determinou o bloqueio do WhatsApp no Brasil. O objetivo era forçar a empresa dona do aplicativo a colaborar com investigações da polícia do Estado relacionadas a casos de pedofilia.

Do Valor Econômico

sexta-feira, 25 de março de 2016

Segurança Pública | 22º BPM divulga número de WhatsApp para denúncias

Imagem: Divulgação/Ilustração-Internet
O 22º Batalhão de Polícia Militar com sede em Surubim, no Agreste Setentrional de Pernambuco, objetivando aperfeiçoar a comunicação com a sociedade, divulga o número do aplicativo WhatsApp (81) 9 9761-7350. Qualquer pessoa pode solicitar a presença da Polícia Militar, em casos de violência, roubo, tráfico de drogas entre outros crimes, ou até mesmo para sugestões e reclamações. O canal funciona na central de monitoramento. 

Em contato com o Blog, o Tenente Coronel Marcos Aurélio salienta que as ocorrências que mereçam uma intervenção urgente, deve-se ligar também para a central do 22º BPM, nos fones: 3624-1940 e 3624-1946.

Passar Trote é Crime: 
Segundo o Art. 266 do Código Penal apresenta o seguinte: “Interromper ou perturbar o serviço telefônico” é crime e o infrator poderá incorrer em pena de detenção de um a seis meses ou multa; e o presente artigo se enquadra em qualquer caso e vítima.

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