© 2014 - Todos os Direitos Reservados ao Blog Negócios e Informes. Tecnologia do Blogger.

Mostrando postagens com marcador Laticínios. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Laticínios. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de março de 2018

ITEP capacita produtores de laticínios em parceria com o Sebrae

Imagem: Divulgação/Reprodução
Os queijos, leite e iogurtes produzidos no Agreste de Pernambuco ganharão mais variedade e qualidade. O Instituto de Tecnologia de Pernambuco (ITEP) vem desenvolvendo - via Sebratec - uma série de cursos voltados aos produtores da região. A primeira capacitação, realizada nos dias 19 e 20 de janeiro, foi voltada à fabricação de queijos do reino e parmesão, ampliando as possibilidades dos empresários locais. “A região Nordeste é campeã no consumo de queijo do reino no Brasil, mas a maioria do produto é feita em outros estados. A produção é simples e pode ser realizada pelos nossos laticínios”, explica Vânia Lemos, coordenadora de operações do Centro Tecnológico de Laticínios do ITEP.

Além de ampliar o portfólio de produtos, os cursos também esperam aumentar os lucros do setor. Nos dias 26 e 27 de janeiro, os produtores foram capacitados para fabricar queijos minas frescal, ricota e coalho defumado e condimentado. “Já há empresários produzindo ricota. Antes, jogava-se o soro do leite fora; agora, eles podem evitar o desperdício, gerar lucro e atender a mais uma fatia de mercado”, aponta Vânia Lemos.

O próximo curso será realizado nos dias 23 e 24 de março e terá foco na fabricação de bebidas lácteas, fermentados e achocolatados. Nos dias 6 e 7 de abril, haverá capacitação voltada à produção de iogurte, coalhada e sorvetes. Para participar dos cursos é preciso ter CNPJ, uma vez que o curso é realizado via Sebraetec. Os interessados podem entrar em contato com a unidade do Sebrae em Garanhuns no telefone (87) 3221.3333.

Da Assessoria

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Economia | Crise se agrava na bacia leiteira de Pernambuco

Imagem: Divulgação/Reprodução - JC Online
Os produtores de laticínios do Estado estão preocupados com a entrada de leite e derivados de outros estados e países. Convivendo com a seca pelo sexto ano consecutivo e com as margens de lucro cada vez menores, o setor começa a se adequar à realidade imposta pelos concorrentes. Atualmente, o preço médio do leite praticado pelos pequenos produtores do Agreste pernambucano é de R$ 1,35. No entanto, como o Sudeste está em período de safra, o alimento chega por aqui ao custo de R$ 1,10. Para sobreviver, não há outra alternativa a não ser se equiparar ao mercado enquanto os custos para manter o animal só aumentam.

Diretor-administrativo da Bom Leite, Júnior Galvão disse que os produtos com maior inserção no mercado local são o leite longa vida e o queijo mussarela, itens que balizam o valor do leite no mercado. “Porque eles são os mais consumidos. Quando entra queijo mussarela barato, inevitavelmente, baixamos o custo do leite aqui. Isso faz a rentabilidade e o preço final caírem”, explicou. Ele destacou ainda que o interessante seria se os produtos entrassem aqui durante a nossa safra, ou seja, na entressafra das regiões do Sul e Sudeste do País. “Porque não afetaria a nossa produtividade”, afirmou. 

Para se ter ideia, os preços nas gôndolas, conforme Galvão, já sentem esses efeitos. De R$ 3,90, o longa vida está custando R$ 2,90. Por ano, a Bom Leite chega a vender cinco milhões de litros para o Estado e Alagoas. Segundo o diretor da Betânia, Bruno Girão, em virtude dessa seca histórica, as indústrias locais ficam impossibilitadas de competir com as de fora. “Claro que, em algum momento, isso muda por se tratar de uma questão cíclica. No entanto, dependemos de água e, hoje, o único apoio que temos é de carro-pipa. Esperamos que esse quadro não perdure”, projetou. Por dia, a fábrica produz 200 mil litros de leite, processados em Pernambuco.

Segundo o presidente da Associação Nacional dos Criadores, Emanuel Rocha, esse assunto gera grande preocupação para o mercado local. “Apesar de o preço do milho e da soja terem caído (fundamentais para alimentação do gado), permanece a importação do produto, sobretudo, da Argentina. Isso tem que ser estudado”, comentou. Em função do persistente quadro hídrico, a produção de leite ainda não foi recuperada e isso ainda provoca o repasse do rebanho. Atualmente, 1,4 milhão de leite é fabricado por dia. Há seis meses, era de 1,8 milhão. Antes da seca, a fabricação chegava a 2,5 milhões/dia.

Dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior dão conta que Argentina, Uruguai, Suíça, Itália e Alemanha são os países que mais exportam leite e derivados para cá. “Sabemos que a situação dos produtores não é fácil. O Estado já tirou o ICMS do milho e desenvolveu ações de combate à clandestinidade”, disse Erivânia Camelo, diretora-presidente da Adagro. Ela antecipou ainda que estuda, em breve, lançar um selo para controlar a entrada e saída desses produtos pelo Estado.

Da Folha de PE

Acompanhe-nos no Facebook


Publicidade


!

!
!
!

!

!

!

!
!
!
!
!

!
! !
!

!

Você é o Visitante:

Acessos em Tempo Real

Previsão do Tempo em Surubim

Blogs e Sites Parceiros

Arquivo do blog

Curta Nossa FanPage - Muito Obrigado!

Internautas On Line

(81) 9925.8297 // negocioseinformes@gmail.com