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sábado, 12 de janeiro de 2019

Brasileiros com menos medo do desemprego

Miriam está procurando emprego desde o
ano passado e se mostra otimista com 2019
Foto: Ed Machado
Entre setembro e dezembro do ano passado, o medo do desemprego entre os brasileiros caiu 10,7 pontos percentuais, maior recuo desde maio de 1996, quando teve início a série histórica da pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Nordeste foi a terceira região com queda mais significativa, com uma diferença de 9,8 pontos entre os meses. No Norte/Centro-Oeste, a variação foi de 12,9 pontos, ficando atrás apenas do Sul, onde o delta foi de 16,9 pontos.

O mesmo estudo também revelou que a satisfação com a vida registrou aumento de 2,7 pontos percentuais no Brasil, maior alta da série iniciada em maio de 1999. O Nordeste teve o segundo melhor desempenho do País na avaliação, com um salto de 3 pontos, acima da média nacional.

A CNI associa o resultado positivo ao otimismo e confiança da população com o novo governo e à percepção de superação da recessão econômica que o País vem atravessando desde 2016. Segundo a entidade, esses fatores trazem aos brasileiros a “perspectiva de aumento do crescimento econômico e queda do desemprego”. De acordo com pesquisa da CNDL/SPC, 59% dos brasileiros acreditam que mais oportunidades de emprego vão surgir com o novo governo.


Para o economista Rafael Ramos, da Fecomércio-PE, esse período de virada de ano é outro elemento que contribui para o otimismo. “Geralmente no início do ano as pessoas costumam criar metas, tentar realizar sonhos e ter sentimentos mais positivo”, disse. “Não só a população, mas também quem contrata. Os empresários estão muito otimistas com o novo Governo, com o ano de 2019 e os seguintes”. Ainda assim, a taxa de desemprego segue alta no País, sobretudo em Pernambuco, que fechou o último trimestre com 703 mil pessoas fora da força de trabalho, segundo o IBGE. É a quarta maior taxa de desocupação (16,7%), maior que a média brasileira (11,9%).

Entre aqueles que buscam se colocar no mercado de trabalho, há quem siga sem maiores esperanças. Everson Marcos, 21, está procurando emprego desde os 18. “Não acho que as coisas serão mais fáceis”. O jovem relatou que vai à Agência do Trabalho quase todos os dias para procurar vagas. “Mas não estou otimista”, contou. O temor atinge quem está empregado. "Estou de férias e tenho medo de quando voltar não ter mais trabalho", revelou o designer de interiores Rodrigo Nascimento, 37. Em busca de emprego desde julho, Miriam Raimunda, 48, diz que o novo ano trouxe otimismo. “Até dezembro, dos currículos que mandei, não fui chamada. Minha esperança está agora, a partir de janeiro”, contou.

Da Folha de PE

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