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segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Tecnologia que reduz uso de dinheiro e cartão cresce 2.275%

Cashless permite operações mais rápidas, filas mais curtas, maior controle nos gastos e coibe fraudes nos ingressosFoto: Divulgação
Solução funciona por meio de pulseiras ou cartões com chip. No mercado de entretenimento, ela é bastante utilizada por trazer agilidade e segurança durante os eventos

Agilidade e segurança durante eventos. Esses são os principais objetivos da tecnologia cashless, que está em crescimento no mercado de entretenimento, onde o sistema busca reduzir o uso do dinheiro e cartão de crédito ou débito dentro de alguma festa. Segundo o Banco Central, nos últimos anos essa prática cresceu cerca de 2.275% no Brasil, e a tendência é que ela cresça ainda mais.

A tecnologia funciona por meio de pulseiras específicas ou cartões com chip que proporcionam ao participante fazer uma recarga pré-estabelecida de um determinado valor para utilizar no evento, permitindo operações mais rápidas, filas mais curtas e maior controle nos gastos, além da coibição de fraude nos ingressos.

Grandes eventos e festivais estão apostando nas pulseiras RFID, do inglês "Radio-Frequency IDentification", para a Identificação por Radiofrequência, e em cartões onde o cliente pode abastecê-lo com créditos e utilizar durante o evento.

O grande diferencial da transação está em aproximar o cartão ou pulseira da máquina para que a transferência seja efetuada. Basta o dispositivo possuir NFC (Near Field Communication), que está conectado a uma conexão wireless de transferência de dados a curta distância. Com um sistema de criptografia de leitura e gravação.

A netPDV é a fintech pioneira no Brasil na implementação da tecnologia cashless, e líder nessa forma de pagamento no mercado de entretenimento na América Latina. De acordo com o CEO da fintech, Bruno Lindoso, o uso da tecnologia não é de uso exclusivo no entretenimento, podendo ser utilizado em outros mercados e é importante por agilizar o atendimento. “Existem vários mercados onde o cashless pode ser muito bem aplicado como resorts, cruzeiros, arenas, clubes, condomínios, entre outros. Se pensarmos em um grande evento, tirar a carteira do bolso para realizar cada compra ou simplesmente levá-la ao show pode se tornar um incômodo. O entretenimento é um deles por podermos garantir operações com melhor experiência de compra, mais rapidez, gestão das vendas e menos filas, nós conseguimos dar uma maior velocidade nas transações de pagamento com segurança e melhor gestão das transações financeiras”, disse Lindoso.

Bruno destaca que a solução foi pensada para permitir uma maior organização e controle nos eventos para os organizadores, além de trazer benefícios para o público. “Pensamos com o intuito de amparar os organizadores de eventos em relação as principais preocupações recorrentes em grandes eventos: segurança, rapidez e transparência. Cada cartão ou pulseira registra todas as transações financeiras e garante a funcionalidade do sistema. A tecnologia garante aos organizadores o gerenciamento de todo o consumo e acompanhamento em tempo real da movimentação de vendas, além da emissão de relatórios com informações sobre o estoque e controle de caixa”, destaca o CEO da fintech.

Em Pernambuco uma das empresas que utilizam da tecnologia nos eventos é a Carvalheira. A empresa aposta na tecnologia devido a boa aceitação do público e por otimizar a gestão das festas promovidas, como conta o sócio-diretor Geraldo Bandeira de Melo. “A tecnologia vai além da simples venda, ele não só faz a venda como o controle do estoque. A grande vantagem é que o cliente compra um cartão, alugamos ele da empresa, o cliente paga R$ 5 e no final devolvemos o dinheiro, ele pode colocar o valor que ele vá consumir no cartão, não precisando voltar ao caixa, evita pegar em dinheiro e pode passar no cartão de crédito, e ao término do evento, ou depois dele a gente devolve um eventual crédito excedente”, aponta Geraldo.

Da Folha de PE

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Porto Digital apresenta soluções para Ministério da Defesa

Startups apresentaram soluções para a comitiva que visitou
o parque tecnológico.
Foto: Beto Oliveira/Divulgação Porto Digital
O Ministério da Defesa espera ampliar a parceria com o Porto Digital para absorver mais a tecnologia e as soluções de startups embarcadas no parque tecnológico pernambucano. Em visita técnica ao ambiente de inovação, realizada ontem, o ministro da Defesa, general do Exército Fernando Azevedo e Silva, conheceu ações de fomento ao empreendedorismo e também foi apresentado a soluções que possam ser incorporadas aos projetos da pasta. E a expectativa é de expandir as parcerias já existentes e gerar novas oportunidades.

Segundo o ministro, o Porto Digital já contribuiu e continua contribuindo com o Ministério da Defesa. "Tivemos uma parceria nos Jogos Olímpicos do Rio, particularmente no campo da cibernética. Então eu já conhecia o Porto Digital, mas a minha surpresa foi perceber o quanto evoluíu com tantas empresas participantes que transformam o conhecimento em capacidades reais", disse o general Fernando Azevedo e Silva, acrescentando que acredita que a parceria pode avançar a partir de agora. "Inclusive, acabei de ver uma solução para exames de laboratório que poderão ser usados para os combatentes ou para os médicos, o que é um avanço para a gente", completou.

A startup Pickcells, que já recebeu investimentos na ordem de R$ 1,6 milhão em três rodadas, apresentou à comitiva uma solução que usa inteligência artificial para parte de diagnósticos para a área de saúde. "A gente sempre teve essa visão de ser uma startup que usa a tecnologia para melhorar a parte da saúde usando baixo custo e queremos que a nossa tecnologia seja difundida para regiões que não tenham acesso e é isso que esperamos de uma parceria com o Ministério da Defesa", ressatou Rodrigo Paiva, fundador e diretor de tecnologia da Pickcells. 

O presidente do Porto Digital, Pierre Lucena, acredita que essa é apenas uma das oportunidades que podem ser firmadas entre o parque tecnológico e o ministério. "Já tínhamos alguns projetos, principalmente com empresas como a Tempest, que trabalha com cibersegurança, mas podemos ir além. Temos muitas empresas que podem atuar ´na pasta, como a In Loco e a Neurotech, além da própria Tempest que pode expandir a parceria, além do Cesar, que é nossa principal empresa de inovação e que pode levar muitos produtos. Temos um parque muito diversificado com um portfólio muito amplo de serviços e o Ministério da Defesa é um dos maiores contratantes de tecnologia do Brasil e a secretaria Nacional de Segurança Pública tem uma série de desafios e a tecnologia pode ajudar muito nos próximos anos", afirmou. 

Presente também na visita, o secretário Nacional de Segurança Pública, general Teophilo, afirmou que está dentro do planejamento estratégico do ministro Sergio Moro o incentivo à pesquisa tecnológica. "Vi hoje que Pernambuco tem muito potencial e várias empresas apresentaram soluções que nós, às vezes, estamos procurando no exterior e ela tem aqui. Podemos fazer parcerias com startups encubadas no Porto Digital", ressaltou. 

Do Diario de PE

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